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      <title>Mapeamento Fugas e Formação de Mocambos no Amapá Colonial by Victor Salgado</title>
      <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-11 12:52:48 UTC</pubDate>
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         <title>1763 - &quot;Três pretos capturados&quot;</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2765206664</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 230. "Em 1763, três pretos foram capturados na boca do rio Camarupi, próximo a vila de Monforte. De outro modo, ainda que a floresta fosse imensa e, portanto, um garantido refúgio, os roteiros das fugas arriscados e perigosos. Saídos de Caiena em direção ao Pará ou vice-versa, via de regram os fugitivos optavam e/ou rios que banhavam a região."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 19:40:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1765 - &quot;alguns pretos terem passadoo rio Matapi em jangadas&quot;</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2765209736</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 230. "Do Amapá, em 1765, vinham informações de alguns pretos terem passado o rio Matapi em Jangadas, e que poderiam ser encontrados nas campinas do rio Uanará-Pecú e nos lagos do rio Arapecú aonde também encontrão vestígios certos de eles ali andarem".</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 19:43:21 UTC</pubDate>
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         <title>1779 - Perseguição a pretos no rio flechal</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2765222936</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 232 - "... ditos fugidos quando para ali foram que já não estavam para fazer casas pois os brancos já por outras vezes os tinham corridos de outros lugares donde tinham feito casa e suas roças desde o Rio Araguari do [rio] Flexal dia e meio de Macapá até o fizeram passar [rio] Araguari: até lá os perseguirão queimando suas casa e seus mantimentos [e] que se haviam [de] apresentar aos franceses..." nota de rodapé 85: APEP, Códice 214 (1782-1790), Ofício de Leonardo José Pereira enviado para o Capitão Comandante Manoel Gonçalves Meninea, 16/01/1789</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 19:59:19 UTC</pubDate>
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         <title>Rota de fuga entre Macapá-Caiena (rio Araguari)</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2765224549</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 232 - "Por sua vez, os quilombolas (tanto fugidos de Caiena como os do Pará) estabeleciam seus mocambos bem junto às fronteiras, migrando por toda a região. Quando foi realizada uma expedição contra mocambos localizados no [rio] Araguari, em 1779 (...)"</p><p><br/></p><p>Página 306 - "Aliás, dizia-se haver "receio de que aqueles trânsfugas atravessem de Matapi, para a margem do Araguari", posto se desconfiar "serem pretos vindos da cidade". Sabia-se mesmo existir uma rota de fugas de Macapá até essa região". </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 20:01:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1766 - O comandante da Fortaleza de São José ordenou a punição de qualquer um que ajudasse na fuga, ocupasse ou detivesse pretos do serviço daquela fortificação</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2765226801</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 234 - "Com certeza sabedor de possíveis solidariedades, o comandante da Fortaleza de São José, em Macapá, ordenou, em 1766, que fosse punida qualquer pessoa que ajudasse em fuga, ocupasse ou detivesse os pretos do serviço daquela fortificação". Nota 87: APEP, Códice 296 (1789), Ofício de José Antônio Salgado enviado para o Governador D. Francisco de Souza Coutinho, 27/02/1796 e Códice 614 (1795-1797), Ofício de Cristão da Cunha e Meneses, 27/04/1797 e do Capitão Manoel Joaquim de Abreu, 24/04/1797 enviadas para o Governador Dom Francisco de Souza Coutinho e Códice 702 (1797-1799), Ofício de D. Rodrigo de Souza Coutinho, 08/05/1797; Códice 58 (1765), Ofício de Nuno da Cunha de Ataíde Verona, 19/02/1765 e Códice 71 (1766), Ofício de Nuno de Cunha Ataíde Verona, 25/09/1766</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-26 20:04:18 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1771 - &quot;Fazendo no ano 1771, alguns escravos fugidos&quot;...</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2814780713</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 231 - "Fazendo ano de 1771, alguns escravos fugidos muitas [extorsões] com violência pelos rios que banham as praias da cidade do Pará (...) eles pretendiam atacar a Capital, e depois os mais sítios, para o que esperavam ser auxiliados por um numeroso Quilombo, que tinham no Maguari, rio vizinho e por onde se comunicavam por terra a cidade..." </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-05 17:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>1795 - &quot;negros fugidos transitando até as campinas de Macapá sem dificuldades&quot;</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2815941616</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 242 - "Em 1795, escrevia o Governador Souza Coutinho ao Rei: (...) visto também ser daquele Rio que principia a facilidade de comunicação ulterior pelo Cassiporis e Mayacaré para Araguari, de cujas cabeceiras estão negros fugidos transitando até as campinas de Macapá sem dificuldade, e esta comunicação me parece indispensável prevenir..." Nota 99: Carta ao Governador Francisco de Souza Coutinho, 08/06/1795 transcrita em: REIS, Arthur Cezar Ferreira. Limites e Demarcações na Amazônia Brasileira..., pg 241.</p><p><br></p><p>Rio Mayacará é o antigo nome dado ao atual Rio Calçoene (AP). Verificado em Carta Générale de la Guyane <strong>Carta Geral da Guiana representando as pretensões das duas partes e desenhada principalmente segundo as cartas anexadas aos documentos franceses e brasileiros» (1900) </strong>Fotografia: Alberto Campi (2013) em <strong>Federico Ferretti</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.4000/terrabrasilis.744">https://doi.org/10.4000/terrabrasilis.744</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 13:02:10 UTC</pubDate>
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         <title>1795 - Rio Cassyporé</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2815973603</link>
         <description><![CDATA[<p>(3.278139216625907, -51.18212214509237)</p><p>Página 242 - "Em 1795, escrevia o Governador Souza Coutinho ao Rei: (...) visto também ser daquele Rio que principia a facilidade de comunicação ulterior pelo Cassiporis e Mayacaré para Araguari, de cujas cabeceiras estão negros fugidos transitando até as campinas de Macapá sem dificuldade, e esta comunicação me parece indispensável prevenir..." Nota 99: Carta ao Governador Francisco de Souza Coutinho, 08/06/1795 transcrita em: REIS, Arthur Cezar Ferreira. Limites e Demarcações na Amazônia Brasileira..., pg 241.</p><p><br/></p><p>Rio Mayacará é o antigo nome dado ao atual Rio Calçoene (AP). Verificado em Carta Générale de la Guyane <strong>Carta Geral da Guiana representando as pretensões das duas partes e desenhada principalmente segundo as cartas anexadas aos documentos franceses e brasileiros» (1900) </strong>Fotografia: Alberto Campi (2013) em <strong>Federico Ferretti</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://doi.org/10.4000/terrabrasilis.744">https://doi.org/10.4000/terrabrasilis.744</a> </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 13:27:07 UTC</pubDate>
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         <title>Terras Quilombolas Cunani</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em Calçoene. 23/03/2004 Falta RTID. Esteve na Câmara de Conciliação. O território está sobreposto ao Parque 5 Nacional do Cabo Orange. Parte do território está demarcada, tem perímetro definido</p><p><br/></p><p>(2.850473707238012, -51.14577447749606)</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 13:46:04 UTC</pubDate>
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         <title>Fronteira Rio Oiapoque</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <description><![CDATA[<p>Página 233 - "Em 1796, duas fragatas de guerra portuguesas vigiavam respectivamente a Barra da Guiana e o rio Oiapoque, bem na divisa, tentando conter tanto os fugitivos como colonos franceses. Porém o mar, que era também de floresta, era muito extenso para ser efetivamente vigiado"</p><p><br></p><p>"Em 1794, o Comandante da fortaleza e limite de Oiapoque, Azevedo Coutinho alertava: ( ...) os incessantes trânsfugas que de anteriores anos até o presente tem formado a numerosa e avultadíssima cópia de pessoas desertadas de diferentes qualidade, sendo o maior número escravos, e que achando-se refugiados não só dos domínios de sua Majestade, compreendidos até este limite, como também nos de Caiena, de que outros muitos apreendidos tem dado notícia, me fizeram alargar a minha navegação até este limite para que de uma vez cesse o desordenado proceder de semelhante gente tão mal intencionada" Nota 86: Ofício do Tenente Azevedo Coutinho enviado ao comandante da Fortaleza e Limite de Oyapock. 12/10/1794, transcrito em: BAENA, Antônio Ladislau Monteiro. Discurso ou Memória... documento nº XVIII, pg. 54 </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 13:52:33 UTC</pubDate>
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         <title>1788 - Ataque a mocambo no rio Macari</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2816078299</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 245 - "Já em 1788, o mocambo de Macari foi atacado por forças militares de Macapá" Nota 102: Na Jamaica, por exemplo, no final do século XVIII, mais propriamente quando ocorreu a segunda guerra maroon em Trelawny (1797-6), a Inglaterra estava em guerra com a França. As autoridades coloniais britânicas temiam que agentes franceses entrassem em contato direto com os maroons, inoculando "doutrinas revolucionárias", principalmente aquelas relacionadas aos fatos ocorridos no Haiti anos antes. Cf. SHERIDAN, Richard B. "The Maroon of Jamaica, 1730-1783: Livelihood, Demography and Health". Slavery &amp; Abolition, volume 6, número 3, dezembro 1985, p. 152-172. Ver ainda: BRAUM, João Vasco Manoel de. Descrição Chorografica do Estado do Gram-Pará. S.L., S. Ed. 1789, pg. 278-9 e VERGOLINO-HENRY, Anaíza &amp; FIGUEIREDO, Arthur Napoleão. A presença Africana na Amazônia Colonial..., Pg. 56-63.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 14:40:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1765 - &quot;Pretos fugidos em canos e jangadas&quot;</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2816419950</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 252 - "Em 1765, um morador de Chaves avistaria canoas e jangadas de "pretos fugidos".</p><p><br/></p><p>Página 317 - "Em abril de 1851, assim avaliaria o major comandante militar do distrito do Chaves num ofício enviado à Presidência da Província: "me consta com muita certeza que tem fugido da vila de Macapá alguns escravos, e que todos tem ido para o canto do Amapá e nem só pertencentes aquela como de outras vilas, tem acontecido o mesmo".</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 18:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>1774 - &quot;fuga de escravos de diferentes senhores&quot;</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2816424069</link>
         <description><![CDATA[<p>página 252 - "De Cametá. em 1774, noticiava-se a fuga de "alguns escravos de diferentes senhores e se tem estes internados em matos vizinhos, donde saem a perpetrar clandestinamente roubos e assassinatos".</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 18:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>1779 - Expedição contra mocambo no Rio Pedreira</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2816429186</link>
         <description><![CDATA[<p>página 252 - "Na própria região do Amapá, em 1779, era enviada uma expedição contra dois mocambos, um no rio Pedreira e outro no rio Araguari."</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 19:00:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Segunda metade do Séc. 18 - Os mocambos e aldeias do Araguari</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2816459601</link>
         <description><![CDATA[<p>página 253 - "Dos vários quilombos que se constituíram na região do Amapá, aqueles que se formaram na área do Araguari eram bem antigos. Em 1762, já se comentava " a respeito da grande soma [de gente] que acha das povoações circunvizinhas como de outros mais distantes", alertando-se ainda que andavam "bem fornecidos de armas".</p><p><br/></p><p>"Em 1791. viria a seguinte informação: "... que nas cabeceiras deste rio tem os escravos tem os escravos fugidos em um asilo seguro, que ali existe um grande número deles, chegando a sua ousadia ao ponto de vir a Macapá desinquietar os escravos dos moradores para os seguirem" Nota 115: APEP, Códice 25 (1762), Ofício de 13/03/1762 e Arquivo Histórico de Itamarati (Doravante AHI), Documentação Rio Branco, Códice 340-1-3, Ofício de D. Francisco de Souza Coutinho enviado a Martinho de Melo e Castro, 08/07/1782.</p><p><br/></p><p>Página 278 - "Durante a breve ocupação de Caiena pelos portugueses nos primeiros anos dos Oitocentos (Séc. 19), as autoridades coloniais informavam sobre a existência - na região entre o Oiapoque e o Araguari - de várias povoações e aldeias indígenas. Falava-se de "índios selvagens de grandes orelhas" e de uma "outra nação desconhecida que se parece com negros fugidos do Suriname".</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 19:26:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1797 - &quot;Fuga de dez escravos da vila de Mazagão no Amapá&quot; / 1767 - &quot;refugiados com índios</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2817888294</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 263 - Nesse mesmo ano, por ocasião da fuga de dez escravos da vila de Mazagão, no Amapá, descobriu-se que alguns estavam "na ilha de Gurupá onde tinham casa de pau a piquem colheita de bastante arroz e milho (...) há mais de quatro ano". Para além dos saques, razias, roubos de gado, os quilombolas tentavam constituir uma base econômica suficientemente sólida também com pequena agricultura, visando sua subsistência e mesmo trocas mercantis".</p><p><br></p><p>Págia 275 - "Em 1767, seria enviada uma expedição para o rio Anauerapucú, averiguando "se há alguns vestígios de naquele sítio haver gentios e mocambos". Nesta mesma região, 1774, denunciava haver pretos fugidos de Macapá que estariam refugiados com índios. Em 1775 e 1779, denúncias semelhantes viriam da Vila de Mazagão. Na década seguinte não foi diferente." Nota 141: APEP, Códice 141 (1774), Ofício de 01/10/1774; Códice 148 (1774-1775), Ofício de 14/10/1775; Códice 198 (1779-1782), Ofício de 19/02/1779 e Códice 359, Ofício de 10/09/1782.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 19:33:54 UTC</pubDate>
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         <title>Ilha Grande do Gurupá - Gurupá, PA</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2817892193</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 19:38:20 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;nação Marauanu&quot; / Quilombo do Maruanum</title>
         <author>victorsalgado3</author>
         <link>https://padlet.com/victorsalgado3/a3axtavmfk5hf45r/wish/2817936658</link>
         <description><![CDATA[<p>Página 276 - "Na região de Macapá, índios da "nação marauanu" estavam refugiados com pretos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-07 20:30:16 UTC</pubDate>
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         <title>Sítio Arqueológico AP-CA-18 REGO GRANDE</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <description><![CDATA[<p>O sítio arqueológico AP-CA-18: Rego Grande, uma estrutura megalítica localizada no município de Calçoene, porção nordeste do estado do Amapá. Mapas: Mariana Petry Cabral (2019) (mapa principal) e Bruno Barreto (2019) (mapa regional). Foto: SEICOM/AP (2006).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-11 11:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>Sítio Arqueológico Laranjal do Jarí</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <pubDate>2023-12-11 11:51:42 UTC</pubDate>
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         <title>Região de Sítios Arqueológicos do Araguarí</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <pubDate>2023-12-11 12:22:14 UTC</pubDate>
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         <title>Região de Sítios Arqueológicos do Pacuí</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <pubDate>2023-12-11 12:22:44 UTC</pubDate>
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         <title>Região de Sítios Arqueológicos Tartarugalzinho</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <pubDate>2023-12-11 12:25:08 UTC</pubDate>
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         <title>Região de Sítios Arqueológicos do Maracá</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <pubDate>2023-12-11 12:27:21 UTC</pubDate>
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         <title>Sítios Arqueológicos Uaçá</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <pubDate>2023-12-11 12:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>Sítios Arqueológicos de Oiapoque</title>
         <author>victorsalgado3</author>
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         <pubDate>2023-12-11 12:29:12 UTC</pubDate>
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