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      <title>Cidadania e Desenvolvimento . 10º B by Ana Simões</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-24 18:35:55 UTC</pubDate>
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         <title>As artes e as letras n&#39; «Os Lusíadas»</title>
         <author>anasimoes</author>
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         <description><![CDATA[<h1>O mundo do trabalho é uma preocupação cada vez maior para nós, jovens, que estamos no ensino secundário e que nos aproximamos do momento em que teremos de escolher um curso. Esta escolha vai ser decisiva para o nosso futuro profissional. Alguns de nós gostaríamos de enveredar pela vertente artística, mas temos noção de que não são carreiras valorizadas, pelo contrário. E esta situação não é de agora, infelizmente. Já Camões lamentava esse facto na sua obra «Os Lusíadas», como se pode ver nos cantos V e VII:</h1><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:36:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>anasimoes</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Tantos séculos passados e tudo parece estar na mesma. A pandemia veio acentuar ainda mais este problema, pois muitos artistas viveram sérias dificuldades financeiras.&nbsp;<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 18:40:24 UTC</pubDate>
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         <title>Direitos Humanos - «Os Lusíadas»</title>
         <author>anasimoes</author>
         <link>https://padlet.com/anasimoes/a1lcmdwpdenzdnyk/wish/1624152916</link>
         <description><![CDATA[<div>A séculos de distância de nós, Camões já se preocupava com os direitos humanos e deixou isso bem claro na sua epopeia, nomeadamente no Canto VII, onde se recusa louvar:<br><br><strong>a. os que são tiranos</strong> - «Só por poder com torpes exercícios / Usar mais largamente de seus vícios.» (est. 84, vv. 7-8);<br><br><strong>b. os que aplicam a lei de forma injusta </strong>- «Nem quem acha que é justo e que é direito / Guardar-se a lei do Rei severamente» (est. 86, vv. 1-2);<br><br><strong>c. os que não reconhecem o trabalho do povo, o roubam e lhe recusam o justo salário </strong>- «A despir e roubar o pobre povo!» (est. 85, v. 8); «E não acha que é justo e bom respeito / Que se pague o suor da servil gente»<br><br>Infelizmente, até aos dias de hoje, verificam-se casos de violação dos direitos humanos, como aconteceu com o avião da Ryanair que foi desviado e obrigado a aterrar em Minsk, a mando do governo da Bielorrússia, para prender o jornalista Roman Protasevich, opositor ao regime. Assim se vê o desrespeito pela liberdade de expressão.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://expresso.pt/internacional/2021-05-24-Roman-foi-preso-no-fim-das-ferias.-So-a-Uniao-Europeia-pode-defender-o-jornalista-bielorrusso-45ee63d1" />
         <pubDate>2021-06-24 19:38:10 UTC</pubDate>
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         <title>Interculturalidade n&#39; «Os Lusíadas»</title>
         <author>anasimoes</author>
         <link>https://padlet.com/anasimoes/a1lcmdwpdenzdnyk/wish/1624188360</link>
         <description><![CDATA[<div>O respeito pela multiculturalidade é uma questão preocupante já há muitos séculos. Camões, sendo um escritor visionário para o seu tempo, refletiu sobre este assunto na sua ilustre obra “Os Lusíadas”. De facto, na viagem que a armada portuguesa, comandada por Vasco da Gama, fez para a Índia, o povo luso nem sempre foi bem recebido pelos povos locais. <br>Moçambique e Mombaça não acolheram bem os portugueses&nbsp; principalmente devido à intolerância religiosa, o que provocou sérios conflitos. Veja-se como Camões o refere nos seguinte excerto:<br><br><em>«Pilotos lhe pedia o Capitão, /Por quem pudesse à Índia ser levado; /Diz-lhe que o largo prémio levarão / Do trabalho que nisso for tomado./Promete-lhos o Mouro, com tenção/De peito venenoso e tão danado/Que a morte, se pudesse, neste dia,/Em lugar de pilotos lhe daria.» </em><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;(Canto I, est. 70)<br><br></div><div>Pelo contrário, os melindanos tiveram uma atitude distinta aos anteriores, respeitando e aceitando as diferenças dos portugueses, homenageando-os com uma grande festa e oferecendo-lhes um piloto para os ajudar a chegar à Índia:<br><br><em>«Não sabia em que modo festejasse/O Rei Pagão os fortes navegantes,/Pera que as amizades alcançasse/Do Rei Cristão, das gentes tão possantes./Pesa-lhe que tão longe o apousentasse/Das Europeias terras abundantes/A ventura, que não no fez vizinho/Donde Hércules ao mar abriu o caminho.» </em><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; (Canto VI, est. 1)<br><br><em>«Com jogos, danças e outras alegrias,/A segundo a polícia Melindana,/Com usadas e ledas pescarias,/Com que a Lageia António alegra e engana,/Este famoso Rei, todos os dias/Festeja a companhia Lusitana,/Com banquetes, manjares desusados,/Com frutas, aves, carnes e pescados.»</em><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;(Canto VI, est. 2)<br><br>Assim se pode comprovar como a intolerância relativamente à diferença pode ser causadora de graves conflitos. felizmente, hoje em dia as pessoas estão mais conscientes da importância de respeitar a diversidade cultural.<br>Portugal é um dos países que se tem preocupado com estas questões, tendo criado, por exemplo, o Alto Comissariado para as Migrações e levando a cabo outras ações importantes para evitar qualquer tipo de descriminação:</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.noticiasaominuto.com/mundo/1210742/portugal-estuda-integracao-de-migrantes-atraves-de-eventos-multiculturais" />
         <pubDate>2021-06-24 20:12:52 UTC</pubDate>
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