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      <title>O juiz de paz na roça - Martins Pena - Romance Regionalista by Gabriel Elienay Pereira Feitosa Rodrigues</title>
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      <description>A comédia de costumes de Martins Pena. 2° ano Química - Grupo 6 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-10-26 13:57:41 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução à obra</title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;  Esta peça passa-se na roça, por causa da Farroupilha. Trata-se da submissão e do abuso de autoridade do corrupto Juiz de Paz que usa a inocência e a ingenuidade das pessoas, que lhe dão presentes em troca de favores.</div><div>Há uma família: Manuel João, sua mulher Maria Rosa e a filha Aninha. Manuel José é obrigado a transportar José até a cidade, que ama Aninha em segredo. Por ser tarde, a família abriga José em casa. Aninha foge com José e casam-se. Depois voltam para a casa e explicam a Manuel João e Maria Rosa, que levam o caso até o Juiz de Paz. Por José ter um matrimônio, não pôde ser forçado a ir para a cidade, então convidam algumas pessoas e celebram o casamento dos dois jovens apaixonados, e assim encerra o conto.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-26 14:17:20 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia do Autor</title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Luís Carlos Martins Pena</strong> foi dramaturgo, diplomata e introdutor da comédia de costumes no Brasil, tendo sido considerado o Molière brasileiro.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sua obra caracterizou pioneiramente, com ironia e humor, as graças e desventuras da sociedade brasileira e de suas instituições. É patrono da cadeira 29 na Academia Brasileira de Letras.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Sua obra reúne quase 30 peças, dentre comédias, sátiras, farsas e dramas. Destacou-se especialmente por suas comédias, nas quais imprimiu caráter brasileiro, fundando o gênero da comédia de costumes no Brasil, mas foi criticado pela baixa qualidade de seus dramas. No geral, produziu peças curtas e superficiais, contidas em um único ato, apenas esboçando a natureza das personagens e criando tramas, por vezes, com pouca verossimilhança e coerência. Ainda assim, construiu muitas passagens de grande vivacidade e situações surpreendentes e é constantemente elogiado pela espontaneidade dos diálogos e pela perspicácia no registro dos costumes brasileiros, mesmo que quase sempre satirizados.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Martins Pena nasceu no Rio de Janeiro em 5 de novembro de 1815 e faleceu em Lisboa, Portugal, em 7 de dezembro de 1848. É o patrono da cadeira número 29, por escolha do fundador Artur Azevedo. Era filho de João Martins Pena e Francisca de Paula Julieta Pena. Órfão de pai com um ano de idade e de mãe aos dez, foi destinado pelos tutores à vida comercial.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Completou o curso de comércio em 1835. Cedendo à vocação, passou a frequentar a Academia de Belas Artes, onde estudou Arquitetura, Estatuária, Desenho e Música; simultaneamente estudava línguas, História, Literatura e Teatro. Em 1838, entrou para o Ministério dos Negócios Estrangeiros, onde exerceu cargos, até chegar ao posto de adido à Legação do Brasil em Londres.&nbsp;<br>      Doente de tuberculose, e fugindo ao frio de Londres, veio a falecer em Lisboa, em trânsito para o Brasil.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-28 20:48:45 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo do Romantismo - Brasil</title>
         <author>aynoapamplona</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O Romantismo foi um dos movimentos artísticos e culturais mais importantes do Brasil no século XIX. Se deu com a chegada da família real portuguesa no país e sua transformação no Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves, deixando de ser uma colônia.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Esse movimento, tinha como intuito representar a elite e seus ideais tendo como principais características a centralização do “eu”, idealizações em relação ao amor, mulheres, os heróis (cujo os indígenas assumiram a posição), nacionalismo, tentativa de fuga da realidade e elevação da natureza desde que ela ajudasse na centralização do “eu”.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Além disso, o Romantismo se&nbsp; manifestou através dos modelos de poesia e prosa. A primeira obra romântica publicada foi “Suspiros Poéticos e Saudades” escrita por Gonçalves Magalhães, em 1836.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Inicialmente, as maiores vertentes foram principalmente a pela busca da identidade nacional e o resgate das cultura popular e folclore. Além de um certo destaque para os povos indígenas, a exaltação da natureza, o regionalismo e a realidade social do país que foram muito explorados pelos autores.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; O Romantismo na&nbsp; poesia teve três fases: indianistas (Primeira Geração Romântica), ultrarromânticos (Segunda Geração Romântica) e os condoreiros (Terceira Geração Romântica).</div><div>      Já na prosa, os textos românticos eram publicados em livros, jornais e folhetins (principalmente em folhetins) por conta da criação da imprensa no Brasil. A cada nova edição do jornal, um novo capítulo do romance era publicado.<strong>&nbsp;</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 00:56:26 UTC</pubDate>
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         <title>Análise crítica</title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;   A peça passa-se na <strong>roça</strong> e aborda com humor o jeito particular de ser da gente roceira do Brasil do século 19, focando as cenas em torno de uma família da <strong>roça</strong> e do cotidiano de um <strong>juiz de paz</strong> neste ambiente e explorando uma série de situações em que transbordam a simplicidade e inocência daquelas pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 14:48:30 UTC</pubDate>
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         <title>O estilo literário de O Juiz de Paz na Roça. </title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;  O drama romântico é uma forma literária do gênero dramático que nasceu no início do século 19, após o drama burguês do século 18, e foi influenciado pelo desenvolvimento do melodrama. Então, esse é o gênero literário de O juiz de paz na roça. A peça também faz parte da estética romântica, mas podemos ver vestígios de realismo, seja na descrição do rude cotidiano da família de Manuel João, seja na falta de preparação intelectual para o exercício de um cargo de paz e justiça, a Corrupção do Juiz.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 17:25:13 UTC</pubDate>
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         <title>Obras do Romantismo Regionalista </title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;  Nesses exemplos de livros regionalistas nós podemos notar a presença das características tão marcantes que os Romances brasileiros acabaram obtendo. Podemos ver livros retratados juntamente como fatos históricos e sociedade da época.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-10-31 17:47:57 UTC</pubDate>
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         <title>Comédia de Costumes (VÍDEO)</title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <pubDate>2021-11-27 13:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia Martins Pena (VÍDEO) </title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <pubDate>2021-11-27 13:36:22 UTC</pubDate>
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         <title>Romance Regionalista </title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[<div>A peça passa-se na roça e aborda com humor o jeito particular de ser da gente roceira do Brasil do século XIX, focando as cenas em torno de uma família da roça e do cotidiano de um juiz de paz neste ambiente e explorando uma série de situações em que transbordam a simplicidade e inocência daquelas pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-27 13:50:06 UTC</pubDate>
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         <title>Personagens</title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Juiz de paz</li><li>Escrivão do juiz (de paz)</li><li>Manuel João, lavrador (guarda nacional).</li><li>Maria Rosa, sua mulher</li><li>Aninha, sua filha</li><li>José (da Fonseca), amante de Aninha.</li></ul><div><br>Lavradores:<br><br></div><ul><li>Inácio José</li><li>José da Silva</li><li>Francisco Antônio</li><li>Manuel André</li><li>Sampaio</li><li>Tomás</li><li>Josefa (Joaquina)</li><li>Gregório</li><li>negros</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-30 20:22:11 UTC</pubDate>
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         <title>Encenação da comédia Juiz de Paz na Roça </title>
         <author>shirleisantos2</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 19:28:00 UTC</pubDate>
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         <title>Analise da obra (VÍDEO)</title>
         <author>Elienayyyy</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 23:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>Trecho da peça</title>
         <author>shirleisantos2</author>
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         <description><![CDATA[<div>[...] Juiz - [...] Sr. Escrivão, leia outro requerimento<br>Escrivão, lendo - "O abaixo-assinado vem dar os parabéns a V. Sª por ter entrado com saúde no novo ano financeiro. Eu, Il.mº Sr. Juiz de paz, sou senhor de um sítio que está na beira do rio, aonde dá muito boas bananas e laranjas, e como vem de encaixe, peço a V. Sª o favor de aceitar um cestinho das mesmas que eu mandarei hoje à tarde. Mas, como ia dizendo, o dito sítio foi comprado com dinheiro que minha mulher ganhou nas costuras e outras cousas mais; e, vai senão quando, um meu vizinho, homem de raça do Judas, diz que metade do sítio é dele. E então, que lhe parece, Sr. Juiz, não é desaforo? Mas, como ia dizendo, peço a V. Sª para vir assistir à marcação do sítio. Manuel André. E.RM".&nbsp;<br><br>E.R.M.: abreviatura da expressão 'Espera receber mercê", utilizada em textos de cunho jurídico. Atualmente, utiliza-se "Espera deferimento".&nbsp;<br><br>Pena, Martins. Comédias. Rio de Janeiro: Ediouro, s.d. (fragmento)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-03 23:53:47 UTC</pubDate>
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         <title>O Regionalismo nas Obras de Martins</title>
         <author>aynoapamplona</author>
         <link>https://padlet.com/Elienayyyy/9slg71dlvu7p4b5g/wish/1928342863</link>
         <description><![CDATA[<div>Suas peças brincavam com os costumes na época do rei, com personagens populares, como que tiradas das ruas do Rio de Janeiro e colocadas no papel: malandros, moças com ânsias em casar, juízes, estrangeiros, jovens pomposos, velhas solteiras, funcionários públicos, meirinhos, contrabandistas, etc. O âmbito social e o enredo escolhidos por Martins Pena também refletia os da época casamentos, festas na roça, festas da cidade, decisão de herança, pagamento de dotes, e assim por diante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 01:42:23 UTC</pubDate>
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         <title>Características gerais de romances regionalistas</title>
         <author>aynoapamplona</author>
         <link>https://padlet.com/Elienayyyy/9slg71dlvu7p4b5g/wish/1928345153</link>
         <description><![CDATA[<div>No <strong>romance regionalista</strong>, o homem do campo, ignorante e rude, é o herói nacional. Os personagens reproduzem a fala típica de regiões do Brasil. As características de uma <strong>sociedade rural e patriarcal são apresentadas</strong> às leitoras e leitores urbanos. O romancista tem o objetivo de mostrar o Brasil aos brasileiros. E, assim como no romance urbano, o par romântico precisa vencer um obstáculo para alcançar a felicidade amorosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-04 01:45:36 UTC</pubDate>
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