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      <title>Manifestações Crioulas MÚSICA by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-04-14 15:33:36 UTC</pubDate>
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         <title>GRAJA MINAS</title>
         <author>lais_ferreira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Acesso:  <a href="https://www.facebook.com/Grajaminas/">https://www.facebook.com/Grajaminas/</a> <br>Formado por 9 mulheres MCs e/ou cantoras e articuladoras culturais, o coletivo "Graja Minas" tem como objetivo emancipar as mulheres dentro do universo do hip hop, e contribuir com uma maior participação feminina na música rap.<br>Integrantes:<br>Leticia Mestiça, Yara Kassandra, Lais Aalliah, Lorena Carvalho, Jahmile, Nat , Nega Lua, Lirica<br>e Barbara Terra.<br><br><br></div><h1>Graja Minas - Da lama nasce a flor de lótus [ ÁLBUM COMPLETO ]</h1><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=kAmNPeWsxc8">https://www.youtube.com/watch?v=kAmNPeWsxc8</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-14 15:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>CRIOLO  - RAP</title>
         <author>lais_ferreira1</author>
         <link>https://padlet.com/lais_ferreira1/a34oce29x8j0/wish/351477067</link>
         <description><![CDATA[<div>Acesso:  <a href="https://www.facebook.com/criolo.oficial/">https://www.facebook.com/criolo.oficial/</a> <br>Uma das marcas do estilo de Criolo são letras que refletem o cotidiano de sua comunidade. A faixa “Grajauex” é um exemplo disso. O refrão sintetiza com poucas palavras a situação precária de moradia na região: “the grajauex, duas laje é triplex”.<br>As letras e a interpretação fazem uso da ironia. Esse recurso é nítido, por exemplo, em “Freguês da Meia-Noite”, referência a Nelson Ned, uma de suas influências. Em “Subirusdoistiozin”, ele canta como quem interpreta uma personagem que antevê uma tragédia na periferia.<br>O carisma demonstrado em suas <em>performances</em> de palco determinam um reconhecimento sólido, porém restrito ao público de <em>rap</em> em um primeiro momento. <br>fonte: <a href="http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa429387/kleber-cavalcante-gomes">http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa429387/kleber-cavalcante-gomes</a> <br> </div><h1>Criolo Doido - Ainda Há Tempo (2006) [FULL ALBUM] </h1><div> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=gGP2fQenAiY&amp;t=15s">https://www.youtube.com/watch?v=gGP2fQenAiY&amp;t=15s</a> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-14 15:38:30 UTC</pubDate>
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         <title>GRAJAGROOVE</title>
         <author>lais_ferreira1</author>
         <link>https://padlet.com/lais_ferreira1/a34oce29x8j0/wish/351477984</link>
         <description><![CDATA[<div>Acesso:<br><a href="https://www.facebook.com/grajagroove/">https://www.facebook.com/grajagroove/</a><br>GRAJA GROOVE é um conceito que faz referência ao distrito do Grajaú, também conhecido como “Graja”, designando a quebrada e o estilo peculiar de música e arte dessa região do extremo sul de São Paulo, com a palavra Groove, expressão musical com sentido de som ritmado, com pegada forte (heavy), e quebrado, suingado (funky). Groove também é o sulco, a ranhura dos discos de vinil.<br>Entendemos que os discos são materiais importantes e registros históricos, carregam a essência e a cultura de vários povos, transformando os toca-discos em tambores digitais que conectam o ancestral ao contemporâneo e estabelecem bases para novas leituras e criações musicais. Entendemos também que a principal função social do vinil é que os discos foram feitos para rodar, socializar, gerar conhecimento, coletivizar. Nosso ideal é oposto a quem utiliza o vinil como fetiche, colecionismo, mantendo-o numa prateleira empoeirando.<br>Todo esse conceito toma corpo em meados de 2011, a partir do encontro dos pesquisadores de musica em vinil e DJs Daniel, Léo Audaz e Diego Monge, também moradores do Grajaú.<br>Observando a ausência de espaços que enfatizasse a presença dos DJs como "maestros eletrônicos", podendo tocar num contexto musicultural mais amplo e abrangendo uma diversidade de gêneros musicais e pessoas, pensou-se em reunir o acervo dos três DJs (aprox. 5 mil discos) e organizar ações culturais, cujo ideal é (1) realizar eventos e encontros de discotecagem na quebrada, deixando a ideia de que esse tipo de rolê só ocorra próximo ao centro da cidade, (2) tocar somente músicas em vinil e preferencialmente não tão difundidas, incentivando assim o conhecimento e repertório musical e cultural, (3) fortalecer a cena da música negra brasileira, principalmente do período dos anos 70 em diante, que foi e permanece como grande referência para a produção cultural e artística, principalmente na periferia, e (4) possibilitar o encontro e a troca de saberes entre outras vertentes e expressões artísticas como as danças urbanas e a palavra ritmada.<br>Uma parte deste ideal se deu em alguns eventos produzidos nas quebradas do Grajaú desde 2011 (Cocaia, Lucélia, Cantinho do Céu entre outros) e no Baile Grajagruvy, que ocorreu em um bar no Jardim Eliana, em 2013, tornando-se referência para quem queria escutar músicas diferentes com a performance dos DJs, além de dançar e socializar. Porém o local se descaracterizou da proposta inicial e não oferecia mais condições favoráveis para realizá-la.<br>A discotecagem do coletivo Grajagruvy ainda esteve presente em eventos como o Festival Esquema Noise Underground, Graja na Cena, Ateliê DAKI e muitos outros.<br>Além dos eventos, os discos também são utilizados em atividades de transmissão de saberes e formação, como se dá em diversas oficinas realizadas desde 2013 com jovens que participam de oficinas na região periférica, projetos que integram o hip hop e a educação, e atividades com professores da rede municipal, bem como na produção de mixtapes, bases de rap, entre outros.<br>Nossa proposta é conquistar mais espaços para difusão do nosso trabalho, trazendo, além dos DJs do coletivo Grajagruvy, outros DJs e coletivos que fortalecem a cena musical e cultural negra e periférica de São Paulo.<br><br> </div><h1>GRAJA GROOVE - VEM DANÇAR </h1><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=J_c96QhUqww">https://www.youtube.com/watch?v=J_c96QhUqww</a> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-14 15:47:18 UTC</pubDate>
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         <title>RINCON SAPIÊNCIA</title>
         <author>lais_ferreira1</author>
         <link>https://padlet.com/lais_ferreira1/a34oce29x8j0/wish/351478231</link>
         <description><![CDATA[<div>Acesso:  <a href="https://www.rinconsapiencia.com.br/">https://www.rinconsapiencia.com.br/</a> <br> “Galanga Livre”, onde se intensificou a imersão do rapper no universo da música africana, trazendo influências da negritude que vão desde a capoeira até o blues, passando pelo côco e pela tropicália, até o afrobeat, permeadas pela veia rock and roll que caracteriza a obra de Rincon. Entre as canções, destaca-se a exaltação da afrodescendência, a exemplo do título do disco, uma referência ao personagem mítico Galanga, monarca africano que, ao ser escravizado e trazido ao Brasil, conseguiu libertar a si e a outros escravos, ficando conhecido como Chico Rei. <br><br>fonte:  <a href="https://www.last.fm/pt/music/Rincon+Sapi%C3%AAncia/+wiki">https://www.last.fm/pt/music/Rincon+Sapi%C3%AAncia/+wiki</a> </div><div><br></div><div><br></div><h1>Rincon Sapiência - Galanga Livre (Álbum Completo)</h1><div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=L2v8LbU4Y64&amp;t=493s">https://www.youtube.com/watch?v=L2v8LbU4Y64&amp;t=493s</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-14 15:49:38 UTC</pubDate>
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         <title>NAYRA LAYS</title>
         <author>lais_ferreira1</author>
         <link>https://padlet.com/lais_ferreira1/a34oce29x8j0/wish/351478698</link>
         <description><![CDATA[<div>Acesso: <a href="https://www.facebook.com/nayralayss/">https://www.facebook.com/nayralayss/</a>  <br>O primeiro EP de Nayra Lays, "Orí", composto por três singles e um vídeo-poema, lançado em Junho de 2017, é a celebração cantada do ciclo de recuo e avanço, iniciado aos 17 anos, quando se descobriu negra, comunicadora e artista.<br>Filha das águas, cantora, MC, escritora e estudante de jornalismo, se manifesta no mundo de formas diversas, para que sentimentos e palavras não represem em si, e sufoquem o peito. Para se manter viva e em movimento. <br>No rap, rima sobre as múltiplas existências de ser jovem, negra e periférica, potencializando construções de cenários mais enegrecidos, para além da sobrevivência. <br><br>Nascida no Grajaú, extremo sul de São Paulo, para dentro de peitos pulsantes e ouvidos atentos, pede permissão para caminhar e entrar com o seu cantar. <br>Axé ✨✨ <br><br>ORÍ  NAYRA LAYS<br> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=z0pvJVrC6TY&amp;list=PLTn0grEPsgvRUPTAAdv32GaH4Viz0rBcJ">https://www.youtube.com/watch?v=z0pvJVrC6TY&amp;list=PLTn0grEPsgvRUPTAAdv32GaH4Viz0rBcJ</a> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-14 15:53:48 UTC</pubDate>
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         <title>ALÁFIA</title>
         <author>lais_ferreira1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Acesso: <a href="https://www.facebook.com/aifalaalafia/">https://www.facebook.com/aifalaalafia/</a><br><br> SP NÃO É SOPA” é um disco de canções, com referências tradicionais em roupagens não convencionais. “Apesar de apresentarmos uma sonoridade bem diferente daquelas dos outros discos, as referências, tanto em forma quanto conteúdo, são as mesmas. Poesia, funk e candomblé são nossa raiz e não tem como não mantermos o conceito de nossa estética. A diferença é que enfatizamos elementos eletrônicos, filtros e processamentos, construímos um som mais sujo e urbano, cuja questão central é a periferia. Navegando entre caos, violência e doçura”. Os padrões rítmicos do candomblé ficam presentes neste álbum, porém com menos ênfase que nos dois anteriores: “Não há ruptura em não citar diretamente os toques e assuntos relacionados aos orixás e/ou terreiro neste trabalho, é uma outra abordagem dos mesmos ensinamentos e temas”. <br><br>fonte:  <a href="http://agogocultural.com.br/alafia/">http://agogocultural.com.br/alafia/</a> <br><br>SP NÃO É SOPA FULL ÁLBUM<br> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=ifmVXn9UWYg&amp;list=PLoYgtGIJ3vBqMLANoBSWAEzYyUN2meW_i">https://www.youtube.com/watch?v=ifmVXn9UWYg&amp;list=PLoYgtGIJ3vBqMLANoBSWAEzYyUN2meW_i</a> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-14 15:59:16 UTC</pubDate>
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         <title>LINN DA QUEBRADA</title>
         <author>lais_ferreira1</author>
         <link>https://padlet.com/lais_ferreira1/a34oce29x8j0/wish/351479397</link>
         <description><![CDATA[<div>Acesso: <a href="https://www.linndaquebrada.com/?fbclid=IwAR1eOuF-Op8D-DEyXUc7wks08IkO1pz7G4O3yHhuehwR1lDtEqMw0rpN6js">https://www.linndaquebrada.com</a>  <br><strong>Artista multimídia e bixa travesty, Linn encontrou na música uma poderosa arma na luta pela quebra de paradigmas sexuais, de gênero e corpo. Em 2016, a artista se jogou na música com o hit “Enviadescer” e de lá pra cá não parou mais, incluindo aí a direção do experimento audiovisual “blasFêmea”, da música “Mulher” e a realização de uma campanha de financiamento coletivo para a produção de Pajubá, seu disco de estreia, com direção musical de BadSista e lançado em Outubro de 2017. Nos shows, Linn da Quebrada é acompanhada por BadSista, pela cantora e persona Jup do Bairro, pelo percussionista Valentino Valentino e pelo DJ Pininga.</strong> <br><br>LINN DA QUEBRADA </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-04-14 16:01:10 UTC</pubDate>
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