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      <title>Descreva como os sujeitos, as escolas, as políticas e as práticas pedagógicas by VALÉRIA SOUZA LIMA BRITO</title>
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      <description>aparecem nos materiais estudados sobre a Educação Rural e a Educação do Campo em países latino-americanos. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2026-04-23 12:28:51 UTC</pubDate>
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         <title>Na Educação Infantil, os sujeitos, as escolas, as políticas públicas e as práticas pedagógicas formam um conjunto interligado que influencia o desenvolvimento das crianças. As crianças são o centro do processo, enquanto professores, famílias e gestores colaboram na aprendizagem e organização escolar. As escolas devem oferecer ambientes adequados, embora muitas enfrentem falta de recursos. </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:14:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Grupo 2- Formação de professores&nbsp;</strong></p><p><br><br></p><p>Na América Latina, a educação rural se torna um espaço de resistência quando valoriza os saberes do campo e fortalece a luta dos sujeitos por direitos, identidade e permanência no <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://territ%C3%B3rio.Na">território.Na</a> realidade brasileira, são sujeitos do campo, das águas e das florestas, os camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhos, assentados e trabalhadores rurais.</p><p>Há uma luta pela escola na comunidade, não distante dela.</p><p>No contexto da América Latina, percebe-se que os sujeitos pertencentes à educação do campo são retratados como sujeitos históricos, sociais e também políticos, com saberes próprios e presentes nos processos em busca de direitos e atuação em sociedade.&nbsp;&nbsp;</p><p>As Tendência Latino-americana -&nbsp; O conceito predominante na região ainda é o de "Educação Rural", muitas vezes vinculado a agendas de organismos internacionais e governos que priorizam a produtividade econômica. A Educação do Campo (Brasil e movimentos sociais), surge da pressão de movimentos sociais (como o MST) para que o Estado garanta diretrizes específicas, financiamento (ex: PRONERA) e formação de professores adequada à realidade camponesa.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:20:45 UTC</pubDate>
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         <title>Quem/quais são os sujeitos do campo</title>
         <author>edjaldov</author>
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         <description><![CDATA[<p>População do Campo, das Águas e das Florestas: agricultores familiares, assentados e acampados da reforma agrária, trabalhadores rurais assalariados, comunidades de fundos e fechos de pastos, geraizeiros, faxinalenses, pomeranos, extrativistas, quebradeiras de coco babaçu, pescadores artesanais, ribeirinhos, ilhéus, caiçaras, pantaneiros e outros povos e comunidades que produzam suas condições materiais de existência a partir do trabalho no meio rural;</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:23:10 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 3 - materiais didáticos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Sujeitos</p><p>ER: vistos como carentes/atrasados; estereotipados, invisibilizados.</p><p>EC:	Protagonistas, portadores de direitos, saberes e identidade cultural.</p><p>Escolas: </p><p>ER: Adaptação da escola urbana</p><p>EC: Espaço diferenciado e representativo</p><p>Políticas: </p><p>ER: Criadas de cima para bsaixo</p><p>EC: Construídas a partir das manifestações populares</p><p>Práticas: </p><p>ER:  Currículo Adaptado do urbano</p><p>EC:  Construção local, coletiva</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:23:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 5- Sala multisseriada</title>
         <author>j4j72dtk67</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nos materiais analisados e discussões do grupo, evidencia-se que o livro didático, em geral, não é pensado para as realidades das escolas do campo, desconsiderando especificidades de países como Brasil e México, cujos contextos do campo são marcados por diversidade sociocultural e territorial. Essa inadequação se articula ao avanço do fechamento de escolas no campo, muitas vezes justificadas pela substituição por modelos nucleados, o que impacta diretamente as classes multisseriadas. Paradoxalmente, essas classes seguem amplamente presentes, porém invisibilizadas nas políticas públicas e nas produções pedagógicas. Soma-se a isso a ausência de formação específica para professores que atuam nessas turmas, realidade observada em países como Brasil, México e Uruguai. Nesse cenário, o currículo escolar também se mostra desassociado das vivências e necessidades dos sujeitos do campo, reforçando uma lógica urbana e homogênea que pouco dialoga com os territórios rurais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:25:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>izanidaniela</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nos materiais analisados, observa-se que os sujeitos da Educação do Campo são reconhecidos como protagonistas de suas trajetórias, portadores de saberes, culturas e experiências que conferem sentido e riqueza ao processo educativo. Nessa perspectiva, a escola se configura como um espaço de resistência e de afirmação das identidades camponesas, ao buscar superar modelos tradicionais que, historicamente, desconsideram as especificidades e os modos de vida do campo.</p><p>No que se refere às políticas educacionais, evidenciam-se avanços significativos no reconhecimento e na garantia de direitos, ainda que persistam desafios relacionados à sua efetiva implementação nos diferentes contextos latino-americanos. Por sua vez, as práticas pedagógicas apontadas nos estudos revelam o compromisso com uma educação contextualizada, crítica e socialmente referenciada, que estabelece um diálogo constante com o território, com as vivências dos sujeitos e com as dinâmicas próprias da vida no campo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:25:14 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 15 - GESTÃO E PLANEJAMENTO DE ESCOLAS DO CAMPO </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>O professor Limber Santos em suas falas evidencia que a escola rural é compreendida como um lugar de confluências, onde diferentes saberes, experiências e culturas se encontram e se constroem coletivamente. Ela se constitui como espaço de produção de identidade e de fortalecimento do pertencimento, sendo reconhecida pela comunidade como parte integrante de sua existência. Desse modo, a Educação do Campo na América Latina afirma a escola como um espaço vivo, enraizado na comunidade, onde sujeitos, saberes e práticas se articulam na construção de projetos educativos comprometidos com a transformação social e a garantia de direitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:25:17 UTC</pubDate>
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         <title>Casa del Pueblo - Grupo 4 - Educação e Movimentos Sociais: Processos Formativos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Educação do Campo na América Latina articula-se a partir de sujeitos reconhecidos como protagonistas e produtores de saberes, como camponeses e povos indígenas, que transformam a escola em um espaço de resistência e formação política vinculado à identidade do território. Nesse contexto, as práticas pedagógicas buscam ser críticas e contextualizadas, integrando o conhecimento científico às vivências locais para superar modelos tradicionais, enquanto as políticas públicas, embora fundamentais para garantir o direito à educação e à reforma agrária, ainda enfrentam desafios estruturais como a precarização e a necessidade de uma implementação que respeite as especificidades dos modos de vida rurais.</p><p><br></p><p>Grupo 4 - Educação e Movimentos Sociais: Processos Formativos</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:25:31 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 6 - Currículo e organização do trabalho pedagógico(RedePECC-MS)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A Educação do Campo na América Latina é vista nos textos disponibilizados como um projeto político-pedagógico de resistência que confronta o histórico abandono e a lógica urbanocêntrica da educação rural convencional. Os estudos até então, destacam a relevância das escolas multisseriadas como espaços de garantia do direito à educação nos próprios territórios, desafiando preconceitos institucionais por meio de uma "didática do multigrado" que valoriza a heterogeneidade. A democratização do ensino superior aparece como um eixo central desse processo, exemplificada pela municipalização universitária em Cuba, que integram a formação acadêmica às necessidades produtivas e sociais das comunidades locais. Por fim, as obras convergem para a construção de um paradigma epistêmico próprio dos movimentos camponeses e indígenas, fundamentado no diálogo de saberes, na agroecologia e na pedagogia da alternância, visando à emancipação humana e à superação do "latifúndio do conhecimento"</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:25:46 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 12</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Os materiais estudados em nossas aulas concordam que a educação rural na América Latina não deve ser uma versão simplificada da urbana. Pelo contrário, requer uma pedagogia própria que reconheça o sujeito do campo como produtor de cultura e conhecimento, e a escola como um baluarte de resistência e desenvolvimento local frente às pressões da globalização e do agronegócio.</p><p>Em uma descrição mais detalhada dos eixos aos quais a pergunta se relaciona, poderíamos dizer que no texto se destacam:</p><p>Sujeitos: Atores políticos, camponeses em luta, mestres líderes, comunidades diversas.</p><p>Escolas: 'Casa do Povo', escolas multisseriadas, microuniversidades, centros de reunião social.</p><p>Políticas: Universalização, municipalização, tensão entre modelos neoliberais e populares.</p><p>Práticas: Didática multigrau, vínculo estudo-trabalho, pedagogia da alternância, práxis social.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:28:24 UTC</pubDate>
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         <title>EDUCAÇÃO Popular </title>
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         <description><![CDATA[<p>Educação Rural: O ìndividuo era visto como um "atrasado" . O objetivo era transformá-lo em mão de obra barata para o agronegócio ou prepará-lo para a migração urbana.</p><p>Educação do Campo: O sujeito é reconhecido como protagonista. São populações camponeses, indígenas, quilombolas, ribeirinhos e sem-terra. Eles não são apenas "alunos", mas produtores de cultura e conhecimento vinculados à terra e ao território.  A escola deixa de ser apenas um prédio físico para se tornar um espaço de vivência comunitária. O "sujeito rural" deixou de ser visto apenas como o "atrasado" que precisa ser alfabetizado para o trabalho braçal.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:29:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Grupo 11 - Educação de Jovens e Adultos </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A partir de todas as leituras que realizamos ao longo da disciplina, podemos observar que a Educação do Campo e a Educação de Jovens e Adultos apresentam divergências e convergências. Assim, os sujeitos camponeses e os estudantes da Educação de Jovens e Adultos pertencem a grupos minorizados, mas, devido aos movimentos sociais, a necessidade de uma modalidade educativa tornou-se evidente. No entanto, a Educação do Campo, no Brasil, possui um percurso mais consolidado, com redes pedagógicas e grupos de pesquisa que sistematizaram uma grande quantidade de dados.</p><p>Por outro lado, a pedagogia crítica é outro elemento de grande união entre ambas as modalidades, uma vez que, por meio de seus princípios, a Educação do Campo e a Educação de Jovens e Adultos têm conseguido avançar na necessidade de uma “especificidade”, como foi denominada no Uruguai.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:29:25 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 13 - Políticas Públicas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Nos materiais estudados sobre a Educação Rural e a Educação do Campo na América Latina, observa-se um deslocamento significativo na concepção dos sujeitos. Eles deixam de ser definidos como figuras passivas e passam a ser reconhecidos, ao menos no plano normativo, como protagonistas históricos e políticos — camponeses, indígenas e quilombolas que reivindicam o direito de permanecer na terra e o fortalecimento de suas identidades. Esses sujeitos aparecem em sua diversidade, marcados pelos desafios e confrontos com o Estado, cujas políticas públicas frequentemente assumem um caráter contraditório devido ao seu recorte de classe, tentando organizar e homogeneizar realidades plurais sob uma lógica de controle.</p><p>Nesse cenário, as escolas são concebidas nas políticas como territórios de resistência e espaços vinculados à vida no campo, deixando de ser meras reprodutoras de modelos urbanos para se tornarem centros de articulação comunitária. No entanto, persiste uma dicotomia estruturante: enquanto a visão crítica defende que a escola deve servir para que os povos produzam vida e cultura em seus próprios territórios, combatendo desigualdades históricas, a visão tradicional ainda tenta "urbanizar" o campo. Na prática, muitas unidades escolares ainda reproduzem currículos descontextualizados, evidenciando que os materiais de estudo e recursos didáticos da educação básica nem sempre refletem as lutas sociais ou as especificidades culturais locais.</p><p>As políticas educacionais, embora afirmem princípios de equidade, participação e soberania, frequentemente se materializam de forma fragmentada e descontínua, atravessadas por influências neoliberais que fragilizam o atendimento às realidades rurais. Essa fragilidade se estende às práticas pedagógicas: se, por um lado, os textos oficiais orientam para perspectivas críticas e metodologias como a Pedagogia da Alternância — que promove o diálogo entre o saber científico e os conhecimentos ancestrais —, por outro, o cotidiano escolar ainda é marcado por abordagens tradicionais pouco conectadas aos saberes locais. Em última análise, a Educação do Campo ainda luta para ser plenamente reconhecida como um paradigma que forma sujeitos de direitos, buscando superar a lacuna entre o que se prescreve nos papéis e a valorização real das experiências e identidades dos povos latino-americanos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:31:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:32:06 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 9 </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>As práticas pedagógicas na escola, buscam o granizar sobretudo práticas que levam a o pensamento daquele locus com suas respectivas culturas. Neste sentido vários pensamentos ficam presentes nos materiais sobretudo as propostas de materiais.  Os materiais fornecidos pelo governo não apresentam uma ideia real do que acontece no campo, tampouco o pensamento daqueles que ali atuam. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:34:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Os sujeitos, as escolas, as políticas e as práticas pedagógicas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/2025f0075/9wnghiuw838tx6hx/wish/3882083348</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo 10 </p><p>Nailde Lacerda, Janis Helen, José Felipe</p><p><br/></p><p>A educação do campo nasce de movimentos sociais reconhecendo seus sujeitos como camponeses indígenas e sem terras sujeitos de Cultura própria e valiosa que deve ser valorizado e respeitado. Defende a escola do campo com pedagogia de alternância calendário agrícola inclusivo plural e políticas conquistadas. As lutas na educação do campo embatem por políticas de reconhecimento dos movimentos sociais e busca o superar busca superar a escola que tinha como função apenas a formação da mão de obra. Os avanços da educação Rural e educação do Campo na América Latina está relacionada a uma história de resistência e busca por soberania, emancipação e resistência de identidade cultural e pertencimento. </p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 20:35:39 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo 16 - Educação Integral</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>A disciplina de Educação Rural e Educação do Campo constitui-se como um importante espaço de produção de conhecimento, problematização e debate crítico acerca das contradições que atravessam a realidade educacional brasileira e na América Latina, especialmente,  no que se refere às populações do campo.</p><p>Nesse contexto, o Grupo de Trabalho de Educação em Tempo Integral tem identificado a necessidade de aprofundar um olhar crítico sobre as políticas educacionais, considerando não apenas seus marcos normativos e legais, mas também as determinações históricas, sociais e econômicas que as produzem. Destacam-se, nesse processo, o percurso histórico da Educação do Campo, as legislações educacionais vigentes e, sobretudo, a luta dos movimentos sociais do campo como sujeitos coletivos fundamentais na conquista e afirmação de políticas públicas educacionais.</p><p>À luz do Materialismo Histórico-Dialético, compreende-se que a educação não pode ser analisada de forma isolada ou descolada das relações sociais de produção, mas como parte constitutiva da totalidade social, marcada por contradições entre capital e trabalho, cidade e campo, Estado e sociedade civil. Assim, as práticas pedagógicas na Educação em Tempo Integral nas escolas do campo devem ser entendidas como atravessadas por essas contradições, exigindo uma análise que considere a totalidade concreta da realidade.</p><p>Dessa forma, articular teoria e prática a partir da realidade vivida pelos sujeitos do campo permite não apenas compreender os limites e possibilidades das políticas educacionais, mas também tensioná-las no sentido da transformação social. Trata-se, portanto, de uma perspectiva dialética que reconhece a escola como espaço de disputa de projetos societários, no qual a Educação em Tempo Integral pode se constituir como possibilidade de formação humana integral, crítica e emancipadora, desde que vinculada às lutas históricas da classe trabalhadora do campo.</p><p>Antônio Domingos Moreira</p><p>Vitor Ravel Pinho de Oliveira</p><p>Evandro Salvador Miranda</p><p>Neuvânia Pereira Cruz Souza</p><p>Cynthia Rocha Silva</p><p>Nilva Camargo</p>]]></description>
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         <pubDate>2026-04-23 21:35:46 UTC</pubDate>
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