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      <title>História da Filosofia by Cinthia Borges Santos</title>
      <link>https://padlet.com/cinthiaborges/a2jdix1kclitcojz</link>
      <description>Medida de Eficiência - Unidade I (Fundamentos Epistemológicos e H. da Psicologia) _ Discentes: Alyce Kelly Alves de Oliveira
Andressa Gabrielle Menezes dos Santos
Cinthia Borges Santos
Elisangela Regato Matheus Hisano
Julia Doria Prado Reis</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-18 22:39:20 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-15 06:05:58 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A Filosofia Cristã :                                                                   Século V a XV.D.C                                </title>
         <author>cinthiaborges</author>
         <link>https://padlet.com/cinthiaborges/a2jdix1kclitcojz/wish/2102593793</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>IDEIA CENTRAL:</strong></div><div>Busca da explicação para a existência de Deus por meio da ciência. O fundamento principal é justificar a fé tendo a razão como instrumento. Cujo problema central é a conciliação das exigências da razão humana com a revelação divina.<br><strong>SURGIMENTO:<br></strong>Coincide com a dissolução do Império Romano. Além da estrutura política e de governo, foram dissolvidas as próprias instituições e, com isso, os centros onde aconteciam a difusão de cultura também foram desagregados. É a partir desse momento que entram em ação os primeiros filósofos considerados cristãos, cuja produção intelectual filosófica baseia-se nos dogmas do cristianismo sem questioná- los.<br><strong>Principais Doutrinas:<br></strong>O pensamento estruturado pelos padres cristãos insere, na filosofia, conceitos e ideias intrínsecas ao cristianismo, a exemplo do criacionismo como explicação para criação do mundo; as ideias de pecado original, possibilidade de ressurreição dos mortos e juízo final; e a santíssima trindade( pai,filho e espírito santo) como formas de expressão de Deus. Também são doutrinas da filosofia cristã:<br>- A concepção de que a perfeição humana deve ser alcançada através da completa entrega à Providência Divina.<br>- A separação entre Deus e o mundo material.<br>- A crença na existência de divindade no humano, que se localiza na alma.<br>- A fé na Providência divina como controladora de todos os processos.<strong><br>Filosofia Cristã na Idade Média:<br></strong>A&nbsp; filosofia cristã é estabelecida como marco para a filosofia medieval.&nbsp; Na idade média a filosofia sofrerá uma forte influência da tradição cristã.Os filósofos deste período são, ao mesmo tempo, teólogos, bispos,abades, padres. Ao tentar conciliar fé e razão, a filosofia permanecerá, ao longo de todo período medieval, subordinada à teologia, de tal modo que, neste período, é possível separar o pensamento filosófico da tradição grega, do pensamento teológico cristão.<br>E na idade média tem como destaque os filósofos Santo Agostinho e São Tomás de Aquino.<br><strong>Século II ao VII:<br></strong>É denominado "patrística" e tem como principal expoente Santo Agostinho. <br>A patrística buscou unir a doutrina cristã com o conhecimento e as bases filosóficas prévias desenvolvidas pela filosofia grega clássica. A razão, base do pensamento filosófico grego, torna-se uma ferramenta para a justificação da fé.<br><strong>SÉCULO IX E XV:<br></strong>A filosofia cristã passa a ser chamada "escolástica", tendo como destaque São Tomás de Aquino. <br>Fundamenta-se a ideia de que o conhecimento (cristão) pode e deve ser transmitido e ensinado, surgem as primeiras universidades.A lógica aristotélica torna-se base para o desenvolvimento de um conhecimento cristão.<br>&nbsp;O saber religioso é identificado como um saber lógico e racional.<br><strong>PRINCIPAIS FILÓSOFOS:<br>- SANTO AGOSTINHO:<br></strong>Aurelius Augustinus, mais conhecido como Santo Agostinho de Hipona, foi o patrono da ordem religiosa agostiniana e um dos responsáveis pela concepção do pensamento cristão medieval e da filosofia patrística.<br>&nbsp;Agostinho é considerado "Santo" tanto pela igreja católica quanto pela Anglicana e, mesmo para os protestantes e evangélicos, é referência na história eclesiástica com seus escritos e ditos.<br>Foi responsável por reforçar o conceito de "Pecado Original"e desenvolver o conceito de igreja como a cidade espiritual de Deus, distinta da cidade material dos homens. Também afirmou que a origem do mal estaria no livre- arbítrio, concedido por Deus, donde todo mal seria o resultado do livre afastamento do bem. Era também defensor de predestinação divina. <br>Curiosamente pregava que o caminho para a verdade estava na fé, contudo, seria a razão o melhor caminho para provar a validade das verdades.<br>Interioridade - Caminho para Deus( Fé como ato de ação)<br>Gera revelação e a Razão leva a Deus.<br><strong>SÃO TOMÁS DE AQUINO:<br></strong>Considerado o "Príncipe da Escolástica", foi um importante filósofo e padre italiano da idade média, intitulado Doutor da Igreja católica em 1567. Ficou conhecido como Doutor Angélico, cujo trabalho de vida esteve dedicado a fé, a esperança e a caridade construindo assim, um pregador cristão da razão e da prudência. <br>Inspirado nas ideias de Aristóteles, o trabalho de São Tomás de Aquino esteve pautado no realismo aristotélico, em detrimento dos seguidores de Santo Agostinho, inspirados no idealismo de Platão.<br>Foi um dos defensores da Escolástica, método dialético que pretendia unir a fé a razão em prol do crescimento humano.<br>Acreditava que seria: Deus➝ Criação➝Homem/Mundo➝Fé/Razão➝Consciência.<strong><br></strong><br></div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 23:25:26 UTC</pubDate>
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         <title>O Positivismo Científico: 1760-1857</title>
         <author>cinthiaborges</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>IDEIA CENTRAL: </strong>Corrente filosófica e política que promove o conhecimento científico como a única forma verdadeira de sapiência.Cultua o mundo humano e o materialismo em detrimento da metafísica e do mundo espiritual.<br><br><strong>1760- </strong>O termo positivismo foi empregado pelo filósofo francês Claude-Henri de Rouvroy para explicar o método do cientificismo.<br><br><strong>1789- </strong>Inspirou o filósofo francês Auguste Comte a escrever e assim tentar criar uma doutrina que fosse capaz de encontrar uma base estável para a vida social e política após os acontecimentos que sucederam à revolução francesa.<br><br><strong>1819</strong>- Em um artigo intitulado “Séparation générale entre les opinions et les Désirs” Auguste Comte já denunciva as tendências que desenvolveria ao longo da sua carreira de filósofo e de político teórico, onde já demonstrava a intenção de transformar a política numa ciência tão perfeita quanto as demais ciências exatas.<br><br><strong>1820-</strong> A obra “Sommaire apréciattion de l’ensemble du passé moderne” delineia-se um dos problemas de considerável importância para a compreensão das consequências que decorrem da doutrina positivista. É nesse opúsculo que se esboça a diferenciação entre a política teológica e a política científica.É nessa obra que aconteceu a descoberta fundamental das leis sociológicas.<br><br><strong>1825- </strong>Na obra “Considérations Philosophiques sur les Sciences et les Savants” que é em grande parte uma continuação do “Pan des Travaux Scientifiques” Auguste Comte de maneira mais decidida explana que a sociedade necessita de uma física social, que futuramente será intitulada de Sociologia. <br><br><strong>1830 a 1842- </strong>Auguste Comte após a elaboração de diversos trabalhos, abriu o seu curso sobre a filosofia positiva a qual anos antes já familiarizava os grupos intelectuais da época.O termo “sociologia” surgiu somente nos volumes do Curso de Filosofia Positiva.<br><strong><br>1848- </strong>No preâmbulo geral do “Discours Préliminaire sur l’Ensemble du Positivisme” Comte expressa que o Positivismo é a solução pra os problemas que o desenvolvimento das ciências tiveram a partir do século XVI<br><br><strong>1851 a 1854- </strong>&nbsp;Com a obra “Sistema de Política Positiva” (1851-1854)&nbsp; Auguste Comte desenvolveu a “Religião da Humanidade”, que defendia a seguinte diretriz: "O Amor por princípio e a Ordem por base; o Progresso por fim".<br><br><strong>1855-</strong> Auguste Comte escreveu a obra “Apelo aos conservadores”, no qual definiu o significado da Lei dos três estados, considerada a ideia-chave do Positivismo comtiano.<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 23:27:18 UTC</pubDate>
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         <title>Fenomenologia: 1859-1938</title>
         <author>cinthiaborges</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Ideia Central:</strong> Metodologia de ação, que questiona sobre como o ser humano compreende e apreende o mundo ao seu redor. Seu objetivo é entender como o fenômeno se apresenta, como é percebido, como se mostra através da consciência.<strong><br><br>1764 Jean-Henri Lambert- </strong>Teoria das aparências: Diferenciar a aparência das coisas do que elas são em si mesmas. Doutrina para evitar ilusões. Teoria da Ilusão: disciplina propedêutica que precederia a metafísica.</div><div><br><strong>1770 Emanuel Kant- </strong>Investigação do método fenomenológico e a pesquisa empírica: a construção do conhecimento por meio da experiência da vida.</div><div><br><strong>1807 Hegel- Fenomenologia do Espírito:</strong> Estabeleceu uma introdução à filosofia, uma espécie de lógica e conteúdo.</div><div><br><strong>1859-1938 Edmund Husserl -</strong> Estudo dos fenômenos em si mesmos. Deixa de estudar os fenômenos anteriores da realidade e passa a considerá-los em si mesmos, como algo da consciência, e somente por meio desta seria possível apreender o mundo como um todo e assim apreender a essência da realidade.</div><div><br><strong>1907-1977 Jan Patocka- </strong>O mundo é diretamente experimentado pela subjetividade da vida cotidiana e suas experiências individuais e sociais.</div><div><br><strong>1908-1961 Maurice Merleu-Ponty- </strong>Redução fenomenológica - que busca o mundo natural e social. Defende uma descrição direta do mundo como ele é, por meio de experiências como elas são.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 23:27:33 UTC</pubDate>
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         <title>O Existencialismo: 1905-1980</title>
         <author>cinthiaborges</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ideia Central:</strong> Busca o significado da vida e o encontro consigo mesmo. Sartre pretende transmitir a visão de que o homem existe primeiro sem objetivo ou definição, encontra-se no mundo e só então, como uma reação à experiência, define o sentido da sua vida.<br><br><strong>1813-1855 Soren Kierkegaard:</strong> A angústia é a vertigem da liberdade.</div><div><br><strong>1889-1976 Martin Heidegger: </strong>O homem<strong> </strong>é responsável pelos seus atos, deve aceitar a morte e é um ser determinado pelo tempo (existência autêntica e existência inautêntica).</div><div><br><strong>1908-1986</strong> <strong>Simone de Beauvoir:</strong> Conceito “não homem”. Não se nasce mulher, torna-se.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 23:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>A Transição da Idade Média para a Modernidade:  Séculos XI - XIII</title>
         <author>elisangelaregato</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Ideia central</strong>: As Cruzadas foram expedições de caráter militar religioso. Eram financiadas pelos próprios cruzados e pela Igreja. Os pequenos nobres empenhavam seus bens e vendiam a liberdade dos camponeses dependentes de suas terras enquanto os senhores feudais recebiam ajuda de seus vassalos. Os Soberanos criavam novos tributos e a Igreja recebia donativos e taxas sobre as vendas dos laicos e dos clérigos.<br><br></div><div><strong>Século XI </strong>- A primeira Cruzada, realizada em 1096 fora convocada uma ano antes por Urbano II com o objetivo de reconquistar os territórios da Palestina os quais estavam sob domínio muçulmano por séculos. A Cruzada visava também a aproximação entre as Igrejas Católicas e a Ortodoxa após o Cisma de 1054.</div><div>Os cruzados que acompanhavam as expedições militares muitas vezes estavam mais interessados nos ganhos materiais que as crenças religiosas.</div><div>Entre os séculos XI e XII o ocidente construiu uma imagem do islã como uma espécie de cristianismo atrasado, primitivo e violento de forma a ignorar sua história, costumes e diversidade cultural.</div><div>No aspecto econômico as cruzadas impulsionaram atividades comerciais com crescente demanda por produtos diversos e consequente deslocamento do poder para as cidades com seu aumento de tamanho e população por conta da migração de camponeses que fugiam da servidão e da dura atividade agrícola em comparação com a nova atividade comercial.</div><div>No que tange a política e a sociedade houve o fortalecimento da nova classe burguesa, crescente apoio ao rei pela centralização do poder decisório em detrimento da nobreza feudal. Passa a emergir o burguês : homem livre, habitante do burgo, exercente das novas profissões de comerciante e artesão. As cidades renascem.</div><div>A Vassalagem, que marcou a Idade Média, se vê transformada e seu objetivo de formar um círculo&nbsp; de confiança e proteção ao senhor se esvai.&nbsp;</div><div>Universidades são criadas ainda no período medieval e passam a desempenhar papel fundamental na política e sociedade européia. A criação da Universidade de Paris é intrínseca e correlacionada ao desenvolvimento da própria cidade.</div><div>O Moinho hidráulico, a rotação de culturas agrícolas são inovações tecnológicas que aumentaram a produção e favoreceram o surgimento de inúmeras novas cidades e os camponeses, antes vassalos, passam a exigir pagamento pelos excedentes de produção causados pelo desenvolvimento agrícola.&nbsp;</div><div><strong>Século XIII</strong> - Além das expedições de menor envergadura foram realizadas oito Cruzadas. Apesar da quantidade, em 1291 foram conquistados os últimos territórios Cristãos no Oriente.</div><div>O próprio termo ‘Cruzadas’ passou a ser empregado apenas a partir do século XIII. Nos textos do período medieval as expedições de cunho militar religioso eram conhecidas pelos termos ‘peregrinações’ ,“guerra santa’, "expedição da cruz’ ou ‘passagens’. O termo ‘Cruzada’ se deve ao fato dos participantes levarem um cruz bordada na roupa e se considerarem soldados de cristo ou “marcados pelo sinal da cruz”.</div><div>Em termos culturais os cruzados permitiam o contato europeus ocidentais com o Império Bizantino e com os povos islâmicos. Na parte institucional houveram pequenas influências já que latinos e muçulmanos já possuíam instituições condizentes com as suas necessidades e não poderiam ser alteradas artificialmente.</div><div><strong>Século XIV</strong> - A Crise causada pela epidemia de Peste Negra entre 1347 e 1350, que dizimou um terço a população da Europa desencadeou diversos conflitos entre camponeses e senhores feudais e entre nobres por disputas de terras. Em decorrência disso, os burgueses fortalecem o poder dos reis para o restabelecimento da ordem. A centralização do poder traz medidas como unificação de leis, de moeda, padrões de pesos e medidas (fundamentais para a produção e comercialização de produtos) e a cobrança de impostos direto ao rei.</div><div>Outras medidas contribuíram para a formação do modelo moderno das monarquias nacionais, tais como: desenvolvimento da noção de soberania, demarcação de fronteiras , delimitação da população, formação do aparato burocrático e administrativo do Estado e a organização das forças militares. Podemos afirmar, enfim, que a centralização do poder através das monarquias nacionais enfraqueceu o feudalismo e a vassalagem. Sua consolidação ocorre com o fortalecimento das monarquias portuguesa, espanhola, inglesa e francesa no período dos séculos XV e XVI. O Estado Real passa a ser o proprietário do solo, das minas e recursos naturais além da produção e riquezas como o ouro. São fundadas companhias mercantis para gerir metais, produção e escravos de colônias recém conquistadas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-27 21:15:46 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia Grega- misticismo x conhecimento. (século VI ao fim do período helenístico)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cinthiaborges/a2jdix1kclitcojz/wish/2122388960</link>
         <description><![CDATA[<div>-<strong>Misticismo</strong>: maneira de explicar o mundo e os fenômenos naturais, mas também uma forma de repassar valores morais e culturais as novas gerações. Com o tempo, o mito adquiriu maior valor cultural e menos valor epistemológico.<br><br>- As obras de<strong> Homero e Hesíodo</strong> serviram como ideal para o cidadão grego-arcaico <br><br>-<strong>Thales de Mileto e Heráclito de Éfeso</strong> fundaram as primeiras escolas filosóficas.<br><br><strong>Sócrates- séc.470-399 a.C.</strong><br>- Pai da filosofia<br>- A verdade&nbsp; é única e só assim é possível estabelecer uma sociedade virtuosa. Entretanto tal verdade não pode ser imposta ou individualizada, ela deve ser buscada através da dialética. <br><br><strong>Aristóteles - séc. 384- 322 a.C.<br></strong>- Busca compreender o mundo a partir do próprio mundo e da natureza, bem como compreender os humanos a partir de suas relações entre si.<br>- Sua teoria apresenta uma relação empírica( experiência) e com a verdade.<br><br><strong>Platão- séc. 428- 328 a.C.<br></strong>- A verdade encontra-se no mundo das ideias.<br>- Sensações enganam, é preciso a racionalidade para contemplar a essência das coisas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-30 22:50:34 UTC</pubDate>
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         <title>Filosofia- Base da cultura crítica e humanística.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cinthiaborges/a2jdix1kclitcojz/wish/2124401375</link>
         <description><![CDATA[<div>- Todo o processo de formação humana e construção do saber surge a partir da filosofia com os gregos na Grécia Antiga<br><br>- <strong>Surgimento:&nbsp;</strong>nascimento de uma forma racional e crítica de compreender/ reconhecer a realidade que nos cerca (pré- socráticos).<br><br>- <strong>Humanidades:&nbsp;</strong>conhecimento produzido por meio da tentava de compreender&nbsp;<strong>(racionalmente)&nbsp;</strong>a natureza humana.&nbsp;<br><br>-&nbsp;<strong>O homem como ser técnico:&nbsp;</strong>o conhecimento&nbsp; e transformação da natureza/ sua realidade.<br>- A dimensão da sua realidade/ vivência em pólis(cidades).<br><br>-&nbsp;<strong>O homem a partir do mito:&nbsp;</strong>&nbsp;modo de dar sentido às experiências e à vida.<br><br>-<strong> O homem como ser crítico:&nbsp;</strong>rompimento com a tradição, magia e o mito.<br>- A razão e a ciência gera uma atitude crítica&nbsp;<br>- O homem racional, duvida sempre, busca melhora e aprimoramento (humanismo).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-31 22:04:52 UTC</pubDate>
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