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      <title>Libras  by </title>
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      <description>Criado com a melhor das intenções</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-14 23:23:16 UTC</pubDate>
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         <title>É POSSÍVEL O SURDO DANÇAR? </title>
         <author>beatrizemanuele</author>
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         <description><![CDATA[<div> Por ser universal, a dança permite qualquer indivíduo, seja ele ouvinte ou não, usufruir de seus movimentos. Segundo Fux (1988), a dança acontece de "dentro para fora", ou seja, é uma transmissão de sentimentos onde "reconhecemo-nos através de nossos corpos". Bambirra (1993 - p.22) diz que "a dança, particularmente, é rica em estímulos os mais variados: tátil, visual, auditivo, cognitivo, motor e afetivo". Para o surdo, o estímulo da audição é inexistente, mas nem por isso o impede de dançar. Muitos supõem que ele é limitado para todas as atividades que envolvam som, mas por conseqüência da falta desse sentido, o surdo utiliza muito o visual, isto é, apresenta uma observação aguçada, captando rapidamente os movimentos da coreografia apenas observando o professor. No seu cotidiano, a linguagem corporal está sempre presente. A audição tem grande importância no desenvolvimento da comunicação do ser humano, mas isso se a linguagem for falada, ou escrita. No caso do surdo, a comunicação se dá através de seu próprio corpo, na maioria dos casos, através de uma Linguagem de Sinais, que aqui no Brasil é conhecida como LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais). Podemos dizer que a dança está diretamente ligada ao surdo, pois este tem a necessidade de se comunicar e a dança lhe proporciona isso. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 23:35:55 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>beatrizemanuele</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 23:40:46 UTC</pubDate>
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         <title>Oralidade </title>
         <author>beatrizemanuele</author>
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         <description><![CDATA[<div>Além de se comunicar por libras, o surdo também pode aprender a falar pela metodologia da oralização. Nela, treina o reconhecimento de ruídos e sons e exercita a respiração e os órgãos que ajudam na fala. A técnica estimula o uso de aparelhos que amplificam os sons. Mas é preciso sentir-se confortável. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 23:45:39 UTC</pubDate>
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         <title>Relato </title>
         <author>beatrizemanuele</author>
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         <description><![CDATA[<div> Ângela, aluna da 4ª série da EM Nossa Senhora do Carmo, em Curitiba, ela também é atendida por profissionais do Centro de Reabilitação Sydnei Antonio (Cresa), da Universidade Tuiuti do Paraná, onde aperfeiçoa o conhecimento em libras (Língua Brasileira de Sinais) e em Língua Portuguesa, aprende leitura labial e a se expressar oralmente.<br><br></div><div>"Ângela adora dançar. E precisa ter música", conta Ivanir Baasch, mãe da menina e de mais cinco filhos, três deles surdos. A comunicação em casa é feita com gestos, e leitura labial. <br>Na hora do recreio, Ângela exibe coreografias para as amigas, que imitam seus movimentos sintonizados com o ritmo que sai das caixas de som. A professora da 4ª série, Rosana Chicoski Francisco dos Santos, elogia o desempenho da menina: "Ela é esforçada e atenciosa. Fazemos atividades, com todos os alunos, nas quais as habilidades de Ângela sejam valorizadas".<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-14 23:47:18 UTC</pubDate>
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         <title>Linguagem de sinais. </title>
         <author>beatrizemanuele</author>
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         <pubDate>2020-10-14 23:52:09 UTC</pubDate>
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