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      <title>Os Sertões 2º A DAMICO - Reúna uma pequena pesquisa sobre uma referência artística ao cangaço, como um filme, texto literário, um cordel, uma obra de arte, explicitando sua relação com a memória histórica desse movimento no sertão nordestino. by Jessica Anne Machado Da Silva</title>
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      <description>Publique sua resposta ao tópico de discussão clicando no botão de adição abaixo.</description>
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      <pubDate>2024-08-25 23:26:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jessicaanne1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Geovanna Rodrigues </p><p>Manuella Rihanna             2°A</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 23:26:08 UTC</pubDate>
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         <author>jessicaanne1</author>
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         <description><![CDATA[<p>T.M</p><p>Mulher rendeira-(domínio público)</p><p>Uma música com instrumentos do sertão </p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/Zm0GvbgxGLc?si=FlW_Jr12McfWqMcj">https://youtu.be/Zm0GvbgxGLc?si=FlW_Jr12McfWqMcj</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 23:26:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/8ABqyOUDOWo?si=JI90rOzAm8OKCvTF">https://youtu.be/8ABqyOUDOWo?si=JI90rOzAm8OKCvTF</a></p><p><br/></p><p>Escolhi esse vídeo por que achei interessante e legal </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:32:47 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Isabelle Silva Santos  2A</p><p>No Sertão e no Cangaço</p><p><br/></p><p>No sertão vasto, a terra ardendo,  </p><p>O sol se despede, o céu vai gemendo.  </p><p>A poeira dança, o vento murmura,  </p><p>Histórias de luta, de dor e de cura.</p><p><br/></p><p>Cangaceiros andam em noites sem fim,  </p><p>Com seu olhar firme, um destino assim.  </p><p>Lampião no horizonte, estrela a brilhar,  </p><p>A bravura e a sombra do seu caminhar.</p><p><br/></p><p>As flores do mandacaru resistem ao sol,  </p><p>Como os corações que enfrentam o farol.  </p><p>Na sanfona ressoa a canção da saudade,  </p><p>Do povo que vive em busca de liberdade.</p><p><br/></p><p>Riachos que correm, a esperança renasce,  </p><p>No sertão que ensina a vida que não se apague.  </p><p>Os sonhos são sementes que brotam na areia,  </p><p>E o amor é a força que nunca se alheia.</p><p><br/></p><p>Assim canta o sertão, com sua beleza,  </p><p>Entre dor e alegria, uma eterna certeza.  </p><p>Cangaceiros e poetas, em versos se encontram,  </p><p>Na lida da vida , suas almas se encantam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:36:13 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>nomes: Paola cordeiro, Maria reis, Cayque costa 2 A </p><p>CANGACEIRO</p><p>Eue a miesa frente, acado</p><p>Cabra valente eu acabo</p><p>E acabo o cabra safado Seja qual for a patente</p><p>Seja qual for o mandado</p><p>Tenho mais de mil coiteiros</p><p>Caminho pelo espinheiro</p><p>Como boi desassombrado</p><p>Covarde eu deixo sangrando</p><p>Volante eu deixo arrasada Na ponta do meu punhal</p><p>Eu tenho um raio parado</p><p>Quem quizer ver temporal Que me apresente algfum rival</p><p>Que eu desabo a tempestade</p><p>Fôrça nenhuma me cerca</p><p>Rifle, fuzil, parabelo</p><p>Contra o canhão carniceiro</p><p>Basta o meu papo amarelo</p><p>Estrago, afronto e garanto</p><p>Trova e trovão no meu canto</p><p>No galope do martelo Foge da minha frente, macaco</p><p>Que eu te pego de emboscada.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:40:24 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>KAIQUE GOMES SOUZA  2°A</p><p><br/></p><p>No sertão, nasceu um canto,  </p><p>Entre o sol e o chão rachado,  </p><p>Um cordel se fez encanto,  </p><p>Versos de um povo apaixonado.  </p><p><br/></p><p>Nas linhas do folheto pobre,  </p><p>A riqueza da tradição,  </p><p>Cada rima é um tesouro,  </p><p>No coração, emoção.  </p><p><br/></p><p>Contam causos, desventuras,  </p><p>Do herói e do vilão,  </p><p>Nas palavras, mil figuras,  </p><p>Que ecoam no sertão.  </p><p><br/></p><p>Em cada feira, espalhado,  </p><p>Como folhas ao vento vão,  </p><p>O cordel é celebrado,  </p><p>Pelo povo, em devoção.  </p><p><br/></p><p>É a voz de um povo forte,  </p><p>Que na rima faz morada,  </p><p>No cordel, a vida e a sorte,  </p><p>São cantadas, são guardadas.  </p><p><br/></p><p>Entre a terra e o céu azul,  </p><p>No Nordeste, a história é fiel,  </p><p>Pois vive e ressoa o cordel,  </p><p>Como estrela no céu de anil.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:41:02 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Guilherme Santos 2A</p><p><strong>O Cordel Estradeiro</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.letras.mus.br/cordel-do-fogo-encantado/"><strong>Cordel Do Fogo Encantado</strong></a></p><p>A bença Manoel Chudu<br>O meu cordel estradeiro<br>Vem lhe pedir permissão<br>Pra se tornar verdadeiro</p><p>Pra se tornar mensageiro<br>Da força do teu trovão<br>E as asas da tanajura<br>Fazer voar o sertão</p><p>Meu moxotó coroado<br>De xiquexique facheiro<br>Onde a cascavel cochila<br>Na boca do cangaceiro</p><p>Eu também sou cangaceiro<br>E o meu cordel estradeiro<br>É cascavel poderosa<br>É chuva que cai maneira<br>Aguando a terra quente<br>Erguendo um véu de poeira<br>Deixando a tarde cheirosa</p><p>É planta que cobre o chão<br>Na primeira trovoada<br>A noite que desce fria<br>Depois da tarde molhada</p><p>É seca desesperada<br>Rasgando o bucho do chão</p><p>É inverno e é verão</p><p><br/></p><p>É canção de lavadeira<br>Peixeira de Lampião<br>As luzes do vaga-lume<br>Alpendre de casarão<br>A cuia do velho cego<br>Terreiro de amarração<br>O ramo da rezadeira<br>O banzo de fim de feira<br>Janela de caminhão</p><p>Vocês que estão no palácio<br>Venham ouvir meu pobre pinho<br>Não tem o cheiro do vinho<br>Das uvas frescas do Lácio<br>Mas tem a cor de Inácio<br>Da serra da Catingueira<br>Um cantador de primeira<br>Que nunca foi numa escola*</p><p>Pois meu verso é feito a foice<br>Do cassaco cortar cana<br>Sendo de cima pra baixo<br>Tanto corta como espana<br>Sendo de baixo pra cima<br>Voa do cabo e se dana**</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:45:14 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Vitor Alexandre Gouveia Pessoa, 2°A</p><p><br/></p><p>O cangaço, movimento de resistência armada no sertão nordestino entre o final do século XIX e o início do século XX, tornou-se um símbolo cultural brasileiro. Muitos artistas retrataram essa temática, e a literatura de cordel, com suas rimas populares e forte conexão com a cultura nordestina, é um dos principais meios de preservar e divulgar a memória do cangaço.</p><p><br/></p><p>Literatura de Cordel e o Cangaço</p><p><br/></p><p>A literatura de cordel é um gênero popular de poesia impressa em folhetos e vendida tradicionalmente em feiras no Nordeste brasileiro. Os cordéis narram histórias de aventuras, romances, lendas, e episódios históricos, muitas vezes com ilustrações xilográficas na capa. A figura do cangaceiro, especialmente de Lampião e seu bando, é amplamente retratada nesses folhetos.</p><p><br/></p><p>Exemplo de Cordel: "Lampião, o Rei do Cangaço"</p><p><br/></p><p>Um exemplo clássico é o cordel "Lampião, o Rei do Cangaço", de José Pacheco, que narra a vida de Virgulino Ferreira da Silva, mais conhecido como Lampião. A obra descreve a origem humilde de Lampião, suas motivações para se tornar cangaceiro, e seus feitos no sertão nordestino. O cordel enfatiza a luta de Lampião contra as injustiças sociais e a opressão dos poderosos, tornando-o um herói popular.</p><p><br/></p><p>Relação com a Memória Histórica</p><p><br/></p><p>A literatura de cordel desempenha um papel crucial na preservação da memória histórica do cangaço. Esses folhetos, com suas narrativas envolventes e linguagem acessível, ajudaram a perpetuar a imagem do cangaceiro como uma figura de resistência e bravura. Ao mesmo tempo, os cordéis humanizam os personagens, mostrando seus dilemas, tragédias pessoais e a complexidade moral de suas ações.</p><p><br/></p><p>Essa forma de arte também contribui para a construção de uma identidade cultural no Nordeste, reforçando o senso de pertencimento e orgulho em uma região historicamente marginalizada. Além disso, o cordel mantém viva a memória do cangaço nas gerações mais jovens, transmitindo histórias que vão além dos registros oficiais, muitas vezes parciais ou incompletos.</p><p><br/></p><p>Conclusão</p><p><br/></p><p>A literatura de cordel, ao retratar o cangaço, não só preserva a memória desse movimento, mas também interpreta e reinterpreta suas histórias, mantendo-as vivas na cultura popular. É um elo entre o passado e o presente, resgatando a história e, ao mesmo tempo, alimentando a imaginação e o orgulho nordestino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:46:30 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Nome: João Vitor 2A</p><p><br/></p><p>Entre o sertão e o céu azul anil,  </p><p>Andam os cangaceiros, sob o sol febril.  </p><p>Com chapéus de couro, armados de coragem,  </p><p>São lendas vivas, mestres da paisagem.  </p><p><br/></p><p>Em terras secas, onde o verde é escasso,  </p><p>Rasgavam o vento em um único passo.  </p><p>Homens de força, de luta e de dor,  </p><p>Carregavam consigo histórias de amor.  </p><p><br/></p><p>Lampião, o rei, com olhar flamejante,  </p><p>Guiava seu bando, sempre adiante.  </p><p>Maria Bonita, a flor do sertão,  </p><p>Junto ao seu rei, seu fiel coração.  </p><p><br/></p><p>Nas noites escuras, sem luar para ver,  </p><p>Ecoava o som dos passos a correr.  </p><p>E nas veredas secas, a poeira a subir,  </p><p>Era o rastro dos bravos, sempre a seguir.  </p><p><br/></p><p>O sertão chorava com sua alma sofrida,  </p><p>Mas o cangaço fazia a vida renhida.  </p><p>Entre tiros e danças, suor e paixão,  </p><p>Vivia-se a saga, além da razão.  </p><p><br/></p><p>Mas o tempo passou, a poeira baixou,  </p><p>Os cangaceiros, o vento levou.  </p><p>Ficaram as histórias, as lendas, a fé,  </p><p>Dos homens de couro e mulheres de pé.  </p><p><br/></p><p>Hoje, no sertão, ainda se sente,  </p><p>O espírito livre, indomável, ardente.  </p><p>Pois os cangaceiros, em sua bravura,  </p><p>São a alma do povo, a eterna aventura.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:46:42 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<p>Artur Alves 2° A</p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p>"Quem sabe um dia floresça a seca do meu sertão, Onde apenas quem tem dinheiro, tem água pra plantação. A beleza é feita por Eu e Tú, Que mesmo só tendo o verde que vem do mandacaru, transborda um a beleza Que ganha do Norte e Sul."</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 14:47:05 UTC</pubDate>
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         <link>https://padlet.com/jessicaanne1/a0ff4o8t4a5nts8p/wish/3097282344</link>
         <description><![CDATA[<p>Pyetro Rodrigues Pereira 2°A</p><p><br/></p><p>"O Cangaceiro" (1953)</p><p><br/></p><p>O filme narra as aventuras de um grupo de cangaceiros que, após um confronto com a polícia, se refugiam no sertão nordestino. O líder do grupo, interpretado por o ator Joaquim de Almeida, busca vingança contra um coronel local, enquanto o filme explora a vida dos cangaceiros e as tensões sociais da época.</p><p><br/></p><p>Relação com a Memória Histórica:</p><p>"O Cangaceiro" é uma importante referência artística que oferece uma visão sobre o movimento do cangaço, que ocorreu no sertão nordestino do Brasil entre o final do século XIX e início do século XX. O filme retrata a vida dos cangaceiros, que eram bandoleiros conhecidos por sua resistência contra as autoridades locais e pelo seu estilo de vida marcado pela violência e pelo desafio ao poder estabelecido. </p><p><br/></p><p>O cangaço foi um fenômeno complexo, envolvendo aspectos sociais, políticos e econômicos do Nordeste brasileiro. O filme aborda alguns desses aspectos, refletindo a tensão entre as elites locais e os grupos marginalizados, e a vida dura no sertão. Embora "O Cangaceiro" adote uma abordagem cinematográfica com uma dose de romantização e dramaticidade, ele contribui para a formação da memória cultural do cangaço e oferece uma perspectiva sobre a época e a região que ajudam a entender o contexto histórico do movimento.</p><p><br/></p><p>Através do seu enredo e personagens, o filme oferece uma interpretação da resistência dos cangaceiros e suas motivações, além de destacar a brutalidade e as dificuldades enfrentadas tanto pelos bandoleiros quanto pela população do sertão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-01 20:37:19 UTC</pubDate>
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