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      <title>Portfólio de Neurociências by suzi</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-11-21 23:35:18 UTC</pubDate>
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         <title>Curso:Pedagogia Interdisciplinar na Modalidade a DistânciaAluno(a): Suzi Satico ShiroiwaR.A.: spgr000231 Tutora Presencial: Profª Andrezza CameskiProfª Eloisa Quadros FagaliPolo: UniCEU Caminho do MarCoordenadora do Polo de Apoio Presencial: Profª  Monica TeodósioUnidade Educacional V – Relatório da aula de 07/10/2017Assistindo a chamada do filme “O começo da vida”, que analisa os primeiros mil dias de um recém-nascido, período considerado crucial para que a criança tenha um desenvolvimento saudável, vemos como mudar o começo da história muda a história toda.A neurociência vem contribuindo com seus estudos para ampliar o desenvolvimento do ser humano e principalmente nos estudos do desenvolvimento infantil. A  partir do conhecimento do funcionamento e das habilidades que podemos desenvolver e como o meio influência nosso cérebro.No filme, o médico relata sobre a plasticidade cerebral, a capacidade que nosso sistema nervoso tem de mudar, adaptar-se, moldar, não só estruturalmente,  mas funcionalmente de acordo com novas experiências, e tem a cena de uma criança carregando um balde de água, executando afazeres domésticos e não brincando, e ele equipara a criança como uma flor que tem que ser regada para sobreviver, ela murcha.Os vínculos afetivos que a criança tem  influenciam também, a neurocientista Suzana Herculano  Houzel  fala que o cérebro tem um sistema especializado em detectar carícias e que esse toque transmite a sensação ao bebê que ele não está sozinho. O contrário dispara para o cérebro que ela não tem ninguém e desliga tudo o que  não é essencial porque tem que se preparar somente para sobreviver. Isso identifica o comportamento arredio de muitas crianças mas, como a neurocientista também considera que o desenvolvimento não pára, ele  tem fases, qualquer outro estímulo também pode melhorar esse comportamento.O crescimento e formação cerebral se dá por vários fatores que vão desde questões fisiológicas, culturais, biológicas ,sociais,filosóficas. A integração destes fatores propicia o amadurecimento emocional e saudável do cérebro. </title>
         <author>suzisatico</author>
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         <pubDate>2017-11-21 23:45:53 UTC</pubDate>
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         <title>Estudos sobre o cérebro-O psiquiatra britânico Adrian Raine, da universidade da Pensilvânia tentam decifrar a anatomia da violência. Participando do 14º Congresso Mundial sobre Cérebro, Comportamento e Emoções no Brasil,sugere que a propensão a violência ocorre pela soma de alterações nas funções cerebrais causadas pela genética e pelo ambiente, como má alimentação no primeiros anos de vida.Em alguns estudos determinados casos de violência analisados os cérebros tinham uma redução no córtex pré-frontal, não justificando somente a anatomia, mas como essa redução pode levar a algumas pessoas terem uma menor controle sobre o sistema límbico, responsável por emoções como a raiva e redução do autocontrole. Mas o neurologista Ricardo de Oliveira Souza ressalva que não se deve estudar os fatores biológicos isoladamente dos ambientais: “ ...quando se julga responsabilidades individuais, tanto boas quanto más,é o indivíduo, e não seu cérebro.Desconectado do corpo, o cérebro não significa nada.” Em discussões fala-se em causa e efeito, mas especialistas são enfáticos em que deve-se observar em termos de riscos e predisposições para cada caso.Antoine Bechara, professor e estudioso, afirma que a mente do corrupto é como a de um psicopata, capaz de mentir, seduzir  e manipular para conseguir o que quer. Nosso meio ambiente propicia a desenvolver alguns casos de psicopatias por sermos uma sociedade permissiva.</title>
         <author>suzisatico</author>
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         <pubDate>2017-11-21 23:47:34 UTC</pubDate>
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         <title>Curso:Pedagogia Interdisciplinar na Modalidade a DistânciaAluno(a): Suzi Satico ShiroiwaR.A.: spgr000231 Tutora Presencial: Profª Andrezza CameskiProfª Eloisa Quadros FagaliPolo: UniCEU Caminho do MarCoordenadora do Polo de Apoio Presencial: Profª  Monica TeodósioUnidade Educacional V – Relatório da aula de 04/11/2017A vivência que fizemos em sala, orientada pela Sabrina, nos despertou sobre o que não gravamos em nossa mente e trouxe para o exercício de memória as mesmas situações que não são identificadas como dificuldades, mas como falta de atenção. As memórias que cada uma de nós tem quando falamos  determinadas palavras, o que nós desperta, as sensações que desencadeiam, as lembranças resgatadas, identificam nossas vivências distintas.Na neurociência, as emoções de caráter biológico, tem um papel fundamental na sobrevivência de um indivíduo e os sentimentos gerados dependem da formação de cada um .  Mas nós memorizamos o que tem um significado, seja emocional, afetivo e mesmo que vivenciemos a mesma situação cada um vai guardar ou não, um acontecimento de forma distinta, pois cada qual tem uma vivência e formação diferentes. Assim em cada situação temos que nos articular para que possamos estabelecer relação entre a memória e atenção. O que vamos oferecer para que a atenção seja despertada. Verificando a etapa que cada criança está para que direcionemos estímulos adequados a sua fase para não prejudicar seu desenvolvimento social e cultural.</title>
         <author>suzisatico</author>
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         <pubDate>2017-11-21 23:49:50 UTC</pubDate>
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         <title>Meu relato-Em 2009, após uma pontada de dor na parte frontal e vômitos incessantes, e várias idas ao pronto socorro sem um diagnóstico, um neurocirurgião solicitou uma tomografia de urgência e identificou que eu tinha um grande tumor na região da hipófise. Depois diagnosticado como apoplexia de adenoma hipofisário, a grosso modo, um derrame do tumor. Após passar por vários especialistas, percebi nesta época o quanto a capacidade de cada cérebro, surpreende até os mais antigos neurocirurgiões. Cada caso relatado que esses profissionais observaram de quadros de outros pacientes, tiveram  uma progressão e um tipo de conduta.  No meu, conforme a análise de muitos, foi muita “sorte”, então segui somente com acompanhamento. Todos os sintomas que apresentei na época regrediram e meu organismo reagiu, continuando a produzir os hormônios necessários e regularizando minhas funções.Mas a mente, ah, essa não deixava de me questionar porquê, como seria a minha vida dali para frente e temerosa do que poderia acontecer. O fato é que nosso cérebro tem realmente uma plasticidade, uma capacidade de recuperação que é estudada constantemente. E mesmo quanto aos estímulos, percebo em mim que após iniciar os estudos em nosso curso de Pedagogia, apesar das dificuldades, melhorei  muitos aspectos de minha cognição. </title>
         <author>suzisatico</author>
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         <pubDate>2017-11-22 00:00:07 UTC</pubDate>
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         <title> Aluno (a):Suzi Satico Shiroiwa R.A.: spgr000231Tutora Presencial: Profª Andrezza CameskiPolo: UniCEU Caminho do MarCoordenadora do Polo de Apoio Presencial: Profª  Monica Teodósio	   Unidade Educacional unidade V- NeurociênciasRelatório da Aula Presencial – de 21/10/2017	 O desenvolvimento do sistema nervoso depende de fatores sociais e biológicos . A maioria não recorda do período de amamentação e gestação, mas sabemos que estes fatores  biológicos podem  levar a má formação do cérebro  e prejudicar a conexão entre as células. E também os estímulos ambientais contribuem para novas conexões nervosas. Questiona-se o atual bombardeio de estímulos, as crianças também necessitam do ócio criativo. Não é necessário encher de informações pois temos que considerar seu padrão cronológico, em cada fase a criança vai responder ao estímulo aplicado.Assim como o excesso de informações pode acarretar uma reação em que poderemos avaliar como uma “doença” ou nomeamos como tal. Na busca por uma resposta para determinados tipos de comportamento,  temos que prontamente resolver a questão da maneira mais fácil. Cada caso requer uma demanda e cabe a            nós nos munirmos de informações e não adotar diagnósticos prontos.</title>
         <author>suzisatico</author>
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         <pubDate>2017-11-22 00:02:24 UTC</pubDate>
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         <title>A Natureza e utilização das mãos -Em um colóquio que assisti foi citado o nome do neurologista Frank Wilson,  relata que o homem em sua evolução ficou ereto e suas mãos ficaram livres para desenvolver habilidades e uma das mais importantes é a comunicação. Mas, atividades manuais tem a capacidade de aumentar as conexões neuronais e desenvolver outros valores como persistência e paciência. E para crianças com algum transtorno o contato com a natureza e a execução de atividades, acalma e ajuda a centralizar sua atenção.</title>
         <author>suzisatico</author>
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         <pubDate>2017-11-22 00:30:06 UTC</pubDate>
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