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      <title>Trabalho Autónomo  by Martinho Lima</title>
      <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-14 12:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Eugénio de Andrade-Contextualidade</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/231454025</link>
         <description><![CDATA[<div>Eugénio de Andrade,pseudonimo de José Fontinhas nasceu a 10 de janeiro de 1923, na Póvoa de Atalaia,Fundão. Com 7 anos muda-<br>-se para Castelo Branco com sua mãe e mais tarde para Lisboa,aos 12 anos, após descobrir a biblioteca de um vizinho descobre o gosto pela literatura ao ler livros dessa biblioteca de vários autores conceituados quer portugueses quer internacionais, escreve os seus primeiros poemas em 1936, que em 1938 envia alguns desses poemas a António Botto que após a leitura desses poemas deseja conhecer o autor , Botto incentiva o mesmo para continuar na poesia, o poeta em 1940 acaba por publicar o seu primeiro livro com o nome verdadeiro ,que mais tarde acaba por renegar, mas fica mais famoso com o Livro de Versos Adolescentes, publicado em 1942. Em 1943 muda se para Coimbra onde regressa após serviço militar, convivendo nessa cidade com Miguel Torga.Em 1947 torna se inspetor do Ministério da Saúde, mudando-se mais tarde para o Porto após uma transferência de serviço vivendo lá 4 décadas. Durante a sua vida fez várias viagens conhecendo e fazendo amizades com várias personalidades da cultura portuguesa dentre eles Miguel Torga, Sophia Mello Breyner Andrensen, Carlos Oliveira, Eduardo Loureço de entre outros.Durante a sua carreira recebeu vários prémios de entre eles os mais importantes o Prémio Camões  em 2001 e a Medalha de Mérito Cultural em 2004.Acaba por falecer em 2005 com 82 anos na cidade do Porto.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 12:49:18 UTC</pubDate>
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         <title>Resolução do questionário da página 210 referente ao poema &quot;Livro de Horas&quot;</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/231466142</link>
         <description><![CDATA[<div>1-O sujeito revela a intenção de se confessar-se a si mesmo revelando-se como pecador, mostrando assim um conflito interior entre o bem e o mal presente no verso 4 "Me confesso o bom e o mau".<br>2<br>2.1-Neste poema o sujeito poético pretende caracterizar toda a humanidade caracterizando se a si mesmo isto pode-se comprovar quando o mesmo atribui a si as "virtudes teologais" que segundo o cristianismo são as qualidades do Homem, e também caracterizando-se como detentor  dos "pecados mortais" e por fim "Me confesso de ser Homem", revelando assim que as suas qualidades e defeitos são abrangentes a todos os homens.<br>3<br>3.1-Ao longo do poema vemos um conflito interior do sujeito poético através de varias contradições como por exemplo mostra-se como "O das facadas cegas e raivosas,E o das ternuras lúcidas e mansas", revelando assim o conflito interior do sujeito poético que é mais realçado por certos pronomes e determinantes como "Mim" ,"Me", "Minha".<br>4-O sujeito poético revela se intimamente ligado á Terra nos versos 29 e 30 referindo "De ter raízes no chão/ Desta minha condição", como o objetivo do sujeito poético é caracterizar o Homem através do mesmo após esta "confissão" feita pelo sujeito poético mostra que o Homem está ligado á Terra.<br> 5<br>5.1-Com a retoma na ultima estrofe ao inicio do poema,mostra uma construção circular do poema,enfatizando ainda mais o seu conflito interior.<br>6-<br>a-Personificação<br>b-Perífrase <br>c-Antítese<br>d-Anáfora <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-14 13:27:45 UTC</pubDate>
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         <title>Resolução do questionário da página 211 referente ao poema &quot;Arte Poética&quot;</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/231874828</link>
         <description><![CDATA[<div>1-<br>a)v.1<br>b)v.2/14<br>c)v.15/16<br>d)v.10<br>2-O sujeito poético pretende compor uma obra poética, par isso procura por inspiração para poder realizar "o milagre" ou seja a sua obra poética.<br>3-O sujeito poético na tentativa de concretizar o "milagre", descreve essa viagem como percorrer o desconhecido como se pode verificar em, " A regra é caminhar/ E chegar sem saber", essa condição de percorrer o desconhecido parece assombrar o sujeito poético até a concretização do poema.<br>4- O poema é constituído por 2 estrofes de 10 versos cada um, e também apresenta uma irregularidade de versos e de métrica.<br>5- Estas formas verbais encontram-se no gerúndio, demonstrando que as ações descritas no poema continuam a decorrer, enfatizando a tarefa árdua e continuado poeta de tentar fazer poemas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 13:16:59 UTC</pubDate>
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         <title>Resolução do questionário da página 212 referente ao poema &quot;Sísifo&quot;</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/231891609</link>
         <description><![CDATA[<div>1-<br>a) "És Homem não te esqueças!".<br>b) "Recomeça…/Se puderes"; "Enquanto não alcances/ Não descanses./ De nenhum fruto queiras só metade.".<br>c)&nbsp; "Sem angústia e sem pressa."; "E os passos que deres,(...)/Dá-os em liberdade."; "E vendo/ Acordado".<br>2-O uso das reticencias serve para demonstrar frustração por parte do sujeito poético da condição humana, ou seja do recomeço inevitável da luta pelo que queremos.<br>3-Os vocábulos que demonstram a condição humana "ilusões", "sonhar", "loucura", revelando assim&nbsp; varias características humanas como a perseguiçao constante dos seu sonhos e ilusões.<br>4-Como Sísifo o poeta recomeça sempre o seu trabalho pois após a conclusão de um poema o poeta procura sempre escrever mais um, assim como Sísifo sempre que consegue carregar a rocha para cima do monte tem que voltar a carrega la de volta para o cimo do monte.<br>5<br>5.1-A condição apresentada neste poema de Sísifo pode ser considerada uma perfeita representação da condição humana, pois o mesmo " Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar", está "Sempre a sonhar" a alcançar os seus objetivos, e tal como Sísifo tenta sempre carregar a pedra para cima do monte o ser humano sempre que perde ou que consegue certo objetivo, volta ao inicio do percurso para um novo objetivo.<br>6-A literatura de Miguel Torga é caracterizada de por vezes apresentar a fragilidade humana como é o caso deste poema em que o autor refere a constate luta da humanidade pelos seus objetivos, caraterizado pelos seus sonhos e "Ilusões sucessivas".<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 13:55:50 UTC</pubDate>
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         <title>Ana Luísa Amaral- Contextualidade</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/234733482</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Biografia</strong><br>Ana Luísa Amaral nasceu em 1956 em Lisboa, aos 9 anos de idade muda-se de Sintra para Leça da Palmeira, acabando por sofrer muito pela sua pronuncia sulista.A mesma possui um Doutoramento em poesia, dando aulas na Faculdade de letras do Porto. Ao longo da sua carreira conseguiu vários prémios entre eles:Premio Internazionale Fondazione, Roma: Ritratti di Poesia (2018) sendo estes aqui referidos prémios internacionais.<br><strong>Contextualização<br>Figurações Poéticas<br></strong>A poeta revela um conflito do sujeito com o "eu" interno.<br><strong>Arte Poética</strong><br>A poeta é inspirada pelo quotidiano, apesar de se poder  considerar os temas dos seus poemas simples, no entanto a poeta ambiciona chegar ao perfeito com estes temas.<br><strong>Tradição Poética</strong><br>A poeta dá preferência aos temas amorosos, nos quais cria um diálogo entre o sujeito poético com o "Outro", tendo influência de Camões épico.<br><strong>Representações do Quotidiano<br></strong>Referências ás tarefas domésticas, as partes da casa, e chamadas de atenção para a igualdade de género.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-23 15:26:39 UTC</pubDate>
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         <title>Textos Temas 11º Ano</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/237479715</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Partindo do motivo religioso , o sermão de S. António leva a cabo uma crítica de vasto âmbito social<br></strong>Em “O Sermão de Santo António aos Peixes”, o padre António Vieira utiliza o seu discurso religioso para poder condenar, e tentar convencer os fiéis a mudar os seus comportamentos.<br><br></div><div>Para alcançar o seu objetivo o padre António Vieira utiliza vários valores e exemplos católicos para argumentos da sua crítica á população do Maranhão, comparando por exemplo o seu sermão com o sermão dado por Santo António a peixes quando as pessoas não o queriam ouvir pregar, tal como usando várias citações da bíblia. Através do seu discurso alegórico o mesmo consegue atacar todos os defeitos demonstrados pelos colonos daquela colónia, estes defeitos claro em oposição a todos os valores cristãos defendidos pelo pregador, deixando o apelo a mudarem estes comportamentos para seguirem no caminho do Senhor.<br><br></div><div>Em suma, Padre António Vieira com este Sermão mostra toda a sua genialidade de argumentação e de persuasão, usando os valores cristãos na tentativa de mudar o comportamento dos seus fiéis.<br><br><strong>O herói romântico - superar a realidade, seguir o sonho e a imaginação</strong><br>A história de “Amor de Perdição”, tem como personagem Simão Botelho, um herói romântico tipo, demonstrando várias características desse tipo de herói.<br>Ao longo da obra são reveladas várias características de Simão confirmando-o como herói romântico, o mesmo defende os valores da revolução francesa juntando-se na universidade aos jacobinos, revelando-se temperamental, Simão ao longo da obra sofre por um amadurecimento enquanto pessoa e herói romântico maior parte graças ao amor por Teresa, esta personagem pondo em primazia os seus sentimentos por Teresa, tenta de tudo para alcançar o tao desejado amor, apesar de acabar em tragédia a história de Simão, na caminhada desta personagem até ao final da obra, o mesmo revela várias qualidades e valores condizentes com as de um herói romântico, as quais nunca renuncia, tal como o seu egocentrismo e o seu espírito nobre.<br>Em suma, Camilo Castelo Branco na escrita desta obra conseguiu construir uma personagem que só se pode caracterizar com um herói romântico, devido a todas as suas qualidades e atitudes demonstradas ao longo da obra na defesa do amor<br><br><strong>Sebastianismo em Frei Luís de Sousa</strong><br>O sebastianismo está presente em toda a obra de “Frei Luís de Sousa” como a esperança de reerguer Portugal, garantindo a sua independência e a existência de um futuro melhor para o país.<br><br></div><div>O regresso de Sebastião é invocado por Telmo, e por Maria pensando ser a melhor solução para o país quer para Telmo, pois o mesmo deseja o regresso do seu amo D.João de Portugal, estes desejos são várias vezes repreendidos por Madalena. Para Garrett o seu tempo assemelhava-se á ocupação Espanhola, pois o mesmo pensava que vivia num regime autoritário que fazia se passar por um governo liberalista, para isso o mesmo utiliza o mito sebastianista para poder sonhar e acreditar e lutar pelo um futuro melhor de Portugal, tal como Manuel, crente no mito sebastianista, incendeia a própria casa para defender a independência do país.<br><br></div><div>Em suma, Garrett utiliza o mito sebastianista como motor de revolta e luta por um futuro melhor para Portugal tal como Garrett luta por um futuro melhor para Portugal.<br><br></div><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-02 16:26:51 UTC</pubDate>
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         <title>Resolução do questionário da página 255</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/251159635</link>
         <description><![CDATA[<div>1- O verso original de Camões para além de caracterizar Portugal como um país que faz fronteira com o oceano, marca também o início da viagem á descoberta do caminho marítimo para a Índia, enquanto esta adaptação de Saramago marca o final da viagem feita por Ricardo Reis, sendo o mar a "acabar" com a chegada a Portugal passando a ação ocorrer em terra.<br>2-A cidade de Lisboa é caracterizada como "pálida", "cinzenta" e "silenciosa", provocando a dúvida "se haverá quarentena", mostrando assim o estado de estagnação de Lisboa ,que representa o país, provocado pelo Estado Novo e para isso contribui a "resignação" do povo português sobre a situação em que vivem.<br>3-O viajante destacado é caracterizado como sendo grisalho, seco de carnes, é um emigrante português que esteve a mora no Rio de Janeiro por 16 anos , mostra-se um pouco de desapegado ao escolher um hotel paraviver durante a sua estadia em Portugal.<br>4- Para o viajante não havia muitas diferenças em Lisboa sendo referido " só as árvores estavam mais altas", e a "nudez invernal" das árvores que eram verdes nas suas memórias ,provando assim o estado de estagnação de Lisboa e do país.<br>5-Ricardo Reis no livro das entradas descreve-se como o Ricardo Reis pessoano, ao referir "agora o problema é descobrir o resto", o mesmo revela que tem um diferente "eu" o qual o mesmo desconhece sendo o Ricardo Reis saramaguiano.<br>6-Nestas linhas pode-se observar o estilo saramaguiano indo em contra as regras gramaticais usando virgulas para introduzir e alternar o diálogoentre as personagens.<br>7. a) metáfora<br>    b)onomatopeia <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-12 14:11:37 UTC</pubDate>
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         <title>Interpretação do questionário do texto &quot;Lisboa profunda: rixas e funerais&quot; da página 260</title>
         <author>Martinho231</author>
         <link>https://padlet.com/Martinho231/portugues2018/wish/252161098</link>
         <description><![CDATA[<div>1- A expressão que melhor caracteriza a singularidade do prestido é " haver tantas mulheres vestidas de berrante encarnado, saia, blusa e xale, e rapazes com fatos da mesma cor, singular luto é este se são amigos do morto ou arrogante provocação se eram inimigos dele".<br>2-A descrição do cortejo é feita a partir de contrastes ao mencionar que as pessoas presentes eram "amigos do morto" ou apenas inimigos do falecido, as roupas usadas pelos participantes deste préstito mostram um contraste social entre os mesmos ao mencionar "muita gente descalça e coberta de trapos,algumas mulheres arreando luxo e pulseiras de ouro", este contraste na descrição desta procissão serve para demonstrar que nem todas as pessoas do cortejo estavam para homenagear a vida do falecido e as diferenças sociais dos elementos.<br>3-Esta expressão é referida pelo facto que no funeral de António Mesquita se encontravam amigos do falecido que vinham prestar homenagem ao falecido e pessoas que se davam com o seu assassino José Reis e por conseguinte não ter ocorrido nenhuma discussão ou problemas entre estes dois grupos.&nbsp;<br>4-Esta "Lisboa profunda" está presente na obra para caracterizar a sociedade lisboeta e a diferença entre os grupos sociais lisboetas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-04-16 14:18:24 UTC</pubDate>
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