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      <title>HLP by Jornada Clássica</title>
      <link>https://padlet.com/jornadaclassica/9us7m2rigaog1do0</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-09-09 00:55:16 UTC</pubDate>
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         <title>O PRIMEIRO PASSO É SEMPRE O MAIS DÍFICIL</title>
         <author>jornadaclassica</author>
         <link>https://padlet.com/jornadaclassica/9us7m2rigaog1do0/wish/2691351400</link>
         <description><![CDATA[<div>Começamos sendo confrontados com diversos tipos de perguntas que seriam determinantes para o nosso progresso na Disciplina, para aquilo que, conjuntamente, iriamos desvendar. O notório é que as perguntas em si, eram desconfortáveis, no sentido de nos forçarem a refletir acerca de temas complexos e de um passado que marcou, com tantas mágoas, os nossos semelhantes. Apesar de tudo, era esse olhar cuidado voltado ao passado que deveríamos enfrentar a fim de cumprirmos o nosso intuito de compreender, de maneira ampla, a nossa língua materna. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-09 01:05:37 UTC</pubDate>
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         <title>LÍNGUA = CULTURA</title>
         <author>jornadaclassica</author>
         <link>https://padlet.com/jornadaclassica/9us7m2rigaog1do0/wish/2691354204</link>
         <description><![CDATA[<div>Falamos de maneira muito automática - isto é fato. Mas se dedicássemos um pouco mais de nossa atenção, logo perceberíamos como a formação dos nossos vocábulos diários é complexa: às vezes, conseguimos remontar a origem semântica que levou a determinada junção; mas na maior parte das vezes, a tal "origem" parece nos dizer "adeus", e, assim, só um profundo estudo etimológico nos melhores dicionários do mundo (graças a Deus), já disponíveis online, poderiam nos salvar. Conclui-se, língua é cultura. Em algum momento, começaram a falar desse jeito, um, depois o outro, seguido das fofoqueiras do bairro inteiro, da cidade e de um Facebook completo... Há razões engraçadas para a formação de muitas palavras, outras, são resquícios de tristes episódios que, de tanto que foram replicados,  arrumaram um lugar recorrente em nossa, no livre vibrato de nossas cordas vocais e entoadas pelo nosso aparelho fonador. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-09 01:13:07 UTC</pubDate>
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         <title>QUANDO A LÍNGUA MATA MAIS QUE BALA</title>
         <author>jornadaclassica</author>
         <link>https://padlet.com/jornadaclassica/9us7m2rigaog1do0/wish/2691357503</link>
         <description><![CDATA[<div>De onde veio "nossa" língua? De uns tais colonizadores, acostumados a serem cruentos. Uma de suas maiores estratégias? Impor-nos sua Língua. Mas quem, em sã consciência duvidou do poder delas? Ora, na narrativa do Gênesis, bastaram algumas para que o Criador trouxesse todo o Universo à tona.  Então, a quem ainda não entendeu, atente-se: Língua nunca foi só palavras. Ouvir os sons, é fácil, entender-lhes o significado, algo que leva mais tempo, não há à toa, os cursinhos de idioma mantêm seu espiral crescente. De novo, Língua é cultura, e se o desejo do colonizador é de sobrepujar a nativa, para impor a branca, o Idioma, ele carrega e dispara com sua arma, pelos mais diversos métodos de interdição política. Como um trator apagando as vivências dos nativos, veio a nova língua, repleta de cosmovisão; nova maneira de ver o mundo, as coisas, as pessoas, as relações e, em resumo, tudo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-09 01:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>O PERIGO DE UMA HISTÓRIA ÚNICA - Chimamanda Adichie</title>
         <author>jornadaclassica</author>
         <link>https://padlet.com/jornadaclassica/9us7m2rigaog1do0/wish/2691361748</link>
         <description><![CDATA[<div>Fica evidente, pela palestra, que "a história única" é o principiar dos PRÉ-conceitos. Pois, analisando o mais banal dos microcosmos, se você ouvir só um "lado" da história, acabará brigando com o seu vizinho e, se você colocar a cabeça em um buraco, qual tatu, muito provavelmente, acabará odiando-o por toda a vida, quiçá, de modo gratuito. Os nativos são facilmente representados por quem está de posse dos grandes meios de comunicação, mas até que ponto eles falam por si mesmos? E, quando falam, são suficientes os meios que lhes permitirão serem ouvidos? Felizmente, Chimamanda, em algum momento, notou esta realidade cruente e passou a se dedicar, com prioridade, a conhecer e, consequentemente, a desenvolver um profundo amor por suas raízes e, fruto disso, são os incríveis trabalhos que ela tem produzido, divulgado e inspirado desde então. </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-09 01:33:00 UTC</pubDate>
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         <title>Que História Você Quer Contar?&quot;</title>
         <author>jornadaclassica</author>
         <link>https://padlet.com/jornadaclassica/9us7m2rigaog1do0/wish/2691370459</link>
         <description><![CDATA[<div>Navegar pelos meandros do livro de Tatiana Fuly é como embarcar em uma jornada educacional de três dimensões. "Que História Você Quer Contar?" nos convida a questionar as fundações eurocêntricas tradicionais que moldam nossa compreensão do mundo.</div><div>No epicentro da obra, encontramos a desconstrução de narrativas convencionais, um terreno em que Fuly desafia os alicerces eurocêntricos com a agudeza de um bisturi. Esta desconstrução revela-se essencial para a educação decolonial, pois abre espaço para perspectivas e histórias subalternas emergirem. É uma verdadeira revolução literária, na qual os dogmas cedem espaço ao diálogo.</div><div>O livro também atua como um farol, iluminando as trilhas a serem seguidas para adotar uma educação decolonial. Fuly nos presenteia com estratégias palpáveis e inspiradoras, como cartas de navegantes decoloniais, apontando o caminho para um futuro educacional mais inclusivo e equitativo.</div><div>Ao explorar "Que História Você Quer Contar?", somos instigados a enxergar além das margens do conhecido. Fuly nos convoca a desbravar novos territórios intelectuais, onde a surpresa e o imprevisível são as estrelas-guia. Uma obra que não apenas ensina, mas nos desafia a contar uma história diferente - a história da educação decolonial, onde a diversidade é celebrada e a equidade é a meta.</div><div><br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-09-09 01:52:46 UTC</pubDate>
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