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      <title>Início Vida Adulta (21 a 28 anos) by Yasmin Oliveira</title>
      <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/9tmgtup8tsh2f0c2</link>
      <description>Professora Yasmin (Turma B)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-12 17:10:38 UTC</pubDate>
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         <title>Adulto jovem</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div>“Não faz tanto tempo (coisa de 30 ou 40 anos atrás), as opções de estilo de vida eram um tanto restritas. As mulheres eram educadas para se casar e ter filhos. Já os homens, para serem chefes de famílias e manterem um emprego estável. Quando atingiam esse estágio, pronto, se tornavam adulto aos olhos de todos. E o que fugisse disso causava certa indignação. O negócio é que os dias de hoje – ainda bem – permitem outras escolhas que não são mais marginalizadas. É possível não casar, trocar de emprego toda hora, não ter filhos, deixar a faculdade para mais tarde ... o leque é infinito.” (1)<br><br>Apesar de não existir um marco para a entrada na vida adulta e cada um de vocês ter um percurso diferente, todos têm em comum a escolha pelo curso de medicina, o que requer uma responsabilização por seus atos.<br><br><strong>&nbsp;Dessa forma o convite é que você conte uma história com início, meio e fim, que fale sobre essa responsabilidade, autonomia ou autocontrole necessários em uma das situações abaixo:<br><br>•	A escolha pelo curso de medicina<br>•	Ou as peripécias para a entrada no curso (estudo) e/ou primeiro ano</strong><br><br><strong>&nbsp;(Obs: lembrem de assinar)</strong><br><br>1. Matéria de Mariana Sgarione (2016):&nbsp; https://super.abril.com.br/cultura/o-adulto-desmontado/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-12 17:10:38 UTC</pubDate>
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         <title>E se ?</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O meu processo de entrada na faculdade de medicina foi um pouco conturbado. Ao sair do terceiro ano, fiz um ano de cursinho e, ao final desse um ano, não tinha passado na bahiana, onde sempre quis cursar.&nbsp; Porém, por influência de meus pais e de minha orientadora do cursinho(mesmo local onde eu estudei no ensino médio), fiz o processo seletivo de outra faculdade, contra minha vontade, e acabei passando. Nisso, meus pais queriam me matricular de qualquer jeito, já que no meio do ano tinha passado em outra faculdade e também não tinha me matriculado. Contra meu desejo ingressei nessa faculdade e comecei a cursar medicina, mas não parei de estudar para o vestibular da bahiana e conciliei o estudo dos dois(a maior loucura que já fiz), no meio do ano acabei por não passar de novo e entrei em um estado de estafa emocional e psicológica, fiz outro semestre nessa faculdade, mais uma vez conta minha vontade, pois queria sair, mas no estado emocional que eu estava&nbsp; meus pais mais uma vez não deixaram.<br>Ao final do ano, sem estar estudando paralelamente e somente cursando a faculdade, por conselho e impulso de minha psicóloga da época e minha irmã prestei o vestibular, não passei na primeira lista e, antes mesmo do resultado estava decidido que dessa vez ia voltar de vez para o cursinho, mesmo já cursando o meu curso pretendido, pois o que mais me apavora nessa vida é viver no eterno: '' E se eu tivesse feito isso, seria diferente ? ''. Então, ao invés de viver em uma eterna confabulação, saí da faculdade, contra vontade de meu pai, principalmente. Cheguei a fazer 1 mês de cursinho e, magicamente, em uma quarta-feira à tarde, antes da aula de redação, recebo a ligação da secretaria perguntando se eu tinha interesse na vaga, pois sairia uma lista de convocação naquele dia mais tarde.<br>Assim,&nbsp; estar onde estou é maravilhoso, mas, apesar disso, as amizades, especialmente, e o amadurecimento que a outra faculdade me proporcionou são inigualáveis muito importantes na minha vida hoje. Essas pessoas são maravilhosas e mudaram meu jeito de ser.<br><br>Gabriel Pita.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-15 12:02:47 UTC</pubDate>
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         <title>Os últimos anos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde que eu tinha 6 anos meu sonho sempre foi ser cantora e trabalhar com música. Tinha certeza que seria artista quando crescesse, principalmente por ser estimulada pela escola que estudava quando pequena, que tinham aulas de música. No entanto, quando cresci, me deparei com a realidade e as dificuldades do dia a dia e vi que seria muito difícil seguir o meu sonho, principalmente em um país como o Brasil. Dessa forma, meus pais me aconselharam a escolher uma profissão "normal", que me desse mais segurança para o futuro. Dentre todas as opções que estudei a que mais me relacionei foi a medicina. Assim, mudei do antigo colégio no ensino médio para um que me oferecesse mais oportunidades para conseguir passar no vestibular. No final do terceiro ano em 2018, não consegui passar nas provas e fui para um cursinho onde passei um ano tentando e, finalmente consegui, no final de 2019, passar na Bahiana e em alguns outros vestibulares. Foi um período bastante difícil para mim, principalmente por me questionar a todo momento se estava fazendo a escolha certa. Agora, já no terceiro semestre da faculdade tenho gostado cada vez mais do curso e aprendido bastante com todos os amigos que fiz. Agradeço demais a eles por estarem fazendo esse período ser inesquecível, mesmo que à distância.<br><br>Gabriela Azevedo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-16 20:19:46 UTC</pubDate>
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         <title>Nem acreditei</title>
         <author>luisavvalois</author>
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         <description><![CDATA[<div>Sempre fui muito indecisa em relação a qual curso eu escolheria seguir após a conclusão do ensino médio. Comecei a cogitar medicina apenas no 3º ano, mas nunca deixei medicina como minha única opção, até pela grande concorrência que existe em torno desse curso. Por isso não acreditava muito que conseguiria passar em medicina e minhas outras opções de graduação eram mais realistas. Quando saiu a lista da Bahiana nem acreditei, no primeiro momento realmente achei que era falsa e me perguntava se aquilo era real. Acho que foi um desafio pra mim encarar o fato de que tinha passado e que poderia cursar medicina, pois senti o peso da responsabilidade que é fazer um curso na área de saúde cair sobre mim e ficava me questionando se estava no caminho certo durante o 1º semestre. Mas hoje, me sinto feliz e sinto que estou caminho certo e, com certeza, os amigos que eu fiz nesse último ano tem grande papel em eu me sentir bem no curso. Sou muito grata a essas pessoas que me incentivam diariamente e fazem a rotina ser bem melhor, principalmente nas dificuldades do EaD.<br><br>Ana Luísa Valois</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 14:01:45 UTC</pubDate>
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         <title>Um pequeno passo para a Lara de 6 anos, mas um grande passo para a Lara de 18</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha escolha da medicina foi bem clichê, eu amava ir no consultório da pediatra e sempre dizia que queria ser médica pediatra pra ter um consultório cheio de brinquedos. A brincadeira aos 6 anos nunca saiu da minha cabeça, eu nunca deixei de dizer que queria medicina, mas ao longo da minha adolescência eu me questionei se era isso mesmo que eu queria, porque eu tinha uma boa aptidão e prazer em exatas, então engenharia química passou pela minha cabeça por uma época, além de medicina, como opção, seguindo o caminho do meu pai e do meu irmão mais velho. No entanto, no ensino médio, minha afinidade com as ciências da natureza, especialmente biologia, serviu como apoio para seguir a medicina mesmo, além de ser um sonho de criança. O terceiro ano foi um ano conturbado mas muito feliz pra mim, eu só guardo as memórias boas dessa época. Ao fim do terceiro ano eu tive a imensa alegria de ser aprovada na bahiana e a cada dia que passa eu agradeço por ter escolhido esse curso porque amo demais estudar o que estudo. Sou feliz de ter feito os amigos que fiz na Bahiana também, são pessoas de ouro que quero levar para a vida.&nbsp;<br><br>Lara Pontes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 14:24:13 UTC</pubDate>
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         <title>Eu escolhi ou ela me escolheu?</title>
         <author>duda0506albuquerque</author>
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         <description><![CDATA[<div>Minha história com a medicina se inicia com uma mini Maria Eduarda, que aos 6 anos já tinha combinado tudo com a amiga de que no futuro seriam médicas e entrariam na faculdade juntas. Então, cheia de convicção sobre o futuro, entrei no ensino médio, e me dei conta de que eu e mais 80% de toda a turma do terceiro ano tínhamos os mesmos planos. Nesse período, um dos mais difíceis da minha vida, desenvolvi um quadro de depressão e todos os dias frases como "Não vou conseguir" e "é realmente isso que eu quero?"&nbsp; ecoavam na minha cabeça constantemente. Até que chegaram as férias do meio do ano e eu fui viajar com meus pais para o interior. Viagem inicialmente tranquila, até que paramos para almoçar numa churrascaria e meu pai engasgou com um pedaço grande de carne. Ele andava de um lado para o outro, agoniado e já sem ar, enquanto eu e minha mãe pedíamos ajuda, sem sucesso. Com os olhos cheios de lágrimas, me veio uma luz: a manobra de Heimlich, que minha mãe fez, e graças a Deus resolveu. Naquele momento, em que eu pude perceber que meu conhecimento salvou uma vida, eu tive a clara noção de que eu queria ter cada vez mais conhecimento e salvar cada vez mais vidas.&nbsp;<br>Maria Eduarda Nunes Albuquerque</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 14:40:06 UTC</pubDate>
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         <title>Várias dúvidas, uma certeza</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde criança, a matéria de Ciências da Natureza me encantava. A vida sempre foi uma coisa impressionante de se estudar, seja de plantas, de animais ou do ser humano. E então, sempre que pintava a pergunta "O que você quer ser quando crescer?", não hesitava em dizer que queria ser cientista, me imaginando de jaleco em laboratórios realizando experimentos mirabolantes ou descobrindo novas espécies ou a cura para alguma doença. Não era fixa na minha cabeça a ideia de ser médica nessa época, mas eu sempre soube que era com a vida que eu queria lidar. Então, com o passar dos anos, das influências e dos aprendizados, decidi que aquilo que eu sempre sonhei era bastante compatível com a Medicina. E no meu Ensino Médio esse foi o meu objetivo a ser traçado. Mesmo assim, ainda existiam muitas dúvidas de para quais faculdades prestar vestibular, se de fato eu queria fazer aquele esforço na minha vida e se era mesmo aquele o meu sonho. Mas, quando ao final do meu terceiro ano, eu passei na Bahiana e comecei a mergulhar nesse universo incrível que proporcionou aprendizados tão importantes e amizades tão verdadeiras, eu sabia que era ali que eu queria estar. Desde o primeiro dia. E sigo feliz e&nbsp; me encantando mais a cada dia pelo curso, com sede de viver e entender mais e mais desse universo. &nbsp;<br><br>Amanda Caroline Silveira&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 21:56:26 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha do curso</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando criança eu nunca falava que queria ser médica, flutuava entre apresentadora de telejornal, psicóloga, bailarina ou o que desse na telha. Lembro-me também que abri uma lata de atum quando tinha uns 12 anos e cortei a minha mão e quase desmaiei vendo o sangue sair da minha mão e saí falando "nunca vou fazer medicina!". Todavia, ao entrar no ensino médio e começar a pensar sobre profissões, medicina pareceu ser um sonho antigo que havia perdurado minha vida, porque desde 14 anos não me via fazendo outra coisa no futuro. Quanto mais pesquisava sobre a profissão, vivências de pessoas que faziam faculdade de medicina, áreas de atuação (e quanto mais assistia seriados médicos kkkk), mais tive certeza que era isso que eu queria. Hoje, apesar das dificuldades do EAD, ainda considero que estou na área que mais me faz e fará feliz. :)<br>Mariana Theophilo&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 22:23:13 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Tem males que vem para o bem&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Desde que eu me conheço por gente, sempre quis fazer medicina. Acredito que por influência de uma tia médica muito próxima, sempre a via e pensava que queria fazer o mesmo que ela. Então sempre fui muito "neurótica" com estudo, sempre tive meus horários e rotina pesada desde o colégio. Eu estudei minha vida toda no mesmo colégio no interior da Bahia e foi o lugar que criei laços e que vivia na minha "zona de conforto" e na minha bolha de amigos. No terceiro ano, eu intensifiquei ainda mais minha rotina de estudos, mas não passei na faculdade. Então, no ano de 2019 me mudei para Salvador e comecei a fazer cursinho. Eu me lembro que alguns amigos entraram no mesmo cursinho que eu, mas no início me sentia muito deslocada, pois não conhecia quase ninguém e foi difícil me adaptar a sair do lugar que sempre foi meu lar. Eu também me lembro que sofri muito no cursinho, porque era uma rotina muito pesada de estudos, a energia da sala e de algumas pessoas era muito carregada e lá eu lidava com todos os tipos de gente&nbsp; e como eu estava acostumada a estar sempre rodeada de amigos que conhecia a minha vida toda, foi muito difícil pra mim. Mas hoje vejo que foi a experiência que me fez mais amadurecer e "crescer" e que me preparou muito para a faculdade. Então, acredito que " tem males que vem para o bem "<br>Bárbara Behrens</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-17 23:54:11 UTC</pubDate>
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         <title>Escolhas e mudanças</title>
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         <description><![CDATA[<div>Eu resolvi cursar Medicina em 2018, com 27 anos. Foi uma decisão difícil, porque significava uma mudança de vida, visto que eu já era formada e teria que enfrentar outra faculdade. Tive a sorte de contar com o apoio da família e no meio do ano resolvi entrar no cursinho, não com o intuito de passar logo de cara (a gente sonha mas também tem que ser realista, né?!), pois tinha saído do ensino médio há dez anos e já não me lembrava de muita coisa. Esses primeiros seis meses foram bem intensos, e eu tive que lidar também com&nbsp; muita gente dizendo que era loucura eu investir tantos anos num curso, que já estava velha e blablabla (de certa forma, isso me ajudou a filtrar as pessoas que eu queria ao meu redor, porque chega um momento na vida em que a gente simplesmente não tem mais tempo pra esse tipo de gente!). Hoje digo que essa mudança foi uma das melhores decisões que tomei na vida, porque eu tive a oportunidade de ver o mundo de outra forma e de quebra ainda conheci pessoas fantásticas (e me live!<br><br>Iana Durr</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 12:28:03 UTC</pubDate>
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         <title>Entre dúvidas e certezas</title>
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         <description><![CDATA[<div>asdurante longos anos da minha vida, eu sempre ive medicina como algo que&nbsp; meencantava. Entretanto, a certeza veio no momento que eu descobri o que estava de fato por trás de uma profissão tão bela. A empatia e solidariedade de uma profissão tão incrível me tocaram de uma frma que a paixão pelo curso surgiu. Principalment quando conheci a Bahiana e ao estudar para o vestibular me encantei com os diversos pensadores que descreviam o verdadeiro sentido da medicina. Assim, tive a certeza de que dentro desse curso eu poderia mudar o mundo da melhor forma possível, mesmo que pouco, mas assim saberia que poderia ser o melhor de mim.&nbsp;<br>Ao entrar no curso me deparei com um universo totalmente desconhecido e durante minha adaptação ainda tive que me adaptar à medicina em EAD, o que foi uma grande frustração. Mas ter amigos que me ajudaram nessa caminhada foi fundamental para que eu não abandonasse esse sonho e tornasse tudo mais leve.&nbsp;<br>Não me arrependo da escolha que fiz, mesmo com as dificuldades que o EAD apresentam, cada dia tenho mais certeza de que estou realizando um sonho.<br>Ana Lívia Azevedo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 23:20:14 UTC</pubDate>
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         <title>Antes tarde do que mais tarde</title>
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         <description><![CDATA[<div>Diferente de grande parte das pessoas, fazer medicina nunca foi algo que passou pela minha cabeça durante os anos escolares. Apesar de ter crescido vendo meu pai e meus irmãos se dedicarem muito à profissão e admira-los muito por isso, nunca foi algo que pensei pra mim. Cresci ouvindo que argumentava muito bem e gostava de ler, "certamente vai ser advogada", e foi isso que acreditei por muitos anos. Passei em direito em 2009, cursei, passei na OAB, exerci a advocacia e até me aventurei por um tempo estudando pra concursos, mas percebi que não via propósito naquilo que eu fazia. Via meus amigos encantados falando dos seus cursos e trabalhos nas mais diversas áreas e pensava que aquilo devia ser exagero, porque na minha cabeça era impossível alguém gostar tanto do que estudava ou trabalhava. Eu não me sentia dessa forma e nunca tinha me sentido, durante toda a faculdade. Depois de um tempo ficou óbvio: era eu que não me encaixava ali. Comecei a sentir que eu precisava cuidar das pessoas de outra forma. Paralelamente a isso, comecei a me interessar pelos assuntos que sempre surgiam entre meu pai e meus irmãos e que antes eu não dava atenção. A ideia de fazer medicina já tinha aparecido algumas vezes depois que me formei em direito, mas de repente essa ideia me envolveu e eu senti que precisava assumir aquilo pra mim, tomar a decisão e começar a correr atrás disso. Tomei essa decisão aos 27 anos, em fevereiro de 2019, precisei me dedicar muito pra suprir o gap de conteúdo de 10 anos desde que tinha saído da escola, e ao fim do mesmo ano fui aprovada na Bahiana. Hoje eu vejo o quanto é possível amar o que eu faço - eu achava que isso era uma lenda urbana.<br><br>Elise Lisboa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-18 23:25:21 UTC</pubDate>
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         <title>Siga seu frio na barriga (ou seu coração, como preferirem)</title>
         <author>mcortessp</author>
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         <description><![CDATA[<div>Durante toda minha infância e adolescência eu tinha a vontade de ser médico, justamente pela convivência constante com meu pai (psiquiatra) e minha mãe (enfermeira), que sempre me despertaram muita curiosidade sobre o assunto. Com 18 anos, no fim do meu ensino médio, decidi fazer engenharia elétrica. Soa estranho, né? Nenhuma correlação aparente. Acontece que também sempre fui apaixonado por matemática e física, por conta de um tio meu (que tive a sorte de poder conviver), que me permitiu conhecer a beleza que são essas disciplinas. Naquela época, fazia muito sentido pra mim cursar engenharia: entraria mais fácil na universidade do que medicina, gostava das matérias e, principalmente, precisava me formar rápido, afinal meu pai ainda queria me ver formado em vida.<br>Infelizmente engenharia é bem diferente de simplesmente matemática e física e, apesar de ainda amar essas duas matérias, não me imagino trabalhando com elas. Me imagino mais próximo das pessoas, cuidando delas e podendo exercer uma profissão que sempre foi uma vontade de criança. Já me perguntaram algumas vezes: "Quando você decidiu sair de engenharia?" e eu sempre dizia: "Quando eu me imaginava sendo médico e o caminho que eu teria que percorrer, isso me dava um frio na barriga sinistro. Então essa é a coisa certa a ser feita." (Hoje, se eu sentir esse frio na barriga novamente pra qualquer decisão, não penso duas vezes em tomá-la)<br>Em 2017, com 22 anos, saí de engenharia e comecei a estudar pra medicina por conta própria, até perceber que precisava ir pro cursinho. No cursinho, aqui em Salvador, percebi que ainda era cômodo demais, que precisava de algo realmente desafiador. Foi aí que, em 2018, decidi morar em São Paulo e estudar para os vestibulares regionais de lá. Esse ano foi realmente difícil, mas ao mesmo tempo extremamente transformador, e eu tenho plena convicção que foi a melhor decisão que já tomei em toda minha vida até então. Ter ficado longe da minha mãe e minha irmã, dos meus amigos e da minha namorada era o combustível necessário que eu precisava para fazer aquela mudança de vida valer a pena. Eu entendi que se eu conseguisse me organizar, me disciplinar e passar em alguma faculdade, eu seria imbatível. Eu poderia fazer qualquer coisa.<br>Mesmo não cursando a faculdade que eu inicialmente queria nessa caminhada, guardo esse sentimento e essa vontade de vencer e entendo que só depende de mim para conseguir as coisas que desejo em minha vida.<br>Enfim, apesar de um início da vida adulta conturbado, hoje me sinto mais energizado, mais confiante e mais empolgado em conquistar e viver a vida que tenho direito do que quando tinha meus 20 anos.<br>Só de verbalizar isso me dá um frio na barriga.<br>Então tô no caminho certo.<br><br>Matheus Franco Quadros Côrtes</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 01:13:56 UTC</pubDate>
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         <title>You&#39;ll Never walk Alone...</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yasmincoliveira/9tmgtup8tsh2f0c2/wish/1537966761</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrar no curso de medicina é difícil para todos, cada um da sua forma, para mim foi particularmente difícil ao extremo. Passei uma adolescência muito ruim e dependente, e só realmente quando decidi mudar, perceber meus erros e compreender a minha autonomia foi que consegui&nbsp; buscar as estratégias necessárias que me fizeram entrar no curso. Dentre as peripécias que fiz durante o processo de estudo posso dizer que a autonomia realmente foi uma questão facilitadora. Saía de casa antes de 7h da manhã e passava praticamente o dia todo na rua, muitas vezes no cursinho até 19h da noite... Isso me trouxe uma boa carga de independência e responsabilidade porque passava muito tempo fora de casa e buscava conhecer pessoas novas e ir atrás das minhas próprias alternativas, transporte e comida.<br>Assim minha confiança foi crescendo e foi até mais funcional do que muitas horas de estudo.<br>Leonardo Novais Freitas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 01:18:14 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Depois da garoa, vem uma forte tempestade&quot;. Essa é a vida.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Poderia começar falando sobre como foi meu processo de "entrada" na vida adulta, mas não teria tanta relevância. Minha maior provação aconteceu ano passado, com a pandemia. Depois de anos prestando vestibular, finalmente passei na bahiana no processo 2020.1, e quando achei que a fase da ladeira tinha acabado, a pandemia começou. Após apenas duas semanas de aula, tive que voltar para Valença, minha cidade natal, onde meu pai tem uma empresa de calçados, para trabalhar, uma vez que foram impostas restrições e, infelizmente, tivemos que reduzir a folha de funcionários e, com isso, eu tive que suprir algumas funções. Até aí tudo bem, apenas trabalhando e estudando kk. Mas o problema nem havia começado ainda, no dia 21 de junho, um domingo, lembro como se fosse hoje, acordo e percebo que meu pai estava deitado e com dificuldade para falar e andar, nesse momento enxerguei minha vida virando de cabeça para baixo. Rapidamente o movi até o carro e o levei para o hospital, meu pai havia acabado de sofrer um AVC, e na minha vida basicamente eu só tenho meu pai, mas Deus pôs sua mão e hoje meu pai está bem e sem sequelas. Porém, não foi tão simples, com meu pai afastado, se já estava complicado trabalhar e estudar, tive que assumir a empresa. Comércio fechado, duplicatas vencidas e protestadas, folha de pagamento de funcionários, faculdade, etc, além de ter que cuidar de meu pai, foi desesperador. Mas, aos poucos, enfrentando um dia de cada vez, consegui organizar os objetivos, negociando com os fornecedores, funcionários (a parte mais estressante), contabilidade, quitando as duplicatas uma por uma, e não eram poucas kk, além de ter que conciliar os estudos nessa rotina, abrindo e fechando os casos da semana no depósito da empresa, se alguém da Tut 16 estiver lendo irá se recordar do meu cenário cheio de caixas ao fundo. No curto prazo, parecia que eu não sairia do problema nunca, vendo os meses passarem e eu na mesma situação conturbada, mas com o passar do tempo, fui vendo os problemas se diluindo e meu pai se recuperando, o que me deu mais ânimo. Tudo isso durou mais de um ano, os dois primeiros semestres foram o maior sufoco, mas agradeço imensamente aos professores, que sempre estiveram à disposição para me ouvir, nunca irei esquecer. Esse mês meu pai assumiu novamente, já vacinado, e eu pude voltar para Salvador, uma das maiores felicidades da minha vida até hoje, senão a maior. Na história aparentemente foi simples, mas só Deus sabe como foi. Só tenho a agradecer a Ele por ter me iluminado e me protegido durante essa pandemia, pois não houve um dia sequer, com exceção dos domingos, que eu não me expusesse. Me sinto privilegiado por ter sido poupado do pior enquanto muitas outras famílias passaram por tragédias, reconheço e sou imensamente grato. Enfim, essa foi a minha experiência como adulto.<br>Carlos William Jesus Conceição.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-19 01:34:26 UTC</pubDate>
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         <title>Resiliência e gratidão</title>
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         <description><![CDATA[<div>No início do terceiro ano do Ensino Médio, decidi que queria Medicina e a partir daí comecei a ter noção do quanto de responsabilidade teria que assumir nessa caminhada. Quando terminei o colégio, passei em Medicina Veterinária na UFBA, mas nem cogitei fazer, porque já tinha decidido, tinha que ser Medicina. Me matriculei no cursinho e vi o quanto era um ambiente competitivo e que estimulava a ansiedade. Lembro que abdiquei de várias coisas para manter o foco e ser produtiva do jeito que deveria ser, mesmo assim acabei não passando.&nbsp;</div><div>Continuei acreditando que daria certo, tive o apoio da minha família e fui para o segundo ano do cursinho. Agora a responsabilidade era maior, continuei me dedicando, mas me permiti ter maiores momentos de lazer e a tão sonhada aprovação veio. O dia que recebi a notícia que tinha passado foi com certeza o melhor da minha vida, só consegui tremer de tanta felicidade, liguei para contar aos meus pais e a partir daí foi só alegria. Sou muito grata pelo processo, por ter passado na Bahiana, por ter pessoas incríveis ao meu lado e a cada dia me apaixono mais pelo curso.&nbsp;<br><br></div><div>Thainá Rosas<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 03:02:18 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A fé na vitória tem que ser inabalável&quot;</title>
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         <description><![CDATA[<div>Em 2019, eu iniciei meu tão sonhado curso de medicina, mas não na faculdade dos meus sonhos. Fora a primeira vez que prestara, no fim de 2018, uma prova vestibular para uma faculdade particular sem ser a Bahiana. Acabei sendo aprovada e, no semestre de 2019.1, estava em um misto de satisfação e insatisfação. Satisfação por estar no curso dos sonhos, conhecendo colegas e professores legais, tendo o conforto de estar do lado de casa, vendo com os meus próprios olhos que a FTC é uma boa faculdade e aprendendo. Insatisfação com o preço da faculdade, em não ter realizado o sonho e com a desorganização da coordenação da faculdade. O vestibular do meio do ano acabei não fazendo porque já estava na faculdade e meu pais não queriam me ver sofrendo pois eu tinha feito a 2º fase 6 vezes, então o processo me estressava muito.<br>Mas, no fim do ano, em uma conversa com a professora, Catarina Sfoggia, e outros 3 colegas, surgiu a ideia por parte dela de prestarmos o vestibular da Bahiana. Já estavam abertas as inscrições, mas eu tinha dúvidas se valeria a pena tentar uma ultima vez ou não. Como meu tio tinha me dado um dinheiro de aniversário e o sonho ainda existia, resolvi me inscrever e pagar o vestibular. Só depois contei para meus pais e minha irmã, não contei para nenhum amigo, a não ser 4 colegas meus da FTC os quais queria que prestassem o vestibular junto comigo. Só uma colega entre eles também queria fazer o vestibular e então resolvemos tentar juntas. Quando resolvi fazer a prova, minha família me deu 100% de apoio. Estava nervosa porque não tinha estudado ao longo do ano, no entanto, estudei 1 semana antes da 1º fase e fui aprovada para a 2º fase. Quando estava no período que antecede a 2º fase, estava no período de semanas de prova na FTC, então foi uma correria para conseguir revisar tudo. Queria ser aprovada em tudo, não queria fazer nem final. Lembro que no dia da vivência eu tive 2 provas, uma delas da professora Catarina que deixou, junto ao professor Felipe, que eu e minha colega fizéssemos as provas à tarde. Então minha irmã, Camila, ficou a minha disposição para me levar da Bahiana direto para a FTC .Para a segunda fase também não deu para estudar muito, meu medo era a redação, pois sempre me atrapalhou para a aprovação. Um professor, Lucas Rocha, me chamou para assistir as aulas dele, embora só pude ir em uma aula pós vivência, me ajudou muito. No fim, tudo valeu a pena. Consegui ir bem em todas as provas e com isso ser aprovada nas matérias. E consegui a aprovação tão almejada na Bahiana. Meus pais, Cristina e Cesar compraram o meu sonho e me permitiram cursar a Bahiana.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Sem as pessoas envolvidas no processo, não teria conseguido. E essa história me mostra que "A fé na vitória tem que ser inabalável".<br><br>Carolina Celestino</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 05:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>Caminhada </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Escolhi fazer medicina perto dos 15 anos. Então, no ensino médio, abdiquei de várias coisas para estudar. Porém, no final do terceiro ano, a aprovação não veio. Foi um pouco frustrante, mas iniciei o cursinho em outra cidade, Salvador.&nbsp;<br>Fazia todos os vestibulares possíveis e até passei em odontologia na UEFS e medicina na FTC no primeiro ano, porém não quis cursar.&nbsp;<br>Ao final do segundo ano, eu já estava desestimulada, sobretudo, para fazer Bahiana. Porém insistência e apoio da minha família foram essenciais para que conseguisse a aprovação.&nbsp;<br>Hoje, sou grata por não desistir, pois me apaixono cada vez mais pelo que faço.&nbsp;<br><br>Ariele Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 10:44:48 UTC</pubDate>
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         <title>A escolha pelo curso </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando comecei a pensar sobre a carreira que queria seguir, eu sempre falava para todos que queria arquitetura. No entanto com o passar do tempo comecei a me encantar pela a área da saúde e a arquitetura passou a não fazer mais tanto sentido, então decidi fazer medicina. Com isso, teria que começar a falar para as pessoas sobre a minha nova decisão e lembro que isso foi um grande desafio porque sabia a pressão que vem junto com a escolha do curso. Mas independente disso, me preparei e contei para meus pais sobre minha possível escolha e fui recebida de braços abertos por eles que me auxiliaram tanto desse período tão difícil&nbsp;de pré-vestibular.&nbsp;<br><br>Laura Mesquita&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 10:54:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tudo tem seu tempo</title>
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         <description><![CDATA[<div>Desde sempre meu sonho foi ser médica, acho que isso veio de quando eu era criança e ia na pediatra e, lá, ela tinha vários abaixadores de língua com sabor e balas, o que me encantava muito, afinal que criança não quer passar o dia cercada de coisas doces?  Bom, com o tempo eu fui crescendo e me interessando cada vez mais pela profissão, pesquisando, me informando e assim, achei que logo que eu saísse da escola entraria de primeira na faculdade...coisa que não aconteceu. O terceiro ano foi incrível, mas por falta de maturidade mesmo, por achar que as coisas eram mais fáceis do que são, não consegui passar no vestibular. Creio que essa foi a primeira vez na minha vida que a responsabilidade adulta caiu no meu colo. Nisso, entrei no cursinho, uma época cheia de desafios na minha vida - era bem difícil e desestimulante ver praticamente todos os meus amigos na faculdade e eu não - mas que eu consegui tirar muitas coisas boas, graças a Deus. Então, depois de muito esforço, muita prática de autonomia e muito sonhar, consegui entrar na Bahiana e realizar um grande sonho de vida!&nbsp;<br>Desde então, me sinto no lugar certo, na hora certa pois tudo que ocorreu até o momento, para que eu me realizasse, teve uma função importante para que hoje eu fosse feliz do jeito que sou.<br><br>Gabriela Costa</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 11:02:51 UTC</pubDate>
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         <title>Queda Livre</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sempre fui muito inseguro a respeito de minha capacidade. Completei o terceiro ano em 2014 - um ano muito conturbado em minha vida - e acabei não passando em medicina, mas sim no BI de Saúde. Cursei por 3 anos e meio, já fazendo por fazer, por acreditar que nunca conseguiria passar em medicina e estava destinado a cursar alguma outra coisa da área de saúde. No entanto, essa situação que se arrasta me causava uma angústia crescente e, faltando pouquíssimo tempo para minha formatura, decidi largar tudo e voltar para o cursinho, pois finalmente tive a coragem de admitir que não dava mais pra viver uma vida na qual eu não fizesse de tudo que poderia. Me joguei no cursinho sem paraquedas e por muitas vezes pensei que aquele tempo também seria um desperdício, que eu não conseguiria e por vezes me perguntava o que eu faria no outro ano, já que não ia passar de qualquer jeito. Eu ainda lembro do arrepio na espinha que tive ao receber a notícia da minha aprovação. É surreal pra mim pensar que tudo que eu passei construiu quem eu sou e o que eu vivo hoje, e que se eu tivesse tomado qualquer decisão diferente minha vida hoje seria outra. E eu não me arrependo por um segundo.<br><br>- Pedro Martins</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 11:33:12 UTC</pubDate>
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         <title>Acho que nasci sabendo </title>
         <author>amandacsentges</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parece que nasci sabendo. Desde pequena eu falava que queria ser médica- meus pais contam. Escolher foi fácil.<br>À medida que fui crescendo senti o peso da escolha em relação ao vestibular. Antes só pensava o quão fácil tinha sido pra mim tomar essa decisão- parece que eu nasci sabendo.&nbsp;<br>O período de vestibular foi muito difícil porque além de eu lidar com a reprovação, eu estava passando pelo "luto da infância". Meu sentimento e desejo por ser médica nunca mudou, mas eu senti o peso e responsabilidade de uma escolha que eu fiz sozinha e teria que batalhar por ela sozinha. Não deixou de ser sonho...<br>Acho que assim como sentimos o peso da vida adulta em relação à infância eu senti com a medicina, meu sonho apenas amadureceu. Mas aí que está o ponto. Apesar da responsabilidade, risco e grandes desafios que Dra. Amanda ainda terá, eu não perdi o encanto pela profissão. Fiz a escolha certa.<br><br>Amanda Carmel Sentges</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-19 20:51:47 UTC</pubDate>
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         <title>Escolhas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O terceiro ano do EM foi bem difícil. Acima de tudo, foi um ano de amadurecimento e muito aprendizado. Desde o início, estabeleci a meta de passar em medicina. Sabia que não seria fácil. Foi um ano em que tive que fazer escolhas que para, mim, na época, foram bem difíceis. Ver minhas amigas saindo todo final de semana, se divertindo, e eu ficando em casa na maioria deles estudando, era complicado. Sabia que era um sacrifício necessário, mas na época ainda não visualizava a importância dele. Mas, no fim, com certeza, tive uma grande recompensa. Aprendi com isso que às vezes, visando uma meta, é necessário se sacrificar e passar por momentos mais difíceis e de muito esforço, se, na sua cabeça, a recompensa realmente valer a pena. E para mim valeu, e muito.&nbsp;<br>Cecília Dantas</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 12:18:01 UTC</pubDate>
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         <title>Vida, sonhos e escolhas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando eu nasci, minha família enfrentava muitos problemas de doenças, então o cuidado paliativo e a luta pela vida (apesar da doença) sempre estiveram presentes na minha infância. Mesmo assim, eu só percebi que queria Medicina quando estava no Ensino Médio. Contudo, eu não tinha certeza da minha capacidade de entrar em um curso tão concorrido. Por esse motivo, mesmo amando a Medicina e o que ela representava na minha vida, aos 17 anos desisti do curso por me ver incapaz de passar por tanta gente pra conseguir uma vaga. Assim, aos 18 anos entrei no curso de Engenharia Química, apesar de meu coração ainda não ter desistido completamente da Medicina.&nbsp;<br>Os anos se passaram e nessa época eu me dividia entre a faculdade e o cuidado com minha avó materna. Em 2017, um mês antes de sua morte, ela começou a enfraquecer dia após dia, e eu acompanhei esse processo de perto até quando nada mais pudesse ser feito. Esse foi um processo de muito sofrimento, mas também foi um momento em que eu percebi que estava no curso errado e que eu deveria cuidar das pessoas. Em 2018 terminei o último ano da faculdade de Engenharia, no ano seguinte entrei em um cursinho pré-vestibular e agora estou aqui, no 3º semestre de Medicina, contando essa história.<br>Sou muito grata ao amadurecimento que o curso de Engenharia trouxe para mim, mas hoje sou feliz estando onde estou e&nbsp; cada vez mais sinto que estou no caminho certo.<br><br>Marie Galvão</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-02 13:52:51 UTC</pubDate>
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         <title>fim turma B</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 21:58:22 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 21:59:51 UTC</pubDate>
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         <title>.</title>
         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 21:59:53 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 22:00:02 UTC</pubDate>
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         <author>yasmincoliveira</author>
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         <pubDate>2021-06-07 22:00:06 UTC</pubDate>
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         <title>Escolha antiga (Beatriz Martinez)</title>
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         <description><![CDATA[<div>A escolha do curso de Medicina não foi uma coisa estrita ao período da minha adolescência. Desde pequenina, me identificava com a ideia de me tornar médica e cuidar dos outros dentro do contexto da saúde; porém, confesso que sempre havua enxergado esse interesse antecipado meu mais como uma fantasia de criança, ou até mesmo uma resposta a filmes ou desenhos que eu assistia. Aquele clássico kit de médico todo de plástico dentro de uma maletinha com estetoscópio e termômetro de brinquedo estava sempre comigo. Senti por muito tempo que não era um interesse real porque, além do fato de eu ser muito pequena, eu tinha outros interesses. E esses outros interesses cresceram junto comigo, muitas vezes tomando a maior parte das minhas atividades. Trouxe a história, aqui, do meu 3º ano enquanto período que culminou na minha escolha definitiva por Medicina.<br>Ainda em janeiro de 2015, fiz um teste vocacional com uma psicóloga renomada aqui de Salvador. Cheguei lá com a seguinte fala: "Sou apaixonada por artes plásticas; desenho sempre que posso. Também sou apaixonada pela escrita; me expresso escrevendo melhor do que de qualquer outra forma. Ainda por cima, tenho um anseio gigantesco por cuidar de pessoas e pesquisar sobre a natureza mental e física do ser humano." Fiz o bendito teste, e o resultado veio com a seguinte sequência: em primeiro lugar, grande tendência pra artes; em segundo, empatadas, grandes habilidades para humanas e biológicas. O desespero se instalou um pouco mais em mim diante desse resultado. Nada era definido.<br>Comecei o ano inspirada pela ideia de Direito, tendo uma irmã cursando na UFBA e grande parte da minha família tendo seguido nessa área. Meu ensino médio foi o período do meu despertar político e ideológico por muitos assuntos, incluindo a quebra de amizades que não mais cabiam nos meus ideais. Participei da criação de inúmeros projetos dentro , incluindo o Grêmio Estudantil, um Núcleo de Estudos sobre Minorias Sociais e uma Academia de Letras e Artes. Fora do colégio, ajudava ações do Levante da UFBA fazendo cartazes e conversando com militantes. Como não pensar em um curso que me auxilie em oratória e em advogar pelos que precisem de mim?<br>O meio do ano me trouxe inúmeros conflitos com minha família, que sempre apoiou meu interesse por Direito e Medicina e odiava a ideia de eu fazer algo relacionado a artes. Acredito, ainda, que me aproximei da ideia de passar o máximo de tempo escrevendo e desenhando pelo fato de 2015 ter sido o ano em que mais fiquei introspectiva e no qual me afastei de meus pais e muitos amigos. BI de Artes na UFBA tornou-se uma realidade. (Medicina repousava como uma vontade distante, ainda mais porque meus estudos não estavam nem um pouco semelhantes aos de uma v"erdadeira vestibulanda de medicina". Eu pensava que não seria capaz de passar num curso assim tão cedo...)<br>O fim do ano trouxe o fim de um relacionamento jovial que me trouxe, além de muito apoio nas minhas escolhas artísticas, muito sofrimento, muita insegurança e muita imaturidade. Foi um período de libertação pra mim do ambiente escolar e de inúmeras inseguranças que me rodeavam ao longo da vida estudantil. Essa vida, claro, não foi totalmente ruim; mas me traz lembranças de processos dolorosos que passei na busca pela minha identidade. Nesse período, eu me senti mais em contato comigo mesma e com minhas vontades do que nunca antes; foi um momento de autoescuta e autocuidado, habilidades que consegui desenvolver com o tempo. Determinei pra mim mesma algo com toda certeza que possuía, o que foi um acontecimento inédito na minha vida - certeza do que eu quero. Eu, mais ninguém. Pensar no futuro nunca foi meu forte; mas, naquele momento, foi tudo que eu fiz. E que bom que eu fiz.<br>Depois do 3º ano, fiz 4 anos de cursinho pra Medicina, focando sempre na UFBA, até ceder e resolver tentar a Bahiana. Esses 4 anos foram incrivelmente difíceis, cheios de altos e baixos - mais baixos do que altos, diga-se de passagem. Estar aqui é de uma honra e um orgulho de mim mesma que não conseguiria colocar em palavras. Agradeço à Beatriz do passado por ter perseguido esse desejo, e, hoje, posso corrigi-la: afirmo com tranquilidade que o ímpeto que eu tinha de seguir essa profissão era tão verdadeiro, genuíno e lógico quanto o que eu tenho hoje, de continuar esse curso e poder criar rumos práticos no meu plano de tornar-me útil ao mundo ao meu redor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 15:07:46 UTC</pubDate>
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