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      <title> 7º C by </title>
      <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C</link>
      <description>Projeto de Leitura 2016/2017</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2016-11-20 16:34:37 UTC</pubDate>
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         <title>No dia 22 de novembro, a professora Glória irá à nossa sala de aula e, assim, se iniciará a nossa grande aventura .... o nosso Projeto de Leitura!</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/138942811</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 16:39:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
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         <description><![CDATA[<div><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://thumbs.dreamstime.com/t/livro-aberto-da-leitura-do-mido-25679898.jpg" width="240" height="160"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-20 16:44:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://goo.gl/Zktu1Z">https://goo.gl/Zktu1Z</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-11-30 09:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O pirata das ilhas da Bruma&quot; 22/11/2016</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/143298205</link>
         <description><![CDATA[<div>Na lenda "O pirata das ilhas da Bruma", a minha personagem favorita é o pirata Laplace.<br>Ele é diferente dos outros piratas porque é divertido e simpático, pois convive com as pessoas e deixa-as tocar no seu papagaio.<br>Laplace é corajoso,forte e persistente pelo facto de ir falar com o pai de Leonor mesmo depois de ele ter proibido o seu casamento.<br>Apesar de ser estrangeiro, a população da graciosa acolheu-o bem.<br>para concluir, todas estas estas características fazem com que Laplace seja a minha personagem favorita. <figure class="attachment attachment-preview"><img src="http://www.leyaonline.com/fotos/produtos/500_9789722118309_o_pirata%20das%20ilhas%20da%20bruma.jpg" width="354" height="500"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-13 08:54:28 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Henrique,O Terrível E O Clube Secreto&quot;</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/143302091</link>
         <description><![CDATA[<div>A personagem principal do livro " Henrique,O Terrível" é um rapaz chamado Henrique .<br>O Henrique é um rapaz traquina e corajoso. Enfrenta todos medos de frente . Ele não tem medo de nada, até ao dia em que tem de levar uma injeção . Aí é que foi! O Henrique tinha medo de injeções. Mas no fim ,tudo correu bem. Ele, com a sua manhã  e esperteza, conseguiu "safar-se" de levar a injeção.  <br>(André)</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-13 09:22:17 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A casa das bengalas&quot;</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/143305096</link>
         <description><![CDATA[<div>Na história "A casa das Bengalas" a personagem principal é Tião.<br>Ele é simpático e carinhoso, porque sempre ajuda o avo Henrique, um avo divertido e muito teimoso, esta sempre a ajudar .<br>Tião é sensível, por exemplo, quando o  seu cão morre.<br>O Tião adora o seu  avo e só quer o melhor para ele.<br>(Lara Sousa)</div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-13 09:40:41 UTC</pubDate>
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         <title>As viagens de Guliver</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/143306665</link>
         <description><![CDATA[<div>Na história "as viagens de Guliver ", a minha personagem favorita é o Gulliver.<br>Ele tem cabelos castanhos, anda com um laço branco ao pescoço. Usa um casaco azul com pulsos pretos e umas coisas douradas.<br>Ele é muito inteligente, porque tirou o curso de medicina e aprendeu a falar a língua dos lilipotianos. Também é corajoso, pois vai ajudar este povo na guerra, incentivando-os sempre a ganhar. É uma personagem generosa, pois partilha as  suas coisas.<br>(Osvaldo   </div>]]></description>
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         <pubDate>2016-12-13 09:49:41 UTC</pubDate>
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         <title>3ªAtividade do Projeto de Leitura 24/01/2017 </title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/148945590</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a leitura do conto " O Macaco Albino", de Fernando Nobre, "Histórias que contei aos meus filhos", foi feito um pequeno debate, em turma,  acerca da lição de vida que esta pequena narrativa nos transmitiu.  A turma chegou que à conclusão que o "ser diferente" nem sempre é mau e que todos nós somos diferentes, mas, e por isso mesmo, todos devemos respeitar as diferenças de cada um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-01-24 09:29:52 UTC</pubDate>
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         <title>Aconselharias a leitura do livro lido a um amigo? Porquê? (24/01/2017)</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/148947114</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu recomendaria a leitura do livro "A Lua de Joana", porque este livro  alerta-nos para a importância de estarmos atentos a nós próprios e aos outros. <br>Ao lermos este livro não podemos deixar de pensar na forma como, muitas vezes, relegamos para segundo plano aquilo que é realmente importante na vida.                                                                                                                                   NÃO DEIXES DE O LER ! (Daniela)<br><br>Sim, eu recomendaria a leitura do livro " Vampiros ou nem por isso " a um amigo , porque é um livro engraçado e bonito . <br>Fala de humanos que se transformaram em vampiros e estão a  tentar viver  esta nova vida , mas Mil-Homens não os vai deixar , pois ele é um caçador de vampiros e vai querer caçá-los .<br>É muito divertido ! Eu gostei e espero que vocês também gostem. (Tamara)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-01-24 09:36:53 UTC</pubDate>
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         <title>4ª atividade do Projeto de Leitura 21/02/2017</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/155091469</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia em que se comemora o dia da Língua Materna, os alunos do 7º C decidiram dedicar-se à leitura. Cada um dos alunos escolheu um livro e fizeram uma leitura silenciosa. Sim, porque o silêncio também é importante ..... </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-21 09:43:25 UTC</pubDate>
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         <title>O macaco albino</title>
         <author>celia_carvalho_300</author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/155092023</link>
         <description><![CDATA[<div>Este livro relata a história de um macaco albino que se sentia abandonado por ser diferente.<br>Ele era muito esperto, pois por ser assim é que não foi caçado. Apesar de se sentir abandonado pela sua família, ele ganhou coragem para a salvar quando esta foi capturada.<br>No final, a sua família reconheceu que, apesar do seu tom de pele ser diferente, isso não é assim tão importante e que a coragem vem de dentro de cada um de nós e o nosso macaquinho mostrou muita coragem e foi reconhecido pela sua comunidade.<br>Na minha opinião, acho que esta história é uma lição de vida, pois ensina-nos a não sermos racistas e a respeitar os outros, mesmo que estes sejam diferentes.Como nos diz o slogan " Todos diferentes, todos iguais". (Carolina)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-02-21 09:46:41 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;O Retrato &quot;em escadinha&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Autor: M.Alberta Menéres.<br>Nesta história a minha personagem favorita é a irmã mais velha.<br>Ela usava a risca do cabelo ao meio e dois lacinhos brancos.<br>Ela é muito curiosa e gosta muito de explorar.<br>É muito brincalhona e divertida junto das suas irmãs, Adelina e Amélia.<br> Recomendamos a leitura deste livro, porque está cheio de aventuras.<figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://www.traca.com.br/capas/99/99816.jpg" width="392" height="500"><figcaption class="caption"></figcaption></figure>(Ana Rita e Ana Sofia)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 08:49:05 UTC</pubDate>
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         <title>o Diário de um Banana 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A personagem principal desta história é o Greg  . <br>Esta história fala de um rapaz , o Greg , que enfrenta mais um ano de escolaridade com uma turma de que ele não gosta nada . A única pessoa que gosta dele e´o Rolley o seu melhor amigo <br>que o faz passar varias vergonhas .<br>autor:Jeff Kinney<br>(Guilherme )<br><figure class="attachment attachment-preview"><img src="https://upload.wikimedia.org/wikipedia/pt/3/3d/Diario_de_um_banana1.jpg" width="283" height="430"><figcaption class="caption"></figcaption></figure></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 08:49:26 UTC</pubDate>
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         <title>O aniversário da Infanta</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O aniversário da Infanta</em> é um livro muito interessante. Fala sobre uma menina da corte espanhola que fez 12 anos e recebeu um anão de presente. Este pensa que ela o ama. <br>Eu recomendo este livro, pois é interessante e é  uma forma de ocupar o nosso tempo com qualidade.<br>(Lara Sousa)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 08:54:21 UTC</pubDate>
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         <title>Em todos os jardins</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Em todos os jardins hei-de florir,<br>Em todos beberei a lua cheia,<br>Quando enfim no meu fim eu possuir<br>Todas as praias onde o mar ondeia.<br><br>Então serei oritmo das paisagens,<br>A secreta abundância desta festa<br>Que eu vi prometida nas imagens<br><br>Sophia de Mello Breyner Anderson<br>(Carolina)<br>Em homenagem ao dia da poesia que coincide com o dia da árvore.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:01:22 UTC</pubDate>
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         <title>Quando vier a primavera!</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Quando vier a Primavera, <br>Se eu já estiver morto, <br>As flores florirão da mesma maneira <br>E as árvores não serão menos verdes que na Primavera passada. <br>A realidade não precisa de mim. <br><br>Sinto uma alegria enorme <br>Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma <br><br>Se soubesse que amanhã morria <br>E a Primavera era depois de amanhã, <br>Morreria contente talvez por ser uma das estações que toda a gente gosta.<br>Gosto que tudo que seja real e que tudo esteja certo; <br>E gosto porque assim seria, mesmo que eu não gostasse. <br>Por isso, se morrer agora, morro contente, <br>Porque tudo é real e tudo está certo no mesmo momento e na mesma altura.<br>A Primavera chegou!<br><br><em>Alberto Caeiro, </em>&nbsp;(Vanessa &lt;3)<br>Heterónimo de Fernando Pessoa&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:01:52 UTC</pubDate>
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         <title>Velhas Árvores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Olha estas velhas árvores, mais belas <br>Do que as árvores novas, mais amigas: <br>Tanto mais belas quanto mais antigas, <br>Vencedoras da idade e das procelas... <br><br>O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas <br>Vivem, livres de fomes e fadigas; <br>E em seus galhos abrigam-se as cantigas <br>E os amores das aves tagarelas. <br><br>Não choremos, amigo, a mocidade! <br>Envelheçamos rindo! envelheçamos <br>Como as árvores fortes envelhecem: <br><br>Na glória da alegria e da bondade, <br>Agasalhando os pássaros nos ramos, <br>Dando sombra e consolo aos que padecem! <br><br>(André)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:07:14 UTC</pubDate>
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         <title>Árvore</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Galhos Secos<br>Folhas ao vento<br>Raízes <br>Sim tenho raízes <br>Por mais que desejo arrancá-las<br>Não é possível<br>De onde venho <br>Afirma-me <br>Mas não define meu ser<br>Onde quero chegar <br>É o que me sustenta<br>A caminhar...<br>Galhos secos <br>Folhas ao vento<br>Raízes firmes<br>Sementes no caminho...<br>Fruto no futuro!<br><br><br>( De Tiago)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:08:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>           Natureza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>       A natureza é verde.<br>        A natureza é vida.  <br>            Vida é paixão.<br><br>  A natureza tem uma fonte.<br>          É a fonte da vida.<br>                  Do amor.<br>              Da esperança.<br>  Da paixão pelo ser humano.<br><br>           A natureza é luz.<br>      Luz que nos ilumina para <br>  crescermos e vivermos bem<br>        uns com os outros! <br><br>Autora: Simone Helen Drumond <br>(Mónica Gonzaga   nº 17   7º)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:09:43 UTC</pubDate>
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         <title>“As árvores em poesia”</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma árvore é um amigo,<br>que se pode semear,<br>com um pequeno e simples gesto,<br>para a floresta completar.<br>Ao regarmos uma árvore,<br>ela cresce lentamente,<br>ganha raízes, folhas…<br>e fica grande, finalmente!<br>Se passarmos numa árvore,<br>ouvimos os passarinhos<br>fazem um lindo musical,<br>cantando nos seus ninhos.<br>Uma árvore dá muitas coisas<br>o papel,<br>a madeira,<br>isso tudo, e muito mais,<br>e também dá muitas vezes,<br>abrigos aos animais<br><br>autora: Maria Eduarda Vilani said</div><div>Daniela</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:12:24 UTC</pubDate>
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         <title>A Natureza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A natureza é a mais linda<br>Sem ela não viveremos<br>Devemos preservá-la<br>Para mais bela ficar</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:12:36 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres como Maçãs</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Mulheres são como maçãs em árvores. <br>As melhores estão no topo. <br>Os homens não querem alcançar essas boas, <br>porque eles têm medo de cair e se machucar. <br>Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, <br>que não são boas como as do topo, <br>mas são fáceis de se conseguir. <br><br>Assim, as maçãs no topo pensam <br>que algo está errado com elas, <br>quando na verdade ELAS são maravilhosas... <br>Elas têm que esperar um pouco mais <br>para o homem certo chegar... <br>aquele que é valente o bastante <br>para escalar até o topo da árvore.<br><br>(David)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:14:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Velhas Árvores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Olha estas velhas árvores, mais belas<br>Do que as árvores moças, mais amigas,<br>Tanto mais belas quanto mais antigas,<br>Vencedoras da idade e das procelas...<br>O homem, a fera e o inseto, à sombra delas<br>Vivem, livres da fome e de fadigas:<br>E em seus galhos abrigam-se as cantigas<br>E os amores das aves tagarelas.<br>Não choremos, amigo, a mocidade!<br>Envelheçamos rindo. Envelheçamos<br>Como as árvores fortes envelhecem,<br>Na glória de alegria e da bondade,<br>Agasalhando os pássaros nos ramos,<br>Dando sombra e consolo aos que padecem!<br>(Andreia)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:14:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Poema das árvores - António Gedeão                    As árvores crescem sós. E a sós florescem. Começam por ser nada. Pouco a pouco se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo. Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se. Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,e os frutos dão sementes,e as sementes preparam novas árvores.  E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.Sós.De dia e de noite.Sempre sós.  Os animais são outra coisa.Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,fazem amor e ódio, e vão à vidacomo se nada fosse.  As árvores, não.Solitárias, as árvores,exauram terra e sol silenciosamente.Não pensam, não suspiram, não se queixam.Estendem os braços como se implorassem;com o vento soltam ais como se suspirassem;e gemem, mas a queixa não é sua.  Sós, sempre sós.Nas planícies, nos montes, nas florestas,A crescer e a florir sem consciência.  Virtude vegetal viver a sósE entretanto dar flores.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161414398</link>
         <description><![CDATA[<div>Lara Miguel </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:15:08 UTC</pubDate>
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         <title>Flores são flores!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161414449</link>
         <description><![CDATA[<div>Flores são flores<br>Vivas num jardim<br>Pessoas são boas<br>Já nascem assim<br>Flores são flores<br>Colhidas sem dó<br>Por alguém que ama<br>E não quer ficar só!<br><br>Vanessa1</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:15:20 UTC</pubDate>
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         <title>Árvore é vida</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A árvore é fonte de ar<br>Que todos necessitamos para respirar<br>Devemos todos respeitar<br>Para que nunca possa faltar.<br><br>É tão lindo ver o sol beijar a flor<br>Isso mostra que por ela o sol tem amor<br>E lhe dá muito valor<br>Pois seus frutos possuem sabor!<br>Autor: Lucia Nievola<br>(Ana Rita e Ana Sofia)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:16:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161415109</link>
         <description><![CDATA[<div>Á R V O R E<br><br></div><div>Luiz de Camões<br><br></div><div> <br><br></div><div>Arvore, cujo pomo, belo e brando,<br>natureza de leite e sangue pinta, <br>onde a pureza, de vergonha tinta,<br>está virgíneas faces imitando;<br>nunca da ira e do vento, que arrancando<br>os troncos vão, o teu injúria sinta;<br>nem por malícia de ar te seja extinta<br>a cor, que está teu fruto debuxando;<br>que, pois me emprestas doce e idóneo abrigo<br>a meu contentamento, e favoreces<br>com teu suave cheiro minha glória,<br>se não te celebrar como mereces,<br>cantando te, sequer farei contigo<br>doce, nos casos tristes, a memória.<br><br>MÁRCIO DANIEL PINTO ROCHA</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:18:33 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As árvores e os livros      As árvores como os livros têm folhase margens lisas ou recortadas,e capas (isto é copas) e capítulosde flores e letras de oiro nas lombadas. E são histórias de reis, histórias de fadas,as mais fantásticas aventuras,que se podem ler nas suas páginas,no pecíolo, no limbo, nas nervuras. As florestas são imensas bibliotecas,e até há florestas especializadas,com faias, bétulas e um letreiroa dizer: «Floresta das zonas temperadas». É evidente que não podes plantarno teu quarto, plátanos ou azinheiras.Para começar a construir uma biblioteca,basta um vaso de sardinheiras.Jorge Sousa Braga  </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161415657</link>
         <description><![CDATA[<div>[João ] </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:21:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Velhas Árvores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161415729</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Velhas Olha estas velhas árvores, mais belas <br>Do que as árvores novas, mais amigas: <br>Tanto mais belas quanto mais antigas, <br>Vencedoras da idade e das procelas... <br><br>O homem, a fera, e o inseto, à sombra delas <br>Vivem, livres de fomes e fadigas; <br>E em seus galhos abrigam-se as cantigas <br>E os amores das aves tagarelas. <br><br>Não choremos, amigo, a mocidade! <br>Envelheçamos rindo! envelheçamos <br>Como as árvores fortes envelhecem: <br><br>Na glória da alegria e da bondade, <br>Agasalhando os pássaros nos ramos, <br>Dando sombra e consolo aos que padecem! <br><br>(Gonçalo Rodrigues)<br>autor: <em>Olavo Bilac</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:21:39 UTC</pubDate>
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         <title>A Natureza</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161416007</link>
         <description><![CDATA[<div>A natureza é a mais linda<br>Sem ela não viveremos <br>Devemos preservá-la<br>Para mais bela ficar.<br><br>A árvore é a mais bela <br>E dela devemos cuidar<br>Para termos boa sombra<br>E muitos frutos, nos dará.<br><br><br>Rayan e Thiales<br>(Maria e Rodrigo</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:22:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Deus Que Habita Em Mim!Akhenaton/Elias O Deus que habita Minh ‘alma,Vem da aurora douradaCom seus raios vivificadoresQue renovam as Esperanças e a FéPara um novo dia …Vem dos lírios dos campos eDos jardins floridos …Vem do crepúsculo do Sol comSeu espectáculo de cores douradasNo horizonte …Vem da noite enluaradaCom suas estrelas brilhantes,Reluzentes, estrelas cadentesE sua Lua encantada …O Deus que habita Minh ‘alma,Vem do divino orvalhoDa madrugadaCom suas gotículas prateadasCaindo sobre as flores delicadas …Vem do lindo azul do mar,De toda a natureza, Das matas verdes e igarapés,Cachoeiras e do lindo Canto dos passarinhos Como o canto do rouxinol eDo bem-te-vi …Vem dos Salmos de Davi …O Deus que habita Minh ‘alma É o Deus do Amor, da mística rubra flor, Do peregrino e trepidante beija-flor, Dos nobres sentimentos E enlevados pensamentos …Vem da chuva que faz brotar …Vem do místico arco-íris Com suas cores sutis …Vem da melodia Da inspirada poesia …Enfim, o Deus que habita em mim É o mesmo que está em toda parte, Em tudo e em todos, No meu e no teu coração, Somos filhos da mesma criação, Do mesmo Pai Criador, Portanto, somos todos Irmãos,Filhos do Amor! Elias Akhenaton</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161416603</link>
         <description><![CDATA[<div>Recolhido por: Tamara Soraia Assunção</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:25:49 UTC</pubDate>
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         <title>Arvores</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<pre><strong>São plátanos palmeiras castanheirosjacarandàs amendoeiras e até as oliveiras que quando a noite cai na infância formam uma cortina escura na estrada frente à casa árvores apagando os dias que a memória avidamente esconde no corpo do seu gémeo Penetra inutilmentena terra essa raiz do branco plátano adolescentee o campo do tempo onde as palmeiras eram pilares do corpo nu símbolo desi mesmo, à luz do dia fixo, já se estende na húmida manhã dos castanheiros Esquecimento que tudo enfim possui se gera a ofuscante luz igual à da memória, do tempo como ela filho, construtor da ausência,em vão te invoco Tu que mudas a roxa amendoeira em brancas flores do jacarandá entrega a minha vida às árvores que foram na manhã e no crepúsculo no meio-dia e na noite, palavra clara que traz o dia em si fechado</strong></pre><div>osvaldo</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:27:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O luar através dos altos ramos,      Dizem os poetas todos que ele é mais      Que o luar através dos altos ramos.     Mas para mim, que não sei o que penso,      O que o luar através dos altos ramos      É, além de ser      O luar através dos altos ramos,      É não ser mais      Que o luar através dos altos ramos.                              Alberto Caeiro </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161417086</link>
         <description><![CDATA[<div>[]Tatiana Barbosa ]</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:27:59 UTC</pubDate>
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         <title>Começam por ser nada. Pouco a poucos e levantam do chão, se alteiam palmo a palmo. Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se. Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,e os frutos dão sementes,e as sementes preparam novas árvores. E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.Sós.De dia e de noite.Sempre sós. Os animais são outra coisa.Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,fazem amor e ódio, e vão à vida como se nada fosse. As árvores, não.Solitárias, as árvores,exauram terra e sol silenciosamente.Não pensam, não suspiram, não se queixam.Estendem os braços como se implorassem;com o vento soltam ais como se suspirassem;e gemem, mas a queixa não é sua. Sós, sempre sós.Nas planícies, nos montes, nas florestas,A crescer e a florir sem consciência. Virtude vegetal viver a sósE entretanto dar flores.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161417160</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:28:20 UTC</pubDate>
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         <title>Árvore é vida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161417271</link>
         <description><![CDATA[<div>A árvore é fonte de abrigo.<br>Dela, somos todos amigos<br>É uma fonte alimentar.<br>Que todos devem preservar.<br>Autor: Lucia Nievola<br>(Ana Rita e Ana Sofia)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:28:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>o carvalho</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161417869</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>E</strong>is o pai da montanha, o bíblico Moisés<br>Vegetal!<br>Falou com Deus também,<br>E debaixo dos pés, inominada, tem<br>A lei da vida em pedra natural!<br><br><br></div><div><br>Forte como um destino,<br>Calmo como um pastor,<br>E sempre pontual e matutino<br>A receber o frio e o calor!<br><br></div><div><br>Barbas, rugas e veias<br>De gigante.<br>Mas, sobretudo, braços!<br>Longos e negros desmedidos traços,<br>Gestos solenes duma fé constante...<br><br><br></div><div><br>Folhas verdes à volta do desejo<br>Que amadurece.<br>E nos olha a prece<br>Da eternidade<br>Eis o pai da montanha, o fálico pagão<br>Que se veste de neve e guarda a mocidade<br>No coração!<br><br></div><div> osvaldo</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:31:49 UTC</pubDate>
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         <title>raizes</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161418397</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>E</strong>is o pai da montanha, o bíblico Moisés<br>Vegetal!<br>Falou com Deus também,<br>E debaixo dos pés, inominada, tem<br>A lei da vida em pedra natural!<br><br><br></div><div><br>Forte como um destino,<br>Calmo como um pastor,<br>E sempre pontual e matutino<br>A receber o frio e o calor!<br><br></div><div><br>Barbas, rugas e veias<br>De gigante.<br>Mas, sobretudo, braços!<br>Longos e negros desmedidos traços,<br>Gestos solenes duma fé constante...<br><br><br></div><div><br>Folhas verdes à volta do desejo<br>Que amadurece.<br>E nos olha a prece<br>Da eternidade<br>Eis o pai da montanha, o fálico pagão<br>Que se veste de neve e guarda a mocidade<br>No coração!<br><br>osvaldo</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:34:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O Pinhal Do Rei      Catedral verde e sussurrante, aondeA luz se ameiga e se escondeE aonde, ecoando a cantar,Se alonga e se prolonga a longa voz do mar:Ditoso o «Lavrador» que a seu contentoPor suas mãos semeou este jardim;Ditoso o Poeta que lançou ao ventoEsta canção sem fim ... Ai flores, ai flores do Pinhal florido,Que vedes no mar?Ai flores, ai flores do Pinhal florido,Rei Dom Dinis, bom poeta e mau marido,Lá vêm as velidas bailar e cantar. Encantado jardim da minha infância,Aonde a minh&#39;alma aprendeuA música do Longe e o ritmo da distância,Que a tua voz marítima lhe deu;Místico órgão cujo além se esfumaNo além do Oceano, e onde a maresiaAmeiga e dissolve em bruma,E em penumbras de nave, a luz do dia.Por este fundos claustros gememOs ais do Velho do Restelo ...Mas tu debruças-te no mar e, ao vê-lo,Teus velhos troncos de saudosos fremem . Ai flores, ai flores do Pinhal louvado,Que vedes no mar?Ai flores, ai flores do Pinhal louvado,São as caravelas, teu corpo cortado,É lo verde pino no mar a boiar. Pinhal de heróicas árvores tão belas,Foi do teu corpo e da tua alma tambémQue nasceram as nossas caravelasAnsiosas de todo o Além;Foste tu que lhes deste a tua carne em florE sobre os mares andaste navegando,Rodeando a terra e olhando os novos astros,Ó gótico Pinhal navegador,Em naus erguida levandoTua alma em flor na ponta alta dos mastros!... Ai flores, ai flores do Pinhal florido,Que vedes no mar?Ai flores, ai flores do Pinhal florido,Que grande saudade, que longo gemidoOndeia nos rames, suspira no ar!Na sussurrante e verde catedralOiço rezar a alma de Portugal:Ela aí vem, dorida, e nos seus olhosSonâmbulos de surda ansiedade,No roxo da tardinha,Abre a flor da Saudade;Ela aí vem, sozinha,Dorida do naufrágio e dos escolhos,Viúva de seus bensE pálida de amor,Arribada de todos os alénsDe este mundo de dor;Ela aí vem, sozinha,E reza a ladainhaNa sussurante catedral aondeToda se espalha e esconde,E aonde, ecoando a cantar,Se alonga e se prolonga a longa voz do mar…</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161418917</link>
         <description><![CDATA[<div>(Pedro Lima )</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:36:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>arvore verde</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161418940</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Árvore verde,  <br>Meu pensamento <br>Em ti se perde. <br>Ver é dormir <br>Neste momento.<br></strong><br></div><div><strong>Que bom não ser</strong> <br><strong>'Stando acordado !</strong> <br><strong>Também em mim enverdecer</strong> <br><strong>Em folhas dado !<br></strong><br></div><div><strong>Tremulamente  <br>Sentir no corpo <br>Brisa na alma ! <br>Não ser quem sente, <br>Mas tem a calma.<br></strong><br></div><div><strong>Eu tinha um sonho <br>Que me encantava. <br>Se a manhã vinha,  <br>Como eu a odiava !<br></strong><br></div><div><strong>Volvia a noite, <br>E o sonho a mim.  <br>Era o meu lar, <br>Minha alma afim.<br></strong><br></div><div><strong>Depois perdi-o. <br>Lembro ? Quem dera ! <br>Se eu nunca soube <br>O que ele era.<br><br>Osvaldo</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:36:40 UTC</pubDate>
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         <title>O pinhal do rei</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161419047</link>
         <description><![CDATA[<div>Catedral verde e sussurrante, aonde</div><div>A luz se ameiga e se esconde</div><div>E aonde, ecoando a cantar,</div><div>Se alonga e se prolonga a longa voz do mar:</div><div>Ditoso o «Lavrador» que a seu contento</div><div>Por suas mãos semeou este jardim;</div><div>Ditoso o Poeta que lançou ao vento</div><div>Esta canção sem fim ...</div><div>&nbsp;</div><div>Ai flores, ai flores do Pinhal florido,</div><div>Que vedes no mar?</div><div>Ai flores, ai flores do Pinhal florido,</div><div>Rei Dom Dinis, bom poeta e mau marido,</div><div>Lá vêm as velidas bailar e cantar.</div><div>&nbsp;</div><div>Encantado jardim da minha infância,</div><div>Aonde a minh'alma aprendeu</div><div>A música do Longe e o ritmo da distância,</div><div>Que a tua voz marítima lhe deu;</div><div>Místico órgão cujo além se esfuma</div><div>No além do Oceano, e onde a maresia</div><div>Ameiga e dissolve em bruma,</div><div>E em penumbras de nave, a luz do dia.</div><div>Por este fundos claustros gemem</div><div>Os ais do Velho do Restelo ...</div><div>Mas tu debruças-te no mar e, ao vê-lo,</div><div>Teus velhos troncos de saudosos fremem .</div><div>&nbsp;</div><div>Ai flores, ai flores do Pinhal louvado,</div><div>Que vedes no mar?</div><div>Ai flores, ai flores do Pinhal louvado,</div><div>São as caravelas, teu corpo cortado,</div><div>É lo verde pino no mar a boiar.</div><div>&nbsp;</div><div>Pinhal de heróicas árvores tão belas,</div><div>Foi do teu corpo e da tua alma também</div><div>Que nasceram as nossas caravelas</div><div>Ansiosas de todo o Além;</div><div>Foste tu que lhes deste a tua carne em flor</div><div>E sobre os mares andaste navegando,</div><div>Rodeando a terra e olhando os novos astros,</div><div>Ó gótico Pinhal navegador,</div><div>Em naus erguida levando</div><div>Tua alma em flor na ponta alta dos mastros!...</div><div>&nbsp;</div><div>Ai flores, ai flores do Pinhal florido,</div><div>Que vedes no mar?</div><div>Ai flores, ai flores do Pinhal florido,</div><div>Que grande saudade, que longo gemido</div><div>Ondeia nos rames, suspira no ar!</div><div>Na sussurrante e verde catedral</div><div>Oiço rezar a alma de Portugal:</div><div>Ela aí vem, dorida, e nos seus olhos</div><div>Sonâmbulos de surda ansiedade,</div><div>No roxo da tardinha,</div><div>Abre a flor da Saudade;</div><div>Ela aí vem, sozinha,</div><div>Dorida do naufrágio e dos escolhos,</div><div>Viúva de seus bens</div><div>E pálida de amor,</div><div>Arribada de todos os aléns</div><div>De este mundo de dor;</div><div>Ela aí vem, sozinha,</div><div>E reza a ladainha</div><div>Na sussurante catedral aonde</div><div>Toda se espalha e esconde,</div><div>E aonde, ecoando a cantar,</div><div>Se alonga e se prolonga a longa voz do mar…</div><div>&nbsp;<br><br></div><div>"Ilhas de Bruma", de Afonso Lopes Vieira, (1878-1946)<br>(Lara Sousa)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:37:02 UTC</pubDate>
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         <title>Poemas das árvores</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161419534</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>As árvores crescem sós. E a sós florescem.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Começam por ser nada. Pouco a pouco</strong></div><div><strong>se levantam do chão, se alteiam palmo a palmo.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Crescendo deitam ramos, e os ramos outros ramos,</strong></div><div><strong>e deles nascem folhas, e as folhas multiplicam-se.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Depois, por entre as folhas, vão-se esboçando as flores,</strong></div><div><strong>e então crescem as flores, e as flores produzem frutos,</strong></div><div><strong>e os frutos dão sementes,</strong></div><div><strong>e as sementes preparam novas árvores.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>E tudo sempre a sós, a sós consigo mesmas.</strong></div><div><strong>Sem verem, sem ouvirem, sem falarem.</strong></div><div><strong>Sós.</strong></div><div><strong>De dia e de noite.</strong></div><div><strong>Sempre sós.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Os animais são outra coisa.</strong></div><div><strong>Contactam-se, penetram-se, trespassam-se,</strong></div><div><strong>fazem amor e ódio, e vão à vida</strong></div><div><strong>como se nada fosse.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>As árvores, não.</strong></div><div><strong>Solitárias, as árvores,</strong></div><div><strong>exauram terra e sol silenciosamente.</strong></div><div><strong>Não pensam, não suspiram, não se queixam.</strong></div><div><strong>Estendem os braços como se implorassem;</strong></div><div><strong>com o vento soltam ais como se suspirassem;</strong></div><div><strong>e gemem, mas a queixa não é sua.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Sós, sempre sós.</strong></div><div><strong>Nas planícies, nos montes, nas florestas,</strong></div><div><strong>A crescer e a florir sem consciência.</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>Virtude vegetal viver a sós</strong></div><div><strong>E entretanto dar flores.<br>(Lara Sousa)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:38:30 UTC</pubDate>
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         <title>Se eu sentir sono</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/161419566</link>
         <description><![CDATA[<div>Se eu me sentir sono,</div><div>E quiser dormir,</div><div>Naquele abandono</div><div>Que é o não sentir,</div><div> </div><div>Quero que aconteça</div><div>Quando eu estiver</div><div>Pousando a cabeça,</div><div>Não num chão qualquer,</div><div> </div><div>Mas onde sob ramos</div><div>Uma árvore faz</div><div>A sombra em que bebamos,<br> A sombra da paz.<br><br>Fernando Pessoa<br>(Margarida Ribeiro)</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:38:39 UTC</pubDate>
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         <title>Cuide bem da natureza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Hoje acordei cedo, contemplei mais uma vez a natureza.<br>A chuva fina chegava de mansinho.<br>O encanto e aroma matinal traziam um ar de reflexão. <br>Enquanto isso, o meio ambiente pedia socorro.<br>Era o homem construindo e destruindo a sua casa. <br>Poluição, fome e desperdício deixam o mundo frágil e degradado.<br>Dias mais quentes aquecem o “planeta água”.<br>Tenha um instante com a paz e a harmonia.<br>Reflita e preserve para uma consciência coletiva.<br>Ainda há tempo, cuide bem da natureza.<br>(Vanessa )</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-03-21 09:55:06 UTC</pubDate>
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         <title>bgmsbnlmla</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/celia_carvalho_300/7C/wish/397776739</link>
         <description><![CDATA[<div>skmdbkjnkbopm</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-15 07:56:36 UTC</pubDate>
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         <title>CONA</title>
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         <description><![CDATA[<div>IDE VOS FUDER FILHOS DA PUTA</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-12 16:08:55 UTC</pubDate>
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