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      <title>Doença de Parkinson by Natalia Elesbão Friedrich</title>
      <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth</link>
      <description>Universidade Luterana do Brasil - Campus Canoas
- Professor: Cristiane Bernardes de Oliveira
Disciplina: Farmacologia
- Alunos: Natalia Elesbão e Taís Alessandra dos Santos Kuhn</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-25 00:04:02 UTC</pubDate>
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         <title>Parkinson em jovens</title>
         <author>taiskuhn</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=QCzQkv2lVrY" />
         <pubDate>2021-04-06 13:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Sintomas </title>
         <author>nataliaelesbao</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>1 – Tremor:</strong> em geral inicia em uma das mãos e braço, mas depois progride para a perna e para o outro lado. Pode atingir até os lábios, queixo (mandíbula) e até a cabeça. Costuma ocorrer quando a pessoa está em repouso, andando ou mesmo distraída, mas o estresse e nervosismo podem piorar o tremor significativamente.</div><div>2<strong> – Rosto pouco expressivo:</strong> o olhar&nbsp; parado, a expressão facial mais séria e os movimentos da face são menos notados, independentemente da vontade da pessoa. Até os olhos costumam piscar com menor frequência, e a pessoa deglute a saliva menos vezes e a saliva pode sobrar um pouco no canto da boca (Observação todos nós deglutimos continuamente a saliva produzida na boca).</div><div><strong>3 – Micrografia:</strong> trata-se da dificuldade de escrever e a letra tende a ficar pequena. O movimento menos amplo e em consequência escrita e os espaços entre as letras tornam-se menores.<br><strong>4 – Má Postura:</strong> é possível notar, ainda no início da doença, uma inclinação do tronco e da cabeça para frente e tendência a olhar para o chão. Existe comprometimento do equilíbrio e agilidade como sintoma da doença, o que comumente é interpretado como tontura confundindo-se com labirintite. Isso leva os pacientes a procurar médicos que tratam da labirintite, e não raro são medicados para tontura e não apresentam melhora.<br><strong>5 – Voz Fraca:</strong> a doença de Parkinson afeta o movimento de diferentes partes do corpo, como os músculos da face, garganta e boca, assim como a musculatura respiratória do tórax e diafragma (principais músculos da respiração), todos importantes para a fala.<br>A consequência dessa disfunção é a redução do tom e volume da voz, reduzindo a clareza das palavras e causando uma sensação de fala baixa, arrastada, dificultando o entendimento e fazendo com que muitos pacientes se isolem para evitar a exposição e constrangimento.</div><div><strong>6 – Hipotensão Postural:</strong> trata-se da queda súbita de pressão arterial quando a pessoa tenta sentar ou se levantar rapidamente. A pessoa sente tontura repentina ou uma sensação de que vai desmaiar, comprometendo equilíbrio e aumentando os riscos de queda. Eventualmente pode ocorrer mal estar e suor frio até efetivamente desmaios, ou mesmo piora repentina dos sintomas como dificuldade para se movimentar e lentidão do pensamento.</div><div><strong>7 – Perda Olfativa:</strong> é um dos sintomas iniciais mais comuns e atinge a maioria dos pacientes com doença de Parkinson. Estima-se que cerca de 90% dos parkinsonianos tenham o olfato reduzido incluindo alterações no paladar (uma vez que os dois sentidos se interligam).<br><strong>8 – Sono Inquieto: </strong>é comum para todos ter certa agitação durante o sono. Mas alterações durante o sono em paciente com Parkinson se manifestam como se a pessoa atuasse durante o sonho.<br>Diferente de sonambulismo, esse sintoma, chamado de distúrbio comportamental do sono REM, faz parte da doença. Especialistas relatam que os movimentos são tão repentinos e intensos que chegam a incomodar quem dorme ao lado. <strong><br>9 – Dificuldade para Caminhar: </strong>frequentemente se relaciona à quantidade de dopamina funcionante no cérebro. Quando há redução desse neurotransmissor, as alterações ao caminhar costumam ser bem significativas, mas por outro lado na maior parte das vezes, melhoram bastante com as medicações antiparkinsonianas.<br><strong>10 – Constipação:</strong> Segundo recentes pesquisas, é seguro afirmar que a doença de Parkinson se iniciar em muitos casos pela degeneração nos neurônios intestinais (células nervosas que coordenam as contrações intestinais) muitos pacientes sofrem com esse sintomas. Com isso, o trato intestinal costuma se tornar mais lento preguiçoso resultando em desconforto no abdome e redução na frequência de evacuações comumente tratado como “intestino preso”.&nbsp;<br>Disponível em: &lt;https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/#:~:text=O%20Dr.,e%20outros%20dist%C3%BArbios%20do%20movimento.&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-06 13:57:20 UTC</pubDate>
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         <title>Inovação- Exame de vista pode vir a detectar Parkinson antes mesmo de primeiros sintomas</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Arthur Roach, diretor de pesquisa da ONG Parkison's UK, disse que há uma "necessidade urgente de um método simples e preciso para se detectar essa doença, principalmente nos primeiros estágios".</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/portuguese/geral-36981933" />
         <pubDate>2021-04-06 14:32:27 UTC</pubDate>
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         <title>Dopamina</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1391044294</link>
         <description><![CDATA[<div>Função da dopamina<br>Sabe-se que esse neurotransmissor está envolvido com processos como controle motor, cognição, compensação, prazer, humor e algumas funções endócrinas, além de ser precursora de outros neurotransmissores: a norepinefrina e a epinefrina ( adrenalina ).<br>A dopamina também está relacionada com a estimulação da excreção renal de sódio, supressão da liberação de aldosterona, relaxamento do esfíncter esofágico e retardo do esvaziamento do estômago.&nbsp;<br>A dopamina está relacionada com o chamado sistema de recompensa, que é um circuito neuronal no cérebro que influencia diretamente as nossas emoções. Esse sistema garante a motivação para realizar certas atividades, como a sensação de felicidade quando comemos ao ter fome. Quando os neurônios desse sistema são ativados, eles liberam a dopamina em regiões específicas do cérebro, causando o aumento da sensação de prazer.<br>Disponível em : &lt;https://www.tuasaude.com/dopamina/#:~:text=A%20dopamina%20%C3%A9%20um%20neurotransmissor,prazer%20e%20aumenta%20a%20motiva%C3%A7%C3%A3o.&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 12:12:20 UTC</pubDate>
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         <title>Neurônios dopaminérgicos</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1391068059</link>
         <description><![CDATA[<div>A dopamina é um importante neurotransmissor e atua no sistema nervoso central dos mamíferos. Quando falamos que uma substância é um neurotransmissor, estamos dizendo que ela funciona como um mensageiro químico, levando a informação de um neurônio para uma célula receptora. Vale destacar que a dopamina só foi assim considerada a partir da década de 1950.<br>A dopamina faz parte da família das catecolaminas, que, por sua vez, são formadas basicamente por um catecol (3,4-di hidroxibenzeno), o qual está conectado por uma ponte etil a um grupo amina.<br>A dopamina é sintetizada no citoplasma dos chamados neurônios dopaminérgicos a partir de um aminoácido: a tirosina, a qual é inicialmente convertida em L-dopa por meio da ação da tirosina hidroxilase. Posteriormente, a L-dopa é convertida em dopamina por meio da ação da L-aminoácido aromático descarboxilase.<br>Disponível em : &lt;https://brasilescola.uol.com.br/biologia/dopamina.htm&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 12:19:54 UTC</pubDate>
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         <title>Histórico da Doença </title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1391323399</link>
         <description><![CDATA[<div>O Parkinson foi descrito pela primeira vez em 1817, pelo médico e cirurgião inglês James Parkinson, a doença ficou conhecida como no meio médico neurológico da época, principalmente pela voz influente do então Neurologista Jean-Martin Charcot que trabalhava em Paris atendendo pacientes com as mesmas características e chamou a doença como havia sido descrita por James Parkinson, como “Mal” ou doença de Parkinson.<br>Assim a enfermidade ficou conhecida popularmente como “Mal de Parkinson”. No entanto, o termo “Mal” caiu em desuso e foi abandonado por médicos e pacientes com o objetivo de reduzir o estigma social e o preconceito contra os portadores da doença.&nbsp;<br>Disponível em: &lt;https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/#:~:text=O%20Dr.,e%20outros%20dist%C3%BArbios%20do%20movimento.&gt;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://saude.abril.com.br/blog/tunel-do-tempo/ha-200-anos-doenca-de-parkinson-era-descrita-pela-primeira-vez/" />
         <pubDate>2021-04-07 13:21:34 UTC</pubDate>
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         <title>Causa</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1391353018</link>
         <description><![CDATA[<div>A doença de Parkinson propriamente dita, no meio médico-científico é referida como Doença de Parkinson Idiopática, ou seja a doença a qual não sabemos a causa.<br>No entanto, principalmente na última década avanços sobre o conhecimento da doença de Parkinson foram atingidos, principalmente quanto a genética da doença de Parkinson. Hoje se sabe que cerca de 15% doas pessoas com doença de Parkinson tem algum familiar de primeiro ou segundo grau com a doença e desses, cerca de um terço tem alteração genética relacionado a doença de Parkinson. Ou seja, por volta de 5% de todas as pessoas com doença de Parkinson tem alguma alteração genética. Consequentemente a grande maioria (95%) não tem alterações genéticas que sejam conhecidas nos dias de hoje.<br>Disponível em: &lt;https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/#:~:text=O%20Dr.,e%20outros%20dist%C3%BArbios%20do%20movimento.&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:27:09 UTC</pubDate>
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         <title>O que é a Doença de Parkinson </title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1391397398</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Ministério da Saúde é uma doença neurológica, que afeta os movimentos da pessoa. Causa tremores, lentidão de movimentos, rigidez muscular, desequilíbrio, além de alterações na fala e na escrita.<br>A Doença de Parkinson ocorre por causa da degeneração das células situadas numa região do cérebro chamada substância negra. Essas células produzem a substância dopamina, que conduz as correntes nervosas (neurotransmissores) ao corpo. A falta ou diminuição da dopamina afeta os movimentos provocando os sintomas acima descritos.</div><div>Disponível em :&nbsp;<br>&lt;https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/251_parkinson.html#:~:text=%C3%89%20uma%20doen%C3%A7a%20neurol%C3%B3gica%2C%20que,do%20c%C3%A9rebro%20chamada%20subst%C3%A2ncia%20negra..&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-07 13:36:14 UTC</pubDate>
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         <title>MEDICAMENTO PODE REVOLUCIONAR TRATAMENTO DA DOENÇA DE PARKINSON</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1392945785</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo Portela, o composto ataca a raiz do problema. “Os medicamentos que existem hoje para a doença de Parkinson tratam os sintomas da doença, mas não os seus mecanismos e, portanto, não conseguem reverter seu curso ou mesmo curá-la. O que a nossa equipe está fazendo é buscar as mutações genéticas e tratá-las, procurando alterar o curso da doença ou mesmo revertê-la”, disse o presidente executivo da Bial à SIC TV de Portugal, completando que “se tudo correr bem, o medicamento pode estar no mercado em quatro ou cinco anos”.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ictq.com.br/farmacia-clinica/2108-medicamento-pode-revolucionar-tratamento-da-doenca-de-parkinson" />
         <pubDate>2021-04-07 18:49:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Resenha sobre artigo da Utilização do Protocolo do Ministério Saúde</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1393049710</link>
         <description><![CDATA[<div>Este artigo foi publicado na revista Ciênc. saúde coletiva vol.26 no.1 Rio de Janeiro Jan. 2021&nbsp; Epub Jan 25, 2021, que avaliou a adesão dos médicos ao Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas para a Doença de Parkinson no SUS, o estudo foi realizado no ano de 2016, e a população estudada (médicos) verificou-se que somente que apenas 5 % realiza o protocolo adequadamente e os motivos do restante não utilizar é porque tem desconhecimento, falta de tempo para o preenchimento dos documentos obrigatórios. Ficou explicito que médicos com menor tempo de profissão são mais adeptos aos protocolos. Com base nesse artigo fica claro o quanto deve ser trabalhado pelos gestores em saúde os protocolos instituídos pelo ministério da saúde porque ele é construído de acordo com a patologia e suas especificidades assim assegurando um melhor atendimento e melhor tratamento as doenças, evitando demasia de medicamentos. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-81232021000100197&amp;script=sci_arttext" />
         <pubDate>2021-04-07 19:17:43 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento </title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1393108659</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Tipos de Tratamento para doença de Parkinson: </strong><br><strong>1 -Tratamento Medicamentoso<br></strong>Grande parte dos sintomas do Parkinson são provocados pela falta de dopamina no cérebro. Portanto, muitas medicações têm o objetivo de reproduzir os efeitos desse neurotransmissor, reduzindo o tremor, a rigidez muscular e melhorando a capacidade de coordenação de movimentos.</div><div><strong>2 -Reabilitação</strong><br>Existe uma série de terapias complementares fundamentais para controlar os avanços da doença e garantir independência ao paciente. A fisioterapia, por exemplo, auxilia na conservação da força e flexibilidade dos músculos, melhorando a mobilidade e aliviando eventuais dores no corpo.<br>A terapia ocupacional também é uma ótima ferramenta para o paciente realizar atividades rotineiras com mais tranquilidade, segurança e autonomia.<br>Assim como a fonoaudiologia, que trabalha a força da voz para que o paciente mantenha o volume e clareza da fala, podendo assim continuar mantendo seus laços sociais e afetivos.<br>É importante lembrarmos que a atividade física também é um fator primordial para os parkinsonianos, sendo também um pilar de tratamento para a doença de Parkinson. Logo que o paciente recebe o diagnóstico já deve escolher a prática de um exercício com a ajuda de um profissional.</div><div><strong>3 -Cirurgia<br></strong>A cirurgia funcional para doença de Parkinson também tem se tornado cada vez mais acessível. Quando se refere à cirurgia de Parkinson, em geral, a Estimulação cerebral Profunda (DBS – deep brain stimulation do Inglês) é a técnica mais utilizada com vantagens diversas, por isso os termos são tratados quase como sinônimos na maioria dos países.</div><div>O procedimento de implante de eletrodos cerebrais atualmente é considerada um tratamento seguro e efetivo. É indicada para pacientes que já responderam muito bem à medicação e com o tempo não conseguem mais os mesmos efeitos.<br>Nesses casos, a cirurgia consegue retroceder alguns anos nos sintomas e na resposta a medicação, consequentemente ganhando em qualidade de vida e maior funcionalidade.<br>A ideia não é interromper o tratamento medicamentoso, isso nem é considerado mais um objetivo da cirurgia. Em geral, as medicações e doses são reduzidas drasticamente, muitas vezes pela metade depois da cirurgia e permanecem em doses bem menores durante anos. O sintomas são reduzidos e a resposta do organismo à medicação potencializada.<br>Assim é possível associar os diferentes tratamentos para aumentar o conforto e autonomia dos pacientes. É importante ressaltar que cada paciente tem suas características e manifestação da doença, fazendo com que as opções de tratamento sejam traçadas de acordo com cada quadro e fase da evolução da doença. <br><strong>A tecnologia a favor dos pacientes de Parkinson!<br></strong>Em 2017, diversas empresas importantes no ramo da tecnologia desenvolveram equipamentos específicos para controlar os sintomas da doença de Parkinson e aumentar a qualidade de vida dos pacientes. Dentre elas:<br><strong>1 – Eletrodos direcionais: </strong>&nbsp;Atualmente os sistemas mais avançados de estimulação cerebral profunda, são eletrodos utilizados por meio de implantes cerebrais, que possuem o dobro de possibilidades de programações quando comparados aos antigos.<br>Mas a grande diferença é que permitem que regiões próximas ao eletrodo possam ser menos estimuladas quando eventualmente haja efeitos colaterais, ou mais estimuladas quando os efeitos serem benéficos.&nbsp;</div><div><strong>2 – A Klick Labs</strong> (empresa americana de tecnologia voltada à saúde) criou um equipamento via Bluetooth que, em tempo real, transmite para uma pessoa que não tem a doença os tremores característicos de quem possui a doença de Parkinson.<br>O objetivo desse equipamento, chamado de SymPulse, foi promover a empatia entre familiares e fabricantes, pois ao saber como o paciente de Parkinson se sente, tanto tratamento como diagnóstico podem ser mais precisos, fazendo quem convive com a doença entender com mais clareza o que se passa com o paciente.<br>,<strong>3 – Satya Nadella</strong> (CEO da Microsoft), apresentou na conferência anual da empresa o protótipo de um relógio que elimina temporariamente os tremores da doença. O aparelho funciona através da ativação de técnicas de inteligência artificial que ajudam a controlar os sintomas.<br>O relógio foi batizado de Emma em homenagem à designer da peça e parkinsoniana de início precoce Emma Lawton. O aparelho, em um segundo momento, será testado por neurocientistas em um grupo de pacientes.<br><strong>4 – Dois equipamentos</strong> que promovem estímulos visuais e auditivos foram testados e aprovados para melhorar a marcha dos parkinsonianos. Ambos estão disponíveis no Brasil para compra e locação:<br><strong>Andador virtual (ou óculos de realidade virtual):</strong> faz com que o visor projete, à frente, a imagem de uma esteira com quadrados brancos e pretos para guiar os passos dos pacientes.<br>À medida em que a pessoa aumenta o ritmo, a “rolagem” da esteira também ganha velocidade. Simultaneamente a isso há um estímulo auditivo, pelos fones de ouvido, para dar ritmo à caminhada e, consequentemente, estabilidade.<br><strong>Bengala com laser:</strong> ao tocar um solo, a bengala emite um feixe de laser que projeta um traço luminoso vibrante no chão à frente. O paciente, por sua vez, se guia por esta luz e dá o passo por cima dela.<br>O objetivo é que os passos fiquem maiores e mais ritmados com a prática. Dessa forma, o paciente ganha estabilidade corporal e segurança para caminhar.<br>Disponível em: &lt;https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/#:~:text=O%20Dr.,e%20outros%20dist%C3%BArbios%20do%20movimento.&gt;</div>]]></description>
         <pubDate>2021-04-07 19:33:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento Medicamentoso </title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1395716838</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;PROTOCOLO DE MEDICAÇÃO PARA PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON CONFORME O MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE PORTARIA CONJUNTA Nº 10, DE 31 DE OUTUBRO DE 2017 : <br>&nbsp;A natureza progressiva da DP e suas manifestações clínicas (motoras e não motoras), associadas a efeitos colaterais precoces e tardios da intervenção terapêutica, tornam o tratamento da doença bastante complexo. Estima-se que a taxa de morte dos neurônios dopaminérgicos da substância nigra se situe ao redor de 10% ao ano. Consequentemente, com o tempo, a sintomatologia parkinsoniana piora e a necessidade de medicamentos sintomáticos aumenta. O grau de resposta aos medicamentos vai decrescendo com a progressão da doença e novos sintomas vão surgindo. Um objetivo desejado é reduzir ou interromper essa progressão. A prevenção primária não é possível devido à ausência de marcadores biológicos ou fatores de risco identificáveis, excetuando-se o envelhecimento e a transmissão genética em raras famílias. A prevenção secundária, uma vez que a DP tenha sido diagnosticada, busca reduzir a taxa de progressão, parar ou mesmo reverter a morte neuronal. <br>&nbsp;Em resumo, o tratamento da DP deve visar à redução da progressão da doença (neuroproteção) e ao controle dos sintomas (tratamento sintomático). <br>Em anexo o protocolo completo, com detalhes mais específicos como qual medicamento utilizar em sintomas leves, moderados e graves.&nbsp; <br><strong>&nbsp;FÁRMACOS</strong><br><strong>&nbsp;- Levodopa/carbidopa: </strong>comprimidos de 200/50 mg e 250/25 mg.<br><strong>&nbsp;-Levodopa/benserazida: </strong>comprimidos ou cápsulas de 100/25 mg ou comprimido de 200/50 mg. Comprimidos de 100/25 mg são disponíveis na forma dispersível, ou seja, de diluição em água. <br><strong>-Bromocriptina:</strong> comprimidos de 2,5 mg.<br><strong>&nbsp;-Pramipexol:</strong> comprimidos de 0,125, 0,25 e 1 mg. <br><strong>-Amantadina:</strong> comprimidos de 100 mg. <br><strong>-Biperideno:</strong> comprimidos de 2 mg e comprimidos de liberação controlada de 4 mg. <br><strong>-Triexifenidil:</strong> comprimidos de 5 mg. <br><strong>-Selegilina: </strong>comprimidos de 5 mg e drágea ou comprimido de 10 mg. <br><strong>-Tolcapona: </strong>comprimidos de 100 mg. <br><strong>-Entacapona:</strong> comprimidos de 200 mg. <br><strong>-Clozapina: </strong>comprimidos de 25 mg e 100 mg. <br><strong>-Rasagilina:</strong> comprimidos de 1mg. <br><strong>ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO </strong><br><strong>-Levodopa/carbidopa:</strong> a dose inicial recomendada é de 250/25 mg por dia, dividida em pelo menos duas administrações. A dose máxima recomendada de levodopa é de 2.000 mg/dia.<br><strong>&nbsp;- Levodopa/benserazida:</strong> a dose recomendada é de 200/50 mg por dia, dividida em pelo menos duas administrações. As doses vão sendo ajustadas subsequentemente de acordo com a resposta clínica. A dose média eficaz para a maioria dos pacientes é de 600-750 mg/dia de levodopa. Dependendo da tolerância e resposta clínica a dose pode ser aumentada até o máximo de 2.000 mg/dia. A levodopa/benserazida é disponibilizada em diferentes formulações. A forma de comprimido padrão é de 100/25 e 200/50. Esta apresentação apresenta início de ação em torno de 20-40 minutos e duração de 2 a 4 horas; a forma em cápsula apresenta um início de ação de 30-60 minutos e duração de 3 a 6 horas. A forma dispersível para diluição em água possui início de ação mais rápido (10-20 minutos) e menor duração (0,5-1 hora). Apesar destas variabilidades farmacocinéticas, não há evidências clínicas (estudos clínicos) que mostrem de forma convincente superioridade entre as apresentações. A apresentação dispersível é uma forma útil em pacientes com disfagia ou sonda de alimentação enteral.<br><strong>&nbsp;- Bromocriptina</strong>: a dose recomendada é de 7,5 mg/dia a 70 mg/dia e deve ser aumentada conforme resposta clínica e tolerabilidade .<br><strong>&nbsp;- Pramipexol: </strong>a dose recomendada é 2 mg/dia a 4,5 mg/dia, dividida em três administrações diárias. Recomenda-se o aumento gradual da dose. Iniciar com 0,125 mg, três vezes ao dia, e aumentar a 12 cada 5-7 dias sucessivamente para 0,75 mg/dia; 1,5 mg/dia; 2,25 mg/dia; 3 mg/dia; 3,75 mg/dia; 4,5 mg/dia.<br><strong>&nbsp;- Amantadina: </strong>a dose inicial recomendada é de 100 mg, duas vezes/dia; aumentar, se necessário, até 400 mg/dia. Não suspender abruptamente. A retirada deve ser gradual, em 1-2 semanas. <br><strong>- Biperideno:</strong> a dose terapêutica situa-se entre 2 mg/dia e 8 mg/dia, iniciando com 1 mg, duas vezes/dia. Não deve ser interrompido abruptamente devido ao risco de efeito rebote e piora do parkinsonismo.<br><strong>&nbsp;- Triexifenidil:</strong> a dose inicial recomendada é de 0,5 mg a 1 mg, 2 vezes/dia, com incrementos a cada 3-5 dias até atingir 2 mg, três vezes/dia. A dose máxima diária é de 15 mg/dia, mas a maioria dos pacientes se beneficia com esquemas de até 10 mg/dia. Não deve ser interrompido abruptamente devido ao risco de efeito rebote e piora do parkinsonismo. <br><strong>- Selegilina:</strong> a dose recomendada é de 5 mg a 10 mg, uma vez/dia. <br><strong>- Tolcapona: </strong>a dose recomendada é de 100 mg, três vezes/dia, sendo a dose diária máxima recomendada de 600 mg. <br><strong>- Entacapona:</strong> a dose recomendada é de 200 mg, quatro a dez vezes/dia. A dose diária máxima recomendada é de 2.000 mg. <br><strong>- Clozapina:</strong> dose inicial: 12,5 mg/dia. Incremento de 25 mg a cada 2 dias. Aumento da dose conforme resposta clínica. Faixa de dose para controle da psicose na DP em torno de 50 mg/dia, embora em casos na qual o controle não seja adequado serão necessárias doses mais elevadas, com máximo de 900 mg/dia.<br><strong>&nbsp;- Rasagilina: </strong>a dose recomendada é de 1 mg, uma vez/dia. Combinação de fármacos antiparkinsonianos Na DP, frequentemente é necessária a combinação de fármacos de diferentes classes para se obter um melhor controle dos sintomas. <br><strong>As combinações mais utilizadas são as seguintes :<br>&nbsp;- Associação de anticolinérgicos:</strong> presença de tremor refratário a levodopa ou agonistas dopaminérgicos em indivíduos sem contraindicações para uso dos mesmos. <br><strong>- Associação de agonistas dopaminérgicos a levodopa:</strong> no momento que começam a ocorrer flutuações motoras, a associação de um agonista dopaminérgico (medicamento com meia-vida superior à da levodopa) pode auxiliar no controle das flutuações. <br><strong>- Associação de inibidor da COMT a levodopa:</strong> os inibidores da COMT sempre devem ser utilizados com essa associação, pois não possuem efeito antiparkinsoniano se usados sem levodopa. <br><strong>- Associação de agonista dopaminérgico a levodopa com inibidor da COMT:</strong> pacientes com flutuações motoras graves não controladas com nenhum dos esquemas acima.<br> <strong>- Associação de amantadina a levodopa</strong>: a amantadina, além da possibilidade de seu uso em monoterapia na fase inicial da doença, é utilizada em pacientes com flutuações motoras e discinesias por melhorar esses sintomas.<br><strong>&nbsp;- Associação da rasagilina e levodopa:</strong> a rasagilina aumenta a biodisponibilidade da levodopa, e estudos mostram que esta associação é eficaz no controle das flutuações motoras da DP . <br><strong>- Associação da selegilina e levodopa:</strong> esta associação tem sido utilizada por efeito de classe (inibidor da MAO-B) da selegilina. No entanto, ao contrário da rasagilina, não há estudos randomizados controlados que avaliem a eficácia da mesma no controle das flutuações motoras. Em caso de uso da clozapina, como já mencionado previamente, medicamentos como anticolinérgicos, amantadina, inibidores da MAO-B, agonistas dopaminérgicos e inibidores da COMT devem ser retirados ou reduzidos, seguindo a ordem dos medicamentos listados, na tentativa de melhorar o estado mental, e não por haver contraindicação absoluta de associação de medicamentos.<br>Disponível em : &lt;https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/novembro/14/Portaria-Conjunta-PCDT-Doenca-de-Parkinson.pdf&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 13:15:52 UTC</pubDate>
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         <title>Termo de Responsabilidade para utilização dos medicamentos </title>
         <author>nataliaelesbao</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1395914132</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Deve-se informar ao paciente, ou seu responsável legal, sobre os potenciais riscos, benefícios e efeitos colaterais relacionados ao uso dos medicamentos preconizados neste Protocolo, levando-se em consideração as informações contidas no&nbsp; Termo de Esclarecimento e Responsabilidade.<br>Disponível em:&nbsp;<br>&lt;https://portalarquivos2.saude.gov.br/images/pdf/2017/novembro/14/Portaria-Conjunta-PCDT-Doenca-de-Parkinson.pdf&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 13:55:36 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico </title>
         <author>nataliaelesbao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Conforme o Ministério da Saúde o diagnóstico da doença é feito com base na história clínica do paciente e no exame neurológico. Não há nenhum teste específico para o seu diagnóstico ou para a sua prevenção.&nbsp;<br>Disponível em : &lt;https://bvsms.saude.gov.br/bvs/dicas/251_parkinson.html#:~:text=%C3%89%20uma%20doen%C3%A7a%20neurol%C3%B3gica%2C%20que,do%20c%C3%A9rebro%20chamada%20subst%C3%A2ncia%20negra.&gt;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 21:17:37 UTC</pubDate>
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         <title>Parkinson Secundário um evento adverso aos medicamentos</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
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         <description><![CDATA[<div>A doença de Parkinson propriamente dita (doença de Parkinson idiopática) é a primeira causa de parkinsonismo, mas o parkinsonismo induzido por medicações é a segunda causa de parkinsonismo, ou seja é muito importante que seja realizado o diagnóstico, pois em grande parte os sintomas podem ser revertidos definitivamente com medicações. A lista de medicações é extensa e composta de medicamentos bastante comuns. Os principais são antipsicóticos típicos (clorpromazina, haloperidol, pimozida, sulpirida) antipsicóticos atípicos (risperidona, olanzapina, aripiprazol) antieméticos (metoclopramida) e antivertiginosos (flunarizina, cinarizina).<br>Outras medicações que menos frequentemente podem causar problemas desta natureza, principalmente em altas doses e por longos períodos são a quetiapina, clozapina, lítio, citalopram, fluoxetina, paroxetina, Sertralina, acido valpróico, fenitoína, domperidona entre outros.<br>Disponível em:<br>&nbsp;&lt;https://www.erichfonoff.com.br/doenca-de-parkinson/#:~:text=O%20Dr.,e%20outros%20dist%C3%BArbios%20do%20movimento.&gt;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-08 21:21:36 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento com  o medicamento Levodopa </title>
         <author>taiskuhn</author>
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         <description><![CDATA[<div>Levodopa A administração do fármaco L-Dopa a pacientes com DP geralmente melhora muitos dos sintomas, especialmente a rigidez, a acinesia e o tremor. A razão para isso é considerada como sendo que a L-Dopa é convertida em dopamina no cérebro, e a dopamina restaura, então, o balanço normal entre inibição e a excitação do núcleo caudado e do putâmen . A administração da própria dopamina não tem o mesmo efeito, porque tem uma estrutura química que não permite sua passagem pela barreira hematoencefálica, embora a estrutura ligeiramente diferente da L-Dopapossibilite sua passagem (GUYTON e HALL, 2002). Ao analisar a marcha com obstáculos em idososcom DP, Pieruccini et al. (2006) mostraram que os pacientes foram mais estáveis quando sob efeitodo medicamento. Parâmetros importantes revelaram melhora significativa nos sintomas da DP, comolentidão do membro inferior direito (MID) para abordagem ao obstáculo alto e a sua margem desegurança, com o uso da levodopa.3.3.2. Tratamento com L-Deprenil Outro tratamento da DP é com o composto L-Deprenil. Esse fármaco inibe a monoaminaoxidase, que é a responsável pela destruição da maior parte da DA depois de ela ter sido secretada.Portanto, qualquer DA que seja liberada permanece nos tecidos dos gânglios da base por períodomais longo. A combinação apropriada de terapia com L-Dopa, juntamente com a terapia com LDeprenil, geralmente proporciona tratamento muito melhor do que qualquer desses fármacosisoladamente (GUYTON e HALL, 2002). No entanto, segundo Duthie e Katz (2002) um recente 6estudo aberto e aleatório com pacientes com DP mostrou um aumento de 60% na mortalidade após 3a 5 anos em pacientes que receberam levodopa acrescido de deprenil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 00:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>Como lidar com o parkinson?</title>
         <author>taiskuhn</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 01:24:28 UTC</pubDate>
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         <title>Parkinson sintomas </title>
         <author>taiskuhn</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 01:35:20 UTC</pubDate>
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         <title>Desenvolvimento do parkinson</title>
         <author>taiskuhn</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1401890018</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Sabe-se que a falta de dopamina é a principal causa da doença de Parkinson, sendo esta um neurotransmissor e precursor catecolamínico. Ela é formada basicamente por fenilalanina e tirosina, produzida no fígado e convertida em dopamina. É precursora natural da adrenalina e da noradrenalina, sendo assim exerce função estimulante para o sistema nervoso central. Dentre as catecolaminas existem as de efeitos excitatórios e inibitórios do sistema nervoso periférico e central, exercendo estimulação respiratória e aumento da atividade psicomotora. Quando chega um impulso elétrico na sinapse do neurônio, essas vesículas se direcionam para a periferia e liberam o conteúdo de Dopamina na fenda sináptica. Na qual se libera e se liga aos seus receptores específicos na membrana do próximo neurônio.&nbsp; Disponível em:<br>https://portal.unisepe.com.br/asmec/wp-content/uploads/sites/10006/2018/10/ENFERMAGEM-24.pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 01:54:12 UTC</pubDate>
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         <title>A degeneração dos neurônios pigmentados nesta região é a principal causa da doença.</title>
         <author>taiskuhn</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1401900751</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 02:06:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PARKINSON E A DEPRESSÃO</title>
         <author>taiskuhn</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1401905132</link>
         <description><![CDATA[<div>Sintomas depressivos ocorrem em 40-50% dos pacientes parkinsonianos. Embora considerada como reativa a uma condição que limita a atividade normal, pacientes com doença de Parkinson costumam ter depressão mais frequentemente se comparados a pacientes portadores de outras doenças ainda mais incapacitantes. Além disso, em número considerável de casos, a depressão inicia-se antes mesmo do aparecimento dos sintomas clássicos, em um momento em que não há qualquer evidência de incapacidade.<br>Em alguns pacientes, a depressão pode se acompanhar de ansiedade e, mais raramente, de episódios de agitação. A intensidade dos sintomas depressivos pode variar desde quadros leves até aqueles mais graves em que a depressão torna-se o sintoma mais importante e um dos fatores determinantes de incapacidade. Nesses casos, o tratamento específico com medicamentos antidepressivos é fundamental para o controle dos sintomas.<br>Alterações emocionais também são comuns. Pacientes podem sentir-se inseguros e temerosos quando submetidos a alguma situação nova. Podem evitar sair ou viajar e muitos tendem a retrair-se e evitar contatos sociais. Alguns perdem a motivação e tornam-se excessivamente dependentes dos familiares.<br>Disponível em : http://enfermeiropsf.blogspot.com/2011/12/parkinson.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-10 02:11:08 UTC</pubDate>
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         <title>Dicas sobre o nosso trabalho:</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
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         <description><![CDATA[<div>1º Ouça o áudio em anexo, ele é apresentação sobre os pontos mais importantes a serem explanados.&nbsp;<br>2º Para melhor visualização dos textos recomendamos que você clique em expandir publicação.&nbsp;<br>3º Ao final da leitura do nosso trabalho, deixe um comentário e nos diga se o conteúdo foi de relevância para sua vida profissional.&nbsp;<br>Sua opinião é muito importante para nossa formação acadêmica.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 12:29:44 UTC</pubDate>
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         <title>Deixe sua contribuição aqui:</title>
         <author>nataliaelesbao</author>
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         <description><![CDATA[<div>Elogios, críticas, questionamentos.&nbsp;<br>Agradecemos por você visitar nosso trabalho, esperamos que ele tenha contribuído para sua trajetória profissional!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 12:46:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>O uso de canabidiol no tratamento do parkinson.</title>
         <author>taiskuhn</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1407165724</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Segundo&nbsp; (BARBOSA, 2020)&nbsp; o uso de&nbsp; canabidiol tem se mostrado eficiente e desmonstra ter menos efeitos colaterais&nbsp; do que a L-dopa que é muito utilizada&nbsp; no tratamento do parkinson , a L-dopa tem se mostrado efetiva no tratamento da doença , mas os efeitos indesejaveis como os tremores nos pacientes, podem voltar a incomodar , a L-dopa é um dos medicamentos maid utilizados no tratramento , mas não tão eficaz , já o canabidiol segundo os estudos tem se mostrado mais eficaz , quase sem efeitos colaterais , não demonstra dependência , o canabidiol ainda nõo é liberado no Brasil .<br>Hoje no Brasil o tratamento de cannabis e seus derivados são limitados. Em 2015 a ANVISA liberou o uso medicinal de CBD por terem demonstrado possibilidade de uso terapêutico. Para se conseguir um produto à base de CBD hoje é necessária uma prescrição médica que seja avaliada e aprovada pela ANVISA para que possa ser importada para nosso país. Com a licença é possível importar por um período de 2 anos. As etapas são: consulta médica e prescrição, cadastramento do paciente, análise do pedido e autorização para importação por parte do órgão regulador, aquisição e importação do produto e pôr fim a fiscalização e liberação na importação (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PACIENTES DE CANNABIS MEDICINAL., 2019). Acredito que seja um dos tratamentos mais promissores no tratamento da&nbsp; doença .<br>Disponível em :<br>https://portal.unisepe.com.br/unifia/wp-content/uploads/sites/10001/2020/12/O-USO-DO-CANABIDIOL-NO-TRATAMENTO-DE-PARKINSON-311-%C3%A0-323.pdfdoença .<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-12 13:21:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Estudos sobre o uso do  canabidiol</title>
         <author>taiskuhn</author>
         <link>https://padlet.com/nataliaelesbao/a6nac4folurmwfth/wish/1409937070</link>
         <description><![CDATA[<div>O CDB é uma substância canabinoide existente na folha da <em>Cannabis sativa</em> - a maconha - que, de acordo com pesquisadores, não causa efeitos psicoativos ou dependência. O elemento possui estrutura química com grande potencial terapêutico neurológico, ou seja, pode ter ação ansiolítica (que diminui a ansiedade), antipsicótica, neuroprotetora, anti-inflamatória, antiepilética e agir nos distúrbios do sono. “Queríamos ver o efeito do canabidiol nos sintomas motores, por isso realizamos um ensaio clínico com pacientes com Parkinson”, explica Crippa.</div><div>O mal de Parkinson é uma doença neurodegenerativa que provoca tremores nas extremidades do corpo. Geralmente, 50% dos pacientes desenvolvem quadros de alteração cognitiva. “A pessoa altera a memória, a atenção, sofre efeitos de alteração motora na marcha, no equilíbrio. Além disso, 80% de pacientes com a doença adquirem depressão e transtorno comportamental de sono”, diz Crippa.</div><div>Durante seis semanas, a equipe monitorou 21 pacientes com Parkinson, divididos em três grupos - o primeiro recebeu 300 mg de canabidiol ao dia, o segundo 75 mg e o terceiro placebo (sem nenhum princípio ativo). Para que não houvesse influência psicológica e sim um efeito farmacológico eficaz, nem os pacientes, nem mesmo os médicos tinham conhecimento sobre quem estava tomando qual cápsula.</div><div>Um terceiro integrante da pesquisa numerou as substâncias e os dados foram cruzados apenas no final, quando foi constatada melhora no quadro dos pacientes que ingeriram canabidiol na dose de 75 mg, e ainda melhor na dose de 300 mg. “O mais importante é que o medicamento não apresenta efeito colateral, ao contrário dos já utilizados”, afirma Crippa.</div><div>Conforme o professor explica, as drogas atualmente usadas no tratamento da doença causam efeitos colaterais negativos, como a chamada discinesia tardia, que são movimentos repetitivos involuntários de extremidades, e movimentos da língua e mordidas nos lábios, além de sintomas psicóticos, como escutar vozes, ter delírios e mania de perseguição.</div><div>De acordo com o pesquisador, a descoberta abre uma nova possibilidade terapêutica para o mal de Parkinson, especialmente em casos refratários e mais graves, como quando a doença se manifesta na juventude, com a tendência de progredir de forma rápida e severa. “O canabidiol tem se mostrado eficiente para todas essas comorbidades. Seria a droga ideal”, afirma o pesquisador.<br>Disponível em :http://g1.globo.com/sp/ribeirao-preto-franca/noticia/2014/10/estudo-aponta-eficacia-do-canabidiol-em-pacientes-com-mal-de-parkinson.html<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 01:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aúdio sobre os pontos relevantes da doença de parkinson.</title>
         <author>taiskuhn</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-13 13:28:57 UTC</pubDate>
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