<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>MACHISMO E SUAS ORIGENS  by THALYTA VALERIA MARIZ DOS SANTOS</title>
      <link>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu</link>
      <description>Raulyanne , Rayssa e thalya 
turma: 2° ano B</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-27 16:14:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-15 21:03:39 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>MACHISMO E SUAS ORIGENS </title>
         <author>thalytasantos11</author>
         <link>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1565736891</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;<strong>Qual é a origem do machismo <br><br></strong>A origem do pensamento machista é evidente desde a<br>antiguidade, em Roma, e a partir da revolução francesa<br>vem mudando de rumo. Por mais que o amadurecimento<br>social já tenha mudado o pensamento antigo, ainda<br>ocorrem inúmeros casos de machismo e , em grande<br>parte, incluindo a violência. mais afinal o que é o machismo?<br>&nbsp;bom<strong> </strong>Machismo é a sensação de ser ' viril' e autossuficiente, o conceito associado a "um forte senso de orgulho masculino: uma masculinidade exagerada". &nbsp; Está associado à&nbsp; "responsabilidade de um homem de prover, proteger e defender sua família".O machismo é um <strong>preconceito</strong>, expresso por opiniões e atitudes, que<strong> se opõe à </strong><a href="https://www.politize.com.br/artigo-5/igualdade-de-genero/">igualdade de direitos entre os gêneros</a>, favorecendo o gênero masculino em detrimento ao feminino. Ou seja, é uma <strong>opressão</strong>, nas suas mais diversas formas, das mulheres feita pelos homens.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nocreasnada.com/wp-content/uploads/2018/11/2018-11-29_5c0015389344b_Machismo-oficial-1140x890.png" />
         <pubDate>2021-05-27 16:14:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1565736891</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O QUE É UMA PESSOA MACHISTA ?</title>
         <author>thalytasantos11</author>
         <link>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1565804889</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Na prática, uma pessoa machista é aquela que acredita que homens e mulheres têm papéis distintos na sociedade, que a mulher não pode ou não deve se portar e ter os mesmo direitos de um homem ou que julga a mulher como inferior ao homem em aspectos físicos, intelectuais e sociais.<br><br></div><div><strong>O pensamento machista é cultural </strong>e inerente aos diversos aspectos de uma sociedade, como a <a href="https://www.politize.com.br/o-que-e-economia/">economia</a>, a <a href="https://www.politize.com.br/o-que-voce-tem-a-ver-com-a-politica/">política</a>, a <a href="https://www.politize.com.br/liberdade-religiosa-no-brasil/">religião</a>, a família, a mídia, as artes, etc…Tendo sido normalizado por muito tempo, há apenas algumas décadas esse comportamento é problematizado, especialmente pelos <a href="https://www.politize.com.br/movimento-feminista/">movimentos feministas</a>, que lutam pela <a href="https://www.politize.com.br/paridade-de-genero/">igualdade de gênero</a>, isto é, pela extinção da cultura machista nos diversos âmbitos da sociedade. Mas não é todo mundo que concorda que o machismo deve ser combatido, o que faz com que, apesar dos esforços feministas, ele ainda esteja presente em tantos ambientes.<br><br><strong>Sociedade patriarcal</strong><br><br></div><div>Dentre os vários setores da sociedade em que o pensamento machista se faz presente, a <strong>família </strong>é um dos mais debatidos atualmente. Isso porque a maioria dos núcleos familiares, tanto dos países ocidentais quanto dos orientais, é estruturada colocando a figura do<strong> homem/pai em uma posição de superioridade</strong> e atribuindo a ele o papel de sustentar a casa, enquanto que a <strong>mulher é submissa à vontade masculina</strong>. Por mais que esse cenário esteja mudando e muitas famílias já não partilham desses pressupostos, a sociedade ainda é, em grande parte, patriarcal, ou seja, voltada para a figura do homem.<br>Sabe-se que o machismo privilegia os homens em relação às mulheres, colocando-os em uma posição hierárquica superior. Porém, atitudes machistas nem sempre transparecem essa noção de hierarquia, especialmente quando são justificadas pela ideia de que as funções distintas entre mulheres e homens é algo natural, alegando que “diferente não significa pior”.<br><br></div><div>Por exemplo, uma ideia considerada machista em relação ao funcionamento de uma família é a de que a função inerente ao homem é consertar os problemas físicos de uma casa, já a da mulher é limpá-la e mantê-la organizada. Mesmo que limpar e organizar a casa não seja uma tarefa “pior” do que consertar algo quebrado, o fato de designar uma função para cada gênero, não dando a possibilidade de que a mulher opte por não ficar responsável pela limpeza – ou o homem opte por não ser responsável pelos consertos – é uma forma de limitar a liberdade de escolha desses indivíduos.<br><br></div><div>Além disso,<strong> a divisão de tarefas domésticas é desigual</strong>: para além de cuidar da casa, as mães geralmente são as responsáveis por cuidar dos filhos e educá-los. Tais responsabilidades – conhecidas como a <em>dupla jornada de trabalho feminina</em> – dificultam que as mulheres tenham o mesmo progresso que os homens dentro do ambiente profissional, pois não possuem a mesma disponibilidade de tempo para se dedicar à carreira.Dados do <a href="https://www.politize.com.br/ibge-politicas-publicas-privadas/">IBGE</a> mostram que, no Brasil, as mulheres dedicam em média quase 10 horas a mais por semana do que os homens no desempenho dos afazeres domésticos. A consequência dessa realidade é mais <a href="https://www.politize.com.br/desigualdade-salarial-entre-homens-e-mulheres/">homens em posições de chefia dentro das empresas e com maiores salários</a>, contribuindo com a desigualdade de gênero.A essa questão, acrescenta-se a estereotipização de que homens são melhores líderes e a inferiorização das mulheres no ambiente de trabalho, o que também contribui para que as mulheres ainda representem apenas 2,8% dos cargos mais altos no Brasil, de acordo com o <a href="https://www.grantthornton.com.br/insights/articles-and-publications/wib-2018/"><em>Grant Thornton, International Business Report (IBR) – Women in Business</em></a><em>, </em>e 74,5% do salário dos homens ocupando os mesmos cargos, segundo dados do <a href="https://www.weforum.org/events/world-economic-forum-annual-meeting-2018"><em>World Economic Forum Annual Meeting, 2018 – Report</em></a><em>.</em><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1151184000/be98c8c1697e091577ec386c2441d44c/image.png" />
         <pubDate>2021-05-27 16:32:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1565804889</guid>
      </item>
      <item>
         <title> A SOCIEDADE  E O MACHISMO </title>
         <author>thalytasantos11</author>
         <link>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566028808</link>
         <description><![CDATA[<div>Dentre os vários setores da sociedade em que o pensamento machista se faz presente, a <strong>família </strong>é um dos mais debatidos atualmente. Isso porque a maioria dos núcleos familiares, tanto dos países ocidentais quanto dos orientais, é estruturada colocando a figura do<strong> homem/pai em uma posição de superioridade</strong> e atribuindo a ele o papel de sustentar a casa, enquanto que a <strong>mulher é submissa à vontade masculina</strong>. Por mais que esse cenário esteja mudando e muitas famílias já não partilham desses pressupostos, a sociedade ainda é, em grande parte, patriarcal, ou seja, voltada para a figura do homem.Sabe-se que o machismo privilegia os homens em relação às mulheres, colocando-os em uma posição hierárquica superior. Porém, atitudes machistas nem sempre transparecem essa noção de hierarquia, especialmente quando são justificadas pela ideia de que as funções distintas entre mulheres e homens é algo natural, alegando que “diferente não significa pior”.<br><br></div><div>Por exemplo, uma ideia considerada machista em relação ao funcionamento de uma família é a de que a função inerente ao homem é consertar os problemas físicos de uma casa, já a da mulher é limpá-la e mantê-la organizada. Mesmo que limpar e organizar a casa não seja uma tarefa “pior” do que consertar algo quebrado, o fato de designar uma função para cada gênero, não dando a possibilidade de que a mulher opte por não ficar responsável pela limpeza – ou o homem opte por não ser responsável pelos consertos – é uma forma de limitar a liberdade de escolha desses indivíduos.<br><br></div><div>Além disso,<strong> a divisão de tarefas domésticas é desigual</strong>: para além de cuidar da casa, as mães geralmente são as responsáveis por cuidar dos filhos e educá-los. Tais responsabilidades – conhecidas como a <em>dupla jornada de trabalho feminina</em> – dificultam que as mulheres tenham o mesmo progresso que os homens dentro do ambiente profissional, pois não possuem a mesma disponibilidade de tempo para se dedicar à carreira.<br> O machismo traz prejuízos individuais e sociais para a mulher (assédios, menosprezo do feminino, violências em relacionamentos afetivos e outras relações sociais) , e impacta negativamente também o homem e esse fato precisa ser falado e compreendido nos mais diversos espaços. a desigualdade de gênero afeta demais a sociedade, é um dos desafios mais urgentes que o mundo do trabalho enfrenta&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="http://casamento.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/machismo-2/cartaz-piada-machista.jpg" />
         <pubDate>2021-05-27 17:27:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566028808</guid>
      </item>
      <item>
         <title>COMO ERA O MACHISMO NO PASSADO ?</title>
         <author>thalytasantos11</author>
         <link>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566145024</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Antigamente era assim: A mulher só deixava a casa dos pais para casar e, nesse meio algum lugar, a passeio ou trabalho, era melhor que tivesse um homem ao seu lado para primar pela a sua reputação. Mulher desacompanhada não era vista com bons olhos O conceito de família se consolidou enquanto instituição na Roma Antiga, se tornando a base da formação de toda estrutura social da humanidade. A família romana tinha o<strong> homem como líder e autoridade máxima sobre os membros da família, além dos escravos e vassalos</strong>. O poder era tanto que o patriarca tinha o direito até mesmo sobre a vida e a morte de sua esposa e filhos. A historiadora norte americana Joan Scott, que estuda a história das mulheres a partir da perspectiva de gênero, explica que<strong> o patriarcado é uma forma de organização social – que se estende para além da família -, em que as mulheres são subordinadas aos homens, e os jovens são subordinados aos homens mais velhos, os patriarcas da comunidade.&nbsp;<br></strong><br></div><div>Esse patriarcalismo, caracterizado pela <strong>supremacia masculina, desvalorização da identidade feminina e atribuição da procriação como a principal função da mulher</strong>, tem raízes na Grécia Antiga, passando pela Idade Média e se perpetuando em diversas comunidades ao longo da história. Um exemplo é a cultura dos Vikings, da região da atual Escandinávia, em que o valor das mulheres era dado baseando-se na quantidade de filhos do sexo masculino. Isso mostra que, além do enaltecimento da figura masculina, o papel materno era central na vidas das mulheres.<br><br></div><div>Apesar da <strong>estrutura da família ter evoluído desde então</strong>, prevalece na sociedade atual – dentro e fora do ambiente familiar – o <em>patriarcado contemporâneo</em>, em que a relação do homem e da mulher continua desigual, mas em menor evidência do que nos períodos históricos anteriores.<br><br><strong>O estereótipo feminino e masculino</strong><br><br></div><div>Um dos pilares de sustentação do machismo é a <strong>estereotipização do que é feminino e do que é masculino</strong>, ou seja, o que mulheres e homens devem ser e como devem agir de acordo com o seu gênero. Para entender esse conceito, é preciso antes distinguir <em>gênero </em>de <em>sexo.<br></em><br></div><div>Enquanto o termo <strong>sexo</strong> está ligado à composição cromossômica do indivíduo e ao tipo de aparelho reprodutor do indivíduo, o <strong>gênero</strong> abrange aspectos psicológicos e comportamentais, isto é, características psicossociais relativas a cada sexo. Isso significa que a <strong>identidade de gênero</strong> é a expectativa social que se tem do que o sexo masculino e feminino devem ser, por isso é uma distinção social e não biológica, como o sexo.<br><br></div><div>É nesse sentido que surgem os <strong>estereótipos de gênero</strong>, um conjunto de crenças acerca dos atributos pessoais considerados adequados ao gênero feminino e masculino. Por exemplo, há um senso comum de que as mulheres naturalmente apresentam características emocionais como serem gentis, emotivas, compreensivas, indecisas e dedicadas; já os homens são considerados competitivos, independentes, decididos e agressivos.<br><br></div><div><strong>Leia também</strong>: <a href="https://www.politize.com.br/equidade/blogpost/implementacao-dos-direitos-das-mulheres/">Os desafios de implementação dos direitos das mulheres<br></a><br></div><div>Esses são os estereótipos de cada gênero, que não correspondem a uma predisposição biológica e natural, mas a um condicionamento social. Inclusive, não é raro que esse estereótipos não representem a realidade de muitos indivíduos, uma vez que a personalidade e as atitudes de cada pessoa não são determinadas apenas pelo seu sexo ou gênero, mas também por vontades pessoais e pressões sociais.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1151184000/47a032a63f4d990f85fdaaad897a841b/MACHISO.webp" />
         <pubDate>2021-05-27 17:57:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566145024</guid>
      </item>
      <item>
         <title>mulheres podem ser machistas?</title>
         <author>thalytasantos11</author>
         <link>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566225709</link>
         <description><![CDATA[<div>Ser machista, isto é, compartilhar do pressuposto de que homens devem possuir privilégios em relação às mulheres, não é um pensamento exclusivamente masculino. Por se tratar de uma crença enraizada na cultura da sociedade, crianças são ensinadas desde cedo os diferentes papéis que homens e mulheres podem desempenhar, fazendo com que, ao crescerem, ambos os sexos perpetuem essa ideia. Dessa forma,<strong> as mulheres não estão imunes a reproduzir e perpetuar um machismo estrutural.<br></strong><br></div><div>Um exemplo disso é quando mães ensinam suas filhas a ficarem em casa e ajudarem a arrumar a casa, enquanto deixam seus filhos nas ruas brincando, ou quando mulheres criticam outras mulheres por terem uma liberdade sexual, mas naturalizam esse mesmo comportamento nos homens. Percebe-se então uma desigualdade de tratamento e de direitos entre os gêneros, característica fundamental do machismo.<br><br></div><div><strong><br>O machismo também afeta os homens?</strong><br><br></div><div>O patriarcalismo e o machismo <strong>não afetam os homens da mesma forma que o faz com as mulheres</strong>, pois não os subjulgam, não os oprimem e não os excluem socialmente. Não é comum, por exemplo, ver homens sendo vítima de assédio, de objetificação ou mesmo perdendo uma oportunidade de emprego por conta de seu gênero, como acontece com as mulheres.<br><br></div><div>Contudo, esse comportamento pode prejudicar eles também, devido a um conceito conhecido popularmente como “<strong>masculinidade tóxica</strong>“. O termo crítico remete ao senso comum de que os homens precisam ser caracterizados pela virilidade, força, poder, agressividade e sexualidade, excluindo qualquer possibilidade de demonstração de vulnerabilidade ou outras características do estereótipo feminino.<br><br></div><div>Isso acontece porque <strong>condutas tidas como femininas são atacadas em qualquer uma de suas expressões, mesmo quando vêm de homens</strong>. Por isso, a maioria dos meninos é criada de forma a não apresentar características do ideal feminino, como brincar de bonecas, ser sensível, chorar, se cuidar e ser vaidoso.<br><br></div><div>Uma consequência desse tipo de aprendizado é que os homens crescem entendendo que se cuidar deve ser uma preocupação feminina. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que a expectativa de vida dos homens é inferior à das mulheres – a média é de 73,8 anos para elas, contra 69,1 para eles. No Brasil, a discrepância é ainda maior: as mulheres vivem em média 79,1 anos, enquanto os homens vivem 71,9 anos. Marcia Regina Cominetti, do Laboratório de Biologia do Envelhecimento da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), atribui a esses números algumas razões, sendo uma delas – mas não a única – o fato das mulheres cuidarem mais da própria saúde: “elas fumam menos, bebem menos, trabalham em serviços menos pesados e se tratam mais do que os homens”.<br><br></div><div>Uma pesquisa realizada pela ONU Mulheres em parceria com o site Papo de Homem e o Grupo Boticário, feita em 2016, com mais de 20 mil brasileiros, revelou que 81% dos homens gostariam de cuidar melhor da própria saúde. Guilherme Valadares, fundador e diretor de conteúdo do Papo de Homem, contextualiza que “assim como o machismo é prejudicial às mulheres e aos próprios homens, <strong>a igualdade de gênero é benéfica para todos</strong>. Envolver os homens nesse movimento, sempre <strong>respeitando o protagonismo das mulheres</strong>, se faz então necessário”.<br><br></div><div>Outra imposição social é a de que homens não devem demonstrar os seus sentimentos e fraquezas, nem pedir ajuda, pois essas são “atitudes de mulher”. Essa repressão de tristezas é um dos motivos pelos quais os homens têm uma taxa de suicídio significativamente maior do que a das mulheres. No Brasil, eles se suicidam 4 vezes mais do que elas, de acordo com o <a href="http://flacso.org.br/?project=mapa-da-violencia">Mapa da Violência Flasco Brasil.<br></a><br></div><div>A brutalidade é outra característica proveniente de um ideal machista. Nesse sentido, o <a href="http://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/">Atlas da Violência</a>, publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostra que 92% das mortes violentas ocorridas em 2016 no Brasil são de homens. Outra pesquisa, que analisou as mortes com autoria identificada em 5 cidades brasileiras no ano de 2013, para o estudo “<a href="https://www.justica.gov.br/seus-direitos/politicas-de-justica/publicacoes/Biblioteca/dialogossobrejustica_tempo-medio-do-processo-de-homicidio.pdf/">Mensurando o Tempo do Processo de Homicídio Doloso em Cinco Capitais</a>“, mostra que o perfil dos autores dos homicídios também é masculino.<br><br></div><div>Contudo, a agressão não se limita a homens contra homens. Segundo a OMS, o Brasil é o quinto país com a maior taxa de <a href="https://www.politize.com.br/feminicidio/">feminicídios</a>, quando mulheres são assassinadas pelos homens por conta de sua condição feminina.<br><br></div><div>Indo além, o machismo se estende de tal forma que <strong>influencia condutas homofóbicas</strong>, sendo comum ouvir termos como “mulherzinha” ou “mocinha” em referência pejorativa à homens homossexuais ou até à heterossexuais que se aproximam, mesmo que de forma sutil, a estereótipos femininos, considerados inferiores em relação aos masculinos. Ou seja, o raciocínio implícito na homofobia contra homens se deve, em partes, por uma questão oriunda do machismo.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://3.bp.blogspot.com/-Eve2s3XRE-I/WaykBYTQMEI/AAAAAAAB5T4/wlcuqeluYAgi4_WY0RK4lhQ7jiefUJlwQCEwYBhgL/s1600/mulheres%2Bmachistas%2Banti%2Bfeministas%2Bcartum%2Bportugues.png" />
         <pubDate>2021-05-27 18:19:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566225709</guid>
      </item>
      <item>
         <title>COMOCOMBATER O MACHISMO ?</title>
         <author>thalytasantos11</author>
         <link>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566241346</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;estamos em 2021e, infelizmente, este assunto é recorrente: o machismo ainda se faz presente todos os dias em grande parte da nossa sociedade. Apesar de fazer muita gente torcer o nariz para esse tema tão importante, ele precisa ser discutido, por mais que já esteja enraizado na nossa cultura.<br><br></div><div>E se você é mulher, engana-se se pensa que esse tipo de atitude se restringe apenas aos homens. Por mais absurdo que pareça, mulheres também podem ser machistas. Mas você sabe realmente o que é o machismo?<br><br></div><div><strong>Machismo é toda forma de discriminação às mulheres que tenha como objetivo inferiorizar, controlar e desqualificar uma pessoa pelo simples fato de ser mulher.<br></strong><br></div><div>Ou seja, qualquer forma de uma pessoa recriminar alguém simplesmente por ela ser mulher, caracteriza machismo. E não é “apenas mimimi”, já que ele é o principal fator que desencadeia a violência contra a mulher.<br><br></div><div>E os números no Brasil mostram que não é apenas uma reclamação descabida, porque em 2016, segundo uma pesquisa feita pelo Datafolha e encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança, uma em cada três mulheres sofreram algum tipo de violência. Por isso, a Defensoria Pública de São Paulo lançou a cartilha “Vamos falar sobre masculinidade?”, com orientações sobre como combater o machismo<br><br></div><div>&nbsp;infelizmente, este assunto é recorrente: o machismo ainda se faz presente todos os dias em grande parte da nossa sociedade. Apesar de fazer muita gente torcer o nariz para esse tema tão importante, ele precisa ser discutido, por mais que já esteja enraizado na nossa cultura.<br><br></div><div>E se você é mulher, engana-se se pensa que esse tipo de atitude se restringe apenas aos homens. Por mais absurdo que pareça, mulheres também podem ser machistas. Mas você sabe realmente o que é o machismo?<br><br></div><div><strong>Machismo é toda forma de discriminação às mulheres que tenha como objetivo inferiorizar, controlar e desqualificar uma pessoa pelo simples fato de ser mulher.<br></strong><br></div><div>Ou seja, qualquer forma de uma pessoa recriminar alguém simplesmente por ela ser mulher, caracteriza machismo. E não é “apenas mimimi”, já que ele é o principal fator que desencadeia a violência contra a mulher.<br><br></div><div>E os números no Brasil mostram que não é apenas uma reclamação descabida, porque em 2016, segundo uma pesquisa feita pelo Datafolha e encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança, uma em cada três mulheres sofreram algum tipo de violência. Por isso, a Defensoria Pública de São Paulo lançou a cartilha “Vamos falar sobre masculinidade?”, com orientações sobre como combater o machismo<br><br></div><div>infelizmente, este assunto é recorrente: o machismo ainda se faz presente todos os dias em grande parte da nossa sociedade. Apesar de fazer muita gente torcer o nariz para esse tema tão importante, ele precisa ser discutido, por mais que já esteja enraizado na nossa cultura.<br><br></div><div>E se você é mulher, engana-se se pensa que esse tipo de atitude se restringe apenas aos homens. Por mais absurdo que pareça, mulheres também podem ser machistas. Mas você sabe realmente o que é o machismo?<br><br></div><div><strong>Machismo é toda forma de discriminação às mulheres que tenha como objetivo inferiorizar, controlar e desqualificar uma pessoa pelo simples fato de ser mulher.<br></strong><br></div><div>Ou seja, qualquer forma de uma pessoa recriminar alguém simplesmente por ela ser mulher, caracteriza machismo. E não é “apenas mimimi”, já que ele é o principal fator que desencadeia a violência contra a mulher.<br><br></div><div>E os números no Brasil mostram que não é apenas uma reclamação descabida, porque em 2016, segundo uma pesquisa feita pelo Datafolha e encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança, uma em cada três mulheres sofreram algum tipo de violência. Por isso, a Defensoria Pública de São Paulo lançou a cartilha “Vamos falar sobre masculinidade?”, com orientações sobre como combater o machismo.&nbsp; entendemos&nbsp; que o mundo precisa mudar e que a melhor forma de começar é mudando a si mesmo. Por isso, para auxiliar na formação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade e promover uma atitude positiva para a construção de um mundo melhor, separamos algumas dicas para você começar agora:<br><br></div><div><br><strong>Cantar mulheres na rua não te faz mais homem</strong><br><br></div><div>Se você é mulher, já deve ter passado por essa situação. Ninguém quer ouvir falta de respeito, não importa com que roupa você esteja ou o horário em que está andando na rua. A principal desculpa quando alguma mulher se opõe a isso é a famosa frase “só estou elogiando, não gosta de ser elogiada?”. E a resposta é sim, todo mundo gosta. Mas um assédio na rua não é elogio: só demonstra que você não tem respeito.<br><br></div><div><br><strong>Arrumar a casa ou cuidar dos filhos não te faz menos homem</strong><br><br></div><div>A casa não é sua também? Então fazer as tarefas domésticas e tomar conta dos filhos não é uma atividade exclusiva só porque uma pessoa é mulher. Cada ocupante de uma casa tem a mesma responsabilidade em cuidar dela, limpando-a e organizando-a regularmente. Em uma sociedade em que todas as tarefas são divididas, não faz sentido algum falar que está “ajudando a mulher” nas tarefas de casa.<br><br></div><div><strong><br>Aqueles termos ou piadas que você já ouviu antes não são engraçados</strong><br><br></div><div>Pare de reproduzir aquelas frases como “tinha que ser mulher”, “mulher minha não faz isso” ou “as mulheres têm que se dar o respeito”. Além de ser extremamente discriminatório, querer que as pessoas sejam como você não vai fazer elas realmente serem. Cada mulher é única e tem o único propósito de agradar somente a si mesma. Se ouvir essas coisas de amigos e familiares, faça sua parte e reprima-os.<br><br></div><div><br><strong>Pare de colocar a culpa na vítima</strong><br><br></div><div>Uma mulher que sofre violência sexual e doméstica não “pediu por aquilo”. Quem cometeu o crime é o único responsável por ele. Acreditar que uma pessoa colocou a própria vida em risco “porque quis” não faz o menor sentido.<br><br></div><div><strong><br>Dê apoio e ajude se encontrar uma mulher sofrendo machismo</strong><br><br></div><div>Se presenciar alguma situação de assédio, abuso, agressão física ou verbal contra uma mulher, não deixe passar. Essas situações são muito delicadas, mas você deve ter em mente que a vítima está em desvantagem. Por isso, pergunte se ela precisa de ajuda, aconselhe-a a fazer uma denúncia ou chame a polícia. Qualquer ajuda sempre é válida.<br><br></div><div><br><strong>Ensine as crianças</strong><br><br></div><div>O machismo só continua a existir porque as crianças reproduzem os pensamentos retrógrados dos pais. Quando você era criança, já deve ter ouvido a frase “homem não chora”, né? Fazer com que as crianças entendam que homens devem demonstrar seus sentimentos e aprender o significado da palavra “não” são essenciais para criarmos seres humanos mais responsáveis e civilizados.<br><br></div><div><br><strong>Respeite</strong><br><br></div><div>Não menospreze a luta das mulheres que estão constantemente se expondo para buscarem a igualdade de gênero. Chamar alguém de “feminazi” simplesmente porque uma mulher está em busca dos seus direitos não vai te tornar superior, muito pelo contrário: vai demonstrar o quanto você não está contribuindo para um mundo mais justo. Por isso, deixe rótulos de lado e comece a fazer sua parte.<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1151184000/e35621a207409a368fa58aa3c9f32a6d/image.png" />
         <pubDate>2021-05-27 18:24:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/thalytasantos11/a0y57iybbw12mnmu/wish/1566241346</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
