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      <title>Língua - Linguagem e Fala. Especifique cada conceito. by Roseli Trevisan</title>
      <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj</link>
      <description>Aula de 08.08 - Língua Portuguesa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-07 15:38:33 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-30 13:12:37 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Francini</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Fala, Linguagem e Língua: o poder de nos tornar humanos</p><p><br></p><p>Quando nascemos, não sabemos falar. Mas já somos linguagem. Nosso choro é o primeiro grito de vida, um anúncio ao mundo: “Eu cheguei!”. É nessa troca, ainda sem palavras, que começa a nossa história comunicativa.</p><p><br></p><p>A fala é o que dá voz aos nossos pensamentos. É a forma como expressamos, com sons e entonações, aquilo que pulsa por dentro. É na fala que a emoção se revela: a voz que treme quando estamos nervosos, o tom acelerado quando estamos animados, a pausa carregada de significado quando não encontramos as palavras certas.</p><p><br></p><p>A linguagem é muito maior. É o conjunto de gestos, expressões, símbolos e códigos que usamos para construir sentido. Ela está na poesia que toca, no olhar que diz tudo sem dizer nada, na dança que comunica sem precisar de uma única sílaba. É a ponte invisível que nos liga uns aos outros, capaz de atravessar distâncias, culturas e tempos.</p><p><br></p><p>A língua, por sua vez, é a ferramenta estruturada que herdamos de uma comunidade. É a gramática que organiza o caos da fala, é o vocabulário que nos dá repertório, é a história viva de um povo em cada palavra. A língua é patrimônio e identidade — muda com o tempo, mas carrega as marcas de quem a usa.</p><p><br></p><p>Como professora, acredito que entender fala, linguagem e língua é mais que conteúdo escolar. É compreender que ensinar a usar as palavras é ensinar a pensar, a sentir e a transformar o mundo. É dar aos alunos a consciência de que, com a língua, eles constroem pontes ou muros.</p><p><br></p><p>No fim, falar, ter linguagem e pertencer a uma língua é muito mais do que se comunicar — é existir plenamente como ser humano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:35:21 UTC</pubDate>
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         <title>Falamos ao longo da aula sobre linguagem e o seu desenvolvimento ao longo do século e a sua  criação , observamos a criação da língua e a proximidade do cérebro do macaco para esse desenvolvimento humano que para eles não atingiu essa totalidade da fala .</title>
         <author>vanessasribeiro16</author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3538859989</link>
         <description><![CDATA[<p>Vimos o desenvolvimento da escrita que também e uma maneira de comunicação e sobre a criação da prensa que pode expandir em larga escala essas informações .</p><p>Conclusão e que foi necessário que houvesse transformações e mudanças pois o ser humano evoluiu e mudou e a fala ,desenvolvida para facilitar a comunicação humana também se transformou ao longo do século trazendo adaptações , e adicionando novas formas e comunicações de linguagem ao longo do tempo .</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:36:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Língua - Linguagem e Fala. Especifique cada conceito.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3538860268</link>
         <description><![CDATA[<p>Entender o que é língua, linguagem e fala ajuda a perceber melhor como a gente se comunica e se desenvolve. A linguagem é a nossa capacidade de expressar o que pensamos, sentimos e queremos dizer, seja falando, escrevendo, fazendo gestos ou usando o corpo. Ela envolve tanto o funcionamento do nosso cérebro quanto a forma como nos relacionamos com os outros.</p><p>A fala é a parte sonora da linguagem verbal. É quando a gente articula palavras usando a boca, a língua, as cordas vocais e tudo mais que faz parte do aparelho fonador. Cada pessoa tem seu jeito de falar, e isso pode mudar dependendo de fatores físicos, emocionais ou até do ambiente em que está.</p><p>A língua é o conjunto de regras e símbolos que um grupo usa pra se comunicar, como o português, o inglês ou a Libras. A gente aprende a língua convivendo com outras pessoas, e ela está diretamente ligada à cultura e ao nosso jeito de pensar.</p><p>Concluindo que <strong>linguagem</strong> é a capacidade de se comunicar, <strong>fala</strong> é como cada um coloca isso pra fora, e <strong>língua</strong> é o sistema que organiza essa comunicação dentro de um grupo. Os três estão conectados e são essenciais pra nossa vida em sociedade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:38:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sobre a linguagem  ,podemos dizer que temos  várias formas de linguagem corporal ,escrita.</p><p>A postura, que nos traz várias percepções de como a pessoa está se sentido .</p><p>Falta de comunicação pode trazer  problemas ,desentendimentos. </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:42:00 UTC</pubDate>
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         <title>A linguagem </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A linguagem foi pilar da comunicação, usada como forma tanto de sobrevivência como para explicar diversas formas de executar ou de fazer algo. Ao longo da evolução a linguagem foi se modificando, de pinturas rupestres até um alfabeto completo. A comunicação no geral, acompanhada pela linguagem com o tempo, mesmo que de maneira não verbal, com o tempo foi se complementando em diversas formas de comunicação, para se utilizar da comunicação gestual com a não verbal(escrita). </p><p> Ela foi evoluindo de diversas formas, se modificando, criando novos idiomas, novas maneiras de se comunicar sem necessariamente ser escrita, mas que de alguma forma comunique algo de um locutor para um interlocutor. Assim, cada idioma tem suas variáveis e modificações, seja por conta de cultura ou por algum outro motivo, como por exemplo o idioma Latim que de acordo com as regiões e o tempo que se foi passando, foi-se criado novos idiomas e variáveis, como o português, francês, italiano etc.</p><p> Vemos que essa evolução como um processo natural, diferentes gerações tem dificuldades em consumir uma linguagem mais antiga a sua época, como tentar ler um livro de 100 anos atrás, uma pessoa jovem pode ter dificuldades significativas em compreender diversas descrições e diálogos, justamente por essa mudança e evolução na linguagem e comunicação.</p><p> A internet por sua vez criou uma linguagem bastante nova e diversificada, utilizando de formatos não verbais, ou modificações na linguagem tradicional fragmentando ela para dar o mesmo significado mas de maneira resumida, ou até mesmo criando novas palavras que não estão de maneira formal, criando um novo dialeto, ao mesmo tempo também afeta do a comunicação de pessoas mais jovens para com os mais velhos, afetando o convívio social e até mesmo profissional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:42:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julianapereiradasilva2006</author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3538862540</link>
         <description><![CDATA[<p>A lingua portuguesa teve diversas mudanças ao longo dos anos. A reflexão sobre o nosso idioma pode partir de questões poéticas, como citado em aula, enriquece as possibilidades da língua portuguesa.</p><p>O avanço da comunicação foi marcado por intervenção como a prensa de Gutenberg, que permitiu a impressão dos livros e aumentou o acesso ao conhecimento. </p><p>A linguagem é toda e qualquer forma de expressão feita pelo ser humano para se comunicar. A fala coloquial é usada em situações informais, como uma conversa com os amigos por exemplo, já a fala culta, é uma fala bem mais formal, usada em situações mais sérias.</p><p>Entender os conceitos para aprimorar a comunicação, reconhecendo a língua como uma situação social, sendo sujeita a mudança e influências conforme vai passando os anos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:49:02 UTC</pubDate>
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         <title>A importância da comunicação: língua, fala e linguagem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3538863920</link>
         <description><![CDATA[<p>A comunicação humana, por meio da linguagem e fala, é importante para que possamos viver em sociedade. Seja através da escrita, símbolos, desenhos ou expressão, nos torna mais suscetíveis a na construção das relações. </p><p> </p><p>Em cada localidade do mundo existe seu próprio dialeto, tornando uma experiência inigualável.   </p><p><br/></p><p>Para que possamos conviver em sociedade de forma civilizada, a linguagem em suas diversas formas é fundamental, que permite o entendimento e o convívio social.</p><p><br/></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-08 23:55:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Língua - Linguagem e Fala. Especifique cada conceito.</title>
         <author>andressamoncoresfaculdade</author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3542437883</link>
         <description><![CDATA[<p>Linguagem é um conceito amplo, englobando a capacidade humana de comunicar ideias e sentimentos por meio de diversos sistemas, incluindo a fala, a escrita e outras formas não verbais como gestos e expressões faciais. Língua é um sistema específico de signos e regras que permite a comunicação verbal dentro de um grupo social.  Fala é a manifestação individual e concreta da língua, a maneira como cada pessoa usa a língua para se expressar</p><p><br/></p><p> Conclusão: Linguagem, língua e fala estão ligadas, mas não são iguais.<br>A <strong>linguagem</strong> é a capacidade geral de se comunicar, a <strong>língua</strong> é o código criado por um grupo, e a <strong>fala</strong> é a forma individual de usar esse código.<br>Juntas, permitem que transmitamos ideias, sentimentos e informações de maneira compreensível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-13 14:09:09 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 15/08 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3544822073</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula, refletimos sobre como a leitura e a escrita são caminhos de expressão pessoal e de participação ativa na sociedade. O tema “Escrever e ler: individualidade e participação” nos convidou a perceber a linguagem como ponte entre ideias, sentimentos e contextos diversos.</p><p>Exploramos as funções da linguagem segundo Jakobson, cada uma com sua delicadeza e intenção: a emotiva revela emoções, a referencial informa com clareza, a poética encanta pela forma, a fática mantém o diálogo, a apelativa busca tocar o outro, e a metalinguística explica o próprio código da linguagem.</p><p>Também mergulhamos nos tipos e gêneros textuais, compreendendo que cada texto nasce de um propósito, de um público e de um suporte específico. Vimos como os gêneros se adaptam à vida cotidiana — da literatura à publicidade, dos textos acadêmicos aos digitais.</p><p>A aula nos lembrou que escrever é mais do que seguir regras: é construir sentido, posicionar-se, e participar do mundo. Reconhecemos a escrita como prática viva, que forma e transforma. E ao observar o folder como gênero multimodal, percebemos como palavras e imagens se entrelaçam para comunicar com sensibilidade e força.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-15 23:47:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 22/08</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3552080099</link>
         <description><![CDATA[<p>Trouxemos as atividades, proposta pela professora.</p><p><strong>Grupo 3 - Um outro dança em mim:</strong> Este estudo propôs um diálogo entre Bakhtin e outros pensadores, tendo a dança como eixo temático e a alteridade como conceito central. A abordagem dialógica permitiu ressignificar trechos selecionados, ampliando a compreensão da arte como expressão relacional. Na perspectiva da Psicologia, a alteridade se configura como fundamento ético e clínico, essencial para o reconhecimento do outro em sua singularidade. Assim, o entrelaçamento de textos e autores revela-se um exercício reflexivo que enriquece tanto o campo estético quanto o psicológico, promovendo encontros transformadores entre saberes e experiências.</p><p><strong>Grupo 1- A dimensão ideológica e as discursividades:</strong> O livro mistura ideias ideológicas com diferentes formas de discurso ao longo do tempo e do espaço — o que a autora chama de “discursividades cronotópicas”. Ela investiga como essas dimensões aparecem na narrativa e ajudam a construir sentidos mais profundos sobre temas sociais, políticos e culturais.</p><p>Em outras palavras, é uma análise de como o livro usa linguagem e tempo para expressar ideias e provocar reflexões.</p><p><strong>Grupo 2 -&nbsp;O autor e a personagem na atividade estética:</strong> O texto analisa a relação entre o autor e a personagem na criação artística, segundo Bakhtin. Ele argumenta que o autor não se confunde com suas personagens, mas mantém uma posição externa e responsável por elas. Essa distância permite ao autor construir a totalidade estética da obra, dando sentido e forma à vida das personagens. A resenha destaca que essa abordagem valoriza o papel ético e estético do autor, que organiza e dá voz às experiências humanas por meio da arte.</p><p><strong>Grupo 4 - Tornar-se pesquisador sob o olhar da perspectiva:</strong> O texto discute o processo de formação de pesquisadores a partir da perspectiva sociológica da linguagem. Destaca como os diálogos formativos contribuem para a construção dos saberes, valorizando a interação, a linguagem e o contexto social como elementos fundamentais na trajetória acadêmica.</p><p><strong>Grupo 6 - Leitura e Cidadania no Novo Ensino Médio fake News em foco</strong>: discute a relação entre leitura crítica e cidadania no contexto do Novo Ensino Médio, com foco na análise de fake news. A autora propõe que a escola deve formar leitores capazes de interpretar e questionar informações, desenvolvendo competências para enfrentar a desinformação. A abordagem destaca a importância da educação linguística como ferramenta para o exercício da cidadania ativa e consciente.</p><p><strong><em>Falamos de fazer as atividades para com o corpo de forma prazerosa, como a dança, atividade física, um momento de se conectar com você. Uma linguagem do corpo com a mente.</em></strong></p><p>Foi mencionado como realizar uma resenha, de forma correta, utilizando o texto que foi dito pelo grupo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 00:27:58 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 12/09/2025 Dissertação.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3582667802</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula fala sobre como escrever uma <strong>dissertação argumentativa</strong>, que é aquele tipo de texto onde você dá sua opinião sobre um assunto e tenta convencer o leitor com bons argumentos. Esse formato é muito usado em provas como o ENEM e também na vida acadêmica.</p><p>Estrutura básica:</p><ul><li><p><strong>Introdução</strong>: você apresenta o tema e diz qual é sua opinião (isso é a tese).</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento</strong>: aqui você explica os motivos que te fazem pensar assim, usando argumentos, em dois parágrafos.</p></li><li><p><strong>Conclusão</strong>: você fecha o texto reforçando sua ideia e, se quiser, pode sugerir soluções ou reflexões.</p></li></ul><p>A aula mostra vários tipos de argumentos:</p><p><strong><em>Argumento de autoridade</em>:</strong> Você cita alguém que entende do assunto, como um especialista ou uma figura conhecida. Por exemplo, usar uma fala do cineasta Marcelo Gomes pra falar sobre acesso ao cinema.</p><p><strong><em>Argumento por evidência (dados</em>):</strong> Aqui você usa números, pesquisas ou estudos pra mostrar que o que você está dizendo tem base. Tipo um dado do IPHAN mostrando que muitas cidades não têm cinema.</p><p><em>&nbsp;</em><strong><em>Argumento por comparação</em>:</strong> Você compara duas situações pra mostrar como elas são diferentes ou parecidas. Por exemplo, comparar o acesso à cultura entre ricos e pobres.</p><p>&nbsp;<strong><em>Argumento por exemplificação</em>:</strong> Você dá exemplos reais pra ilustrar sua ideia. Como falar dos museus virtuais na pandemia ou do uso da Netflix como forma de acesso à arte.</p><p>&nbsp;<strong><em>Argumento por princípio</em>:</strong> Esse tipo de argumento se baseia em valores, como justiça, igualdade, respeito. Um exemplo é dizer que preconceitos afastam as pessoas da arte.</p><p><em>&nbsp;</em><strong><em>Contra-argumento</em>:</strong> Você reconhece que existe uma opinião diferente da sua, mas mostra por que ela não se sustenta. Tipo dizer que, embora haja música nas periferias, isso não significa que o acesso à cultura seja igual pra todos.</p><p><strong><em>Argumento de causa e consequência</em>:</strong> Você mostra o que causa o problema e o que ele gera. Por exemplo, dizer que a falta de políticas públicas causa exclusão cultural, o que aumenta a desigualdade.</p><p>Além disso, a aula fala sobre os <strong>articuladores textuais</strong>, que são palavras que ligam as ideias e deixam o texto mais fluido. Exemplos: “portanto”, “além disso”, “por isso”, “em resumo”.</p><p>Tivemos o exemplo inspirador apresentado é a música “Argumento”, de Paulinho da Viola, que mostra como é possível defender uma ideia com firmeza e respeito. A letra fala sobre manter a essência do samba diante das mudanças, funcionando como metáfora para o ato de argumentar com elegância e convicção.</p><p>A aula também alerta para os principais erros que comprometem a qualidade da dissertação, como fugir do tema, não seguir a estrutura correta, apresentar ideias confusas, desrespeitar os direitos humanos e usar clichês sem originalidade.</p><p>Por fim, é apresentada uma redação exemplar escrita por Amanda Rocha, de Itaituba-PA, que discute o acesso ao cinema no Brasil. Ela utiliza argumentos de autoridade (Michel Foucault), evidência (dados sobre distribuição de cinemas), princípio (direito à cultura) e causa e consequência (exclusão cultural e desigualdade social), propondo ações do Estado e da escola para democratizar o acesso à arte.</p><p>Onde fizemos um questionário, e respondido em sala. </p><p><br/></p><p>Conteúdo do livro <em>Argumentação</em>, de José Luiz Fiorin, que aprofunda os conceitos sobre como construir textos argumentativos sólidos e eficazes.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:51:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula 19/09/2025 revisão para P1</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3594547206</link>
         <description><![CDATA[<p>Falamos um pouco sobre dissertação.</p><p>Língua, linguagem que nos ajudam a expressar as escritas e os pensamentos.</p><p>Textos argumentativos.</p><p>Elementos da comunicação</p><p>Funções da linguagem.</p><p>Gêneros e tipos de textos</p><p>Coerência e coesão textual</p><p>Ficou aberto para discursões sobre a prova.</p><p><br/></p><p><strong>Coesão e coerência textual</strong>.</p><p><strong>Roteiro de estudo</strong></p><p>A Língua Portuguesa</p><p>Comunicação e seus elementos</p><p>Problemas centrais dos estudos da linguagem</p><p>Conceitos básicos: linguagem, língua e fala</p><p>Funções da linguagem</p><p><strong>Reflexões sobre a linguagem</strong></p><p>Qual a relevância da língua portuguesa?</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Três grandes temas:</p><p>Origem e natureza da linguagem</p><p>Relação entre linguagem e pensamento</p><p>Mudança linguística</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Questões filosóficas:</p><p>As línguas são universais ou diferentes?</p><p>A língua é uma coisa em si ou uma construção social?</p><p>Mudança linguística é progresso, decadência ou apenas transformação?</p><p>A língua muda sozinha ou pelos falantes?</p><p><strong>Comunicação</strong></p><p>Elementos: emissor, receptor, mensagem, canal, código e contexto</p><p>Exemplos práticos para entender como a comunicação funciona</p><p><strong>Funções da linguagem</strong></p><p>Função referencial: foco na informação objetiva (exemplo de notícia)</p><p><strong>Gêneros e tipos textuais</strong></p><p>Identificação de <strong>tipos textuais</strong>, com destaque para a <strong>argumentação</strong></p><p><strong>Coerência textual</strong></p><p>Coerência é o sentido global do texto</p><p>Exemplos de textos coerentes e incoerentes</p><p>Problemas comuns: mistura de temas, falta de foco</p><p><strong>Coesão textual</strong></p><p>Coesão é a ligação entre as partes do texto</p><p>Recursos: pronomes, conjunções, elipses, advérbios, numerais</p><p>Exemplos de textos com e sem coesão</p><p>Tipos de referência: anáfora (para trás) e catáfora (para frente)</p><p><strong>Exemplo de coesão sequencial</strong></p><p>Texto jornalístico mostrando como ideias se conectam para manter a coerência.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-19 23:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 26/09/2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3607239287</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temas abordados:</strong></p><p><strong>Encadeamento de enunciados:</strong> Estudo das formas de ligação entre frases e ideias em um texto, com destaque para os tipos de encadeamento:</p><p><em>Justaposição:</em> sem conectores explícitos.</p><p><em>Conexão:</em> com uso de conectores como “porque”, “por isso”, “mas”, entre outros.</p><p><strong>Coesão e coerência textual:</strong> Elementos que garantem sentido e fluidez ao texto. Foram discutidos fatores como manutenção temática, progressão, articulação e não contradição.</p><p><strong>Linguagem e comunicação:</strong> Análise da linguagem como expressão do pensamento, instrumento de comunicação e forma de interação social.</p><p><strong>Resenha crítica:</strong> Estrutura e função da resenha, incluindo cabeçalho, síntese do conteúdo, análise temática e comentário crítico.</p><p><strong>Dissertação argumentativa:</strong> Produção de texto sobre o tema <em>“Atendimento psicológico: um assunto de saúde pública”</em>, com base em textos disparadores que abordam legislação, histórico da psicologia no SUS e dados estatísticos.</p><p><strong>Atividades práticas:</strong></p><p>Interpretação de textos sobre linguagem escrita e produção textual.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-27 23:39:40 UTC</pubDate>
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         <title>Aula gravada 10/10/2025</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3636426811</link>
         <description><![CDATA[<p>Relembramos, alguns pontos, como a narrativa, dissetativa e discritiva e as acentuações.</p><p><br/></p><p>O texto descritivo tem como objetivo representar algo com riqueza de detalhes, criando uma imagem mental no leitor por meio de linguagem sensorial e precisa. Ele descreve pessoas, objetos, lugares ou emoções, destacando aspectos como cor, forma, cheiro, som e comportamento. Utiliza adjetivos e metáforas, geralmente no tempo presente, podendo ser objetivo ou subjetivo, conforme o propósito.</p><p>Diferente do texto dissertativo, que defende uma ideia com linguagem lógica e estrutura formal (introdução, desenvolvimento e conclusão), o descritivo retrata com sensibilidade e não exige essa organização. Exemplos comuns incluem retratos de personagens e descrições de ambientes, enquanto o dissertativo aparece em redações e artigos de opinião.</p><p>No campo da ortografia, as palavras paroxítonas têm a penúltima sílaba como a mais forte e só são acentuadas quando terminam em letras específicas (como “fácil” e “álbum”). Já as proparoxítonas, com a antepenúltima sílaba tônica, são sempre acentuadas (como “médico” e “lógico”). A acentuação é essencial para indicar a sílaba forte, evitar ambiguidades e garantir clareza na escrita.</p><p>Por fim, a <strong>narrativa</strong> é um tipo de texto que conta uma história, com personagens, tempo, espaço e enredo. Ao contrário da descrição, que foca nos detalhes estáticos, a narrativa apresenta ações e acontecimentos, geralmente com início, meio e fim.</p><p>Essa aula me lembrou um pouco o início dos estudos, quando falamos de hiato, ditongo entre outros. Gratidão</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-16 20:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>Aula gravada 05/09/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A aula fala sobre como escrever uma dissertação argumentativa, que é aquele tipo de texto onde você dá sua opinião sobre um assunto e tenta convencer o leitor com bons argumentos. Esse formato é muito usado em provas como o ENEM e também na vida acadêmica.</p><p>Estrutura básica:</p><ul><li><p>Introdução: você apresenta o tema e diz qual é sua opinião (isso é a tese).</p></li><li><p>Desenvolvimento: aqui você explica os motivos que te fazem pensar assim, usando argumentos, em dois parágrafos.</p></li><li><p>Conclusão: você fecha o texto reforçando sua ideia e, se quiser, pode sugerir soluções ou reflexões.</p></li></ul><p>A aula mostra vários tipos de argumentos:</p><p>Argumento de autoridade: Você cita alguém que entende do assunto, como um especialista ou uma figura conhecida. Por exemplo, usar uma fala do cineasta Marcelo Gomes pra falar sobre acesso ao cinema.</p><p>Argumento por evidência (dados): Aqui você usa números, pesquisas ou estudos pra mostrar que o que você está dizendo tem base. Tipo um dado do IPHAN mostrando que muitas cidades não têm cinema.</p><p>Argumento por comparação: Você compara duas situações pra mostrar como elas são diferentes ou parecidas. Por exemplo, comparar o acesso à cultura entre ricos e pobres.</p><p>Argumento por exemplificação: Você dá exemplos reais pra ilustrar sua ideia. Como falar dos museus virtuais na pandemia ou do uso da Netflix como forma de acesso à arte.</p><p>Argumento por princípio: Esse tipo de argumento se baseia em valores, como justiça, igualdade, respeito. Um exemplo é dizer que preconceitos afastam as pessoas da arte.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 22:27:18 UTC</pubDate>
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         <title>17/10/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vista da P1</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-22 14:07:53 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do Discurso na Psicologia 24/10/2025</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Análise do Discurso na Psicologia</p><p> Objetivos da Aula</p><ul><li><p>Reconhecer as características dos discursos.</p></li><li><p>Compreender a aplicação da análise do discurso no contexto psicológico.</p></li></ul><p> Fundamentos Teóricos</p><p>O que é discurso?</p><p>Segundo Eni Orlandi (2010), o discurso é:</p><ul><li><p>Um campo de enunciação que conecta sujeito e sociedade.</p></li><li><p>Formações discursivas são regiões de sentido que se estabelecem a cada gesto de significação.</p></li><li><p>O discurso dá identidade ao sujeito e molda os sentidos momentaneamente.</p></li></ul><p>O que é Análise do Discurso?</p><ul><li><p>Método crítico que estuda linguagem (verbal e não verbal) em seu contexto social.</p></li><li><p>Surgiu nos anos 1970, integrando linguística, sociologia, filosofia e antropologia.</p></li><li><p>Enxerga a linguagem como prática social, não apenas estrutura abstrata.</p></li></ul><p>Aplicação Clínica: Caso de Paciente com Baixa Autoestima</p><p>Discurso do paciente:</p><p>Expressa sentimentos de incapacidade, desvalorização e rejeição social. Exemplo: “Não mereço ter vitórias... sou desanimado e triste.”</p><p>Análise Discursiva:</p><ol><li><p><strong>Sofrimento psíquico e social</strong>: O discurso revela experiências de frustração e exclusão.</p></li><li><p><strong>Formação discursiva</strong>: O fracasso é associado à identidade do sujeito.</p></li><li><p><strong>Ideologia da meritocracia</strong>: O sujeito internaliza a crença de que quem não conquista, não merece.</p></li><li><p><strong>Interdiscurso</strong>: O olhar de reprovação é interpretado como confirmação da inadequação, mesmo sem evidência objetiva.</p></li><li><p><strong>Efeitos de sentido</strong>: Produz exclusão, inferioridade e paralisia simbólica.</p></li></ol><p> Intervenções Discursivas</p><p>Estratégias:</p><ul><li><p><strong>Desnaturalizar sentidos cristalizados</strong>: Mostrar que “não merecer” é um efeito de discurso, não uma verdade.</p></li><li><p><strong>Promover narrativas alternativas</strong>: Valorizar a intenção, o cuidado e a tentativa.</p></li><li><p><strong>Abrir espaço para a polissemia</strong>: Reconhecer múltiplos sentidos para olhares e reações.</p></li><li><p><strong>Reconduzir o discurso</strong>: Validar emoções, estimular autoconhecimento e propor metas realistas.</p></li></ul><p>Exemplos de frases reconstrutivas:</p><ul><li><p>“Mesmo sem reconhecimento, minha intenção carrega valor.”</p></li><li><p>“Minha intenção tem mérito, independentemente da validação externa.”</p></li></ul><p> Atividade Prática: Reescrevendo Meu Lugar no Mundo</p><p>Objetivo:</p><p>Ressignificar experiências negativas e construir uma narrativa pessoal mais acolhedora.</p><p>Etapas:</p><ul><li><p>Refletir sobre frases como “Eu sou…”, “Eu não consigo…”</p></li><li><p>Questionar a origem dessas ideias.</p></li><li><p>Reescrever o discurso: “Eu sou alguém que tenta…”, “Mesmo quando não sou reconhecido, eu…”</p></li></ul><p> Análise do Discurso em Grupos Terapêuticos</p><p>Benefícios:</p><ul><li><p>Estimula identificação e pertencimento.</p></li><li><p>Promove escuta ativa e troca de experiências.</p></li><li><p>Reforça que o sofrimento não é exclusivo, gerando acolhimento e transformação.</p></li></ul><p> Contribuições Teóricas</p><p>Michel Pêcheux:</p><ul><li><p>Fundador da Análise do Discurso com orientação materialista.</p></li><li><p>Uniu linguagem, ciências sociais e história.</p></li><li><p>Destacou que a leitura dos enunciados é uma entre várias interpretações possíveis.</p></li></ul><p>Patrick Charaudeau:</p><ul><li><p>Estudou o discurso midiático e os mecanismos de persuasão e manipulação da mídia.</p></li></ul><p> Sínteses Finais</p><ul><li><p>A Análise do Discurso revela como o sujeito constrói sentidos sobre si a partir do ambiente social.</p></li><li><p>A psicologia social e a análise do discurso se complementam ao preservar a singularidade do sujeito.</p></li><li><p>O discurso é atravessado por ideologias, memórias e contextos históricos.</p></li><li><p>Em resumo, nos ajudou a olhar as informações com olhar diferente.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Relatório Psicológico e Fundamentos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Falamos um pouco de cada item:</p><p>Relatório Psicológico e Fundamentos</p><p>Objetivos da Aula</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sensibilizar os alunos por meio do poema “Eros e Psiquê” de Fernando Pessoa.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Compreender as características de um relatório científico com enfoque psicológico.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Estudar a Resolução CFP nº 06/2019 sobre documentos psicológicos.</p><p>&nbsp;Poema “Eros e Psiquê” – Fernando Pessoa</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; O poema aborda a jornada de autoconhecimento e amor, inspirada na mitologia grega.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Representa a busca do ser humano por si mesmo, simbolizada pela união entre desejo (Eros) e alma (Psiquê).</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Revela que o verdadeiro encontro ocorre quando há sintonia profunda entre os indivíduos.</p><p>Psique e Psicologia</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; “Psique” vem do grego e significa “alma” ou “mente”.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Psicologia é o estudo da alma/mente humana.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A borboleta, símbolo de Psiquê, representa transformação e inteligência — valores centrais na psicologia.</p><p>&nbsp;Relatórios Científicos</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo Severino (2016), relatório é um registro exploratório e explicativo de uma investigação.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deve apresentar atividades realizadas, resultados obtidos e conclusões, com linguagem objetiva e estrutura lógica.</p><p>Estrutura de um relatório científico:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Capa (opcional)</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Sumário</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Introdução</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Desenvolvimento</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conclusão</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Referências</p><p>&nbsp;Tipos e Finalidades de Relatórios</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Tipos</strong>: escolar, técnico, financeiro, de pesquisa.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Finalidades</strong>: acompanhamento clínico, avaliação escolar, parecer jurídico, seleção organizacional.</p><p>&nbsp;Relatório Psicológico – Resolução CFP nº 06/2019</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Documento técnico que comunica resultados de avaliações psicológicas.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deve considerar aspectos históricos e sociais do sujeito.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Não tem como finalidade emitir diagnóstico, mas sim orientar intervenções e encaminhamentos.</p><p>Estrutura básica:</p><p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Identificação</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Descrição da demanda</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Procedimentos</p><p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Análise</p><p>5.&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conclusão</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Deve ser claro, ético, sigiloso e fundamentado em registros documentais.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Proibido emitir juízos de valor ou diagnósticos sem respaldo técnico.</p><p>Exemplos Práticos</p><p>Relatório Organizacional:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Avaliação de candidato à vaga de Assistente Administrativo.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inclui entrevista, testes cognitivos e de personalidade, dinâmica de grupo.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conclusão: perfil compatível com o cargo e recomendação de contratação.</p><p>Laudo Psicológico:</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Caso de policial com sintomas de burnout.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Inclui entrevistas e aplicação de questionários.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Conclusão: necessidade de acompanhamento psicológico e respaldo legal para afastamento.</p><p>Outros Documentos Psicológicos Regulamentados</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Laudo psicológico</strong>: detalhado, com diagnóstico e recomendações.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Relatório psicológico</strong>: mais sucinto, voltado ao processo.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Parecer psicológico</strong>: opinativo, sem detalhamento dos procedimentos.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Atestado psicológico</strong>: confirma estado ou fato psicológico.</p><p>·&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>Declaração psicológica</strong>: confirma participação em atendimento, sem análise.</p><p><strong>Por ultimo falamos sobre as entrevistas no âmbito organizacional</strong>.</p><p>31/10/2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-01 00:07:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula Identidade, Linguagem e Psicologia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3672471268</link>
         <description><![CDATA[<p>Refletir sobre o que é identidade pessoal e coletiva.</p><p>Entender como a linguagem expressa nossa cultura e identidade.</p><p>Reconhecer o preconceito linguístico como forma de exclusão.</p><p>Estudar os pronomes oblíquos e sua relação com norma culta.</p><p>Sensibilizar por meio da literatura e da arte.</p><p>Identidade e Fernando Pessoa</p><p>O poema “Não sei quantas almas tenho” mostra que o “eu” é múltiplo e instável.</p><p>Pessoa revela que somos feitos de muitas versões de nós mesmos.</p><p>A identidade é um processo contínuo de autoconhecimento.</p><p>Heterônimos de Fernando Pessoa</p><p>Heterônimo é uma identidade literária criada pelo autor, com estilo e personalidade próprios.</p><p>Pessoa criou vários: cada um representa uma parte diferente de sua mente.</p><p>Isso mostra como a identidade pode ser fragmentada e complexa.</p><p>Cidade Invisível e o Boto</p><p>A série mostra personagens do folclore brasileiro, como o Boto-cor-de-rosa.</p><p>O Boto representa sedução e transformação, mas também invisibilidade social.</p><p>A falta de representatividade indígena foi criticada e corrigida na segunda temporada.</p><p>Morte e Vida Severina</p><p>Severino representa o homem nordestino pobre e invisível.</p><p>Sua identidade é coletiva, marcada pela exclusão social.</p><p>A obra mostra como o sistema social afeta o sentimento de pertencimento.</p><p>Variações Linguísticas e Preconceito</p><p>A língua falada é parte da identidade cultural.</p><p>Ridicularizar o modo de falar de alguém é negar sua identidade.</p><p>A escola deve valorizar a diversidade linguística.</p><p>Pronomes Oblíquos</p><p>Estudamos os pronomes retos, oblíquos átonos e tônicos.</p><p>Vimos regras de colocação e exemplos de uso correto.</p><p>A norma culta pode ser usada com consciência, sem excluir quem fala diferente.</p><p>Conclusão</p><p>A identidade é construída pela linguagem, cultura e contexto social.</p><p>A psicologia ajuda a entender como o sujeito se forma e se expressa.</p><p>Respeitar a diversidade é essencial para uma atuação ética e transformadora.</p><p>Encerramos a aula com uma análise de duas imagens distintas, nas quais os alunos atribuíram adjetivos que expressavam sensações, interpretações e identidades percebidas. Essa atividade reforçou:</p><p>A importância da percepção visual na formação de identidade.</p><p>&nbsp;</p><p>Aula 07/11/2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-07 23:44:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Escrevendo com Clareza na Psicologia</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3683599717</link>
         <description><![CDATA[<p>Escrevendo com Clareza na Psicologia</p><p>Nossa aula nos levou a uma reflexão, escrita técnica é um ato de cuidado e responsabilidade na Psicologia. Essa será a nossa principal missão é informar com precisão, garantindo que a pessoa/paciente compreenda a mensagem humana e científica que queremos transmitir.</p><p>Pontos Principais para uma Escrita Assertiva</p><p>O texto técnico tem como única finalidade informar, para isso, ele precisa ser objetivo, exato e sem rodeios.</p><p>Linguagem Direta: Devemos usar a linguagem denotativa (sentido literal) , focando na função referencial. Não há espaço para externar emoções, metáforas ou "floreios".</p><p>Conciso é Melhor: É fundamental evitar redundância, prolixidade e tautologia. Devemos eliminar palavras e períodos longos, além de adjetivações e clichês desnecessários.</p><p>Requisitos Essenciais: A produção de um texto técnico exige pleno domínio da gramática (ortografia, crase, concordância) , conhecimento do vocabulário comum e técnico , e total domínio sobre o assunto.</p><p>Gramática que Informa: A atenção aos detalhes gramaticais garante a clareza. Um destaque foi para o uso de verbos impessoais ("haver" no sentido de existir ou tempo decorrido, e "fazer" no sentido de tempo), que devem ser usados sempre no singular.</p><p>Obras e Autores Citados foram diversos.</p><p>Poesia: O poema "O TEMPO DE MÁRIO QUINTANA"</p><p>A aula se baseou em referências importantes da Linguística e Gramática, além de iniciar com um toque de sensibilidade pela poesia:</p><p>Revisamos pontos essenciais da Língua Portuguesa, como as regras de acentuação e de crase, e voltamos a atenção para as palavras paroxítonas e os ditongos."</p><p>"Que aula inspiradora! Percebi uma riqueza de detalhes na nossa língua que, no corre-corre do dia, a gente nem nota. A gramática pode ser desafiadora, sim, mas é linda! É como uma arte complexa que vale a pena dominar."  </p><p> Data: 14/11/2025</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-14 23:59:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tivemos aula gravada.

Temas Gêneros Acadêmicos e Científicos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3701425646</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>* <strong>Análise do Discurso</strong></p><p>Não se limita ao que é dito, mas como e por que é dito.</p><p>Máscaras na charge representam papéis sociais assumidos para convencer diferentes interlocutores.</p><p>Imagem também é discurso → revela ideologias e manipulação.</p><p>* <strong>Relatório</strong></p><p>Gênero textual para registrar e comunicar dados, fatos e conclusões.</p><p>Estrutura: título, autor/equipe, instituição, data, sumário (se necessário), introdução, desenvolvimento (metodologia, descrição, análise), conclusão e referências.</p><p>Deve ser objetivo, técnico e sistemático.<strong> *Texto Técnico</strong></p><p>Transmite informações especializadas de forma clara, objetiva e precisa.</p><p>Voltado para instruir, orientar ou explicar procedimentos.</p><p>Exemplo: relatórios do Conselho Federal de Psicologia sobre atuação ética em contextos sociais.</p><p>*<strong>Variante Linguística</strong></p><p>Diferentes formas de falar/escrever dentro da mesma língua.</p><p>Influenciada por região, cultura, época e contexto.</p><p>Norma culta é referência, mas variantes refletem diversidade linguística.</p><p>*<strong>Texto Científico</strong></p><p>Apresenta resultados de pesquisas de forma sistemática, objetiva e fundamentada.</p><p>Exemplos: resumo, resenha, artigo, relato de experiência.</p><p><strong>*Resumo</strong></p><p>Tipos:</p><p><strong>*Descritivo/Indicativo </strong>→ tópicos da obra.</p><p><strong>*Informativo/Analítico </strong>→ conteúdo em parágrafos.</p><p><strong>*Crítico </strong>→ inclui avaliação da obra.</p><p>Deve ser conciso, objetivo e em terceira pessoa.</p><p>* <strong>Resenha</strong></p><p>Mais aprofundada que o resumo.</p><p>Tipos:</p><p><strong>Descritiva</strong> → síntese técnica da obra.</p><p><strong>Crítica </strong>→ análise e avaliação da obra.</p><p>Publicada em revistas científicas, auxilia pesquisadores.</p><p>*<strong>Mapa Conceitual</strong></p><p>Representação esquemática e visual de conceitos.</p><p>Organiza ideias por palavras-chave, cores, símbolos.</p><p>Deve ser claro e não poluído.</p><p>*<strong>Quadro Sinótico</strong></p><p>Estrutura resumida e comparativa de elementos.</p><p>Exemplo: narrativa (personagens, tempo, espaço, enredo) ou texto científico (título, autores, resumo, metodologia, resultados, conclusão, referências).</p><p>*<strong>Projeto de Pesquisa</strong></p><p>Etapas: tema → título → resumo → contextualização → revisão bibliográfica → justificativa → metodologia → resultados esperados → conclusão.</p><p>Deve responder: o que, para que, onde, como, quando, quem fará, hipóteses e resultados.</p><p>Título pode ser ajustado ao longo da pesquisa.</p><p><em>Aula que nos trouxe uma revisão da disciplina.</em></p><p>Data de 21/11/2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-27 19:15:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aula Textos Técnicos – Um Olhar Humanizado</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3703357788</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Trabalhamos com o "Por que os textos técnicos importam?"</em></strong></p><p>Os textos técnicos são muito mais do que “papéis burocráticos”. Eles são pontes de comunicação entre pessoas, empresas e instituições. Quando bem escritos, evitam mal-entendidos, reduzem conflitos e tornam a vida mais organizada.</p><p>Pense numa ata de reunião: se ela for confusa, ninguém saberá o que foi decidido. Mas se for clara e objetiva, vira um guia para todos os envolvidos.</p><p><strong><em>Tipos de textos técnicos e sua função no dia a dia</em></strong></p><ul><li><p>Ata: registra fielmente o que aconteceu em uma reunião. É memória coletiva.</p></li><li><p>Circular: comunica decisões internas de forma rápida e uniforme.</p></li><li><p>Memorando: mensagem curta entre setores, agilizando processos.</p></li><li><p>Ofício: documento formal para órgãos públicos ou privados, usado para solicitações ou comunicações.</p></li><li><p>Procuração: dá poder a alguém para agir em nome de outra pessoa.</p></li><li><p>Requerimento: pedido formal, como solicitar segunda via de diploma.</p></li><li><p>Declaração: afirma uma condição ou situação, como vínculo acadêmico ou profissional.</p></li></ul><p>Cada um desses textos é uma ferramenta de confiança: quando bem feito, transmite segurança e respeito.</p><p><strong><em>O que diferencia o texto técnico do científico?</em></strong></p><ul><li><p>O texto técnico é direto, conciso e prático.</p></li><li><p>O texto científico é mais profundo, argumentativo e voltado à reflexão acadêmica.</p></li></ul><p>No hospital, por exemplo, o psicólogo precisa de relatórios técnicos claros para que a equipe compreenda o estado do paciente sem ambiguidades.</p><p><strong><em>Como escrever de forma humanizada e concisa?</em></strong></p><ul><li><p>Eliminar clichês: trocar frases antiquadas por expressões simples.</p></li><li><p>Cortar redundâncias: dizer apenas o necessário.</p></li><li><p>Simplificar ideias: transformar frases longas em mensagens diretas.</p></li><li><p>Usar adjetivos com cuidado: só quando ajudam a fundamentar.</p></li></ul><p>Exemplo:</p><ul><li><p>Texto burocrático: “Nada mais havendo a declarar, subscrevemo-nos.”</p></li><li><p>Texto humanizado: “Atenciosamente.”</p></li></ul><p><strong><em>Aplicação na Psicologia Hospitalar</em></strong></p><p>No contexto hospitalar, a comunicação técnica precisa ser humanizada.</p><ul><li><p>Uma ata de reunião da equipe multidisciplinar não é só registro: é cuidado compartilhado.</p></li><li><p>Um memorando sobre acolhimento familiar não é só regra: é empatia transformada em prática.</p></li><li><p>Uma declaração de acompanhamento psicológico não é só papel: é reconhecimento da importância do paciente e da família.</p></li></ul><p><strong><em>Conclusão</em></strong></p><p>Textos técnicos são ferramentas de cuidado. Quando escritos com clareza, objetividade e respeito, eles não apenas organizam processos, mas também transmitem confiança, acolhimento e humanidade.</p><p>Interpretação Humanizada do Poema e Aplicação aos Textos Técnicos</p><p><em>O poema em si</em></p><p>Arnaldo Antunes apresenta o esquecimento como uma <strong>coleção de ausências</strong>. Cada lembrança perdida é registrada de forma fragmentada, quase como uma lista. O ritmo repetitivo e conciso mostra que o ato de esquecer também organiza a vida: o que fica e o que se perde molda quem somos.</p><p><strong>Mensagem central:</strong> o esquecimento não é vazio, mas parte da construção da identidade.</p><p>Data: 28/11/2025</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-30 02:13:24 UTC</pubDate>
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         <title>Conclusão Padlet </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/rtms1962_1/a8jjvups8t38s6rj/wish/3703627693</link>
         <description><![CDATA[<p>Registro para a turma.</p><p>O Padlet foi um trabalho muito cuidadoso, iniciado por colegas da sala. Depois, o preenchimento. ao final de cada aula, ficou sob a responsabilidade da estudante Fabiana (muito obrigada!).</p><p>A ideia principal é resgatar o conteúdo trabalhado,  garantindo a aprendizagem, pois o que é retomado possibilita melhor assimilação. </p><p>O segundo alvo é nortear os/as colegas para a produção da atividade final, um E-book.</p><p>Este E-book se assemelha a um "Diário de Bordo". Trata-se de um recurso para melhoria da escrita descritiva, com inserção de imagens representativas. </p><p>O gênero descrição, com nuances narrativas, acompanhado por linguagem não verbal,  assegura o olhar sistêmico e holístico necessário aos profissionais das diversas áreas, inclusive/principalmente aos que atuam na Psicologia. </p><p>Ademais, o processo de produção textual estruturado tais pressupostos, embasa a ideia de escrita científica, que traz dados observáveis com evidências, que podem ser imagens referentes à pesquisa. </p><p>Obrigada, pessoal, pelo lindo trabalho que desenvolveram ao longo do semestre. Li os textos que produziram. Foram trabalhos bem elaborados e comoventes.</p><p>Estamos quase finalizando a disciplina. Espero que façam uma ótima prova.</p><p>Espero também que possam apreciar cada um dos relatos.</p><p>Bons estudos. </p><p>Forte abraço 🤗 </p><p>Roseli</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-30 13:09:59 UTC</pubDate>
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