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      <title>2AM - A HISTÓRIA DOS MEUS ANCESTRAIS  by Natalino Marques</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-29 14:47:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalsmba</author>
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         <description><![CDATA[<div>Disciplina: 2AM - A HISTÓRIA DOS MEUS ANCESTRAIS&nbsp;<br><br>Obs: Para obtenção da nota final da III unidade, apenas quem &nbsp;não fez as apresentações orais na sexta, segue orientações para o trabalho final:</div><div><br>a) Escolher APENAS UM dos temas abaixo, de preferência, do lugar que você mora, mas a escolha é livre. Fazer uma pesquisa, levantamento das questões que são solicitadas abaixo, individualmente.<br>b) A pesquisa pode ser feita direto no Google e postada diretamente no Padlet, escrita no caderno, fotografada e postada no Padlet até o dia 30/11/23, com a respectiva identificação completa do aluno (a), nome da escola e disciplina.&nbsp;<br><br><br>1. Origens do Município de São Francisco do Conde, aspectos históricos importantes da sede.&nbsp;<br>2. Ilha do Paty, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.<br>3. Ilha do Paty, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.</div><div>4. Ilha das Fontes, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.</div><div>5. Ilha de Cajaíba, história, memória, cultura, aspectos importantes da ilha.<br>6. Bairro da Muribeca, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div>7. Bairro do Socorro, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div>8. Bairro Caípe de Coma e de Baixo, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div>9. Bairro de Santo Estevão, história, memória, cultura, aspectos importantes do bairro.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 14:47:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalsmba</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 14:58:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>natalsmba</author>
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         <pubDate>2023-11-29 14:58:43 UTC</pubDate>
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         <title>São Francisco do Conde </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Gabriel Lima 2°AM</p><p><br></p><p>História</p><p><br></p><p>São Francisco do Conde</p><p>Bahia- BA</p><p><br></p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698.</p><p>O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área.</p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança.</p><p>No Município nasceu também Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizador e fundador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p><p><br></p><p>Formação Administrativa:</p><p><br></p><p>Elevado à categoria de vila com a denominação de São Francisco da Barra de Sergipe do Conde, em 27-11-1697. Instalada em 16-02-1698.</p><p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila aparece constituída de 5 distritos: São Francisco da Barra do Sergipe do Conde, Boqueirão, Cabeceiras do Passe, Monte do Recôncavo, Socorro do Recôncavo.</p><p>Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, a vila aparece constituída de 6 distritos: São Francisco da Barra do Sergipe do Conde, São Gonçalo, Madre de Deus do Boqueirão (ex-Boqueirão), Nossa Senhora do Monte (ex-Monte do Recôncavo), Nossa Senhora do Socorro (ex- Socorro do Recôncavo), São Sebastião das Cabeceiras do Passe (ex-Cabeceiras do Passe).</p><p>Pelos decretos estaduais nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931, o município tomou a denominação de São Francisco. Por este ultimo decreto São Francisco (ex-São Francisco da Barra de Sergipe do Conde), adquiriu o extinto território do extinto município de São Sebastião. como simples distrito.</p><p>Pelo decreto estadual nº 7600, de 11-09-1931, desmembra do município de São Francisco o distrito de São Sebastião. Elevado à categoria de município.</p><p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 4 distritos: São Francisco, Bom Jesus, Madre de Deus do Boqueirão e Socorro do Recôncavo (ex-Nossa Senhora do Socorro).</p><p>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 5 distritos: São Francisco, São Gonçalo (ex-São Francisco), Bom Jesus, Madre de Deus do Boqueirão, Monte Recôncavo e Santo Estevão.</p><p>Pelo decreto-lei estadual nº 10724, de 30-03-1938, o distrito de São Gonçalo voltou a denominar-se São Francisco.</p><p>Pelo decreto estadual nº 11089, de 30-11-1938, São Francisco adquiriu do município São Sebastião o distrito de Colônia. Pelo mesmo decreto os distritos de Bom Jesus e Santo Estevão tomaram a denominação, respectivamente de Senhor dos Passo e Socorro.</p><p>No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 6 distritos: São Francisco, Colônia, Madre de Deus, Monte Recôncavo, Senhor dos Passos (ex-Bom Jesus) e Socorro (ex-Santo Estevão).</p><p>Pelo decreto estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual nº 12978, de 01-06-1944, o município de São Francisco passou a denominar-se São Francisco do Conde. Os distritos de Colônia, Madre de Deus e Socorro, passaram a chamar-se, respectivamente, Santa Eliza, Suape e Mataripe.</p><p>No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 6 distritos: São Francisco do Conde (ex-São Francisco), Mataripe (ex-Socorro) Monte Recôncavo, Santa Eliza ex-(Colônia), Senhor dos Passos e Suape (ex-Madre de Deus).</p><p>Pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, de 02-08-1947, os distritos de Senhor dos Passos e Suape foram transferidos para o município de Salvador como subdistritos, com os nomes, respectivamente de Bom Jesus e Madre de Deus.</p><p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: São Francisco do Conde, Mataripe, Monte Recôncavo e Santa Eliza.</p><p>Pela lei estadual nº 628, de 30-12-1953, o distrito de Santa Eliza foi extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de São Francisco do Conde.</p><p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: São Francisco do Conde, Mataripe e Monte Recôncavo.</p><p>Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</p><p><br></p><p>São Francisco do Conde é marcado por um legado de conquistas nacionais históricas. Em 1822, a população franciscana e de cidades vizinhas uniu-se para combater invasores portugueses na região, o que resultou na soberania baiana durante as lutas pela Independência.</p><p><br></p><p>Alterações toponímicas municipais</p><p><br></p><p>São Francisco da Barra de Sergipe do Conde para São Francisco, alterado pelos decretos estaduais nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931.</p><p>São Francisco para São Francisco do Conde, alterado pelo decreto estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual nº 12978, de 01-06-1944.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 16:01:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Vitória jaguaracira copque dos santos </p><p>2°AM</p><p><br></p><p>Cultura e história de Santo Estêvão </p><p><br></p><p>O Festival de Mariscos, realizado pela Associação Beneficente dos Moradores de Santo Estevão (ABEMSE) – cujo apoio total foi cedido pela Prefeitura Municipal de São Francisco do Conde.</p><p>A comunidade e muitos turistas numa grande festa de paz e alegria.<br>Logo no início da manhã, o cortejo das baianas que saiu pelas ruas do bairro abrilhantou a caminhada até a igreja local que, como é tradição, sucedeu em lavagem do adrio do templo de fé, cumprimento das obrigações sagradas e distribuição gratuita de muito axé entre aqueles que acompanhavam o cortejo.<br>O prefeito Evandro Almeida, a primeira-dama Iasmin Barbosa, o vice Nem do Caípe, entre muitos secretários, vereadores e lideranças, fizeram-se presentes naquele momento de devoção e prestígio a comunidade de Santo Estêvão.<br>A Lavagem da Igreja local é uma tradição da Babalorixá D. Lurdes (<em>in memorian</em>) mantida pela comunidade, que tem orgulho de manter o espaço democrático e motivador da cultura local.<br>Com uma paisagem inspiradora, Santo Estêvão foi palco também da tradicional Regata Centenária de Canoas; as torcidas fizeram bonito durante as comemorações.</p><p><br></p><p>No período de 17 a 26 de dezembro, a comunidade de Santo Estêvão renderá homenagens ao santo padroeiro que leva o mesmo nome do bairro. Um novenário – com tema central “Estêvão, exemplo de coragem, nos ensine a testemunhar com ousadia a Jesus Eucaristia” – será celebrado de 17 a 25 de dezembro, sempre às 19h, na igreja católica local. Já no dia 26 de dezembro, uma quinta-feira, será o dia em que ocorrerão a missa e procissão. A missa iniciará às 08h, na Praça da Juventude, e, em seguida, os fieis sairão em procissão pelas ruas do bairro.</p><p><strong>Santo Estevão</strong>&nbsp;foi um dos escolhidos entre sete homens de Deus para fazer parte do grupo dos primeiros diáconos da Igreja de Jerusalém. Como o número de cristãos aumentava muito, algumas viúvas começaram a ficar sem assistência por parte dos Apóstolos, que tinham que se dedicar à pregação da Palavra. Por isso, inspirados por Deus, decidiram escolher diáconos, ou seja, servidores, para prestar estes serviços assistenciais a necessitados. Estêvão foi um desses escolhidos. O livro dos Atos dos Apóstolos conta que Estêvão e os outros diáconos eram homens de credibilidade, cheios do Espírito de Deus, de fé e de sabedoria.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 16:58:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>São Francisco do conde: história e aspectos históricos. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/natalsmba/2AM_A_HISTORIA_DOS_MEUS_ANCESTRAIS_CEAJAT/wish/2807747492</link>
         <description><![CDATA[<p>A origem do município de São Francisco do Conde remonta à construção de um engenho, à foz do rio Sergipe atual Sergi – mirim, em terras de sesmaria concedidas por Mem de Sá a Fernão Rodrigues Castelo Branco, em 1561, e que por sua morte passaram a propriedade de sua filha D. Helena, casada com D. Fernando de Noronha, conde de Linhares.</p><p><br></p><p>Na primeira metade do século XVII, os frades franciscanos fundaram o primeiro convento no lugar denominado Marapé, a uma légua da povoação, mudando-se em 1629, para o local onde se encontra atualmente a cidade, em terrenos que lhes foram doados por Gaspar Pinto dos Reis e sua mulher. Por Carta Régia de 27 de dezembro de 1693, foi determinada a criação de vilas no Recôncavo Baiano, cabendo a D. João de Lancastre fundar, a 27 de novembro de 1697, a vila que tomou o nome do São Francisco da Barra de Sergipe do Conde, cuja instalação se verificou a 16 de fevereiro de 1698.</p><p><br></p><p>São Francisco de Conde teve assinalada participação nas lutas da independência. O Tenente-coronel Comandante Joaquim Inácio de Siqueira Bulcão, natural do Município e primeiro Barão de São Francisco, é mesmo cognominado “Patriarca da liberdade baiana”. No Município nasceu também Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizador e fundador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p><p><br></p><p>Segundo a divisão administrativa, vigente em 1º de janeiro de 1958, o município é composto de três distritos: São Francisco do Conde, Mataripe e Monte Recôncavo.</p><p><br></p><p>O município guarda um grande patrimônio cultural e uma diversidade de etnias presente no cotidiano da cidade. Sua biodiversidade é riquíssima e possui ainda grande parte da Mata Atlântica. A riqueza do passado se baseava na plantação de cana-de-açúcar que deram inicio ao desenvolvimento econômico da área, atualmente uma das principais é a extração e refino de petróleo RLAM (Refinaria Landulpho Alves Mataripe), homenagem ao engenheiro e político baiano que lutou para conquistar a causa do petróleo na Bahia. O município possui o maior Produto Interno Bruto por habitante segundo IBGE/2009. Dados do jornal O Globo (2011) revela que o mesmo destaca-se pela diversidade da cultura regional herdada do Império Português, e a gastronomia deixada pelos africanos e índios primeiros habitantes da região.</p><p><br></p><p>Destaca-se entre esses, o engenho de Cajaíba que foi o mais prospero da região na época. Hoje, a ilha de Cajaíba possui um acervo histórico e cultural muito importante. A casa grande, por exemplo, foi moradia de personagens como Men de Sá, Gabriel Soares e Barão de Cajaíba, este foi líder da Sabinada, importante luta histórica em prol da independência do Brasil. Deve-se destacar também, sua atuação em movimentos importantes de emancipação política no Brasil, como a Revolução dos Alfaiates (1798), Sabinada (1837) e Independência da Bahia (1823).</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 17:32:54 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>São Francisco do conde-BA</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/natalsmba/2AM_A_HISTORIA_DOS_MEUS_ANCESTRAIS_CEAJAT/wish/2807828635</link>
         <description><![CDATA[<p>Kaylla stephane Damasceno da encarnação-2AM</p><p><br></p><p><br></p><p>História, culinária, cultura </p><p><br></p><p><br></p><p>A cidade de São Francisco do Conde, localizada a 67 km da capital, é a terceira cidade do Recôncavo Baiano e tem 31.699 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É considerado o município de maior população negra (maior que 90%) declarada no censo. A cidade pertenceu a Salvador até 1697, quando foi emancipada,Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698. O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe</p><p>Cultura</p><p>São Francisco do Conde é guardiã de uma diversidade cultural inestimável. Suas maiores riquezas foram preservadas por meio da história passada de geração para geração. Desde a origem da cidade, os africanos que a habitavam aprenderam o valor, a importância e a sabedoria do falar. Por isso, ainda hoje, se mantêm vivas as manifestações culturais da Era Colonial, entre elas o Bumba-meu-boi e a Nega Maluca. Também existem as produções culturais como o Lindroamor, Capabode, Mandus e os Meninos da Lama. Mas, sem dúvida, a festa mais comemorada no município é o seu tradicionalíssimo São João que conta com danças populares, como o forró e a quadrilha, além de ter as bebidas e as comidas típicas da região </p><p>Culinária Ilha do Paty– São Francisco do Conde</p><p>Na arte da cozinha, as influências dos antepassados, deixaram de herança que até hoje são pratos típicos na mesa dos baianos como o acarajé, o vatapá, o beiju entre outros. A culinária típica de São Francisco do Conde reserva pratos feitos com frutos do mar, tais como peixes, siri-mole, sururu, lambreta e outras delícias que podem ser degustadas em algumas partes da localidade, o destaque maior é para o peixe assado na folha de banana, o feijão fradinho e o feijão doce que são pratos que não faltam na mesa dos sanfranciscanos, e para completar tem os doces feitos das frutas tropicais da região como  doce de goiaba com coco, jenipapo e muitos outros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-29 18:32:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Laura Santos de Almeida 2AM</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/natalsmba/2AM_A_HISTORIA_DOS_MEUS_ANCESTRAIS_CEAJAT/wish/2808158518</link>
         <description><![CDATA[<p>São Francisco do conde </p><p>Bahia-BA</p><p><br></p><p>Históricos </p><p><br></p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698.<br>O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.<br>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área.<br>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança.<br>No Município nasceu também Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizador e fundador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.<br><br>Formação Administrativa:<br><br>Elevado à categoria de vila com a denominação de São Francisco da Barra de Sergipe do Conde, em 27-11-1697. Instalada em 16-02-1698.<br>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila aparece constituída de 5 distritos: São Francisco da Barra do Sergipe do Conde, Boqueirão, Cabeceiras do Passe, Monte do Recôncavo, Socorro do Recôncavo.<br>Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, a vila aparece constituída de 6 distritos: São Francisco da Barra do Sergipe do Conde, São Gonçalo, Madre de Deus do Boqueirão (ex-Boqueirão), Nossa Senhora do Monte (ex-Monte do Recôncavo), Nossa Senhora do Socorro (ex- Socorro do Recôncavo), São Sebastião das Cabeceiras do Passe (ex-Cabeceiras do Passe).<br>Pelos decretos estaduais nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931, o município tomou a denominação de São Francisco. Por este ultimo decreto São Francisco (ex-São Francisco da Barra de Sergipe do Conde), adquiriu o extinto território do extinto município de São Sebastião. como simples distrito.<br>Pelo decreto estadual nº 7600, de 11-09-1931, desmembra do município de São Francisco o distrito de São Sebastião. Elevado à categoria de município.<br>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 4 distritos: São Francisco, Bom Jesus, Madre de Deus do Boqueirão e Socorro do Recôncavo (ex-Nossa Senhora do Socorro).<br>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 5 distritos: São Francisco, São Gonçalo (ex-São Francisco), Bom Jesus, Madre de Deus do Boqueirão, Monte Recôncavo e Santo Estevão.<br>Pelo decreto-lei estadual nº 10724, de 30-03-1938, o distrito de São Gonçalo voltou a denominar-se São Francisco.<br>Pelo decreto estadual nº 11089, de 30-11-1938, São Francisco adquiriu do município São Sebastião o distrito de Colônia. Pelo mesmo decreto os distritos de Bom Jesus e Santo Estevão tomaram a denominação, respectivamente de Senhor dos Passo e Socorro.<br>No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 6 distritos: São Francisco, Colônia, Madre de Deus, Monte Recôncavo, Senhor dos Passos (ex-Bom Jesus) e Socorro (ex-Santo Estevão).<br>Pelo decreto estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual nº 12978, de 01-06-1944, o município de São Francisco passou a denominar-se São Francisco do Conde. Os distritos de Colônia, Madre de Deus e Socorro, passaram a chamar-se, respectivamente, Santa Eliza, Suape e Mataripe.<br>No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 6 distritos: São Francisco do Conde (ex-São Francisco), Mataripe (ex-Socorro) Monte Recôncavo, Santa Eliza ex-(Colônia), Senhor dos Passos e Suape (ex-Madre de Deus).<br>Pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, de 02-08-1947, os distritos de Senhor dos Passos e Suape foram transferidos para o município de Salvador como subdistritos, com os nomes, respectivamente de Bom Jesus e Madre de Deus.<br>Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: São Francisco do Conde, Mataripe, Monte Recôncavo e Santa Eliza.<br>Pela lei estadual nº 628, de 30-12-1953, o distrito de Santa Eliza foi extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de São Francisco do Conde.<br>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: São Francisco do Conde, Mataripe e Monte Recôncavo.<br>Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.<br><br>Alterações toponímicas municipais<br><br>São Francisco da Barra de Sergipe do Conde para São Francisco, alterado pelos decretos estaduais nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931.<br>São Francisco para São Francisco do Conde, alterado pelo decreto estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual nº 12978, de 01-06-1944.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 00:07:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Hellen dos santos lima 2°AM</p><p><br/></p><p>História e cultura de santo Estêvão </p><p><br/></p><p> O III Festival de Mariscos: Sabores da Maré, realizado nos dias 14 e 15 de dezembro em Santo Estêvão – São Francisco do Conde, oportunizou a realização de diversos negócios voltados para o artesanato, plantas, moda e gastronomia. Além de divulgar os trabalhos produzidos por membros da própria comunidade, a economia local foi intensamente movimentada. Centenas de pessoas participaram do evento na comunidade.</p><p>As delícias degustadas por muitos moradores e visitantes podiam ser encontradas nos stands da orla. No palco, os grupos Samba Filhos de São Francisco, Kuarto de Samba e os cantores Lu Santana e Lucas Barreto animaram mais ainda a festa. Neste mesmo palco foi realizado o desfile da grife África 900 e Gowê Moda Africana, bem como foi feito o desfile que elegeu a Rainha e as Princesas do Festival.</p><p>A Rainha do Festival, bem como as Princesas, também se fizeram presentes, lançando muito charme, beleza e simpatia pelas ruas de Santo Estêvão. Para a Rainha Dane Evelyn, o título foi uma grande surpresa. “Eu realmente não tava esperando, não achei que chegaria em primeiro lugar, foi uma grande surpresa e estou muito feliz! Agradeço a Deus pelo reconhecimento“.</p><p>A Primeira Princesa, Hellen Santos, que ano passado ganhou o mesmo título que em 2019, falou de sua felicidade na disputa. “Ganhei ano passado e esse ano mais uma vez. Foi um prazer para mim, pois me diverti muito“. A Segunda Princesa foi Ana Beatriz.</p><p>Fé, tradição, sincretismo, cultura, arte, lazer e gastronomia – tudo isso reunido em dois dias de grande festa, que fez cumprir a identidade desse lugar mais que especial.</p><p>Santo Estêvão, bairro pertencente ao município de São Francisco do Conde, mostrou como esse conjunto de elementos é capaz de levar alegria a uma multidão e fortalecer a economia própria.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 00:11:39 UTC</pubDate>
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         <title>SÃO FRANCISCO DO CONDE :ORIGEM E ASPECTOS.</title>
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         <description><![CDATA[<p>Aluna:Ana Clara Santos de Jesus.  Turma :2Am</p><p><br></p><p>Origem:</p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698. O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p><br></p><p>São Francisco do Conde, terceiro município do Recôncavo, guarda um grande patrimônio do Brasil Colonial. A cidade é rica em sobrados, igrejas e engenhos, construídos durante a administração portuguesa no país. A arquitetura imponente é um convite para um passeio ao século XVI, relembrando e mantendo viva uma parte importante da história do Brasil. O município se localiza em uma área na qual ainda se preserva reservas de Mata Atlântica e riquíssimos manguezais, contribuindo para a biodiversidade da região.</p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área. Hoje, a extração, o refino e o processamento de petróleo são as principais atividades econômicas da região. São Francisco do Conde mantém o clima de cidade do interior, com sua arquitetura barroca, com a tranqüilidade e com seu porto de canoas para os pescadores. A cidade também está se desenvolvendo e possui uma orla marítima bela, urbanizada e moderna, trazendo um apaixonante contraste visual.</p><p><br></p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança. A habilidade com a pesca e a técnica das mulheres marisqueiras também surgiram com os primeiros habitantes da região. São Francisco do Conde possui uma história riquíssima e que se confunde com a história do Brasil. A cidade é única e consegue reunir história, cultura e a tranqüilidade típica do Recôncavo Baiano em um só lugar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 15:51:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>História</strong></p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698. O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p>São Francisco do Conde, terceiro município do Recôncavo, guarda um grande patrimônio do Brasil Colonial. A cidade é rica em sobrados, igrejas e engenhos, construídos durante a administração portuguesa no país. A arquitetura imponente é um convite para um passeio ao século XVI, relembrando e mantendo viva uma parte importante da história do Brasil. O município se localiza em uma área na qual ainda se preserva reservas de Mata Atlântica e riquíssimos manguezais, contribuindo para a biodiversidade da região.</p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área. Hoje, a extração, o refino e o processamento de petróleo são as principais atividades econômicas da região. São Francisco do Conde mantém o clima de cidade do interior, com sua arquitetura barroca, com a tranqüilidade e com seu porto de canoas para os pescadores. A cidade também está se desenvolvendo e possui uma orla marítima bela, urbanizada e moderna, trazendo um apaixonante contraste visual.</p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança. A habilidade com a pesca e a técnica das mulheres marisqueiras também surgiram com os primeiros habitantes da região. São Francisco do Conde possui uma história riquíssima e que se confunde com a história do Brasil. A cidade é única e consegue reunir história, cultura e a tranqüilidade típica do Recôncavo Baiano em um só lugar.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 21:06:36 UTC</pubDate>
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         <title>São Francisco Do Conde </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p> </p><p>São Francisco é uma cidade considerada  o município de maior população negra declarada no censo do IBGE, São Francisco do Conde, terceiro município do Recôncavo baiano, conserva grande patrimônio do Brasil Colonial,suas principais manifestações acontece no espaço urbano podem ser representadas através da linguagem, música, dança, prédios pintados ou grafitados, teatro, ritmo de vida e costumes diferenciados. Foi fundada um povoado pelo capitão inglês Jonh Harrison . O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 21:36:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Miguel Vitor hoine dos Santos Andrade Pereira </p><p>2 am</p><p><br></p><p>São Francisco do Conde</p><p>Bahia- BA</p><p><br></p><p>Histórico</p><p><br></p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698.</p><p>O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área.</p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança.</p><p>No Município nasceu também Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizador e fundador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p><p>Formação Administrativa:</p><p>Elevado à categoria de vila com a denominação de São Francisco da Barra de Sergipe do Conde, em 27-11-1697. Instalada em 16-02-1698.</p><p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, a vila aparece constituída de 5 distritos: São Francisco da Barra do Sergipe do Conde, Boqueirão, Cabeceiras do Passe, Monte do Recôncavo, Socorro do Recôncavo.</p><p>Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1-IX-1920, a vila aparece constituída de 6 distritos: São Francisco da Barra do Sergipe do Conde, São Gonçalo, Madre de Deus do Boqueirão (ex-Boqueirão), Nossa Senhora do Monte (ex-Monte do Recôncavo), Nossa Senhora do Socorro (ex- Socorro do Recôncavo), São Sebastião das Cabeceiras do Passe (ex-Cabeceiras do Passe).</p><p>Pelos decretos estaduais nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931, o município tomou a denominação de São Francisco. Por este ultimo decreto São Francisco (ex-São Francisco da Barra de Sergipe do Conde), adquiriu o extinto território do extinto município de São Sebastião. como simples distrito.</p><p>Pelo decreto estadual nº 7600, de 11-09-1931, desmembra do município de São Francisco o distrito de São Sebastião. Elevado à categoria de município.</p><p>Em divisão administrativa referente ao ano de 1933, o município aparece constituído de 4 distritos: São Francisco, Bom Jesus, Madre de Deus do Boqueirão e Socorro do Recôncavo (ex-Nossa Senhora do Socorro).</p><p>Em divisões territoriais datadas de 31-XII-1936 e 31-XII-1937, o município aparece constituído de 5 distritos: São Francisco, São Gonçalo (ex-São Francisco), Bom Jesus, Madre de Deus do Boqueirão, Monte Recôncavo e Santo Estevão.</p><p>Pelo decreto-lei estadual nº 10724, de 30-03-1938, o distrito de São Gonçalo voltou a denominar-se São Francisco.</p><p>Pelo decreto estadual nº 11089, de 30-11-1938, São Francisco adquiriu do município São Sebastião o distrito de Colônia. Pelo mesmo decreto os distritos de Bom Jesus e Santo Estevão tomaram a denominação, respectivamente de Senhor dos Passo e Socorro.</p><p>No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 6 distritos: São Francisco, Colônia, Madre de Deus, Monte Recôncavo, Senhor dos Passos (ex-Bom Jesus) e Socorro (ex-Santo Estevão).</p><p>Pelo decreto estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual nº 12978, de 01-06-1944, o município de São Francisco passou a denominar-se São Francisco do Conde. Os distritos de Colônia, Madre de Deus e Socorro, passaram a chamar-se, respectivamente, Santa Eliza, Suape e Mataripe.</p><p>No quadro fixado para vigorar no período de 1944-1948, o município é constituído de 6 distritos: São Francisco do Conde (ex-São Francisco), Mataripe (ex-Socorro) Monte Recôncavo, Santa Eliza ex-(Colônia), Senhor dos Passos e Suape (ex-Madre de Deus).</p><p>Pelo Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, de 02-08-1947, os distritos de Senhor dos Passos e Suape foram transferidos para o município de Salvador como subdistritos, com os nomes, respectivamente de Bom Jesus e Madre de Deus.</p><p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1950, o município é constituído de 4 distritos: São Francisco do Conde, Mataripe, Monte Recôncavo e Santa Eliza.</p><p>Pela lei estadual nº 628, de 30-12-1953, o distrito de Santa Eliza foi extinto, sendo seu território anexado ao distrito sede do município de São Francisco do Conde.</p><p>Em divisão territorial datada de 1-VII-1960, o município é constituído de 3 distritos: São Francisco do Conde, Mataripe e Monte Recôncavo.</p><p>Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.</p><p>Alterações toponímicas municipais</p><p>São Francisco da Barra de Sergipe do Conde para São Francisco, alterado pelos decretos estaduais nºs 7455, de 23-06-1931 e 7479, de 08-07-1931.</p><p>São Francisco para São Francisco do Conde, alterado pelo decreto estadual nº 141, de 31-12-1943, retificado pelo decreto estadual nº 12978, de 01-06-1944.</p><p>Fonte</p><p>IBGE</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-30 21:38:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Hanyelle Ferreira Trindade 2AM</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Conheça a história de São Francisco Do Conde.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698. O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p><br/></p><p>São Francisco do Conde, terceiro município do Recôncavo, guarda um grande patrimônio do Brasil Colonial. A cidade é rica em sobrados, igrejas e engenhos, construídos durante a administração portuguesa no país. A arquitetura imponente é um convite para um passeio ao século XVI, relembrando e mantendo viva uma parte importante da história do Brasil. O município se localiza em uma área na qual ainda se preserva reservas de Mata Atlântica e riquíssimos manguezais, contribuindo para a biodiversidade da região.</p><p><br/></p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área. Hoje, a extração, o refino e o processamento de petróleo são as principais atividades econômicas da região. São Francisco do Conde mantém o clima de cidade do interior, com sua arquitetura barroca, com a tranqüilidade e com seu porto de canoas para os pescadores. A cidade também está se desenvolvendo e possui uma orla marítima bela, urbanizada e moderna, trazendo um apaixonante contraste visual.</p><p><br/></p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança. A habilidade com a pesca e a técnica das mulheres marisqueiras também surgiram com os primeiros habitantes da região. São Francisco do Conde possui uma história riquíssima e que se confunde com a história do Brasil. A cidade é única e consegue reunir história, cultura e a tranquilidade típica do Recôncavo Baiano em um só lugar.</p><p><br/></p><p>Turismo</p><p>O Convento de Santo Antônio, parte do conjunto arquitetônico que conta ainda com Igreja e Ordem Terceira, é a construção que mais se destaca no centro histórico da cidade, nascida em torno do convento. Imagens sacras em marfim, mobiliário em jacarandá, documentos raros, telas e painéis de azulejos fazem parte do acervo desse monumento do século XVII, na praça Artur Sales.</p><p><br/></p><p>A Igreja Matriz de São Gonçalo é um exemplar do estilo barroco no Recôncavo, com destaque para peças em rococó no interior da nave. Na praça da Independência, em frente ao píer de atracação, a Casa de Câmara e Cadeia, construída entre 1693 e 1750, é um marco da arquitetura civil.</p><p><br/></p><p>Como chegar: a parte histórica da cidade está no centro, limitando-se entre a orla marítimo-fluvial e as encostas com suas igrejas.</p><p><br/></p><p>Ilha de Cajaíba</p><p>Com oito quilômetros de extensão, fica exatamente em frente à sede do município, na foz do rio Sergi, separada do continente por um canal. Além do passeio de barco – única forma de acesso ao local – é possível fazer caminhadas por toda a ilha, que dispõe de uma pequena praia particular na contracosta. O conjunto arquitetônico, em bom estado de conservação, remonta ao período áureo da nobreza açucareira.</p><p><br/></p><p>Como chegar: para atravessar, dez minutos de barco.</p><p><br/></p><p>Ilha das Fontes</p><p>Abriga as ruínas de um engenho e seus antigos moradores contam inúmeras histórias. Conhecida com este nome desde o século XVI, devido a inúmeras fontes existentes e consideradas as maiores e de melhor água das redondezas, a Ilha das Fontes é de propriedade de vários lavradores.</p><p><br/></p><p>Como chegar: está situada a sudeste da sede, a aproximadamente 5 km da distância. É possível fretar barcos de pescadores para a visita.</p><p><br/></p><p>Imperial Instituto Baiano de Agricultura</p><p>A pé, de bicicleta ou de automóvel chega-se às ruínas do Imperial Instituto Baiano de Agricultura, primeiro da América Latina, na localidade de São Bento das Lages, nas terras do engenho de propriedade dos padres beneditinos, às margens dos rios Subaé e Sergimirim. Foi criado em 1859, pelo Imperador D. Pedro II, inaugurado em 1877 e funcionou até 1930. Distante três quilômetros do centro da cidade, em estrada de terra, o local oferece uma bela paisagem do alto do imponente prédio de 365 janelas, por onde se avistam pescadores e marisqueiras nos bancos de areia e no manguezal.</p><p><br/></p><p>Dicas: leve máquina fotográfica ou filmadora e desfrute o visual das ruínas e do verde ao redor do rio Sergimirim.</p><p>Como chegar: a partir do centro da cidade, toma-se o rumo de São Bento das Lages, a cerca de 3 km de distância, metade percorrida em estrada de barro.</p><p><br/></p><p>Monte Recôncavo</p><p>Mirante natural da Baía de Todos os Santos, de onde se avistam diversas ilhas e até a cidade de Salvador, quase na linha do horizonte. Aí está a Igreja de Nossa Senhora do Monte, construída entre os séculos XVII e XVIII, no ponto mais elevado do município, a 180 metros de altitude.</p><p><br/></p><p>Dica: deste ponto se consegue uma das mais belas vistas do conjunto Recôncavo – Baía de Todos os Santos.</p><p>Como chegar: saindo da sede de São Francisco do Conde, a leste, percorre-se a BA-522 por aproximadamente 2 km de via asfaltada, em direção a Candeias.</p><p><br/></p><p>Casa e Capela do Engenho D´água</p><p>Conjunto arquitetônico do início do século XIX com casa-grande, capela, casa de trabalhadores, depósitos e barcaças de cacau. Em meados do século XX foi introduzida, com sucesso, a primeira plantação de cacau, que se espalhou na região. A casa é distante da capela cerca de 250 metros, por uma trilha íngreme. A capela, de formato octogonal, foi construída em louvor ao Senhor Bom Jesus de Bouças, cuja imagem foi trazida de Roma, em 1763.</p><p><br/></p><p>Dicas: cuidado com os formigueiros na trilha.</p><p>Como chegar: saindo da sede de São Francisco do Conde, a leste, percorre-se a BA-522 por aproximadamente 8 km de via asfaltada, entrando-se à direita da BA-522, que liga São Francisco do Conde a Candeias.</p><p><br/></p><p>Igreja de Nossa Senhora do Vencimento</p><p>Outro conjunto arquitetônico da época áurea do ciclo da cana-de-açúcar, pertencente ao antigo engenho Paramirim. Da casa grande só restam as ruínas e, da igreja, pouco mais que isso. Misturando o estilo neoclássico com torres bizantinas, a igreja está em um belo cenário fotográfico, onde as ruínas servem de moldura para o verde vale.</p><p><br/></p><p>Dicas: leve água e um guia local</p><p>Como chegar: saindo da sede de São Francisco do Conde, a leste, percorrer a BA-522 por aproximadamente 15 km em direção a Candeias; antes do povoado de Paramirim, entrar à direita para o povoado de Vencimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 00:07:32 UTC</pubDate>
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         <title>Hanyelle Ferreira Trindade 2AM</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ilha das fontes. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 00:08:30 UTC</pubDate>
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         <title>São Francisco do conde</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Diana Souza França-2AM</p><p><br/></p><p><strong>História </strong></p><p><br/></p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698.</p><p>O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p><br/></p><p>Origem </p><p><br/></p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área.</p><p><br/></p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança.</p><p><br/></p><p>No Município nasceu também Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizador e fundador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p><p><br/></p><p><strong>Cultura </strong></p><p><br/></p><p>São Francisco do Conde é guardiã de uma diversidade cultural inestimável. Suas maiores riquezas foram preservadas por meio da história passada de geração para geração. Desde a origem da cidade, os africanos que a habitavam aprenderam o valor, a importância e a sabedoria do falar. Por isso, ainda hoje, se mantêm vivas as manifestações culturais da Era Colonial, entre elas o Bumba-meu-boi e a Nega Maluca. Também existem as produções culturais como o Lindroamor, Capabode, Mandus e os Meninos da Lama. Mas, sem dúvida, a festa mais comemorada no município é o seu tradicionalíssimo São João que conta com danças populares, como o forró e a quadrilha, além de ter as bebidas e as comidas típicas da região.</p><p><br/></p><p><strong>Bumba Meu Boi</strong></p><p><strong>Careta</strong></p><p><strong>Capa Bode</strong></p><p><strong>Nega Maluca.</strong></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 01:06:18 UTC</pubDate>
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         <title>São Francisco do conde </title>
         <author>dianasf357_</author>
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         <description><![CDATA[<p>Diana Souza França-2AM</p><p><br/></p><p>História </p><p><br/></p><p>Em 1618, por ordem do Conde de Linhares, foi construído no alto de um monte, no Recôncavo Baiano, um convento e uma igreja, onde, mais tarde, surgiria a cidade de São Francisco do Conde, em 1698.</p><p><br/></p><p>O nome homenageia o padroeiro da cidade e o conde Fernão Rodrigues, que herdou o terreno do 3° governador-geral do Brasil, Mem de Sá. A região onde fica a cidade foi conquistada pelo império português através de guerras travadas contra os índios que viviam nas margens dos rios Paraguaçu e Jaguaribe.</p><p><br/></p><p>Origem </p><p><br/></p><p>No passado, a riqueza da cidade se baseava nas plantações de cana de açúcar que deram início ao desenvolvimento econômico da área.</p><p><br/></p><p>A diversidade de etnias que ajudou a construir São Francisco do Conde culturalmente está presente no cotidiano da cidade. As palmeiras imperiais, símbolo da administração portuguesa, estão por toda parte, as construções coloniais são majestosas e conservam a memória da região. Os Tupinambás e os Caetés Negros deixaram de legado, entre outras coisas, uma rica gastronomia. O mingau de farinha de milho, a tapioca e o preparo do peixe assado na folha de bananeira são exemplos dessa herança.</p><p><br/></p><p>No Município nasceu também Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizador e fundador do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.</p><p><br/></p><p>Cultura </p><p><br/></p><p>São Francisco do Conde é guardiã de uma diversidade cultural inestimável. Suas maiores riquezas foram preservadas por meio da história passada de geração para geração. Desde a origem da cidade, os africanos que a habitavam aprenderam o valor, a importância e a sabedoria do falar. Por isso, ainda hoje, se mantêm vivas as manifestações culturais da Era Colonial, entre elas o Bumba-meu-boi e a Nega Maluca. Também existem as produções culturais como o Lindroamor, Capabode, Mandus e os Meninos da Lama. Mas, sem dúvida, a festa mais comemorada no município é o seu tradicionalíssimo São João que conta com danças populares, como o forró e a quadrilha, além de ter as bebidas e as comidas típicas da região.</p><p><br/></p><p>Bumba Meu Boi</p><p><br/></p><p>Careta</p><p><br/></p><p>Capa Bode</p><p><br/></p><p>Nega Maluca.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-01 01:09:32 UTC</pubDate>
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