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      <title>Posição social da mulher na modernidade - 9ºC (2024) by Marcela Piloto</title>
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      <description>A partir dos nossos estudos sobre a conformação de uma nova posição social da mulher e da caça às bruxas, é sua vez de escolher uma imagem que represente o papel ocupado pela mulher na sociedade moderna</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-10 15:34:47 UTC</pubDate>
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         <title>Murilo H</title>
         <author>murilohenrique26387</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na corda bamba, a mulher equilibrista</div><div><br></div><div>&nbsp;</div><div>Ilustração de Camila Matos, toda mulher tem seu lado equilibrista. &lt;https://www.flickr.com/photos/camilamatos/7880865584/in/photostream/&gt;. Acesso em 17 de maio de 2024.</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div>Justificativa:</div><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A imagem representa uma mulher que se equilibra entre a criança de um filho, o trabalho doméstico não remunerado é atividades laborais. Está imagem se relaciona com o papel que foi atribuído as mulheres da classe trabalhadora&nbsp; modernidade, pois elas foram estruturalmente forçadas pelo capitalismo a buscarem maneiras de aumentarem&nbsp; a renda familiar, porém sem deixar cumprir a imposição social do cuidado, ou seja, ter e criar filhos, manter o ambiente doméstico. A mulher desta ilustração, apesar de algumas rupturas, compartilha continuidades com as mulheres da classe trabalhadora da modernidade, sendo empurrada ao papel de mãe e cuidadora dos Assuntos doméstico, geralmente ocupando cargos, na atualidade, com menos remuneração que os homens, neste sentido, cabe a lembrar que a mulher, na transição para o capitalismo e para a modernidade, teve o seu espaço como profissional reduzido é desvalorizado na divisão sexual do trabalho. A imagem, portanto, representa esse acúmulo de funções que as mulher tiveram ao longo da modernidade e que ainda persiste nos nosso dias , isto é, equilibrar em uma corda bamba as suas muitas tarefas, sendo boa parte destas atividades invisibilizadas e não remuneradas</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-17 20:52:15 UTC</pubDate>
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         <title>Casamento: Celebração ou Obrigação </title>
         <author>Nicollas</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3002317249</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No mundo atualmente vemos muitas pessoas casando e fazendo festas para celebrar a sua união com seu marido ou sua mulher, mas antigamente na Idade Moderna o casamento foi posto como obrigação para a mulher pois nessa época começaram a abaixar tanto o salário da mulher que ele necessitava de casar para sobreviver e muitas vezes não casar era visto a olhos ruins e na maioria das vezes considerada como bruxa e morta.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Para enteder melhor temos que voltar um pouco no tempo, quando o estado começou a ver a mulher como mão de obra e algo a mais do que só outro gênero começaram a fazer a mulher trabalhar muito mais só que ao longa dos anos como as mulheres tinham que cuidar dos bebês ela não conseguiam trabalho muito fora de casa , e elas eram obrigadas a terem filhos para gerar mais&nbsp; trabalhadores, ela foram sendo forçadas a fazer o trabalho de casa o famoso trabalho doméstico e por esse trabalho não ser "grande coisa" elas começaram a ganhar salários menores, cada vez menores até serem vista a precisar de um homem para sustentar ela e os filhos .<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Em suma, eu escolhi essa charge para falar que nesse período o papel da mulher era ser escrava do homem e do estado servindo de empregada doméstica, babá e nada mais que isso, porque nessa época a mulher era usada como ferramenta e o casamento foi usado como armadilha que fisgou muitas mulheres para não serem mortas por considerarem elas como bruxas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 21:53:58 UTC</pubDate>
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         <title>Demonização e Controle: A Mulher na “Transição” para o Capitalismo.</title>
         <author>clarabailarada</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3002364636</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A pintura de Hans Baldung, "O Sabá das Bruxas" (1510), é a primeira e mais famosa de uma série de xilogravuras que exploram pornograficamente o corpo feminino sob a aparência de uma denúncia, conforme afirma Silvia Federici em "Calibã e a Bruxa". Sabá é um termo que se refere a uma reunião ou encontro de bruxas, geralmente associada a rituais pagãos e celebrações mágicas. No contexto da xilogravura de Baldung, intitulada "O Sabá das Bruxas", o termo descreve um evento noturno em que as bruxas supostamente se reuniam para realizar rituais, feitiços e adorações demoníacas, refletindo o estereótipo da feiticeira demonizada.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ‘'Calibã e a Bruxa'' é um livro que nos conta que a opressão que a mulher vive hoje, em uma sociedade capitalista atual, foi constituída na transição do feudalismo para o modo de produção capitalista. No entanto, o que caracteriza essa “transição” são as lutas de classe, pois esse termo só pode ser utilizado quando a troca de modos de produção é feita de maneira linear e contínua. Não obstante, ela não foi nem um pouco pacífica, foi extremamente descontínua, marcada pelo massacre e genocídio das mulheres que a caça às bruxas proporcionou. Esta xilogravura, exemplifica a demonização das mulheres. Federici argumenta que a caça às bruxas foi uma ação terrorista financiada pelo Estado, crucial para a consolidação do modo de produção capitalista. Para ela, esse genocídio foi mais importante do que a desapropriação da massa campesina e a instituição da propriedade privada para a aplicação do capitalismo na Europa.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Podemos caracterizar a "função ideal" da mulher na Idade Moderna com o casamento, reprodução e o disciplinamento de seus filhos. Esta função foi, na verdade, a "carreira" mais considerável para as mulheres, uma vez que elas perderam empregos que tradicionalmente ocupavam e houve uma divisão sexual do trabalho: produtivo (masculino) e reprodutivo (feminino). Dessa forma, a pobreza foi feminilizada. No livro "Calibã e a Bruxa", Federici explica as consequências desse novo acordo social-sexual:<br><br><br><em>&nbsp;"De acordo com este novo contrato social-sexual, as mulheres proletárias se tornaram para os trabalhadores homens substitutas das terras que eles haviam perdido com os cercamentos, pois uma vez que as atividades das mulheres foram definidas como não trabalho, o trabalho das mulheres começou a se parecer com um recurso natural, disponível para todos, assim como o ar que respiramos e a água que bebemos."</em><br> <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O papel da mulher na Idade Moderna pode também ser muito bem definido pela passagem de Barbara Omolade em "Heart of Darkness":<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; ‘’<em>Para ele, ela era uma mercadoria fragmentada cujos sentimentos e escolhas raras vezes eram consideradas: sua cabeça e seu coração estavam separados de suas costas e mãos e divididas de seu útero e vagina. Suas costas e músculos eram forçados no trabalho do campo (...) às suas mãos se exigia cuidar e nutrir o homem branco (...) sua vagina, usada para o prazer sexual dele, era a porta de acesso ao útero, lugar para os investimentos de capital dele - o ato sexual era o investimento de capital, e o filho, a mais-valia acumulada’’.</em><br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Esta citação retoma a percepção da mulher na sociedade capitalista como um recurso alienado, multifacetado e explorável, alinhando-se com a visão de Federici sobre a feminilização da pobreza e a redefinição do trabalho feminino.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A autora enfatiza na página 186 do livro ‘’Calibã e a Bruxa’’ que: <em>‘’ seus úteros se transformaram em território político, controlados pelos homens e pelo Estado: a procriação foi colocada diretamente a serviço da acumulação capitalista.’’. </em>Paradoxalmente, em um contexto social no qual o útero foi comercializado e qualquer modo de atividade sexual sem fins de procriação foi proibido, é controverso ver bruxas retratadas em uma xilogravura de forma completamente "imoral" e pornográfica. Devemos nos questionar até que ponto houve uma demonização das mulheres.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A prostituição, somada com a expropriação das terras, é massificada, todavia, extremamente mal vista. Na França no século XVI, o estupro de prostitutas foi legalizado e incentivado pelo governo europeu. Dessa forma, o que podemos afirmar com destreza é que foi um tempo no qual a misoginia estava em seu auge, ‘’justificando’’ a retratação sexualizada na xilogravura.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Federici evidencia que o trabalho doméstico não remunerado e o controle sexual foram fundamentais para a acumulação capitalista. A autora reforça que a demonização das mulheres através da caça às bruxas foi uma estratégia para quebrar a resistência feminina e integrar as mulheres na nova ordem econômica como trabalhadoras reprodutivas, alienadas, desvalorizadas e controladas. Marx, em "O Capital", observou que o desenvolvimento do capitalismo dependia da exploração do trabalho, aplicando-se igualmente ao trabalho reprodutivo das mulheres.<br><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Esta imagem, portanto, não só ilustra a demonização feminina na modernidade, e o estereótipo imoral da bruxa mesquinha, mas também serve como um lembrete visual do controle e da exploração sexual contínua das mulheres na sociedade moderna, que se estende até os dias atuais.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-21 23:26:35 UTC</pubDate>
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         <title>￼A Colheita para a Boa Cura.
</title>
         <author>vbmqrelli</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3003859097</link>
         <description><![CDATA[<p>O papel da mulher no Feudalismo era bastante limitado, envolvendo principalmente o cuidado dos filhos e a confecção de roupas. Até o século XV, camponesas tinham que auxiliar na colheita enquanto mulheres&nbsp;e filhas de artesãos e comerciantes urbanos ajudavam no trabalho ou na loja, servindo em estalagens e tavernas. No entanto, este papel logo foi sofrendo mudanças com a transição para o Capitalismo, onde a demanda de mão de obra é crescente, e claro, as mulheres eram vistas como fundamentais para a reprodução e expansão da força de trabalho.</p><p><br/></p><p>Desde a Antiguidade, surgiram Métodos Contraceptivos e Métodos Abortivos com o uso das ervas medicinais. As ervas  são plantas que são compostas por ativos que podem ter propriedades terapêuticas quando usadas para promover a saúde e tratar doenças. Durante séculos, o conhecimento da mulher em torno da medicina herbal foi só crescendo, passados de geração a geração. As ervas podiam ajudar as mulheres que se encontravam na infeliz situação de uma gravidez indesejada, e muitas delas não tinham condição de simplesmente cuidar de seu filho.</p><p><br/></p><p>As ervas então, foram usadas a favor do prevenção de bebês. Mas, com a nova demanda para mão de obra, o governo simplesmente <strong>proibiu </strong>o uso de ervas medicinais, começando a impor leis de pena de morte <em>( “todos os governos europeus começaram a impor penas mais severas à contracepção, ao aborto e ao infanticídio.” Calibã e a Bruxa, Federicci Silvia. (p.174) ) </em>para qualquer situação onde o filho(a) morresse ainda dentro do útero da mulher. O estado agora tinha um controle reprodutivo nas mulheres, se achando donos do útero da mulher simplesmente para o funcionamento de um novo modo de produção.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Então, a imagem escolhida reflete a mulher colhendo ervas medicinais para uma cura, o estado não compreendia que as ervas não necessariamente precisavam ser métodos contraceptivos e abortivos, mas eram muito comumente usados para curas de gripes, tosses e dores, etc, nao entendiam que se estavam retirando o modo de prevenção abortivo, também estavam tirando uma grande forma de cura. Com o fim da medicina herbal, a medicina profissional logo então surgiu. <em>“(…) relativo a ervas e remédios curativos, que haviam acumulado e transmitido de geração a geração — uma perda que abriu o caminho para uma nova forma de cercamento: o surgimento da medicina profissional, (…)”&nbsp; </em>Calibã e a Bruxa, Federicci Silvia. (p. 347).&nbsp;</p><p><br/></p><p>Ninguém pensou na vontade das mulheres, o foco gerava em torno do funcionamento do Capitalismo, e qualquer coisa que fosse necessário para o continuamento, aconteceria. Nesta imagem, a mulher retratada está fazendo uma evocação para a Mãe Natureza que para que lhe dê o bom remédio.&nbsp;</p><p><br/></p><p><em>“Essa linda evocação inglesa do século XII devia ser feita quando um curador que tivesse a “arte da medicina”&nbsp; ia usar uma erva medicinal.</em></p><p><em>Ele pede à Mãe Natureza que lhe dê o Bom Remédio, evocando seus poderes para ajudá-lo a escolher a erva e pede à propria erva, em nome Dela, que a cura fosse ativada.”&nbsp;</em></p><p>Por biapicchia | 09/19/2016 | Símbolos Mitos Rituais</p><p><br/></p><p>----------------------------------------------</p><p><br/></p><p>Fontes: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.femininosagrado.com.br/antiga-invocacao-a-deusa-terra-para-o-uso-das-ervas-medicinais/">https://www.femininosagrado.com.br/antiga-invocacao-a-deusa-terra-para-o-uso-das-ervas-medicinais/</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pin.it/3n02PtxL8">https://pin.it/3n02PtxL8</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://m.facebook.com/story.php?id=SolEnsemble&amp;story_fbid=6715775645163363&amp;locale=zh_CN">https://m.facebook.com/story.php?id=SolEnsemble&amp;story_fbid=6715775645163363&amp;locale=zh_CN</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://super.abril.com.br/historia/a-mulher-medieval#:~:text=Al%C3%A9m%20de%20cuidar%20dos%20filhos,servindo%20em%20estalagens%20e%20tavernas">https://super.abril.com.br/historia/a-mulher-medieval#:~:text=Al%C3%A9m%20de%20cuidar%20dos%20filhos,servindo%20em%20estalagens%20e%20tavernas</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>Beatriz Minioli 9C</title>
         <author>beatrizminioli</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3003878049</link>
         <description><![CDATA[<p>Disponível em: &lt;direitofamiliar.com.br&gt;. Acesso em: 1 de abril de 2020.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 20:51:08 UTC</pubDate>
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         <title>Luca Cutolo Antunes 9 C</title>
         <author>lucantunes56</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3003907714</link>
         <description><![CDATA[<p>Tarot: uma linha do tempo do símbolo da mulher no oculto.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;,</p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>O tarot, conjunto de cartas utilizadas até os dias presentes como oráculo e ferramenta de adivinhação, tem forte influência do oculto e simbolismos que se perduram ou transformam desde o século XIV, na Europa, e, futuramente, no mundo inteiro. &nbsp;</p><p>Muitas vezes, o maior determinador do significado das cartas do baralho é a interpretação popular, que pode fazer o simbolismo de cartas irem de um extremo a outro.</p><p>Ao a interpretação e o significado da mulher em símbolos, é clarificado também qual era o papel esperado da mesma. A carta “A Lua”, segundo Paul Huson, em <em>“Mystical Origins of the Tarot”, </em>tem, desde 1870, um significado de ilusão, forte magia, escuridão e “o espírito se submeter ao poder dos instintos”. Esta última descrição, portanto, pode ser interpretada como diversas coisas, mas, uma essencial dela seria instigar como o prazer do corpo, algo transformado em proibido após a transição à idade moderna.</p><p><em>“Do mesmo modo que os cercamentos expropriaram as terras comunais do campesinato, a caça às bruxas expropriou os corpos das mulheres, os quais foram assim “liberados” de qualquer obstáculo que lhes impedisse de funcionar como máquinas para produzir mão de obra”</em></p><p>Além dos significados anteriores, A Lua, para entendermos sua conexão com o feminino e o simbolismo da mulher, também é fortemente conectada com A sacerdotisa, símbolo que, carrega fortes características do feminino, também representa a esposa, a mãe, a fecundidade e fertilidade, além de sabedoria e ciência.</p><p>Logo, essas duas cartas podem ser relacionadas com os dois estereótipos da mulher na Idade Moderna, que nem mencionado por Silvia Frederici, sendo a Lua a bruxa das trevas e influência negativa, sendo impulsionada pelo desejo primitivo, enquanto a sacerdotisa leva o papel de mãe, sábia e fértil.</p><p><em>“Embora na época da caça às bruxas as mulheres tenham sido retratadas como seres selvagens, mentalmente débeis, de desejos insaciáveis, rebeldes, insubordinadas, incapazes de autocontrole, no século XVIII o cânone foi revertido. Agora, as mulheres eram retratadas como seres passivos, mais obedientes e morais que os homens, capazes de exercer uma influência positiva sobre eles”</em></p><p>&nbsp;</p><p>Para ir mais fundo, é necessário notar que, do séc. XVI até os dias atuais, os significados das cartas mudaram, e, a Lua, interessantemente, foi uma das cartas que mais teve seu significado transformado. Ricocheteando entre sabedoria e luz e lógica e trevas, o material e vulnerabilidade emocional.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:43:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Posição social da mulher na modernidade. Feito por- Manuela Portolese </title>
         <author>92674</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3003912364</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante o feudalismo que durou do século V até o século XV, o papel das mulheres era ficar em casa fazendo trabalhos domésticos e cuidavam de seus filhos, enquanto o homem iria trabalhar, muitas delas não tinham o acesso a educação e eram consideradas propriedade dos homens. Quando a crise do feudalismo se iniciou e no fim, começou o capitalismo e o assalariamento as mulheres começaram a ter um papel diferente também limitado, elas continuaram cuidando de casa e dos seus filhos mais conseguiram ter um emprego.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Elas trabalhavam sendo empregadas domésticas, trabalhadoras rurais, fiandeiras, tecelãs, bordadeiras e vendedoras ambulante, mesmo adquirindo um trabalho elas não ganhavam quase nada em comparação aos homens. E muitas vezes elas não podiam ser independentes e só eram vistas como donas de casa e casadas. &nbsp;</p><p>‘Rapidamente, todo o trabalho feminino, quando realizado em casa, seria definido como “tarefa doméstica”, e até mesmo quando feito fora de casa era pago a um valor menor do que o trabalho masculino — nunca o suficiente para que as mulheres pudessem sobreviver dele.’ Citação de – FEDERICI, Silvia. Do livro O Calibã e a Bruxa, 2017</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Após quatro séculos das mulheres sendo sempre colocada em uma posição muito inferior surgiu o movimento sufragista que surgiu na Inglaterra XIX e que ficou conhecida do mundo todo a partir do século XX, mulheres camponesas que iniciaram com essa luta e foi um movimento para que as mulheres conseguissem ter o seu direito ao voto.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Logo essa imagem representa a luta aos diretos das mulheres e que mesmo até hoje em dia tudo não seja tão igual, muitas mulheres fizeram papeis importantíssimos, para formar o que somos hoje.</p><p>              </p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 21:53:30 UTC</pubDate>
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         <title>As Pioneiras dos Direitos das Mulheres da Idade Média - Maria Luísa Araújo 9C</title>
         <author>maluzita0910</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3003977570</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta imagem é significativa pois destaca o progresso e a influência das mulheres na conquista de direitos fundamentais e na moldagem da sociedade moderna. As mulheres retratadas foram pioneiras na luta pelos direitos civis, pelo sufrágio feminino e pela igualdade de gênero, questões que ainda ressoam hoje. Sua representação em um espaço público, como um parque, ressalta a importância do reconhecimento e da visibilidade das contribuições femininas na história. A repressão histórica sobre o controle reprodutivo feminino, incluindo a caça às bruxas e a criminalização de práticas contraceptivas, é um exemplo de como as mulheres foram sistematicamente privadas de autonomia sobre suas vidas. As pioneiras dos direitos das mulheres lutaram não apenas pelo direito ao voto, mas também pela liberdade de decidir sobre a própria reprodução, um aspecto crucial da igualdade de gênero. A  foto “Women’s Rights Pioneers" se dá uma vista ao controle reprodutivo, que historicamente tem sido uma arena de repressão e luta para as mulheres. Sojourner Truth, Susan B. Anthony e Elizabeth Cady Stanton, enfrentaram e desafiaram as restrições impostas às mulheres em relação ao controle de seus próprios corpos. Esta estátua, portanto, não apenas celebra as vitórias alcançadas, mas também serve como um lembrete das batalhas contínuas contra as tentativas do Estado de controlar a reprodução feminina. A luta dessas mulheres contribuiu significativamente para o avanço dos direitos reprodutivos, enfatizando a necessidade de reconhecimento e proteção dos direitos das mulheres como um todo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-22 23:51:22 UTC</pubDate>
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         <title>Trabalho e gênero na Idade Média</title>
         <author>lailagabriellydesouzasanto</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3003992197</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Idade Média, a divisão do trabalho por gênero refletia as normas sociais e culturais da época, onde os papéis masculinos e femininos eram rigidamente definidos. Antes desse período, as atividades de mão de obra eram mais fluidas e não estavam estritamente ligadas a estereótipos de gênero. No entanto, com o tempo, a sociedade passou por transformações que levaram à consolidação da divisão sexual do trabalho. Essas mudanças resultaram na atribuição das tarefas consideradas mais pesadas e públicas aos homens, enquanto as mulheres foram confinadas ao espaço doméstico, desempenhando funções essenciais na conservação do lar e na reprodução da força de trabalho. Além disso, a influência cultural e religiosa também contribuiu para a manutenção desses padrões. Seguindo as reflexões de Silvia Federici em seu livro "Calibã e a Bruxa" (p.183), afirma que "Todo o trabalho feminino, quando realizado em casa, seria definido como 'tarefa doméstica'". Este contexto histórico evidencia como a divisão sexual do trabalho se estabeleceu e perpetuou-se ao longo dos séculos.</p><p><br></p><p>Fonte:</p><p>Foto: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fmedium.com%2Fqg-feminista%2Fdivis%25C3%25A3o-sexual-do-trabalho-e-rela%25C3%25A7%25C3%25B5es-sociais-de-sexo-5a9b1eb0d696&amp;psig=AOvVaw3009O9NdJfhYCXRv4_I3PD&amp;ust=1716483333383000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;opi=89978449&amp;ved=0CAQQjB1qFwoTCODWsOjcoYYDFQAAAAAdAAAAABAE">https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fmedium.com%2Fqg-feminista%2Fdivis%25C3%25A3o-sexual-do-trabalho-e-rela%25C3%25A7%25C3%25B5es-sociais-de-sexo-5a9b1eb0d696&amp;psig=AOvVaw3009O9NdJfhYCXRv4_I3PD&amp;ust=1716483333383000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;opi=89978449&amp;ved=0CAQQjB1qFwoTCODWsOjcoYYDFQAAAAAdAAAAABAE</a></p><p>Ficha 1</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:05:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fernanda 9•C</title>
         <author>11583_29</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004020927</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Foto retirada de:&nbsp;<a href="https://naomekahlo.com/">https://naomekahlo.com/</a><br><br>Título próprio: oque se passa na cabeça da sociedade&nbsp;</div><div><br><br>O porque escolhi essa imagem.</div><div>- assim que eu entrei no site para procurar uma imagem coerente, essa foi a primeira que associei com o tema de divisão sexual do trabalho que foi mais perceptível com a transição para o capitalismo, e com isso oque diz no centro da foto “capitalismo também depende do trabalho doméstico”, por mais que as pessoas e específico os homens falem que o trabalho doméstico é obrigatório e o mínimo da mulher, no caso é o necessário para esse grande “império” masculino.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:26:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>“A madonna”</title>
         <author>11366_31</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004026032</link>
         <description><![CDATA[<p>A mulher na Idade Moderna oscilava em dois extremos, pois a mesma ocupava diversos papéis. Um deles era visto como a mulher ideal para se casar e constituir uma família com fins reprodutivos. Por outro lado, a mulher também ocupava um papel visto como subversivo, no qual era julgada como a representante do mal encarnada na terra.</p><p>Nesta época, o papel da mulher estava em transformação, pois os homens esperavam que os mesmos fossem dominadores, fortes, atraentes e que não demonstrassem sentimentos que eram considerados pontos femininos. Esperava-se do homem o papel de provedor e com intuito de constituir, prover e desenvolver um núcleo familiar. Desta forma, a mulher tinha como papel a de ser dona de casa, tendo como responsabilidade os afazeres domésticos, cuidando de seu marido e de seus filhos que o casal tenha, ou seja, o papel primordial da mulher era de ter e ser mãe. Assim sendo, a mulher era dominada, dependente e submissa ao seu marido. Outrossim, a mulher acaba perdendo todos os direitos que havia conquistado com relação à contracepção.</p><p>Na idade média, por sua vez, a mulher conquistou direitos sobre o seu corpo e com relação à sua reprodução. Quando se ouve a transição entre a idade média para a idade moderna via o capitalismo, travou-se uma verdadeira guerra às bruxas. Ou seja, a mulher acaba sendo perseguida, pois perde o direito com relação ao seu corpo e principalmente à reprodução. Criaram-se leis que constituíam crime para todas as mulheres que interrompessem a gravidez. Fizeram nesta época leis mais severas contra a contracepção, ao aborto e ao infanticídio.</p><p>Isto ocorre, pois para o capitalismo e primordial que a mulher tenha mais filhos, assim a mulher acaba perdendo o direito conquistado na idade media para o estado, onde o mesmo exerce a partir deste momento um controle indiscutível sobre o parto, o aborto, passando-se a ser interpretado que o "útero" da mulher passe a ser território do estado, ou seja, controlado pelos homens e a procriação era o alicerce direto a serviço da acumulação capitalista por meio de novos nascimentos.</p><p>Podemos relacionar essa foto com a mulher na idade moderna, que era constituída para ser dona de casa e para reproduzir e ter filhos. Ou seja, essa imagem representa o trabalho constituído pelo estado, como a mulher perfeita que cuida dos filhos e do marido, tendo uma dependência, e trabalhando dentro da sua casa.</p><p><br></p><p><br></p><p>Fonte da foto: - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/historia/a-situacao-da-mulher-na-idade-media.htm">https://brasilescola.uol.com.br/historia/a-situacao-da-mulher-na-idade-media.htm</a></p><p><br></p><p>Enrico Salzano.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:29:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Menina que desafiou o touro ou um touro enfrentando uma menina? </title>
         <author>93814</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004055618</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;<strong>Essa imagem chamou minha atenção para a posição da mulher e do homem na sociedade. O feminino é encontrado na menina que se coloca diante do touro. Tem um olhar penetrante, mas ao mesmo tempo suave de modo a mostrar sua meiguice destemida e determinada. A masculinidade, por outro lado, está no touro que parece que vai atacar a menina. Apesar do olhar penetrante e sua posição de ataque, o animal parece indeterminado e espantado diante da meiguice e classe da imagem feminina.&nbsp;<br>A postura da menina mostra a importância e a força da mulher na luta pela igualdade entre homens e mulheres. Não são inimigos, mas entre eles há um grande desafio histórico relacionado a suas posições de igualdade.<br>Uma sociedade só será justa quando a mulher tiver oportunidades iguais as dos homens. Uma outra análise seria interpretar o touro como obstáculos… como superá-los?<br>&nbsp; &nbsp;A mulher precisa de emprego, mas somente nas tarefas domésticas? A mulher precisa de salário, mas salários menores? A mulher precisa de respeito, mas e a violência doméstica?&nbsp;<br>São esses pensamentos que atravessam a minha cabeça ao analisar a obra. O que fazer para resolver essa situação conflituosa entre a menina que enfrenta o touro ou o touro que pode atacar a menina.<br>Será necessário que todos nós tenhamos educação e amor para formarmos um futuro de igualdade, assim como a menina corajosa teve diante o touro. E assim consigo imaginar o touro se curvar à menina e a menina acariciar o touro.<br>Ficaria satisfeito em um mundo sem desigualdade entre homens e mulheres e mais ainda um mundo sem preconceito.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 00:47:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Modelo da Inferioridade</title>
         <author>9217_15</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004077973</link>
         <description><![CDATA[<p>   Durante a transição do modo de produção feudal para o capitalista, a mulher proletária foi expropriada de seu próprio corpo e de qualquer controle de reprodução, com a finalidade de restaurar a população e de transformá-las em um meio produção da mão de obra. Foi então criado um modelo do feminino: uma esposa, obediente, passiva e sobretudo inferior aos homens, e tudo que saia disso era demonizado para assim manter o controle da procriação nas mãos do Estado e dos homens.</p><p>   A imagem acima é uma propaganda de um sapato masculino dos anos 70, em que uma mulher está admirando o calçado e há uma frase em inglês, que traduzida para o português significa “Mantenha-a onde ela pertence...”. Essa imagem mostra que esse protótipo criado na transição do feudalismo ao capitalismo se manteve até a pouco tempo atrás, já que ela leva a entender que as mulheres pertencem aos pés dos homens, ou seja, inferiores a eles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 01:02:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Da perseguição a afirmação: Ostentando sua verdadeira essência </title>
         <author>zg4m44rgbk</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004082239</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Julia Fairbanks Cabeza </em></p><p><br/></p><p>  A caça às bruxas foi um período que ocorreu por volta de quatro séculos, onde mulheres que de alguma forma haviam ferido as expectativas sociais, políticas ou religiosas: aparência vista como desagradável, como deficiência física, deformidades e idade avançada, ou então muito bela, que despertavam desejos não correspondidos em homens poderosos, poderiam ser punidas e até mortas por praticar bruxaria ou então ter um pacto com o demônio, normalmente de classe social mais humilde. Atualmente, a expressão caça às bruxas diz respeito especificamente à perseguição sistemática contra algum grupo. </p><p>  A frase “ostentar é estar viva” traz mais do que uma afirmação e sim um ato de resistência e repressão ao silêncio. As mulheres que por séculos foram caladas, punidas, perseguidas e mortas por desafiarem as normas sócias e patriarcais estabelecidas hoje rejeitam as expectativas de conformidade e perfeição, escolhendo ser e se orgulhar de quem são. Mulheres que no dia de hoje se impõe na sociedade pelo seu direitos, igualdade, autonomia, visibilidade e representatividade lutam pelo seu lugar no mundo atual, se expressando sem seguir os “padrões” impostos sem medo ou hesitação, podendo   “ostentar estar viva” honrando as mulheres perseguidas a séculos atrás que não tiveram essa oportunidade. <br></p><p><strong>Fotografia de Panmela Castro. “Ostentar é estar viva”. São Paulo.  Disponível em &lt; </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.sp-arte.com/exposicoes/ostentar-e-estar-viva-1607/"><strong>https://www.sp-arte.com/exposicoes/ostentar-e-estar-viva-1607/</strong></a><strong>&gt;. acesso 21 de maio 2023</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 01:05:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulher Moderna é Voz de Resistência </title>
         <author>11131_28</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004206593</link>
         <description><![CDATA[<div>Várias relações podem ser feitas entre o papel das mulheres na modernidade e a história de Marielle Franco, uma política brasileira que lutava pelos direitos humanos e das mulheres. As mulheres da modernidade vêm questionando papéis de gênero tradicionais e também liderando movimentos sociais e políticos. Marielle foi uma das mulheres notáveis e destacadas, ela não defendia apenas os direitos das mulheres, mas também falava muito alto nos assuntos de justiça social, brutalidade vinda da policial, direitos de LGBTQ+ e igualdade racial. As mulheres contemporâneas são caracterizadas pelo tema do empoderamento, Marielle Franco personificou o empoderamento das mulheres quando foi eleita vereadora do Rio de Janeiro em 2016. Sua plataforma era igualitária e de justiça social.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 02:17:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Mulher Multifuncional: Um Retrato da Sociedade Moderna </title>
         <author>kayrevinicius247</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004225427</link>
         <description><![CDATA[<div>O POR QUE EU ESCOLHI ESSA IMAGEM:<br>A imagem escolhida representa o papel social da mulher na sociedade moderna de forma coerente com o tema proposto. A figura mostra uma mulher realizando diversas tarefas domésticas ao mesmo tempo, como aspirar, passar roupa, cozinhar e cuidar de um bebê. Essa representação da sobrecarga de trabalho que muitas mulheres enfrentam no dia a dia, mostrando as responsabilidades do lar com as do trabalho profissional, além de outras atividades.</div><div>JUSTIFICATIVA:<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A imagem escolhida retrata de forma compreensível a realidade vivenciada por muitas mulheres na sociedade moderna. A figura da mulher multiface, dividida entre diversas tarefas, é um reflexo de duas jornadas que muitas mulheres enfrentam diariamente.<br>&nbsp; &nbsp; No período de transição para o capitalismo, como discutido em sala de aula, as mulheres foram disciplinadas para se tornarem esposas e mães exemplares. Essa construção social perpetuou a ideia de que o trabalho feminino dentro de casa não era de fato trabalho, invisibilizando o valor e o esforço dedicados por elas.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Embora agora na sociedade morderam tenhamos conquistado avanços significativos em termos de direitos e oportunidades, ainda hoje a sobrecarga de trabalho doméstico e dominado mais pelas mulheres. Essa realidade é intensificada por fatores como a falta de políticas públicas e a baixa participação masculina nas tarefas domésticas e a persistência do estereótipo masculino que “o homem não limpa a casa”.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A imagem da mulher múltipla serve para mostrar como um lembrete dos desafios que ainda persistem na busca pela igualdade de gênero. É importante que continuamos a lutar por uma sociedade mais justa e equitativa.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A imagem da mulher multiface é um poderoso símbolo das lutas e conquistas das mulheres na sociedade moderna. Elas nos pensar numa reflexão sobre os desafios que ainda persistem na busca pela igualdade de gênero e a mobilizar-nos em prol de uma sociedade mais justa e equitativa para todas as mulheres do mundo.</div><div>&nbsp;<br>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 02:26:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O florescer da falsa esperança da mulher</title>
         <author>zaragozalais</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004242408</link>
         <description><![CDATA[<p>O ataque genocida que aconteceu e acontece contra as mulheres na sociedade foi extremamaente opressivo, onde, antigamente nao tinham controle de seus próprios corpos, pertencia ao estado e a procriacao tinha o fim de gerar mais trabalhadores diciplinados socialmente. a sociedade moldou e ainda molda muitos pensamentos 'esteriotipados' que temos sobre mulheres, como os pensamentos das bruxas, feias, arrogantes, velhas, oportunistas, maligna e manipuladora. As relações capitalistas comecavam a criar raizes na história, por sua conta, as mulheres comecaram a receber salário, mas do mesmo jeito foram consideradas "inferiores" aos homens e acabavam pegando um emprego com status mais baixos como empregadas domésticas, trabalhadoras rurais e etc. Nos tempos atuais, como todos sabemos, as mulheres são desvalorizadas e discriminadas ao acesso de melhores cargos. Nos parágrafos anteriores descrevi a maioria das coisas</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 02:35:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O julgamento ardente (Rafaela Galimberti 9C)</title>
         <author>rafadgalimberti</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3004262575</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-23 02:47:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulher também pode ser independente!</title>
         <author>11433_32</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3006685565</link>
         <description><![CDATA[<p>Na Idade Moderna, as mulheres não tinham muito poder de escolha, tinham que se casar obrigatoriamente, sendo tratadas apenas como objetos. Desde a Idade Moderna, as mulheres veem tentando tomar um lugar importante na sociedade, tendo os mesmos direitos, mesmas oportunidades e o mesmo lugar na sociedade. Hoje em dia, as mulheres são mais independentes e podem fazer tudo sem a ajuda do homem, cuidar de sua casa, ter um emprego, direito ao voto, direito a vida, á liberdade, opinião de expressão, a educação, entre muitos outros. Conforme falou Silvia Federite ''Nessa época, as mulheres haviam perdido espaço inclusive em empregos que haviam tradicionalmente ocupado, como a fabricação de cerveja e a realização de partos. As proletárias, em particular, encontraram dificuldades para obter qualquer emprego além daqueles com status mais baixos: empregadas domésticas (a ocupação de um terço da mão de obra feminina), trabalhadoras rurais, fiandeiras, tecelãs, bordadeiras, vendedoras ambulantes ou amas de leite. Rapidamente, todo o trabalho feminino, quando realizado em casa, seria definido como “tarefa doméstica”, e até mesmo quando feito fora de casa era pago a um valor menor do que o trabalho masculino — nunca o suficiente para que as mulheres pudessem sobreviver dele. O casamento era visto como a verdadeira carreira para uma mulher, e a incapacidade das mulheres de sobreviverem sozinhas era algo dado como tão certo que, quando uma mulher solteira tentava se assentar em um vilarejo, era expulsa, mesmo se ganhasse um salário.'', isso se relaciona perfeitamente com o que eu disse!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 17:34:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PAPEL DA MULHER NA IDADE MEDIA </title>
         <author>10455_90</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3006713686</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje em dia o casamento e um dia especial em que vc comemora um relacionamento de amor para a vida. Na idade média no casamento geralmente você não tinha escolha de quem você gostaria de se casar é quando casada você geralmente precisa ficar em casa cuidando dos filhos e em casa limpando e cozinhando </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-24 18:19:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ianwehba13</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3007807593</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-26 23:37:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>ianwehba13</author>
         <link>https://padlet.com/marcelapiloto/a75tiba5j817dkv5/wish/3007809644</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-05-26 23:40:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estética, Maternidade e Religião no papel de uma mulher medieval </title>
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         <description><![CDATA[<div>A imagem de Virgem Maria com o Menino Jesus reflete como as mulheres eram vistas na Idade Média, como mãe reforça a visão da maternidade como um papel central para as mulheres na idade média. Maria era vista como modelo ideal de feminilidade, associada a pureza e humildade o que também indica os padrões estéticos da época, onde a beleza feminina era retratada de maneira sossegada e graciosa, mas também tentadora.<br>A presença dos anjos e da coroa representam a santidade e a posição elevada de Maria, refletindo também a visão medial de que as mulheres podiam alcançar uma posição elevada na sociedade através da religião.</div>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-27 03:01:15 UTC</pubDate>
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