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      <title>Reflexões Histórico-Culturais by Pedro Victor Modesto Batista</title>
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      <description>Psicologia - IERSA (NOITE)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-12 13:59:55 UTC</pubDate>
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         <title>Pensando o mundo através da interação </title>
         <author>pedrovictor17</author>
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         <description><![CDATA[<div>Interagir é uma das palavras/conceito chave para compreender o pensamento dos psicólogos soviéticos que fundamentam a Psicologia Histórico-Cultural. Essa palavra, que se constituiu em conceito científico, assim, como acreditam os teóricos dessa abordagem se fez presente em nossas experiências antes mesmo que tivéssemos capacidade de pensar sobre ela. Isso se dá, pois antes de fecharmos os conhecimentos em categorias cientificas nós os experienciamos. As ações que realizamos no mundo, ou seja, nossa atividade é uma ação que atua no decurso da história e ao tempo que agimos somos afetados por nossas intenções (Vigotskii, Luria &amp; Leontiev, 2010). <br><br></div><div>Recordo de um ensinamento do Nego Bispo (2020) na ocasião que ele estava dialogando sobre onde o mundo começa e termina com uma das mestras, senhora idosa, de sua comunidade Quilombo Saco-Curtume (São João do Piauí- PI). E ela fez um círculo em volta dos seus pés e disse: o mundo começa e termina, bem aqui! E apontou para os seus pés dentro desse círculo. <br><br></div><div>Quanta verdade possuía essa simples, mas precisa afirmação. O mundo começa e termina onde estamos, com a intensão que utilizamos, com a interação com a nossa realidade e com as pessoas e ambiente que está a nossa volta. O mundo só é possível se estivermos nele, mas não é possível estar em um mundo, se fazer sujeito histórico, ser presença e afirmação sem nos relacionarmos e enxergar as diversidades desse emaranhado. As teses centrais do marxismo e da perspectiva sócio-histórica apontam que o ser humano é um ser historicamente situado, ou seja, os movimentos e transformações sociais e culturais imprimem sobre nós suas influências e nossa atividade atua sobre esse processo de transformação (Meire, 2014).<br><br></div><div>Essas relações não são simples e ou estão construídas de formas determinadas e dadas a interpretação. A realidade vivenciada é complexa, contraditória, pois assim como existem classes sociais diferentes, realidades e vivencias particulares, também, construímos sentidos e significados, modos de percepção diferentes. De acordo com Vigotski (1930) esse processo social mobiliza a formação de personalidades/subjetividades diversas em nossa sociedade. Assim, a interação, a articulação do sujeito com sua historicidade mobilizam modos de ser diferentes com as complexidades e tensões, que as realidades diversas e percepções sobre a realidade podem comportar.<br><br></div><div>Assim, convido a todos(as) e todes a refletir sobre suas interações, visões de mundo, vivencias, experiências, reflexos de suas posição dentro desse círculo, que se move, muda de lugar, transita entre fronteiras e se conecta com outros círculos ampliando a nossa ação e transformação no mundo. Convido a escrever e utilizar das funções psicológicas superiores que possuímos para apresentar suas reflexões histórico-culturais.  "Pois cada vez que se dá um passo o mundo sai do lugar"<br><br></div><div><strong>Referências</strong></div><div><br>Meira, M. E. M. (2014) Psicologia Histórico-Cultural: fundamentos, pressupostos e articulações com a psicologia da educação (p.27-62). In.: Meira, M. E. M., &amp; Facci, M. G. D. (Org<strong>.</strong>) <strong>Psicologia Histórico-Cultural</strong>: contribuições para o encontro entre a subjetividade e a educação. São Paulo: Casa do Psicólogo.   <br><br>Santos, A. B. (Nego Bispo). (2020). Mesa de abertura. Jornada discente do PPCULT. Recuperado de:  <a href="https://www.youtube.com/watch?v=jipEVmdJ5zY&amp;t=15s">https://www.youtube.com/watch?v=jipEVmdJ5zY&amp;t=15s</a>. <br><br>Vigotski, L. S. (1930). A transformação socialista do homem. URSS<strong>: Varnitso</strong>, 1-9.<br><br></div><div>Vigotskii, L. S., Luria, A. R., &amp; Leontiev, A. N. (2010). <strong>Linguagem, Desenvolvimento e Aprendizagem</strong> (11 ed.). São Paulo: Ícone.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 13:59:55 UTC</pubDate>
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         <title>Joelina Rocha Abreu </title>
         <author>joelina0517</author>
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         <description><![CDATA[<div>                      <strong>Violência Contra a Mulher</strong>       <br><br></div><div>                                                                                                                                                       Joelina Rocha Abreu </div><div>          Sob uma perspectiva histórica, o tema mim, traz uma forte inquietação ao analisa os fatos que ocorre todos os dias, nos noticiários sobre violência contra a mulher mim, interessa compreender sobre as razoes por trás, os conflitos o que passa desde cedo psicologicamente dentro de uma relação conjugal o papel do homem e da mulher histórica e cultural dentro os inúmeros motivos que se observar. </div><div>         Em função do tema escolhido cumpre frisa, papel do homem historicamente como são modelados a uma comunidade, no entanto, é influenciado nos grupos em que são inseridos sobre sua cultura no seu contexto histórico e cultural. </div><div>         Autora (Marlene Braz), aporta que os meninos são criados para aprender desde cerdo a ser homem (Badinter), ou seja, o menino na cultura fica evidenciado a ser transformados em provedores e protetores desde cerdo (who,2000). </div><div>         Torna-se evidente que os meninos têm que guarda suas dores físicas e emocionais, que no caso a educação cultural pode atribuir para a violência masculina. Apontar que os esporte mais agressivos é proposto para os meninos, e os mais finos para as meninas. De modo similar os meninos são articulados e produzidos para ser lideres, chefes da família, capazes e decididos, assim sendo o papel do homem viril e uma batalhar que os, deixa incapaz de busca ajuda ou cuidados médicos e psicológicos. </div><div>        De modo similar as autoras (Rosilene Almeida Santiago, Maria Thereza Ávila Dantas Coelho) ressaltar as, problematização que avaliar como a cultura, tem uma forte influências as essa agressão familiar, aporta ser considerado um, problemas culturais que constitui uma violação com os direitos humanos. Descrever que os Estados não se responsabiliza por busca ações para os grupos e o direitos de recorre o seu, diretos humanos, diretos esses que foi, criados em 1979, pela instituição jurídica Interamericana para averiguar e garantir volubilidades dessas mulheres que se encontrava ideologia, tida como inferior (CRUZ,2004). </div><div>        Dessa forma o crime passional cresce e continuar atingindo vítimas, no Brasil essa faixa etária atinge todas as classes sociais, levando uma proporção alarmantes, agressão essas que como psicológica, corporal ou homicídios (MOSCARENHAS,1985). </div><div>       E preciso ressaltar a lei Maria da penha 11,340, que foi aprovada em 2006 para que foi para protege a mulher de agressão doméstica e familiar, (GONÇAVES E LIMA,2006). Avaliar no Estado de Pernambuco pesquisa depois da lei a favor da mulher vítima de violência que dentre 208, mulheres assinadas, 60 a 70% os acusados são seus companheiros (AQUINO,2006). </div><div>       Como foi visto esses fatores culturais e psíquicos são fortes efluências de atos criminosos por noções das masculinidades como o, ciúme por amor honra e sentimentos de rivalidades a intolerância a traição (SANTIAGO E COELHO,2010). </div><div>       Aporta historicamente que nem sempre foi assim, no período da pedra lascada (16 000 a 4000 a.c.) afirma que os familiares valorizava as matriarcas (VICENTINO,1997; OSÓRIO, 2004). Relata que as mulheres tinham seus direitos políticos, mas ao clã, uma mudança histórica e cultural, ligados a buscar por direitos patrimônio e pela intolerância ao adultério passou de clã matriarcas, para clã, patriarcas, transformado os direitos da mulher com ela sendo propriedades do marido em seu valioso objeto (LEITE,1994). </div><div>      Por fim as autoras (Laiana Carla de Moura,  Iale Barros Henriques) apontar como a mulher era enquadrada social, a mulher ilustra o papel das influências religiosas citadas na Bíblia desde a Eva como Maria uma reflexão de qual seria o lugar da mulher, não só na religião, portanto na sociedade, em linhas gerais essa modalidade histórica articular que a violência era um fenômeno de gênero. </div><div>        No que lhe concerne as mulheres é exposta à violência não só contexto familiar mas também fora do ambiente do lar nas modalidades física e sexual (WAISELFESZ,2012). Verificar que os argumentos dos agressores para justifica a violência são ciúmes ou dificuldades em aceita a separação conjugal (LESSA, 2004). </div><div>         Nesse caso a representação feminina nesse encargo machista e vista como uma propriedade e através do desse contexto histórico que o papel religioso e mídia numa cultura dominante em que a mulher e desprovida de valores patriarcais, de forma geral esses discurso muitas vezes e justificado essas, agressão como uma mulher pecadora, ou seja, a vítima pelo esses fatores leva toda culpa pela agressão sofrida. </div><div>         Levando-se em consideração esses aspectos sobre a agressão de gênero com referência ao logo da história sobre o contexto histórico cultural entende-se uma grande influência com apropriação a cultura como o, meninos aprende desde cerdo a ser homem que não pode expressar suas dores são criados para seres lideres superiores à mulher  que os fatores religiosos e mídia que mostra o papel que a mulher deveria, estabelece perante a sociedade que mulher era limitada para o poder tanto político como doméstico. </div><div>        Pois, tanto a violência conta mulher excesso de um comportamento de poder de uma apropriação cultural patriarcal e machista baseada numa desigualdade de gênero onde a mulher e vista como em capaz e vulnerável. <br><br></div><div><strong>Referências: <br></strong><br></div><div>Braz, M. (2005). A construção da subjetividade masculina e seu impacto sobre a saúde do homem: <br>reflexão bioética sobre justiça distributiva. <em>Ciência &amp; Saúde Coletiva</em>, <em>10</em>, 97-104. <br><br>Santiago, R. A., &amp; Coelho, M. T. Á. D. (2015). A violência contra a mulher numa perspectiva histórica e cultural. <br><br></div><div> de Moura, L. C., &amp; Henriques, I. B. (2015). Aspectos sócio-histórico-culturais envolvidos no fenômeno de culpabilização de mulheres vítimas de violência. <em>Veredas Favip-Revista Eletrônica de Ciências</em>, <em>7</em>(2), 24-42. </div><div> </div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-29 22:30:02 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Inclusiva: Reflexões sobre a perspectiva de desenvolvimento e aprendizagem</title>
         <author>kariele</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ana Kariele de Sousa Avelino<br><br><br>        O presente ensaio, tem por objetivo apresentar narrativa acerca de um tema escolhido por motivação pessoal, conforme atividade proposta em aula na disciplina de Psicologia Histórico-Cultural, ministrada pelo professor Me Pedro Victor Modesto Batista.</div><div>        A escolha do tema se deu a partir de experiências vivenciadas em minha vida durante período em que frequentei um centro de reabilitação, onde pude ter contato com pessoas de realidades e diagnósticos diversos, e foi naquele centro de reabilitação que me aproximei pela primeira vez  de pessoas que fazem parte do espectro autista nos mais variados níveis e idades, bem como crianças com microcefalia, TDAH entre outros transtornos .  Entre tantos casos me chamava a atenção a recorrência em que via mães relatarem suas dificuldades em manter seus filhos incluídos em atividades escolares, a grande maioria até desistia depois de algum tempo, alegando falta de interesse de escolas e professores em receber seus filhos, além de todo o ambiente escolar e aqui se inclui colegas e famílias.</div><div>        As queixas relatadas pelas mães iam desde a falta de interação dos próprios professores com suas crianças; pois as limitavam a atividades que não lhes demandassem esforços ou assistência, diferenciando assim o que era repassado aos seus filhos e aos demais estudantes; tais atitudes por parte da escola atuava como um desestímulo para a mãe que acabava optando por deixar seus filhos apenas nas atividades multidisciplinares existentes naquele centro de reabilitação. Mas, entre aquelas mães havia uma cuja fala me inquietava, ela dizia: “ Não tiro meu filho da escola porque ele tem direito de conviver com outras pessoas!”, dizia ainda que lhe causava muita tristeza a forma como era conduzida a inclusão do filho na escola em que ele frequentava e que muitas vezes era vista como uma mãe briguenta e chata porque exigia que seu filho participasse de atividades da mesma forma que os demais alunos. Por alguns anos ouvi desabafos de mães envolvidas em situações como essas e a partir desses relatos veio o interesse a respeito do transtorno do espectro autista e formas de inclusão destes sujeitos num contexto, social e educacional.</div><div>         Em buscas feitas no Google Acadêmico por trabalhos com a temática em questão, foi possível observar em alguns artigos a colocação dos autores, bem como das mães anteriormente mencionadas sobre a rotulação e segregação que os diagnósticos trazem às crianças que muitas vezes são apontadas como responsáveis pela dificuldade na sua aprendizagem, já que possuem uma condição que lhes permite assumir essa conta, o fato é que pela perspectiva da Psicologia Histórico-Cultural essa rotulação, que vem do meio social passa a fazer parte e constituir a subjetividade da pessoa com deficiência e daqueles que com elas convivem, de forma que é formado o estereótipo de incapacidade e assim muitas vezes as Instituições deixam de trabalhar de forma adequada a potencialidade daquele sujeito.</div><div>        Conforme ressalta Nerli Mori em seu artigo: “Psicologia e educação inclusiva: ensino, aprendizagem e desenvolvimento de alunos com transtornos”, é comum entre educadores  vincular  dificuldade de aprendizagem a questões orgânicas, deixando de lado os fatores sociais e as relações de produção na sociedade e isso somado ao ideal de aluno proposto pela escola, que é aquele que não apresenta dificuldades e encontra-se num padrão estabelecido como normal, são fatores que dificultam a inclusão do aluno que é visto como diferente do ideal e por consequência pode provocar desestabilidade no sistema de estrutura escolar.</div><div>        Vygotski, um dos grandes nomes que trouxe a tona a Psicologia Histórico-cultural em conjunto com  Alexander Luria e Romanovich Leontiev, em sua obra traz a importância da interação e mediação nas relações como forma de promover o desenvolvimento e aprendizagem(Meira 2014), em se tratando de alunos com transtornos e baseado na teoria fundamentada por esses estudiosos é de relevante importância que o professor e escola estejam conscientes das características e necessidades destes alunos para que possam  realizar a mediação promovendo o seu desenvolvimento. É sabido através de estudos sob a perspectiva Histórico-Cultural que o ser humano  é um sujeito histórico e social e como tal, constitui sua subjetividade a partir processos e relações onde se apropriam do que é produzido e apresentado pelo meio social a que tem acesso e isso se dá através de mediações simbólicas que possibilitam a assimilação e assim constitui-se a formação dos processos psicológicos superiores(Meira,2014) ou seja, a partir dessa perspectiva podemos entender que o desenvolvimento mental está associado a apropriação de conhecimentos adquiridos a partir de relações; logo, o meio social a que se tem acesso é de fundamental importância para o desenvolvimento assim como  a qualidade das interações.</div><div>         Pensando no desenvolvimento de crianças com deficiências, Vygotski disse ao estudar crianças com deficiências auditivas e visuais que as mesmas não possuíam perdas em seu desenvolvimento, suas alterações partiam de processos de instrumentos psicológicos(Mori,2016) e neste caso, seria de extrema importância o uso de estratégias pedagógicas compensatórias para se promover o desenvolvimento. Cabe ressaltar, que muitas vezes como mencionado anteriormente a rotulação de diagnóstico produz barreiras no processo de aprendizagem que é de tão grande importância para socialização dos sujeitos, sejam eles possuidores ou não de transtornos, mas partindo dos conceitos adquiridos a partir da abordagem Histórico-cultural, sabemos que a aprendizagem promove o desenvolvimento e este consolida e constitui as funções superiores; Vygotski disse que : “O bom ensino é aquele que a ele se adianta”, portanto não cabe limitar crianças com transtorno ou deficiências àquilo que a sociedade rotula que elas estejam limitadas, é preciso que assim como as outras sejam estimuladas e possam realizar atividades que lhes permitam pensar e assim desenvolver.</div><div>        Sendo então a educação fator preponderante para o desenvolvimento psicológico de crianças, é especialmente necessário o trabalho voltado a inclusão daqueles que tem alguma necessidade especial, Moreira (2012) diz que é importante que estes alunos sejam incluídos em todas as aulas e atividades propostas, para que assim seja promovida a socialização.(Rivera e Salla,2016)</div><div>"Ao segregar alunos em sala de aula, escolas ou instituições especificas constituída exclusivamente de alunos com NEE, a escola impede seu convívio com alunos da sala de aula regular quando poderiam compartilhar experiências juntos, respeitando e aceitando as diferenças, em que os primeiros teriam a oportunidade de conviver com a diversidade e enquanto os segundos melhorariam seus aspectos socioemocionais (MOREIRA, 2012, p. 63)."  </div><div>       A inclusão atua como forma de ampliar as relações e permitir o desenvolvimento tanto daquele que foi incluído ao sistema tido como ideal e normal, como daqueles que fazem parte deste sistema, é importante para isso a existência de políticas públicas e envolvimento de todos os participantes no processo e contexto a que pertence esse ambiente de inclusão, é necessário que haja preparo e acompanhamento daqueles profissionais que serão os mediadores dessas relações que culminarão no desenvolvimento desta comunidade, pois como bem diz a teoria marxista, o homem transforma a si e ao seu meio e tomados pela lógica trazida pela perspectiva Histórico-Cultural onde Vygotski diz que: “o objetivo da escola, no final das contas, não consiste em adaptar-se ao defeito, mas sim, superá-lo”(Vygotski,1997) é inegável a importância de incluir e dar direito a inclusão a todas crianças que possuam quaisquer transtornos, e que esta inclusão seja feita  de forma realmente ampla, considerando suas capacidades e necessidades para que sejam explorados e desenvolvidos. Cumpre-se dizer que o processo de inclusão é longo e contínuo e traz consigo benefícios além dos já mencionados como aprendizagem, socialização e desenvolvimento como a redução de preconceitos a partir de relações estabelecidas. </div><div> </div><div><strong>Referências:</strong></div><div> </div><div> Lima, C. M., &amp; Cupolillo, M. V. (2006). <em>A teoria histórico-cultural e a dialética inclusão/exclusão nas instituições de ensino</em>. Brasília: Linhas Críticas, 12(23).<br><br></div><div>Meira, M. E. M., &amp; Facci, M. G. D. (Orgs.). (2014). <em>Psicologia histórico-cultural: contribuições para o encontro entre subjetividade e a educação </em>(2ª ed.). São Paulo, Casa do Psicólogo. <br><br></div><div>Monteiro, M. B., Camargo, E. A. A., &amp; Freitas, A. P. D. (2016). <em>Reflexões sobre práticas de ensino e inclusão</em>. Journal of Research in Special Educational Needs, vol 16, 940-944.<br><br></div><div>Moreira, G. E., Rivera, A. F. P., &amp; Salla, H. (2016). <em>Inclusão de alunos com necessidades educativas especiais: As contribuições de Vygotski</em>. Goiás:Cepe.<br><br></div><div>Mori, N. N. R. (2016). <em>Psicologia e educação inclusiva: ensino, aprendizagem e desenvolvimento de alunos com transtornos</em>. Maringá:Acta Scientiarum, <em>38</em>(1), 51-59.<br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-11-30 15:12:10 UTC</pubDate>
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         <title>BULLYING NO CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>mizael fernando alves almondes luz<br><br>O presente trabalho visa abordar o bullying escolar sob a perspectiva da psicologia histórico cultural, o tema do trabalho despertou o interesse, pois se trata de um tema que remete a um olhar para o cotidiano de todas as escolas, onde as relações entre alunos são cada vez mais marcadas pelo individualismo e fragmentadas relações sociais produzidas pela alienação capitalista.<br><br></div><div>O termo bullying tem origem inglesa e diz respeito a toda pratica agressiva, sendo ela física ou psicológica, para com uma “minoria” que não corresponde aos padrões socialmente estabelecidos. Almeida (2016) conclui com base em pesquisas que os comportamentos  violentos  são  direcionados  às  vítimas  que  se  enquadram  em  determinadas características   físicas,   socioeconômicas,   étnicas   e   de orientações sexuais específicas. Portanto compreende-se que há uma influencia sociocultural e histórica nos casos de bullying.<br><br></div><div>No que tange  à  sociedade,  verificamos  a  influência decisiva da  mesma para o aumento de fenômenos como o bullying,  pois  o  sistema  capitalista  em  que  estamos inseridos  impõe  regras  e  valores  que  a  sociedade  deve seguir e, por sua vez, os indivíduos que não se adéquam a  esses  padrões,  automaticamente  são  deixados  à  margem  dessa  sociedade.  Preconceitos, estereótipos, desigualdade,  competitividade  e  individualismos  são  questões  presentes  no  capitalismo,  fomentando  a  fragmentação das relações sociais. (ALMEIDA, 2016)<br><br></div><div>O bullying é um comportamento que interfere diretamente na vida acadêmica, de forma negativa, dos estudantes e por este motivo deve ter um cuidado especial para com esse tema. <br><br></div><div>Os problemas mais comuns são: desinteresse pela escola; problemas psicossomáticos; problemas comportamentais e psíquicos como transtorno do pânico, depressão, anorexia e bulimia, fobia escolar, fobia social, ansiedade generalizada, entre outros. O bullying também pode agravar problemas preexistentes, devido ao tempo prolongado de estresse a que a vítima é submetida. Em casos mais graves, podem-se observar quadros de esquizofrenia, homicídio e suicídio (SILVA, 2010, p.09).<br><br></div><div>Infelizmente o espaço escolar não desenvolve um senso critico da realidade nos alunos, consequentemente não é eficiente em desenvolver uma pratica voltada para o combate aos mecanismos alienadores da sociedade capitalista e com efeito disso, o bullying. <br><br></div><div>[...] o âmbito escolar é o local mais recorrente da prática do bullying, onde nota-se  a  falta  de investimentos  e  uma  capacitação  mais  adequada  aos  professores, bem como uma conscientização à família, aos alunos e  à  escola  como  um  todo,  objetivando  implementar  mediadas para combater tal prática. (ALMEIDA, 2016)<br><br></div><div>Observa-se que, uma educação pouco preocupada com essas questões não tem chances de ser uma educação humanizada, porém para que ocorra alguma mudança, faz-se necessário um olhar para as obras de Vigostki, onde a visão sobre educação não se resume a simples acumulação de conhecimentos, mas também um despertar critico do individuo para a realidade em que ele está inserido.<br><br></div><div>Portanto, a luta contra o bullying exige vários fatores para que ocorra de maneira eficaz, nisto, pode se citar algumas ações como por exemplo: fazer intervenções recorrentes no âmbito acadêmico ao invés de esporádicas para trabalhar este tema, desenvolver habilidades em todos os que compõem o processo educativo para que eles consigam identificar e atuar sobre os casos de bullying e desenvolver um senso critico nos alunos acerca da sua realidade, para que haja uma compreensão de todas as contingências sociais que impedem uma convivência harmoniosa.<br><br></div><div> </div><div><strong>Referências </strong></div><div> </div><div><strong>Fante C.  Fenômeno bullying:Como  prevenir  a  violência nas escolas e educar para a paz.Campinas: Verus.2005.<br></strong><br></div><div>SILVA, A. B. B. Bullying: justiça nas escolas. Brasília: 2010.<br><br></div><div><a href="http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2016/2016_artigo_ped_unespar-campomourao_luciaslobodzian.pdf">http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/producoes_pde/2016/2016_artigo_ped_unespar-campomourao_luciaslobodzian.pdf<br></a><br></div><div> <br><br></div><div><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-294X2015000300184&amp;script=sci_arttext">https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-294X2015000300184&amp;script=sci_arttext<br></a><br></div><div> <br><br></div><div><a href="http://34.233.57.254/index.php/uningareviews/article/view/1732">http://34.233.57.254/index.php/uningareviews/article/view/1732<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-30 17:55:05 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2020-12-02 02:16:04 UTC</pubDate>
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         <author>daraeugenia2015</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Deficiente intelectual: uma forma de ver, pensar diferente.<br></strong><br></div><div><strong>Dara Eugênia de Lima Silva<br></strong><br></div><div>      A deficiência intelectual está muito presente no nosso cotidiano, uma vez que, por ser um assunto quase que considerado um tabu, muitos pais, famílias tem certo receio de seu filho ou parente ter esse tipo de deficiência. Dessa forma, houve um longo tempo e processo em relação a nomenclatura da deficiência mental, ainda se houve falar em doido, debiloide, doente mental, enfim, são diversos os termos. Desse modo, ficou considerado deficiente intelectual, assim um associativo eufemismo, quando se trata de uma pessoa com um defeito na cognição. Tendo em vista, a escolarização é um problema enfrentado por esses indivíduos, pois em muitos municípios não oferece uma educação, acompanhamento adequado, esses assuntos dentre outros, será discutido ao longo do texto, apresentando as problemáticas, como a Psicologia Histórico Cultural pode contribuir, juntamente com as teorias deixada pelo percursor Lev Vygotsky.<br><br></div><div>     No entanto, um impasse que muitos deles enfrentam é o desenvolvimento, porque sustenta-se de uma deficiência intelectual, no qual a mentalidade não tem seu desenvolvimento normal, por isso, ainda se utiliza os termos imbecil, idiota, debiloide, doido, dessa maneira, é uma forma agressiva de classificar esses indivíduos. Consequentemente, Vygotsky se deparou com essa situação, com isso ele escreveu obras, criou teoria, a obra principal voltada para este contexto trata-se do “<em>Fundamentos de Defectologia”, </em>outra contribuição é o conceito de mediação semiótica, no qual, contribuirá bastante para o desenvolvimento, consiste em algo que tenha um significado e sua representação ao que está dentro do meio social da pessoa, a partir da mediação semiótica é possível identificar se a criança está tendo o crescimento normal, se sim, ocorrera a imitação, entre outras representações (ROSSATO &amp; LEONARDO, 2011).<br><br></div><div>       Voltando aos termos, foi gerada uma discursão a respeito do melhor nome compatível a definição para esta deficiência, antigamente era usado descrições que causava constrangimento, o nome deficiência intelectual foi pregado pela <em>American Association on Intellectual and Developmental Disabilities (AAIDD), </em>no qual tira a deficiência mental e retardo mental, trazendo uma mudança não só na definição, mas também na forma de tratamento com essas pessoas (Veltrone &amp; Mendes, 2012).  No nosso cotidiano já ouvimos alguém chamar uma criança, ou até mesmo um adulto, de doido, o déficit foi considerado como uma loucura, justifica-se que a pessoa não era normal, então era louca. O sujeito com essa imperfeição, tem falhas nas funções psicológicas superiores, assim, não pensam, raciocina, a memória não ocorre corretamente, de forma normal. Eles não passam pela a maturação, ficam com a mentalidade de uma criança. Por conseguinte, pude observar em uma escola da pré- infância, aonde trabalhei como cuidadora por um mês, nessa escola, tinha algumas crianças com deficiência intelectual, e o local não era adequado a eles, não têm um acompanhamento necessário, e assim é em várias cidades. O aspecto cultural persiste, pelo motivo de a maioria das famílias com algum deficiente em casa, são carentes, leigos em relação ao assunto, se faz necessário políticas públicas, como o serviço do Nasf, no qual assistentes sociais e psicólogos fazem visitas a domicilio. Por este motivo, me senti motivada em falar sobre essa temática, tão importante e que precisa de atenção, interversões voltadas a esse público.<br><br></div><div>     Segue-se então, a escolarização dos alunos com especialidade tendo como o psicólogo Vygotsky e a Psicologia Histórico Cultural como referência para o ensino e aprendizagem, como dito anteriormente, Vygotsky tem contribuído bastante. Para alunos com deficiência intelectual o processo que é ofertada refere-se ao Plano de Desenvolvimento Educacional Individualizado (PDEI). Denomina- se, em uma avaliação, modelo como um questionário, levando ao foco principal, montar estratégias e ter um bom planejamento para a aprendizagem para os alunos com incapacidade, em suma o educador de educação especial, tem um melhor preparo para desenvolver com seus alunos  (Pletsch &amp; Glat, 2011).<br><br></div><div>      Diante disso, a teoria do Vygotsky tem como explicação o meio social, tendo sua formação a partir do ambiente em que o mesmo vive. De fato, de acordo com Vygotsky a deficiência que o sujeito desenvolve parte das suas relações com a sociedade que o rodeia, e como a sociedade reage a respeito desses indivíduos é considerado um fator cultural (ROSSATO &amp; LEONARDO, 2011). Atualmente, é muito comum, estamos rodeados com pessoas com alguma falha, eu sinto na vontade de ajudar, eles precisam da nossa ajuda. Como a Psicologia Histórico Cultural deixa claro, construir uma cultura fundamentada em nossos costumes, crenças herdadas da sociedade, e isso está na nossa sociedade, fazemos parte do mesmo ambiente.<br><br></div><div>     Conclui-se, durante todo esse processo, é importante salientar que a inclusão é importantíssima,  visto que os deficientes precisam de um espaço e ser incluídos no seu grupo. Segundo, Vygotsky a socialização é o principal meio para o desenvolvimento humano, e para as pessoas especiais segue o mesmo. Portanto, a sociedade sofre com um desafio que é lidar com o diferente, o contexto cultural nos conduz a criar conceitos de anormalidade ao normal, baseando-se nos nossos valores morais. Contudo, temos que enfrentar esse desafio e ajudar ao próximo e está na nossa cultura o dever de ajudar.<br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong><br></div><div><br></div><div>Pletsch, M. D., &amp; Glat, R. (2011). A escolarização de alunos com deficiência intelectual:uma analise de aplicaçao do Plano de Desenvolvimento Educacional Individualizado. <em>Linhas Críticas</em>.<br><br></div><div>ROSSATO, S. P., &amp; LEONARDO, N. S. (2011). A DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NA CONCEPÇÃO DE EDUCADORES DA EDUCAÇÃO ESPECIAL:CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA HISTÓRICO CULTURAL. <em>Bras. Ed.</em> <br><br></div><div>Veltrone, A. A., &amp; Mendes, E. G. (2012). Impacto da mudança de nomenclatura de deficiencia mental para deficiencia intelectual. <em>Educação em Perspectiva</em>.<br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-02 14:31:54 UTC</pubDate>
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         <title>Autismo</title>
         <author>solradiante860</author>
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         <description><![CDATA[<div>Maria Cecília Ferreira Luz<br><br>   Escolhi esse tema por inspiração do livro “Uma menina estranha: autobiografia de uma autista”. No livro, a autora narra sua vida desde a descoberta do autismo, conta suas experiências sociais, sua relação com a família e de como ela despertou a vontade pelo conhecimento. Por que citei esse livro de início? Bom, o nome da autora é Temple Grandim, ela é autista e muitos duvidavam do gigantesco potencial que ela tem e a mesma acabou quebrando esse tabu. Grandim é bacharel em psicologia, mestra em zootecnia, conseguiu melhorias no manejo com o gado (que era uma de suas paixões), criou uma máquina de abraços (que a acalmava) e o mais importante, mostrou que para entendermos e buscarmos tratamento para o autismo, temos que antes de tudo, escuta-los.</div><div>   A vida de uma pessoa com autismo é repleta de obstáculos, sendo um deles a entrada na escola. Nós ao ingressarmos na vida escolar, sofremos muita dificuldade de adaptação em qualquer fase da nossa vida, sobretudo na infância. E para as pessoas que convivem com o autismo, isso não é diferente. Pra falar a verdade eles sentem essa adaptação de uma forma mais crítica, é como se pegássemos toda nossa dificuldade e multiplicasse por mil. Ainda mais que muitas instituições não têm estrutura e nem um estudo especial voltado para pessoas com essa condição, tendo em vista que o autismo não é uma doença, mas sim um transtorno no desenvolvimento.</div><div>    Ainda nesse pensamento, para uma melhor adaptação da criança, é de suma importância uma comunicação entre os pais e os professores. E logicamente, sob orientação e acompanhamento de um especialista, com a finalidade de promover uma familiaridade entre as partes, já que a sala e a maneira do docente aplicar suas aulas vão ser adaptadas para conquistar confiança e também sucesso na aprendizagem. Nessa lógica, o pedagogo fará adaptações na sua linguagem, deixando-a de uma forma mais clara e objetiva, pois já é de nosso conhecimento que pessoas que possuem o TEA (transtorno do espectro autista) não compreendem piadas e nem uma linguagem mais figurada.</div><div>   Um dos tabus a ser vencido é em relação a socialização, a dificuldade de socializar está atrelada a bastante coisa, e ao meu ver as principais são: a visão preconceituosa da sociedade, a superproteção que alguns pais possuem, e a dificuldade que os portadores do TEA (transtorno do espectro autista) possuem de comunicação. No artigo “estudos sobre o brincar de crianças autistas na perspectiva histórico-cultural”, fala que o brincar de crianças que possuem o TEA é descrito como restrito e peculiar. Diante disso, já tem aquela frase “o diferente não agrada”, e nesse e em muitos casos começa surgir a repulsão. </div><div>  Dito isso, entra a preocupação dos pais, pois o receio do sofrimento que esse preconceito pode gerar na vida de seus filhos os torna super-protetivos. Ser pai de alguém já requer todo cuidado (e se preocupar está no pacote), e quando o filho é “diferente”, esse cuidado dobra. A netflix em seu catálogo possui uma série que se chama atypical, que refere-se a um jovem de 18 anos que é autista e é afetado por essa superproteção, meio que ele quer se sentir uma “pessoa normal”, ter suas próprias experiências e a mãe dele não permite e isso acaba gerando muitas crises existências no personagem. E essa é uma realidade vivida por muitos pais e  pessoas portadoras do TEA. </div><div>    Ainda tendo como referência a série, o jovem Sam ao decorrer dos episódios tenta ser uma “pessoa normal” e fazer coisas que adolescentes “normais” costumam fazer, porém, ele tem uma certa dificuldade de se relacionar com as pessoas. Ele busca ajuda com sua terapeuta, seu pai, irmã e melhor amigo, e vai desenrolando sua busca por autoconhecimento e uma socialização maior, obtendo um resultado positivo no final das contas. Como foi mostrado na série, certamente, na vida real esse caminho também funcione, o certo é deixar essas pessoas terem uma vida normal, trabalhem, estudem, tenham seus relacionamentos, casem e tudo isso com um especialista acompanhando, óbvio. Então, é necessário deixar eles se sentirem seguros de si e donos de suas vidas.</div><div><strong>     </strong></div><div><strong> </strong></div><div>   Referências: <br><br></div><div>Orrú, S. E. (2008). Os estudos da análise do comportamento e a abordagem histórico-cultural no trabalho educacional com autistas. <em>Revista Iberoamericana de Educación</em>, <em>45</em>(3), 1.</div><div> </div><div>Martins, A. D. F., &amp; Góes, M. C. R. D. (2013). Um estudo sobre o brincar de crianças autistas na perspectiva histórico-cultural. <em>Psicologia Escolar e Educacional</em>, <em>17</em>(1), 25-34.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 14:42:47 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Escolar </title>
         <author>pablodenis456</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Pablo Denis S F Da Silva<br><br><br></strong>       Escolhi esse tema para a realização dessa atividade, por já existir há algum tempo dentro de mim a vontade de conhecer melhor como e por que ocorre todo esse processo de ensino-aprendizagem no âmbito escolar. O presente trabalho, visa abordar o processo de educação escolar na perspectiva da psicologia histórico-cultural. Não é dúvida para ninguém a importância que a educação escolar exerce dentro da nossa sociedade, não só hoje, pois desde muito tempo atrás fez-se necessário o auxílio na ajuda para que crianças e adolescentes pudessem desenvolver melhor e de forma mais eficaz seus comportamentos, conhecimentos e valores. “Ninguém escapa da educação. Em casa, na rua, na igreja ou na escola, de um modo ou de muitos todos nós envolvemos pedaços da vida com ela: para aprender, para ensinar, para aprender-e-ensinar. Para saber, para fazer, para ser ou para conviver, todos os dias misturamos a vida com a educação” (BRANDÃO, 1985, p.7. grifos nossos.)  Começo meu texto com essa frase dita por Brandão, e sem dúvidas alguma ele estava certo ao afirmar tais coisas, pois ninguém escapa da educação seja onde for sempre nos depararemos com a educação principalmente a escolar, pois a educação escolar é aquela educação que temos desde os primórdios das nossas vidas, aquela educação que de um jeito ou de muitos sempre lembraremos de algo que a mesma nos tem proporcionado. Porém, nem sempre existiu isso que chamamos de “educação escolar” ou instituições escolares; essa, como outras, é uma instituição que apareceu na história da humanidade, a partir do momento em que se fez necessário formar um grupo específico para cuidar da manutenção de um modelo específico de sociedade.<br><br>       Embora a escola seja um ambiente destinado ao processo de desenvolvimento da educação, não podemos nos acomodar e pensar que esse papel de desempenhar a educação seja de total responsabilidade desses ambientes; pois existem outros espaços como: família, local de trabalho, círculo de amizades, veículos de comunicação de massa e etc. Ou seja, o processo educativo ultrapassa a escola, embora a escola seja um espaço privilegiado onde ela acontece. Outrossim, é notório que a educação escolar encara grandes desafios a muito tempo, principalmente na nossa atual era contemporânea, onde a tentativa de proporcionar uma educação escolar de qualidade muitas vezes é barrada por a desigualdade e o preconceito, dentre vários outros problemas sociais. Hoje em dia uma das maiores dificuldades da educação escolar, sem dúvidas, é educar crianças e jovens proporcionando aos mesmos um desenvolvimento humano, científico, cultural e tecnológico que supram as exigências do período contemporâneo que vivemos. Entretanto, mesmo com tantas dificuldades e impasses que atrapalham a melhoria e o bem-estar da nossa educação, principalmente em ambientes escolares, eu ainda acredito que podemos reverter essa triste situação que o sistema educacional brasileiro enfrenta; junto a gestores, docentes e educadores podemos ao menos minimizar tais impasses; fazendo com que o jovem brasileiro siga o caminho correto, o caminho da educação; pois acredito que o melhor caminho para mudar e acabar de vez com alguns problemas pertinentes da nossa atual sociedade, seja a busca excessiva  da educação, principalmente a escolar. </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div>Referências:</div><div> </div><div>BRANDÃO, 1985, p.7. grifos nossos.  Recuperado em:   </div><div><a href="https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/filosofia/educacao-educacao-escolar.htm">https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/filosofia/educacao-educacao-escolar.htm</a> Acesso: 23/11/2020. </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div>Picos-PI, novembro de 2020</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 14:48:28 UTC</pubDate>
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         <title>Educação inclusiva no Brasil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ediane Barros de Moura                                                                                                      <br><br>O presente trabalho visa abordar a educação inclusiva no Brasil, o tema despertou interesse, pois se trata de algo que interfere diretamente no desenvolvimento de alunos com deficiência, assim como também é um tema que foi altamente abordado por Vigotski em seus trabalhos sobre a psicologia histórico-cultural e do desenvolvimento.</div><div>Os alunos com deficiência enfrentam diversos problemas que lhes impedem de atingir um desenvolvimento satisfatório, visto que, a sua imagem é carregada de estereótipos, tais como: difícil de lidar, incapaz de aprender e entre outros termos que nada acrescentam ao aluno. Segundo Rossato (2011) pessoas diferentes, que não se enquadrem nos padrões traçados pela sociedade, foram e estão sendo, de algum modo, apreciadas por entidades rotulantes e estigmatizantes, que em geral, desfavorável ou positivamente, imputam-lhes conceitos e intervenções. Tudo aquilo de negativo que é atribuído ao aluno com deficiência, além de contribuir com o processo de exclusão do mesmo, dificulta qualquer possibilidade de uma intervenção metodológica que auxilie o aluno, pois joga-se a culpa do fracasso escolar dele na sua própria condição.</div><div>O processo de exclusão também pode ser encarado dentro de um contexto histórico-cultural, onde as representações sobre os indivíduos com deficiência são construídas socialmente e sofrem a influencia do processo de mudança sociocultural. De acordo com Rosseto (2011) Deste modo, para designar grupos de pessoas diferentes foram utilizados ao longo da história diversos termos, os quais expressaram as concepções de cada época em função das relações sociais estabelecidas e expressam ainda, positiva ou negativamente, um sentido ideológico.</div><div>No âmbito escolar, na maioria das vezes, confunde-se a inclusão com a socialização, pois os professores da educação, que não tem uma preparação acadêmica para lidar com estes alunos, acabam caindo no equivoco de apenas socializarem estes alunos, que em outras palavras é apenas inserir ele no mesmo meio que as demais crianças, mas a inclusão, pelo contrario, seria dar aos professores meios e métodos para se trabalhar com o aluno com deficiência, para que o mesmo pudesse desenvolver-se com plenitude e gozando de todo seu potencial aproveitado. Entretanto essa não costuma ser a nossa realidade.</div><div>Os dados acessados na pesquisa revelam os conflitos desencadeados pela inclusão de alunos com necessidades especiais: o fato de não saber como trabalhar com o aluno leva o professor a buscar fora de sua sala de aula as causas para o insucesso que vivencia. Assim, muitas vezes, trava-se uma luta entre os professores, e neste caso, as professoras da Educação Especial e as de classes regulares, que, ao invés de se unirem, aproveitando uma política pública que visa promover a inclusão (independentemente de ser ou não a mais adequada), optam por competir entre si, em um jogo de culpabilização e desresponsabilização que em nada contribui para o processo de inclusão, mas, ao contrário, cria um clima prejudicial a todos os alunos e professores da escola. (BARBOSA, 2010)</div><div>Para obter sucesso no processo educacional dos alunos com deficiência, deve-se quebrar os estereótipos acerca deles, desenvolver uma formação para todos os agentes educacionais, para que eles tenham consciência de todos os mecanismos que podem estar sendo mobilizados para auxiliar o aluno e também melhorar a interação entre professores do ensino regular e os professores da educação especial, afim de quebrar o processo de culpabilização dos profissionais da educação.</div><div> </div><div><strong>Referências </strong></div><div><a href="https://www.scielo.br/pdf/rbee/v17n1/v17n1a06.pdf">https://www.scielo.br/pdf/rbee/v17n1/v17n1a06.pdf</a></div><div><a href="http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psicoped/v27n84/v27n84a05.pdf">http://pepsic.bvsalud.org/pdf/psicoped/v27n84/v27n84a05.pdf</a></div><div><a href="https://www.scielo.br/pdf/pusp/v23n1/v23n1a06.pdf">https://www.scielo.br/pdf/pusp/v23n1/v23n1a06.pdf</a></div><div>                   </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 20:29:33 UTC</pubDate>
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         <title>A DESIGUALDADE SOCIAL E SUA DISCUSSÃO PELO VIÉS DA PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL</title>
         <author>ericknutri1</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/983416581</link>
         <description><![CDATA[<div>            A desigualdade social e sua discussão pelo viés da Psicologia Histórico-Cultural é a temática deste ensaio acadêmico. Desse modo, justifica-se a construção deste assunto devido ao fato de ser uma temática que possibilita a análise interpretativa, crítica e reflexiva sob muitos vieses que vão do econômico ao psicológico.</div><div>            Sendo assim, esclarece-se que motiva-se a discutir um assunto tão amplo como este porque os resultados desencadeados de uma análise como esta fornecem considerações capazes de pensar que a desigualdade não representa, apenas, diferença entre ter mais ou menos dinheiro, mas também, de inclusão e exclusão social que pode ser por outros aspectos.</div><div>            Ou seja, a desigualdade social que outrora estabeleceu-se como a diferença de níveis econômicos, atualmente, é vista como uma questão social ampla e de consequências sérias, pois numa sociedade coletiva pautada pela Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) onde todos são iguais e alicerçados pela Constituição Federal de 1988 que intitula o país como Estado Democrático de Direito onde todo poder emana do povo  (Brasil, 1988) dá a população amargas violações dos direitos sociais e devido, também, as pressões sociais, econômicas e psicológicas do sistema capitalista mantém a população em estado de alerta psicológico constante.</div><div>            Segundo as Organizações das Nações Unidas (2018), o Brasil mantém-se como um país emergente, com economia favorável ao crescimento, de índices de pobreza, atualmente, equilibrados, mas que conforme Euzébio e Guzzo (2009) conta com muitas crianças e adolescentes fora da sala de aula, sem saber ler, escrever e sendo aportados por uma família sem base psicológica e financeira alguma.</div><div>            Melser e Bock (2015) destacam que a desordem psicológica corresponde a um dos principais fatores que impulsionam as pessoas a terem a desigualdade como uma companheira, pois o perfil traçado dos brasileiros que vivem em estado extremo e complexo de desigualdade social são de homens e mulheres dependentes químicos, rompidos com a família e que submetem ao crime para satisfazerem o vício sem forças para buscar trabalho digno e registrado.</div><div>            De acordo com Santo, Mota e Silva (2013) o psicológico das pessoas em desigualdade social se rompe ou abala-se devido, também, as próprias exigências do <em>status quo</em> da sociedade. Jovens, por exemplo, em estado de pobreza e insatisfeitos com a realidade recorrem ao crime porque, desse modo, torna-se mais rápido resolver a adversidade visto que a administração pública brasileira não consegue solucionar.</div><div>            Sendo assim, reflete-se sobre o assunto já destacado com uma questão social que não será solucionada, apenas, com redefinição econômica gerando emprego e renda, pois há estudos mencionados por Sawaia (2009) que alguns indivíduos conseguiram superar a desigualdade social econômica, mas, contudo, dentro de si, sua consciência, seu psiquismo corresponde a uma de pessoa ainda em estado desigual na sociedade vivendo com comportamentos análogos aos que vivenciavam antes.</div><div>            Por isso, Euzébio e Guzzo (2009)  comentam que tratar da mente das pessoas que estão em estado de desigualdade social faz-se muito importante porque tais, na grande maioria dos casos, submetem-se a realizar atos transgressores da lei porque não conseguem mais ordenar os pensamentos de modo coeso e coerente em torno da realidade e, isso, evidentemente, pelo desespero da situação.</div><div>            Assim, o interesse pessoal deste estudo decorre porque constantemente todos se submetem a experiências frustrantes de encontrar pessoas em situações de desigualdade social sendo elas jovens e frágeis desnorteadas da vida e isso suscita a percepção de compreender aspectos além do óbvio para tais estarem sofrendo com as consequências desse problema público.</div><div>            Nesse sentido, o interesse da pesquisa para o ponto de vista acadêmico decorre porque no campo da Psicologia Histórico-Cultural  - que se preocupa com as relações sociais e demais aspectos correlacionados - encontra neste tempo a oportunidade de constituir-se com um assunto que favorece questões interessantes a psicologia, pois fatos que envolvem o <em>modus operatins </em>do homem em seu meio social são objetos de estudo por essa área (Santos, Mota &amp; Silva, 2013).</div><div>            Desse modo, pode-se pontuar que correlacionado com a área da Psicologia Histórico-Cultural com a desigualdade social pode-se realizar um estudo acadêmico interessante para a psicologia, pois pode-se investigar estudos/dossiês realizados por órgãos de renome e pesquisadores sobre o padrão psicológico da desigualdade social.</div><div>            Por isso, trabalhar a desigualdade social é um tema rico visto que sempre há nuances a se discutir como, até mesmo, as variáveis que levam pessoas em estado superior financeiro a chegarem a eixos sociais de considerável pena.</div><div>            Pela Psicologia Histórico-Cultural sabe-se que a desigualdade social não é contemporânea, mas, sim, remota. Contudo, o século XXI dotado de muito desenvolvimento tanto econômico quanto tecnológico e humano já poderiam ter implementado meios eficazes de diminuir as querelas advindas da desigualdade social.</div><div>            Sendo assim, entender as raízes históricas e culturais da desigualdade social brasileira mostra-se um viés que pela Psicologia Histórico-Cultural torna mais compreensível entender as nuances dessa temática que encontra-se institucionalizada no país fazendo muitas pessoas sofrerem e levando a imagem social do país.   Por fim, acredita-se que a realização deste ensaio possa dirimir muitas dúvidas comuns sobre a desigualdade social no país e seus aspectos correlacionados.</div><div><br><strong>REFERÊNCIAS<br></strong><br></div><div> Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948). <em>Onu, </em>Assembleia Geral das Nações Unidas.</div><div> </div><div>Brasil (1988). <em>Constituição Federal</em>. Brasília, DF: Centro Gráfico.</div><div> </div><div>Euzébios Filho, Antonio, &amp; Guzzo, Raquel Souza Lobo. (2009). Desigualdade social e pobreza: contexto de vida e de sobrevivência. <em>Psicologia &amp; Sociedade</em>, <em>21</em>(1), 35-44. Acesso em 03 de dezembro de 2020 de <a href="https://doi.org/10.1590/S0102-71822009000100005">https://doi.org/10.1590/S0102-71822009000100005</a></div><div> </div><div>Melsert, Ana Luísa de Marsilllac, &amp; Bock, Ana Merces Bahia. (2015). Dimensão subjetiva da desigualdade social: estudo de projetos de futuro de jovens ricos e pobres. <em>Educação e Pesquisa</em>, <em>41</em>(3), 773-789. <a href="https://doi.org/10.1590/S1517-9702201507135302">h Acesso em 03 de dezembro de 2020 de ttps://doi.org/10.1590/S1517-9702201507135302</a></div><div> </div><div>Organização das Nações Unidas (2018). <em>Nações Unidas Brasil</em>. Casa Onu Brasil.</div><div> </div><div>Santos, Luane Neves, Mota, Alessivânia Márcia Assunção, &amp; Silva, Marcus Vinícius de Oliveira. (2013). A dimensão subjetiva da subcidadania: considerações cobre a desigualdade social Brasileira. <em>Psicologia: Ciência e Profissão</em>, <em>33</em>(3), 700-715. Acesso em 03 de dezembro de 2020 de <a href="https://doi.org/10.1590/S1414-98932013000300014">https://doi.org/10.1590/S1414-98932013000300014</a></div><div> </div><div>Sawaia, Bader Burihan. (2009). Psicologia e desigualdade social: uma reflexão sobre liberdade e transformação social. <em>Psicologia &amp; Sociedade</em>, <em>21</em>(3), 364-372. Acesso em 03 de dezembro de 2020 de <a href="https://doi.org/10.1590/S0102-71822009000300010">https://doi.org/10.1590/S0102-71822009000300010</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 12:40:45 UTC</pubDate>
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         <title>A APRENDIZAGEM DO INGLÊS NA PERSPECTIVA SÓCIO-INTERACIONISTA</title>
         <author>felipealmondes</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/983483712</link>
         <description><![CDATA[<div>Felipe Almondes Silva<br><br>     O presente ensaio tem por meta trazer uma visão arcada nos âmbitos – língua inglesa e psicologia histórico-cultural - fundamentada em artigos elaborados nesse meio e que aborde a relação existente entre elas e termos conectados ao aprendizado da LE (Língua Estrangeira).<br><br></div><div>     A motivação que fomentou a escolha pelo tema deve-se à imersão, do autor deste texto, em ambos os mundos (inglês e psicologia), e enfrentamento de desafios diários acerca da melhor maneira de conciliá-los, justificando-se na maior visão trazida pelos termos vigotskyanos como possíveis facilitadores para o aprendizado do inglês. Cabe ressaltar que o foco do texto estará voltado para a ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal) e sua relação com o aprendizado da língua inglesa.<br><br></div><div>     De inicio, recordo-me de uma passagem de determinado livro que li, onde trazia acerca da “Kintsugi ou Kintsukuroi”, arte japonesa que consiste em reparar objetos quebrados (cerâmicas) com fios de ouro, com o intuito de deixá-la mais bela (Sutherland, 2017). A partir disso, cabe pensar na reconstrução do nosso conhecimento, onde a cada dia aprendemos mais e mais, quebrando e reconstruindo nossa cerâmica de aprendizado interna por meio de interações, informações que vamos adquirindo – fios de ouro que são tecidos diariamente – desenvolvendo-nos, criando pensamentos e perspectivas mais embasadas.<br><br></div><div>     De fato, desde que nascemos estamos imersos em um mundo que constantemente cobra aptidões, saberes, socializações. Um país hierarquizado, fundamentado no capitalismo, em que, para estarmos aptos a abarcar essas questões e assim sermos seres sociais, contamos com algumas ferramentas de apoio, como a ZDP (Zona de Desenvolvimento Proximal), proposta por Vigotsky e que será tratada com maior afinco posteriormente.<br><br></div><div>     Ademais, ao estarmos inseridos nesse plano de cobrança, observa-se a necessidade de falarmos outro idioma, além do nativo, como forma de uma maior interação, conhecimento e posterior desenvolvimento para além do país de origem. Para tanto, o contato com essa outra língua é de fundamental importância para o estabelecimento de vinculo e posterior aprendizado da mesma, onde o “desenvolvimento em LE significa concebê-la como um instrumento, um artefato cultural que medeia minha relação com o mundo” (Ferreira, 2010).<br><br></div><div>     A ZDP, ou Zona de Desenvolvimento Proximal, é uma ferramenta importante no processo de aquisição de conhecimento, sendo o espaço potencial entre o que indivíduo já sabe (zona de desenvolvimento real) e o que o mundo tem a lhe agregar. A mesma sempre esteve presente em nossas vidas, promovendo a aquisição de saberes por meio de mediadores (em situações que fogem ao nosso alicerce de conhecimento real). Logo, ao ser observada no campo da aprendizagem da língua inglesa, percebe-se a necessidade de um mediador (professor, livro, vídeo-aula, aplicativos etc.), no que tange a transmissão e posterior assimilação (internalização) do conhecimento pelo aluno, até que o mesmo possa realizar a atividade por si só, no caso proferir o inglês.<br><br></div><div>     Vigotsky dizia que a aprendizagem leva ao desenvolvimento, em que, “para ele nada é unidirecional, tudo é relacionado, ou seja, conforme aprendemos, desenvolvemo-nos e com o desenvolvimento tornamo-nos aptos a aprender o novo” (Trinta, 2009). Em paralelo ao anteriormente dito, estamos cotidianamente quebrando e reconstruindo nossos ideais, nossas perspectivas de mundo, nossos saberes. Adquirimos e repassamos aprendizados que como fios de ouro promovem a nossa evolução. A conquista de outro idioma vale-se de um ganho de conhecimento, que a princípio mediado passa a ser nosso e assim podemos compartilha-lo com os demais, promovendo evoluções.<br><br></div><div>     Percebe-se que a interação é um ponto de fundamental importância e base para que tudo isso aconteça. “Para que o homem construa sua consciência e alcance seu desenvolvimento é preciso estabelecer vínculos sociais e produtivos que acontecem pela capacidade natural de se relacionar com os indivíduos” (Rozeno &amp; Siqueira, 2011). É na socialização com o nosso entorno social que significamos e ressignificamos nossas concepções, adquirimos e reformulamos saberes. <br><br></div><div>     Na ótica do aprendizado em inglês, é importante o diálogo, a interação com falantes não só para treinar a fala, mas também como uma forma de adquirir conhecimento acerca da língua e internalizar o que é dito. Inúmeros falantes e professores do meio rechaçam a importância da conversação com nativos ingleses, os quais, servindo como mediadores, medeiam a relação entre o indivíduo e o linguajar daquele determinado país, promovendo a resolução de problemas e gerando a aquisição de conhecimento.<br><br></div><div>     Assim, por vivermos em uma sociedade capitalista, onde relações internacionais são de suma importância e a disseminação do inglês começa desde cedo nas grades curriculares das escolas, vê-se a importância do aprendizado do mesmo como forma de facilitar possíveis socializações gerando desenvolvimento, visto que “deve-se atentar para o fato de que na perspectiva sócio-histórico-cultural, o verdadeiro aprendizado é aquele que promove desenvolvimento” (Ferreira, 2010). Por isso, é importante que seja dado o devido valor à busca pela compreensão de um outro idioma, a qual, com a globalização e posterior choque de culturas, torna-se cada vez mais necessária.<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS:<br></strong><br></div><div>Ferreira, M. M. (2010). A perspectiva sócio-cultural e sua contribuição para a aprendizagem de língua estrangeira: em busca do desenvolvimento. <em>Intercâmbio. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. ISSN 2237-759X</em>, <em>21</em>.<br><br></div><div>Trinta, R. R. (2009). A Zona de Desenvolvimento Proximal em contextos de ensino-aprendizagem de língua estrangeira: definição, diferentes interpretações, perspectivas de estudo. <em>Intercâmbio. Revista do Programa de Estudos Pós-Graduados em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem. ISSN 2237-759X</em>, <em>20</em>.<br><br></div><div>Sutherland, K. (2017). <em>A química que há entre nós.</em> São Paulo: Globo Alt.<br><br></div><div>Rozeno, E. F., &amp; SIQUEIRA, K. (2011). A teoria sócio-interacionista de Vygotsky como subsídio para a aprendizagem comunicativa da língua inglesa. <em>Revista Eletrônica da Faculdade Sente de Setembro</em>, <em>5</em>(5).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 13:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Racismo nas Instituições de ensino.&quot;</title>
         <author>Iaraluz12</author>
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         <description><![CDATA[<div>                              <strong>Racismo Nas Instituições de ensino<br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>                                                                                       Iara Maria Araújo Luz Silva<br><br></div><div> <br><br></div><div>    O tema escolhido é um assunto importante e necessário de ser discutido, porque apesar de existir leis e movimentos sociais contra o racismo, ainda é comum presenciar cenas de violências verbais e até mesmo físicas ocorrendo nos mais diversos ambientes. Atualmente no Brasil essas práticas discriminatórias tem sido bastante retratadas, pois no período colonial não havia qualquer tipo de combate a esses atos, pessoas negras não tinham seus direitos, eram escravizados e vendidos como mercadoria, e nos dias atuais quem comete esses atos racistas é penalizado.<br><br></div><div>O racismo advém em variados locais, é mais acentuado na escola onde a uma grande diversidade de culturas, classes sociais e raças a partir disso começa a surgir o preconceito. A experiência pessoal que eu presenciei havia crianças zombando de uma menina negra, ou seja, essas crianças de alguma forma foram influenciadas a ter esse comportamento, como por exemplo, elas podem ter ouvido um comentário racista em algum lugar ou até mesmo no ambiente familiar, e esse tipo de bullying faz com o que a criança negra fique vulnerável ao sofrimento. Compreende-se que na escola é para ser um local onde não haja essa discriminação, pois as crianças são educadas para respeitar o próximo independentemente da sua cor, mas ainda assim é notável se deparar com esses atos. <br><br></div><div>       A estigmatização de pessoas negras acontece diariamente, mas a militância contra essa discriminação está cada vez mais forte, se antes não tinha quem defendesse essa causa, hoje basta qualquer ato de racismo acontecer, para gerar manifestações e criação de novas leis. Estamos num caminho ainda longe de combate ao racismo, a sociedade anda em passos largos, mas ao mesmo tempo regride quando a desigualdade racial é apresentada cotidianamente. <br><br></div><div>“A produção científica das condições em que o negro está inserido, com destaque ao estudo das relações étnico-raciais na sociedade brasileira e às realidades que se estruturam a partir do racismo, fornecem subsídios para as ações políticas de combate à desigualdade racial, bem como orientam o papel dos atores políticos nas suas ações práticas, ao deixar “escurecido” a situação real dos diferentes grupos étnicos raciais.” (Ferreira, M. A. D. S. 2019, p.76)<br><br></div><div> <br><br></div><div>Deste modo, nesse segmento apresenta especificamente o meio de implementação de políticas de ação afirmativa no Brasil tendo em vista o histórico de desigualdade racial. Uma das políticas implementadas de assistência para pessoas negras com o objetivo de inclusão delas na sociedade é o sistema de cotas, que é utilizado para possibilitar a ingressão nas universidades públicas e privadas. “Campos-Fonseca (2014) buscou analisar os posicionamentos contrários às cotas raciais expressos em comentários de notícias sobre a legitimidade constitucional do sistema de reserva de vagas com critérios raciais.” <br><br></div><div>       <br><br></div><div> A estrutura da sociedade que a Psicologia Histórico-Cultural trata é a questão do capitalismo, que é a base da sociedade, em uma hierarquização desigual que pode-se advir disso uma desigualdade também na parte de oportunidades gerando assim uma falsa meritocracia onde todos nós temos as mesmas oportunidades, e o sistema de cotas foi criado para sanar, ainda que não totalmente, essa desigualdade de oportunidades que essa base capitalista gerou na sociedade.<br><br></div><div>Ademais, é bem notório observar que é muito importante abordar debates e explanar para as pessoas a questão do racismo, que ainda é bastante pertinente na sociedade brasileira, onde pode-se perceber que é um assunto que está enraizado na nossa cultura, pois desde os antepassados já existia esses preconceitos. A Psicologia é imprescindível para essa abordagem, pois auxilia no processo de entender esse racismo e como ele é causado, além de ajudar essas pessoas a lidar com os danos que a discriminação pode causar, como por exemplo a depressão, ansiedade e baixa autoestima. <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong><br></div><div><strong>  -  </strong>Ferreira, M. A. D. S. (2019). A atuação da Psicologia Escolar na Educação Superior: possibilidades de enfrentamento ao racismo institucional.<br><br></div><div> <br><br></div><div>- Asbahr, F. D. S. F., &amp; Lopes, J. S. (2006). A culpa é sua. <em>Psicologia USP</em>, <em>17</em>(1), 53-73., 17(1), 53-73.<br><br></div><div> <br><br></div><div>-- Feldmann, M. (2017). Escola pública e relações étnico-raciais: o papel da psicologia.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 16:02:25 UTC</pubDate>
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         <title>A relação do bullying com as mídias sociais</title>
         <author>kayrocesar9</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>  Em tempos de modernidade onde a disseminação de informações se tornou mais rápida e de amplo acesso, advindo da globalização que trouxe uma nova forma de vermos o mundo, de interagir e ressignificou a maneira como nos percebemos e percebemos ao outro. Traremos essa nova perspectiva de visualização social para o contexto juvenil no ambiente escolar, onde percebemos um fenômeno que ocorre com frequência entre os adolescentes, o bullying.<br><br></div><div> Partindo de uma concepção Marxista, o homem é um ser social (Meira, 2007). Temos a necessidade de interagir com outros, de conversar, trocar experiências pessoais, brincar, se divertir, e são nas outras pessoas também que por vezes nos enxergamos qualidades que nos chamam a atenção e despertam nosso interesse e admiração, mas também comportamentos não são bem vistos e que nos levam a refletir, pois como seres sociais, vivemos em constante contato com os outros, e não só observando, mas também interagindo, contribuímos para a formação e manutenção do meio no qual estamos inseridos.<br><br></div><div> Como já havia citado anteriormente, o bullying, palavra de origem inglesa, que compreende quando uma ou mais pessoas usam de práticas de violência física e/ou psicológica repetidamente para humilhar, perseguir e intimidar outra ou demais pessoas. Esse comportamento é mais frequente entre os jovens e pode ocorrer principalmente no ambiente escolar. Mas o que isso tem haver com a modernidade e as novas tecnologias?  Ferramentas de comunicação e interação virtuais, as chamadas redes sociais, deram um novo sentido a palavra socializar. Como produto de uma sociedade capitalista, onde há a divisão de classes e consequentemente a dominação de um grupo sobre o outro.<br><br></div><div> As redes sociais nesses últimos anos vêm ajudando a formar a personalidade de certa forma dos jovens e adolescentes de hoje. Ao abrirmos o Instagram, por exemplo, vemos padrões de beleza genéricos sendo usados como modelo a seguir, criam novos conceitos de personalidade que os jovens tendem a se espelhar e por em prática na vida. É nesse contexto em que o bullying pode acontecer, os indivíduos durante sua vida vão se apropriando de objetivações culturais, produzidas socialmente, que os orientam para a formação de sua personalidade (Francisco &amp; Coimbra, 2019). Ao se apropriarem de conceitos reproduzidos das mídias, eles levam isso como se fosse uma verdade absoluta e determinante, nesse caso, aqueles que não se encaixam nesses padrões são considerados inferiores e ridicularizados. Por não serem magros, ou atléticos, por não vestirem manequim 36 ou não terem o celular ou as roupas do momento, ou serem considerados inteligentes ou “burros”, na linguagem popular, sofrem com a rejeição, são excluídos de participarem de diversas interações, são hostilizados e em casos extremos, que infelizmente acontece com maior frequência, são agredidos fisicamente pelo simples fato de não estarem “de acordo” com essas regras culturalmente impregnadas na nossa sociedade.<br><br></div><div> Somos seres humanos, todos temos nossas individualidades e sim, somos diferentes uns dos outros, pessoas altas, baixas, loiras, morenas, extrovertidos e introvertidos, muitas particularidades e isso não é errado e de forma alguma motivo de vergonha, a forma como estamos socialmente organizados, rotulando e estereotipando as pessoas é que está errado e isso é uma questão não só social como cultural. <br><br></div><div> Que possamos aprender a valorizar as diferenças, a quebrar estereótipos, a ajudar desmitificar esses padrões utópicos que fazem pessoas, no caso especifico, adolescentes a compreender de que não é errado ser quem é a se aceitarem e a viveram com liberdade para serem quem são sem sentir vergonha de si mesmos.<br><br></div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS:</strong><br><br></div><div>Francisco, M.V, &amp; Coimbra, R.M (2019). Bullying escolar e os processos de resiliência em-si sob a ótica da teoria histórico-cultural. <em>Educação Temática Digital, 21(1), </em>145-163.</div><div> </div><div>Meira, M.E. M, &amp; Facci, M.G.D (2014). <em>Psicologia histórico-cultural</em>: <em>contribuições para o encontro entre subjetividade e educação.  </em>(2° Ed). São Paulo: Casa do Psicólogo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 16:06:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>allanarodriguessilva3</author>
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         <description><![CDATA[<div>Preconceito Racial <br><br>Alana Rodrigues da Silva<br><br>O propósito deste ensaio é abordar o tema racismo dentro da perspectiva histórico – cultural, conforme a atividade que foi proposta em sala de aula com o professor. Escolhi esse tema por considerá-lo de extrema importância para nós e devido aos últimos casos que tiveram grande repercussão na mídia, e nos mostrou que o racismo ainda existe e está longe de acabar.<br>O racismo é a prática de discriminar um indivíduo ou um grupo de pessoas por alguma característica étnicas, físicas e entre outros aspectos. Essa diferenciação ocasiona no tratamento diferente, que pode resultar em agressões, exclusão em qualquer espaço seja ele cultural ou social. Conforme é definido no Artigo 1º do Estatuto da Igualdade Racial:<br>“Discriminação racial ou étnico-racial: toda distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada em raça, cor, descendência ou origem nacional ou étnica que tenha por objeto anular ou restringir o reconhecimento, gozo ou exercício, em igualdade de condições, de direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou em qualquer outro campo da vida pública ou privada”|1|.<br>Até a década de 1920, buscavam-se bases factuais e verídicas sobre qual seria a origem do preconceito (Katz &amp; Braly, 1958), pois não se estudava o tema, partindo-se do princípio de que seria um fenômeno irracional ou injustificado. Acreditava-se, porém, que as diferenças entre os grupos sociais eram, de fato, reais. Atualmente, tal concepção não é mais tão relevante, tendo surgido novas perspectivas interpretativas (Augoustinos &amp; Walker, 1995). <br><br>Teorias recentes (Billig, 1985; Camino &amp; Ismael, 2004; Wetherell, 1996) situam as noções psicológicas da discriminação nos conflitos de exclusão/inclusão social. Nesse sentido, considera-se que o preconceito constitui-se numa vertente subjetiva dos conflitos reais de poder entre grupos, e evolui, principalmente, no interior dos grupos majoritários. Pode, assim, ser definido como “forma de relação intergrupal onde, no quadro específico de relações assimétricas de poder, se desenvolvem no seio dos grupos dominantes, atitudes depreciativas e, comportamentos hostis e discriminatórios em relação aos membros de grupos minoritários por serem membros desses grupos” (Camino &amp; Pereira, 2000, p.52). Portanto, o preconceito racial não é um fenômeno global, mas uma forma de consciência social que se desenvolve em situações históricas concretas, no interior das relações intergrupais, como uma forma de dominância. A tentativa de explicar o preconceito apenas por meio da dinâmica da personalidade do indivíduo seria negligenciar aspectos socioeconômicos, históricos e situacionais que influenciam, em grande parte, esse fenômeno.<br>Para compreender o racismo atual, devemos realizar uma análise do contexto contemporâneo onde se desenvolvem as novas formas dos processos de exclusão social. E este contexto específico é abrangido pela globalização, principalmente no que diz respeito à globalização cultural, que tem ocasionado grandes efeitos diferenciadores no interior das sociedades (Hall, 2000), nas quais as relações entre as diferentes culturas e etnias se intensificam, gerando ambiguidades.<br><br>Deste modo, o racismo causa efeitos devastadores, vemos que os negros estão em desvantagens em vários aspectos da vida. As diferenças raciais, todavia, são notáveis em nossa sociedade e origina-se desde os primórdios. O racismo é um fenômeno cultural e um dos crimes mais desumano, e para combatermos ele é preciso ser debatido nas escolas, nas faculdades, levar fatos acontecidos no cotidiano para as discussões, também evitarmos de classificar alguém pela a cor da sua pele e que sejamos agentes da mudança.<br><br>"Numa sociedade racista, não basta não ser racista. É necessário ser antirracista." Angela Davis<br><br>Referências:<br>Lins, S. L. B., Lima-Nunes, A., &amp; Camino, L. (2014). O papel dos valores sociais e variáveis psicossociais no preconceito racial brasileiro. Psicologia &amp; Sociedade, 26(1), 95-105.<br><br>Ferreira, R. F. (2002). O brasileiro, o racismo silencioso e a emancipação do afro-descendente. Psicologia &amp; Sociedade, 14(1), 69-86.<br><br>Zamora, M. H. R. N. (2012). Racial inequality, racism and its effects. Fractal: Revista de Psicologia, 24(3), 563-578.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 20:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>Violencia contra mulheres  - Marta Brito de Barros </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>   <strong>Mudando o olhar sobre a violência contra mulheres </strong></div><div>Desde sempre, a categoria do nosso gênero “mulher” foi acostumada a ideação de uma cultura machista construída ideologicamente que seriamos sempre submissa aos homens em todos os sentidos, a partir de quando se começou entender de liberdade veio a negação de uma sociedade que nunca gostou de beneficiar mulheres e nasceu a revolta que gerou esse caos chamado violência, especificadamente contra mulheres. Violência contra mulheres: Tema escolhido por ser atual e pelo o olhar de intervenção que todos deviam ter ao tratar esse assunto, que atinge milhares de mulheres todos os dias no mundo. A experiência nesse contexto, é a empatia ´por mulheres que passam por isso e precisam de ajuda de forma a mudar suas vidas. </div><div>No mais, todas nós, inclusive eu, já passamos por situações de violência seja ela, física, psicologia ou outra.  Atitudes essas que deixam marcas, traumas, e medos que carregamos para toda vida, os artigos lidos julgam e cuidam de formas necessárias, os mesmos, são totalmente compatíveis coma realidade não só minha, mais de muita gente. O tema que vem sendo abordado nesse texto, e analise é uma realidade que necessita ser combatida, tanto, que em todos os artigos, o mais discutido é a saúde da mulher, que com certeza é prejudicada demais.</div><div> Fácil falar das relações de gênero, citando a desigualdade exercida na hora das relações, onde a mulher nem sempre é privilegiada, ou onde ela começa a ser privilegiada de forma como se fosse incapaz de exercer aquele papel, fazendo assim nascer a opinião contraria daqueles que não concordam e acaba sendo motivo pra revolta com agressão. </div><div>Prova disso, é ler e encontrar marcas de sofrimento e dores vividas só por ser mulher e pela não aceitação que existe liberdade para todas as pessoas, independente de sexo. Vale lembrar e ressaltar que além da violência contra mulheres ser literalmente um fato, e muito complexo, em casos ela ainda é escondida e maquiada de forma que não percebam. È valido também que defender direitos iguais não quer dizer destaque ou diferença no gênero, apenas que deveria ser de forma igualitária tudo que fosse colocado para ambos os sexos, dando a mulher o poder de escolha e de percepção positiva ou negativa sobre aquilo. </div><div>Portanto, tendo em vista todo prejuízo para/com pessoas que experimentam essa realidade como para as pessoas que lidam com a situação fica evidente o quanto é necessário tratar, abordar, e cuidar desse assunto. È possível e fácil argumentar falando de violência quando se ela já vem de um padrão, ou melhor, uma implicação de cultura desde os ante passados, que se vivia a violência de forma natural, só pelo fato de estar enraizado que a mulher deva viver para o homem e suas vontades de forma que ainda é possível perceber os costumes machistas e patriarcais que ainda são muito presentes e impulsionam ainda mais a recorrência de violência contra o sexo feminino, fica, ainda interessante observar representações sociais que deviam contribuir nesse processo de controle dos casos, já que as agressões ( independente do tipo), implicam de forma direta e indireta em todos os âmbitos da vida trazendo apenas consequências negativas. </div><div>A violência nem sempre é percebida ou instruída de forma visível da necessidade de ajuda, tanto que muitas mulheres sofrem e não adquirem uma simples ajuda exatamente pelo medo que a população tem ao se colocar em situações de risco, e preferem não se meter, deixando assim, a mulher sozinha no perigo mais mantendo o orgulho de “não se meter em briga de casal” , essas são situações dolorosas e verdadeiras que acontecem simultaneamente debaixo dos nossos olhos.</div><div>Porém, já existe um grande avanço em relação ao que vivemos, porque além do reconhecimento entre certo e errado que podem ser considerados violência em por exemplo, relações, existe leis de proteção para as vitimas e punição para o criminoso.  E que independente da classe social pode acontecer, sendo a psicológica uma das mais presentes. Isso, querendo ou não, é um bom sinal pois as vítimas saberão reconhecer e procurar ajuda em casos de precisão. </div><div>Em vista disso, resume-se a análise de modo de violência na percepção de psicologia e no olhar histórico cultural como sendo um acontecimento múltiplo, que leva a discussões necessárias e analise de forma global para melhoria da pratica, ainda, se percebe a gravidade da situação e que o mesmo exige um olhar e um estudo especial de forma a contribuir numa ressignificação desse assunto que possa melhorar e defender as vitimas, é necessário também o vigor das leis criadas no intuito de ajudar nesse problema. </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> <strong>Referencias: </strong></div><div><strong> </strong></div><div> Neves, S., &amp; Nogueira, C. (2003). A psicologia feminista e a violência contra as mulheres na intimidade: a (re) construção dos espaços terapêuticos. <em>Psicologia &amp; Sociedade</em>, <em>15</em>(2), 43-64.</div><div> </div><div>Guimarães, M. C., &amp; Pedroza, R. L. S. (2015). Violência contra a mulher: problematizando definições teóricas, filosóficas e jurídicas. <em>Psicologia &amp; Sociedade</em>, <em>27</em>(2), 256-266.</div><div> </div><div>de Oliveira, D. C., &amp; de Souza, L. (2006). Gênero e violência conjugal: concepções de psicólogos. <em>Estudos e Pesquisas em Psicologia</em>, <em>6</em>(2), 34-50.<br><br></div><div> </div><div>                                                                                                                           </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 21:24:24 UTC</pubDate>
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         <title>A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS AUTISTAS SOB O OLHAR DA PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL</title>
         <author>santosarielly1401</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/985780570</link>
         <description><![CDATA[<div>                                                                                                         Arielly Araújo Santos <br> <br>       O presente trabalho possui como enfoque principal a importância da promoção de interação social, a partir da brincadeira, para crianças autistas. A motivação para a escolha da temática parte de uma questão familiar que muito me interessa. Convivo com crianças com esse diagnóstico e em níveis diferentes de desenvolvimento e percebo que cada uma delas tem uma maneira de se comunicar, expressar seus sentimentos e interesses. Todas se incomodam muito com barulho, ficam estressadas quando estão em ambientes com muitas pessoas, aprendem as coisas muito facilmente, mas no tempo delas. São de poucos amigos. Pela convivência, pude perceber que é na brincadeira que elas mais interagem e se desenvolvem, pois quando estão brincando vão aprendendo a se relacionar com outras crianças, a se comunicar, a verbalizar situações e até mesmo recriar aquelas de seu cotidiano. Para melhor explanar sobre o tema, utilizei como referência artigos que abordam tal assunto a partir dos conceitos da psicologia histórico-cultural que foram desenvolvidos pelos seus principais expoentes.<br>        De acordo com a Classificação Internacional de Doenças - CID 10 (Organização Mundial da Saúde, 1993) o Transtorno do Espectro Autista (TEA), ou simplesmente autismo, é um transtorno invasivo no qual o indivíduo apresenta um “tipo característico de funcionamento anormal em todas as três áreas de interação social, comunicação e comportamento restrito e repetitivo” (p. 247). Assim, podemos perceber que pessoas que apresentam tal transtorno possuem uma dificuldade muito grande de viver e se relacionar socialmente, isso afeta de forma direta o brincar das crianças, atividade que segundo Leontiev (2014) é a principal no desenvolvimento na idade pré-escolar, na medida em que orienta o psiquismo infantil.<br>       A Psicologia Histórico-Cultural defende que é por meio das interações socioculturais que os indivíduos se desenvolvem e aperfeiçoam os processos psicológicos superiores. Também defende que os seres humanos, diferente dos animais, podem se apropriar dos elementos culturais e transmiti-los (Vigotski, 2007). Trazendo tais visões para o universo infantil, percebe-se que as crianças vivenciam processos sócio históricos de apropriação cultural e da própria linguagem com base nas experiências por elas vividas de forma singular, e a brincadeira é uma forma de desenvolver tais condições, pois é por meio dela que as crianças mais interagem e potencializam seu processo de desenvolvimento intra/interpessoal. Entretanto, isso ocorre de uma forma um pouco diferenciada em crianças autistas, o seu brincar é descrito por Martins e Goés (2013) como ‘muito restrito e peculiar’. <br>       São várias as dificuldades encontradas por crianças com autismo que vão desde o simples manuseio de brinquedos de acordo com sua “função” até as relações não bem estabelecidas quando estão em grupos. Segundo o DSM-IV (<em>American Psychiatric Association</em>, 1995) há um prejuízo acentuado no quesito imaginação, as crianças com TEA não fantasiam brinquedos e brincadeiras como as demais crianças conseguem fazer ao transformar uma vassoura em um cavalinho, por exemplo. Além disso, o atraso na linguagem atrapalha a comunicação e, consequentemente, as relações com outros durante as brincadeiras de faz de conta, troca de papéis, dentre outras situações. <br>       Ao analisar a realidade de crianças autistas nos processos de desenvolvimento, percebe-se que é de suma importância que estas recebam uma atenção especial, principalmente quando estão realizando atividades como brincar, atividade lúdica defendida por Vigotski (2007) como não simplesmente uma mera fonte de prazer e divertimento, mas uma necessidade vital experimentada pela criança durante os processos de apropriação cultural. Ele também defende que é brincando que a criança desenvolve de uma melhor maneira a sociabilidade pois aprende a receber e dar ordens, esperar por sua vez, compartilhar brinquedos, dentre outras atividades. Além de Vigotski, outros expoentes da psicologia histórico-cultural, como Leontiev (2003) e Elkonin (1984), consideram a brincadeira como uma atividade socialmente construída que é fundamental para o desenvolvimento psíquico da criança. <br>       Apesar das diversas limitações que as crianças com TEA encontram no brincar, elas ainda assim conseguem se desenvolver melhor quando são imersas em situações diversas de brincadeiras e relações. É isso que Bagarollo, Ribeiro &amp; Panhoca (2013) comprovam em um estudo realizado com crianças diagnosticadas com autismo. O estudo mostrou que os sujeitos com este diagnostico que vivenciavam interações sociais e recebiam maior oferta cultural conseguiam desenvolver processos imaginativos, ainda que simples, durante a brincadeira além de se relacionarem com o grupo e fazerem uso cultural dos brinquedos, os diferenciando daqueles sujeitos que não experimentavam tais situações. <br>       Outro estudo realizado por Sá, Siquara &amp; Chicon (2015) também comprova que a experiência do brincar da criança com autismo favorece diversos processos psíquicos e sociais desta, potencializando seu desenvolvimento. No estudo, crianças autistas são observadas dentro de um espaço de brinquedoteca no qual são ofertadas várias atividades e brinquedos para analisar as representações simbólicas durante determinado momento de interação. Os dados analisados evidenciam que a brincadeira é essencial no processo de internalização da cultura e possibilita a criança criar novas funções para os brinquedos, bem como desenvolver a linguagem, além de conseguir representar situações do cotidiano. <br>       Em ambos estudos, pode ser observado que as crianças passaram por processos de trocas com os pesquisadores para que os dados fossem coletados, essas trocas advêm do meio sociocultural. Como se sabe, todos já nascem inseridos em um contexto social repleto de relações sociais diversas que será guia no processo de desenvolvimento da criança. A brincadeira, defendida pelos autores citados como fundamental nesse processo, é possibilitada a criança por meio dessas relações pois, afinal, ela não aprende a brincar sozinha. Portando, é necessário considerar que a mediação é de extrema importância no desenvolvimento, principalmente de crianças autistas. É com o outro (família, amigos, escola) que a criança conhece o significado de cada brincadeira e brinquedo, aprende a usá-los e transforma-los de acordo com a realidade do momento, aprende que existem regras que devem ser seguidas, dentre tantas outras possibilidades. Entretanto, muitos estudos voltam seu foco simplesmente para o problema biológico das crianças autistas, para as limitações importas pelos diagnósticos e esquecem que o contexto social e cultural não incentivador, a falta de acompanhamento de equipes multidisciplinares e a falta do simples contato com brinquedos podem ser a causa das dificuldades que as crianças autistas têm para brincarem. (Vigotski, 2000; Goés, 2002; Pinto; Goés, 2006; Castro; Panhoca; Zanolli, 2011). <br>       Além da mediação qualificada, crianças com TEA também são influenciadas de maneira positiva no aspecto desenvolvimento, adquirindo processos de simbolização mais sofisticados, quando participam de brincadeiras em ambientes que apresentam uma produção visual estimuladora. Vigotski (2007) defende que ao participar de situações fictícias, a criança consegue recriar o outro e a si mesmo, num movimento dialético. Quando, em realização de atividades lúdicas por exemplo, a participação do outro é associada a criação de cenários e fantasias a criança sai do real para uma situação imaginária, permitindo que esta possa ir além do simples comportamento de sempre. Por meio disso, ocorre um alargamento dos processos de simbolização e experiências envolvidas nas brincadeiras de faz de conta (Silva &amp; Silva, 2017).   <br>        Dessa maneira, é possível concluir que é por meio da brincadeira, proporcionada através da mediação, que estas crianças poderão garantir seu lugar na sociedade e na cultura, bem como ter um crescimento mais saudável e seguro. Além disso, essa atividade lúdica é essencial para que as crianças portadoras de TEA não sejam isoladas das demais, mas sim sejam vistas cada vez mais como seres iguais e de capacidades grandiosas, basta que sejam estimuladas e recebam cuidados para suas necessidades especiais. É importante orientar estas não pensando em suas limitações, mas em suas potencialidades. <br><br><strong>REFERÊNCIAS:</strong> <br><br><em>American Psychiatric Association</em> (1995). Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-IV. 4. ed. Tradução Dayse Batista. Porto Alegre: Artes Médicas. <br><br>Bagarollo, M. F., Ribeiro, V. V., &amp; Panhoca, I. (2013). O brincar de uma criança autista sob a ótica da perspectiva histórico-cultural. <em>Revista Brasileira de Educação Especial, 19</em>(1), 107-120.<br><br>da Silva, M. A., &amp; Silva, D. N. H. (2017). O jogo de papéis e a criança com autismo na perspectiva histórico-cultural. <em>Psicologia em Estudo, 22</em>(3), 485-496. <br><br>Martins, A. D. F., &amp; Góes, M. C. R. D. (2013). Um estudo sobre o brincar de crianças autistas na perspectiva histórico-cultural. <em>Psicologia Escolar e Educacional, 17</em>(1), 25-34. <br><br>Organização Mundial da Saúde. OMS. (1993). Classificação Internacional de Doenças. CID-10.<br><br> Sá, M. D. G. C. S. D., Siquara, Z. O., &amp; Chicon, J. F. (2015). Representação simbólica e linguagem de uma criança com autismo no ato de brincar. <em>Revista Brasileira de Ciências do Esporte, 37</em>(4), 355-361. <br><br>Vigotski, L.S. (2007). A formação social da mente: o desenvolvimento dos processos psicológicos superiores. São Paulo: Martins Fontes, 26-54. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 21:28:08 UTC</pubDate>
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         <title>Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade</title>
         <author>cindyhanne63</author>
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         <description><![CDATA[<div> <br><br></div><div>Transtorno de déficit de atenção e hiperatividade <br><br></div><div>Autor (a): Cindy Hanne de Sousa Deodato <br><br></div><div>O seguinte trabalho acadêmico do tipo ensaio apresentado que foi proposto pelo professor Me Pedro Victor Modesto Batista discente da disciplina de Psicologia Histórico Cultural, tem por finalidade a explanação de um tema de escolha livre e pessoal. A partir disso busquei pesquisar sobre temas que vivenciamos em nosso âmbito social e contexto familiar, então por ter casos em meu meio e também pelo fato do professor já ter apresentado esse tema para debate em sala de aula o presente trabalho visa abordar o transtorno de atenção e hiperatividade na perspectiva histórico cultural e assim tentar atender da melhor maneira as propostas do professor.<br><br></div><div>Nos dias atuais são frequentes os relatos de crianças com o comportamento “inadequado” e em muitos casos são diagnosticados como TDAH que é um transtorno neurobiológico cerebral e é caracterizado por hiperatividade, impulsividade e desatenção, ou seja, a criança que apresenta o transtorno terá dificuldade em atividades que precisam de sua atenção e outras propriedades psicomotoras fazendo assim com que prejudique o processo da aprendizagem. É inegável o fato que crianças com o transtorno exista e estão surgindo cada vez mais ao nosso redor, sendo colocado como explicação e/ou causa para frequentes frustrações no âmbito escolar e em todo contexto social em que ela faz parte. (Rosa, 2011; Eidt &amp; Tuleski, 2010).<br><br></div><div>O que torna esse um assunto a ser ainda mais debatido são as formas de diagnosticar a criança e os meios de intervenção que faz desse um tema bastante polêmico, pois ouve um aumento considerável no uso de prescrições medicamentosas acerca deste diagnostico.<br><br></div><div>“Esses dados são tanto mais alarmantes na medida em que a análise da literatura a respeito do TDAH aponta dificuldades para o diagnóstico e a intervenção, pois falta clareza sobre o que é esse quadro clínico e sobre o que o demarca de outros quadros com sintomas semelhantes. Constatasse ainda a inexistência de estudos consistentes acerca das consequências futuras do uso de estimulantes em crianças” (EIDT, TULESKI, 2010).<br><br></div><div>Partindo para olhares sobre a medicação utilizada nesses pacientes, não é uma “droga” que vai fazer o indivíduo ficar mais inteligente, focado ou que vá levar a aprender o assunto deseja com mais facilidade e sim faz com que a criança fica mais contido, calmo e obediente e assim realiza as atividades desejadas, mas que também trazem contraindicações e em muitos casos efeitos colaterais. <br><br></div><div>Como foi citado por Rosa (2011) as dificuldades relacionadas ao TDAH adquirem características no processo de constituição do sujeito, o qual ocorre na relação com o meio social e por meio de outras pessoas, para depois serem internalizadas e constituírem-se nos modos individuais característicos de operar cognitivamente dessas crianças. Assim, uma melhor forma de intervenção para cuidar desta criança seria não só intervir com a criança em si- individuo- mas também ter um preparo com os pais, família e escola com estratégias para que todos possam participar e ajudar no desenvolvimento desta criança. É importante ter uma visão bem ampla pois cada caso é um caso, observar também outros aspectos além do TDAH para compreender se tem outros problemas emocionais que podem até estar ampliando essas dificuldades.  <br><br></div><div>Para que a criança tenha seus direitos atendidos, conseguindo se desenvolver em sociedade e alcançando êxito no tratamento é preciso que os pais e professores sempre observem as crianças e conversem com as mesmas para que haja um diagnóstico o quanto antes  haver as intervenções psicológicas e se necessário a medicalização, e assim avançar para o melhor entendimento do transtorno pois somos seres diferentes, cada com um com suas características únicas e isso que nos torna especiais e então sem distinção, que todos possam compartilhar o mesmo ambiente, sabendo pensar e agir com empatia respeitando as limitações e diferenças do próximo, principalmente nas escolas onde é um dos principais locais de socialização dessas crianças. <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Referências: <br></strong><br></div><div>Eidt, N. M., &amp; Tuleski, S. C. (2010). Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade e psicologia histórico-cultural. Cadernos de Pesquisa, 40(139), 121-146.<br><br></div><div> Leite, H. A., &amp; Tuleski, S. C. (2011). Psicologia Histórico-Cultural e desenvolvimento da atenção voluntária: novo entendimento para o TDAH. Psicologia escolar e educacional, 15(1), 111-119.<br><br></div><div> Rosa, S. A. D. (2011). Dificuldades de atenção e hiperatividade na perspectiva histórico-cultural. Psicologia escolar e educacional, 15(1), 143-150.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 22:32:45 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>msantos_santos</author>
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         <description><![CDATA[<div>A TEORIA HISTÓRICO-CULTURAL NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA <br><br>Marcia Kelly santos<br> <br>Para o desenvolvimento dessa produção textual, foram selecionados quatro artigos que tratam da temática anteriormente escolhida. As informações dos artigos estão presentes na tabela. Foram de crucial importância no desenvolvimento desse texto, na qual demonstra diversas abordagens e perspectivas sobre a teoria da psicologia histórico-cultural na educação exclusiva.  <br>Pode-se afirmar eu os processos de educação inclusiva de sujeitos com deficiência são temas atuais que se mostram muito polêmicos e contraditórios, sobretudo, no que se refere ao âmbito dos estudos científicos e no debate político. Se faz necessário refletir sobre história das pessoas com deficiência, sua aceitação, as formas de compreensão de suas incapacidades e possibilidades, as contribuições educacionais para o avanço no seu desenvolvimento, são alguns pontos abordados nos estudos acadêmicos e nos debates políticos na atualidade e que demonstram preocupação com a importância desse tema. As reflexões propostas através dos estudos, demonstram a diferença entre as concepções, seguidas desde os pensamentos mais excludentes e os mais progressistas que buscam quebrar paradigmas históricos e contribuir com o avanço dos estudos científicos acerca do tema da deficiência. Os artigos referidos, buscam subsídios para explicar e compreender a educação especial a partir de bases materialistas histórico-dialéticos.  Ao analisar os textos, foi perceptível que os autores fazem um debate constritivo sobre a educação, sobretudo a inclusão de alunos com deficiência. Esses partilham de uma opção teórico-metodológica com base nos pressupostos do materialismo histórico dialético, da psicologia histórico-cultural e pedagogia histórico-critica dentro dos estudos. Desse modo, eles compreendem que a metodologia materialista histórico dialética permite analisar os processos de desenvolvimento do ser humano enquanto ser universal, assim como a pessoa com deficiência no processo de desenvolvimento humano, na qual, não fazendo separação e segmentos entre sujeitos históricos. Ou seja, podem afirmar que analisar os fenômenos históricos e sociais em sua totalidade, voltado ao particular (pessoa com deficiência) e voltando ao universo (todas as pessoas em processo de desenvolvimento), nos mostram as possibilidades para a efetivação de um trabalho que preserve o principio educativo a todos os seres humanos, com ou sem deficiências, nas relações e situações da educação em espaços escolares.  <br> Foi perceptível que a psicologia histórico-cultural, ao tratar sobre a temática das funções psíquicas, mediação, aprendizagem e desenvolvimento, conceitos espontâneos e científicos, tem fornecido diversos subsídios pata estudos e investigação na área da educação, sobretudo, no que se refere a aprendizagem. Os tópicos que tratam dessa perspectiva contribuem para que o professor, no ambiente escolar, mediante atividade pedagógica e de um ensino estabelecido e intencional, realize um trabalho no que diz respeito às suas teorias, práticas e metodologias diferentes. Ou seja, a atividade pedagogia deve criar possibilidades e instrumentos para que o aluno conheça formas críticas a realidade social e que este conhecimento promova sua aprendizagem, e que esta se desenvolva de forma coerente.  <br> Desse modo, os autores observam que se faz necessário conhecer o contexto histórico, pois é crucial conceituar a perspectiva da psicologia histórico-cultural e pedagogia histórico-critica, para que compreendamos as reais necessidades do sujeito. Essa perspectiva e que o sujeito se constitui em interação com o meio social, advém da teoria cultural. Explicita que, o homem nasce com as características da espécie humana, mas constitui-se como ser humano através das mediações culturais, com a apropriação da experiencia humana.  <br> Entretanto, as alterações que ocorrem durante o desenvolvimento da criança, dependem de interferências e condições nas quais ela esta inserida e as relações sociais devem ser o primeiro fator a ser observado quando repostas a problemas tentam ser encontrados para o desenvolvimento de sua psique. Desse modo, a educação fica responsável por garantir o saber e as capacidades necessárias a um domínio de todos os campuses da atividade humana, na qual estejam sempre garantindo a redução de desigualdades de origem social. Se faz crucial transformar o meio socio-cultural dos alunos, buscando apoio pedagógico nas próprias condições sociais concretas, vislumbrando colher meios de levar um aluno com dificuldade escolar, por exemplo, a interessar-se pelas atividades, ate vontade de aprender, a dedicar-se ao estudos.  <br> A partir das abordagens e perspectivas propostas nos textos, podemos afirmar que os estudos embasados na psicologia histórico-cultural e pedagogia-critica contribuem para que se compreenda quem são os sujeitos do processo inclusivo da educação, seja ela educação básica ou superior, e como, historicamente foram trata alhadas. Ou seja, a psicologia que embasa a pedagogia histórico-cultural de Vigotski, onde o individuo cé compreendido como um ser histórico, que se constituem através de relações com o mundo, possibilita refletir sobre as dificuldades de aprendizagem que alguns alunos apresentam como uma situação inserida no contexto social e escolar, e não, somente um problema inerente a cada aluno na sua particularidade. <br><br></div><div>REFERÊNCIAS  <br> <br>BARROCO, Sonia. M. S. SOUZA, M. P. R. Contribuições da Psicologia HistóricoCultural para a formação e atuação do psicólogo em contexto de Educação Inclusiva. Psicol. USP vol.23 no.1 São Paulo jan./mar. 2012. <br>GARCIA, D. I. B. Contribuições da Teoria Histórico-Cultural para Educandos em situação de inclusão. SIPD/CÁTEDRA. ISSN 2176-1396. 2015.  <br>MORI, Nerli. N. R. CEREZUELA, Cristina. A educação escolar e a teoria históricocultural. SIPD/CÁTEDRA. ISSN 2176-1396. 2015.  <br>TURECK, Lucia. T. Z. PIZZINI, Ana Amélia. As contribuições da psicologia históricocultural na busca de mediações para com os alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem. ISBN 978-85-8015-076-6. Cadernos PDE. 2013.  <br> <br> <br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 23:40:20 UTC</pubDate>
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         <title>VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER: preconceito e discriminação</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Carlos Eduardo Rocha de Moura<br><br></div><div>            A violência contra as mulheres não é recente no contexto histórico da sociedade, é uma temática que tem sempre tomado destaque em discussões tanto teórico-filosóficas como em questionamentos ético-políticos. É sabido que essa violência vem fazendo parte do sistema  sócio histórico que implicou às mulheres a uma posição hierarquicamente inferior a se comparar com os homens na sociedade.<br><br></div><div>            Às mulheres sempre foi reservado papéis de menor destaque, além dos seus direitos serem mais restritos. E aí, com o passar dos anos, tanto a questão de trabalhos e cargos, como os direitos foram igualados, perante a lei, mas sabemos que a realidade é outra, ainda existe uma grande desigualdade entre os sexos.<br><br></div><div>            Dos movimentos que mais se destacaram, para converter tal problemática, foi o Movimento Feminista, na segunda metade do século XX. Foi um dos movimentos que provocou mudanças significativas quanto às diferenças de homens e mulheres, proporcionando à sociedade a compreensão de que as mulheres poderiam exercer qualquer papel na sociedade, não poderiam ser mais oprimidas, sendo vítimas de preconceitos e discriminações (SILVA, 2020). <br><br></div><div>Mas, nem tudo que foi discutido nesse movimento, foi convertido e aplicado para todos e por completo. A partir disso, a violência contra a mulher continua sendo um problema constante na sociedade, principalmente no nosso país, tornando-o destaque da tamanha gravidade somente no último meio século, como exposições nas mídias.<br><br></div><div>Sabemos que muitas barreiras necessitam ser quebradas ainda. Dentre elas, muitos direitos que precisam ser conquistados e efetivados, como também, muitas medidas preventivas e punitivas precisam ser levadas a sério, tanto nos grandes centro urbanos, como em municípios menores.<br><br></div><div>Existem, na sociedade, pessoas que ainda mistifica a situação de violência, no geral e principalmente a relacionada a mulheres. Muito se fala em violência, mas uma boa parte da população brasileira ainda se organiza a partir do mito da não violência, contribuindo para que muitas violências não sejam percebidas, tornando-as naturalizadas.<br><br></div><div>A partir disso, entra em questão a psicologia, tanto pela questão de estudo da temática, como de ações que podem ser feitas para amenizar esses problemas quanto à saúde pública.<br><br></div><div>A intervenção da Psicologia torna-se destaque como uma das soluções na questão da violência contra a mulher, aplicando-a na saúde mental, visto a necessidade de enfrentamento nessa problemática, tendo que ser trabalhada e analisada toda a estrutura familiar, com acompanhamento no âmbito psicossocial.<br><br></div><div>Silva (2020, p.15) cita que,<br><br></div><div><br>“compreendemos, pois, que a luta pelos direitos humanos e contra a violência, o preconceito e a discriminação, não só contra as mulheres, mas contra todos aqueles que são vítimas, deve ser encarado como um mal a ser combatido, vigiado, punido e disciplinado”.</div><div><br> </div><div>            E conclui-se, com a frase acima, que a gravidade das situações de violência contra a mulher tem exigido e forçado cada vez mais reflexões para compreensão de tal fenômeno, necessitando de reflexões e olhares mais compreensivos e de articulações mais aprofundadas desse fenômeno.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong><br></div><div><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932010000300009&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932010000300009&amp;lang=pt<br></a><br></div><div><a href="https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-71822015000200256&amp;script=sci_arttext">https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-71822015000200256&amp;script=sci_arttext<br></a><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 23:51:25 UTC</pubDate>
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         <title>                                    Preconceito Racial no Brasil                                              Liriely Fortaleza do Nascimento                                                                                                                                                                                                                              </title>
         <author>liriely2020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Um dos motivos da inspiração para estudar esse tema é que é inevitável não se notar a presença de situações geradas a partir desse contexto, de modo que ele se faz bastante nítido em nossa sociedade, e com isso acarreta consigo inúmeros danos tanto psicológico, como físico por meio de agressão. É perceptível que por mais que as pessoas afirmem não ter preconceito racial, o mesmo ainda se encontra enraizado na nossa cultura. </div><div>Com a chegada dos portugueses ao Brasil, no período de 1500, os povos nativos já habitavam como os índios e, posteriormente, os negros foram trazidos do continente Africano em navios para serem feitos de escravos, tendo como o principal foco sua exploração na finalidade de produzir bens de consumo como o açúcar e o tabaco ou para serem amas de leite e diversas outras funções ocasionando, consequentemente, a miscigenação das raças a partir da mistura entre brancos e negros, gerando assim os mestiços.</div><div>O racismo se expande em um período onde o crescimento capitalista consistia em um meio de elaboração dominante e global, sendo o racismo interligado a realização do processo de produção capitalista, conforme os marxistas denominam de “acumulação primitiva”.  </div><div>O tema racial surgiu de acordo com as primeiras teorias marxistas que por finalidade não se relacionou como um conflito a ser solucionado. Entretanto, com ajuda da ciência foi possível formalizar o racismo em área de estudo, como pesquisa, e desse modo, ajudar os negros a conseguirem seus diretos e, assim, transformar o que seria algo impossível em ocasiões normais, acarretando diversas teses como a da Nina Rodrigues (1862-1906), sendo uma das primeiras brasileiras a escrever sobre as teses racistas.</div><div>Esse cenário do preconceito racial está inserido até os dias atuais onde se é presente no ensino educacional, logo que muitos professores precisam ser capacitados para conseguir lidar com todo tipo de ocasião indesejada referente ao preconceito racial, e além deles a escola no geral tem que está capacitada para receber essas crianças, fazendo com que se sintam acolhidas. Todavia, com a ajuda de uma profissional como um psicólogo, ajudando o aluno a seus superar traumas sendo decorrente disso. É de suma importância que o professor traga assuntos sobre a diversidade racial em que o aluno se veja inserido no seu meio cultural e fazendo com que consigam se encaixar e assim desse modo quebrando paradigmas existentes na sala de aula e, consequentemente, podendo ter uma nova visão sobre o mundo.</div><div>Infelizmente, ainda existe educadores preconceituosos que além de trazer um prejuízo emocional a criança também traz com isso um mau aprendizado e futuramente uma má formação. Outro fator que cabe mencionar é que é quase inexistente livros com ilustrações negras ou até mesmo quando se tem é de uma forma negativa, assim como é possível se notar também que existe poucos brinquedos negros, impondo assim que pessoas negras não tem um histórico favorável, ao contrário, do que expõe em referência aos brancos onde é mais presente.</div><div>O presente trabalho dialoga sobre o preconceito de racial no Brasil, no período denominado como moderno. É relevante falar que esse preconceito se relaciona a características biológicas dos seres humanos. O racismo se instala no cenário político brasileiro, quando os seres humanos considerados não brancos ganha a liberdade perante a sociedade vigente. </div><div>É importe menciona que preconceito no território brasileiro não pode ser compreendida apenas como uma luta de classes social, mas como a burguesia considerada intelectual reagiu ao declínio da produção de açúcar e o desenvolvimento da agricultura do café mantida pela exploração da população negra.</div><div>A revolução sobre o preconceito de racial no Brasil, tem início quando o modernismo se instala no território brasileiro e combate o sistema de ideias instalada na colônia luso-brasileira nordestino. As primeiras transformações culturas que lutava contra a descriminação da raça negra nasceu nos Estados Unidos quando os primeiros pesquisadores negros exibe as hipóteses do surgimento das teorias discriminatória. </div><div>De fato, para estudiosos, que podemos destacar, Monroe Work, Brooker Washington, entre outros, afirmar que a diversidade biológica, não podem ser encaradas como a consequência da falta de interação do negro os demais seres humanos. Pois bem, o preconceito com o negro no Brasil, teria como foco a incapacidade da igualdade entre as classes sociais estabelecida pela burguesia e comparação de raça perante o capitalismo. </div><div>Porém, os estudos realizados entre a década de 50 e 60 no Brasil, não relatam a questão racial com os sujeitos negros, as pesquisas se constroem apenas com a temática do preconceito. O motivo que o racismo no Brasil, nesse momento da história era visto apenas como ensinamento político que não contribuía para edificação de uma sociedade democrática. Acreditava-se que esse problema social seria resolvido de forma continua pelos processos de modificação das classes e pela atualização.</div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS</strong></div><div><strong> </strong></div><div>BUONICORE, A. C. Reflexões sobre o Marxismo e a Questão Racial. In: BUONICORE, A. C. <em>Marxismo, história e revolução brasileira:</em> encontros e desencontros. São Paulo: Anita Garibaldi, Capítulo 5, (2009). </div><div> </div><div>PIRES, M. J. S. <em>Preconceito Racial:</em> implicações no processo ensino aprendizagem da criança.2014. 34 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia) – Centro de Formação de Professores, Universidade Federal de Campina Grande, Cajazeiras, Paraíba, Brasil (2014).</div><div> </div><div>GUIMARÃES, A. S. A. <em>Preconceito de Cor e Racismo do Brasil</em>. Ver. Antropol., vol. 47, n. 1, São Paulo (2004). </div><div> </div><div> </div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-04 00:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>A busca por igualdade de pessoas com deficiência</title>
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         <description><![CDATA[<div>Marília Oliveira<br>Escolhi este tema, por que por muito tempo para mim foi uma coisa que era inexistente, cresci e nunca ouvi ninguém falando de direitos  que essas pessoas possuem, vejo que é muito pouco falado nos meios sóciais nos quais faço parte, e hoje vou escreve um pouco de como são vistas e pelo que essas pessoas passam desde os seus primórdios até os tempos atuais.<br>Desde as civilizações medievais até os povos indígenas mais recentes,  existe alguma cultura de exclusão e  de crianças que possuíam algum tipo de deficiência. Elas eram entendidas como um mau sinal, vindo de um castigo dos deuses ou de forças superiores. A igreja considerava os anomalias, perseguindo-os e dizendo ser em castigo de Deus. No decorrer da história é possível identificar traços como eram tratados de forma pejorativa portadores de deficiência. Por volta de 400 anos a.C em Esparta, cidade estado da Grécia antiga, deficientes eram lançados de um precipício, justificando que tal prática era um bem a própria criança e a sociedade, pois a maioria dos cidadãos deveriam se tornar guerreiros o que não seria possível a eles, a cena do massacre as melhores de deficientes durante a segunda guerra mundial, sob o comando do nazismo de Hitler,atualmente apesar das diversas transformações ocorridas por essa Castro, ainda se vê dificuldade na inclusão de deficientes na vida social e no mercado de trabalho, tendo os seus direitos como cidadão efetivamente garantido por lei apenas um século xx.<br>Para o filósofo, Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar, dotado de exterioridade, generalidade e coercitividade. Logo, o pensamento do filósofo faz alusão a dificuldade de inclusão de pessoas com deficiência, uma vez que quando o indivíduo cresce em torno de uma família que  discriminam essas pessoas, ela tem de adotar as mesmas atitudes.<br>Na maioria das cidades brasileiras é possível encontrar uma grande defasagem nos meios de mobilidade para deficientes. Pode-se notar isso, nos poucos investimentos a vindos dos órgãos governantes a acessibilidade de ônibus e calçados, além da falta de infraestrutura e fiscalização no âmbito escolar.  Convívio social e do acesso aos estudos Escolas brasileiras não encontram-se preparadas para atender a demanda de jovens deficientes no país. A falta de infraestrutura, o despreparo dos docentes e funcionários prejudicam o ensino destes. Poucos conseguem ingressar no ensino superior, ocasionando dificuldades em conseguir emprego. Apesar da lei de inclusão social, em 2004, na qual abriga empresas com mais de 100 funcionários é ocupada 2% a 5% das vagas com deficiência. Erroneamente, ao invés de proporcionar estímulos fiscais as empresas, como redução de impostos sobre o faturamento, o que favorece a empresa, os deficientes e a própria economia. E apesar da lei gestores alega sobre a falta de qualificação. A carência de investimentos públicos nos deficientes acarreta, consequentemente, na dificuldade incluir os mesmo no mercado de trabalho. Apesar de um cadeirante apresentar basicamente nenhuma limitação para atuar como contador por exemplo, raramente ocupar a essa posição devido a falta de estímulo governamental para contratação.<br> No Brasil, 9 milhões os indivíduos com deficiência em idade de trabalhar, somente 2% se encontra no mercado de trabalho, segundo o instituto Datafolha. Assim o lamentável preconceito das pessoas implica na recusa de assistência médica, na negação de emprego, ou seja, na marginalização dos deficientes. Segundo o censo de 2010, os portadores de necessidades especiais compõem 24% da população brasileira.  Contudo, o restante da população que convive com essas pessoas parece não ter se dado cada de maneira a conviver com as diferenças.<br> Além de todos os problemas de acessibilidade, há uma problemática social envolvida na inclusão dos deficientes. Como o resultado de preconceito, criou-se uma imagem A qual enquadra as pessoas com deficiências como inatas e coitados. Com isso, a desaprovação na sociedade e transtornos, como a depressão, são consequências dos prejuízos causados pela discriminação que leva as péssimas condições sociais e de saúde. Encontraste, iniciativas de valorização da diversidade evidenciam que os indivíduos que têm acesso a mobilidade e autonomia podem evoluir e crescer socialmente, por exemplo a equipe paraolímpica brasileira dos jogos olímpicos de 2016 teve grandes resultados e obteve 72 medalhas na competição .<br>No filme “hoje eu quero voltar sozinho” retrata a vida de um jovem que tem deficiência visual, na obra mostra-se as dificuldades e preconceitos que esse grupo social enfrenta mediante a sociedade. Vê-se que o Brasil ainda é um país capacitismo e a falta de inclusão dessa minoria prejudica a sociedade como um todo. No entanto a ação do capacitista leva em consideração a introdução dessas pessoas em diferentes aspectos da sociedade no esporte no trabalho nas artes no ensino, justamente as pessoas que não são consideradas deficientes por exemplo, nas escola, não basta serem colocados numa sala de aula específica para deficientes, é preciso a junção desses grupos para que haja uma interação no cotidiano. Como já foi falado, a falta de inserção dessas pessoas vírgulas geram preconceito na sociedade em geral o que fortalece as dificuldades com esse público sente para ganhar espaços e destaque nas esferas sociais. Essa impossibilidade faz com que não desenvolva seus talentos. As práticas capacetes assim como a exclusão são muitas vezes sutis e, por isso mesmo, quase imperceptível por essa razão torna-se necessário um olhar mais aberto e acolhedor por parte familiares.<br>A pessoa com deficiência já sofre de todos esses problemas que citamos anteriormente agora  imagine a mulher com deficiência. No Brasil, segundo dados do censo de 2000, 14,5% da população brasileira referiu ser portadora de algum tipo de deficiência, sendo que 53,58%,  dessa população é sexo feminino. Entre as pessoas com mais de 60 anos 49,64% declaram ter alguma deficiência, e entre crianças até 4 anos essa cifra é de 2,28% isso revela que o acúmulo dos anos de vida tem estreita relação com aquisição de deficiência, é possível afirmar que a questão de deficiência tende a ser uma relevante problemática de saúde coletiva e de saúde da mulher ao longo do seu ciclo de vida. Trata-se de um segmento da população que conta com ações inexpressivos voltadas para as suas necessidades nos serviços de atenção primária em saúde, vulnerabilidade que acometam por serem mulheres e importarem deficiências. Esta condição é corroborado na literatura internacional sob a perspectiva de desvantagem: as mulheres com deficiência apresentam duas desvantagens na vida social<br>Fica evidente, portanto, que a acessibilidade e a inclusão social são necessárias para autonomia dos deficientes na sociedade diante disso, é dever do ministério da educação por meio de cursos especiais, investigar a capacitação de profissionais qualitativos para oferecer um ensino de qualidade aos deficientes ademais é de extrema importância que o ministério do trabalho faça parcerias com os setores privados a fim de garantir a ampliação de vagas e regulamentação das condições estruturais da empresa em busca de mais mobilidade<br><br>Referências <br><br>Subjetividade no mercado de trabalho- Luis  Fernando Garcia<br>Deficiência, capacitismo e vulnerabilidade- Anahi Guedes de Melo<br>Mulheres com deficiência- Lívia filha de Melo Santos<br>Durkheim<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 00:22:15 UTC</pubDate>
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         <title>Uma crítica à medicalização pela óptica Histórico-Cultural.  </title>
         <author>Sarahaqluz</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Sarah de Aquino Luz. <br><br></div><div><strong>Introdução <br></strong><br></div><div>            Após uma breve retrospectiva dos assuntos estudados na matéria de Psicologia Histórico-Cultural, o assunto sobre o uso de medicalização dentro do contexto escolar me chama muita atenção, primeiramente pela abrangência trazida pelo tema, que a partir do mesmo podemos trazer muitos questionamentos a cerca das disfunções neurológicas, os problemas sociais e uma infinidade de questionamentos, segundo pela experiência de ter sido uma criança que vivia sendo reclamada pela sua “Hiperatividade” e como consequência tendo uma infância marcada de lembranças da época do meu ensino fundamental, onde do 6 ano ao 8 ano tive que fazer provas dentro de uma salinha com um psicopedagogo, que me relatavam tal necessidade pela fácil perda de atenção dentro da sala de aula. <br><br></div><div>            Sabemos que vivemos em uma sociedade que dependente de medicamentos, de acordo com Welch, Schwartz e Woloshin o uso exacerbado de remédios para sensações físicas ou psicológicas normais (como insônia e tristeza) em sintomas de doenças (como distúrbio do sono e depressão), vem provocando uma “epidemia” de diagnósticos. O crescente número do uso de medicamentos dentro do ambiente escolar, seja como estimulante para aumentar cada vez mais o rendimento do alunado, como também esse uso desregulado e muitas vezes impróprio para relaxar (crianças ou adolescentes) tem trazido preocupações para muitos profissionais da área da saúde. Médicos, psicólogos, farmacêuticos e outras áreas abrangentes, relatam sobre o uso inadequado dos medicamentos e relatam também a gravidade desse problema. <br><br></div><div>            Nesse trabalho avaliativo irei trazer como base autores como: Collares e Moysés, Garrido e Moysés, Foucault, Spazziani, Viegas e freire, Donnagelo e Pereira, Schwartz, Welch, Woloshin. A colaboração dos estudos e seus resultados nos fará ter uma breve visualização de suas críticas a esse uso muitas vezes desnecessário, e uma visão ampla sobre o risco das medicalizações inadequadas. <br><br></div><div><strong>A medicalização e o reflexo social.<br></strong><br></div><div>Como introduzimos o preocupante uso de medicamentos (muitas vezes por sensações normais) traz grandes críticas dos mais diversos cientistas. Moysés nos explica o uso da medicalização como:   O processo pelo qual são deslocados para o campo médico problemas que fazem parte do cotidiano dos indivíduos. Desse modo, fenômenos sociais e políticos são tratados como questões biológicas, própria para cada indivíduo. Sendo assim, como citado anteriormente, a epidemia causada pelo o uso de medicamentos em casos desnecessários traz consequências gravíssimas ao “paciente” e enriquece cada vez mais a indústria farmacêutica. Problemas de vertentes sociais e responsabilidade governamental trazem consequências pessoais. Com isso, Costa nos traz que as descobertas no campo da psicofarmacologia e da genética podem trazer a compreensão do contexto histórico, de uma depressão, por exemplo, para melhor tratar essa situação sem necessariamente o uso de remédios. <br><br></div><div>Ao visualizarmos a necessidade de entendermos o humano e o seu contexto histórico para assim ir a fundo com responsabilidade com os seus tratamentos e necessidades intimas. Para Vygotsky é preciso compreender o desenvolvimento humano como um processo vivo, de permanente contradição com o natural e o histórico, o orgânico e o social. Trazendo para uma perspectiva Historico-Cultural, há uma indigência ao olharmos para as pessoas com os olhos humanos e enxergar suas verdadeiras necessidades sociais e pessoais. <br><br></div><div><strong>  O diagnóstico desenfreado de crianças e adolescentes.<br></strong><br></div><div><strong>            </strong>Moysés e Collares nos relatam que as pessoas transformam problemas de vida em doenças, em distúrbios. E assim surgem como doenças os distúrbios de aprendizagem, os distúrbios de comportamento. O alto diagnóstico principalmente em crianças, de TDAH e TOD vem nos fazendo repensar a respeito do que é ser criança e até onde vai à liberdade da mesma. De acordo com o DSM-IV define TDAH como: “A característica essencial do TDAH é um padrão persistente de desatenção e/ou hiperatividade, mais frequente e severo do que aquele tipicamente observado em indivíduos em nível equivalente de desenvolvimento. [...] Os indivíduos com esse transtorno podem não prestar muita atenção a detalhes ou podem cometer erros por falta de cuidados nos trabalhos escolares ou outras tarefas. O trabalho frequentemente é confuso e realizado sem meticulosidade nem consideração adequada. Os indivíduos com frequência têm dificuldade para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas e consideram difícil persistir em tarefas até seu término. Eles frequentemente dão a impressão de estarem com a mente em outro local, ou de não escutarem o que recém foi dito. [...] Esses indivíduos com frequência têm dificuldades para organizar tarefas e atividades. As tarefas que exigem um esforço mental constante são vivenciadas como desagradáveis e acentuadamente aversivas. [...] Os indivíduos com este transtorno são facilmente distraídos por estímulos irrelevantes e habitualmente interrompem tarefas em andamento para dar atenção a ruídos ou eventos triviais. [...] A hiperatividade pode manifestar-se por inquietação ou remexer-se na cadeira, por não permanecer sentado quando deveria, por correr ou subir excessivamente em coisas quando isto é inapropriado, por dificuldade em brincar ou ficar em silêncio em atividade de lazer, por frequentemente estar "a todo vapor" ou "cheio de gás" ou por falar em excesso.” A alta crítica vem após essa definição. Crianças perfeitamente normais tendem a ter um alto teor de energia a ser gasta por dia, muito maior do que os adultos, os seus questionamentos são maiores a partir dos 3 anos de idade com esses questionamentos vamos ter também a procura e curiosidade, que de certa forma pode ser expressa por várias formas de inquietações. A falta de tempo dos pais, as necessidades de identificações de transtornos, a precária preocupação social com o indivíduo, levam a definições e diagnósticos muitas vezes que desnecessários, assim, tendem a iniciar ou aumentar o nível de medicações para crianças e adolescentes. <br><br></div><div><strong>Conclusão:<br></strong><br></div><div><strong>            </strong>Por fim, os diagnósticos e a medicalização devem ser efetuados quando o problema é verdadeiramente encontrado. A crítica se vem ao diagnóstico por identificação de características insuficientes e sem levar em conta o seu contexto social. É necessário ir além, entender o público que se trata as deficiências advindas do meio e suas vivências, suas verdadeiras necessidades. Para isso, é necessária a fusão entre o governo e os profissionais da saúde para um melhor entendimento populacional e ação eficaz onde verdadeiramente encontra-se o problema. <br><br></div><div><strong>Referências:<br></strong><br></div><div>Scarin, A. C. C. F, &amp; Souza, M. P. R. (2020). Medicalização e patologização da educação: Desafios a Psicologia Esolar e educacional. Maringá.<br><br></div><div>Firbida, F. B. G, &amp; Vasconcelos, M. S, (2019). A construção do conhecimento na psicologia: A legitimação da medicalização. Maringá.<br><br></div><div>Lemos, F. C. S (2014). A medicalização da educação e da resistência no presente: disciplina, biopolítica e segurança. Maringá. <br><br></div><div>Toassa, G. (2012). <em>Sociedade Tarja Preta: </em>uma crítica à medicalização de crianças e adolescentes. Rio de Janeiro. <br><br></div><div>Meira, M. E. M. (2014) Para uma crítica da medicalização na educação. Maringá. <br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-04 00:42:19 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>DESIGUALDADE SOCIAL  <br>  <br>								 Autor: Maria Eduarda Silva F.  <br><br>A princípio escolhe esse tema por conta dos exemplos da desigualdade social que presenciamos diariamente no nosso país. Algumas dessas manifestações de indiferença para com o próximo ocorre por conta da não aceitação das pessoas de que cada um é diferente do outro. Diferentes tipos de pessoas sofrem todos os dias com algum tipo de preconceito, seja ele pela sua classe social, cor da pele, religião, orientação sexual e até mesmo em relação ao seu serviço de saúde. Um dos artigos escolhidos por mim fala claramente sobre o preconceito que as pessoas que dependem do SUS ( Sistema Único de Saúde) passam constantemente pelo simples fato de dependerem de um recurso que é totalmente grátis, e fazendo com que as demais pessoas lhe vejam como inferiores a eles e aos demais.  <br>As pessoas que geralmente sofrem este tipo de preconceito são pessoas que possuem uma baixa renda familiar. Infelizmente no Brasil, é se dado valor a uma pessoa pela sua condição financeira e não pelo simples fato dele ser um cidadão que tem seus direitos e merece todo o respeito que a ele é preciso ter. Fatos como esse é que ocasionam a segregação, ou seja, a separação entre as pessoas de ter baixa renda econômica e as de alta renda econômica para realidades diferentes, onde os de alta renda são os privilegiados: com casas ou coberturas de luxo, carros na garagem, plano de saúde particular entre outros privilégios. Já a classe de renda baixa tem uma realidade bem diferente, não possuem automóveis em suas residências e quando tem são de modelos simples, e geralmente não possuem plano de saúde por suas condições financeiras não conseguir suprir os preços dos gastos.  <br>Para que se haja uma boa convivência social entre ambas as partes é preciso a compreensão de ambas as partes . A classe alta deverão ser mais empáticas se colocando no lugar do próximo e parando de pensar no próprio umbigo , já a classe de baixa renda deveria lutar pelos seus direitos que lhes são concebidos pelas leis do país. Dessa forma ambas as partes deveriam procurar um meio ou uma forma de se darem bem para que possam viver em paz e sem problemas.<br><br>      Um dos grandes obstáculos que ocasiona a desigualdade social são as diferenças que varia de pessoa pra pessoa, cada indivíduo possui características distintas uns dos outros e que são elas que ajudam a formar o caráter de cada pessoa. Essa desigualdade social está relacionada a Psicologia Histórico – cultural pelo fato de a mesma tratar de assuntos relacionados a variedade social, ou seja, as diversas formas de se relacionar socialmente entre as pessoas que estão a sua volta e a sociedade em geral.  <br> 	A abordagem retratada no parágrafo anterior mostra a dificuldade em se relacionar com as pessoas nos dias de hoje, pois na maioria das vezes restringimos as pessoas por elas não estarem de acordo com os padrões impostos pela sociedade e assim criamos um julgamento e um preconceito sem mesmo conhecer a pessoa como ela é , fazendo com que ambos os lados se relacionem com as pessoas que são semelhantes a elas em termos socioeconômicos e assim acabam gerando uma diferença social.  <br><br>Enfim, toda essa abordagem na desigualdade social mostra o quanto a Psicologia Histórico -  cultural  está presente na sociedade. Nos mostrando que há diferença entre as pessoas e que isso faz parte do processo de socialização e transformação da sociedade, fazendo com o que algumas pessoas  não se relacionem umas com as outras por não aceitarem as diferenças que existem entre si.  <br><br>Referência: Desigualdades Sociais e Saúde no Brasil: Produção Científica no Contexto do Sistema Único de Saúde.  <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 00:43:29 UTC</pubDate>
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         <title> EDUCAÇÃO ANTIRRACISTA SOB A PERSPECTIVA DA PSICOLOGIA HISTÓRICO CULTURAL</title>
         <author>vitoriagerusa542</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Vitória Gerusa Barbosa Pimentel Leite.<strong> <br>                                                                                              <br></strong>A escolha do tema veio por achar inicialmente o assunto interessante e que até já foi citado em disciplina como a Psicologia Social, e por achar também mais que essencial trabalhar esse tema principalmente no contexto escolar, pois é um dos primeiros contatos que a criança já tem com o social. De acordo com alguns artigos lidos a questão racial ainda é pouco discutida dentro da comunidade dos pesquisadores, mas é preciso ser falado, pois ser antirracista é acreditar que o racismo é um problema de todos, e todos temos um papel a desempenhar para detê-lo.<br><br></div><div>Primeiramente devemos compreender que o racismo é um grande problema desde a era colonial, impostos pelos colonizadores portugueses quando trouxeram o preconceito baseado na aparência física, na religião e na cultura. Nos dias atuais, o racismo ainda é praticado em cima de grupos minoritários, muitas vezes de forma mascarada. Contudo, pensar em uma educação anti-racista, envolve tratar da relação entre duas pessoas, mas também de permitir que todos tenham sua identidade e história acolhida, principalmente no contexto escolar, pois para promover uma educação anti-racista é preciso reconhecer que o racismo existe na escola, pois ela é constituída pelas mesmas pessoas que circulam fora daquele espaço.<br><br></div><div>Além do mais, somos conscientes que tem racismo no Brasil, mas quase ninguém se assume como racista. Logo, quando aparece alguma hipótese de comportamentos racistas a maioria das pessoas logo enfatiza: “Não tenho preconceito contra negros, afinal tenho amigos negros”. É algo que está em nós e que devemos lutar contra sempre. Ainda percebe quem seja abertamente racista e que se manifesta, porém é preciso notar que o racismo é tão presente que muitas vezes passa despercebido.<br><br></div><div>Vygostky, grande psicólogo da Psicologia Histórico-Cultural, pontua em seus estudos que o ser humano é essencialmente social, pois é através da socialização com os demais indivíduos que ele se desenvolve e humaniza. Portanto, entende-se que o papel da escola é de suma importância para a socialização desses indivíduos, pois, depois da família, a escola é o próximo contato que a criança tem com o social.<br><br></div><div>Vygostky ainda argumenta que é por meio da mediação e pelo processo de imitação que acontece o nosso desenvolvimento e aprendizagem, por isso, o professor é o principal mediador na vida das crianças, com isso, tem o papel de além de apresentar conteúdos propostos, também dialogar sobre temas como igualdade, inclusão, diversidade, para que os alunos saiam dessas convicções impostas pela sociedade.<br><br></div><div>A interação entre escola e família é de suma importância também, pois a família é o principal aliado da escola para poder trabalhar essas questões, ajudando a combater esses problemas, pois assim, não corre o risco do aluno voltar para suas casas e todo o ensinamento aprendido em sala não ser corrompido. Esta influência externa pode ser avaliada na perspectiva de Vygostky que aponta as relações sociais e culturais como fundamentais no processo de apropriação de conceitos, comportamentos humanos e aprendizagem, deixando claro que a forma, o meio e o social influenciam diretamente no comportamento do sujeito.<br><br></div><div>A prática do racismo na escola, na maioria das vezes acontece de forma inesperada, muitas vezes o educador não sabe como e quando entrar nessa discussão de como combater. Por isso, é preciso que a pauta anti-racista faça parte do projeto pedagógico da escola, para que esteja em todas as disciplinas e seja discutido de forma natural. <br><br></div><div>Contudo, uma educação anti-racista é aquela que entende que vivemos em uma sociedade racista, mas que se preocupa em preparar indivíduos que possa se colocar contra esse sistema, ajudando na valorização da identidade e na trajetória de diferentes povos que formam o País.<br><br></div><div>Por isso, é dever do Estado e a todos, garantir por meio da educação, iguais direitos para o desenvolvimento de todos e de cada um enquanto pessoas, cidadãos e profissionais. De acordo com o Estatuto da Igualdade Racial prevê a participação da população negra, em condição de igualdade de oportunidades, na vida econômica, social e cultural do País. <br><br></div><div>Portanto, podemos compreender que o racismo é um problema de todos e que todos temos um papel para deter-lo. Por isso, só haverá uma educação anti-racista se encararmos o problema de frente, se compreendermos que toda alteração legislativa realizada não está dirigida apenas a população negra, mas a todos os brasileiros.<br><br></div><div>Por fim, uma educação anti-racista é um direito de todos; por isso incumbe aos órgãos fiscalizar a inclusão racial no mercado de trabalho e o cumprimento da Lei de Diretrizes e Bases da Educação para que as instituições abordem essa temática, destacando o papel da população negra na construção da sociedade brasileira. <br><br></div><div>Afinal, conforme cita Paulo Freire (2000), “se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela tampouco a sociedade muda.” (p.67).<br><br></div><div>Referências: <br><br></div><div>Silverio, V. R. (2002). Ação afirmativa e o combate ao racismo institucional no Brasil. <em>Cadernos de pesquisa</em>, (117), 219-246.<br><br></div><div>Francisco Junior, W. E. (2008). Educação anti-racista: reflexões e contribuições possíveis do ensino de ciências e de alguns pensadores. <em>Ciência &amp; Educação (Bauru)</em>, <em>14</em>(3), 397-416.<br><br></div><div> Silva Carvalho, D. M., &amp; de França, D. X. (2019). Estratégias de enfrentamento do racismo na escola: Uma revisão integrativa. <em>Educação &amp; Formação</em>, <em>4</em>(12), 148-168.<br><br></div><div>dos Santos Cavalleiro, E. (2001). <em>Racismo e anti-racismo na educação: repensando nossa escola</em>. Selo Negro.<br><br></div><div> <br><br></div><div> <br><br><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-04 00:52:55 UTC</pubDate>
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         <title>DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM: COMPREENDENDO A IMPORTÂNCIA DO PROCESSO DE AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA NO CONTEXTO ESCOLAR.</title>
         <author>ravennasousa3</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/986210672</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>INTRODUÇÃO <br>            </strong>Tive como base na construção desse ensaio a questão habitual apresentada ao psicólogo escolar-educacional e a avaliação das queixas escolares durante o processo de aprendizagem, a fim de aprofundarmos as reflexões teóricas e a didática que estão apresentadas nas produções acadêmicas identificadas, lidas e sistematizadas. O processo de desenvolvimento e aprendizagem centralizou a minha atenção desde o primeiro momento de abordagem, em primeiro lugar por sua objetividade em ajudar, independente do tempo e dos recursos utilizados e em segundo o meu interesse nas pesquisas de Vigotski quanto aos níveis de desenvolvimento. </div><div><strong>            </strong>A partir dessas considerações, busquei verificar a necessidade de melhor compreender como os professores se relacionam com esse processo, e, por esse motivo, estabelecemos como objetivo a investigação das concepções que os educadores constroem sobre a aprendizagem e o desenvolvimento, buscando conhecer também quais embasamentos sobre esses conceitos são utilizam em suas práticas. Podemos compreender que qualquer processo educativo envolve direta ou indiretamente pensar sobre os modos como os sujeitos se constituem. Assim, estudar o entendimento de educadores a respeito da aprendizagem e do desenvolvimento infantil nos auxilia a compreender como as práticas educativas são pensadas. Destacamos aqui o psicólogo como um importante profissional, que pode contribuir na construção de práticas educacionais, por meio do estudo de referenciais teóricos que auxiliam nessas práticas.</div><div><strong>            </strong>A escolha do tema se deu a partir do meu interesse pessoal em aprofundar os conhecimentos dentro dessa área. Desta forma, após analisar um total de nove (7) artigos encontrados no SCIELO, que tiveram aproximação com a categoria central aqui apresentada. Os procedimentos de análise seguiram os seguintes passos: primeiro a leitura dos títulos para identificar à temática, segundo a leitura do resumo, a fim de perceber o que tratavam e quais os resultados encontrados e terceiro a análise interpretativa para verificar as principais temáticas definidas pelos trabalhos analisados.<br><br></div><div><strong>A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA DE CRIANÇAS QUE APRESENTAM DIFICULDADES NO CONTEXTO ESCOLAR</strong></div><div><strong>            </strong>O princípio dos Transtornos de Aprendizagem inclui uma interação de fatores genéticos, ambientais e epigenéticos. Isso induz a capacidade do cérebro em processar ou captar as informações, seja elas verbais ou não-verbais. Os Transtornos de Aprendizagem afetam a postura cognitiva da pessoa, o que justifica a necessidade de um acompanhamento psicológico. </div><div><strong>            </strong>Considerando a perspectiva Histórico-cultural na avaliação psicológica das queixas escolares, é importante ressaltar como analisar a história da produção da queixa, o contexto em que ela foi criada, as medidas pedagógicas tomadas para a superação das dificuldades e as superações já alcançadas em relação às dificuldades apresentadas pelos alunos. Envolver equipe pedagógica, professores e pais no processo de avaliação é indispensável, de forma que todos possam auxiliar na compreensão e na avaliação da potencialidade da criança; na utilização de testes psicológicos como complemento da avaliação e não como critério de classificação e discriminação.</div><div><strong>            </strong>Dessa forma, a atuação do psicólogo escolar e educacional deve compreender os fenômenos humanos sempre de modo contextualizado em determinado tempo e espaço, levando em consideração a construção histórica tanto dos processos psíquicos como dos educacionais. A avaliação psicológica é um processo técnico e científico com fundamentação em teorias psicológicas que trazem informações de caráter explicativo sobre fenômenos psicológicos. O processo de avaliação psicológica em aprendizagem deve partir do pressuposto de contextualizar a criança, não pode simplesmente aplicar o teste psicológico ou desconsiderar toda uma realidade biopsicossocial. A aplicação de uma boa anamnese, entrevista com pais e a construção de uma empatia são instrumentos fundamentais. O psicólogo deve entender não somente o comportamento da criança na escola, mas como a família influencia nesse comportamento.</div><div> </div><div><strong>A PERSPECTIVA HISTÓRICO-CULTURAL</strong></div><div><strong>            </strong>As inquietações de Vygotsky sobre o desenvolvimento da aprendizagem e a construção do conhecimento percorriam pela produção da cultura, como resultado das relações humanas. Portanto, ele procurou entender o desenvolvimento intelectual a partir das relações histórico-sociais, ou seja, buscou demonstrar que o conhecimento é socialmente construído pelas e nas relações humanas. </div><div><strong>            </strong>Para Vygotsky, o homem possui natureza social, uma vez que nasce em um ambiente carregado de valores culturais: na ausência do outro, o homem não se faz homem. Partindo desse pressuposto, o autor criou uma teoria de desenvolvimento da inteligência, na qual afirma que o conhecimento é sempre intermediado. Nessa perspectiva, a criança nasce apenas com funções psicológicas elementares e, a partir do aprendizado da cultura, essas funções se transformam em funções psicológicas superiores. Porém, essa evolução não se dá de forma imediata e direta; as informações recebidas do meio social são intermediadas, de forma explícita ou não, pelas pessoas que interagem com as crianças. É essa intermediação que dá às informações um caráter valorativo e significados sociais e históricos. Vale dizer que essas informações não são interiorizadas com o mesmo teor com que são recebidas, ou seja, elas são reconstruídas internamente, em uma linguagem específica para cada pessoa. Em outras palavras, cada processo de construção de conhecimentos e desenvolvimento mental possui características individuais e particulares. </div><div><strong>            </strong>Nesse contexto, o homem constitui-se enquanto tal a partir da relação que estabelece com o outro, enquanto ser social. Assim, “a cultura se torna parte da natureza humana, num processo histórico que, ao longo do desenvolvimento da espécie e do indivíduo, molda o funcionamento psicológico do homem”. Ou seja, o desenvolvimento intelectual do homem está intimamente ligado às relações sociais, que têm como produto a cultura, o conhecimento.</div><div><strong>            </strong>É importante salientar que Vygotsky reconhece a importância das definições biológicas da espécie humana, porém, para ele, o que mais influencia na formação do indivíduo são as interações sociais que fornecem instrumentos e símbolos carregados de cultura, os quais fazem a mediação do indivíduo com o mundo, fornecendo-lhe elementos para a formação dos mecanismos psicológicos, fundamentais para as aprendizagens e o desenvolvimento.<br><br></div><div><strong>CONCLUSÃO</strong></div><div><strong>            </strong>A temática abordada mostra-se relevante, pois no trabalho com crianças é necessário conhecer suas especificidades, seus processos de aprendizagem e de desenvolvimento para planejar intervenções intencionalmente voltadas ao desenvolvimento infantil. Ressaltando a importância da mediação do avaliador, pois quando esta é utilizada e informações são fornecidas ao indivíduo, podem-se ter resultados diferentes daqueles obtidos quando este realiza a atividade, sozinho. No entanto, não basta apenas mediar a aplicação dos testes psicológicos, tão questionados por diversos psicólogos. É importante estudar a origem de determinado comportamento, como se deu seu desenvolvimento e que fatores condicionaram sua manifestação.</div><div><strong>            </strong>Os resultados das pesquisas dentro dos artigos demonstram que os autores citados com mais freqüência pelos participantes são integrantes da Escola de Vigotski, ou Teoria Histórico-Cultural, porém a utilização de estratégias e instrumentos para realizar a avaliação das queixas escolares não mostra serem considerados os pressupostos desta vertente teórica, uma vez que, nesta perspectiva, a avaliação deve compreender como a criança está mediando suas respostas. Faz-se necessário investigar o seu comportamento e desenvolvimento por meio da descoberta dos instrumentos psicológicos que ela mesma emprega.<br><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS <br></strong><br></div><div>Suely Amaral M. (2010). <em>Ensinar e aprender a linguagem escrita na perspectiva histórico-cultural</em></div><div>Juliane Cristina Z. (2020). <em>A Relação entre o Ensino de Ciências da Natureza e a Formação da Concepção de Mundo à luz da Psicologia Histórico-Cultural</em></div><div>Camila Turati P. (2017). <em>Concepções de educadores infantis sobre aprendizagem e desenvolvimento: análise pela psicologia histórico-cultural</em></div><div>José Carlos L. (2004). <em>A aprendizagem escolar e a formação de professores na perspectiva da psicologia histórico-cultural e da teoria da atividade</em></div><div><em> </em></div><div> </div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 00:55:40 UTC</pubDate>
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         <title>Educação especial : buscando a superação</title>
         <author>cronembergercosma</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/986223325</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 01:01:25 UTC</pubDate>
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         <title>TDAH na perspectiva da Psicologia Histórico-Cultural</title>
         <author>annavictoriap</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ana Victória Pinheiro Nunes<br><br></div><div>Fiz a escolha deste tema por ter muita afinidade com o mesmo e também por ser importante discorrer sobre o desenvolvimento da atenção voluntária na ótica da psicologia histórico-cultural para que assim haja maior entendimento sobre o Transtorno de déficit de Atenção/Hiperatividade (TDAH), este transtorno é neurobiológico e surge por meio dos genes com isso acredita-se que a mesma tenha transmissão hereditária, tendo como um dos sintomas predominantes a falta de atenção, inquietação e a impulsividade. Geralmente essa adversidade surge no período da infância e em muitos casos a doença acompanha o individuo por toda sua vida.   <br><br></div><div>Os profissionais da saúde e de instituições de ensino cada vez mais se deparam com um número elevado de casos de crianças que recebem este diagnostico sendo assim notório que a mesma está em constante crescimento, o TDAH passou a ser compreendido por as pessoas quando passou-se a observar o indivíduo que a possui a doença, como ele interage com o meio social, sendo assim, um fenômeno interpsicológico. <br><br></div><div>O tratamento dessa doença pode ser feito por meio de medicamentos, sendo um deles o metilfenidato que é popularmente conhecida por: Ritalina. Está droga é um estimulante do sistema nervoso central, o uso dessa medicação potencializa a atenção, o foco e a concentração, aumentando assim a produção e os níveis de dopamina e noradrenalina. Para crianças que enfrentam essa doença este medicamento se faz favorável em contexto de sala de aula que é quando ele mais precisa direcionar sua atenção, entretanto, o metilfenidato deve ser indicado apenas como coadjuvante desse transtorno, sendo muito recomendado também a psicoterapia, pois apesar dos benefícios ele possui efeitos colaterais como enjoos, insônia, alteração dos batimentos cardíacos, perda de apetite, e até reações piores como convulsões, alucinações, desmaios, etc.<br><br></div><div>A Psicologia Histórico- Cultural busca direcionar o “reflexo da orientação’ para a atenção voluntária, propondo assim um caminho mais humanizado, pois de acordo com essa ciência para compreender este transtorno é importante atentar-se no desenvolvimento humano, destacando as marcas sociais e os elementos sócio-históricos que constituem o sujeito em questão e não apenas a questões biológicas. <br><br></div><div>A Psicologia Histórico-Cultural não propõe uma visão reducionista, e sim uma visão que busque entender o desenvolvimento orgânico do paciente que possui o transtorno, o mesmo questiona vigorosamente o uso de medicamentos no tratamento da disfunção mental quando se trata de crianças que possuem hiperatividade ou falta de atenção, pois acreditam que pode haver uma compreensão mais clara quando se vê as condições sociais, culturais, históricas e biológicas e só quando ocorre a unificação destes quatro adjetivos se torna possível tirar a conclusão de como está se dando a formação psicológica do indivíduo em questão. <br><br></div><div>Com a correria que no decorrer do tempo passou a existir na vida das pessoas e com a necessidade de viver com praticidade, imediatismo, lógica nas multitarefas, pode acabar tendo acarretado problemas na atenção e no foco desses indivíduos, em especial em crianças, pois, até mesmo nas instituições de ensino que frequentam por vezes acabam sendo pressionados por seus professores para que ele aprenda a sobreviver no mundo adulto com toda a praticidade possível, de acordo com isso é nítido que este transtorno pode ser agravado de diversas maneiras. <br><br></div><div>A psicologia histórico-cultural foi desenvolvida por Vigotski e Luria, ambos acreditavam que o comportamento humano deve ser estudado como um todo, sem tirar nenhum dos adjetivos citados acima. Vigotski não concebia que se estudassem tais linhas de desenvolvimento em separado, mas como uma ruptura dada na linearidade biológica e, ao mesmo tempo, um salto qualitativo na direção da história humana, condicionada pelo desenvolvimento e aperfeiçoamento dos instrumentos e signos (Vigotski &amp; Luria, 1996) <br><br></div><div>Nesse ponto de raciocínio, Luria acreditava que para compreender a atividade humana se faz necessário atentar-se ao meio social que o indivíduo está inserido e como o mesmo interage com grupos, pois é a partir deste seguimento que podemos observar a evolução da criação de novos comportamentos, apesar da estrutura biológica do homem não ter sofrido muitas alterações, foi por meio do trabalho que é a atividade vital do ser humano que passou a se notar mudanças na forma de compreender o mundo e de se relacionar com outras pessoas. <br><br></div><div>Para Vigotski, a compreensão do homem singular deve partir primeiramente do entendimento do contexto sociocultural ao qual este homem pertence, pois, segundo o autor, personalidade, caráter e comportamento de um indivíduo têm íntima ligação com a evolução social, com os aspectos do grupo e, fundamentalmente, com as relações sociais de produção. (Leite &amp; Tuleski, 2011). Vigotski acredita que para melhorar a compreensão sobre o desenvolvimento humano se faz necessário observar de que maneira o emprego de instrumentos e dos signos passam a possibilitar a maneira que o ser humano a conquistar o meio externo em que vive e também sua própria conduta. <br><br></div><div>Cada vez mais são encontrados indivíduos desatentos e hiperativos, pode-se pensar que a sociedade atual, a partir das especificidades das relações sociais de produção hoje vigentes e dos processos educativos delas derivados, vem produzindo sujeitos com tais características. (Leite &amp; Tuleski, 2011).<br><br></div><div>No quesito escolar se faz essencial organizar a perspicácia da criança, fazendo assim com que o mesmo tenha mais facilidade para direcionar o seu foco de atenção, é de suma importância também que os professores tragam materiais estimulantes que envolvam o jovem no conteúdo, pois quando eles passam a entender o assunto, aquilo acaba prendendo sua atenção e melhorando sua compreensão. "A atenção se fixa melhor quando se exige do aluno um trabalho mental a seu alcance, mas o obriga, no entanto, a certo esforço de sua parte" (Smirnov &amp; Gonobolin, 1960, p. 197).<br><br></div><div>As instituições de ensino possuem os melhores meios para tratar este transtorno, pois é por meio da educação que se torna mais fácil o caminho para chegarmos a atenção voluntaria, e para desenvolver esta atenção é fundamental que o aluno tenha a devida percepção sobre o cumprimento de suas obrigações, pois esta atenção é a mesma que organiza a ação, por isso se faz tão importante a compreensão da criança sobre sua atenção para que assim ele passe a ter aprender. "Se o aluno compreende com clareza o que o professor quer e para que é necessária determinada tarefa, estará muito mais atento" (Smirnov &amp; Gonobolin, 1960, p. 197).<br><br></div><div>Estas crianças recebem grande influência dos adultos que convivem com ela e com isso acabam recebendo muita pressão para seguir aquele modelo. Considerando que estes adultos vivem neste cotidiano conturbado de trabalho e participam da educação das crianças, e, conforme exposto anteriormente, a atenção voluntária começa a se desenvolver já nos primeiros anos, na convivência com as figuras cuidadoras, dependente, pois, da qualidade de tais mediações, é possível projetar o impacto que terá no desenvolvimento infantil o "modelo multifocal" característico de grande parte dos adultos na atualidade (Leite &amp; Tuleski, 2011). A educação vem recebendo a "missão" de preparar alunos para o mercado de trabalho, porém isso ocorre apenas na aparência, pois o que ocorre de fato é que não há mercado de trabalho para todos, logo, apenas alguns terão sucesso e os que fracassarem serão responsabilizados individualmente por isso, visto que a escola apenas aparentemente cumpriu com o seu papel (Gentilli, 1998).<br><br></div><div>A teoria da Psicologia Histórico-Cultural dentro da sua dimensão de compreensão esclarece que antes mesmo de debater sobre comportamentos hiperativos e problemas de falta de atenção é necessário parar e analisar o ambiente cultural que o indivíduo está inserido.  </div><div> </div><div> </div><div><strong>                                                         Referências:</strong></div><div>Leite, Hilusca Alves, &amp; Tuleski, Silvana Calvo. (2011). Psicologia Histórico-Cultural e desenvolvimento da atenção voluntária: novo entendimento para o TDAH. Psicologia Escolar e Educacional, 15(1), 111-119. <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572011000100012">https://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572011000100012</a></div><div>Neves, Anderson Jonas das, &amp; Leite, Lúcia Pereira. (2013). O desenvolvimento da atenção voluntária no TDAH: ações educativas na perspectiva histórico-cultural. Psicologia Escolar e Educacional, 17(1), 181-184. <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572013000100020">https://dx.doi.org/10.1590/S1413-85572013000100020</a></div><div>Viana, Ezequiel Francisco Carvalho, &amp; Coêlho, João Paulo Lopes. (2020). Desenvolvimento da atenção voluntária e a crítica medicalização da educação: TDAH à luz da psicologia histórico-cultural, 16(9), 10-34117.  </div><div>https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/7938/6881</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 01:02:24 UTC</pubDate>
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         <title>Educação especial :buscando a superação</title>
         <author>cronembergercosma</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/986233773</link>
         <description><![CDATA[<div>superaçãosuperação</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 01:06:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/986249404</link>
         <description><![CDATA[<div>Bullying escolar <br>               <br>Francisca Viviane Rodrigues de Sousa <br><br>Eu escolhi esse tema para a realização desse trabalho por ser um fenômeno que acontece com bastante frequência no ambiente escolar e eu gostaria dia entender e aprender mais sobre esse tema, a prática do bullying tem se tornado casa vez mais comum na sociedade e principalmente no ambiente escolar a dimensão do bullying está em todas as classes econômicas um a cada dez estudantes brasileiros são vítimas <br>A vítima se sente rejeitado e humilhado e rebaixado podendo desenvolver quadro de depressão , dificuldade de relacionamento entre outros problemas que podem levar até ao suicídio essas “brincadeirinhas” são repetitivo e persistente, o bullying pode ocorrer por conta  da posição social da vítima de suas características físicas ou de algum traço de personalidade, geralmente as pessoa tímidas e quieta sofrem mais com esse tipo de agressão, em um reportagem exibida no fantástico no dia 27 de Março de 2011 o Rep Emicida relata que quando era criança foi vítima ele conta que foi humilhado e perseguindo por conta de sua posição social e sua cor de pele ele conta que muitas vezes pensou em desiste de frequentar a escola.<br>Vale lembra que o problema não começa da noite para o dia, mais as vítimas preferem não se abrir seja por medo, por auto preservação, por achar que não darão importância ou por esta sofrendo fortes ameaças, geralmente quando eles optam por falar o problema já está instalado a bastante tempo por isso torna-se tão importante a abordagem sobre esse tema com os pais e educadores é importante que tanto os alunos quanto a família e toda a equipe escolar precisam estar esclarecidas em ralação ao assunto, sabendo das suas seriedade e consequências o bullying pode ser combatido com medidas de prevenção e de interação ia capacitação do corpo docente em relação a essa prática.<br>Apesar de não ser uma doença tanto a vitima quanto o agressor precisam de tratamento, ainda que sejam com objetivos diferentes. A psicoterapia ajudar a restabelecer o equilíbrio e superar vivências traumáticas levando a um desenvolvimento emocional saudável e minimizando os traumas gerado pelo bullying <br><br><br><br><br><br><br><br><br><br>Referência: https://scholar.google.com/?oi=gsb00&amp;lookup=0&amp;hl=pt-BR<br><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2020-12-04 01:13:26 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>cronembergercosma</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/986259566</link>
         <description><![CDATA[superação]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 01:17:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/986373423</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>Medicalização da educação: as novas tendências</title>
         <author>luanarsg23</author>
         <link>https://padlet.com/pedrovictor17/9v3npsz5q3bns5l8/wish/986373588</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><strong>INTRODUÇÃO</strong></div><div>Quando analisei a temática da medicalização educacional pude notar a sua ocupação em um lugar de destaque nos debates educacionais. As novas tendências da patologização da aprendizagem é centro de atenção de educadores, médicos, psicólogos e até pais. Essas tendências também são causadoras de divergentes opiniões. As variadas sugestões sobre o tema têm gerado recorrentes preocupações sobre os avanços ou retrocessos em relação ao lugar que os sujeitos ocupam na vida e, por conseguinte, na escola.</div><div>A minha escolha desse tema gira em torno da busca por uma compreensão máxima em todos os aspectos que envolvem esse problema, visando a construção de uma opinião embasada sobre o assunto e a intensificação de idéias já formadas. </div><div>A medicalização tem sido estudada por diversos pesquisadores pelas influências que se observam nas diversas áreas do saber da vida moderna. Nesse trabalho, o discurso da medicalização ganha expressão, na medida em que a natureza do conhecimento dos temas de saúde e o processo pedagógico escolar absorve como princípio básico uma sociedade medicalizada.</div><div>Para iniciar o meu posicionamento, tomarei como base o desenho animado citado em um dos artigos escolhidos, mais especificamente o terceiro episódio da quarta temporada de desenho animado, adulto, americano, conhecido como South Park, intitulado Timmy. Embora seja um programa ridicularizado, traz em seu roteiro a discussão sobre o transtorno do déficit de atenção - TDA e o uso da substância metilfenidato, substância ativa do conhecido remédio Ritalina, que no desenho é chamada de Ritalin. Nesse episódio, a questão gira em torno de um professor, alunos, pais, médicos e funcionários da escola na lida com o transtorno de déficit de atenção.</div><div>Escolhi esse episódio para ser inserido neste ensaio com o objetivo de refletir sobre a concepção da educação medicalizada em contraposição a uma proposta de educação baseada na psicologia histórico-cultural. Dessa forma, a educação patológica, estará sendo confrontada à abordagem da psicologia histórico cultural, defendida por Vigotski.</div><div><br><br></div><div><strong>DESENVOLVIMENTO</strong></div><div>Durante a pesquisa analisei que a medicalização do âmbito educacional é um tema de interesse de vários pesquisadores das áreas de Psicologia, Medicina e Educação. No Brasil, essa prática também está tomando grandes proporções, gerando a chamada “era dos transtornos”, visíveis no aumento vertiginoso do consumo de psicotrópicos, criação de projetos de lei medicalizantes e ampliação progressiva do número de pessoas diagnosticadas com supostos transtornos, como TDAH e dislexia. Esses transtornos têm sido considerados atualmente doenças sérias e sua propagação é feita sem nenhum reconhecimento do fato de que dentro da própria ciência médica há graves questionamentos quanto a sua imprecisão e fundamentação em pesquisas construídas com grandes distorções. 	</div><div>	Neste trabalho, decidi utilizar em conjunto as expressões “patologização e medicalização da educação” para destacar dois lados desse complexo reducionismo operado no entendimento do humano. Concebemos que a primeira é uma expressão que amplia a compreensão, por não remeter a uma área específica do conhecimento, e marca o processo de transformação de fenômenos de escolarização em doenças de indivíduos. Já a segunda nos insere tanto numa discussão histórica ampla quanto numa militância política atual e evidencia como o aparato técnico-científico singular da medicina tem, ao longo da história, ainda que com diferentes intensidades em cada momento, avançado sobre o contexto educativo.</div><div>Entendemos que estudar o processo de e medicalização da Educação Superior torna-se fundamental a fim de possibilitar projetos educacionais mais acolhedores da diversidade do desenvolvimento humano na universidade. Nesse sentido, esta pesquisa foi realizada na Universidade de Brasília com o objetivo de compreender de que maneira os discursos e as práticas patologizantes e medicalizantes se materializam no cotidiano universitário.</div><div><strong>CONCLUSÃO</strong></div><div>Com as discussões acerca da construção do conhecimento em saúde, podemos evidenciar que esse processo tem sido marcado historicamente por um conflito inerente à sua própria trajetória; originado inicialmente para inserir as classes pobres no projeto político econômico da burguesia, tinha um componente moral e estético predominante, mas que só foi sustentado pelo discurso científico que se sucedeu. A medicalização da educação adota exatamente essa perspectiva de sujeito que é biológico e não histórico. Assim, a escola e a sociedade de modo geral, ao assumirem espontaneamente ideais como esse, ao contrário do que se pretende que é o de respeitar os indivíduos em suas potencialidades, os exclui dos processos sociais aos quais convivem.</div><div>A concepção vigotskiana permite a descoberta para as possibilidades em desatar os nós que amarram a educação às práticas patologizantes. Com as contribuições de Vigotski é possível pensar em práticas pedagógicas desafiadoras, pois o ensino e a aprendizagem estão alicerçados em condições biológicas diferenciadas e, em consonância, com os aspectos culturais e históricos dos sujeitos. Nesse caso, o educador social tende a promover a inclusão desvelada.</div><div><strong><br></strong><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS </strong></div><div>Cáritas Vanucci B. (2015). <em>Timmy: Um episódio de south park que traz críticas à medicalização da educação e apoia os princípios da psicologia histórico-cultural</em> </div><div>Mariana Dias B. (2018). <em>Medicalização e educação: análise de processos de atendimento em queixa escolar.</em></div><div>Julia Chamusca C. (2017). <em>Patologização e Medicalização da Educação Superior</em></div><div>Marisa Eugênia M. (2012). <em>Para uma crítica da medicalização na educação. </em></div><div>Spazziani, Maria de Lourdes. (2001). <em>A saúde na escola: da medicalização à perspectiva da psicologia histórico-cultural</em></div><div>Caio Cesar Portella. (2016). <em>Educação, medicalização e desenvolvimento humano: uma leitura a partir da teoria histórico-cultural</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:09:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:09:56 UTC</pubDate>
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         <title>Preconceitos</title>
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         <description><![CDATA[<div>Wadny Davyd Moura Rêgo</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:20:33 UTC</pubDate>
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         <title>Homofobia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Escolhi o tema pela grande relevância do assunto e por conviver com meu irmão (homossexual), onde acredito ter desenvolvido uma sensibilidade, muito pelo fato de já ter sido por diversas vezes homofóbico e ver o impacto que tinha na cabeça dele. Desde a criação dos termos (heterossexualidade) e (homossexualidade) houve uma generalização onde o primeiro é o bom, normal, enquanto o segundo, passou a ser o ruim, anormal e pervertido. Essa visão virou uma “verdade absoluta” e foi passada a frente e enraizada na sociedade, tornando assim a vida de homossexuais muito difícil em todos os sentidos, pois ao decorrer da historia foram oprimidos e até mesmo tratados como enfermos e isso parece algo distante, mas não é, já que no ano de (2019) foi discutido “a cura gay”, algo que só mostra que mesmo depois das diversas conquistas da classe, “conquistas” essas que foram  a vera, depois de muitas lutas, mostram que as “raízes” são duras e que a sociedade precisa muito mais do que uma “enxadada” e sim uma ação coletiva que inclua as autoridades, veículos de comunicação etc. para promover ainda mais a igualdade e transformar cada vez mais o que já foi um dia anormal em normal. Pois, é assim que deve ser visto. A homossexualidade não é nada mais nada menos que um “gênero”, não digo escolha, porque acredito que seja mais uma condição, uma pessoa não escolhe ser homossexual ela simplesmente é, e não deve ser recriminado por isso, como ninguém deve ser por gostar de forro ou não gostar de sushi. pois, na vivência com meu irmão e generalizando, os homossexuais só querem “liberdade” de ser eles mesmos, e isso discorro pelo fato de meu irmão ser uma pessoa melhor depois de começar a ser ele mesmo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:36:21 UTC</pubDate>
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         <title>Bullying Escolar</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Stéfany Shaienny Silva Pachêco.<br>Escolhi essa temática, pois além de ser algo ainda muito presente, vivi e convivi com algumas práticas que me levaram a ter o pensamento de ser privilegiada quando este é o assunto. Fui evoluindo e com o passar dos anos obtendo esse pensamento diferente, talvez algumas pessoas digam que essa educação foi ensinada para minha pessoa.<br>O bullying envolve questões de poder e parte na maioria das vezes de pessoas que se acham mais fortes, podendo acontecer de formas agressivas fisicamente, moralmente, e psicologicamente, de forma verbal ou não. De acordo com a perspectiva do Materialismo Histórico Dialético (MHD) destacam- se as questões de natureza social e relacionada à sociedade capitalista quando o assunto é bullying.<br>A escola é, geralmente, o primeiro lugar que o ser humano tem contato com a sociedade, a partir dela entende que existem camadas sociais como: professores, coordenadores, diretor e etc. É também onde os indivíduos vão se apropriando de objetivações culturais, formadas socialmente e que orientam a construção de sua personalidade. É nesse ambiente social que temos contato com pessoas que estão no mesmo processo, por exemplo, as crianças no ensino fundamental ou de educação básica onde o bullying é mais concentrado de acordo com OLWEUS, 2006. E é a partir dessas relações que a criança tem com as outras que se pode entender que existem camadas até mesmo entre seus próprios colegas.<br>Acontecimentos na infância podem acarretar danos no futuro afetando a vítima de forma que lhe traga dúvidas sobre si mesmo, baixa autoestima, medos e etc. Lisboa, Braga e Erbert (2009) destaca que ‘’O bullying pode ter efeitos em longo prazo, ao influenciar as atitudes, os comportamentos, o autoconceito das vítimas, a imagem que tem dos outros e do mundo e até da própria vida mencionam ainda casos extremos nos quais as vitimas cometem suicídio.”<br>Algumas pessoas consideram o bullying como algo ‘’natural’’ de criança, chegando a afirmar que quando crescer isso muda. Logo, não é bem assim, essas atitudes podem influenciar na personalidade da criança e em seu desenvolvimento. De acordo com a teoria histórico cultural, para que os indivíduos em posição de vulnerabilidade social consigam o que a sociedade tem a oferecer é preciso superar interpretações que visam a sociedade de<br><br>forma ‘’homogênea”. O bullying vem pra oprimir as crianças e pessoas de todas as faixas etárias que não estão necessariamente dentro do padrão que essas camadas exigem. Esse mal perdura freneticamente na raiz da escola, sendo nutrido pela falta de estrutura da mesma. E é a escola um reflexo da sociedade em geral.<br>Portanto, para solucionar esse problema se faz necessário o debate diário, começando na infância com o apoio da escola e dos pais. Além da promoção de debates com os pais ou responsáveis, pois, muitas vezes os próprios são incentivadores de tais atos, mesmo que de forma inconsciente, por exemplo, ao fazer um comentário maldoso sobre aparência de alguém na frente da criança. ‘’Ao diferenciar os homens dos animais chamam atenção para o fato de que as diferenças entre os mesmos incidem justamente no fato de que o homem, ao produzir seus meios de vida, produz a sua própria vida material. Ao transformar a sua natureza, o homem se apropria da mesma e se objetiva dela. “Dessa forma, aquilo que os homens são dependerá exclusivamente das condições materiais de suas produções.” (Marx e Engels,1974).<br>Entender que o bullying está associado ao papel do humano na sociedade, implica diretamente na sua relação para com o meio, nos leva a pensar que isso se resume a uma relação que compreendemos como relação de poder. E qual poder seria este? Pois bem, o poder que lhe coloca e define na posição de ser privilegiado ou desfavorecido mediante seus colegas de turma. Ora, ganhar vantagem em cima da aparência, personalidade, etc do colega é melhor do que ser a pessoa que é caçoada por tais critérios, e assim é formada a Educação na instituição de ensino chamada Escola, lugar onde é preciso ser muito mais do que criança para lidar com problemas que geralmente os perseguem por toda uma vida. Infelizmente e principalmente na atual situação do nosso País, crianças que estão inclinadas a sofrer essas opressões, trazem consigo uma bagagem que a sociedade já tem imposto, muitos já sentem por estarem imersas em uma Classe Social que pouco é notado, mas que ocupa a maior parte do Brasil, a Classe C.<br>Dito isso, compreende- se que nas relações de poder, ainda que sejam dentro de uma instituição Escolar, existe a luta de classe, de forma nítida, não a luta de classe que conhecemos quando citamos Karl Marx, mas a luta que nos prepara para essa, quando vemos que alguns simplesmente estão acima de outros e isso lhes dá lugar para se sentir superior a ponto de diminuir alguém por ser quem ela é, ocorrendo na nossa própria zona social em seu dia-a-dia, no trabalho, na faculdade, até mesmo entre a própria família. A verdade é que esse é mais um efeito colateral do Capitalismo, individualismo, egocentrismo e reprodução de seres humanos. Reprodução porque a Escola não está preocupada no ensino de fato, está<br><br>preocupada na formação de seres humanos com mentes que não tenham essa consciência, e “saibam seu lugar”.<br>Não podemos relacionar o bullying a personalidade natural da criança, Rousseau diz na sua Obra “Contrato Social” que “o homem nasce bom, a sociedade o corrompe”, então significa que tudo o que somos, aprendemos ser foi nos ensinado, ou copiamos. Caso não estivéssemos submersos nessa realidade, teríamos práticas que temos? É preciso entender que antes de tudo o déficit do ensino está nas nossas relações extra-escolares. A sociedade humana desde os primórdios convive com diversos tipos de violência dentre elas o bullying. É notório em acontecimentos históricos que envolvem o preconceito como, por exemplo, o apartheid. O que leva a pensar por que só então agora isso vem sendo discutido?<br>Acontece que cada vez mais isso vem crescendo e se tornou para muitos “fases’’ ou até mesmo ‘’normal’’ do ser humano. Hoje em dia isso se tornou algo que afeta bastante o psicológico dos jovens, levando até mesmo ao suicídio. A questão a se pensar em busca de solucionar isso é se perguntar “ Por que isso acontece? “Por que nós jovens nos deixamos fragilizar por essas questões?”<br>Como relatado no início do texto, é a escola a base da sociedade e ela é um bom local onde se deve ensinar essas questões e falar sobre para torna-se um ambiente adequado ao desenvolvimento, aprendizagem e formação do cidadão. Ter uma visão crítica sobre esses acontecimentos é fundamental para busca de soluções. Conhecer a si mesmo e a importância da sua existência e do seu relacionamento com mundo e a sociedade também é necessário.<br>Além de trabalhar essa temática desde a infância com palestras, os debates com os pais ou responsáveis se tornam fundamentais para buscar identificar atitudes típicas do bullying e a base para solucionar esse impasse que pode trazer diversas consequências tanto para o ser humanos como indivíduo como para um ser integrante da sociedade.<br>          <br>Referências:<br>Francisco, Marcos Vinicius, &amp; Coimbra, Renata Maria. (2015). Análise do bullying escolar sob o enfoque da psicologia histórico-cultural. Estudos de Psicologia (Natal), 20(3), 184- 195. https://dx.doi.org/10.5935/1678-4669.20150020<br>Francisco, M. V., &amp; Coimbra, R. M. (2019). Bullying escolar e os processos de resiliência em-si sob a ótica da teoria histórico-cultural. ETD - Educação Temática Digital, 21(1), 145-163. https://doi.org/10.20396/etd.v21i1.8651418<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:43:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>AUTISMO<br>Romária da Silva Sousa <br>Meu nome é Romária e tenho um irmão Autista severo não verbal, hoje já na fase <br>adulta. Sempre que me apresento em algum lugar que falo sobre minha composição familiar, <br>sempre apresento minhas irmãs e reservo um bom terço da conversa pra falar do meu irmão,<br>é bem mais complicado e complexo, ele tem problema mental? ah, sei é deficiente. O que <br>me motiva e escolher essa temática é a relação família que tenho com meu irmão, e minha <br>experiência particular e inarrável com esse mundo tão silencioso e bastante incompreendido <br>por muitos. Comecei estudar a temática em termos científicos desde do diagnóstico do meu <br>irmão que se deu de forma bem tardia, desde então tenho acompanhado os estudos nessa <br>área. A minha experiência com Autismo também me leva a querer de alguma forma <br>contribuir nessa área como profissional da psicologia que serei no futuro, digo isto por saber <br>que muito perdemos do meu irmão por falta de profissionais e oportunidade de lhe propiciar <br>desenvolvimento de algumas habilidades orgânicas que ele acabou por não desenvolver <br>Nessa perspectiva de entraves entre diagnóstico e tratamento, pessoas com autismo <br>ainda tendem a viver em um mundo bastante silencioso, entre as principais características <br>do autismo a linguagem se destaca, seja ela verbal ou não. Os portadores de TEA tem em si <br>uma grande falar corporal, no movimento, na percepção, nos barulhos, gesticulação, enfim <br>na forma que consegue se conectar ao mundo. <br>Uma das principais forma de identificação de pessoas com autismo está , ligado ao <br>comportamento, logo cedo crianças apresentam, falta de inteiração social, principalmente <br>quando estão em ambientes como a Escola, esse transtorno pode ser observado em crianças <br>antes dos três anos, ou seja, idade em que a criança, está em um processo de bastante <br>aprendizado, maior dicção da fala, manuseio de brinquedos e outras descobertas, outro <br>indicador é a falta de comunicação, estas tende a se isolar e de certa forma se distanciar das <br>reações sociais, optando por atividades individuais, sempre bastantes repetitivas. <br>(Organização Mundial da Saúde, 1993).<br>É justamente na infância onde as crianças vivem esse mundo imaginário e real das <br>brincadeiras, cada uma com sua significação e importância para sua socialização e <br>aprendizado. Crianças autistas são bastante resistentes a esse contato, tendo em vista que de certa forma há socialização no brincar. Assim a psicologia Histórico cultural constitui-se <br>importante, tendo em vista que se preocupa em entender o ser humano a partir de suas <br>reações sociais, e assim compreender suas particularidades. No mundo TEA cada gesto tem <br>uma significação, a partir do que propõem Levy Vygotsky, essa socialização através de <br>brincadeiras ou jogos, seria uma forma de dar sentido a esse mundo imaginário. <br>A falta do processo de socialização pelo qual crianças com TEA acabam não <br>participando ou até mesmo não desenvolvendo, está de certa forma vinculado ao processo <br>cultural que este transtorno está inserido, crianças com esse diagnostico geralmente não <br>frequentam a Escola, muitas vezes esse processo também é dificultado pela própria família. <br>Quando Vygotsky se refere a brincar, o ato de praticar alguma coisa que de certa forma <br>permita uma certa compreensão de que mundo aquela criança está inserida.<br>É necessário se ainda muito se descontruir, assim como, buscar praticas educacionais <br>que permita o desenvolvimento, ou envolvimento de pessoas com autismo, a partir de suas <br>particularidades.<br>Referências: <br>Orrú, S. E.(2008). Os estudos da analise do comportamento e abordagem histórico�cultural no trabalho educacional com autistas. Revista Iberomericana de Educação.<br>Martins, A. D. F, Goes, M. C. R. D. Um estudo sobre o brincar com crianças autistas <br>na perspectiva hitorico cultural. Psicologia escolar e educacional, 2013.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:43:53 UTC</pubDate>
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         <title>Bullying Escolar</title>
         <author>mtgraziele17</author>
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         <description><![CDATA[<div>                                                                          Marta Graziele Rodrigues Almondes<br>O presente ensaio visa abordar o bullying nas escolas em relação com a psicologia histórico-cultural, o tema tem despertado grande interesse em abordagem devido a falta de uma visão mais focada dentro do ambiente escolar. Todas as escolas vivem uma realidade cotidiana de agressões geradas por diferenças gerando o bullying, na qual as instituições tem uma carência elevada de conhecimentos para que os profissionais soubessem lidar com tal situações.<br><br></div><div>O bullying é um termo utilizado  para a definição de  qualquer pratica agressiva seja ela física ou psicológica vinda de um grupo ou de uma única pessoa para com outra. Essa violência ocorre muito dentro das escolas, perseguições, intimidações, e muitas vezes agressões.<br><br></div><div>Um grande problema que podemos perceber diante desse cenário nas escolas é a falta de conhecimento voltado para o bullying, na qual, muitos alunos que sofreram bullying relataram que ao pedir ajuda aos professor ou coordenadores nas escolas não receberam ajuda e o máximo que ocorreu foi o agressor sofrer punição(suspensão), com isso podemos perceber a precariedade de conhecimento diante dos gestores escolares.<br><br></div><div>No artigo “Análise do bullying escolar sob o enfoque da psicologia histórico-cultural” de Marcos Vinícius e Renata Maria, eles fizeram uma pesquisa em duas escolas de rede pública de bairros diferentes, onde perceberam que havia agressões, vítimas e aqueles que presenciaram uma situação de bullying, alguns pediram ajuda aos gestores escolares e aos professores, outros aos pais, e outros para ninguém, onde a maioria dos casos não teve um resultado positivo. <br><br></div><div>Fica evidente que as situações de bullying pode desestabilizar os indivíduos. E que um outro problema era que tais situações, muitas vezes são tidas como naturais pelos adultos e professores, como parte de amadurecimento dos jovens (FRANCISCO &amp; LIBORIO, 2009, MUNARIN, 2007).<br><br></div><div>Vemos que este problema vivenciado principalmente por crianças e adolescentes muitas vezes são ignorados, com isso são apresentadas graves consequências as vítimas, pode gerar problemas de autoestima, pode gerar problemas psicológicos como depressão e em casos mais avançados ate o suicídio.<br><br></div><div>Geralmente nas escolas quando um novato se ingressa em tal turma poderá se sentir tímido, e na sociedade contemporânea podemos ver que este pode ser um dos motivos de tal pratica agressiva por o estudante não conhecer ninguém e ficar mais isolado dos demais, outra realidade também muito evidente é pela classe social, pelas condições de vida, pelos padrões de beleza por muitas vezes a criança ou adolescente ser mais magrinho ou mais gordinho.<br><br></div><div>Na sociedade atual a falta de conhecimento sobre este tema é muito alta, com isso podemos vizualizar a necessidade de aprofundamento neste tema com os profissionais de educação, pois a educação escolar é muito importante para um indivíduo e os profissionais de educação tendo conhecimento sobre o bullying poderá ter uma facilidade maior de repassar para todos os educandos a importância de viver bem em conjunto com todos sem separação devido a qualquer fator que possa gerar o bullying, é importante os pais sempre orientar seus filhos sobre a importância de não praticar atos agressivos com os demais para um melhor desenvolvimento pessoas.<br><br></div><div>“ Vigotski (2001) aponta que a instrução educativa durante a idade escolar tem um papel decisivo, no processo de desenvolvimento intelectual da criança\adolescente, bem na formação dos processos psicológicos superiores, e na formação dos conceitos. Desta forma ganha destaque a figura do professor quanto mediadores do conhecimento científico”.<br><br></div><div>Com isso vemos a importância no papel do educador dentro do ambiente escolar para mediar o desenvolvimento dos educandos quanto as agressões psicológicas ou físicas denominadas como bullying. Vemos que as escolas também são precárias de profissionais como Psicólogos para ajudar as vítimas de bullying e também os agressores para entenderem sobre a gravidade que pode ser este ato tão ruim. <br><br></div><div>No processo de desenvolvimento, com ajuda de profissionais com conhecimentos sobre o bullying, os alunos poderão ter consciência sobre os problemas que a prática de bullying pode causar com as vítimas, e as escolas devem começar a adotar práticas que favoreçam a todos os estudantes a terem um ambiente igualitário para todos onde independente de situação social, cor de pele, padrões de beleza o outros motivos que possam gerar este ato eles possam sempre reconhecer que todos são iguais, e é importante citar também que quanto mais cedo as escolas adotarem ensinos sobre o bullying para crianças de séries mais baixas, mais cedo o desenvolvimento dos alunos serão mais nítidos. E em casos de BULLYING é sempre importante ter a intervenção de profissionais capacitados.<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>REFERÊNCIAS <br></strong><br></div><div>FRANCISCO, M. V., &amp; COIMBRA, R.M. (2015). ANÁLISE DO BULLYING ESCOLAR SOB O ENFOQUE DA PSICOLOGIA HISTORICO-CULTRAL. ESTUDOS DE PSICOLOGIA (NATAL), (2013), 184-195.<br><br>FRANSCISCO, M.V.U., &amp;. LIBORIO, R. M. C. U. ATE ONDE O BULLYING ESCOLAR SE CONSTITUI COMO REFLEXO DAS REALIZACOES SOCIAIS.<br><br></div><div>FRANCISCO, M. V. AFINAL DE CONTAS, POR QUE O BULLYING DEVE SER PROBLEMATIZADO DENTRO DAS ESCOLAS.<br><br></div><div><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:52:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>                    <strong>Fracasso escolar na perspectiva histórico-cultural</strong></div><div><br>                                                                                    Cristina Francisca de Oliveira <br><br></div><div>O Presente ensaio foi pensado devido ao preocupante número de casos de fracassos escolares existentes no ensino público brasileiro. É um tema que desperta atenção pelo fato da educação ainda ser considerada uma das principais ferramentas contra problemas sociais, além de ser capaz de transformar realidades e libertar indivíduos da alienação, condição na qual o indivíduo é incapacitado de agir e pensar por si próprio.</div><div><br></div><div>Em termos de definições, o fracasso escolar pode ser compreendido como a consequência para um aluno da não-apropriação do aprendizado. Isso pode ocorrer dependendo do contexto familiar, cultural, social e político que o indivíduo possa estar inserido. Segundo Vygotsky, esse fenômeno é determinado não apenas por um único sujeito, mas por um conjunto de fatores que se inter-relacionam, incentivando os alunos a não alcançarem um ensino de sucesso. Para que haja uma melhor compreensão é necessário analisar todos esses fatores.<br><br></div><div>Em relação ao aluno, podemos apontar o nível motivacional de cada um, o esforço, a percepção que tem do apoio e da ajuda dos pais em casa, o envolvimento dele próprio no processo de aprendizagem, seu interesse, autossuficiência, atitudes e crenças; em relação ao ensino temos a gestão dos centros educacionais, a pratica docente, a administração educacional, a atitudes e crenças dos professores e os métodos de ensino dos professores; e em relação ao ambiente, podemos apontar o nível econômico familiar, sua cultura, classe social,  origem, a profissão do pai ou da mãe e a estrutura familiar.<br><br></div><div>Por esse motivo, é tão necessária uma resposta educativa que promova a igualdade de oportunidades, independentemente da cultura e da economia dos alunos. Isso nos leva à importância da capacitação dos professores nas escolas para que sejam capazes de orientar cada aluno de uma determinada forma, para que assim possam ajudar da melhor forma possível seus alunos e os pais, contribuindo então para um maior seguimento motivacional dos estudos também em casa.  <br><br>Outro aspecto que a perspectiva histórico-cultural trabalha ainda nesse tema é o comportamento humano, e trazendo Vygotsky mais uma vez à discussão, lembramos de uma de suas ideias   sobre o comportamento humano ser construído por meio do desenvolvimento das funções psicológicas superiores, na interação social e mediada pelo o uso de signos, Vygotsky ainda afirma que da mesma forma que as crianças aprendem a falar, elas podem aprender a ler e a escrever. Porém, todos esses processos vão se diferenciar uns dos outros, pois, enquanto que a fala faz parte dos processos psicológicos inferiores, aprender a escrita, por exemplo já é bem mais complexo, exige toda uma organização intencional para que haja de fato essa aprendizagem.  Dessa maneira, podemos então perceber que tão necessário quanto a interação da criança com uma sociedade letrada, são os mecanismos que intervém deliberadamente nesse processo principalmente por parte da escola, para que se concretize e faça valer a aprendizagem e o desenvolvimento do aluno.<br><br></div><div>Nessa perspectiva, Vygotsky (2002), discute a possibilidade de apropriação da escrita pela criança estar relacionada à condições criadas anteriormente no desenvolvimento infantil. Entendendo a escrita como parte de um longo processo de desenvolvimento da função simbólica na criança, o autor afirma que brincadeiras como o faz-de-conta, também como jogo de papeis e o desenho criam as condições necessárias para o desenvolvimento da linguagem escrita na infância. Nesse sentido, ele postula a necessidade de uma intervenção intencional para a apropriação da escrita, já que, segundo ele: o educador deve organizar a atividade infantil para que possa passar de um modo de linguagem escrita a outro, deve saber conduzir a criança através dos momentos críticos e inclusive à descoberta de que não só pode desenhar objetos, mas também a fala.<br><br></div><div>Vimos que o fracasso escolar é um sério problema social, que deve ser assunto de discussões nos mais variados contextos, pois uma sociedade que não se preocupa com o encaminhamento da educação de seus cidadãos, é uma sociedade com futuro corrompido. Em relação à isso, reforço ainda que a nossa sociedade em geral, adota uma postura de procurar culpados para fenômenos de grande complexidade como o exemplificado durante o ensaio, em uma perspectiva de individualização e naturalização dos fenômenos, sem contemplar as condições materiais dos indivíduos e os lugares que eles ocupam nas relações sociais. Assim, tendemos a pensar que todos somos iguais e que a pobreza/riqueza ou sucesso/fracasso são construções de cada um de nós e não têm relação com os aspectos econômicos que ditam e direcionam a vida dos homens, pois a todo o momento nos é imposta uma ideologia que oculta as diferencias com um prega a igualdade.<br><br></div><div>Por meio dos resultados e discussões pautadas na teoria Histórico-Cultural, pode-se observar que grande culpa do problema recai sobre a família dos alunos, gerando um entendimento e uma aceitação de que determinado aluno não aprende, pois seu contexto familiar é muito conturbado, ou que sua família não possui condições financeiras e afetivas de estarem incentivando nos seus estudos, por isso atribuem a falta de interesse dos alunos ao fato das famílias não incentivarem e proporcionarem a concepção da importância da educação. Além disso, fica claro que, embora muitos apresentem um discurso profundo sobre a importância de avaliar o contexto escolar, a maioria dos professores se ausenta da responsabilidade no processo educativo, e ainda afirmam fazer tudo que está ao seu alcance, para proporcionar um ensino de qualidade.<br><br></div><div>Dessa forma, observamos que faltam meios de capacidade para esses professores, que acabam por culpabilizar as famílias, e não refletem profundamente sobre as reais causas das queixas escolares e do fracasso de seus alunos. <br><br></div><div><strong>Referências<br></strong><br></div><div>Pinheiro, Silvia Nara Siqueira, Couto, Maria Laura de Oliveira, Carvalho, Hudson Cristiano Wander de, &amp; Pinheiro, Henrique Siqueira. (2020). Fracasso escolar: naturalização ou construção histórico-cultural? <em>Fractal: Revista de Psicologia</em>, <em>32</em>(1), 82-90. Epub Abril 09, 2020.<a href="https://dx.doi.org/10.22409/1984-0292/v32i1/5698">https://dx.doi.org/10.22409/1984-0292/v32i1/5698<br></a><br></div><div>Leonardo, Nilza Sanches Tessaro, Leal, Záira Fátima de Rezende Gonzalez, &amp; Rossato, Solange Pereira Marques. (2015). A naturalização das queixas escolares em periódicos científicos: contribuições da Psicologia Histórico-Cultural. <em>Psicologia Escolar e Educacional</em>, <em>19</em>(1), 163-171. <a href="https://dx.doi.org/10.1590/2175-3539/2015/0191816">https://dx.doi.org/10.1590/2175-3539/2015/0191816<br></a><br></div><div>Tuleski, Silvana Calvo, &amp; Eidt, Nadia Mara. (2007). Repensando os distúrbios de aprendizagem a partir da psicologia histórico-cultural. <em>Psicologia em Estudo</em>, <em>12</em>(3), 531-540. <a href="https://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722007000300010">https://dx.doi.org/10.1590/S1413-73722007000300010<br></a><br></div><div><br> <br><br></div><div><strong> </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 02:56:34 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2020-12-04 13:14:13 UTC</pubDate>
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         <title>                                                   Homofobia</title>
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         <description><![CDATA[<div>                                                                            <br><br><br>                                                                           <strong>Autor: Leandro Henrique Sales Aquino</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div>Escolhi o tema pela grande relevância do assunto e por conviver com meu irmão (homossexual), onde acredito ter desenvolvido uma sensibilidade, muito pelo fato de já ter sido por diversas vezes homofóbico e ver o impacto que tinha na cabeça dele. Desde a criação dos termos (heterossexualidade) e (homossexualidade) houve uma generalização onde o primeiro é o bom, normal, enquanto o segundo, passou a ser o ruim, anormal e pervertido. Essa visão virou uma “verdade absoluta” e foi passada a frente e enraizada na sociedade, tornando assim a vida de homossexuais muito difícil em todos os sentidos, pois ao decorrer da historia foram oprimidos e até mesmo tratados como enfermos e isso parece algo distante, mas não é, já que no ano de (2019) foi discutido “a cura gay”, algo que só mostra que mesmo depois das diversas conquistas da classe, “conquistas” essas que foram  a vera, depois de muitas lutas, mostram que as “raízes” são duras e que a sociedade precisa muito mais do que uma “enxadada” e sim uma ação coletiva que inclua as autoridades, veículos de comunicação etc. para promover ainda mais a igualdade e transformar cada vez mais o que já foi um dia anormal em normal. Pois, é assim que deve ser visto. A homossexualidade não é nada mais nada menos que um “gênero”, não digo escolha, porque acredito que seja mais uma condição, uma pessoa não escolhe ser homossexual ela simplesmente é, e não deve ser recriminado por isso, como ninguém deve ser por gostar de forro ou não gostar de sushi. pois, na vivência com meu irmão e generalizando, os homossexuais só querem “liberdade” de ser eles mesmos, e isso discorro pelo fato de meu irmão ser uma pessoa melhor depois de começar a ser ele mesmo.</div><div>     </div><div><strong> </strong></div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div>Referencias:</div><div>Nascimento, Márcio Neman do (2010). Homofobia e homofobia interiorizada: produções subjetivas de controle heteronormativo?. Athenea Digital, 17, 227-239. Disponible en <a href="http://psicologiasocial.uab.es/athenea/index.php/atheneaDigital/article/view/662">http://psicologiasocial.uab.es/athenea/index.php/atheneaDigital/article/view/662</a></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div>                                             Picos-PI, dezembro de 2020</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 16:32:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2020-12-04 16:36:52 UTC</pubDate>
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         <title>A psicologia no modelo atual de atenção a saúde mental.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>                                                                                   (Maria Antonia Barros)<br>Esse trabalho tem como base o entendimento sobre esse tema de tamanha importância para nosso meio.<br> Como um dos campos de atuação da Psicologia está na saúde mental, a atuação do Psicólogo se faz em diversos locais, entretanto, para efeitos desse estudo, analisa-se a aplicabilidade da Psicologia nos Centros de Atenção Psicossocial. Os Centros de Atenção Psicossocial- CAPS definem-se como </div><div> </div><div>Serviços de saúde municipais, abertos, comunitários, que oferecem atendimento diário às pessoas com transtornos mentais severos e persistentes, realizando o acompanhamento clinico e a reinserção social dessas pessoas através do acesso ao trabalho, lazer, exercício dos direitos civis  e fortalecimento dos laços familiares e comunitários (BRASIL, 2005, p. 27).</div><div>Assim, trata-se de um serviço de prestação de atendimento á pessoas com transtornos mentais. Diante desse cenário, a função do CAPS reside na prestação de atendimento clínico em regime diário de forma a evitar as internações em hospitais psiquiátricos e com isso, promover a inserção social de sujeitos com esses transtornos por meio das ações intersetoriais que tem no CAPS a porta de entrada da rede de assistência á saúde mental e desse modo, dar suporte á atenção á saúde na rede básica (BRASIL, 2005).</div><div>Partindo desse contexto, Desse modo, os CAPS devem ser substitutivos ao modelo hospitalocêntrico, promovendo a inserção social e garantindo os direitos de cidadania desses pacientes. Ao mesmo tempo, o tratamento extra-hospitalar contribui para a reabilitação social dos portadores de sofrimentos mentais, buscando incluir em seu campo de intervenções a esfera do trabalho, a do Direito, a da moradia, a do lazer e a da cultura. Incide ainda, nesses serviços, o fortalecimento dos laços familiares e comunitários através do convívio social (Brasil, 2005). </div><div>Dentre os profissionais que se inserem no serviço, encontramos o psicólogo. Sabemos que a inserção do psicólogo na saúde pública brasileira se deu em consequência das mudanças ocorridas na sociedade brasileira em geral, principalmente na área da saúde. </div><div>Neto (2008) aponta diversos estudos que se referem ao aumento da inserção dos psicólogos na saúde pública no Brasil, decorrentes da reforma psiquiátrica e da criação do campo de atuação denominado saúde mental. Além disso, destaca a preocupação relativa à integração entre saúde mental e os contextos mais gerais de saúde.</div><div>A significativa guinada, no que diz respeito à inserção dos psicólogos na saúde, ocorreu após a década de 80, com a implantação de uma política específica de desinstitucionalização e da ampliação da rede de serviços substitutivos de saúde mental, como afirma Spink (2003), além de considerar a construção da Psicologia da saúde um campo de saber inserido em equipes de saúde mental integradas por um psiquiatra e um assistente social, dentre outros, constituindo, assim, uma organização nos serviços agregados aos níveis primário, secundário e terciário. A composição dessas equipes multiprofissionais não foi uma tarefa simples. De um lado, deu-se a resistência por parte de outros profissionais que não entendiam a função conferida aos membros dessas equipes; por outro lado, esses novos profissionais careciam de alicerces teóricos – práticas imprescindíveis para a construção dessa nova concepção de serviço, que se desviava dos parâmetros tradicionais de atuação dos profissionais que historicamente os integraram.</div><div>A chegada dos psicólogos no Sistema Único de saúde (SUS) , associada a um entendimento clinico se renovou  diante de novas perspectivas  agora chamada  de clínica ampliada (NETO, 2008) e com isso, tem-se uma nova proposta de atenção em saúde mental, cujo trabalho em equipe multiprofissional é considerado prioridade e de forma que a psicologia passa a afazer parte desse quadro juntamente com outras áreas para integrar o novo modelo de atenção. </div><div>Á princípio, alguns psicólogos atuaram de forma isolada e adotaram assim postura medica , desconsiderando outras dimensões e de forma que a atuação do profissional da Psicologia era de facilitador do tratamento com precárias oportunidades de colaboração. Diante de um novo campo surgiram vários questionamentos no que tange á sua formação e capacitação e com isso, se ampliam suas atividades de atuação nesse espaço, demandando com isso, o repensar acerca da saúde e da doença e seus diversos aspectos políticos, sociais, econômicos e psicológicos. </div><div>Frente a uma demanda de psicólogos, procurou-se definir o campo e aptidões, conhecimentos e habilidades que devem compor o currículo desses profissionais e em torno disso, Kubo e Botomé (2001) pontuam as diversas atribuições do psicólogo num cenário de mudanças e de revisão do papel da psicologia dentro da saúde, destacando que</div><div>a preparação do doente mental para sua reinserção social e sua manutenção na comunidade, a orientação da família dos pacientes, a preparação e orientação profissional do doente mental, a realização de pesquisas e avaliação de programas, a participação na formação dos demais trabalhadores de saúde mental e a produção de informação à sociedade sobre aspectos relacionados à saúde mental. (KUBO E BORTOMÉ, 2001, p. 4)</div><div>Portanto, cuidar do paciente com sofrimento mental e prepará-lo para sua reinserção social, garantindo sua cidadania, orientação á família, dentre outras ações são atribuições do Psicólogo nesse âmbito.<br>Na atuação da Psicologia dentro dos CAPS, verifica-se que o grande desafio reside não somente em todos os integrantes da equipe multiprofissional reconhecer a relevância do papel da Psicologia, mas de conseguir estimar e compreender a necessidade dessa área no âmbito da saúde mental  de forma a se tornar essencial na visão complexa dos fenômenos. Acreditando no poder do trabalho somativo que a Psicologia traz para o campo da saúde mental mediante uma nova forma de compreender esse cenário, pode-se organizar um grupo de trabalho horizontalizado e não hierarquizado permitindo desse modo, “abertura à reflexão e a novas alternativas relacionais e de ação terapêutica� (PIETROLUONGO &amp; RESENDE, 2007, p. 8).</div><div><strong> </strong></div><div><strong>REFERENCIAS</strong></div><div> </div><div>BRASIL. (2005). Ministério da Saúde. <em>Reforma psiquiátrica e política de saúde mental no Brasil. Documento apresentado à Conferência Regional de Reforma dos Serviços de Saúde Mental: 15 anos depois de Caracas</em>. Brasília, DF. Recuperado em 03 de dez, 2020, de <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/relatorio_15_anos_caracas.pdf">http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/relatorio_15_anos_caracas.pdf</a>.   </div><div>CANTELE, Juliana; ARPINI, Dorian Monica; ROSO, Adriane. A Psicologia no modelo atual de atenção em saúde mental. Psicol. cienc. prof. vol.32 no.4 Brasília  2012. <br><br></div><div>FAGUNDES, S. (2004). Apresentação. In C. A. T. Nascimento, G. D. R. Lazzarotto, J. C. D. Hoenisch, M. C. C. Silva &amp; R. L. Matos, <em>Psicologia e políticas públicas: experiências em saúde pública</em>. Porto Alegre: Conselho Regional de Psicologia, 2004, 84- 96. Recuperado em 29 nov 2020, de CRP07 (Conselho Regional de Psicologia): <a href="http://www.crp07.org.br/upload/edicao/arquivo15.pdf">http://www.crp07.org.br/upload/edicao/arquivo15.pdf</a>.       </div><div>Kubo, O. M., &amp; Botomé, S. P. (2001). Formação e atuação do psicólogo para o tratamento em saúde e em organizações de atendimento à saúde. <em>InterAÇÂO, 2001 5</em>, 93-122. Recuperado em 29 nov., 2020, de <a href="http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/psicologia/article/viewFile/3319/2663">http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/psicologia/article/viewFile/3319/2663</a>.  </div><div>NETO, J. L. F. (2008). Psicologia e saúde mental: três momentos de uma história. <em>Saúde em Debate, 2008, 32</em>(78/79/80), 18-26. PUC Minas:<a href="http://www.pucminas.br/documentos/tresmomentos.pdf?PHPSESSID=e7a51ebf28f5791db6ff6c8b40636bac">http://www.pucminas.br/documentos/tresmomentos.pdf?PHPSESSID=e7a51ebf28f5791db6ff6c8b40636bac</a>.          .</div><div>PIETROLUONGO, A. P. DA C., &amp; RESENDE, T. I. M. Visita domiciliar em saúde mental – o papel do psicólogo em questão. <em>Psicologia: Ciência e Profissão, 2007, 27</em>(1), 1-10. PePSIC (Periódicos Eletrônicos em Psicologia): <a href="http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932007000100003&amp;lng=pt&amp;nrm=">http://pepsic.bvs-psi.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932007000100003&amp;lng=pt&amp;nrm=</a>.</div><div>SPINK, M. J. P. Psicologia da saúde: a estruturação de um novo campo de saber. In <em>Psicologia social e saúde: práticas, saberes e sentidos</em> (pp. 29-39). Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.</div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> <br><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 17:08:22 UTC</pubDate>
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         <title>O RACISMO E SUA COMPLEXBILIDADE RETRATADA PELA PSICOLOGIA HISTÓRICO-CULTURAL</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>                                                                                                 Ancelma Adelidia de Jesus<br> <br>Este ensaio acadêmico trata de analisar o racismo e sua complexibilidade perante ao contexto histórico e cultural do país. Desse modo, explica-se que estudar este assunto justifica-se porque corresponde a uma temática que, infelizmente, não cessou na sociedade brasileira e discutir questões sociais como esta é incansável, pois quanto mais se esclarece o racismo melhores são as chances de conseguir sensibilizar a população que prática é um ato desumano injustificável.</div><div>            Sendo assim, explica-se que o interesse pessoal desta temática decorre porque neste ano, por exemplo, houve muitos absurdos sociais em torno racismo como o caso do Estados Unidos de George Floyd e em Picos pedreiro, Joilson Pereira. Ambos eram negros e foram mortos covardemente por policiais brancos que encontram-se livres e não foram apenados.</div><div>            A Psicologia Histórico-Cultural retrata o racismo, o preconceito ao negro como algo introduzido na sociedade americana como um todo. O novo mundo (América) foi colonizada por europeus brancos quando chegaram ao continente e encontram, apenas, índios mestiços. Como tais eram indomáveis e muito furiosos, demarcadores de terreno a solução foi recorrer as colônias africanas e exportar mao de obra para ajudar no crescimento da América (Azevedo, 2005).</div><div>            No Brasil, em especial, os primeiros negros chegaram em 1539 e durante mais de 300 anos foram escravizados mais de 4 milhões e 8 mil africanos principalmente vindo da Angola, Guiné e Guiné-Bissau. Essa aversão ao negro impetrada no Brasil pelos portugueses possuía denotações incompreensíveis de se entender, pois muitas justificativas eram que tais negros porque carregam muito pecado por não serem cristão e outros afirmavam que os negros podiam ser escravizados porque carregam a desgraça pela cor escura da pele (Schucman, 2010).</div><div>            Os negros africanos foram violados em sua dignidade humana, direitos humanos, religião e cultural, pois os portugueses os obrigaram, inclusive, a se converterem ao cristianismo do catolicismo apostólico romano para que se tornassem pessoas mais pura e amenizassem o pecado da cor preta que possuíam.</div><div>            Não somente os portugueses, mas todo o povo europeu foi responsável por os crimes inacreditáveis de racismo na América e mesmo quando o tráfico negreiro foi proibido no Brasil, em 1850 pela Lei Eusébio de Queiroz o preconceito já havia se enraizado, ou melhor, culturalizou-se na sociedade brasileira (Tavares, Oliveira &amp; Lopes, 2013).</div><div>            Ninguém queria nascer negro, casar com negro, falar com negro e etc. Alguns acreditam que a negritude era uma doença. Mesmo com o fim do tráfico, a população negra do país manteve-se como escravo até 1888 porque uma nova forma de governo viria, a República, e não poderia carregar esse título escravizando negros.</div><div>            Mesmo assim, o início da República não foi maravilhoso para os negros, pois o racismo já não era mais uma questão política, mas, sim, cultural. A sociedade brasileira de brancos, donos dos meios de produção da época, não reconhecia os negros como libertos e a exploração liberta continuava a ser aplicada.</div><div>            Em 1989, o Brasil cria sua primeira lei de combate ao racismo. Impetrando pena a quem destratasse e violasse o negro no país. Mas, contudo, as determinações legais sempre mostraram-se pífias na sociedade brasileira, pois o que necessita pela perceptiva da Psicologia Histórico-Cultural o racismo torna-se complexo de solucionar, pois necessita de uma re-educação social e cultural. Não é questão de legislação, pois leis podem ser transgredidas e as penalidades demoram a ser aplicadas.</div><div>            Por isso, educar a população para respeitar é um desafio no país visto que muitos docentes também são racistas e muitas famílias agem preconceituosamente e tornam-se exemplos negativos para os filhos.</div><div>            Livrar uma sociedade do racismo requer, então, muitos investimentos como:</div><div>·         Inserir nos livros didáticos escolares da educação básica história e cultura africana;</div><div>·         Ensinar diversidade cultural;</div><div>·         Ensinar práticas de educação física de atividades comuns da cultura negra africana;</div><div>·         Realizar atividades extraescolares voltadas a aspectos da cultura negra;</div><div>·         Envolver a escola com comunidades negras para conhecimento real da cultura;</div><div>·         Estimular dias de festividade ao negro na escola;</div><div>·         Realizar palestras sobre o assunto;</div><div>·         Prestar apoio psicológico a alunos que mantenham-se resistentes e racistas ao colega negro;</div><div>·         Envolver os pais dos alunos negros e brancos para conviverem em dias festivos da escola;</div><div>·         Prezar pelos princípios da liberdade, igualdade e fraternidade.</div><div>Lutar pelo fim do racismo é dever humano e social de todos os indivíduos brancos e negros da sociedade brasileira e desse modo, deve-se envolver muitos profissionais e não somente psicólogos para ajudar dirimir crenças e comportamentos limitantes de racistas e preconceituosos.</div><div>Por isso, o interesse acadêmico deste estudo faz-se bastante relevante porque o racismo é um assunto de inesgotáveis discussões e suas amplitudes discursivas trazem considerações importantes para ajudar as pessoas a dirimirem essa problemática que já devia ter sido eliminada no Brasil e do mundo como um todo.</div><div> </div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS<br></strong><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div>Azevedo, Celia Maria Marinho de. (2005). A recusa da "raça": anti-racismo e cidadania no Brasil dos anos 1830. <em>Horizontes Antropológicos</em>, <em>11</em>(24), 297-320. <a href="https://doi.org/10.1590/S0104-71832005000200013">https://doi.org/10.1590/S0104-71832005000200013</a></div><div> </div><div> </div><div>Schucman, Lia Vainer. (2010). Racismo e antirracismo: a categoria raça em questão. <em>Revista Psicologia Política</em>, <em>10</em>(19), 41-55. Recuperado em 03 de dezembro de 2020, de <a href="http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1519-549X2010000100005&amp;lng=pt&amp;tlng=pt">http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1519-549X2010000100005&amp;lng=pt&amp;tlng=pt</a>.</div><div> </div><div> </div><div>Tavares Natália Oliveira, Oliveira Lorena Vianna &amp; Lages Sônia Regina Corrêa (2013). A percepção dos psicólogos sobre o racismo institucional na saúde pública. <em>Saúde debate,</em>  37(99): 580-587. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-11042013000400005&amp;lng=en.  <a href="https://doi.org/10.1590/S0103-11042013000400005">https://doi.org/10.1590/S0103-11042013000400005</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 18:28:16 UTC</pubDate>
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         <author>jfasnet</author>
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         <pubDate>2020-12-04 20:03:48 UTC</pubDate>
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         <title>Marieta Mendes Moreira</title>
         <author></author>
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         <pubDate>2020-12-04 20:46:29 UTC</pubDate>
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         <pubDate>2020-12-04 20:56:43 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>ENSAIO ACADÊMICO – DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE E A PSICOLOGIA</strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong> </strong></div><div><strong>Cristiane Soares da Silva Sá</strong></div><div><strong> </strong></div><div> </div><div>O tema estudado foi o Transtorno Déficit de Atenção e Hiperatividade – TDAH e a Psicologia, é um tema bem interessante de ser estudado pois remete a condições as quais podemos conhecer. </div><div>O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade - TDAH é uma condição associada a uma grande quantidade de energia que determinada pessoa possui, com isso, por muitas vezes, são pessoas inquietas, que por conta dessa condição não conseguem ficar paradas e acarretam que muitas pessoas que tem essa condição sofrem com o déficit de atenção, o que acaba contribuindo para que a pessoa fique inquieta.</div><div>A hiperatividade é uma condição onde a criança possui um grande em excessivo a quantidade de energia, seja física ou mental, e acaba que a criança fica muito energizada por conta dessa quantidade excessiva energia. A grande maioria das crianças e/ou adolescentes hiperativos são muito inquietos, acabam que muitas pessoas os criticam, como se fossem comportamentos as quais eles pudessem controlar.</div><div> O Déficit de Atenção e Hiperatividade possui alguns graus que podem ser: leve, médio e moderado. A pessoa que possui Déficit de Atenção e Hiperatividade tem de fazer acompanhamento com profissional da psicologia para que seja traçado o tratamento/acompanhamento adequado para o desenvolvimento pessoal de cada um.  E com isso, a evolução de cada pessoa em todos os pontos de sua vida seriam de grande valia.</div><div>Conforme Santos e Vasconcelos (2010), o Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade é uma condição que afeta diretamente no comportamento da criança, e como consequência irá afetar no seu desenvolvimento. A criança, adolescente ou adulto tem de fazer acompanhamento com profissional da psicologia para que estes possam se desenvolver cada vez mais.</div><div>Para Rosa (2011), o comportamento humano tem envolvimento com as motivações, com isso:</div><div> </div><div>O comportamento humano é guiado pelos significados e pelas motivações que incitam as ações, significados e motivações que não estão nitidamente separados da atividade prática, da realidade concreta, nem diretamente ou imediatamente relacionados. A atenção voluntária, segundo este autor, é orientada por significados construídos socialmente, os quais são apropriados pela criança, ou seja, a atenção voluntária está intrinsecamente ligada aos significados e aos valores sociais, e é constituída por eles. É possível afirmar que esta, assim como as demais funções psicológicas especificamente humanas, desenvolve-se de forma culturalmente organizada e mediada (ROSA, 2011).</div><div> </div><div>O comportamento humano está totalmente envolvido e entrelaçado com as motivações, com o contexto a qual vive, na maneira de ser tratada, enfim, com o meio e isso influencia em tudo o que o ser humano for fazer. A TDAH está voltando ao comportamento humano, com isso, o meio e esta condição estão totalmente ligadas.</div><div>Muitas pessoas são chamadas de desatentas, desinteressadas, mal educadas, enfim uma série de adjetivos, quando na verdade tais pessoas podem possuir uma condição específica, portanto, tem-se a real necessidade de todas as pessoas fazerem acompanhamento psicológico, para que possam ser acompanhadas e melhor desenvolvidas por profissionais capacitados para guiar cada um. </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div> </div><div><strong>REFERÊNCIAS</strong></div><div><strong> </strong></div><div>EIDT, N. M.; TULESKI, S. C. Transtorno de déficit de atenção/hiperatividade e psicologia histórico-cultural. <strong>Revista Cadernos de Pesquisa.</strong> São Paulo, v. 40, n. 139, p. 121 – 146, 2010.</div><div> </div><div>FERNANDES, A. P. A.; DELL’AGLI, B. A. V.; CIASCA, S. M. O sentimento de vergonha em crianças e adolescentes com TDAH. <strong>Revista Psicologia em Estudo. </strong>Maringá, v. 19, n. 02, p. 333 – 344, 2014. </div><div> </div><div>MARTINHAGO, F. TDAH nas redes sociais: caminhos para a medicalização da infância. <strong>Revista Psicología, Conocimiento y Sociedad.</strong> Uruguay, v. 08, n.02, p. 68 – 83, 2018.</div><div> </div><div>ROSA, S. A. Dificuldades de atenção e hiperatividade na perspectiva histórico-cultural. <strong>Revista Semestral da Associação Brasileira de Psicologia Escolar e Educacional.</strong> São Paulo, v. 15, n. 01, p. 143 – 150, 2011.</div><div> </div><div>SANTOS, L. F.; VASCONCELOS, L. A. Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade em crianças: uma revisão interdisciplinar. <strong>Revista Psicologia: Teoria e Pesquisa. </strong>Brasília, v. 26, n.04, p. 717 – 724, 2010. </div><div> </div><div>SCHICOTTI, R. V. O.; ABRAO, J. L. F.; GOUVEIA JUNIOR, S. A. Algumas experiências profissionais acerca da construção do diagnóstico do TDAH. <strong>Revista de Psicologia. </strong>Fractal, v. 28, n. 01, p. 55 – 62, 2016. </div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 21:14:34 UTC</pubDate>
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         <title>ENSAIO ACADÊMICO


Amanda Rodrigues de Moura


O tema abordado e discorrido nesse ensaio acadêmico foi o abuso sexual infantil, um tema bem interessante e atrativo, existem muitas crianças que passam por situações a qual não sabem nem como se expressar, e muitas delas ainda nem falam e isso pode acarretar sérios problemas, além de ser crime. 
De certa forma, os crimes contra as crianças, são crimes silenciosos, pois, por muitas vezes as crianças não sabem como se expressar e/ou contar para alguém, e dentro de muita realidade são pessoas dentro da própria família que cometem tal ato. 
Conforme Benia (2015), os crimes sexuais em crianças e adolescentes, são crimes por vezes, silenciosos, sem testemunhas, o que dificulta uma investigação, pois, por muitas vezes a criança ou adolescente se cala. Com isso, o relato da criança é a principal prova. A criança ou adolescente necessita de um ambiente acolhedor e com profissionais preparados e capacitados para que estas possam relatar o crime. 
Os profissionais que vão tratar as crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual, tem de estar bem preparadas e capacitadas, pois estas, vão ganhar a confiança e assim compreender tudo o que aquela criança ou adolescente passou no decorrer dos atos. 
Conforme Florentino (2015), a violência contra a criança e o adolescente é um problema universal que atinge muitas vítimas de maneira silenciosa e dissimulada. Os profissionais tem de desempenhar seus papéis no auxílio e acompanhamento dessas crianças e adolescentes. Acontece que alguns profissionais estão trabalhando de maneira limitada, sem buscar abranger as diversidades de como acompanhar esses pacientes. Alguns utilizam intervenções de baixa eficiência e acabam que a criança ou adolescente não é acompanhado da maneira mais adequada. 
As crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual são criança que requerem o máximo de acompanhamento profissional para que estas possam se desenvolver da melhor maneira, e por vezes, são acompanhamentos a longo prazo, a qual devem ficar sendo assistidos. 
As vítimas de abuso sexual infantil, no caso, as crianças e adolescentes precisam criar um laço e sentir quem podem confiar na pessoa para que estas possam relatar o abuso sexual, de uma forma que elas não se sintam rejeitadas ou culpadas pelo que aconteceu. 
Conforme Florentino (2014), a vítima se sente muito culpada pelo ocorrido e por isso tem receio e medo em contar o que aconteceu com esta, tem haver um vinculo para que a criança ou adolescente possa confiar e relatar o que houve, de maneira que esta passe a compreender que ela não tem nenhuma culpa.
Em suma, é possível relatar que o trabalho do profissional de psicologia é fundamental para as crianças ou adolescentes que sofreram abuso sexual, o trabalho do profissional, o acompanhamento que este realiza é de suma importância para o relato da criança e do adolescente perante o crime ocorrido e de total importância para o seu desenvolvimento. Com isso, entende-se a necessidade de um acompanhamento por um psicólogo. 

REFERÊNCIAS

ASSINI, L. C.; BOTOMÉ, S. P. Abuso sexual infantil: esforços necessários para acabar com essa violência. Revista Estudos e Pesquisas em Psicologia. Rio de Janeiro, v. 11, n. 03, p. 1062 – 1068, 2011.

BENIA, L. R. A entrevista de crianças com suspeita de abuso sexual. Revista Estudos de Psicologia. Campinas, v. 32, n. 01, p. 27 – 35, 2015. 

FLORENTINO, B. R. B. Abuso sexual, crianças e adolescentes: reflexões para o psicólogo que trabalha no CREAS. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 26, n. 01, p. 59 – 70, 2014.

___________________. As possíveis consequências do abuso sexual praticado contra crianças e adolescentes. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 27, n. 02, p. 139 – 144, 2015. 

OLIVEIRA, D. C. C.; RUSSO, J. A. Abuso sexual infantil em laudos psicológicos: as “duas psicologias”. Revista de Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 27, n. 03, p. 579 – 604, 2017. 

SCORTEGAGNA, S. A.; VILLEMOR-AMARAL, A. E. Uso do Rorschach na investigação do abuso sexual infantil. Revista Paidéia. Ribeiro Preto, v. 22, n. 52, p. 271 – 279, 2012.


ENSAIO ACADÊMICO


Amanda Rodrigues de Moura


O tema abordado e discorrido nesse ensaio acadêmico foi o abuso sexual infantil, um tema bem interessante e atrativo, existem muitas crianças que passam por situações a qual não sabem nem como se expressar, e muitas delas ainda nem falam e isso pode acarretar sérios problemas, além de ser crime. 
De certa forma, os crimes contra as crianças, são crimes silenciosos, pois, por muitas vezes as crianças não sabem como se expressar e/ou contar para alguém, e dentro de muita realidade são pessoas dentro da própria família que cometem tal ato. 
Conforme Benia (2015), os crimes sexuais em crianças e adolescentes, são crimes por vezes, silenciosos, sem testemunhas, o que dificulta uma investigação, pois, por muitas vezes a criança ou adolescente se cala. Com isso, o relato da criança é a principal prova. A criança ou adolescente necessita de um ambiente acolhedor e com profissionais preparados e capacitados para que estas possam relatar o crime. 
Os profissionais que vão tratar as crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual, tem de estar bem preparadas e capacitadas, pois estas, vão ganhar a confiança e assim compreender tudo o que aquela criança ou adolescente passou no decorrer dos atos. 
Conforme Florentino (2015), a violência contra a criança e o adolescente é um problema universal que atinge muitas vítimas de maneira silenciosa e dissimulada. Os profissionais tem de desempenhar seus papéis no auxílio e acompanhamento dessas crianças e adolescentes. Acontece que alguns profissionais estão trabalhando de maneira limitada, sem buscar abranger as diversidades de como acompanhar esses pacientes. Alguns utilizam intervenções de baixa eficiência e acabam que a criança ou adolescente não é acompanhado da maneira mais adequada. 
As crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual são criança que requerem o máximo de acompanhamento profissional para que estas possam se desenvolver da melhor maneira, e por vezes, são acompanhamentos a longo prazo, a qual devem ficar sendo assistidos. 
As vítimas de abuso sexual infantil, no caso, as crianças e adolescentes precisam criar um laço e sentir quem podem confiar na pessoa para que estas possam relatar o abuso sexual, de uma forma que elas não se sintam rejeitadas ou culpadas pelo que aconteceu. 
Conforme Florentino (2014), a vítima se sente muito culpada pelo ocorrido e por isso tem receio e medo em contar o que aconteceu com esta, tem haver um vinculo para que a criança ou adolescente possa confiar e relatar o que houve, de maneira que esta passe a compreender que ela não tem nenhuma culpa.
Em suma, é possível relatar que o trabalho do profissional de psicologia é fundamental para as crianças ou adolescentes que sofreram abuso sexual, o trabalho do profissional, o acompanhamento que este realiza é de suma importância para o relato da criança e do adolescente perante o crime ocorrido e de total importância para o seu desenvolvimento. Com isso, entende-se a necessidade de um acompanhamento por um psicólogo. 

REFERÊNCIAS

ASSINI, L. C.; BOTOMÉ, S. P. Abuso sexual infantil: esforços necessários para acabar com essa violência. Revista Estudos e Pesquisas em Psicologia. Rio de Janeiro, v. 11, n. 03, p. 1062 – 1068, 2011.

BENIA, L. R. A entrevista de crianças com suspeita de abuso sexual. Revista Estudos de Psicologia. Campinas, v. 32, n. 01, p. 27 – 35, 2015. 

FLORENTINO, B. R. B. Abuso sexual, crianças e adolescentes: reflexões para o psicólogo que trabalha no CREAS. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 26, n. 01, p. 59 – 70, 2014.

___________________. As possíveis consequências do abuso sexual praticado contra crianças e adolescentes. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 27, n. 02, p. 139 – 144, 2015. 

OLIVEIRA, D. C. C.; RUSSO, J. A. Abuso sexual infantil em laudos psicológicos: as “duas psicologias”. Revista de Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 27, n. 03, p. 579 – 604, 2017. 

SCORTEGAGNA, S. A.; VILLEMOR-AMARAL, A. E. Uso do Rorschach na investigação do abuso sexual infantil. Revista Paidéia. Ribeiro Preto, v. 22, n. 52, p. 271 – 279, 2012.


ENSAIO ACADÊMICO


Amanda Rodrigues de Moura


O tema abordado e discorrido nesse ensaio acadêmico foi o abuso sexual infantil, um tema bem interessante e atrativo, existem muitas crianças que passam por situações a qual não sabem nem como se expressar, e muitas delas ainda nem falam e isso pode acarretar sérios problemas, além de ser crime. 
De certa forma, os crimes contra as crianças, são crimes silenciosos, pois, por muitas vezes as crianças não sabem como se expressar e/ou contar para alguém, e dentro de muita realidade são pessoas dentro da própria família que cometem tal ato. 
Conforme Benia (2015), os crimes sexuais em crianças e adolescentes, são crimes por vezes, silenciosos, sem testemunhas, o que dificulta uma investigação, pois, por muitas vezes a criança ou adolescente se cala. Com isso, o relato da criança é a principal prova. A criança ou adolescente necessita de um ambiente acolhedor e com profissionais preparados e capacitados para que estas possam relatar o crime. 
Os profissionais que vão tratar as crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual, tem de estar bem preparadas e capacitadas, pois estas, vão ganhar a confiança e assim compreender tudo o que aquela criança ou adolescente passou no decorrer dos atos. 
Conforme Florentino (2015), a violência contra a criança e o adolescente é um problema universal que atinge muitas vítimas de maneira silenciosa e dissimulada. Os profissionais tem de desempenhar seus papéis no auxílio e acompanhamento dessas crianças e adolescentes. Acontece que alguns profissionais estão trabalhando de maneira limitada, sem buscar abranger as diversidades de como acompanhar esses pacientes. Alguns utilizam intervenções de baixa eficiência e acabam que a criança ou adolescente não é acompanhado da maneira mais adequada. 
As crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual são criança que requerem o máximo de acompanhamento profissional para que estas possam se desenvolver da melhor maneira, e por vezes, são acompanhamentos a longo prazo, a qual devem ficar sendo assistidos. 
As vítimas de abuso sexual infantil, no caso, as crianças e adolescentes precisam criar um laço e sentir quem podem confiar na pessoa para que estas possam relatar o abuso sexual, de uma forma que elas não se sintam rejeitadas ou culpadas pelo que aconteceu. 
Conforme Florentino (2014), a vítima se sente muito culpada pelo ocorrido e por isso tem receio e medo em contar o que aconteceu com esta, tem haver um vinculo para que a criança ou adolescente possa confiar e relatar o que houve, de maneira que esta passe a compreender que ela não tem nenhuma culpa.
Em suma, é possível relatar que o trabalho do profissional de psicologia é fundamental para as crianças ou adolescentes que sofreram abuso sexual, o trabalho do profissional, o acompanhamento que este realiza é de suma importância para o relato da criança e do adolescente perante o crime ocorrido e de total importância para o seu desenvolvimento. Com isso, entende-se a necessidade de um acompanhamento por um psicólogo. 

REFERÊNCIAS

ASSINI, L. C.; BOTOMÉ, S. P. Abuso sexual infantil: esforços necessários para acabar com essa violência. Revista Estudos e Pesquisas em Psicologia. Rio de Janeiro, v. 11, n. 03, p. 1062 – 1068, 2011.

BENIA, L. R. A entrevista de crianças com suspeita de abuso sexual. Revista Estudos de Psicologia. Campinas, v. 32, n. 01, p. 27 – 35, 2015. 

FLORENTINO, B. R. B. Abuso sexual, crianças e adolescentes: reflexões para o psicólogo que trabalha no CREAS. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 26, n. 01, p. 59 – 70, 2014.

___________________. As possíveis consequências do abuso sexual praticado contra crianças e adolescentes. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 27, n. 02, p. 139 – 144, 2015. 

OLIVEIRA, D. C. C.; RUSSO, J. A. Abuso sexual infantil em laudos psicológicos: as “duas psicologias”. Revista de Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 27, n. 03, p. 579 – 604, 2017. 

SCORTEGAGNA, S. A.; VILLEMOR-AMARAL, A. E. Uso do Rorschach na investigação do abuso sexual infantil. Revista Paidéia. Ribeiro Preto, v. 22, n. 52, p. 271 – 279, 2012.


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         <description><![CDATA[<div>ENSAIO ACADÊMICO<br><br><br>Amanda Rodrigues de Moura<br><br><br>O tema abordado e discorrido nesse ensaio acadêmico foi o abuso sexual infantil, um tema bem interessante e atrativo, existem muitas crianças que passam por situações a qual não sabem nem como se expressar, e muitas delas ainda nem falam e isso pode acarretar sérios problemas, além de ser crime. <br>De certa forma, os crimes contra as crianças, são crimes silenciosos, pois, por muitas vezes as crianças não sabem como se expressar e/ou contar para alguém, e dentro de muita realidade são pessoas dentro da própria família que cometem tal ato. <br>Conforme Benia (2015), os crimes sexuais em crianças e adolescentes, são crimes por vezes, silenciosos, sem testemunhas, o que dificulta uma investigação, pois, por muitas vezes a criança ou adolescente se cala. Com isso, o relato da criança é a principal prova. A criança ou adolescente necessita de um ambiente acolhedor e com profissionais preparados e capacitados para que estas possam relatar o crime. <br>Os profissionais que vão tratar as crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual, tem de estar bem preparadas e capacitadas, pois estas, vão ganhar a confiança e assim compreender tudo o que aquela criança ou adolescente passou no decorrer dos atos. <br>Conforme Florentino (2015), a violência contra a criança e o adolescente é um problema universal que atinge muitas vítimas de maneira silenciosa e dissimulada. Os profissionais tem de desempenhar seus papéis no auxílio e acompanhamento dessas crianças e adolescentes. Acontece que alguns profissionais estão trabalhando de maneira limitada, sem buscar abranger as diversidades de como acompanhar esses pacientes. Alguns utilizam intervenções de baixa eficiência e acabam que a criança ou adolescente não é acompanhado da maneira mais adequada. <br>As crianças e adolescentes vitimas de abuso sexual são criança que requerem o máximo de acompanhamento profissional para que estas possam se desenvolver da melhor maneira, e por vezes, são acompanhamentos a longo prazo, a qual devem ficar sendo assistidos. <br>As vítimas de abuso sexual infantil, no caso, as crianças e adolescentes precisam criar um laço e sentir quem podem confiar na pessoa para que estas possam relatar o abuso sexual, de uma forma que elas não se sintam rejeitadas ou culpadas pelo que aconteceu. <br>Conforme Florentino (2014), a vítima se sente muito culpada pelo ocorrido e por isso tem receio e medo em contar o que aconteceu com esta, tem haver um vinculo para que a criança ou adolescente possa confiar e relatar o que houve, de maneira que esta passe a compreender que ela não tem nenhuma culpa.<br>Em suma, é possível relatar que o trabalho do profissional de psicologia é fundamental para as crianças ou adolescentes que sofreram abuso sexual, o trabalho do profissional, o acompanhamento que este realiza é de suma importância para o relato da criança e do adolescente perante o crime ocorrido e de total importância para o seu desenvolvimento. Com isso, entende-se a necessidade de um acompanhamento por um psicólogo. <br><br>REFERÊNCIAS<br><br>ASSINI, L. C.; BOTOMÉ, S. P. Abuso sexual infantil: esforços necessários para acabar com essa violência. Revista Estudos e Pesquisas em Psicologia. Rio de Janeiro, v. 11, n. 03, p. 1062 – 1068, 2011.<br><br>BENIA, L. R. A entrevista de crianças com suspeita de abuso sexual. Revista Estudos de Psicologia. Campinas, v. 32, n. 01, p. 27 – 35, 2015. <br><br>FLORENTINO, B. R. B. Abuso sexual, crianças e adolescentes: reflexões para o psicólogo que trabalha no CREAS. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 26, n. 01, p. 59 – 70, 2014.<br><br>___________________. As possíveis consequências do abuso sexual praticado contra crianças e adolescentes. Revista de Psicologia. Rio de Janeiro, v. 27, n. 02, p. 139 – 144, 2015. <br><br>OLIVEIRA, D. C. C.; RUSSO, J. A. Abuso sexual infantil em laudos psicológicos: as “duas psicologias”. Revista de Saúde Coletiva. Rio de Janeiro, v. 27, n. 03, p. 579 – 604, 2017. <br><br>SCORTEGAGNA, S. A.; VILLEMOR-AMARAL, A. E. Uso do Rorschach na investigação do abuso sexual infantil. Revista Paidéia. Ribeiro Preto, v. 22, n. 52, p. 271 – 279, 2012.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 22:00:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>francieleg2011</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 22:48:13 UTC</pubDate>
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         <title>Educação escolar - Kesya Oliveira Araujo                                                                                                               Educação Escolar O tema escolhido,advém do meu desejo de entender mais sobre o universo escolar, suas contribuições e desafios na formação pessoal do ser humano.A história da educação escolar no Brasil,desde seus primórdios foi listada por um pendor elitista e excludente.É uma educação desenvolvida em instituições legitimadas.O surgimento desse sistema escolar de ensino,tem relação com o surgimento das escolas e políticas educacionais adotadas pelo estado e pelo governo.Através da educação escolar,as pessoas estabelecem relações e tem a compreensão da forma de organização da sociedade na qual está inserida.Sabe-se,que ela é essencial na nossa sociedade para que haja um auxílio no desenvolvimento dos comportamentos, conhecimentos e valores.Embora seja um direito à todos os cidadãos,existem numerosos desafios que a educação escolar enfrenta desde muito tempo atrás.Nos dias atuais,as desigualdades sociais,o preconceito e outras questões sociais,barra a tentativa de ter uma educação de qualidade à todos.Ainda há uma grande parcela de crianças e jovens que estão fora da escola,por inúmeros fatores como;Acesso limitado;Necessidades especias,na maioria das instituições não há essa adaptação a quem precisa de cuidados especiais;A pobreza,onde a criança ou o adolescente opta pelo trabalho;A violência doméstica;Entre outros.Porém,ainda sim é possível reverter esse quadro que ainda nos encontramos.Precisamos unir forças e lutar pelos nossos direitos,junto aos governantes,educadores,e todo grupo que compõe a rede escolar.Para assim,podermos cada vez mais avançar nessa luta que é de todos.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 23:17:34 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Violência contra mulher </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 23:26:42 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Ensaio Acadêmico </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 23:30:28 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-04 23:41:56 UTC</pubDate>
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         <author>iziscarvalho98</author>
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         <description><![CDATA[<div>A HOMOFOBIA: UM ÓDIO QUE ESPALHA NA SOCIEDADE. <br>Izis Costa Carvalho <br>  O presente ensaio acadêmico será abordado sobre a temática homofobia, uma grande realidade vivida por muitos indivíduos, infelizmente a ignorância humana gera o preconceito, me senti motivada para falar desse assunto, porque é algo tão comum na nossa sociedade, o preconceito tem uma proporção por causa da orientação sexual do outro, e tenho a curiosidade de buscar compreender porque existe essa pratica de julgar, excluir, praticar a violência com o próximo. Desse modo, sou rodeada, convívio diariamente com pessoas que são homoxesuais, lésbicas, e vejo que são pessoas normais como qualquer outro, é apenas sua identidade sexual, no qual não podemos praticar a discriminação com essa comunidade. São diversas as problemáticas, a homofobia em si é o grande problema em questão, irei expor as contribuições voltada a esse público que sofre com o prejulgamento, vai ser apresentado como a Psicologia Histórico- Cultura pode ajudar nesse processo, tendo seu percursor Lev Semenovich Vygotsky. <br>     Nesse sentido, “sempre” existiu a homoxessualidade, diante da religião era vista como um pecado, até hoje é considerado, mas não na medida de antigamente, na ciência foi tido como uma doença mental, no ano de 1973 a homoxessualidade foi retirado do Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais, vale ressaltar que a psicologia e a medicina não consideravam como uma doença. Dessa forma, o preconceito surge no momento em que o poder masculino entra em ação, a discriminação, bullyng nas escolas, as piadinhas sem graça como a utilização de termos constrangedores, por exemplo mulherzinha, bicham, entre outros (Junqueira, R. D. (2012). Eu vejo isso constantemente com meus colegas, o homem em si, tem essa visão e a sociedade de certo modo reforça trazendo o homem como o centro, como o homem da casa, só um homem pode fazer certas tarefas, enfim. No século atual, temos uma grande diversidade de gênero, as famílias modernas, como casais homoafetivos, a homoxessualidade está entre nos mais do que imaginamos, vermos, eles fazem parte da nossa nação. <br>     Nota-se que, que na escola é o ambiente no qual essas pessoas passam por maior dificuldade, pois a discriminação, preconceito é vindo do espaço escolar, daí se dá ao acontecimento do bullyng, isso se explica pelo fato da identidade sexual, acontece na adolescência, enquanto para alguns não é problema, já para outros é um pecado, falha, defeito, com isso leva a pratica do bullyng (Dinis, 2010). Por conseguinte, a homossexualidade está inserida na cultural, e cultura se faz o desenvolvimento humano, Vygotsky diz que o meio em que vivemos a sociedade em que estamos inseridos, a cultura, valores é o responsável pelo nosso desenvolvimento, a mediação semiótica explica bem essa relação direta do meio social com o ser humano, utiliza-se do significado de signos, conceito que pode contribuir bastante para o desenvolvimento psicológico de um indivíduo, visto que para crescer e ter uma consciência bem formada, os signos possibilita ao sujeito um melhor ação nos planejamento, pensamento até mesmo a linguagem, contudo, são significativos culturais, a homossexualidade é diversidade, está dentro da cultura (Madureira &amp; Branco, 2006). <br>          Dessa maneira, a socialização, segundo Vygotsky é um dos meios para evitar o preconceito, discriminação, porque é a partir dessa ação que todos podem desfrutar de culturas diferentes, realidades, experiências, vivencias e claro respeitando e aprendendo. Em suma, houve várias pesquisas, estudos sobre homofobia, porém divulgaram com muito tempo depois, esses trabalhos eram censurados, e chegaram à conclusão de que se trata de um ódio a comunidade LGBT, um problema causado da sociedade, assim gerando o preconceito pelo fato de um indivíduo especifico seja desviado de certas crenças da sociedade (Costa &amp; Nardi, 2015). Uma vez que, fazem com que os LGBTs lutem pelos seus direitos, suas chances de fazer parte da sociedade, poder frequentar lugares sem passar por problemas, ter sua família, ajudar ao próximo, como doar sangue, que felizmente hoje é aceito a doação de sangue por homoxesuais, enfim, como já foi dito anteriormente eles fazem parte, são humanos, e devemos respeitar, apoiar e aceitar. <br>     A guisa de conclusão se faz necessário o apoio, o respeito da sociedade, a conscientização, abraçar a comunidade LGBT, deixar o preconceito, discriminação violência, é importante ressaltar que o Brasil é pais que mais mata homossexuais do mundo, vamos mudar essa triste realidade; devem considerar um crime a homofobia, pois matam pessoas simplesmente pela orientação sexual, Vygotsky demostra que a interação é um importante aprendizado para o sujeito, como ele afirma nesta frase “Nós nos transformamos em nós mesmos através dos outros”, a gente aprende com o que o outro tem a nos oferecer, interagindo, assim fazemos um mundo melhor, pessoas inteligentes. <br> <br>Referências: <br>Costa, Â. B., &amp; Nardi, H. C. (2015). Homofobia e Preconceito contra Diversidade Sexual:Debate Conceitual. Temas em Psicologia. <br>Dinis, N. F. (2010). Homofobia e educação: quando a omissão também é signo de violência. Educar em Revista. <br>Junqueira, R. D. (2012). Homofobia: limites e possibilidades de um conceito em meio a disputas. Bagoas - Estudos Gays: Gêneros E Sexualidades, 1(01).  <br>Madureira, A. F., &amp; Branco, A. M. (2006). Identidades sexuais não-hegemônicas: processos identitários e estratégias para lidar com o preconceito. Psicologia: Teoria e Pesquisa. <br> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-17 22:27:07 UTC</pubDate>
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