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      <title>&quot;Maria: Uma narrativa de lutas e desafios&quot; by Edvânia Santana</title>
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      <description>Padlet destinado a publicação dos contos criados pelos alunos do 2º ano B do turno Vespertino da escola Educandário Oliveira Brito. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-05 12:54:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edvaniasantana99</author>
         <link>https://padlet.com/edvaniasantana99/a63qfuhyuq8mzjne/wish/2944544015</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>                             Maria<br><br></strong></p><p><strong>                                                                   Conceição Evaristo</strong></p><p><br></p><p>Maria estava parada há mais de meia hora no ponto de ônibus. Estava cansada de esperar. Se a distância fosse menor, teria ido a pé. Era preciso mesmo ir se acostumando com a caminhada. Os ônibus estavam aumentando tanto! Além do cansaço, a sacola estava pesada. No dia anterior, no domingo, havia tido festa na casa da patroa. Ela levava para casa os restos. O osso do pernil e as frutas que tinham enfeitado a mesa. Ganhara as frutas e uma gorjeta. O osso a patroa ia jogar fora. Estava feliz, apesar do cansaço. A gorjeta chegara numa hora boa. Os dois filhos menores estavam muito gripados. Precisava comprar xarope e aquele remedinho de desentupir o nariz. Daria para comprar também uma lata de Toddy. As frutas estavam ótimas e havia melão. As crianças nunca tinham comido melão. Será que os meninos gostavam de melão?</p><p>A palma de umas de suas mãos doía. Tinha sofrido um corte, bem no meio, enquanto cortava o pernil para a patroa. Que coisa! Faca-laser corta até a vida!</p><p>Quando o ônibus apontou lá na esquina, Maria abaixou o corpo, pegando a sacola que estava no chão entra as suas pernas. O ônibus não estava cheio, havia lugares. Ela poderia descansar um pouco, cochilar até a hora da descida. Ao entrar, um homem levantou lá de trás, do último banco, fazendo um sinal para o trocador. Passou em silêncio, pagando a passagem dele e de Maria. Ela reconheceu o homem. Quando tempo, que saudades! Como era difícil continuar a vida sem ele. Maria sentou-se na frente. O homem assentou-se ao lado dela. Ela se lembrou do passado. Do homem deitado com ela. Da vida dos dois no barraco. Dos primeiros enjoos. Da barriga enorme que todos diziam gêmeos, e da alegria dele. Que bom! Nasceu! Era um menino! E haveria de se tornar um homem. Maria viu, sem olhar, que era o pai do seu filho. Ele continuava o mesmo. Bonito, grande, o olhar assustado não se fixando em nada e em ninguém. Sentiu uma mágoa imensa. Por que não podia ser de outra forma? Por que não podiam ser felizes? E o menino, Maria? Como vai o menino? cochichou o homem. Sabe que sinto falta de vocês? Tenho um buraco no peito, tamanha a saudade! Tou sozinho! Não arrumei, não quis mais ninguém. Você já teve outros... outros filhos? A mulher baixou os olhos como que pedindo perdão. É. Ela teve mais dois filhos, mas não tinha ninguém também! Homens também? Eles haveriam de ter outra vida. Com eles tudo haveria de ser diferente. Maria, não te esqueci! Tá tudo aqui no buraco do peito...</p><p>O homem falava, mas continuava estático, preso, fixo no banco. Cochichava com Maria as palavras, sem entretanto virar para o lado dela. Ela sabia o que o homem dizia. Ele estava dizendo de dor, de prazer, de alegria, de filho, de vida, de morte, de despedida. Do buraco-saudade no peito dele... Desta vez ele cochichou um pouquinho mais alto. Ela, ainda sem ouvir direito, adivinhou a fala dele: um abraço, um beijo, um carinho no filho. E logo após, levantou rápido sacando a arma. Outro lá atrás gritou que era um assalto. Maria estava com muito medo. Não dos assaltantes. Não da morte. Sim da vida. Tinha três filhos. O mais velho, com onze anos, era filho daquele homem que estava ali na frente com uma arma na mão. O de lá de trás vinha recolhendo tudo. O motorista seguia a viagem. Havia o silêncio de todos no ônibus. Apenas a voz do outro se ouvia pedindo aos passageiros que entregassem tudo rapidamente. O medo da vida em Maria ia aumentando. Meu Deus, como seria a vida dos seus filhos? Era a primeira vez que ela via um assalto no ônibus. Imaginava o terror das pessoas. O comparsa de seu ex-homem passou por ela e não pediu nada. Se fossem outros os assaltantes? Ela teria para dar uma sacola de frutas, um osso de pernil e uma gorjeta de mil cruzeiros. Não tinha relógio algum no braço. Nas mãos nenhum anel ou aliança. Aliás, nas mãos tinha sim! Tinha um profundo corte feito com faca-laser que parecia cortar até a vida.</p><p>Os assaltantes desceram rápido. Maria olhou saudosa e desesperada para o primeiro. Foi quando uma voz acordou a coragem dos demais. Alguém gritou que aquela puta safada conhecia os assaltantes. Maria assustou-se. Ela não conhecia assaltante algum. Conhecia o pai do seu primeiro filho. Conhecia o homem que tinha sido dela e que ela ainda amava tanto. Ouviu uma voz: Negra safada, vai ver que estava de coleio com os dois. Outra voz ainda lá do fundo do ônibus acrescentou: Calma gente! Se ela estivesse junto com eles, teria descido também. Alguém argumentou que ela não tinha descido só para disfarçar. Estava mesmo com os ladrões. Foi a única a não ser assaltada. Mentira, eu não fui e não sei porquê. Maria olhou na direção de onde vinha a voz e viu um rapazinho negro e magro, com feições de menino e que relembrava vagamente o seu filho. A primeira voz, a que acordou a coragem de todos, tornou-se um grito: Aquela puta, aquela negra safada estava com os ladrões! O dono da voz levantou e se encaminhou em direção a Maria. A mulher teve medo e raiva. Que merda! Não conhecia assaltante algum. Não devia satisfação a ninguém. Olha só, a negra ainda é atrevida, disse o homem, lascando um tapa no rosto da mulher. Alguém gritou: Lincha! Lincha! Lincha!... Uns passageiros desceram e outros voaram em direção a Maria. O motorista tinha parado o ônibus para defender a passageira: Calma, pessoal! Que loucura é esta? Eu conheço esta mulher de vista. Todos os dias, mais ou menos neste horário, ela toma o ônibus comigo. Está vindo do trabalho, da luta para sustentar os filhos... Lincha! Lincha! Lincha! Maria punha sangue pela boca, pelo nariz e pelos ouvidos. A sacola havia arrebentado e as frutas rolavam pelo chão. Será que os meninos gostam de melão?</p><p>Tudo foi tão rápido, tão breve. Maria tinha saudades do seu ex-homem. Por que estavam fazendo isto com ela? O homem havia segredado um abraço, um beijo, um carinho no filho. Ela precisava chegar em casa para transmitir o recado. Estavam todos armados com facas-laser que cortam até a vida. Quando o ônibus esvaziou, quando chegou a polícia, o corpo da mulher já estava todo dilacerado, todo pisoteado.</p><p>Maria queria tanto dizer ao filho que o pai havia mandado um abraço, um beijo, um carinho.</p><p>(In:&nbsp;<em>Olhos d’água</em>, p. 39-42).</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-05 13:03:15 UTC</pubDate>
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         <title>Um homem</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um homem acaba de chegar em sua casa, com uma bolada de dinheiro, acabara de chegar de um assalto, porém, não estava feliz, havia encontrado sua ex mulher no ônibus, mãe do seu filho. Ele sentia sua falta, “por que não deu certo?” pensava ele. Estava orgulhoso da sua atitude, ele não havia assaltado ela. </p><p>Alguns minutos depois, relaxando no sofá de casa, ele liga a TV, no noticiário, um assassinato em um ônibus, o homem presta atenção, uma mulher solteira, mãe de 3 filhos havia sido morta, após alguns segundos, a foto da mulher é mostrada na tela, ”ohh não! Maria?” ele gritou, a mulher havia sido espancada pelos passageiros, apenas por não ter sido assaltada, ou seja, o povo havia pensado que ela fazia parte da quadrilha, o homem conseguiu a lista das pessoas que estavam naquele ônibus, e com sangue nos olhos, foi atrás de cada uma delas. O homem havia matado 6 pessoas em uma semana, mulheres, crianças, homens e idosos, ninguém escapou, ele sentia raiva e ódio, mas lembrava de Maria “ eu a amava, por que não deu certo?” e continuou. O homem se tornou um cara frio e sem coração, ele havia matado várias pessoas, e após matar cada um dos passageiros do ônibus, nunca mais parou, ele se tornou um serial killer procurado, e nunca foi achado, todos os anos, no dia da morte de Maria, ele mata 16 pessoas, a quantidade exata de pessoas q estavam no ônibus. Mas um dia o homem acabou sendo preso e condenado a prisão perpétua.</p><p><strong>Autor: Igor Guilherme </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 17:40:33 UTC</pubDate>
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         <title>Luto</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>  João estava parado havia vinte minutos no ponto de ônibus. Estava esperando para ir ao trabalho. Todo dia essa era a rotina, acordava cedo para ir trabalhar, pegava um ônibus lotado que sempre demorava para chegar. Passava todos os dias sempre com o pensamento no que acontecera há sete anos, se entristecia sempre pensando. Não presenciou, mas se via no dia, quando sua mãe por covardia foi linchada, sendo um mal entendido. E ele se entristecia e pensava:</p><p>  "Será que eu podia...? Será que eu faria? Será que... seria diferente?"</p><p>  Enquanto pensava, olhou para a esquina e viu que o ônibus estava vindo, aprontou suas coisas e preparou-se para entrar. Entrando ele no ônibus, sentou-se do meio para a frente e assim como todos os dias os dias, imaginava o que aconteceu, baixava a cabeça e se dava a chorar, mas as lagrimas não lhe saiam. Um dos que ali estavam junto dele no ônibus, que por coincidência havia participado no dia da morte de sua mãe. O homem reconheceu o rapaz e se chegou para perto. João, vendo-o em hesitação, fixou os olhos nele. Antes que João fizesse qualquer coisa, o homem alçou a voz e disse-lhe:</p><p>  -Você é o filho de Maria, a mulher que foi linchada há sete anos, não é?</p><p>  -Sim.</p><p> Disse-lhe João. O homem lhe respondeu:</p><p>  -Eu queria pedir perdão pelo que aconteceu há sete anos. Sei que foi tudo um mal-entendido e o que aconteceu com sua mãe foi algo imperdoável! Desde que tudo foi esclarecido, não há um dia em que eu não pense no que houve, em que eu não me culpe por ter deixado uma família desestruturada e abalada. Eu vi você aí e vi que tem o rosto de sua mãe, tive de perguntar se era filho de Maria mesmo!</p><p>Por isso eu te peço me perdoe ,por favor</p><p>    João que estava calado escutando atentamente o que o homem lhe falava, agora, respondeu:</p><p> -Eu penso no que houve todos os dias, isso é como um peso dentro do meu peito por não poder fazer nada ,mas agora, depois de tudo, você vem a mim e pede perdão?</p><p> O homem, sem ideia do que aconteceria, fitou os olhos no rapaz, que, com um olhar profundo disse-lhe:</p><p> -Isso seria um peso maior se não te perdoasse! esse peso me prendeu bastante, mas agora eu quero aliviar um pouco o fardo que eu sentia.</p><p> O homem, sem acreditar e com lágrimas nos olhos, disse-lhe:</p><p>  -Obrigado rapaz, obrigado! você não sabe o peso que me tirou das costas, obrigado!</p><p>  Assim João tirou um pouco do peso do que aconteceu naquele dia e também o peso que o homem que o encontrou sentia.</p><p><strong>Autor: Kauã dos Santos</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:07:46 UTC</pubDate>
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         <title>Depois da Maria</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Muito tempo se passou depois da morte da Maria, o ex dela foi preso dois anos depois da tragédia. Ele tinha se arrependido muito por ter entrando na naquela vida e Maria naquela época foi acusada  e morta por conta dele ,a vida não foi fácil para ele, carregava uma grande culpa, até porque ele tinha um filho com ela o mais velho e logo ai depois ele foi imaginando como seria a vida do filho dele, até porque viver sem uma mãe para apoiar dar carinho, conselhos e ter amor de mãe não e muito fácil.</p><p>Maria só queria ser feliz ter uma vida normal, (mas teve sua vida tirada por causa de um cara que era apaixonado na época, que absurdo essa história ,uma história que na vida que vivemos acontece muito isso) O ex da Maria depois de preso muito tempo foi solto ele estava livre, mas ele já saberia que ia fazer dali por diante, decidiu aproximar-se de seu filho, mas ele mal queria saber do pai ele estava cheio de raiva e mágoa por conta da morte da mãe, logo o pai falou: "Eu sei você sente muita falta da sua mãe, mas hoje ela está em um bom lugar e eu me arrependo muito de ter causado aquilo tudo"</p><p>Então ele respondeu:</p><p>" Eu tenho ódio do pai que não tive por perto, eu tenho ódio do que você casou, por conta de você minha mãe está morta, morta!"</p><p> Ele abaixou a cabeça com uma lágrima caindo de seu olho e se retirou. Logo depois ele resolveu ir ao túmulo onde a Maria estava enterrada deixou-lhe uma flor no chão e lhe disse uma seguinte frase:</p><p>"Perdão quem deveria ter morrido era eu não você."</p><p><strong>Autora: Sabrina Pereira</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:15:31 UTC</pubDate>
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         <title>Eu e o filho mais velho da empregada </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em uma certa noite, estava eu e o filho da empregada Maria, nós estávamos jogando bola o nome dele do filho mais velho da empregada era, Neymar. Ele jogava muita bola, e toda vez que ele fazia um gol comemorava com a inicial da mãe. Mas naquela noite ele já tinha feito três gols, a nossa torcida gritava Neymar, mas já a torcida adversária , não estava gostando do que ele estava fazendo dentro de campo, era chapéu e caneta toda hora, o jogo acabou, eu e Neymar estávamos muito felizes, por que ganhamos o jogo de 3x0 , os três gols de Neymar, quando nós estávamos indo embora, o celular dele começou a tocar, quando ele atende o celular, ele caiu no chão chorando porque descobriu que sua mãe Maria tinha acabado de ser linchada, ele chorou e chorou, eu tentava ajudar ele, mas ele estava muito abalado e triste, ele descobriu também quem linchou foi os torcedores do time adversário que ele tinha feito três gols, ele tinha uma avaliação do Vitória no outro dia , mas ele pensou em desistir do seu maior sonho. </p><p>   Depois da morte de Maria, em uma certa noite, Neymar sonhou com sua mãe Maria, ela falou no sonho "meu filho por favor não desista do seu sonho" , Neymar ficou muito pensativo, e decidiu que ele tinha que agarrar a oportunidade no Vitória , ele foi para o teste conseguiu ser aprovado, e conseguiu se tornar um jogador profissional, e até hoje Neymar continua dedicando todos os gols que ele faz para sua mãe Maria.</p><p><strong>Autor: Luiz Gustavo </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:25:59 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação do conto de Maria 
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         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Desde aquele dia que o homem que Maria sempre foi apaixonada ele viu ele entrando no ônibus, nunca esqueceu esse dia. Após só restou lembrança desse dia passou alguns meses esse homem que teve um romance com Maria descobriu que ela tinha sido linchada e também ficou sabendo que Maria tinha 3 filhos e um deles era seu filho ,o homem foi atrás do seu filho e descobre que ele tinha largado os estudos para sustentar seus irmãos mais novos.</p><p><br></p><p><strong>Autor: Alexandre Ribeiro Da Silva</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:29:07 UTC</pubDate>
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         <title>O Legado do Irmão Mais Velho</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Havia uma vez, em uma pequena vila, três irmãos: João, o mais velho, Vitória e Pedro. Após a morte prematura de Maria, João assumiu a responsabilidade de cuidar de seus irmãos mais novos. Ele os amava profundamente e estava determinado a garantir que tivessem um futuro brilhante.</p><p>João trabalhava incansavelmente no campo para sustentar a família. Ele se esforçava para garantir que Vitória e Pedro tivessem acesso à educação e oportunidades que ele próprio não teve. Enquanto isso, Vitória e Pedro admiravam a dedicação e sacrifício de João.</p><p>À medida que cresceram, os três irmãos enfrentaram desafios juntos. João sempre os apoiava, encorajando-os a perseguir seus sonhos. Vitória se tornou uma talentosa artesã, enquanto Pedro mostrou habilidades excepcionais na agricultura.</p><p>Um dia, a vila enfrentou uma crise quando uma tempestade destruiu as plantações e as casas. João liderou a comunidade na reconstrução, inspirando seus irmãos a se juntarem a ele. Com trabalho árduo e determinação, eles ajudaram a vila a se reerguer.</p><p>Com o passar dos anos, João adoeceu. Preocupados com seu bem-estar, Vitória e Pedro cuidaram dele com o mesmo amor e dedicação que ele havia demonstrado por eles. Enquanto estava de cama, João compartilhou suas esperanças para o futuro com seus irmãos.</p><p>Após sua partida, Vitória e Pedro honraram o legado de João. Usando suas habilidades e experiências compartilhadas, eles continuaram a liderar a comunidade em tempos difíceis. O espírito de união e compaixão que João cultivou entre eles se tornou o pilar da vila.</p><p>E assim, o legado do irmão mais velho viveu através de suas palavras e ações, inspirando gerações futuras a valorizar o amor, a solidariedade e o compromisso com o bem-estar dos outros.</p><p><strong>Autor: G. N.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:33:07 UTC</pubDate>
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         <title>Rapaz magro </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>    Uma certa vez, um rapaz chamado Marlon pegou o seu ônibus no ponto de sempre e voltou para sua casa, no seu trajeto, todos do ônibus foram surpreendidos por assaltantes inclusive Marlon. Que ao perceber que uma das passageiras não foi assaltada ficou enfurecido e começou a gritar dizendo que aquela mulher estava com os assaltantes, mesmo ela dizendo que não fazia parte daquilo Marlon insistia que ela também fazia parte do roubo. Marlon juntamente com outros passageiros começaram a xingar a mulher e agredi-la que poucos instantes depois veio a falecer.</p><p><br></p><p>    Marlon ao perceber o que tinha feito desceu do ônibus correndo e se escondeu num beco ali perto e ficou até o escurecer, não sabia o que pensar e nem o que falar mais uma coisa estava óbvia ele não estava arrependido. </p><p>    Quando enfim a noite caiu voltou para sua casa e quando chegou, tirou sua roupa, tomou-lhe um banho e deitou em seu sofá como se  nada tivesse acontecido. </p><p>    Alguns meses depois do acontecido, Marlon seguiu sua vida, mas de olho aberto pois, a polícia ainda estava procurando alguns suspeitos do assassinato daquela mulher. Em uma manhã Marlon resolveu dar uma volta na cidade, e andando pelas ruas avistou de longe numa loja, uma linda mulher de pele negra e de cabelos longos e escuros. E pensou consigo mesmo: " Essa é a mulher mais linda que já vi".  Sem permissão da mulher encostou sua mão no bumbum dela e achando que ela não iria notar tentou disfarçar, mas a mulher percebeu o ocorrido e começou a gritar dizendo: </p><p>" Isso é assédio, este moço me assediou. Chamem a polícia ele encostou a mão no meu bumbum!". Enquanto a mulher gritava por ajuda, Marlon se divertia com a situação e começou a dizer alto: " Ah, cale a boca sua negra safada, sua puta vagabunda, o que foi não gostou?". Ao perceber que estava metido em encrenca começou a correr e foi embora do local. </p><p>   Marlon chegou em sua casa e deitou-se no sofá, e rindo disse: " Ela era uma puta, a roupa dela me disso isso". </p><p>Ao dizer estas palavras, ouviu batidas na porta e ao abrir notou um homem negro e forte que nem esperou Marlon dizer algo, o apagou no mesmo momento. </p><p>     O que Marlon não sabia era que, a mulher que havia assediado era uma madame chamada Sheila casada com o Sr.Dom, dono de uma boca daquela cidade. Marlon foi agredido e logo depois morto com 2 tiros na nuca e 3 no peito. </p><p>  Nunca mais ele xingou, diflamou, agrediu, assédiou e até mesmo matou uma MULHER indefesa. </p><p><br></p><p><strong> Autora: Amanda Vitória</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:38:17 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo: Sabrina, Liliane, Raquel, Alexandre, Emily Karolaine - Sobre a Lei de Injúria Racial </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:41:51 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo: Sabrina, Liliane, Raquel, Alexandre, Emily Karolaine - Sobre a Lei de Injúria Racial </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <pubDate>2024-04-08 18:42:22 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo: Kauã,Jean, Adriel, Ginael, Ana Clara- Sobre a Lei do Racismo</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <pubDate>2024-04-08 18:43:08 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo: Igor, Luan, Ana Clara, Reinam e Gustavo Sobre Lei Racial </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <pubDate>2024-04-08 18:44:37 UTC</pubDate>
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         <title>O Recomeço</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Dois anos após o assassinato de sua mãe, Brenno, Emanuell e Adriel foram adotados por uma mulher com uma boa vida financeira, bonita e de aparência jovem. Brenno é o mais velho, 17 anos de idade, uma pessoa temperamental, rebelde. Emanuell está com seus 15 anos, é um adolescente emotivo, compreensível, podemos dizer que ele é um adolescente maduro. Já o Adriel tem seus 7 anos, apenas uma criança que ainda sente falta de sua mãe.</p><p>Chegando em seu novo lar, a moça lhes falam: </p><p>- Sinto muito pelo acontecido, não imagino a dor que vocês devem sentir, mas quero que saibam que para o que precisarem, estarei aqui. Sejam bem vindos!</p><p>Os garotos agradecem pelas palavras e ela os chamam para apresentar seus recintos.</p><p>Durante a noite, Adriel se levanta de sua cama, vai até o quarto de sua cuidadora e a chama.</p><p>-Acorda, acorda... não consigo dormir...</p><p>A mulher se levanta, acolhe ele em seus braços, e o trás para perto.</p><p>- O que houve, meu pequeno?</p><p>-Tive sonhos ruins, não consigo dormir, sinto falta da mamãe...</p><p>Os olhos da mulher se enchem de lágrimas, o coração apertado, um nó na garganta... ela não sabia o que responder.</p><p>-Eu a conheci, ela era uma mulher forte, sempre pensando no bem-estar de vocês. </p><p>Me arrependo de tanta coisa, deveria ter sido uma pessoa melhor para ela, mas agora já é tarde demais. </p><p>O garoto fica confuso, e ela explica.</p><p>-Ela trabalhava para mim, muitas vezes eu a tratava mal, explorava demais dela.</p><p>Após alguns minutos, a mulher nota que a criança está sonolenta, acompanha ele até seu quarto, e faz companhia até ele dormir. </p><p>No dia seguinte, a mulher recebe uma ligação, era o pai das crianças, queria vê-los, a mulher permite, e pede que venha no final do dia. Ao chegar, cumprimenta as crianças e entrega alguns presentes, fala sobre seu envolvimento com a mãe, mas evita falar sobre o acontecimento do ônibus. </p><p>-Sinto que ela está feliz em ver que estou aqui.</p><p>Diz ele a mulher </p><p>-Ela gostaria que os visitasse com frequência, é o certo.</p><p>Ele fica pensativo a acaba concordando.</p><p>-Tenho que ir, recebi uma ligação hoje cedo, tenho uma entrevista de emprego marcada para amanhã de manhã, preciso estar descansado.</p><p>Ele se despede das crianças e parte para sua casa.</p><p>Alguns meses depois, Brenno completa seus 18 anos, e a única coisa que passa em sua mente, é a falta que sua mãe faz e o quanto ele queria a presença dela ali naquele momento.</p><p>O ex marido de Maria resolve visitar as crianças, com presentes em mãos e consciência pesada, ele resolve contar toda a história, tudo que já aconteceu entre ele e Maria, e o seu "envolvimento" com a morte de sua amada. </p><p>As crianças não sabiam o que dizer, a mulher estava imóvel.</p><p>-Você não teve culpa, tentou ajudar a ela, não queria fazer mal a ela, mas as coisas deram errado, você não tem culpa.</p><p>O homem cai em prantos, não sabia o que dizer, estava tão mal com toda aquela situação, não queria que os garotos entendessem como se ele fosse o vilão, ele teve um passado de que não se orgulhava, mas queria que eles entendessem que ele havia mudado, apenas queria o perdão deles...</p><p>Seu filho vai em direção à ele, e com os olhos cheios de lágrimas, o abraça.</p><p>-Você não tem culpa, não queria fazer mal a nossa mãe. </p><p>As outras crianças demonstram perdoá-lo, ele não sabe o que dizer, apenas chora, e as abraçam.</p><p>Finalmente, as crianças provaram melão.</p><p><br></p><p><strong>Autora: Mikaelly Miranda.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 18:57:17 UTC</pubDate>
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         <title>𝙰 𝚟𝚒𝚍𝚊 𝚊𝚙𝚘́𝚜 𝚊 𝚖𝚘𝚛𝚝𝚎 𝚍𝚎 𝙼𝚊𝚛𝚒𝚊</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
         <link>https://padlet.com/edvaniasantana99/a63qfuhyuq8mzjne/wish/2947287028</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>  𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚎𝚛𝚊 𝚎𝚡 𝚖𝚊𝚛𝚒𝚍𝚘 𝚍𝚎 𝙼𝚊𝚛𝚒𝚊 𝚌𝚑𝚎𝚐𝚘𝚞 𝚏𝚎𝚕𝚒𝚣 𝚎𝚖 𝚌𝚊𝚜𝚊 𝚊𝚙𝚘́𝚜 𝚘 𝚛𝚘𝚞𝚋𝚘 𝚋𝚎𝚖 𝚜𝚞𝚌𝚎𝚍𝚒𝚍𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚏𝚎𝚣 𝚌𝚘𝚖 𝚜𝚎𝚞𝚜 𝚙𝚊𝚛𝚌𝚎𝚒𝚛𝚘𝚜, 𝚖𝚊𝚒𝚜 𝚝𝚊𝚛𝚍𝚎 𝚗𝚊𝚚𝚞𝚎𝚕𝚎 𝚍𝚒𝚊 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚎𝚜𝚝𝚊𝚟𝚊 𝚊𝚜𝚜𝚒𝚜𝚝𝚒𝚗𝚍𝚘 𝚃𝚅 𝚞𝚖𝚊 𝚗𝚘𝚝𝚒́𝚌𝚒𝚊 𝚍𝚎𝚒𝚡𝚘𝚞 𝚎𝚕𝚎 𝚌𝚑𝚘𝚌𝚊𝚍𝚘, 𝙼𝚊𝚛𝚒𝚊 𝚚𝚞𝚎 𝚎𝚛𝚊 𝚜𝚞𝚊 𝚎𝚡 𝚖𝚞𝚕𝚑𝚎𝚛 𝚏𝚘𝚒 𝚖𝚘𝚛𝚝𝚊 𝚒𝚗𝚓𝚞𝚜𝚝𝚊𝚖𝚎𝚗𝚝𝚎 𝚙𝚘𝚛 𝚙𝚎𝚜𝚜𝚘𝚊𝚜 𝚚𝚞𝚎 𝚊𝚌𝚑𝚊𝚛𝚊𝚖 𝚚𝚞𝚎 𝚎𝚕𝚊 𝚏𝚊𝚣𝚒𝚊 𝚙𝚊𝚛𝚝𝚎 𝚍𝚘 𝚛𝚘𝚞𝚋𝚘, 𝚎𝚕𝚎 𝚏𝚒𝚌𝚘𝚞 𝚜𝚎𝚖 𝚛𝚎𝚊𝚌̧𝚊̃𝚘 𝚊𝚙𝚘́𝚜 𝚛𝚎𝚌𝚎𝚋𝚎𝚛 𝚎𝚜𝚜𝚊 𝚗𝚘𝚝𝚒́𝚌𝚒𝚊 𝚎 𝚊𝚐𝚘𝚛𝚊 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚘𝚜 𝚏𝚒𝚕𝚑𝚘𝚜 𝚍𝚎𝚕𝚊 𝚟𝚊̃𝚘 𝚏𝚒𝚌𝚊𝚛, 𝚒𝚜𝚜𝚘 𝚎́ 𝚝𝚞𝚍𝚘 𝚖𝚒𝚗𝚑𝚊 𝚌𝚞𝚕𝚙𝚊, 𝚎𝚕𝚎 𝚏𝚒𝚌𝚘𝚞 𝚍𝚎𝚜𝚘𝚕𝚊𝚍𝚘, 𝚘𝚜 𝚜𝚎𝚞𝚜 𝚊𝚖𝚒𝚐𝚘𝚜 𝚝𝚎𝚗𝚝𝚊𝚛𝚊́ 𝚊𝚌𝚊𝚕𝚖𝚊𝚛 𝚎𝚕𝚎, 𝚊𝚙𝚘́𝚜 𝚎𝚕𝚎 𝚜𝚎 𝚊𝚌𝚊𝚕𝚖𝚊𝚛 𝚞𝚖 𝚙𝚘𝚞𝚌𝚘 𝚎𝚕𝚎 𝚍𝚎𝚌𝚒𝚍𝚒𝚞 𝚒𝚛 𝚟𝚎𝚛 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚘𝚜 𝚖𝚎𝚗𝚒𝚗𝚘𝚜 𝚎𝚜𝚝𝚊𝚟𝚊𝚖, 𝚌𝚑𝚎𝚐𝚊𝚗𝚍𝚘 𝚕𝚊́ 𝚎𝚕𝚎 𝚋𝚊𝚝𝚎 𝚗𝚊 𝚙𝚘𝚛𝚝𝚊 𝚘𝚜 𝚖𝚎𝚗𝚒𝚗𝚘𝚜 𝚏𝚒𝚌𝚊𝚛𝚊𝚖 𝚏𝚎𝚕𝚒𝚣𝚎𝚜 𝚙𝚎𝚗𝚜𝚊𝚗𝚍𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚎𝚛𝚊 𝚜𝚞𝚊 𝚖𝚊̃𝚎 𝚚𝚞𝚎 𝚑𝚊𝚟𝚒𝚊 𝚌𝚑𝚎𝚐𝚊𝚍𝚘, 𝚖𝚊𝚜 𝚊𝚘 𝚊𝚋𝚛𝚒𝚛 𝚊 𝚙𝚘𝚛𝚝𝚊 𝚟𝚒𝚛𝚊𝚖 𝚞𝚖 𝚑𝚘𝚖𝚎𝚖 𝚎𝚜𝚝𝚛𝚊𝚗𝚑𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚗𝚞𝚗𝚌𝚊 𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊𝚖 𝚟𝚒𝚜𝚝𝚘 𝚊𝚗𝚝𝚎𝚜, </p><p>-O𝚕𝚊́ 𝚋𝚘𝚊 𝚗𝚘𝚒𝚝𝚎, 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚟o𝚌ê𝚜 𝚎𝚜𝚝𝚊̃𝚘 ?, 𝚙𝚘𝚜𝚜𝚘 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚊𝚛?</p><p> O 𝚖𝚎𝚗𝚒𝚗𝚘 𝚛𝚎𝚜𝚙𝚘𝚗𝚍𝚎𝚞: </p><p>-Q𝚞𝚎𝚖 é 𝚟𝚌 𝚎𝚞 𝚗𝚊̃𝚘 𝚝𝚎 𝚌𝚘𝚗𝚑𝚎𝚌̧𝚘,𝚎𝚞 𝚗𝚊̃𝚘 𝚙𝚘𝚜𝚜𝚘 𝚍𝚎𝚒𝚡𝚊𝚛 𝚎𝚜𝚝𝚛𝚊𝚗𝚑𝚘𝚜 𝚎𝚗𝚝𝚛𝚊𝚛.</p><p>E𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚘 𝚑𝚘𝚖𝚎𝚖 𝚍𝚒𝚜𝚜𝚎:</p><p>-D𝚎𝚒𝚡𝚊 eu me 𝚊𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚗𝚝𝚊𝚛, 𝚜𝚘𝚞 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚞𝚖 𝚟𝚎𝚕𝚑𝚘 𝚊𝚖𝚒𝚐𝚘 𝚍𝚎 𝚜𝚞𝚊 𝚖𝚊̃𝚎.</p><p>- P𝚛𝚊𝚣𝚎𝚛 𝚎𝚞 𝚜𝚘𝚞 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚅𝚒𝚝𝚘𝚛!</p><p>- E𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚅𝚒𝚝𝚘𝚛 𝚟o𝚌ê 𝚓𝚊 𝚜𝚘𝚞𝚋𝚎 𝚍𝚊 𝚗𝚘𝚝𝚒́𝚌𝚒𝚊 𝚜𝚘𝚋𝚛𝚎 𝚜𝚞𝚊 𝚖𝚊̃𝚎? </p><p>-M𝚒𝚗𝚑𝚊 𝚖𝚊̃𝚎 𝚘 𝚚ue 𝚊𝚌𝚘𝚗𝚝𝚎𝚌𝚎𝚞 𝚌𝚘𝚖 𝚎𝚕𝚊?E𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚘 𝚑𝚘𝚖𝚎𝚖 𝚍𝚒𝚜𝚜𝚎:</p><p>- I𝚗𝚏𝚎𝚕𝚒𝚣𝚖𝚎𝚗𝚝𝚎 𝚊 𝚜𝚞𝚊 𝚖𝚊̃𝚎 𝚏𝚊𝚕𝚎𝚌𝚎𝚞. </p><p>-F𝚊𝚕𝚎𝚌𝚎𝚞? 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚊𝚜𝚜𝚒𝚖? 𝚒𝚜𝚜𝚘 𝚗𝚊̃𝚘 𝚙𝚘𝚍𝚎 𝚜𝚎𝚛 𝚟𝚎𝚛𝚍𝚊𝚍𝚎!</p><p>- E𝚞 𝚜𝚒𝚗𝚝𝚘 𝚖𝚞𝚒𝚝𝚘, 𝚖a𝚜 𝚒𝚗𝚏𝚎𝚕𝚒𝚣𝚖𝚎𝚗𝚝𝚎 é 𝚟𝚎𝚛𝚍𝚊𝚍𝚎.</p><p>- N𝚊̃𝚘, 𝚗𝚊̃𝚘 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚎𝚞 𝚎 𝚖𝚎𝚞𝚜 𝚒𝚛𝚖𝚊̃𝚘𝚜 𝚟𝚊𝚖𝚘𝚜 𝚏𝚒𝚌𝚊𝚛?  𝚒𝚜𝚜𝚘 𝚜𝚘́ 𝚙𝚘𝚍𝚎 𝚜𝚎𝚛 𝚋𝚛𝚒𝚗𝚌𝚊𝚍𝚎𝚒𝚛𝚊. </p><p>  𝙴𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚍𝚎𝚙𝚘𝚒𝚜 𝚍𝚎 𝚝𝚞𝚍𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚊𝚌𝚘𝚗𝚝𝚎𝚌𝚎𝚞 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚛𝚎𝚜𝚘𝚕𝚟𝚎 𝚌𝚞𝚒𝚍𝚊𝚛 𝚍𝚘𝚜 𝚏𝚒𝚕𝚑𝚘𝚜 𝚍𝚎 𝙼𝚊𝚛𝚒𝚊. 𝙴𝚕𝚎 𝚊𝚛r𝚞𝚖𝚊 𝚞𝚖 𝚎𝚖𝚙𝚛𝚎𝚐𝚘 𝚎 𝚊𝚕𝚞𝚐𝚊 𝚞𝚖𝚊 𝚌𝚊𝚜𝚊 𝚙𝚛𝚊 𝚖𝚘𝚛𝚊𝚛 𝚌𝚘𝚖 𝚎𝚕𝚎𝚜. </p><p>  𝙿𝚊𝚜𝚜𝚊𝚛𝚊𝚖-𝚜𝚎 𝚊l𝚐𝚞𝚗𝚜 𝚊𝚗𝚘𝚜 𝚘𝚜 𝚖𝚎𝚗𝚒𝚗𝚘𝚜 𝚓𝚊́ 𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊𝚖 𝚌𝚛𝚎𝚜𝚌𝚒𝚍𝚘 𝚘 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚟𝚒𝚝𝚘𝚛 𝚚𝚞𝚎 𝚎𝚛𝚊 𝚘 𝚖𝚊𝚒𝚜 𝚟𝚎𝚕𝚑𝚘 𝚓𝚊́ 𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊 𝟷𝟾 𝚊𝚗𝚘𝚜, 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚝𝚒𝚗𝚑𝚊 𝚊𝚛𝚛𝚞𝚖𝚊𝚍𝚘 𝚞𝚖𝚊 𝚗𝚊𝚖𝚘𝚛𝚊𝚍𝚊, 𝚎𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚎𝚖 𝚞𝚖𝚊 𝚋𝚎𝚕𝚊 𝚗𝚘𝚒𝚝𝚎 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚍𝚎𝚌𝚒𝚍𝚎 𝚊𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚗𝚝𝚊𝚛 𝚊 𝚗𝚊𝚖𝚘𝚛𝚊𝚍𝚊 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚘𝚜 𝚖𝚎𝚗𝚒𝚗𝚘𝚜, 𝚎𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚎𝚕𝚎 𝚏𝚎𝚣 𝚞𝚖 𝚓𝚊𝚗𝚝𝚊𝚛 𝚎 𝚛𝚎𝚞𝚗𝚒𝚞 𝚊 𝚏𝚊𝚖í𝚕𝚒𝚊 𝚙𝚊𝚛𝚊 𝚊𝚙𝚛𝚎𝚜𝚎𝚗𝚝𝚊𝚛 𝚜𝚞𝚊 𝚗𝚊𝚖𝚘𝚛𝚊𝚍𝚊, 𝚎𝚕𝚎𝚜 𝚓𝚊𝚗𝚝𝚊𝚛𝚊𝚖, 𝚛𝚒𝚛𝚊𝚖 𝚎 𝚜𝚎 𝚍𝚒𝚟𝚎𝚛𝚝𝚒𝚛𝚊𝚖 𝚊𝚋𝚎𝚜𝚜𝚊, 𝚘𝚜 𝚖𝚎𝚗𝚒𝚗𝚘𝚜 𝚐𝚘𝚜𝚝𝚊𝚛𝚊𝚖 𝚖𝚞𝚒𝚝𝚘 𝚍𝚊 𝚗𝚘𝚟𝚊 𝚗𝚊𝚖𝚘𝚛𝚊𝚍𝚊 𝚍𝚎 𝙹𝚘𝚊̃𝚘.</p><p>  𝙰𝚙𝚘́𝚜 𝚊𝚕𝚐𝚞𝚗𝚜 𝚖𝚎𝚜𝚎𝚜 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚎 𝚜𝚞𝚊 𝚗𝚊𝚖𝚘𝚛𝚊𝚍𝚊 𝚓𝚞𝚕𝚒𝚊 𝚛𝚎𝚜𝚘𝚕𝚟𝚎𝚛𝚊𝚖 𝚖𝚘𝚛𝚊𝚛 𝚓𝚞𝚗𝚝𝚘𝚜, 𝚓𝚞𝚕𝚒𝚊 𝚎𝚛𝚊 𝚞𝚖𝚊 𝚖𝚞𝚕𝚑𝚎𝚛 𝚋𝚎𝚖 𝚜𝚞𝚌𝚎𝚍𝚒𝚍𝚊, 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚝𝚊𝚖𝚋𝚎́𝚖 𝚜𝚎 𝚝𝚘𝚛𝚗𝚘𝚞 𝚞𝚖 𝚑𝚘𝚖𝚎𝚖 𝚋𝚎𝚖 𝚜𝚞𝚌𝚎𝚍𝚒𝚍𝚘, 𝚎𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝚎𝚕𝚎𝚜 𝚙𝚊𝚜𝚜𝚊𝚛𝚊𝚖 𝚊 𝚖𝚘𝚛𝚊𝚛 𝚓𝚞𝚗𝚝𝚘𝚜 𝚌𝚘𝚖𝚘 𝚞𝚖𝚊 𝚏𝚊𝚖𝚒́𝚕𝚒𝚊, 𝚎𝚕𝚎𝚜 𝚏𝚒𝚣𝚎𝚛𝚊𝚖 𝚟𝚊́𝚛𝚒𝚊𝚜 𝚟𝚒𝚊𝚐𝚎𝚗𝚜 𝚊𝚘 𝚛𝚎𝚍𝚘𝚛 𝚍𝚘 𝚖𝚞𝚗𝚍𝚘. 𝙴 𝚎𝚗𝚝𝚊̃𝚘 𝙹𝚘𝚊̃𝚘 𝚌𝚘𝚗𝚜𝚎𝚐𝚞𝚒𝚞 𝚝𝚞𝚍𝚘 𝚚𝚞𝚎 𝚜𝚎𝚖𝚙𝚛𝚎 𝚜𝚘𝚗𝚑𝚘𝚞, 𝚞𝚖𝚊 𝚕𝚒𝚗𝚍𝚊 𝚏𝚊𝚖𝚒́𝚕𝚒𝚊.</p><p><strong>Autor: Marcos Vinicius</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 20:33:26 UTC</pubDate>
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         <title>O conto de Everton</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Everton era um menino que vivia com sua mãe, mas infelizmente em um certo dia sua mãe demorou chegar em casa, as horas se passaram e sua mãe nada de chegar, mas Everton sabia que sua mãe não era de chegar tarde em casa então enquanto ele assistia jornal em sua casa Everton viu que tinham matado a sua mãe em um ônibus. Quando ele viu que sua mãe estava morta ele e os irmão não sabiam o que  fazer sem sua mãe.</p><p> Os anos se passaram  Everton e seus irmãos não conseguiam tirar a mãe da mente, a cada dia que se passava eles lembravam o quando a sua a mãe era importante para eles, ele lembrou o quanto sua mãe era guerreira ele não esqueceu o quanto sua mãe cuidou deles.</p><p>Os anos se passaram e Everton arrumou trabalho para sustentar seus irmãos então cada dia que passava ele lembrava o quanto sua mãe trabalhou para não ver eles passarem  fome.</p><p>O tempo foi passando e Everton conseguia a cada dia conquistar coisas,  mas nunca tirou sua mãe do coração e sempre lembrava que ela era guerreira apaixonada pelo que fazia.</p><p><br/></p><p><strong>Autor: DEIVID SANTOS</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-08 20:37:37 UTC</pubDate>
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         <title>Filho de Maria</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Depois que minha mãe se foi, tive que aprender a me cuidar, encarar a vida de forma dura, tive que aprender a cuidar dos meus irmãos. A vida não tem sido fácil nem para mim nem para eles, tive que aprender a me virar para poder sustentar eu e meus irmãos ,não foi nada fácil, até porque no país em que vivemos ser preto e pobre é como se fosse algo simples.</p><p>Tentei ir atrás de vingança, atrás do homem por qual peguei tanto ódio e raiva, pensei em fazer justiça com minhas próprias mãos já que a justiça no nosso mundo não foi feita, esqueceram sobre o caso da minha mãe, como se nunca estivesse existido. Penso em como seria diferente se ela não tivesse entrado naquele ônibus, ela pagou por uma coisa que não tinha nada a haver com ela só por causa da cor dela ,é isso que todos nós sofremos todos os dias, independente do lugar onde estamos, sempre seremos alvos de olhares diferentes, olhares feios.</p><p>Hoje vivemos só com o luto da doce lembrança da nossa mãe.</p><p><strong>Autora: Ana klara</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 19:43:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>No Educandário Oliveira Brito, 2º ano B do turno vespertino, encontramos uma turminha vibrante e cheia de energia. Cada aluno traz consigo uma história única, mas juntos formam uma equipe incrível. Com seu entusiasmo contagioso e sua sede de aprender, eles transformam a sala de aula em um espaço de descoberta e crescimento. São jovens determinados, prontos para enfrentar os desafios que o futuro reserva. Nessa turma a diversidade de ideias e talentos é celebrada, criando um ambiente de aprendizado dinâmico e inspirador. Foi um prazer estar com vocês durante essas semanas. </p><p>Professora: <strong>Edvânia Santana </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 19:47:25 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo: Rayane, Andreza, Adriel e Amanda  Sobre a Lei Maria da Penha</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-04-09 19:49:00 UTC</pubDate>
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         <title>Ex - marido de Maria</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
         <link>https://padlet.com/edvaniasantana99/a63qfuhyuq8mzjne/wish/2949467176</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Depois de todo o ocorrido com a trágica morte de Maria, o seu ex marido se arrependeu muito, em perceber que a morte foi acusada por ele.</p><p>Realmente a morte dela foi acusada por ele em várias questões. Ele se arrependeu muito em perceber que a sua ex amada foi espancada, pelo fato dele entrar no ônibus assaltando e os passageiros pensarem que ela estava envolvida no assalto, por apenas conhecer ele.</p><p>Enfim, ele se arrependeu bastante em perceber que a eu ex amada foi morta por culpa dele, mas procurou meios para se cuidar psicologicamente e seguiu sua vida se cuidando.</p><p><strong>Autora: ******</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-10 12:01:40 UTC</pubDate>
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         <title>A vingança do filho mais velho
</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>   Logo muito depois de longo tempo, ainda me lembro da tragédia que eu e meus irmãos mais novos passamos, de perder nossa mãe que foi linchada por ser acusada de cumplice de um assalto, logo após seu expediente como doméstica.</p><p>  Após a morte da nossa mãe, a polícia investigou o caso, mas não encontrou o grupo de assaltantes, então arquivaram o caso, depois disso tivemos o velório da nossa mãe. Meus irmãos mais novos secaram seus olhos pois estavam vermelhos de tantas lágrimas derramadas eu estava triste, mas ao mesmo tempo com raiva por sua morte injusta. Logo após o velório o irmão da nossa mãe  decidiu adotar eu e meus irmãos, mudamos de casa, já que nosso tio Lorenzzo tem uma boa situação financeira, a casa dele é o dobro da nossa antiga moradia, diante dessa nova casa eu consegui ver um lindo sorriso dos meus irmãos, que a muito tempo não via. Depois disso eu ingressei na faculdade e me formei em primeiro lugar, para vingar a minha mãe, decidi virar investigador para resolver o caso arquivado do assalto do ônibus daquela noite, há quatro anos. Depois de muito tempo de investigação, encontrei uma testemunha, o motorista que havia dirigido naquela noite, após essa conversa, ele me disse quem estava sentado ao lado da minha mãe, as informações como identidade, como altura, cor da pele e a reação dele durante o assalto. Diante dessas informações percebi que o suspeito se parece comigo, então desconfiei que fosse meu pai que eu não conhecia, investiguei mais de perto e então cheguei a uma conclusão e acabei encontrando o endereço do meu pai, por um momento fiquei pensativo se deveria vê-lo, mas criei coragem e fui ao seu encontro, minhas pernas tremiam e eu suava frio, bati em sua porta e ele abriu, quando o vi não segurei minhas lágrimas e o chamei de pai, surpreso ele disse:</p><p> -filho, o que você faz aqui?</p><p> Eu contei tudo ao meu pai, ele com um peso na consciência, me contou tudo e pediu perdão, ele se entregou a polícia me contou a localização dos cúmplices que participaram do assalto, os prendi e resolvi o caso da morte da minha mãe.</p><p><strong>Autor: Jean Santos Silva </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 13:04:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Eu, a patroa e a empregada</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
         <link>https://padlet.com/edvaniasantana99/a63qfuhyuq8mzjne/wish/2951082731</link>
         <description><![CDATA[<p> Em uma certa tarde eu estava fazendo uma massa de cal para pintar o porão da casa da minha patroa, que pediu para eu fazer um retoque nas paredes do porão. Então continuando meu serviço, ouvi vozes quando já estava tarde da noite, sai do porão e voltei para casa questionando minha patroa se foi ela que tinha me chamado ou falado algo, só que ela me disse que não foi ela e nem ouviu vozes também. Assustado pensei que estava ficando louco, então me surgiu uma dúvida e perguntei para ela se alguém já tinha  falecido naquela casa, e ela me falou que sim, já faleceu uma empregada, só que não foi na casa dela , ela foi morta em um ônibus público pisoteada. Fiquei bastante abismado e com calafrios naquela noite, então decidi voltar para minha casa, já que eu tenho que fazer um percurso no ônibus público. Comecei a dormir cansado e abismado no ônibus, comecei a ouvir gritos e sons de pisadas, acordei suando frio, pensei que estava delirando e logo veio em minha mente a história da minha patroa sobre Maria, então continuei meu trajeto, e voltei na tarde seguinte para terminar meu serviço, com bastante medo e receio do dia anterior. Comecei trabalhando mesmo com medo, comecei a pintar a parede, e as luzes começaram a piscar, o balde de tinta começou a tremer e eu ficar cada vez mais apavorado, escutei um choro e uma voz de uma mulher gritando por socorro , eu sabia que deveria ser Maria, uma coisa paranormal e sobrenatural, veio uma imagem de uma mulher negra que possivelmente seria Maria.</p><p>Não pensei em duas vezes para chamar um padre e avisei a minha patroa, que tinha uma alma presa na casa, e seria Maria, então chamamos o padre juntos, para tirar aquele espírito da casa, ele fez oque tinha que ser feito, e tudo voltou ao normal terminei meu serviço e falei com minha patroa que aquilo foi algo que nunca eu ia esquecer.</p><p><strong>Autor: Luan Silva</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 13:09:41 UTC</pubDate>
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         <title>O peso da culpa</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>    Depois da morte de Maria, o seu ex marido se sentiu culpado, pois foi por causa dele que aquelas pessoas agrediram ela até a morte. O sentimento da culpa foi consumindo ele aos poucos, sempre pensava como seu filho estava sem a sua mãe, estava sozinho nesse mundo com seus irmãos.</p><p>    Após alguns anos ele reencontrou o seu filho, porém o Rodrigo (seu filho), estava numa situação de rua, bêbado e sujo. A vontade dele era de abraçá-lo, mas Rodrigo não sabia quem ele era. Novamente se sentiu mal em ver o seu filho numa situação tão delicada. </p><p>     Depois de uns dias, Reginaldo estava assistindo jornal, quando de repente apareceu a foto de um jovem, era seu filho. Estava sendo procurado por ter tirado a vida de uma pessoa. O homem que havia sido morto, era o motorista do ônibus onde Maria havia sido morta. Saiu correndo de sua casa atrás de seu filho, porém não encontrou. </p><p>     Alguns meses depois, naquele mesmo trajeto, o encontrou, abriu um lindo sorriso de orelha a orelha e deu um abraço sincero em seu filho. Rodrigo sem entender o motivo daquilo, perguntou: “Quem é você, senhor? De onde você me conhece?” Reginaldo respondeu falando: “Eu sou o seu pai! Há muito tempo queria te dizer isso.” Rodrigo chorou e perguntou muitas coisas, “Por que você nos abandonou, eu e minha mãe?” Reginaldo não conseguia explicar o motivo, só sabia chorar e chorar. Após esse momento de reencontro, a polícia chegou e começou a atirar, baleando Rodrigo e Reginaldo. E assim os dois morreram em um momento feliz, porém, um momento onde os dois acabaram perdendo a vida.</p><p><strong>Autora: Bruna Layla</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 13:14:19 UTC</pubDate>
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         <title>Como é a Vida após a Morte de (Maria)</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Luiz após a morte da mãe ficou muito triste pois uma pessoa pessoa tão importante na vida dele tinha partido e agora ele precisava ajudar seu pai José a cuidar do seu irmão mais novo, não seria fácil para ele ajudar seu pai a cuidar do seu irmão mais novo e muito menos ficarem sem Maria ao lado deles, mas eles sabiam que eles iam conseguir.</p><p>O tempo foi passando e eles aos poucos foram melhorando o luto deles, seu irmão mais novo Lucas já havia completado 4 anos então ele já ia para seu primeiro dia de aula, Luiz então foi levar seu irmão Lucas para a escola, mas ele estava triste pois sempre sonhou e pensou que sua mãe Maria iria te levar no seu seu primeiro dia de aula, mas ele mesmo assim foi para a escola. Lucas se sentiu melhor por que lembrou que depois da aula ele seu irmão e seu pai iam para a praia lá na sua linda cidade de Salvador, Lucas sempre amou a sua cidade. Assim que Lucas chegou da escola chamou seu pai José e seu irmão Luiz para irem na praia  então Lucas falou:</p><p>Pai vamos para praia?</p><p>aí José respondeu:</p><p>- Vamos sim filho!</p><p>aí Lucas falou:</p><p>-Que bom pai</p><p>Luiz respondeu então para seu irmão Lucas:</p><p>- Vamos sim irmão, eu queria muito ir!!</p><p>Enfim eles foram para a praia e logo após se divertirem muito  eles foram para casa.</p><p>Logo pela tarde Luiz foi fazer uma faculdade de engenharia para ser engenheiro civil ele estudou muito e se dedicou muito para fazer a prova.... logo após fazer a prova ele recebeu o resultado ele passou na prova e então se formou na escola dele ia ter uma festa de formatura e ele chamou o pai dele e seu irmão mais novo para a festa Luiz falou:</p><p>-gente vamos para a festa da minha formatura?? eu passei!! </p><p>José:</p><p>-Que bom meu filho estou muito orgulhoso de você!!</p><p> Seu irmão Lucas fala:</p><p>- Que bom irmão fico muito feliz por você!! e o pai muito orgulhoso e o irmão muito feliz por ele abraçam ele; Luiz fica muito feliz e fala:</p><p>-Muito obrigado gente pelo apoio!! </p><p>José e Lucas:</p><p>-Por nada você merece sempre!! </p><p>Luiz então vai se arrumar para a festa da sua formatura</p><p>e Lucas e José também vão se arrumar....</p><p>Luiz após se arrumar convida Luana para o baile!!</p><p>Mensagem:</p><p>-Oi Lu bora ao baile comigo?? </p><p>Luana Responde:</p><p>-Claro vamos sim eu queria muito ir com você, e que você me chamasse!!</p><p>Enfim Luiz vai a formatura com seu pai José e seu irmão Lucas.</p><p>Lá no baile mLuiz chama Luana para dançar</p><p>-Vamos dançar Lu??  Luana:</p><p>-Vamos Sim!  ela respondeu com vergonha. </p><p>Enfim eles no meio da dança se beijam e aí logo depois Luiz pede ela em namoro pois já gostava dela há muito tempo....</p><p>Luiz :Quer namorar comigo Lu?? </p><p>Luana: Quero Sim!! </p><p>Enfim a (2 anos depois) </p><p>Luiz pede a Luana em Casamento!! </p><p>-Quer casar comigo lu?? </p><p>Luana Responde:</p><p>-Quero Sim</p><p>Ele convida seu pai José e seu irmão Lucas para o casamento e eles ficam muito Felizes e abraçam ele e falam felicidades para você!!  Luiz reponde:</p><p>-Muito obrigado gente pelo apoio de sempre!! seu pai e seu irmão respondem:</p><p>-Por nada você merece sempre!! </p><p>Enfim eles chegam na igreja</p><p>Luiz muito nervoso esperando sua noiva fala gente que demora seu pai e seu irmão o apoiam falando calma ela já vai vim o noivo chega primeiro enfim ele fica esperando logo depois toca a música de casamento e em seguida Luana chega muito linda eles se casam e vivem felizes para sempre!! </p><p>seu pai e seu irmão continuam felizes morando juntos o pai arruma um emprego melhor como empresário e o irmão mais novo de Luiz, Lucas entra no ensino médio já sonhado com a faculdade sempre se inspirando no seu irmão mais velho para ter um bom emprego e pensando no orgulho que sua mãe Maria vai ter dele vendo ele lá de cima no céu Fim....!! </p><p><strong>Autora: Ana Clara Bitencourt Miranda</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 14:13:17 UTC</pubDate>
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         <title>O LUTO DE RICARDO O EX - MARIDO DE MARIA </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Um dia, Ricardo recebeu a notícia da morte de Maria. Apesar de sua separação, ele foi tomado por uma profunda tristeza ao saber da perda de alguém que um dia significou tanto para ele. Isso o fez refletir sobre o que poderia ter sido feito de forma diferente em seu relacionamento com Maria.</p><p>A morte de Maria trouxe à tona sentimentos complexos em Ricardo, levando-o a buscar reconciliação consigo mesmo e com o passado. Ele decidiu honrar a memória de Maria vivendo uma vida significativa e buscando compreensão e perdão.</p><p>Assim, Ricardo encontrou forças para seguir em frente, carregando consigo as lições aprendidas com sua história ao lado de Maria, enquanto continuava sua jornada de crescimento pessoal e compaixão pelos outros.</p><p><strong>Autora: Anna Vitória Santos de Jesus</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 14:15:35 UTC</pubDate>
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         <title>A patroa </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>A patroa em um bela noite viu no jornal que uma mulher morreu espancada no ônibus, até então, ela não sabia que era a sua empregada doméstica Maria, e quando ela descobriu a morte de seu empregada se sentiu muito magoada, além disso ficou muito pensativa sobre a morte de Maria. </p><p>Ao longo do tempo ela foi visitar os filhos de Maria para ver como eles estavam se sentindo sobre a morte de sua mãe.</p><p>Após isso a patroa chamou os filhos dá ex  empregada para morar em sua casa, eles aceitaram irem morar com ela, gostam dessa oportunidade. Ao longo do tempo ela começou a procurar uma empregada nova para trabalhar em sua casa, também os filhos da empregada queriam ajudar nos a fazeres domésticos. Então ficaram em sua família muito feliz, depois disso eles encontraram um bom emprego ficaram felizes.</p><p><strong>Auto: Reinan Santos </strong></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 14:18:36 UTC</pubDate>
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         <title>Após a trágica morte de Maria </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p> Mas em vez disso, lá  estava  ela, deitada, ensanguentada com a sacolas cheias de frutas largadas no chão  do ônibus, sem vida, logo antes da polícia  militar  ter chegado. Fazendo os procedimentos e isolando a área  e perguntando  ao motorista  sobre o ocorrido, ele o motorista,  começou  a contar aos policiais  sobre o infeliz  acontecimento, e todos os detalhes, que levou à aquela mulher  a ser linchada e  morta. Logo  após saber dos detalhes, os policiais perguntaram se alguém  da família  da moça  veio perguntar  sobre ela. Mas logo o motorista  disse que não  e que ela era um mãe  sozinha  e só tinha  ela e os três  filhos. </p><p>Passado algum tempo, vemos a aquela mãe  sendo levada  pro necrotério. Mas em casa o filho mais velho chamado  Pedro já estranhava a demora da mãe, ele acabou se perguntando  o que poderia ter acontecido  para ela demorar tanto, mas logo veio em sua casa a vizinha  gritando  alto, falando  o que aconteceu  com a mãe dele . Ele claro  ficou sem palavras. Após saber da morte Pedro, começou a chorar, e a ficar transtornado e a se perguntar o que a sua mãe  fez de errado para morrer desse jeito. </p><p>Após muitos anos, Pedro relembrando e contando a sua esposa, ele diz que depois da morte de sua mãe  a sua vida nunca foi a mesma, ele e seus irmãos  se separaram, foram para orfanatos e ele foi morar nas ruas. Até que um dia  quando estava mais velho  e alguém  o ajudou  e ofereceu onde trabalhar, dormir  e comer, um lar em que ele podia se sustentar. Depois trabalhou muito, para que um dia possa conseguir  encontrar seus irmãos.</p><p><strong>Autor: Adriel  Oliveira</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 14:27:26 UTC</pubDate>
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         <title>Autora do conto &quot;Maria&quot; Conceição Evaristo </title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Conceição Evaristo</strong> é uma escritora mineira, de Belo Horizonte, nascida em 29 de novembro de 1946, e doutora em Literatura Comparada. Escritora de origem pobre e de etnia negra, seus textos trazem a experiência de opressão e marginalidade, com forte valorização da memória ancestral.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referência:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/conceicao-evaristo.htm#:~:text=Concei%C3%A7%C3%A3o%20Evaristo%20%C3%A9%20uma%20escritora,forte%20valoriza%C3%A7%C3%A3o%20da%20mem%C3%B3ria%20ancestral">https://mundoeducacao.uol.com.br/literatura/conceicao-evaristo.htm#:~:text=Concei%C3%A7%C3%A3o%20Evaristo%20%C3%A9%20uma%20escritora,forte%20valoriza%C3%A7%C3%A3o%20da%20mem%C3%B3ria%20ancestral</a>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 14:29:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Já estou com saudades! Bons estudos, meus queridos e não desistam dos seus sonhos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-11 15:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>As Lições de Redenção de João</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
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         <description><![CDATA[<p>Após a morte de Maria, o ex-marido dela, João ‚viu-se consumido pela culpa e pelo arrependimento. Ele relembrava os momentos em que não foi o marido que deveria ter sido, os momentos em que falhou em apoiar</p><p>Maria em suas lutas e desafios.</p><p>A dor da perda misturava-se com a angústia de não ter feito o suficiente para concertar as coisas enquanto Maria ainda estava viva. No entanto, ao invés de se deixar afundar na escuridão da culpa, João decidiu transformar sua dor em algo positivo.</p><p>Determinado a redimir-se e a honrar a memória de Maria, João começou a buscar maneiras de ajudar os outros, especialmente aqueles que enfrentavam situações semelhantes as que Maria enfrentará. Ele se envolveu em projetos sociais, oferecendo suporte emocional e prático para pessoas em situações vulneráveis.</p><p>Ao longo do tempo, João descobriu um propósito renovado ao se dedicar a causas nobres e ajudar aqueles que precisavam. Ele encontrou conforto na ideia de que, mesmo após a morte de Maria,ele poderia fazer a diferença no mundo em seu nome.</p><p>Com o passar dos anos, João se tornou uma figura respeitada na comunidade, conhecida por sua compaixão e dedicação em algum os outros. Seu trabalho árduo e sua transformação pessoal inspiraram muitos ao seu redor, mostrando que é possível encontrar redenção mesmo nos momentos mais sombrios.</p><p>E assim, enquanto carregava consigo a lembrança de Maria e a culpa do passado, João encontrou um novo propósito e significado em sua vida, tornando-se um exemplo vivo da capacidade humana de transformação e redenção.</p><p><strong>Autora: Rayane de Jesus</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 17:54:36 UTC</pubDate>
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         <title>O Legado de Maria</title>
         <author>edvaniasantana99</author>
         <link>https://padlet.com/edvaniasantana99/a63qfuhyuq8mzjne/wish/2952920215</link>
         <description><![CDATA[<p>Após a partida de Maria, seu filho, João, viu-se diante de um vazio imenso. A ausência da mãe amorosa e sábia deixou um buraco em seu coração, mas também acendeu uma chama dentro dele. Maria sempre lhe ensinara a importância da resiliência e da perseverança, e agora era hora de colocar esses ensinamentos em prática.</p><p>Com determinação, João decidiu honrar o legado de sua mãe. Ele abriu um pequeno negócio com base nas receitas tradicionais que aprendeu com ela. Cada prato preparado era uma homenagem à memória de Maria, uma forma de manter viva a sua presença em sua vida.</p><p>Com o tempo, o negócio de João prosperou. Sua comida deliciosa e o cuidado especial que colocava em cada prato conquistaram o coração dos clientes. O restaurante tornou-se um ponto de encontro na comunidade, onde as pessoas não só vinham em busca de uma refeição saborosa, mas também de calor humano e acolhimento.</p><p>João percebeu que, mesmo fisicamente ausente, Maria continuava a guiá-lo. Seus valores, sua bondade e sua força estavam presentes em cada aspecto de sua vida. Ele aprendeu que o amor transcende a morte e que o verdadeiro legado de sua mãe era o exemplo de como viver com integridade e compaixão.</p><p>Assim, João seguiu adiante, construindo seu próprio caminho à luz do legado deixado por Maria. Seu coração estava cheio de saudade, mas também de gratidão por ter tido uma mãe tão extraordinária. E assim, a vida do filho de Maria floresceu sob a luz do amor e da sabedoria que ela lhe transmitira.</p><p><strong>Autora: Andreza Severo</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-12 17:57:36 UTC</pubDate>
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