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      <title>Ao som da Cultura Africana: Resistências culturais presentes nas aulas de Danças Brasileiras   by isabel azeredo uchoa faria</title>
      <link>https://padlet.com/isabeluchoafaria/9zgbdhzrsz509drm</link>
      <description>Projeto criado como avaliação final da disciplina de Danças Brasileiras</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-12-08 18:52:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Introdução</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Este trabalho pretende discorrer sobre as manifestações culturais do Maracatu, Afoxé e a Dança dos Orixás, mais especificamente de Ogum.&nbsp; Assim, objetivamos levantar com o trabalho, usando as múltiplas linguagem, os aspectos culturais, históricos e principalmente aqueles que envolvem a redução do preconceito em torno das Danças Brasileiras de matriz Africana.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 19:29:24 UTC</pubDate>
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         <title>Maracatu</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <description><![CDATA[<div>O maracatu é uma manifestação cultural expressa através dos cortejos reais de coroamento dos reis negros. Em referência à eleição do rei e rainha de Congo o maracatu pode ser considerado como representante da tradição das Congadas Coloniais. O Congo recorda costumes e elementos da vida africana figurada nos desfiles dramáticos de entronização dos novos reis, exprimindo através das danças cantadas uma referência às práticas religiosas, trabalhos, guerras e festas da coletividade (OLIVEIRA, 2012). </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:08:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
         <link>https://padlet.com/isabeluchoafaria/9zgbdhzrsz509drm/wish/1936749324</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><blockquote>É a festa dos negros coroados&nbsp;<br>Num batuque que abala o firmamento;&nbsp;<br>É a sombra dos séculos guardados&nbsp;<br>É o rosto do girassol dos ventos.&nbsp;<br>É a chuva, o roncar de cachoeiras,&nbsp;<br>Na floresta onde o tempo toma impulso,&nbsp;<br>É a força que doma a terra inteira&nbsp;<br>As bandeiras de fogo do crepúsculo.&nbsp;<br>É o brilho dos trilhos que suportam&nbsp;<br>O gemido de mil canaviais;&nbsp;<br>Estandarte em veludo e pedrarias&nbsp;<br>Batuqueiro, coração dos carnavais.&nbsp;<br>É o conjuro de ritos e mistérios&nbsp;<br>É um vulto ancestral de além-mar.&nbsp;<br>(Lenine)&nbsp;</blockquote></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:16:28 UTC</pubDate>
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         <title>Afoxé</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <description><![CDATA[<div>Religiosamente, o termo "afoxé" designava as saídas em cortejo das casas de candomblé para que filhos de santo depositassem oferendas aos orixás em mares, rios e matas, ou para que transportassem objetos sagrados de uma casa para outra. Aludindo a essa prática, o mesmo termo foi empregado por blocos carnavalescos que, ao se apresentarem recreativamente, tocavam o ritmo ijexá, cantavam em iorubá e dançavam coreografias dos orixás. Por isso, alguns chamavam o afoxé de "candomblé de rua". Além de utilizar o aparato ritualístico, performático e instrumental dos demais afoxés, o bloco baiano inseriu outros elementos que se tornaram marcas identitárias: o camelo como alegoria, o perfume de alfazema, longa veste e turbante brancos, colar nas cores azul e branco e a representação do líder indiano no desfile (IPAC, 2010).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:26:58 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
         <link>https://padlet.com/isabeluchoafaria/9zgbdhzrsz509drm/wish/1936782360</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><blockquote>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>O ne---gro<br>Está tremendo sem querê<br>O negro<br>Na batida do a---gogô<br>Tá dançando, tá gingando, se virando, se enroscando,<br>na batida do agogô<br>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>Afo-xé leí Le-í - ilê-ô<br>Qui-lo-fé abe-bê no a--bêbê o ô<br>Qui-lo-fé Abe-bê no a--bêbê<br>Abêbê no abê-bê Abê-bê no abê-bê<br>Abê-bê no saque-ô<br>(Dorival Caymmi)<br><br></blockquote></blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:38:18 UTC</pubDate>
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         <title>Ogum</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
         <link>https://padlet.com/isabeluchoafaria/9zgbdhzrsz509drm/wish/1936786816</link>
         <description><![CDATA[<div>Ogum é o Orixá da guerra. De princípio masculino, este Orixá é o pai da tecnologia, tendo inventado o ferro. Ogum é um grande guerreiro e carrega consigo um facão. A movimentação da dança deste Orixá dialoga com suas características bélicas e de ataque ofensivo com seu facão sempre em punho. A agilidade do corpo e o ritmo rápido do atabaque dão muito vigor à sua dança, que é cheia de animus. O guerreiro dança sua batalha. Em movimentos percutidos, os braços dos dançarinos viram facão e escudo. Acento nos movimentos de ombro e andamento rápido marcam os passos do guerreiro que dança. Movimentos fortes e fortíssimos, com muitos acentos, estão associados a este Orixá e a seus golpes com seu facão ao atacar um inimigo ou abrir caminho pela mata (LIMA, s/a).&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:41:40 UTC</pubDate>
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         <title>Referencias</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>IPAC. 2010. Desfile de afoxés. Salvador: Fundação Pedro Calmon.</li><li>OLIVEIRA, A. S. Maracatu em São Paulo: expressões artísticas e culturais de Lokan Oba -Maracatu Nação. / Ângela da Silva Oliveira. – São Paulo: [s./n.], 2012.&nbsp;</li><li>LIMA,&nbsp;G. R. F. Artigo apresentado sobre o tema no X Seminários de Dança do Festival de Joinville.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:41:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
         <link>https://padlet.com/isabeluchoafaria/9zgbdhzrsz509drm/wish/1936787495</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><blockquote>Meu pai ogum mandou chamar<br>Eu vim, eu vim de lá<br>Meu pai ogum mandou chamar<br>Eu vim, eu vim de lá<br>Ele me ensinou coisas sobre amor<br>E que na paz só se chega com a guerra<br>E que toda bonança do trono do rei xangô<br>Só vai conhecer quem for justo na Terra, ei<br>Monta no cavalo, lança no dragão<br>Monta no cavalo, lança no dragão, hey<br>Iemanjá, quero nadar nos sete mares<br>Iemanjá, quero nadar nos sete mares<br>Meu pai Ogum mandou chamar<br>Eu vim, eu vim de lá<br>Meu pai ogum mandou chamar<br>Eu vim, eu vim de lá<br>Ele me ensinou coisas sobre amor<br>E que na paz só se chega com a guerra<br>E que toda bonança do trono do rei Xangô<br>Só vai conhecer quem for justo na Terra, ei<br>Monta no cavalo, lança no dragão<br>Monta no cavalo, lança no dragão, hey<br>Iemanjá, quero nadar nos sete mares<br>Iemanjá, quero nadar nos sete mares<br>Mamãe Oxum vai me lavar<br>Vai sim, eu vim de lá<br>Mamãe Oxum vai me lavar<br>Vai sim, eu vim de lá</blockquote></blockquote><div>(<a href="https://www.letras.mus.br/djonga/">Djonga</a>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-08 20:42:14 UTC</pubDate>
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         <title>A dança africana remete à ancestralidade. A presença de elementos simbólicos, do mito, do rito é muito forte nestas comunidades e estão sempre presentes nas manifestações culturais dos povos africanos.</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <pubDate>2021-12-08 22:24:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>As danças de origem africana afirmam valores culturais do povo negro por meio da mobilização e, simultaneamente, do resgate da história e da cultura, incorporando, em ambos, os  elementos de luta e resistência.</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <pubDate>2021-12-08 22:51:32 UTC</pubDate>
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         <title>A  história das Danças Brasileiras de origem africana e afro-brasileira são caracterizadas pela resistência e luta contra o preconceito religioso.</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <pubDate>2021-12-08 22:57:03 UTC</pubDate>
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         <title>Sou Resistência</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
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         <pubDate>2021-12-08 23:12:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Conclusão: Há uma constante busca por reconhecimento da cultura negra no Brasil e uma educação que prepare o indivíduo para a diversidade, hoje se tem perspectivas que possibilitam discutir temas antes ignorados e um olhar mais amplo para as relações sociais, justamente pela necessidade de se refletir e analisar para descaracterizar memorias negativas construídas sobre nossa história e sobre os negros, saindo do prisma do silencio, da violência para o reconhecimento. Acredito que a disciplina tenha contribuído positivamente para essa construção/reflexão.</title>
         <author>isabeluchoafaria</author>
         <link>https://padlet.com/isabeluchoafaria/9zgbdhzrsz509drm/wish/1936962389</link>
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         <pubDate>2021-12-08 23:17:23 UTC</pubDate>
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