<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Chá Literário Colégio Batista Água Viva 7º ano -  Carlos Drummond de Andrade by Prô Angélica Biazoto</title>
      <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u</link>
      <description>Tema Pandemia - Feito com amor por cada aluno! 14/11/2020</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-04 12:49:06 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-28 18:18:12 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Aí que Saudade!         Escritora: Ana Luíza Perozin </title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/889685084</link>
         <description><![CDATA[<div>Aí que Saudade! <br>Daquelas viagens <br>E também dos atos de humildade <br>E não podemos esquecer daquelas paisagens <br> <br>Aí que Saudade <br>De abraçar um parente querido ou um amigo <br>E vendo as crianças soltando a criatividade <br>E só ouvimos dizer em artigos de TV <br>A pandemia, Coronavírus, Covid-19 <br>E só o que ouvimos dizer <br> <br>E para esse ano de 2020 que já está partindo <br>Aprendemos a ficar mais unidos,  <br>Para o novo ano que está surgindo <br>Que possamos ficar mais acolhidos <br>Uns com os outros.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/d4790fec92d21fef15be82738a0ec5b1/Ana_Luiza.jpg" />
         <pubDate>2020-11-04 12:52:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/889685084</guid>
      </item>
      <item>
         <title>União e pandemia!        Escritor: João Pedro  </title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921828660</link>
         <description><![CDATA[<div>União, como definir?<br>É uma forma de pensar e sentir!<br><br>Nessa pandemia, <br>União é essencial,<br>Para tornar a quarentena algo especial.<br><br>Todo amor e carinho,<br>Tornou-se mais intenso, <br>As vezes estou, <br>Fazendo algo e penso,<br><br>Tudo bom, tudo mal, <br>Todas as coisas que vivi, <br>E agradeço a Deus, <br>Por estar aqui.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/09c8db5666af86c73bb10b98b06d3720/Jo_o_Pedro.jpg" />
         <pubDate>2020-11-13 20:55:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921828660</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pandemia!                      Escritor: Luis Fernando</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921862006</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto você ouve esse poema, <br>Mais seres humanos morrem,<br>E os governantes devassos, <br>Das suas responsabilidades correm.<br><br>Aquele livro maneiro,<br>Nos garante coisas essenciais:<br>Dignidade, Trabalho, Liberdade,<br>Chamamos de direitos e garantias fundamentais.<br><br>Mas vejam que medonho, <br>A sociedade à beira do Abismo,<br>E se já não bastasse a pandemia,<br>Tem gente morrendo por conta do racismo.<br><br>Isso vai acabar, <br>A gente vai voltar a se ver, se abraçar,<br>Mas não esqueçam:<br>Não podemos voltar a ser os mesmos, <br>Porque a nossa conduta nos levou a isso.<br>Melhorar, é a palavra de ordem,<br>Amar o próximo, é o caminho para isso.<br>Fiquem bem!</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/5ebaab4447489fbb28e1fba6757b8111/Luis_fernando.jpg" />
         <pubDate>2020-11-13 21:08:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921862006</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poema da Pandemia!              Escritora: Luiza Araujo</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921911629</link>
         <description><![CDATA[<div>Quarentena veio em Março,<br>No meu aniversário,<br>Adotei um gato,<br>Que odeia usar laço.<br><br>O covid-19 veio de surpresa,<br>E quis ficar com certeza,<br>Muitas mortes vieram também, <br>E nosso presidente riu delas,<br>E agora todos sabem,<br>Ele finge chorar por elas.<br><br>O EAD mexeu com o psicológico de muitos alunos,<br>Mas mesmo assim tentamos continuar firmes,<br>Nós adoramos nossos professores,<br>E entendemos que esse é só o trabalho deles.<br><br>A Vida dos trabalhadores também ficou difícil,<br>A vida de ninguém tá fácil,<br>Eu espero que tudo melhore logo,<br>Para eu e todos irmos no mercado sem preocupação.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/5cede51747b6f3f204d60cfb5386f16a/Luiza_Araujo.jpg" />
         <pubDate>2020-11-13 21:20:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921911629</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O mundo mudou!       Escritora: Lívia Luísa</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921931555</link>
         <description><![CDATA[<div>O mundo mudou!<br>Em questão de meses,<br>Um terrível vírus bradou como trovão,<br>Trazendo distanciamento e solidão!<br><br>Abraçar?<br>Nem pensar!<br>Beijar?<br>Só com máscara.<br>Não pode nem mais visitar a vovó...<br>Muito menos ir à chácara.<br><br>Se não quer ficar doente, tome cuidado com o vírus, <br>Pois ele é pior que dor de dente.<br>Usa a máscara e álcool gel, <br>Coma frutas e beba água...<br>Fique em casa, não guarde mágoa.<br><br>E a saudade a gente mata pela telinha,<br>Para rever a professora,<br>Enquanto não dá para ir para a escolinha.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/26b546ee3ce159d604a5f11113ca22e1/L_via.jpg" />
         <pubDate>2020-11-13 21:28:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921931555</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pandemia!                     Escritor: Geovanne Rodrigues</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921949728</link>
         <description><![CDATA[<div>Até quando durará essa pandemia,</div><div>Muito pânico, agonia e melancolia,</div><div>Tenho medo de entrar na mania,</div><div>Será que o Universo está numa fria?<br><br></div><div>E o tempo e espaço que eu escolhia?</div><div>Demorará anos, meses ou dias?</div><div>E os delírios e alucinações de quem tem esquizofrenia?<br><br></div><div>Sinto falta da minha filha, <br>De alguns da família, das amigas e boas cias,</div><div>Mas subiu a adrenalina da</div><div>hipomania,</div><div>Ah, saudade do meu bom humor,</div><div>como eu ria!<br><br></div><div>Não sinto saudade da família que</div><div>me enchia,</div><div>Odeio quando você maldosamente</div><div>chega,</div><div>Não posso perder minha alegria.  <br><br></div><div>A mãe depressão e sua sobrinha</div><div>agonia,</div><div>A Linda era a única que me acolhia,</div><div>Viva a arte! Viva a poesia!</div><div>E falem comigo só por telepatia.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/bbab90400dcad3664924fb163d65eba6/Geovanne.jpg" />
         <pubDate>2020-11-13 21:37:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921949728</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A união faz a força!   Escritora: Laura Baeza </title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921959955</link>
         <description><![CDATA[<div>Nessa situação difícil, <br>Se unir agora, <br>Parece impossível,<br>Basta um problema que nem podemos se quer ver, <br>Para ser a coisa que mais estamos a temer.<br><br>Mas com cuidado e amor, podemos evitar os caos e a dor, dar-nos tempo para nós mesmos, para proteger vidas de outros companheiros.<br><br>Estando juntos porém separados, Espero que no futuro próximo, possamos estar agradecendo a Deus o nosso amado.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/5f472f7aefbb956d8c79ac6840127854/Laura_Baeza.jpg" />
         <pubDate>2020-11-13 21:42:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/921959955</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Distanciamento Social! Escritor: Kevin Lima</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922038908</link>
         <description><![CDATA[<div>Distanciamento social,<br>Tempo de refletir,<br>Valor de um abraço,<br>A falta de te ver sorrir.<br><br>Quanto tempo se passou,<br>Sem termos tempo de dizer "Eu te amo".<br>Hoje com tanto tempo livre, <br>Ainda não aprendemos.<br><br>E assim se perdemos em meio ao isolamento,<br>Queremos voltar a sentir a presença de quem esteve perto.<br>Mas não sentimos seu cheiro, seu calor, ou, seu abraço.<br>Espero o fim dessa pandemia,<br>Pois sei que nunca mais será como se já foi em nossa vida um dia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/26786caa558aa023a80d97cdec871f16/Kevin.jpg" />
         <pubDate>2020-11-13 22:23:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922038908</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Corona vírus!                    Editora: Yasmin Vieira</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922689322</link>
         <description><![CDATA[<div>O vírus  chegou de outro continente bem longe da gente. <br>O vírus se espalhou e a nossa nação se infectou.<br><br>Nosso grande ABC também foi atingido.<br><br>Mas de maneiras corretas estamos agindo.<br><br>Lavando bem a mão com água e sabão. <br><br> Em Distanciamento social e uso frequente de máscaras.<br><br>A escola quer voltar com meus amigos brincar e tudo isso irá passar.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/b6fa9f40b8cf0e9aa915404f757bb38d/Yasmin.jpg" />
         <pubDate>2020-11-14 12:59:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922689322</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Conheça um pouquinho da Historia de Carlos Drummond de Andrade.</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922700802</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=CYcsEO8VWbY" />
         <pubDate>2020-11-14 13:12:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922700802</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução da História de Carlos Drummond de Andrade</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922702147</link>
         <description><![CDATA[<div>Carlos Drummond de Andrade (31 de outubro de 1902 — 17 de agosto de 1987) é um dos maiores autores da literatura brasileira, sendo considerado o maior poeta nacional do século XX.<br>Integrada na segunda fase do modernismo brasileiro, sua produção literária reflete algumas características do seu tempo: uso da linguagem corrente, temas do cotidiano, reflexões políticas e sociais.<br>Através de sua poesia, Drummond foi eternizado, conquistando a atenção e a admiração dos leitores contemporâneos. Seus poemas se centram em questões que se mantêm atuais: a rotina das grandes cidades, a solidão, a memória, a vida em sociedade, as relações humanas.<br>Entre suas composições mais famosas, se destacam também aquelas que expressam reflexões existenciais profundas, onde o sujeito expõe e questiona seu modo de viver, seu passado e seu propósito. Confira alguns dos poemas mais famosos de Carlos Drummond de Andrade, analisados e comentados.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-14 13:13:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922702147</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poema mais conhecido de Carlos Drummond de Andrade: A máquina do mundo!</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922704048</link>
         <description><![CDATA[<div>E como eu palmilhasse vagamente<br>uma estrada de Minas, pedregosa,<br>e no fecho da tarde um sino rouco<br><br>se misturasse ao som de meus sapatos<br>que era pausado e seco; e aves pairassem<br>no céu de chumbo, e suas formas pretas<br><br>lentamente se fossem diluindo<br>na escuridão maior, vinda dos montes<br>e de meu próprio ser desenganado,<br><br>a máquina do mundo se entreabriu<br>para quem de a romper já se esquivava<br>e só de o ter pensado se carpia.<br><br>Abriu-se majestosa e circunspecta,<br>sem emitir um som que fosse impuro<br>nem um clarão maior que o tolerável<br><br>pelas pupilas gastas na inspeção<br>contínua e dolorosa do deserto,<br>e pela mente exausta de mentar<br><br>toda uma realidade que transcende<br>a própria imagem sua debuxada<br>no rosto do mistério, nos abismos.<br><br>Abriu-se em calma pura, e convidando<br>quantos sentidos e intuições restavam<br>a quem de os ter usado os já perdera<br><br>e nem desejaria recobrá-los,<br>se em vão e para sempre repetimos<br>os mesmos sem roteiro tristes périplos,<br><br>convidando-os a todos, em coorte,<br>a se aplicarem sobre o pasto inédito<br>da natureza mítica das coisas,<br><br>assim me disse, embora voz alguma<br>ou sopro ou eco ou simples percussão<br>atestasse que alguém, sobre a montanha,<br><br>a outro alguém, noturno e miserável,<br>em colóquio se estava dirigindo:<br>"O que procuraste em ti ou fora de<br><br>teu ser restrito e nunca se mostrou,<br>mesmo afetando dar-se ou se rendendo,<br>e a cada instante mais se retraindo,<br><br>olha, repara, ausculta: essa riqueza<br>sobrante a toda pérola, essa ciência<br>sublime e formidável, mas hermética,<br><br>essa total explicação da vida,<br>esse nexo primeiro e singular,<br>que nem concebes mais, pois tão esquivo<br><br>se revelou ante a pesquisa ardente<br>em que te consumiste... vê, contempla,<br>abre teu peito para agasalhá-lo."<br><br>As mais soberbas pontes e edifícios,<br>o que nas oficinas se elabora,<br>o que pensado foi e logo atinge<br><br>distância superior ao pensamento,<br>os recursos da terra dominados,<br>e as paixões e os impulsos e os tormentos<br><br>e tudo que define o ser terrestre<br>ou se prolonga até nos animais<br>e chega às plantas para se embeber<br><br>no sono rancoroso dos minérios,<br>dá volta ao mundo e torna a se engolfar<br>na estranha ordem geométrica de tudo,<br><br>e o absurdo original e seus enigmas,<br>suas verdades altas mais que tantos<br>monumentos erguidos à verdade;<br><br>e a memória dos deuses, e o solene<br>sentimento de morte, que floresce<br>no caule da existência mais gloriosa,<br><br>tudo se apresentou nesse relance<br>e me chamou para seu reino augusto,<br>afinal submetido à vista humana.<br><br>Mas, como eu relutasse em responder<br>a tal apelo assim maravilhoso,<br>pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,<br><br>a esperança mais mínima — esse anelo<br>de ver desvanecida a treva espessa<br>que entre os raios do sol inda se filtra;<br><br>como defuntas crenças convocadas<br>presto e fremente não se produzissem<br>a de novo tingir a neutra face<br><br>que vou pelos caminhos demonstrando,<br>e como se outro ser, não mais aquele<br>habitante de mim há tantos anos,<br><br>passasse a comandar minha vontade<br>que, já de si volúvel, se cerrava<br>semelhante a essas flores reticentes<br><br>em si mesmas abertas e fechadas;<br>como se um dom tardio já não fora<br>apetecível, antes despiciendo,<br><br>baixei os olhos, incurioso, lasso,<br>desdenhando colher a coisa oferta<br>que se abria gratuita a meu engenho.<br><br>A treva mais estrita já pousara<br>sobre a estrada de Minas, pedregosa,<br>e a máquina do mundo, repelida,<br><br>se foi miudamente recompondo,<br>enquanto eu, avaliando o que perdera,<br>seguia vagaroso, de mãos pensas.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-14 13:16:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922704048</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Poesia de Arthur Fernandes</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922708006</link>
         <description><![CDATA[<div>Até quando durará essa pandemia,</div><div>Muito pânico, agonia e melancolia,</div><div>Tenho medo de entrar na mania,</div><div>Será que o Universo está numa fria?<br><br></div><div>E o tempo e espaço que eu escolhia?</div><div>Demorará anos, meses ou dias?</div><div>E os delírios e alucinações de quem tem esquizofrenia?<br><br></div><div>Sinto falta da minha filha, <br>De alguns da família, das amigas e boas cias,</div><div>Mas subiu a adrenalina da</div><div>hipomania,</div><div>Ah, saudade do meu bom humor,</div><div>como eu ria!<br><br></div><div>Não sinto saudade da família que</div><div>me enchia,</div><div>Odeio quando você maldosamente</div><div>chega,</div><div>Não posso perder minha alegria.  <br><br></div><div>A mãe depressão e sua sobrinha</div><div>agonia,</div><div>A Linda era a única que me acolhia,</div><div>Viva a arte! Viva a poesia!</div><div>E falem comigo só por telepatia.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/cd2bda91d4de454f4fb04611cbaf7e9e/Arthur_Fernandes.jpg" />
         <pubDate>2020-11-14 13:20:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922708006</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Professora Coordenadora Angélica Biazoto</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922719862</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu te amo porque te amo,<br>Não precisas ser amante,<br>e nem sempre sabes sê-lo.<br>Eu te amo porque te amo.<br>Amor é estado de graça<br>e com amor não se paga.<br>Amor é dado de graça,<br>é semeado no vento,<br>na cachoeira, no eclipse.<br>Amor foge a dicionários<br>e a regulamentos vários.<br>Eu te amo porque não amo<br>bastante ou demais a mim.<br>Porque amor não se troca,<br>não se conjuga nem se ama.<br>Porque amor é amor a nada,<br>feliz e forte em si mesmo.<br>Amor é primo da morte,<br>e da morte vencedor,<br>por mais que o matem (e matam)<br>a cada instante de amor.</div><div>-- Carlos Drummond de Andrade</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/4a29c1c1211d69f86e47bee755c2461b/Ang_lica.jpg" />
         <pubDate>2020-11-14 13:33:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/922719862</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/928446550</link>
         <description><![CDATA[Conheça um pouquinho da Historia de Carlos Drummond de Andrade.
Conheça um pouquinho da Historia de Carlos Drummond de Andrade.
Poema mais conhecido de Carlos Drummond de Andrade: A máquina do mundo!
Poema mais conhecido de Carlos Drummond de Andrade: A máquina do mundo!
E como eu palmilhasse vagamente
uma estrada de Minas, pedregosa,
e no fecho da tarde um sino rouco

se misturasse ao som de meus sapatos
que era pausado e seco; e aves pairassem
no céu de chumbo, e suas formas pretas

lentamente se fossem diluindo
na escuridão maior, vinda dos montes
e de meu próprio ser desenganado,

a máquina do mundo se entreabriu
para quem de a romper já se esquivava
e só de o ter pensado se carpia.

Abriu-se majestosa e circunspecta,
sem emitir um som que fosse impuro
nem um clarão maior que o tolerável

pelas pupilas gastas na inspeção
contínua e dolorosa do deserto,
e pela mente exausta de mentar

toda uma realidade que transcende
a própria imagem sua debuxada
no rosto do mistério, nos abismos.

Abriu-se em calma pura, e convidando
quantos sentidos e intuições restavam
a quem de os ter usado os já perdera

e nem desejaria recobrá-los,
se em vão e para sempre repetimos
os mesmos sem roteiro tristes périplos,

convidando-os a todos, em coorte,
a se aplicarem sobre o pasto inédito
da natureza mítica das coisas,

assim me disse, embora voz alguma
ou sopro ou eco ou simples percussão
atestasse que alguém, sobre a montanha,

a outro alguém, noturno e miserável,
em colóquio se estava dirigindo:
"O que procuraste em ti ou fora de

teu ser restrito e nunca se mostrou,
mesmo afetando dar-se ou se rendendo,
e a cada instante mais se retraindo,

olha, repara, ausculta: essa riqueza
sobrante a toda pérola, essa ciência
sublime e formidável, mas hermética,

essa total explicação da vida,
esse nexo primeiro e singular,
que nem concebes mais, pois tão esquivo

se revelou ante a pesquisa ardente
em que te consumiste... vê, contempla,
abre teu peito para agasalhá-lo."

As mais soberbas pontes e edifícios,
o que nas oficinas se elabora,
o que pensado foi e logo atinge

distância superior ao pensamento,
os recursos da terra dominados,
e as paixões e os impulsos e os tormentos

e tudo que define o ser terrestre
ou se prolonga até nos animais
e chega às plantas para se embeber

no sono rancoroso dos minérios,
dá volta ao mundo e torna a se engolfar
na estranha ordem geométrica de tudo,

e o absurdo original e seus enigmas,
suas verdades altas mais que tantos
monumentos erguidos à verdade;

e a memória dos deuses, e o solene
sentimento de morte, que floresce
no caule da existência mais gloriosa,

tudo se apresentou nesse relance
e me chamou para seu reino augusto,
afinal submetido à vista humana.

Mas, como eu relutasse em responder
a tal apelo assim maravilhoso,
pois a fé se abrandara, e mesmo o anseio,

a esperança mais mínima — esse anelo
de ver desvanecida a treva espessa
que entre os raios do sol inda se filtra;

como defuntas crenças convocadas
presto e fremente não se produzissem
a de novo tingir a neutra face

que vou pelos caminhos demonstrando,
e como se outro ser, não mais aquele
habitante de mim há tantos anos,

passasse a comandar minha vontade
que, já de si volúvel, se cerrava
semelhante a essas flores reticentes

em si mesmas abertas e fechadas;
como se um dom tardio já não fora
apetecível, antes despiciendo,

baixei os olhos, incurioso, lasso,
desdenhando colher a coisa oferta
que se abria gratuita a meu engenho.

A treva mais estrita já pousara
sobre a estrada de Minas, pedregosa,
e a máquina do mundo, repelida,

se foi miudamente recompondo,
enquanto eu, avaliando o que perdera,
seguia vagaroso, de mãos pensas.
O mundo mudou! Escritora: Lívia Luísa
O mundo mudou!       Escritora: Lívia Luísa
O mundo mudou!
Em questão de meses,
Um terrível vírus bradou como trovão,
Trazendo distanciamento e solidão!

Abraçar?
Nem pensar!
Beijar?
Só com máscara.
Não pode nem mais visitar a vovó...
Muito menos ir à chácara.

Se não quer ficar doente, tome cuidado com o vírus, 
Pois ele é pior que dor de dente.
Usa a máscara e álcool gel, 
Coma frutas e beba água...
Fique em casa, não guarde mágoa.

E a saudade a gente mata pela telinha,
Para rever a professora,
Enquanto não dá para ir para a escolinha.

União e pandemia! Escritor: João Pedro
União e pandemia!        Escritor: João Pedro  
União, como definir?
É uma forma de pensar e sentir!

Nessa pandemia, 
União é essencial,
Para tornar a quarentena algo especial.

Todo amor e carinho,
Tornou-se mais intenso, 
As vezes estou, 
Fazendo algo e penso,

Tudo bom, tudo mal, 
Todas as coisas que vivi, 
E agradeço a Deus, 
Por estar aqui.
Pandemia! Escritor: Luis Fernando
Pandemia!                      Escritor: Luis Fernando
Enquanto você ouve esse poema, 
Mais seres humanos morrem,
E os governantes devassos, 
Das suas responsabilidades correm.

Aquele livro maneiro,
Nos garante coisas essenciais:
Dignidade, Trabalho, Liberdade,
Chamamos de direitos e garantias fundamentais.

Mas vejam que medonho, 
A sociedade à beira do Abismo,
E se já não bastasse a pandemia,
Tem gente morrendo por conta do racismo.

Isso vai acabar, 
A gente vai voltar a se ver, se abraçar,
Mas não esqueçam:
Não podemos voltar a ser os mesmos, 
Porque a nossa conduta nos levou a isso.
Melhorar, é a palavra de ordem,
Amar o próximo, é o caminho para isso.
Fiquem bem!
Introdução da História de Carlos Drummond de Andrade
Introdução da História de Carlos Drummond de Andrade
Carlos Drummond de Andrade (31 de outubro de 1902 — 17 de agosto de 1987) é um dos maiores autores da literatura brasileira, sendo considerado o maior poeta nacional do século XX.
Integrada na segunda fase do modernismo brasileiro, sua produção literária reflete algumas características do seu tempo: uso da linguagem corrente, temas do cotidiano, reflexões políticas e sociais.
Através de sua poesia, Drummond foi eternizado, conquistando a atenção e a admiração dos leitores contemporâneos. Seus poemas se centram em questões que se mantêm atuais: a rotina das grandes cidades, a solidão, a memória, a vida em sociedade, as relações humanas.
Entre suas composições mais famosas, se destacam também aquelas que expressam reflexões existenciais profundas, onde o sujeito expõe e questiona seu modo de viver, seu passado e seu propósito. Confira alguns dos poemas mais famosos de Carlos Drummond de Andrade, analisados e comentados.

A união faz a força! Escritora: Laura Baeza
A união faz a força!   Escritora: Laura Baeza 
Nessa situação difícil, 
Se unir agora, 
Parece impossível,
Basta um problema que nem podemos se quer ver, 
Para ser a coisa que mais estamos a temer.

Mas com cuidado e amor, podemos evitar os caos e a dor, dar-nos tempo para nós mesmos, para proteger vidas de outros companheiros.

Estando juntos porém separados, Espero que no futuro próximo, possamos estar agradecendo a Deus o nosso amado.
Pandemia! Escritor: Geovanne Rodrigues
Pandemia!                     Escritor: Geovanne Rodrigues
Até quando durará essa pandemia,
Muito pânico, agonia e melancolia,
Tenho medo de entrar na mania,
Será que o Universo está numa fria?

E o tempo e espaço que eu escolhia?
Demorará anos, meses ou dias?
E os delírios e alucinações de quem tem esquizofrenia?

Sinto falta da minha filha, 
De alguns da família, das amigas e boas cias,
Mas subiu a adrenalina da
hipomania,
Ah, saudade do meu bom humor,
como eu ria!

Não sinto saudade da família que
me enchia,
Odeio quando você maldosamente
chega,
Não posso perder minha alegria.  

A mãe depressão e sua sobrinha
agonia,
A Linda era a única que me acolhia,
Viva a arte! Viva a poesia!
E falem comigo só por telepatia.


Distanciamento Social! Escritor: Kevin Lima
Distanciamento Social! Escritor: Kevin Lima
Distanciamento social,
Tempo de refletir,
Valor de um abraço,
A falta de te ver sorrir.

Quanto tempo se passou,
Sem termos tempo de dizer "Eu te amo".
Hoje com tanto tempo livre, 
Ainda não aprendemos.

E assim se perdemos em meio ao isolamento,
Queremos voltar a sentir a presença de quem esteve perto.
Mas não sentimos seu cheiro, seu calor, ou, seu abraço.
Espero o fim dessa pandemia,
Pois sei que nunca mais será como se já foi em nossa vida um dia.
Falando de literatura Aluno Nicolas
Falando de literatura        Aluno Nicolas
Deus nos salve da gripezinha
- porque tem um rosto ingênuo,
mas é forte e poderosa
e matou muitos no Bérgamo,
em Wuhan, em Paris e em Zaragoza.
Por onde o coronavírus passa,
ouvem-se gritos e prantos...
As mãos ficam trêmulas,
os olhos cheios de espanto.
Os Anjos elevem seus cantos!
Que o bom Deus nos ilumine!
Que o vírus perca sua força,
e nunca mais contamine.
Aí que Saudade! Escritora: Ana Luíza Perozin
Aí que Saudade!         ]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2020-11-16 18:00:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/928446550</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Falando de literatura        Aluno Nicolas</title>
         <author>proangelicaciencias</author>
         <link>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/928495434</link>
         <description><![CDATA[<div>Deus nos salve da gripezinha<br>- porque tem um rosto ingênuo,<br>mas é forte e poderosa<br>e matou muitos no Bérgamo,<br>em Wuhan, em Paris e em Zaragoza.<br>Por onde o coronavírus passa,<br>ouvem-se gritos e prantos...<br>As mãos ficam trêmulas,<br>os olhos cheios de espanto.<br>Os Anjos elevem seus cantos!<br>Que o bom Deus nos ilumine!<br>Que o vírus perca sua força,<br>e nunca mais contamine.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/830607076/66f7f4d09278e2617ae2eaa0a73c9962/Nicolas.jpg" />
         <pubDate>2020-11-16 18:09:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/proangelicaciencias/a1x78jj69a5wd17u/wish/928495434</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
