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      <title>Turma Beta Bebeu água ? by jose paula</title>
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      <description>efeitos sobre o sistema renal</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>2E O QUE É CONTRACORRENTE?</title>
         <author>josedepaula</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O sistema de contracorrente é uma forma de evitar a dissipação da hiperosmolaridade medular , visto que atua junto com a <em>vasa recta </em>. Dessa forma , o sangue entra e sai da medula por meio da vasa recta , situado nos limites entre o córtex e a medula renal . À medida que o sangue desce pela medula em direção as papilas&nbsp; ele fica progressivamente mais concentrado ,pelo ganho de solutos e pela perda de água para o interstício . Quando o sangue chega na parte medular apresenta uma concentração semelhante do interstício medular . Depois retorna para o córtex fica progressivamente menos concentrado , visto que os solutos se difundem de volta para o interstício medular e a água volta para a vasa recta .&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>2D PAPEL DA UREIA NESSE CASO?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/803809869</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando os rins estão formando urina concentrada e existem altos níveis de ADH, a reabsorção de água a partir do túbulo distal e do túbulo coletor cortical aumenta a concentração de ureia. Quando esse líquido flui em direção ao ducto coletor medular interno, a alta concentração de ureia no túbulo e a presença de transportadores específicos de ureia promovem a difusão de ureia para o interstício medular. À medida que essa ureia flui para o ducto coletor na medula interna, as altas concentrações de ureia e dos transportadores de ureia UT-A1 e UT-A3 fazem com que a ureia se difunda para o interstício medular. Fração moderada da ureia que se desloca para o interstício medular eventualmente se difunde para as porções delgadas da alça de Henle e, então, a ureia que se difunde para a alça de Henle retorna ao ramo ascendente espesso da alça de Henle, do túbulo distal, do túbulo coletor cortical e novamente ao ducto coletor medular. Nesse caso, a ureia pode recircular, por essas porções terminais do sistema tubular, diversas vezes antes de ser excretada. Cada volta no circuito contribui para a concentração mais elevada de ureia. Essa recirculação da ureia provê mecanismo adicional para a formação de medula renal hiperosmótica. Como a ureia é um dos produtos residuais mais abundantes que devem ser excretados pelos rins, esse mecanismo de concentração do metabólito no interstício renal é essencial para a economia do líquido corporal, quando ocorre escassez de água no ambiente externo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>2C COMO COMPORTAM OS LIQUIDOS NOS TÚBULOS (INCLUINDO A ALÇA)?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/803809875</link>
         <description><![CDATA[<div>O transporte da água se dá por via paracelular e transcelular, com transportadores aquaporinas no túbulo proximal . Assim, o filtrado vai seguir para a alça de Henle com uma característica isosmótica  na parte fina descentes ocorre a reabsorção de 15% de água através da aquaporinas , já na parte grossa ascendentes ocorre a reabsorção de solutos. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>2B QUAL O PAPEL DO ADH NESSA SITUAÇÃO?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/803809878</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; O ADH, também conhecido como vasopressina, quando em grande quantidade, deixa os vasos permeáveis, os segmentos tubulares são permeáveis à água, mas, na sua ausência, são quase impermeáveis. Isto representa um mecanismo que controla a diluição ou concentração da urina.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>2A O QUE ACONTECE COM A GRAVIDADE DA URINA?</title>
         <author>josedepaula</author>
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         <description><![CDATA[<div>Quanto maior a  concentração da urina, maior será sua gravidade específica. A gravidade da urina aumenta linearmente com a elevação da osmolaridade urinária.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>1D MECANISMOS RENAIS DOS LIQUIDOS NOS TÚBULOS</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/803809907</link>
         <description><![CDATA[<div><br>À medida que o líquido flui pelo túbulo proximal, os solutos e a água são reabsorvidos em proporções equivalentes, ocorrendo pequena alteração da osmolaridade; ou seja, o líquido do túbulo proximal permanece isosmótico ao plasma. Conforme o líquido chega ao ramo descendente da alça de Henle, a água é reabsorvida, por osmose, e o líquido tubular atinge o equilíbrio com o líquido intersticial adjacente da medula renal que é bastante hipertônico cerca de 2 a 4 vezes a osmolaridade do filtrado glomerular inicial. Portanto, o líquido tubular fica mais concentrado à medida que flui pela alça de Henle, em direção à medula interna. No ramo ascendente da alça de Henle, especialmente no segmento espesso há ávida reabsorção de sódio, potássio e cloreto. Essa porção do segmento tubular é impermeável à água, mesmo em presença de grande quantidade de ADH. Portanto, o líquido tubular fica mais diluído à medida que flui pelo ramo ascendente da alça de Henle até o início do túbulo distal.&nbsp; O líquido que deixa o segmento tubular distal inicial é hiposmótico, com osmolaridade de apenas um terço da osmolaridade do plasma. Quando o líquido diluído no túbulo distal inicial passa para o túbulo convoluto distal final, ducto coletor cortical e ducto coletor, ocorre reabsorção adicional de cloreto de</div><div>sódio. Na ausência do ADH, essa porção do túbulo também é impermeável à água, e a reabsorção extra de solutos faz com que o líquido tubular fique ainda mais diluído, diminuindo sua osmolaridade. Em resumo, o mecanismo de formação de urina diluída consiste na reabsorção contínua de solutos, a partir dos segmentos distais do sistema tubular sem reabsorção de água.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>1C O QUE ACONTECE COM O ADH?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/803809910</link>
         <description><![CDATA[<div>O ADH atua no momento em que os solutos ficam muito concentrados nos líquidos corporais, aumentando a permeabilidade à água dos túbulos distais e ductos coletores, aumentando a reabsorção de água e reduzindo o volume urinário. No momento de excesso de água ocorre a diminuição da osmolaridade do LEC, diminuindo a secreção de ADH, reduzindo a permeabilidade dos túbulos à água, levando à excreção de uma urina mais diluída.</div>]]></description>
         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>1B QUAIS PARAMETROS MODIFICAM PARA QUE ISSO SEJA LEVADO A CONTENTO</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/803809921</link>
         <description><![CDATA[<div>Excesso de água no corpo e queda da osmolaridade do LEC.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title>1A COMO OS RINS EXCRETAM O EXCESSO DE ÁGUA PELA  URINA DILUÍDA?</title>
         <author>josedepaula</author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/803809929</link>
         <description><![CDATA[<div>Para excretar o excedente de água, há necessidade de diluição do filtrado à medida que ele passa ao longo do túbulo. A diluição é produzida pela reabsorção de solutos, em escala maior que a água, no entanto, isso acontece apenas em certos segmentos do sistema tubular renal. Ocorre diminuição da secreção do ADH, diminuindo a permeabilidade dos túbulos distais e ductos coletores à água, levando à excreção de urina mais diluída.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 16:35:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>josedepaula</author>
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         <description><![CDATA[<div>TAO COM SEDE?</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 20:12:29 UTC</pubDate>
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         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/1699213882</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>diabetes insipido central (produção insuficiente de ADH)<br>-&gt; pode ser causada por lesoes ou infecções da cabeça <br>-&gt; segmentos tubulares nao reabsorvem agua, causando a diabetes e resultando na formação de grande volume de urina diluida (15L/dia).<br>-&gt; tratamento: analago sintetico de ADH<br>diabetes insipido nefrogenico (inabilidade dos rins em responder ao ADH) DESMOPRESSINA<br>-&gt; os segmentos tubulares nao respondem a esse hormonio de forma apropriada<br>-&gt; essa anormalidade reside nos rins<br>-&gt; decorre da falha do mecanismo de contracorrente em formar intersticio como falha dos tubulos distais de responder ao ADH.<br>-&gt; ocorre grande formação de urina diluida com tendencia a desidratação (ao menos que ocorra aumento da ingestão hidrica)<br>-&gt; tratamento: desmopressina E correção do disturbio renal subjacente</strong>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 20:19:18 UTC</pubDate>
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         <title>Quando o rim gera água livre, a urina torna-se diluída. Contrariamente, Quando o rim gera água livre, a urina torna-se diluída. Quando o rim remove água de um fluido isosmótico, a urina torna-se concentrada. Os rins geram urina diluída bombeando sais para fora da luz dos segmentos tubulares que são impermeáveis à água. O que é deixado para trás é um fluido tubular que é hiposmótico em relação ao sangue. Já a geração de urina concentrada se deve à passagem do fluido por segmentos tubulares (ducto coletor medular) que estão mergulhados em um compartimento hiperosmótico (medula renal). Desta maneira, por osmose, a água deixará o túbulo, indo para a medula e criando uma urina concentrada.Se a urina é mais diluída ou mais concentrada depende se a reabsorção de água ocorre nos segmentos mais distais: túbulos coletores iniciais e corticais, e ductos coletores medulares internos e externos. Uma importante observação é que o ADH regula a fração variável de reabsorção de água nesses quatro segmentos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/1699214840</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 20:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>É regulado pelo mecanismo da sede juntamente com o mecanismo osmorreceptor ADH que mantem o controle preciso da osmolaridade e da concentração de sódio no liquido extracelular. Os neurônios do centro da sede respondem a soluções salinas hipertônicas por estimular o comportamento de ingestão de água, essas células atuam como osmorreceptores que estimulam liberação de ADH. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/1699218291</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 20:22:59 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/josedepaula/9ypwj2ppovdk87w5/wish/1699224467</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os rins normais têm capacidade de variar as proporções relativas de solutos e água na urina em resposta aos contextos. Os rins também podem excretar grande volume de urina diluída ou pequeno volume de urina concentrada, sem grandes alterações nas excreções de solutos, como o sódio e o potássio. Essa capacidade de regular a excreção de água, independentemente da excreção de soluto, é necessária para a sobrevivência quando a ingestão de líquido é limitada&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-26 20:27:27 UTC</pubDate>
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