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      <title>Trabalho de História by lara mariane tabosa</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-04-27 17:09:40 UTC</pubDate>
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         <title>O advento da Idade Média </title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Idade Média foi um período da história humana que inicia no século V e termina no século XV. O período é dividido em <strong>Alta Idade Média</strong> do século V ao X e <strong>Baixa Idade Média </strong>do século XI até o XV. </p><p>A Idade média se transformou a partir de 2 pilares: A invasão dos bárbaros e o poder do cristianismo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-27 17:27:15 UTC</pubDate>
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         <title>As invasões bárbaras, o fim da antiguidade e o cristianismo</title>
         <author>laramtabosa16</author>
         <link>https://padlet.com/laramtabosa16/9yo95f4gzrbqenlh/wish/2972114264</link>
         <description><![CDATA[<p>Os bárbaros eram pessoas que não falavam <strong>latim</strong> e que nao tinham a cultura romana como herança. Foi nesse período que consolidou o feudalismo e o fortalecimento da igreja católica, novas técnicas agrícolas surgiram e eventos como a peste negra e as cruzadas ocorreram. No feudalismo, os castelos eram um importante centro de poder, pois neles viviam os senhores feudais. Esses castelos foram construídos quando os bárbaros invadem a Europa Ocidental, suas construções duravam entre 2 a 7 anos. Essa migração da cidade para o campo com o objetivo de se proteger das invasões foi chamada de <strong>ruralização</strong>. Com a queda do Império Romano do Ocidente, consequência das invasões bárbaras, o fim da Antiguidade e o início da Idade Média. O <strong>cristianismo</strong> se transformou em um elemento gerador de unidade em diversas regiões da Europa Ocidental.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-27 17:54:01 UTC</pubDate>
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         <title>A fragmentação do Império Romano e a formação da Europa medieval</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>Como resultado das invasões bárbaras e da crise econômica que assolou o império romano do Ocidente houve a escassez de alimentos que fez a população procurar proteção e sustento no campo, desenvolvendo atividades econômicas nesse local.</p><p>Enquanto isso os povos bárbaros, especificamente os <strong>germânicos </strong>se estabeleciam politicamente nas regiões conquistadas. Eles não possuíam um sistema de escrita, por isso suas leis eram baseadas nas tradições orais e também se organizavam em clãs ou tribos, não havendo uma unidade política entre eles a não ser em tempos de guerra para se proteger. Com o tempo os povos germânicos perceberam as suas fragilidades políticas e passaram a absorver a organização política do Império Romano, integrando por exemplo as leis escritas. Além disso converteram-se ao cristianismo já que eram originalmente <strong>politeístas</strong>, ou seja, adoravam a mais de uma divindade. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-27 18:48:37 UTC</pubDate>
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         <title>Império Bizantino</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>O império Bizantino nasceu da divisão do Império Romano, no ano de 395, em Império do Oriente com capital Constantinopla, e o Império Romano do Ocidente com capital em Roma.</p><p>Antes da queda do Império Romano do Ocidente, o imperador <strong>Constantino </strong>decidiu transferir a capital para a antiga cidade grega de <strong>Bizâncio</strong> a cidade então foi rebatizada com o nome de <strong>Constantinopla, chamada também de " Nova Roma". </strong> A mudança foi uma tentativa de salvar o império já que o Ocidente passava por inúmeras turbulências. Constantinopla se tornou o principal entreposto comercial entre o Ocidente e o Oriente e o centro das decisões politicas do Império Romano.</p><p>A capital ficou conhecida como <strong>Império Bizantino</strong> porque o Oriente não teve dificuldade em enfrentar e vencer as investidas bárbaras, se tornando o centro do Império Romano do Oriente. O império Bizantino deu prosseguimento ao antigo comércio Romano de sedas, especiarias e corantes, essa intensa atividade comercial ajudou a criar um dinâmico ambiente urbano, tornando a cidade um local de refúgio para os povos de diferentes origens. </p><p>O império Bizantino era caracterizado por sua heterogeneidade e acabou preservando muito do pensamento filosófico, das estruturas governamentais e das instituições jurídicas das antigas Roma e Grécia.</p><p>Havia dois importantes fatores da união dessa população heterogênea: o uso da língua grega e a prática da religião cristã.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-27 19:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>O reinado de Justiniano (527 d.C-565 d.C)</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>Justiniano foi o <strong>Primeiro imperador Bizantino.</strong>O seu governo durou cerca de 40 anos e foi marcado por dois grandes objetivos: reestabelecer o império Romano e unir o mundo oriental e ocidental por meio da religião cristã. Justiniano estabeleceu o controle político e econômico do império sob o mediterrâneo, causando o esgotamento dos recursos econômicos e militares, tornando as fronteiras do oriente vulneráveis. </p><p>Por meio do pagamento de tributos e de uma diplomacia hábil, o imperador tentou manter os "bárbaros" distantes. Com o objetivo de proteger o território e exigir menos dos soldados, Justiniano construiu Fortalezas e simples castelos garantindo a proteção de pontos importantes da cidade. </p><p>Um de seus principais legados foi a elaboração de um código de leis chamado <strong>Corpus luris Civilis.</strong></p><p>O poder político de Justiniano se estendeu também ao campo da religião, ele tomava decisões sobre questões religiosas. Justiniano morreu em 565  e suas conquistas não duraram para além de seu reinado.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-29 20:37:01 UTC</pubDate>
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         <title>O cisma do Oriente</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>Depois do governo de Justiniano, uma das questões religiosas em debate era a <strong>iconoclastia, </strong>termo que designa a rejeição da veneração ou culto a imagens religiosas. Durante o reinado do imperador Leão III, o culto a imagens passou a ser oficialmente rejeitado pela Igreja Cristã de Constantinopla. O imperador condenou a tradicional reverência a imagens e aconselhou que elas fossem destruídas. Essa política de destruição de imagens religiosas perdurou por mais de um século. Após 842 as imagens foram reabilitadas no seio da Igreja Cristã oriental porém a relação entre a <strong>Igreja de Roma ( que era favorável ao culto das imagens) e a de Constantinopla estava seriamente abalada. </strong>O auge desse distanciamento ocorreu quando a Igreja Cristã dividiu- se em duas, <strong>Igreja Católica Apostólica Romana e Igreja Ortodoxa Oriental, </strong>episódio que recebeu o nome de <strong>Cisma do Oriente.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-29 20:58:07 UTC</pubDate>
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         <title>O Reino Franco</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir do século V, a unidade política do Império Romano cedeu lugar a diversos reinos bárbaros. Entre eles, merece destaque o Reino Franco, um grupo germânico que conseguiu construir um Estado unificado e durável na Europa medieval. Os francos se instalaram na região de Gália durante o reinado de <strong>Clóvis.</strong> Era neto de Meroveu, fundador da Dinastia Merovíngia, se converteu ao cristianismo e foi o grande responsável pela unificação do Reino Franco. Após o século VII o poder se concentrou nas mãos dos <strong>mordomos do paço ou prefeitos do palácio, </strong>membros da aristocracia franca responsáveis pela administração da casa real. Os reis merovingios assumiram funções exclusivamente cerimoniais por serem interpretados como "fracos" e "manipuláveis", chamados então de <strong>Reis Indolentes, </strong>ou seja, negligentes e descuidados.</p><p><strong>Um dos prefeitos mais importantes foi Carlos Martel que conteve o avanço árabe sobre o Reino na Batalha de Poitiers. </strong>Em 751, <strong>Pepino, o Breve</strong> filho de Martel deu início à Dinastia Carolíngia contando com o apoio da Igreja Cristã. A aliança entre os dois ficou ainda mais evidente quando o papa solicitou a ajuda de Pepino para expulsar os lombardos de Roma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-29 21:20:33 UTC</pubDate>
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         <title>O Império Carolíngio</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>O sucessor de Pepino, o Breve, foi <strong>Carlos Magno</strong>. Nesse período, os limites territoriais do Reino Franco foram expandidos para a Europa central e o norte da Itália. Ele protegeu os territórios da Igreja e espalhou o cristianismo nas regiões conquistadas ganhando o apoio do Papa Leão III o que resultou em sua coroação com o título de " imperador dos romanos" que deu origem ao <strong>Sacro Império Romano Germânico conhecido também como Império Carolíngio. </strong>A coroa oferecida pelo papa demonstrava o reconhecimento de soberania de Magno sobre as regiões, alimentava a ideia de renascimento e tornava a igreja a legitimadora do poder real.</p><p>O império Carolíngio dividia-se em centenas de <strong>condados, </strong>dirigidos pelos <strong>condes,</strong> responsáveis por legislar, fiscalizar e administrar a justiça na região. Havia regiões territoriais menores chamadas de <strong>ducados, </strong>que eram administradas por <strong>duques.</strong> As províncias fronteiriças recebiam o nome de <strong>marcas </strong>e eram administradas pelos <strong>marqueses.  </strong>Os nobres, responsáveis pelo exercício do poder local, deviam jurar fidelidade ao imperador. Apesar do juramento, havia funcionários responsáveis por fiscalizar o território chamados de <strong>missi dominici.</strong></p><p>Em relação a cultura, o governo de Carlos Magno foi responsável pelo resgate e pela preservação de muitas obras da Antiguidade. O movimento de revalorização cultural recebeu o nome de <strong>Renascimento Carolíngio.</strong></p><p> A unidade política da Europa se perdeu após a repartição do território que deu mais autonomia aos senhores locais o que possibilitou o fim do Império Carolíngio e o surgimento do <strong>feudalismo.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 15:51:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A civilização islâmica</title>
         <author>laramtabosa16</author>
         <link>https://padlet.com/laramtabosa16/9yo95f4gzrbqenlh/wish/2975624589</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a Idade Média se desenvolveu na península arábica o <strong>islamismo</strong>, uma religião monoteísta que diz que todos os seres humanos devem se submeter a Alá, nome próprio para Deus, em árabe. Essa é uma das três <strong>religiões abraâmicas, </strong>uma religião identificada com a revelação que Deus fez para Abraão, um dos primeiros patriarcas do povo hebreu.</p><p>Na região da Península Arábica havia agrupamentos nômades dedicados à criação de camelos, carneiros ou cabras, conhecidos como <strong>beduínos. </strong>A região não conhecia formas de centralização política, estavam organizados em tribos. Na cidade de Meca, havia a tribo dos <strong>Coraixitas</strong>, poderosos mercadores que mantinham acordos comerciais na cidade, responsáveis pelo santuário da aldeia chamado de <strong>caaba, </strong>onde guardavam as imagens dos deuses locais. A península arábica inicialmente era majoritariamente politeísta, porém o contato com comerciantes judeus e cristãos, possibilitou o conhecimento de religiões monoteístas. </p><p><strong>Maomé</strong> foi o fundador da religião islâmica e o maior dos profetas do islamismo. Ele nasceu em Meca e inicialmente trabalhou como condutor de caravanas, aos 40 anos afirmou ter recebido revelações de Alá por meio do arcanjo Gabriel, sendo chamado para ser o profeta e disseminar o monoteísmo da Península Arábica. Em 622 ele fugiu de Meca e se estabeleceu em Medina, essa fuga ficou conhecido como <strong>Hégira</strong> e a data desse acontecimento marca o início do calendário islâmico. Depois ele voltou a Medina difundindo a religião conquistando seguidores que passaram a ser chamados de <strong>muçulmanos. </strong>Após a morte de Maomé seus seguidores escolheram o seu sogro como sucessor chamado de <strong>califa.  </strong>Permaneceu no poder durante dois anos e estabeleceu o domínio mulçumano na Arábia empreendendo expedições militares contra os beduínos resistentes. A relação de autoridade política e poder religioso dentro do islamismo contribuiu para a criação de uma cultura militarizada e expansionista. A unificação da Península Arábica aconteceu não só na religião mas também na política já que não havia separação entre os dois. O califa então governava com base <strong>Alcorão. </strong> A expansão do Islamismo pelo norte da África resultou em invasões da Península Ibérica e das fronteiras do território do Reino Franco. Essas invasões somadas as invasões bárbaras e ao ataque de populações vikings levaram os reinos ocidentais europeus a se fechar em um sistema de organização fragmentado chamado de <strong>feudalismo.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 16:24:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reinos e impérios africanos na Idade Média</title>
         <author>laramtabosa16</author>
         <link>https://padlet.com/laramtabosa16/9yo95f4gzrbqenlh/wish/2975894750</link>
         <description><![CDATA[<p>O islamismo chegou ao continente africano e se difundiu entre os mercadores e as tribos do deserto. Houve o desenvolvimento de importantes reinos ao longo do <strong>Sahel, </strong>um extenso território formado por um corredor quase ininterrupto que liga o Oceano Atlântico ao Mar Vermelho. Os limites geográficos eram o Deserto do Saara e as terras mais férteis da África Subsaariana. Ela funcionava como zona de contato entre os povos nômades do deserto e algumas populações sedentárias. </p><p>Geograficamente o continente africano é dividido em duas regiões: região Setentrional e região subsaariana. O que marca essa divisão é o Deserto do Saara considerado uma barreira natural. O Sahel funcionava como um grande centro produtor de cereais, graças as constantes chuvas, essa área fértil atraia os povos nômades do deserto e seus rebanhos.</p><p>As trocas comerciais só foram possíveis em razão da utilização do <strong>camelo </strong>como meio de transporte, capazes de percorrer grandes distâncias, esses animais ampliaram as rotas de comércio ligando o mundo mediterrânico à África Subsaariana. Era usado também para a prática do saque, atacando de surpresa e fugindo tão depressa como haviam chegado. Pode-se concluir que o desenvolvimento de numerosos reinos na África ocidental foi estimulado pelo comércio que o camelo tornou possível. Entre os produtos comercializados nas <strong>rotas de comércio transaarianas( ou seja, que atravessam o Deserto do Saara) </strong>podemos citar: o sal, o ouro, o cobre, espadas, entre outros. </p><p>A intensificação das trocas comerciais transformou as aldeias agrícolas em importantes centros de comércio, riqueza e poder, em meio a essa complexa rede de comércio nasceu o <strong>Reino de Gana.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-30 21:04:59 UTC</pubDate>
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         <title>O Reino de Gana</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>O antigo Reino de Gana se desenvolveu entre o sudeste da Mauritânia e o oeste do Mali, tendo como capital a cidade de Koumbi Saleh. O nome <strong>Gana </strong>era, o título atribuído ao soberano desse vasto reino. Apesar de viver do pastoreio, da agricultura e da pesca, não foram essas atividades responsáveis por dar fama ao antigo Reino africano e sim as reservas de ouro. O metal precioso era utilizado nas trocas comerciais com os povos berberes. A grandeza do Reino de Gana baseava-se no ouro, no sal e no comércio de escravizados. Com o tempo, os ganeses passaram a abastecer e controlar algumas das mais importantes rotas de comércio ao sul do Saara, transformando sua capital, Koumbi Saleh em um importante ponto comercial. </p><p>Do ponto de vista político havia povos que respondiam diretamente ao rei e outros que estavam sujeitos a ele apenas por vínculos espirituais, pelo dever militar ou pelo pagamento de tributos. A relação entre o Reino e seus domínios se davam por meio da conquista de homens e não necessariamente territórios. </p><p>O Reino de Gana era marcado pela prática de uma religião baseada no culto aos ancestrais e a deuses que personificam fenômenos da natureza, porém, o islamismo chegou a região e se difundiu principalmente entre os moradores da cidade. Sua difusão se intensificou com a chegada de um grupo de mulçumanos que invadiram Gana com o intuito de converter a população ao islamismo, os almorávidas. Os ganeses tentaram resistir mas os almorávidas deixaram marcas permanentes no reino enfraquecendo seu poder e dessa forma, Gana foi tomada por uma de suas antigas províncias, o <strong>Mali.</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 14:14:26 UTC</pubDate>
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         <title>O Império de Mali</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>De acordo com arqueólogos o surgimento de Mali está ligado a um pequeno reino às margens do Rio Níger, chamado Cangaba. Segundo a tradição, o primeiro rei do Mali foi <strong>Sundiata Keita. </strong>Graças a campanhas militares, Sundiata conquistou um grande número de terras ao redor incorporando algumas das mais importantes regiões comerciais da época. Pela primeira vez na história da África, um mesmo rei foi capaz de dominar mananciais de ouro, os portões caravaneiros do Sahel e as rotas de comércio que cruzavam o Saara. Dessa forma, Sundiata adotou o título de <strong>mansa ( "rei dos reis"). </strong></p><p>Os sucessores de Sundiata converteram-se ao islamismo e transformaram o Mali em um império islâmico. O islã porém era um credo de poucos: restrito aos membros da nobreza, aos comerciantes e a algumas comunidades que haviam abandonado as crenças tradicionais.</p><p>O mais famoso imperador de Mali foi <strong>Mansa Musa, </strong>ele era senhor de um extenso império cuja prosperidade estava no comércio de ouro, cobre, sal, escravizados, marfim e entre outros. Assim como seus antecessores, Musa também fez a viagem de peregrinação à cidade sagrada de Meca. Essa viagem o fez ser reconhecido como um dos homens mais ricos da história.</p><p>Ao longo do século XIV o império do Mali sofreu um longo e lento declínio, as províncias e cidades lutaram por independência, disputas internas ajudaram a minar a unidade do império do Mali e por fim tropas da cidade de Gao tomaram a antiga capital apossando-se dos poucos territórios que sobravam.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 14:27:14 UTC</pubDate>
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         <title>O feudalismo</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>Feudalismo é um sistema econômico baseado no feudo, ou seja, terra.  A terra é a aliança entre os povos, ela união o servo ao Senhor, dono do feudo. </p><p>As estruturas feudais nasceram das ruínas do Império Romano. Os comerciantes, prejudicados pelo aumento dos impostos, passaram a investir na compra de grandes propriedades rurais, chamadas de <strong>vilas romanas.</strong> Com o tempo elas se tornaram autossuficientes e passaram a abrigar muitos cidadãos empobrecidos em busca de proteção. Quem morava nas vilas eram chamados de <strong>vilões.  </strong>Esse período ficou conhecido como <strong>ruralização </strong>graças as constantes invasões bárbaras somadas à desordem e os conflitos recorrentes. A proteção era concedida em troca da entrega de parte da produção realizada nas terras cedidas pelo proprietário, esse regime ficou conhecido como <strong>colonato. </strong>O sistema escravista então estava desaparecendo, cedendo lugar ao uso de mão de obra dos servos. Destacava-se a prática do <strong>comitatus: sistema de compromisso baseado na honra e na lealdade entre um chefe guerreiro e seus comandados, </strong>respectivamente, <strong>suserania e vassalagem.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 17:26:45 UTC</pubDate>
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         <title>Organização da sociedade feudal</title>
         <author>laramtabosa16</author>
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         <description><![CDATA[<p>Cada unidade produtiva, chamada de <strong>senhorio, </strong>estava dividida em três partes: os <strong>domínios</strong> ( ou reservas senhorias), o <strong>manso servil </strong>e as <strong>terras comunais.  </strong>O servo se tornava dependente e preso a terra, não podendo abandoná-la. Apesar disso, eram trabalhadores semilivres e podiam adquirir propriedades. Além dos servos existiam artesãos, pequenos comerciantes e agricultores livres que deviam obrigações a um senhor mas tinham maior mobilidade dentro da sociedade feudal por não estarem ligados à terra. </p><p>Em relação a relação de <strong>suserania e vassalagem </strong>havia uma prestação de homenagem que um nobre ( o vassalo) fazia a outro nobre, mais poderoso ( o suserano). O vassalo devia fidelidade, conselhos e ajuda militar e recebia em troca proteção e um benefício sob a forma de um feudo.</p><p>Dois bispos franceses, Adalberão de Laon e Gerardo de Cambrai foram responsáveis pela elaboração de uma imagem da organizado social tripartida: <strong>os que rezam (oratores), os que lutam (bellatores) e os que trabalham (laboratórios). </strong> O primeiro grupo era composto pelo <strong>clero, </strong>colocado fora do âmbito da lei humana por estar "mais próximo" de Deus. Por esse motivo, tinha inegável superioridade. Os <strong>nobres e os servos, </strong>outras duas partes da divisão, pertenciam à categoria terrena, tinham funções vitalícias e hereditárias.</p><p>A nobreza era constituída pelos guerreiros e detentores de terras, formando a aristocracia dominante. No entanto entre seus membros havia desigualdade: os que possuíam grandes domínios e os de origem mais simples, que recebiam de algum senhor um domínio de terras e passavam a compor o grupo de cavaleiros que tinha a função de defesa e a preservação da fé cristã e proteção militar ao suserano. Já os <strong>servos </strong>exerciam funções relativas à subsistência da sociedade, deviam alimentar e prover as demais ordens, recebiam de seu senhor lotes de terra, em troca da qual realizavam o pagamento de determinadas taxas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 17:33:10 UTC</pubDate>
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         <title>A crise do feudalismo</title>
         <author>laramtabosa16</author>
         <link>https://padlet.com/laramtabosa16/9yo95f4gzrbqenlh/wish/2976875180</link>
         <description><![CDATA[<p>Os reinos vikings se converteram ao cristianismo e deixaram de representar uma ameaça bárbara. O império Bizantino também se fortaleceu, impedindo o avanço dos grupos árabes mulçumanos no leste e convertendo povos bárbaros ao cristianismo. Esses eventos levaram a uma diminuição das guerras contra os bárbaros e a um período de estabilidade e paz na Europa. Já nos feudos, novas técnicas agrícolas foram introduzidas o que resultou no aumento da oferta de alimento no continente, por esse motivo, a população europeia cresceu criando condições para a ascensão de uma nova classe social causando crise no sistema feudal, a <strong>burguesia.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-01 18:11:55 UTC</pubDate>
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