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      <title>O meu Big-Bang Literário by Ana Carla Silva</title>
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      <description>Toda a matéria do Universo, encontrava-se acumulada num único ponto do espaço... e a partir daí houve uma grande explosão cósmica dando origem ao Universo. E esse universo é polissêmico. É o meu universo literário!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-09-22 14:11:16 UTC</pubDate>
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         <title>Eu e os livros</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fazer-me recordar do primeiro contacto com os livros, leva-me a transcender aos tempos mais remotos da minha infância. Sempre lhes tive muita estima. Esta respeitosa relação, começou no jardim de infância com a chamada "hora de conto". Na mesma, eram contadas inúmeras histórias com recurso a metodologias orais e visuais. Assim, ouvia o conto ao mesmo tempo que estava envolvida naquele momento de visualização mágica teatral, deixando-me indagar e transcender nos meus pensamentos e abstratividades.&nbsp; A hora do contro ocorria em plenitude. Havia uma perfeita sintonia entre o narrador, receptor e entre quem contava a história. Era perfeito! E, essa plenitude e essa sintonia, eram trespassadas perfeitamente ao ouvinte.</div><div>Ali, contaram-me inúmeras histórias, as quais, vim a descobrir mais tarde que eram extraídas do livro Fábulas de La Fontaine (o coelho e a tartaruga, ex.) e também do livro de Hans Christian Anderson, como a Princesa e a Ervilha ou o Patinho Feio. &nbsp;</div><div>Atualmente, continuo a ler mas com menor frequência devido à agitação de uma vida intercalada entre as aulas, família e vida profissional.&nbsp;<br>Como sou uma pessoa de afetos, o meu estado emocional, leva-me sempre a recorrer aos livros que "tocam" o coração, como os livros dos autores Nicholas Sparks e John Green.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-09-22 14:29:52 UTC</pubDate>
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         <title>Capuchinho Vermelho</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia 04-10-2022, a Professora mandou-nos contar a história do Capuchinho Vermelho em forma de cordão humano. No final, teríamos de contrastar a história gerada com a versão do livro que tínhamos trazido. Constatamos a pluralidade de histórias, entre os diferentes enlaces e finais que havia do mesmo. Ficamos admirados! Mas mais abismados quando a Professora nos diz: "Hoje vou-vos ler um texto do Capuchinho Vermelho do séc. XVII de Charles Perrault". Esta é versão mais antiga conhecida do Capuchinho Vermelho intitulada <em>Le Petit Chaperon Rouge. </em>&nbsp;<br>No séc. XVII, não havia noção do conceito de infância e Charles Perrault era um funcionário da corte. Com este livro o autor tem duas intencionalidades: <br>1) Mensagem destinada à corte de Luis XIV para alertar as aias que não se deixem seduzir pelos nobres cavaleiros da corte; <br>2) Crítica social aos cavaleiros, nobres da corte da época mais enfatizado pelo final do livro ("E assim dizendo, o malvado lobo se atirou sobre Chapeuzinho Vermelho e a comeu") e pelo coloquialismo comum da época em que se dizia que uma menina que perdeu a virgindade tinha "visto o lobo". <br><br>Outra versão apresentada do Capuchinho Vermelho foi a dos irmãos Grimm, séc. XIX. Neste século, já existem escolas e a criança já é vista como um ser que deve ser protegido e o adulto é responsável por ele. Portanto, este conto já é educativo e o seu final é feliz.&nbsp; <br>Este conto, tem 2 episódios a ressalvar: <br>1) mudança no final da história em que o caçador abre a barriga do lobo e tira a menina e a sua Avó e ainda, coloca pedras na mesma. Este final remete-nos ao conto <em>O lobo e os sete cabritinhos. </em><br>2) A menina e a Avó matam outro lobo, através da sua experiência anterior. Montam uma armadilha de colocar uma panela a ferver na lareira e pelo cheiro conseguem atrair o lobo. E o mesmo, afoga-se. Este desfecho já nos faz uma alusão ao conto dos <em>Três Porquinhos. <br><br></em>Ainda podemos fazer interpretações aos símbolos que nos vão aparecendo:&nbsp;</div><ul><li><strong><em>capa vermelha:</em></strong><em> </em>simboliza o sangue do ciclo menstrual;&nbsp;</li><li><strong><em>ameaça à virgindade:</em></strong> quando o lobo pede para que a menina se dispa e se deite com ele na cama;&nbsp;</li><li><strong><em>o lobo:</em></strong> representa o homem sedutor e como ser predador.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-16 12:25:11 UTC</pubDate>
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         <title>Livro para crianças e literatura infanto-juvenil</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 27-09, a Professora ensinou-nos duas características essenciais para saber se estamos perante um livro de Literatura:&nbsp;</div><ul><li>título: transcende o óbvio (não é evidente);&nbsp;</li><li>promove leituras plurais (não se fica por uma única interpretação).&nbsp;</li></ul><div><br></div><ol><li><strong>Os livros para crianças</strong> tem como objetivo principal captar desde cedo o interesse pela literatura. Têm como principal foco o de estimular as crianças mais pequenas para o ato da leitura e, por esse motivo a escrita/linguagem é adequada e simples. Estes livros denominamos de livros pop-up, livros ilustrados, livros-brinquedo, livros-objeto, livros interativos, entre outros.&nbsp;</li><li><strong>Os livros de literatura infantil</strong> tem o objetivo de dar a conhecer e explorar mundos de infinitas possibilidades. O mundo mágico e da fantasia desenvolvem a imaginação, a criatividade e o pensamento crítico das crianças. E é esta liberdade de pensamento, que lhes permite ter uma relação harmoniosa entre o mundo de fantasia e de realidade. É esta base que lhes capacita na interpretação do mundo adulto e dos seus próprios conflitos internos.&nbsp;</li></ol><div><br>Para se identificar um livro infantil deve-se ter em conta o(s) autor(es), editora e o conteúdo.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-22 19:04:38 UTC</pubDate>
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         <title>Capuchinho Vermelho de hoje...&quot;Pela Floresta&quot; de Anthony Browne</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia 11-10, ensinou-nos 3 máximas:<br><strong><em>1ª máxima)</em></strong> "É preciso saber muito para ensinar pouco" na verdade quanto mais soubermos mais simples tornamos o processo de conhecimento.<br>Quem não sabe, complica!<br>Que sabe, simplifica!<br><strong><em>2ª máxima)</em></strong> O manual escolar é o inimigo da criatividade.<br><strong><em>3ª máxima)</em></strong> Tudo é aula!<br><br>Seguidamente, distribui-nos livros que fazem referência ao Capuchinho Vermelho para analisarmos em grupo. <br>O nosso grupo, teve que analisar o livro <em>Pela Floresta</em> de Anthony Browne. <br>Este livro é simplesmente surpreendente! Fiquei rendida e posso dizer que já o tenho na minha estante.<br>Não ficamos indiferentes às inúmeras metáforas visuais e à intertextualidade que o autor nos proporciona. <br><br>Neste livro, não acompanhamos a história do Capuchinho Vermelho, mas sim, de um menino de sapatinhos vermelhos<br>que tem imensas saudades do seu pai. Para ressaltar esse sentimento vemos vários bilhetes espalhados onde se lê: <em>“Volta para casa, Pai”.</em><br>Tal como no Capuchinho Vermelho, a mãe do menino pede para o mesmo ir à casa da sua Avó e que se desloque sempre pelo caminho mais longo pois é o mais seguro. Através destes recursos verbais e visuais, as crianças fazem uma analogia ao clássico: Capuchinho Vermelho. &nbsp;<br><br>A trajetória literária faz-se através de um caminho de uma floresta em que o autor encontra outras personagens de outros contos, entre eles João e o Pé de Feijão, João e Maria e encontra nas ilustrações algumas metáforas visuais que nos remetem a outros contos, tais como, o Pé de Feijão, o pé do Gigante e a sua clava, os sapatinhos da Cinderela, a casa de doces da bruxa do Livro João e Maria e quando João foi preso pela mesma, o machado de lenhador e antes de chegar à casa da Avó, encontra um casaco vermelho.<br><br>Como está a nevar, o menino coloca o casaco vermelho e vai em direção à casa da Avó. Aqui temos um recurso visual fantástico através do formato das árvores.&nbsp;<br>Em uma das páginas aparece discretamente o lobo, mas o menino não se encontra com ele em nenhum momento.&nbsp;<br>E, quanto vemos as orelhas na casa, imaginamos que o lobo está lá dentro. Será que o lobo engoliu a Avó e agora está à espera do menino?<br><br>Não! Quem lá está é a sua Avó e o Seu Pai de quem tanto tinha saudades.&nbsp;<br>Surpreendente, não é?</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-10-23 11:37:24 UTC</pubDate>
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         <title>A Fábula: a) microfábula; b) &quot;A Cigarra e a Formiga&quot; / &quot;Frederico&quot; </title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2428594323</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aula do dia 15-11-2022: <br></strong><br>No final da aula a Professora começou por dar umas dicas acerca das características das fábulas:&nbsp;</div><ul><li>são de escrita curta;&nbsp;</li><li>têm sempre uma moral subentendida (a única que tem);&nbsp;</li><li>tem como personagens animais ou seres inanimados que ganham voz.&nbsp;</li><li>A prevalência do animal é mais atrativo para a criança pois a criança tem empatia pelos mesmos.&nbsp;</li></ul><div><br>Depois de aclarados estes tópicos a Professora deu-nos 5 minutos para fazer uma microfábula e adivinharmos qual o provérbio que está subjacente (exemplos: quem desdenha quer comprar; cá se fazem, cá se pagam).<br>As cartas que nos calharam foi: Cavaquinho e Biblioteca da ESE. <br><br><strong>Aula do dia 22-11-2022: </strong><br><br>As fábulas remontam ao século VI a.C. (ESOPO - Pai da Fábula). <br>O seu objetivo é fazer uma critica social usando os animais.<br><br><strong>Fábulas de La Fontaine: </strong></div><ul><li>crítica ao poder e ao poder instituído que reinava no reinado de Luís XIV.&nbsp;</li></ul><div><br><strong>A Fábula em Portugal: </strong><br>- Bocage; - Henrique O' Neill; - Trindade Coelho; - João de Deus; - Curvo Semedo<br><br><strong>Temos assim:&nbsp;</strong></div><ul><li>Fábula Clássica: Esopo</li><li>Fábula Moderna: La Fontaine</li><li>Fábula Contemporânea: são as de hoje</li></ul><div><br>- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -<br><strong><br>Na Fábula "A Cigarra e a Formiga" de Esopo: </strong></div><ul><li>Nesta época, o cantar não era valorizado e não era visto como um trabalho;&nbsp;</li><li>A Cigarra pôs-se a cantar no verão em vez de trabalhar não recolheu alimentos para o inverno;&nbsp;</li><li>Quando o Inverno chegou a Cigarra não tinha alimentos para comer e as formigas não o ajudaram;&nbsp;</li></ul><div><br>"-Para falar a verdade, não tive tempo - respondeu a Cigarra que passou o verão a cantar!<br>-Bom... Se você passou o verão a cantar, que tal passar o inverno a dançar? - disseram as formigas e voltaram para o trabalho a rirem-se."<br><strong><br>Na Fábula "O Frederico" de Leo Lionni:</strong></div><ul><li>Pequeno rato que não trabalhava de dia nem de noite;&nbsp;</li><li>Passava o tempo a contemplar o sol e a recolher no seu imaginário as cores que visualizada;&nbsp;</li><li>O Inverno chegou, e a família de ratos estavam felizes mas a comida entretanto acabou. Os restantes ratinhos perguntaram a Frederico onde estava a comida que ele devia ter recolhido.&nbsp;</li><li>Frederico não tinha, pois não tinha recolhido qualquer comida. Então pediu aos outros ratos que fechassem os olhos. Começou a falar do sol que os aqueceu e das cores que tinha visualizado durante a primavera e o verão. E, com isto, ajudou os ratinhos a passarem o inverno.&nbsp;</li><li>Frederico, foi chamado de Poeta por todos os ratos. &nbsp;</li></ul><div><br></div><div>" - E as coisas que tu armazenaste Frederico? - perguntaram eles.&nbsp;<br>- Fechem os olhos! - disse Frederico enquanto subia a uma pedra muito alta. - Agora vou mandar-vos os raios de sol. Deixem-se envolver pelo seu brilho dourado!<br>(...)<br>- E as palavras Frederico?<br>Frederico aclarou a voz e então, como se estivesse num palco começou:&nbsp;<br>- Quem sopra os flocos de neve?<br>Quem derrete o gelo frio?<br>Quem põe o tempo sombrio?<br>Quem faz outra vez alegre?<br>Quem dá quatro folhas ao trevo e muitas mais à arvore nua?<br>Quem apaga a luz do dia?<br>Quem acende no céu a lua?<br>Quatro ratinhos do campo Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si<br>Quatro ratinhos do campo... falam de mim de ti.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-25 17:10:53 UTC</pubDate>
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         <title>A Lenda</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>A lenda alia o fabuloso e o maravilhoso, ao histórico. Fazem parte do nosso patrimônio cultural e geralmente são transmitidas de geração em geração. <br><br>Todos nós conhecemos lendas, nem que sejam as da nossa localidade, como por exemplo, a lenda do Galo de Barcelos. <br><br><strong><mark>LENDA DE VIANA DO CASTELO</mark></strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Há muito, muito tempo, na margem direita do rio Lima, erguia-se uma pequena povoação que tinha o nome de Átrio ou Adro. As pessoas que aqui habitavam construíam barcos, fabricavam redes e ensinavam as filhas e as mulheres a consertá-las…</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para além de pescarem no rio também se aventuravam no alto mar, apesar de muitas vezes serem surpreendidos pelo mau tempo, tornando-se difícil vencer a impetuosidade das ondas. De lá traziam carapaus, congros, pescadas, sardinhas, fanecas e muitos outros peixes, com que se alimentavam e vendiam no mercado.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando o mar se alterava e não permitia a pesca, tinham o rio. E Aqui pescavam enguias, solhas, trutas, tainhas, lampreias, sáveis e salmões, conforme as épocas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Para além disso tinham as terras para desbravar, delas colhiam as hortaliças, batatas, cenouras, tomates, frutas e outras tantas coisas, mas não estavam vocacionados para as tarefas desta natureza. A horta era como um recurso de última hora. Preferiam comprar ou trocar por peixe. Dizemos que, naquele tempo, vinham os de Castro e traziam caça; os de Figueiredo e Santa Maria da Vinha (hoje Areosa), carvão e sacos de farinha; os da Meadela e de Darque, legumes, feijão, cebolas, hortaliças, e frutas de vária espécie, bem como carnes de porco, ovo e galináceos. Por altura da Páscoa, desciam da serra da Arga os queijeiros e os vendedores de cabritos, anhos, presuntos e salpicões.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Esta povoação ia crescendo de dia para dia. Novas casas se iam erguendo, principalmente em redor da matriz, onde todos se reuniam, quer nas cerimônias religiosas quer em dias festivos. E era bonita a vista que dali se desfrutava com o rio ao fundo, onde os barcos de vela subiam em direção à nascente ou desciam em direção ao mar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Por essa altura, ali vivia uma linda rapariga que havia sido baptizada com o nome de Ana. Essa linda rapariga, um dia, apaixonou-se por um moço da outra margem, que por sinal era barqueiro.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A paixão destes dois jovens era tal que bem lhes apetecia estarem longas horas juntos. Mas, tal como acontece nos tempos de hoje, nem sempre isso era possível. Por isso, o jovem barqueiro, sempre que encontrava alguém conhecido, perguntava:</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Viste Ana?</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; E a resposta não se fazia esperar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; - Sim, via Ana no castelo.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No castelo porque era o local onde ela, juntamente com a sua família, residia.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Assim, e porque se repetia por diversas vezes a força de expressão “Vi Ana”, em breve surgiria o nome VIANA, para designar a terra onde ela habitava.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Segundo a lenda, teria sido assim que surgiu o nome de Viana para designar a então Átrio ou Adro.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-25 17:11:04 UTC</pubDate>
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         <title>Hans Christian Andersen</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<pre><strong><em>“O que se passa na infância fica marcado, de forma indelével, no espírito do homem” </em></strong></pre><div><br><strong>Andersen é considerado o Pai da Literatura Infantil. Por que motivo?</strong><br>- Porque os seus temas continuam atuais;&nbsp;<br>- Os seus temas fazem com que sejamos autocríticos e repensemos atitudes (relatam normalmente problemas da sociedade).&nbsp;<br><br>É um escritor Dinamarquês que nasceu em 1805. Escreveu vários livros que vamos falar em aula, nomeadamente:&nbsp;</div><ul><li>"<em>A rapariga dos fósforos</em>": protagonista é uma criança. Abordava temas como a violência infantil (maus tratos) e a morte (como libertação).&nbsp;</li><li>"<em>Soldadinho de chumbo</em>": Tema central o amor e temos sempre presente a criança.&nbsp;</li></ul><div><br></div><ul><li><mark>"</mark><em><mark>A princesa e a ervilha</mark></em><mark>":</mark> Este conto recupera o imaginário das crianças. No final: "Vês? É uma bela história. E a ervilha está no museu".</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Temas abordados:&nbsp;</div><ol><li>Estatuto social - era um costume da época e a Mãe queria sempre o melhor.&nbsp;</li><li>Precisamos de colocar a princesa à prova: aparências;&nbsp;</li><li>Como a princesa acorda cheia de negras? é queixar-se de barriga cheia - sensibilidade extrema.&nbsp;</li></ol><div><br></div><ul><li><mark>"</mark><em><mark>O traje novo do imperador</mark></em><mark>":</mark>&nbsp;</li></ul><div>&nbsp; &nbsp; Temas abordados:&nbsp;</div><ol><li>Preocupava-se com o que tinha vestido;</li><li>"Papá, Papá. O Rei vai nu.": o Rei foi enganado mas o orgulho era maior.&nbsp;</li><li>Visualizamos que em temas de crianças:</li></ol><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; a) Temos a sua inocência;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; b) Aqui a criança é a heroína enquanto no livro "A&nbsp; &nbsp; &nbsp; menina dos fósforos" a criança é a protagonista.&nbsp;<br><br>Neste conto, temos de identificar:&nbsp;<br>- Vaidade e ostentação do Rei;&nbsp;<br>- Orgulho do Rei;&nbsp;<br>- As pessoas que passaram pela sala de tecelagem diziam maravilhas e o Rei não tinha nada vestido. Porque fizeram isso? Não diziam a verdade com medo de irem para a rua e perderem os seus empregos (medo de não conseguir meter pão na mesa)</div><ul><li>"<em>O patinho feio</em>"</li><li>"<em>A pequena Sereia</em>"</li></ul><div><strong><br></strong><strong><mark>Aprendemos ainda as máximas de Andersen:&nbsp;</mark></strong></div><ul><li>Uma história é tanto mais mágica quanto mais partir de pequenos episódios da vida real e nos der a sensação de que podemos ser também personagens dela;&nbsp;</li><li>Uma história pode ser um verdadeiro poema mesmo que nunca esteja escrita em verso&nbsp;</li><li>Uma história também serve para dela se extraírem grandes lições sobre a vida e o comportamento humano.&nbsp;</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-25 17:11:41 UTC</pubDate>
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         <title>Clássicos LIJ</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2428594614</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta aula de 13-12-2022, a Professora apresentou-nos alguns clássicos da Literatura Infanto-Juvenil:&nbsp;</div><ul><li>Bambi e uma vida nos bosques de Felix Salten;&nbsp;</li><li>Heidi e a vida nos Alpes de Johanna Spyri;&nbsp;</li><li>As aventuras de Pedrito Coelho de Beatrix Potter;&nbsp;</li><li>Tom Sawyer de Mark Twain;&nbsp;</li><li>Pippi das Meias Altas de Astrid Lindgren;&nbsp;</li><li>Peter Pan de J.M. Barrie;&nbsp;</li><li>As aventuras de Pinóquio de Carlo Collodi;&nbsp;</li><li>Alice no País das Maravilhas de Lewis Carroll;</li></ul><div><br>E estivemos a analisar: As Aventuras de Pinóquio, de Carlo Collodi.<br><br><strong>AS AVENTURAS DE PINÓQUIO:</strong>&nbsp;<br>Sempre ouvimos falar da história onde o nariz cresce a cada mentira que é contada. No entanto, isso é para a Disney.&nbsp;O objetivo é criar uma relação de causa-efeito, mostrando que todos os atos podem ter consequências, sendo elas positivas ou negativas.<br>A versão original do Pinóquio tem 36 capítulos e nesta versão, o nariz do Pinóquio realmente só cresce 3 vezes, ao longo de toda a história.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-25 17:11:51 UTC</pubDate>
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         <title>Conto Popular - Gata Borralheira</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Nesta aula, a Professora distribui-nos o conto da Gata Borralheira e em grupos tínhamos de fazer a análise do "ingrediente" facultado. Ao nosso grupo, foi pedido para analisar a presença do Maravilhoso. <br>De facto, a simbologia do Maravilhoso refere-se à fada como uma segunda mãe. <br><br>- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -<br>A Professora, esteve a explicar a estrutura dos contos:<br><strong>1) Situação inicial:</strong> <br>Algo do dia-a-dia, algo normal. <br>O nosso conto da Gata Borralheira começa com um problema. <br>A situação inicial no nosso caso, seria a Gata Borralheira viver com os seus Pais. O que vai descambar é a morte da sua Mãe. A situação inicial é a que temos de inferir. <br><br><strong>2) Problema/rutura<br></strong>Este problema vai gerar um problema maior ainda: casamento do Pai + madrasta e irmãs. <strong><br><br>3) Passos dados para a resolução do problema: <br></strong>- heróis e vilões<strong><br></strong>Rei organiza o baile para que o príncipe encontrara a princesa do reino.<br>Rei dirige o convite a todas as pessoas<strong><br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </strong>a) ORGANIZAÇÃO DO BAILE; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;b) CONVITES; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;c) CINDERELA NÃO PODE IR; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;d) FADA MADRINHA --&gt; reconhecimento<strong><br><br>4) Reconhecimento da normalidade:&nbsp; </strong>cinderela reconquista o amor que tinha antes quando vivia com os pais. <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; a) Cinderela reconquista o amor; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; b) Casamento da cinderela + casamento das irmãs. <strong><br><br>Continuando com a estrutura dos contos: <br>B) Personagens: <br></strong>Heróis / bons: o homem do sapato; "animais"; fada; rei/príncipe<br>Vilões/ maus: madrasta; filhas (interesseiras mas no fim ficaram "boas"; pai<br><br>No entanto, a professora lançou-nos a confusão: <br>A vida é um jogo. A literatura é esse jogo. Esta é a versão do séc. XVII de Perrault, não é a dos irmãos Grimm. <br><br><strong>C) Espaços: </strong><br>- Escadas;<br>- Sótão: perto do céu (importante no conto dos irmãos Grimm)<br>- Lareira: cinzas/borralho -&gt; quarta-feira de cinzas<br>O que é a cinza? usamos para fertilizar - renascer das cinzas.<br>- jardim: espaço exterior de ligação à própria natureza (abobora, ratos, lagarto)<br>- palácio: aparece e é o símbolo do desejo final: futuro, poder e riqueza (aquilo que desejamos).<br>- Os espaços da casa têm uma simbologia; o salão do baile: é um espaço de esplendor, de magnificência. &nbsp;<br><br></div><div><strong>D) Tempo:</strong>&nbsp;</div><div><br>Remete-nos para um tempo específico: esta história passou-se numa sociedade mais medieval: <br>- há uma estratificação por classes sociais; <br>- carruagens; <br>- Rei<br>- Corte<br><br>Tempo de ação? Quanto tempo decorreu entre a vida da cinderela com os pais até à cinderela reconquistar o seu amor. <br>Estes maus tratos aconteceram durante dias? NÃO. Passaram muitos anos. <br>Temos visivelmente a passagem da fase de vida infantil para a vida adulta; Todos os contos populares apresentam-nos esta metamorfose. <br><br><strong>F) Ecos de outros textos</strong>; <br><br><strong>G) Moralidade</strong>: A quem se destina? crianças e adultos<br>Com esta moralidade o que salvou a gata borralheira? Foi a BONDADE. <strong><br>- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - </strong><br>Analisamos também o conto da Gata Borralheira pelos irmãos Grimm e de Charles Perrault. <br><br><strong><em>Irmãos Grimm: </em></strong><br><strong>a)</strong> as irmãs têm um castigo e acabam cegas;<br><strong>b)</strong> a gata borralheira é muito inocente e acreditava que separando as lentilhas iria ao baile. Esta foi uma tarefa para a gata borralheira ficar entretida/perder tempo enquanto as irmãs se arranjavam para ir ao baile;<br><strong>c)</strong> presença do maravilhoso através das pombas brancas que simbolizavam a presença da Mãe. Estas surgem quanto a Gata se encontra junto ao túmulo da sua Mãe;<br><strong>d)</strong> ainda temos mais elementos simbólicos como o número 12, simbologia do dia/noite e noite/lua;<br><strong>e)</strong> o sapato da gata borralheira ao ser pequeno refere-se ao lado sensual e delicado da mulher; <br><strong>f)</strong> neste conto o Pai oferece um ramo de amendoeira à filha, sendo símbolo da fertilidade.<br><br><strong><em>Charles Perrault: </em></strong><br><strong>a)</strong> as irmãs são perdoadas e acabam por casar com homens da corte. <br><strong>b)</strong> a única heroína é a madrinha que ajuda a gata borralheira em tudo o que esta necessita para ir ao baile. <br><strong>c)</strong> este conto é direcionado para as crianças e transmite a mensagem de que na vida só chegamos a algum lado com cunhas. Neste conto, temos a "cunha" da madrinha. <br><strong>d)</strong> passividade da gata borralheira: sabe que quem se ri por último, ri-se melhor.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-25 17:47:40 UTC</pubDate>
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         <title>Fábrica de histórias: A Carochinha</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 08-11-2022, a Professora pediu-nos para criar um texto digital com ilustração.&nbsp;<br>1. Capa;&nbsp;<br>2. Guardas iniciais;<br>3. Guardas iniciais;&nbsp;<br>4. Ficha técnica (QRcode aqui)<br>5. Folha rosto<br>6...15: Miolo (história propriamente dita)<br>16-17: guardas finais<br>18: contra-capa: último slide.&nbsp;<br><br>Os elementos paratextuais são muito importantes. Através deles já conseguimos saber pistas para o conto. &nbsp;<br><br>- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -<br><br>Seguidamente, a docente mostrou-nos o livro de contos tradicionais de Adolfo Coelho. Leu-nos a história da Carochinha pelo mesmo autor e pela autora Luisa Ducla Soares.&nbsp;<br>E acrescentou os seguintes pontos:&nbsp;<br>- Passagem do conto popular para uma história infantil:&nbsp;</div><ul><li>Atualização do enredo à época;&nbsp;</li><li>Suavização do final.&nbsp;</li></ul><div><br><strong><em>Em Adolfo Coelho: </em></strong>a Carochinha procura um marido que não faça muito barulho para que não incomode os filhos. João Ratão, um pequeno rato, foi o único que agradou a Carochinha pelos motivos anteriores. Esta vertente de preocupação e zelo pelos filhos deve-se ao facto da mulher ser a cuidadora dos filhos. Se o marido acordasse por falar alto, acordava os filhos e teria de os cuidar.&nbsp;<br>Neste conto, existe uma grande dependência entre a família e o João Ratão. Quando este cai dentro da panela, a Carochinha fica deprimida por amor.&nbsp;<br><br></div><blockquote>"- Que tens Carochinha, que estás aí a chorar?<br>- Morreu João Ratão e por isso estou a chorar.&nbsp;<br>- E eu que sou tripeça ponho-me a dançar! "</blockquote><div><br><br><strong><em>Em Luisa Ducla Soares</em></strong>:</div><ul><li>Escrita contemporânea - suavização a nível de mortes.&nbsp;</li><li>Neste conto, o João Ratão cai na panela da sopa mas a sopa estava fria. O mesmo fica no caldeirão a saboreá-la.&nbsp;</li><li>O João Ratão é salvo pelo rei.&nbsp;</li><li>Aqui a Carochinha não pretende encontrar um marido para casar que faça pouco barulho mas sim que saiba comer bem.&nbsp;</li><li>Do conto de Adolfo Coelho para este, houve uma grande redução ao nível de personagens.&nbsp;</li></ul><div><br></div><blockquote>" - Ai que desgraça, que grande azar!<br>A fonte disse:&nbsp;<br>- Vou já secar!<br>- Ai que desgraça, que grande azar!<br>O garfo fisse:&nbsp;<br>- Vou-me espetar."<br>(...)<br>"Ai que desgraça, que grande azar! - disse o Rei que a ia a passar.<br>Meteu a espada no caldeirão, por lá subiu João Ratão."</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-25 17:49:23 UTC</pubDate>
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         <title>Com quem tomavas chá?</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2428606286</link>
         <description><![CDATA[<div>O Chá transmite-nos, em termos de imagem e sensações, algum momento especial das nossas vidas.<br><strong>Relação do chá com os contos?</strong></div><ul><li>O clássico tem este papel na nossa vida;&nbsp;</li><li>Faz-nos companhia;&nbsp;</li><li>Cresce connosco e com os nossos pais e gerações;&nbsp;</li><li>Aconchego, família e conforto.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-25 17:51:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fábrica de histórias: &quot;A velha e os Lobos&quot; e &quot;Corre corre cabacinha&quot;</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2428881890</link>
         <description><![CDATA[<div>A obra "Corre Corre, Cabacinha" de Eva Mejuto é uma reescrita do livro "A velha e os lobos" de Adolfo Coelho.&nbsp;<br>No livro "A velha e os lobos" de Adolfo Coelho temos sinais claros que o conto é tradicionalmente português (arroz doce) e no mesmo a Velha vai procurar um padrinho para o seu neto mais novo (antigamente eram os avós que estavam incumbidos desta missão).&nbsp;<br><br></div><blockquote>Uma velha tinha muitos netos, um dos quais estava ainda por baptizar. Um dia a boa velhinha saiu a procurar um padrinho para o seu netinho e no caminho encontrou um lobo, que lhe perguntou: «Onde vais tu, velha?» Ao que ela respondeu: «Vou arranjar um padrinho para o meu neto.» «Ó velha, olha que eu como-te!» «Não me comas que, quando se baptizar o meu menino, dou-te arroz-doce.»</blockquote><div><br>No caminho, entretanto encontra um homem que se oferece para ser o padrinho ao qual lhe comentou o que aconteceu e por isso, oferece-lhe uma cabaça e a velha pôs-se dentro dela para a proteger. Quando achou que estava a salvo saiu dentro dela e os lobos que são perspicazes comeram-na.&nbsp;<br><br></div><blockquote>A velha, julgando que já estava longe dos lobos, deitou a cabeça fora da cabaça, mas os lobos, que a seguiam, saltaram-lhe em cima e comeram-na.</blockquote><div><br>No conto "Corre Corre, Cabacinha" de Eva Mejuto a avó sai de casa para a boda da neta e é interpelada por um lobo, um urso e um leão que a querem comer mas a avó convence-os que volta depois da boda mais gordinha para esperarem lá.&nbsp;<br><br>Após a boda a velhinha sabiamente, veio a rebolar pela calçada dentro de uma cabaça e sai de dentro da cabaça apenas na entrada de casa. Assim ficou ilibada da morte.&nbsp;<br><br></div><blockquote>Não vi velha nem velhinha,&nbsp;<br>nem velhinha nem velhão.<br>Corre corre, cabacinha.<br>Corre corre, cabação!</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-26 10:31:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fábrica de histórias: &quot;Coelhinho Branco&quot;</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2429006100</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 15-11-2022: <br>História do Coelhinho Branco por Adolfo Coelho e pelos autores galegos Xosé Ballesteros e Óscar Villan.&nbsp; <br><br><strong>Em Adolfo Coelho: </strong></div><ul><li>Um coelho foi buscar couves para fazer um caldo;&nbsp;</li><li>Coelho bateu à porta que estava fechada e a cabra cabrês não abriu a porta;&nbsp;</li><li>O coelho tinha esperança de voltar para casa e viu uma formiga que lhe resolveu o problema. Furou a barriga da cabra e retirou-lhe as tripas.&nbsp;</li></ul><div><em><mark>Neste conto</mark></em><em>:</em> as personagens que o coelho procura para o ajudar a regressar a casa surgem por ordem decrescente de tamanho (boi para a formiga).<br><br></div><blockquote>"Aqui ninguém entra, está a cabra cabrês que lhes salta em cima e os faz em três.&nbsp; Responde a formiga:&nbsp;<br>Eu sou a formiga rabiga que te tira as tripas e fura a barriga".&nbsp;</blockquote><div><strong><br>Em Xosé Ballesteros e Óscar Villan: </strong></div><ul><li>Um coelho foi buscar couves para fazer um caldo que viu a cabra e fugiu com medo;&nbsp;</li><li>Encontra mais animais pelo caminho mas todos têm medo da cabra;&nbsp;</li><li>Encontrou-se no final do caminho com uma formiga que não tinha medo da cabra;</li><li>A cabra quando vê a formiga tem um ataque de riso;&nbsp;</li><li>A formiga entrou pela fechadura de sua casa e picou a cabra que foge;&nbsp;</li><li>O autor no final do conto em tom de brincadeira diz que assistiu à história toda e não o convidaram para comer a sopa.&nbsp;</li></ul><div><mark>Neste conto:&nbsp;</mark> possibilidade de laboratório linguístico: cabraça; cabressa; cabrocha; cabricha --&gt; criar palavras que têm contexto em ambiente literário e que levam à formação de rimas.<br><br></div><blockquote>"Então a formiga rabiga entrou pelo buraco da fechadura, aproximou-se da cabra e zás!, picou-a com força na barriga. A cabra fugiu aos coices, dizendo: - Eu sou a cabra cabressa e a esta casa não volto tão depressa"</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-26 17:16:24 UTC</pubDate>
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         <title>a) Microfábula</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2429063916</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Cartas:</strong> Biblioteca da ESE, Cavaquinho <br><br><strong>Animais escolhidos:</strong> Lobo, Rato, Cordeiro, Bode, Tartaruga, Cegonha <br><br><strong>Microfábula: </strong></div><div><em>Certo dia, na biblioteca ESSE foram abertas inscrições para o espetáculo de Natal com uma apresentação musical. Inscreveram-se cinco alunos: o Lobo, o Rato, o Cordeiro, o Bode e a Tartaruga. A professora Cegonha, decidiu ensinar-lhes a tocar cavaquinho para apresentarem no espetáculo. O Lobo, por ser muito astuto e querer ser o centro das atenções prontificou-se a afinar todos os cavaquinhos dos seus colegas. -Em mim quiseram confiar, os cavaquinhos deles vou estragar. Quando a cegonha chegou e viu todo aquele aparato cancelou logo o espetáculo.&nbsp;<br><br></em><strong>Provérbio: </strong>Quem tudo quer tudo perde.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-26 20:31:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mini-conto: o Rei Anão</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2429065161</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-12-26 20:36:48 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;A Raposa e a Cegonha&quot; e &quot;A Festa de anos&quot;</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2429070131</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Fábula "A Raposa e a Cegonha": </strong></div><ul><li>Provérbio: Cá se fazem cá se pagam.&nbsp;</li><li>A Cegonha vinga-se da Raposa após esta lhe oferecer comida num prato onde a cegonha não conseguia enfiar o bico. Após isso, convida a Raposa a vir a sua casa.&nbsp;</li></ul><div><br><strong>Fábula: "A Festa de Anos"</strong></div><ul><li>Os animais estão todos na festa de anos da avestruz e esta prepara para os convidados tudo o que mais gosta com muito amor;&nbsp;</li><li>Os outros animais, não se importaram do facto de não gostarem ou de não conseguirem comer;&nbsp;</li><li>O mais importante é o convívio e ficam satisfeitos pela avestruz estar contente e por se estarem todos a divertir no seu dia de anos;&nbsp;</li><li>No momento de entregar as prendas os convidados acabaram por dar aquilo que mais gostam. O cão ofereceu um osso. E a avestruz aproveitou o osso para se defender.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-26 21:02:18 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão final semestre</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2429364074</link>
         <description><![CDATA[<div>No decorrer desta Unidade Curricular com a elaboração deste portfólio digital, fui demonstrando o que aprendi a cada temática de aula.&nbsp;<br>Esta disciplina potenciou-me a nível pessoal e profissional.&nbsp;<br>A nível profissional, uma vez que aprendemos a ser criativos e a criar estratégias de aulas com pouco material. Não me vou esquecer da frase: "Tudo é aula" - temos de aproveitar todos os minutos. Recordo-me da dica de ler um excerto de um texto de 10min depois do almoço. Ao fim de um semestre equivale a imensos minutos e a muitas páginas/livros lidas (os), respetivamente...<br>Elaboramos:&nbsp;</div><ul><li>Micro-contos através da fábrica de contos;&nbsp;</li><li>Fábulas (fazendo associação a um provérbio)</li><li>Diversidade de atividades em aula em grupo e em pares através de opiniões sobre determinados contos.&nbsp;</li></ul><div>Para tudo basta imaginação!<br>E é essa imaginação que nos enriquece a nível pessoal e profissional, pois ativa-nos o espírito crítico. E, é sem dúvida esta fomentação que está no cerne das Aprendizagens Essenciais.&nbsp;<br><br>Em relação aos livros que mais apreciei:&nbsp;</div><ul><li><strong>Os livros que apreciei e que não conhecia, é o livro "Frederico" de Leo Lionni. Neste livro, Frederico passava o tempo a contemplar o sol e a recolher no seu imaginário as cores que visualizada. Quando o inverno chegou, comprova-se que o seu labor poético foi imprescindível para os ratos suportarem melhor a crueza da estação. Frederico é assim aceite tal como é. É Arte em pessoa - é um poeta! E os poetas devem ser valorizados e aceites tal como são.</strong></li><li><strong>Livro: "O Protesto" de Eduardo Lima - em que os animais todos parece que fizeram um pacto contra as alterações climáticas (o cão deixou de ladrar, o gato deixou de miar, os gorilas já não se deixavam fotografar,...). Tem imagens fabulosas e impactantes que nos fazem ficar a pensar. É sem dúvida, um bom livro para no futuro disponibilizar em sala de aula. Com ele podemos fazer uma articulação horizontal&nbsp;do currículo (leitura - oralidade - português com estudo do meio - alterações climáticas). </strong></li></ul><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-27 12:24:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão: &quot;O que é um clássico? É um Porto-Benfica&quot;</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2429410650</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><em>Porque já é muito antigo;</em></li><li><em>Porque toda a gente conhece;&nbsp;</em></li><li><em>Porque muita gente gosta;&nbsp;</em></li><li><em>Porque muita gente fala do assunto.&nbsp;</em></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-12-27 14:43:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão, início 2º semestre</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556045322</link>
         <description><![CDATA[<div>Aprendi tanto no 1º semestre que o 2º semestre nos deixa reticentes e curiosos para saber que mais aprendizagem vamos obter...e que outro conhecimento vai-nos ser transmitido para nos deixar literalmente de "queixo caído" ?<br>O entusiasmo é grande e as expectativas também... que venha mais 1 semestre de aprendizagem e de boa Literatura!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:03:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividades relacionadas com as vozes centenárias</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556049382</link>
         <description><![CDATA[<div>A Professora, com base em elementos extraídos do livro: "As pequenas memórias" de José Saramago, sorteou umas cartas e fez com que um elemento do grupo escolhesse 5 cartas, sendo elas: <br><strong>Personagem:</strong> José Dinis<br><strong>Objeto:</strong> barco<br><strong>Sentidos:</strong> audição<br><strong>Elemento mistério</strong>: o silêncio da água<br><strong>Elemento da Natureza</strong>: lua<br><br>Abaixo, transcrevo o nosso texto:&nbsp;<br>"Sobressaltado ao sair do temido pântano circunscrito à minha casa, avistei um rio e um barco com marcas de óxido deixado à mercê das intempéries e dos anos. Entrei vagarosamente, com receio de que se partira e, com os lemes, remei até a minha resistência ser vencida pelo entrar da noite. Os meus olhos semicerravam e por entre a réstia de pupila visível podia observar o esplendor da lua refletida nas águas do rio, enquanto a minha audição contemplava o silêncio da água fazendo resplandecer uma sensação de paraíso, um autêntico Jardim do Éden. Ao despertar, tive uma sensação agonizante de ter dormido horas sem fim. Ainda era de noite e alguém me tocando no ombro pergunta: o que fazes aqui? Ao que lhe respondo: Aonde estou? Apresentou-se como José Dinis e referiu que estava na lua. Disse que me ia ajudar apressando-se a limpar o sangue da ferida que me escorrera pela face. Logo que me tratou em solo lunar, fiquei bom. Abri delicadamente os olhos e apercebi-me de que estava atonteado do desmaio e embate do barco contra as margens do rio. Voltei assim a ouvir e a contemplar aquelas águas silenciosas com ânsia de sair do barco e o de continuar a descobrir novos caminhos."<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:13:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>José Saramago</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>José Saramago, o aclamado escritor português, escreveu alguns livros destinados ao público infanto-juvenil, embora não tenha sido um autor especializado nesse género literário.</div><div><br>Um dos livros mais conhecidos de José Saramago para este público é "A Maior Flor do Mundo", publicado em 2001, com ilustrações de João Caetano. É uma história poética e encantadora que conta a vida de um menino que, ao encontrar a maior flor do mundo, aprende a valorizar a natureza e a importância da preservação ambiental.<br><br></div><div>Outro livro infanto-juvenil de Saramago é "O Silêncio da Água", publicado em 2011. É um livro que combina elementos de conto de fadas com a história contemporânea e percorre a vida de uma menina na descoberta de um tesouro escondido. A obra apresenta uma mensagem de esperança e perseverança, apesar das dificuldades da vida.<br><br></div><div>Embora não tenha escrito muitos livros destinados ao público infanto-juvenil, a escrita de Saramago sempre foi caracterizada por um estilo poético, mágico e cativante, que pode ser apreciado por leitores de todas as idades. Além disso, as suas obras têm o poder de transmitir mensagens importantes e reflexivas sobre questões sociais, políticas e filosóficas, que podem inspirar jovens leitores a pensar criticamente sobre o mundo que os rodeia.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:16:12 UTC</pubDate>
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         <title>Matilde Rosa Araújo</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Matilde Rosa Araújo (1921-2010) é uma das mais importantes escritoras portuguesas de literatura infantojuvenil do século XX. Com mais de 40 obras publicadas, foi uma autora dedicada a explorar a infância e a sua relação com o mundo, trazendo temas como a liberdade, a solidão, a natureza, a imaginação e a poesia.<br><br></div><div>Matilde Rosa Araújo dedicou-se a escrever para o público infanto-juvenil, tendo recebido vários prémios e distinções pela sua obra, entre os quais o Grande Prémio Calouste Gulbenkian para a Literatura Infantil em 1980 e o prémio para o melhor livro infantil, pela mesma fundação, em 1996, pelo seu livro de poesias, <em>Fadas Verdes</em> de 1994.&nbsp;<br><br></div><div>Os seus livros destacam-se pela sua escrita poética e simbólica, que procura transmitir aos jovens leitores valores e ideias importantes para a sua formação como seres humanos. A autora explorou a infância como um universo rico e complexo, capaz de envolver os leitores numa viagem emocionante e profunda pelo mundo da imaginação e da reflexão crítica.<br>Exemplos:<br>&nbsp; &nbsp; . <mark>O Palhaço Verde (literatura infantil 1960) aborda:</mark> questões da alteridade - como a Luta contra a pobreza, a Erradicação da fome, a Redução das desigualdades ou Paz, justiça e instituições eficazes. <br>     . <mark>As Fadas Verdes (literatura infantil 1984) aborda:</mark> questões de orientação ambientalista: centrados na relação do homem com o planeta - como Saúde de qualidade, Ação climática, Proteção da vida terrestre, ou Proteção dos oceanos.&nbsp;<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:16:29 UTC</pubDate>
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         <title>Eugénio de Andrade</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556051078</link>
         <description><![CDATA[<div>Eugénio de Andrade foi o pseudônimo adotado pelo poeta português José Fontinhas, nascido em 19 de janeiro de 1923, na Póvoa de Atalaia, Portugal, e falecido a 13 de junho de 2005, no Porto. É considerado um dos mais importantes poetas portugueses do século XX.</div><div><br>Eugénio de Andrade iniciou a sua carreira literária na década de 1940 e publicou os seus primeiros poemas em revistas literárias e jornais. A sua obra poética é marcada por uma linguagem lírica e sensível, explorando temas como amor, erotismo, natureza e nostalgia.<br><br></div><div>A simplicidade e a intensidade emocional são características distintivas da sua poesia. Os seus versos são conhecidos pela sua musicalidade, pela precisão das palavras escolhidas e pela capacidade de evocar imagens vívidas.&nbsp;<br>Eugénio de Andrade tinha uma habilidade única para capturar a essência das coisas mais simples e quotidianas, transformando-as em poesia.<br><br></div><div>A sua poesia foi traduzida para vários idiomas e recebeu diversos prémios e reconhecimentos, incluindo o Prémio Camões, em 2001, o mais prestigioso prémio literário da língua portuguesa.<br><br></div><div>Eugénio de Andrade foi um poeta que explorou a beleza e a simplicidade da vida, buscando a essência das emoções humanas nos seus versos. A sua poesia continua a ser apreciada e estudada até aos dias de hoje, sendo considerada uma das vozes mais significativas da literatura portuguesa contemporânea.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:16:43 UTC</pubDate>
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         <title>Autores Centenários anteriores vs Natureza</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556051330</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><mark>JOSÉ SARAMAGO: </mark></strong><br>A relação de José Saramago com a natureza nas suas obras é complexa e multifacetada.&nbsp;<br>Em alguns dos seus livros, como "Ensaio sobre a Cegueira" e "As Intermitências da Morte", José Saramago retrata a natureza como um elemento vital para a sobrevivência do ser humano, mas também como um poder imprevisível e muitas vezes ameaçador.&nbsp;<br>Em outras obras, como "O Conto da Ilha Desconhecida" e "Memorial do Convento", a natureza é um cenário exuberante e mágico para as histórias.</div><div>No livro "Ensaio sobre a Cegueira", por exemplo, a natureza é retratada como um espaço de refúgio para as personagens cegas que lutam para sobreviver numa cidade devastada pela epidemia. O autor usa imagens poderosas da natureza, como a chuva e os rios, para contrastar com a degradação urbana, sugerindo que a natureza é um elemento essencial para a vida e para a sobrevivência.<br><br></div><div>No livro "O Conto da Ilha Desconhecida", José Saramago descreve um marinheiro que tenta encontrar uma ilha mágica, onde espera descobrir algo que ainda não sabe o que é. A ilha é um espaço exuberante e cheio de vida, onde o marinheiro pode reconectar-se com a natureza e encontrar um sentido para a sua vida. A natureza é, portanto, um elemento fundamental para a vida do marinheiro e para a construção da narrativa.<br><br></div><div>Em outras obras de José Saramago, a natureza é retratada como um poder imprevisível e muitas vezes ameaçador.&nbsp;<br>No livro "As Intermitências da Morte", por exemplo, a natureza revela-se contra o controle humano e a morte deixa de existir, causando caos e confusão na sociedade. Nessa obra, a natureza é vista como um elemento que não pode ser controlado ou previsto, lembrando ao homem da sua própria fragilidade.<br><br></div><div><strong><em>Em resumo, a relação de José Saramago com a natureza é:</em></strong><br>- Complexa e variada, mas sempre evocativa e poderosa; <br>- A Natureza como elemento simbólico para: <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- expressar ideias profundas sobre a condição humana<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;- criar cenários mágicos e fascinantes para as suas histórias.<br><br><strong><mark>MATILDE ROSA ARAÚJO: </mark></strong><mark><br></mark>Matilde Rosa Araújo é uma escritora que aborda frequentemente o tema da natureza nas suas obras. Nos seus livros infantis, a natureza muitas vezes é retratada como um espaço mágico e encantador, cheio de aventuras e descobertas para as personagens.<br><br></div><div>Na obra "O Reino das Sete Pontas", a natureza é retratada como um elemento vital para a vida e para a sobrevivência das personagens em que as crianças exploram um mundo mágico e encantado, cheio de plantas e animais fantásticos.<br><br></div><div><strong><em>Em resumo, a relação de Matilde Rosa Araújo com a natureza é: </em></strong><br>- Poética e inspiradora;<br>- Espaço mágico e encantador para as aventuras das personagens;<br>- O ambiente natural é um recurso valioso, o qual precisamos de cuidar e preservar para as gerações futuras.</div><div><br></div><div><br><strong><mark>EUGÉNIO ANDRADE: </mark></strong><br><br>Eugénio de Andrade, nas suas obras tem uma relação muito próxima e íntima com a natureza.&nbsp;<br>Os seus poemas frequentemente retratam a beleza da natureza e dos seus elementos, como o mar, o sol, as árvores, os animais e as flores.<br><br></div><div>O autor usa a natureza como uma fonte de inspiração para as suas poesias, muitas vezes descrevendo as paisagens com um olhar sensível e contemplativo.&nbsp;<br>Na sua obra, a natureza é frequentemente vista como uma metáfora para as emoções humanas, como a tristeza, a alegria, a saudade e a paixão.<br><br></div><div>Um exemplo marcante de como Eugénio Andrade utiliza a natureza nas suas obras é o poema "Mar", onde retrata a beleza e a grandeza do mar, mas também a sua força e a sua imprevisibilidade.&nbsp;<br>O autor também utiliza a natureza como uma forma de se conectar com as suas próprias raízes e identidade cultural, explorando a paisagem da ilha da Madeira, onde nasceu.<br><br></div><div>Em outras obras, o autor explora o tema da natureza de forma mais nostálgica, evocando memórias da infância e da juventude através de paisagens naturais e bucólicas.&nbsp;<br>O autor usa a natureza como uma forma de se reconectar com as suas próprias origens e experiências, criando uma poesia carregada de sentimentos e emoções.<br><br></div><div><strong><em>Em resumo, a relação de Eugénio Andrade com a natureza nas suas obras é:</em></strong><br>- Poética, sensível e profundamente contemplativa;<br>- A natureza como uma fonte de inspiração;&nbsp;<br>- Natureza como recurso simbólico para explorar temas universais, como a vida, a morte, a identidade e a beleza da existência.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:17:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>As quatro estações</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556062817</link>
         <description><![CDATA[<div>A relação entre as quatro estações do ano e a literatura é tão rica e fascinante quanto a própria natureza que as inspira. Embora muitos argumentem que as alterações climáticas reduziram o nosso calendário sazonal a apenas duas estações, o verão e o inverno, a literatura prova-nos que essa ideia está equivocada.&nbsp;<br>A literatura permite explorar a magia e a beleza que cada estação traz consigo, revelando um universo de emoções e sensações.</div><div><br></div><div>Um exemplo eloquente disso é o livro "Adivinha quanto eu gosto de ti" de Sam McBratney, que retrata de forma delicada a expressão dos sentimentos ao longo das quatro estações. Através das aventuras do pequeno coelho e da lebre, somos levados a compreender a magnitude do amor e da amizade, que transcendem as barreiras do tempo e das estações. Cada página revela-nos uma nova faceta desses sentimentos, entrelaçando-os com o ciclo da vida e com a passagem do tempo.<br><br></div><div>Da mesma forma, "A pequena semente" de Eric Carle presenteia-nos com uma analogia fascinante entre as sementes e a vida humana. Nesse livro encantador, somos levados a refletir sobre o nosso próprio ciclo de vida, o nossa ciclo de crescimento e transformação, assim tal como as sementes que se transformam em belas plantas.&nbsp;<br>Essa obra convida-nos a contemplar a beleza efêmera da existência, a importância de nutrir os nossos sonhos e a valorizar cada estação de nossa própria vida, assim como a natureza faz com suas estações.<br><br></div><div>A literatura, assim como a natureza, é capaz de nos emocionar, de despertar a nossa imaginação e conectar-nos com os ciclos eternos da vida.&nbsp;<br>A literatura, faz-nos lembrar que, apesar das mudanças climáticas e dos extremos que possamos testemunhar, as quatro estações continuam a existir, cada uma trazendo consigo a sua própria essência, os seus encantos e desafios. Através dessas obras literárias, somos convidados a apreciar a magia das estações do ano, a celebrar a harmonia entre a natureza e os nossos sentimentos mais profundos, e a encontrar inspiração em cada página de forma a vivermos as nossas próprias histórias sazonais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:39:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Bambi - atividade</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556065276</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>C</mark><strong><mark>artas: </mark></strong><strong><br></strong>Raposa, Faline, Verão, Abrunheiro, Pato Bravo, "É preciso aprender a estar só"<br><br><strong>O texto que elaborei em casa com as cartas extraídas foi:</strong><br><br>"A <strong>raposa</strong> era astuta e sabia bem como se esconder entre os arbustos do <strong>abrunheiro</strong>. <strong>Faline</strong>, por sua vez, era delicada e saltitava graciosamente pelos campos floridos do <strong>verão</strong>. O <strong>pato-bravo</strong> seguia os seus passos, inocente e vulnerável. Na floresta, aprendiam a sobreviver sozinhos, pois "é preciso aprender a estar só", ensinamento transmitido pelos mais velhos. Mas o perigo sempre espreitava, como a sombra do "Caçador", que tinha poder sobre os animais. A floresta era um lugar de mistério e incerteza, onde a morte podia chegar a qualquer momento. Ainda assim, a vida seguia o seu curso, ao longo das estações, dos campos floridos do verão ao abrunheiro do outono, sempre com a sabedoria da raposa a guiar os mais jovens."<br><br>O texto que realizei remete-nos diretamente ao livro "Bambi", de Felix Salten.&nbsp;<br>A raposa mencionada no texto é uma das personagens importantes do livro, sendo considerada uma figura sábia e astuta, que ensina importantes lições a Bambi, o protagonista da história.&nbsp;<br>Faline, por sua vez, é a companheira de Bambi e juntos exploram a floresta e aprendem a sobreviver entre os perigos da natureza.&nbsp;<br>O pato-bravo é outra personagem presente na história, sendo um dos amigos mais próximos de Bambi.&nbsp;<br>O "Caçador" também é um elemento importante da história. Representa a ameaça constante que paira sobre os animais da floresta.&nbsp;<br>O ensinamento de que "é preciso aprender a estar só" é um dos temas recorrentes do livro, sendo que Bambi e os seus amigos precisam de aprender a ter coragem e a sobreviver no meio da floresta, sem a presença constante dos adultos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:43:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tendências Temáticas Agenda 2030</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556074459</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XX, as duas grandes guerras, foram eventos históricos de grande impacto no mundo, e as suas consequências afetaram profundamente a literatura infanto-juvenil da época.&nbsp;<br>Durante esses períodos de guerra, a literatura para crianças e jovens foi utilizada como meio de propaganda e doutrinação política, visando incutir valores nacionalistas e patrióticos nas novas gerações.</div><div><br>No entanto, após o fim dessas guerras, houve uma mudança significativa no papel da literatura infanto-juvenil, que passou a ser vista como um instrumento para a promoção da paz, da tolerância e da compreensão entre os povos. A literatura tornou-se um meio de apresentar às crianças e jovens uma visão crítica e reflexiva sobre as questões sociais, políticas e culturais do mundo, contribuindo para uma formação mais completa e consciente das novas gerações.<br><br></div><div>Desta forma, a literatura infanto-juvenil pós-guerra passou a tratar de temas mais amplos, que transcendiam a esfera do nacionalismo e da propaganda política. A inclusão social, a diversidade cultural, a igualdade de género, a preservação do meio ambiente e a promoção da paz tornaram-se temas recorrentes na literatura para crianças e jovens, contribuindo para uma formação mais crítica e cidadã.<br>Aqui, podemos fazer uma analogia com os mandamentos cristãos: Amar a Terra &lt;=&gt; Amar o próximo;<br><br></div><div>Assim, atualmente, a Agenda 2030 e a literatura infanto-juvenil têm em comum o objetivo de promover valores que contribuam para a construção de um mundo mais justo e sustentável. Com a ressalva de que, a agenda 2030 é uma tarefa para TODOS:&nbsp;<br>&gt; conscientes de que a minha parte ninguém o vai fazer;&nbsp;<br>&gt; e de que, não podemos estar dependentes dos outros;&nbsp;<br><br>E ainda, os 17 objetivos também se dividem em 2 fulcrais como os mandamentos da lei de Deus:</div><ul><li>Amor à Terra;</li><li>Amor aos outros.</li></ul><div><br>Tanto após as guerras mundiais como na atualidade, a literatura tem sido vista como um meio para a promoção da paz e da tolerância, e para a formação de cidadãos críticos e conscientes de seu papel no mundo.</div><div><br></div><div><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-16 23:59:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bambi</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556076660</link>
         <description><![CDATA[<div>"Bambi" é um livro do escritor austríaco Félix Salten, publicado em 1923, que conta a história de um filhote de veado que cresce na floresta e enfrenta os desafios da vida selvagem. A obra é considerada um clássico da literatura infantil e tem diversas leituras passíveis que vão além da história da personagem principal.<br><br></div><div>Uma das leituras passíveis é <strong>a alegoria da vida humana.</strong> Bambi é uma metáfora para o ser humano que nasce, cresce, enfrenta obstáculos, busca a sobrevivência e aprende com as lições da vida. O livro retrata a vida de Bambi até que se torne um adulto e as dificuldades que enfrentou ao longo do seu caminho.<br><br></div><div>Outra leitura passível é a<strong> crítica à caça e à intervenção humana na natureza.</strong> O livro retrata a ameaça que o homem representa para os animais e para o meio ambiente e mostra como as ações humanas afetam a vida dos seres selvagens.</div><div><br>Além disso, o livro pode ser lido como uma <strong>reflexão sobre a natureza humana e os valores éticos e morais que regem as relações entre os seres vivos.</strong> Bambi aprende a respeitar os outros animais, a solidariedade e a importância da amizade e da família.<br><br>Ainda pode-se inferir algumas <strong>críticas políticas e sociais à época</strong>, principalmente em relação à figura do caçador, que é retratado como um ser cruel e destrutivo, que apenas se preocupa em matar animais por desporto ou ganho financeiro. Isso pode ser interpretado como uma crítica ao elitismo e à falta de empatia das classes privilegiadas.<br><br></div><div>Além disso, a hierarquia estabelecida entre os animais na floresta pode ser vista como uma alegoria para a estrutura social humana, na qual alguns indivíduos são privilegiados e dominantes, enquanto outros são marginalizados e oprimidos.</div><div><br></div><div>Por fim, o "Bambi" pode ser visto como uma obra que <strong>estimula a imaginação e a criatividade das crianças, ao mesmo tempo em que as ensina sobre a natureza e as relações humanas</strong>. O livro é uma forma de introduzir as crianças à literatura clássica e incentivar ao hábito da leitura.<br><br>Podemos sendo assim, trabalhar as leituras de "Bambi" através de vários percursos na narrativa:&nbsp;<br>- Através da poesia escondida (o mundo à maneira do Bambi)<br>- A nível de pensamento crítico. E aqui mencionar o que a Professora nos disse na aula: "O manual escolar é equiparado à forma de um bolo, em que todos temos que comer o mesmo bolo, com os mesmos ingredientes. E porquê isto, se todos somos diferentes ?!"<br><br>- - - - - - - - - - - - -<br>Adolf Hitler vs "Bambi"<br><br>O livro "Bambi" foi incluído na lista de livros proibidos pelo regime nazi em 1936, juntamente com outras obras consideradas "degeneradas" ou "não-arianas".</div><div><br>Há algumas teorias sobre os motivos pelos quais o regime nazi teria banido a obra, incluindo a possibilidade de que a história de Bambi, que retrata animais vivendo em harmonia na natureza, fosse vista como uma <strong>alegoria para a convivência pacífica entre raças e culturas diferentes, o que ia contra o ideário nazi acerca da superioridade racial.</strong><br><br></div><div>Para além disso, o autor, Félix Salten, era um judeu austríaco que se opôs publicamente ao regime nazi, o que pode ter levado à censura de sua obra.</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 00:03:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;A velha do bosque&quot; de Matilde Rosa Araújo</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556079725</link>
         <description><![CDATA[<div>"A velha do bosque" é uma obra de Matilde Rosa Araújo de literatura infantil do ano de 1983. É uma obra rica em elementos simbólicos e poéticos que aborda temas universais como a natureza, a saudade e o envelhecimento. A escrita de Matilde Rosa Araújo é delicada e sensível, criando uma atmosfera única que nos leva a refletir sobre a vida e os mistérios que a cercam.<br><br>Matilde Rosa Araújo apresenta-nos uma personagem solitária, uma velha senhora que vive numa casa isolada na floresta. Ao longo da história, a autora traz elementos como a natureza, a saudade e o envelhecimento de forma sensível e poética.</div><div><br>A natureza é um elemento muito presente na obra. A velha senhora vive em harmonia com o meio ambiente que a rodeia e tem uma ligação muito forte com a floresta e com os animais que a habitam. A autora descreve com detalhe a flora e a fauna, criando um ambiente bucólico e tranquilo.</div><div><br>A saudade é outro elemento presente na obra. A velha senhora sente falta do passado, das pessoas que já não estão presentes na sua vida e das coisas que já não podem ser recuperadas. Retrata ainda de forma muito emotiva a solidão e a nostalgia que acompanham a personagem.</div><div><br>Por fim, o envelhecimento é uma temática central da obra. A velha senhora é retratada como uma personagem fragilizada pela idade, mas que ainda assim mantém a sua sabedoria e força interior.&nbsp;<br>A autora aborda assim, de forma sensível o processo de envelhecimento e a forma como as pessoas lidam com essa fase/etapa da vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 00:06:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Editoras</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2556093998</link>
         <description><![CDATA[<div>Link de acesso direto à editora: https://kalandraka.com/<br><br>Entre as inúmeras editoras que a professora nos forneceu, eu e o meu grupo, decidimos escolher a editora Kalandraka. <br>A Kalandraka é uma editora espanhola que tem uma grande presença em países de língua portuguesa, como Portugal e Brasil. A editora destaca-se pela sua qualidade gráfica e pelos temas escolhidos para as suas publicações, que frequentemente apresentam histórias e personagens de diferentes culturas. <br><strong><em><br>Em termos de facilidade de navegação:</em></strong> A “navegação” no site da Editora Kalandraka é bastante intuitiva e fácil de usar. O site é bem organizado e as informações são apresentadas de forma clara e objetiva. Além disso, a editora possui uma loja virtual onde é possível comprar os livros de forma fácil e rápida. <br><br><strong><em>Temas e discursos dominantes: </em></strong>Um dos principais temas da editora Kalandraka é a diversidade cultural e, por isso, procura publicar livros que apresentem diferentes culturas e perspetivas. A editora também aborda temas como a natureza, a inclusão, a poesia e a arte, sempre com uma abordagem educativa e lúdica. <br><br><strong><em>Variedade de autores/ilustradores:</em></strong> A Kalandraka possui uma ampla variedade de autores e ilustradores no seu catálogo. A editora procura publicar autores e ilustradores de diferentes países e culturas, promovendo assim a diversidade e a interculturalidade.<br><br><strong><em>Qualidade das sinopses:</em></strong> As sinopses dos livros no site da Kalandraka são bem elaboradas e fornecem uma boa ideia do conteúdo das suas obras. Além do mais, são claras e objetivas, o que ajuda o leitor a escolher o livro mais adequado para a sua idade e interesse. <br><br><strong><em>Outras informações e/ou outros recursos de interesse:</em></strong> A Kalandraka no seu site, possui uma secção de recursos didáticos com atividades pedagógicas e materiais de apoio para professores e educadores. A editora também promove eventos e atividades culturais em escolas e bibliotecas, visando incentivar a leitura e a formação de novos leitores. <br><br><strong><em>Opinião geral (Vou usar/recomendar porque…)</em></strong>: A Editora Kalandraka destaca-se pela sua preocupação em promover a diversidade cultural e a formação de novos leitores. O seu catálogo é composto por livros de alta qualidade, com ilustrações cuidadosamente elaboradas e textos que estimulam a imaginação e a reflexão. A editora oferece recursos didáticos e apoio para professores e educadores, o que é uma grande vantagem para quem trabalha com crianças e jovens. Em suma, recomendamos a Editora Kalandraka pela qualidade das suas publicações e pelo compromisso na promoção da cultura e da educação.&nbsp; <br><br>Abaixo transcrevo o link das restantes editoras fornecidas:<br>Editora Planeta Tangerina: <a href="https://www.planetatangerina.com/pt-pt/">https://www.planetatangerina.com/pt-pt/<br></a><br></div><div>Editora Pato Lógico: <a href="https://www.pato-logico.com/">https://www.pato-logico.com/<br></a><br></div><div>Editora Orfeu Negro (Mini): <a href="https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-mini">https://www.orfeunegro.org/collections/orfeu-mini<br></a><br></div><div>Editora Bruáa: <a href="https://www.bruaa.pt/">https://www.bruaa.pt/<br></a><br></div><div>Editora Fábula: <a href="https://fabula.pt/paginas/editora">https://www.penguinlivros.pt/catalogo/?swoof=1&amp;product_cat=fabula<br></a><br></div><div>Editora Trinta por uma Linha: <a href="https://www.trintaporumalinha.com/">https://www.trintaporumalinha.com/<br></a><br></div><div>Editora Tcharan: <a href="https://www.tcharan.pt/?page_id=72">https://www.tcharaneditora.pt/<br></a><br></div><div>Editora Akiara: <a href="https://akiarabooks.com/pt/livros/">https://akiarabooks.com/pt/livros/<br></a><br></div><div>Editora Baduga: <a href="https://baduga.co/">https://baduga.co/<br></a><br></div><div>Editora The poets &amp; dragons:&nbsp; <a href="https://poetsandragons.com/livro-infantil/%C2%A0">https://poetsandragons.com/livro-infantil/ </a>; &nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 00:24:31 UTC</pubDate>
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         <title>Como a infância pode ser representada na Literatura</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2611582007</link>
         <description><![CDATA[<div>A Professora propôs a seguinte tarefa na sala de aula: "A que obra pertenço?".&nbsp;<br>Para isso, forneceu-nos excertos e através da visualização da capa de seis obras apresentadas tínhamos que fazer a correspondência.&nbsp;</div><var>
Será que a tarefa é assim tão acessível?</var><div><br><strong>HÁ DOIS TIPOS DE COMPREENSÃO: </strong><br>&nbsp; &nbsp; . <strong><mark>Compreensão inferencial:</mark></strong> envolve a capacidade de fazer inferências e interpretações com base em pistas e informações implícitas no texto, o que nem sempre oferece respostas diretas e imediatas. Requer que o leitor mobilize os seus conhecimentos prévios e faça conexões para compreender o texto num nível mais profundo.<br><br>&nbsp; &nbsp; . <strong><mark>Compreensão literal:</mark></strong> refere-se à compreensão direta e superficial do texto, em que as respostas podem ser encontradas diretamente no próprio texto, sem a necessidade de inferências ou interpretações adicionais.</div><div>- - - - - - - - - - -&nbsp;<br><br>Ao realizar a interpretação pré-leitura de um livro, examinando o título, as ilustrações e outros elementos visuais, cria-se uma expectativa e curiosidade sobre o conteúdo da história.&nbsp;<br>---&gt; Essa abordagem ajuda a envolver e entusiasmar as crianças, despertar o seu interesse e motivação para ler e descobrir o que vai acontecer na história.</div><div><br>&nbsp;---&gt; As atividades de compreensão inferencial + compreensão literal juntamente com a interpretação pré-leitura, são importantes introduções à leitura, pois incentivam os leitores a ir além da superfície do texto, a desenvolver habilidades de inferência e a relacionar a leitura com os seus conhecimentos prévios. Isso contribui para uma leitura mais profunda e significativa, promovendo a compreensão global da história.</div><div><br>Os livros em questão são:&nbsp;</div><blockquote>Capitão Rosalie de Timothée de Fombelle<br>A manta do José de Miguel Gouveia<br>Endireita-te de Rémi Courgeon<br>Pássaro da avó de Benji Davies<br>Rosa branca de Christophe Gallaz e Roberto Innocenti</blockquote><div><br>Todos estes livros são representações de infância porque são protagonizados por crianças.&nbsp;<br><br>A infância pode ser ligada a afetos e a emoções mas também pode ser usada na literatura para temas mais duros, como nos livros:<br><br></div><blockquote>O princípio de Paula Carballeira Cabana&nbsp;<br>O diário de Anne Frank<br>A história de Érika de Ruth Vander Zee<br>Com três novelos de Henriqueta Cristina e Yara Kono</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 08:45:33 UTC</pubDate>
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         <title>Programa de Leitura Fundamentado na Literatura</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2611582510</link>
         <description><![CDATA[<div>O Programa de Leitura Fundamentado na Literatura é um método de ensino que utiliza obras literárias como base de desenvolvimento de habilidades de leitura e compreensão. <br>Baseia-se em duas perspetivas distintas: <br><br><mark>- </mark><em><mark>Perspetiva construtivista</mark></em><mark>:</mark> tem como objetivo mobilizar conhecimento. Salienta que o conhecimento é construído ativamente pelo aluno, através de interações com o ambiente. Por isso, os alunos são vistos como construtores do seu próprio conhecimento e aprendem melhor quando são colocados perante atividades significativas e desafiadoras.<br><br><em><mark>- Perspetiva sócio-cultural na educação</mark></em><mark>:</mark> o conhecimento adquire-se através da socialização. Salienta a importância do contexto social e cultural na construção do conhecimento.&nbsp;<br>A aprendizagem é o resultado de um processo social, em que os alunos constroem o significado das coisas através de interações com outras pessoas e com o mundo ao seu redor. A linguagem e a interação social desempenham um papel fundamental nessa perspectiva, pois são vistas como ferramentas para a construção de conhecimento.<br><br>Segundo o Programa de Leitura Fundamentado na Literatura, existem três tipos de atividades de exploração: atividades pré, durante e após a leitura, com o objetivo de envolver os alunos num processo interativo e significativo de aprendizagem.<br><br></div><div>As atividades pré-leitura têm como objetivo:<br>1) despertar o interesse dos alunos e prepará-los para a leitura.&nbsp;</div><div>2)&nbsp; &nbsp; &nbsp;Partilhar experiências;&nbsp;</div><div>3)&nbsp; &nbsp; &nbsp;Ativar conhecimento em torno do(s) tema(s) presente(s) no texto (conhecimento enciclopédico);</div><div>4)&nbsp; &nbsp; Antecipar informação inerente à obra;</div><div>5)&nbsp; &nbsp; &nbsp;Criar expectativas, motivando para a leitura.&nbsp;</div><div><br>Podem incluir discussões sobre o título, a capa, o autor e o tema da obra, além de explorar o conhecimento prévio dos alunos sobre o assunto a ser abordado.&nbsp;<br>Essas atividades ajudam a criar uma conexão entre os alunos e o texto antes mesmo de o começarem a ler.<br>Alguns exemplos de atividades são:</div><div>- <strong><em>Atividades Pré-Leitura:&nbsp;</em></strong></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;. Cestas Literárias: Nesta atividade, traríamos uma cesta com objetos ou personagens referentes à obra e pediríamos aos alunos para que elaborem uma pequena narrativa (oral ou escrita) ligando os diferentes elementos da cesta.<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;. Exploração de Elementos Paratextuais: Sem revelar o título, mostramos a capa, a contracapa e as guardas da obra. Posteriormente, os alunos teriam de comentar sobre os temas plausíveis da obra. Esta atividade é interessante e há que destacar sempre que o texto verbal oferece uma leitura racional, já a visualização da imagem, oferece uma leitura emocional.<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;. Mapa de contrastes; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;. Opinionário; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;. Frascos de histórias; <br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;. <em>Bookbits: </em>&nbsp;imaginar o antes e o depois de uma determinada citação, escrevendo, para o efeito, um pequeno texto. Os alunos são divididos em grupos, e cada dois grupos recebem a mesma citação para depois, fazer uma comparação dos resultados em grande grupo. <em><br></em>&nbsp; &nbsp; &nbsp;. <em>BookTalk:</em> relativamente às capas de diferentes obras para antecipar informação quanto ao conteúdo do livro:&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; a) Análise da coloração; <br>&nbsp; &nbsp; b) Elementos pictóricos presentes; <br>&nbsp; &nbsp; c) Análise do título.<em><br><br><br></em>Durante a leitura, as atividades são focadas na compreensão e interpretação do texto.&nbsp;<br>Os seus objetivos são:&nbsp;<br>1.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Desenvolver e aplicar estratégias de compreensão na leitura;</div><div>2.&nbsp; &nbsp; &nbsp; Realizar inferências.</div><div><br>Pretende-se que os alunos façam perguntas e previsões sobre o que acontecerá na obra, identifiquem personagens, eventos importantes e analisem o estilo de escrita do autor. <br>Essas atividades visam o desenvolvimento do espírito crítico do aluno melhorando assim as suas habilidades de leitura crítica. <br>Alguns exemplos de atividades são: <br>o&nbsp; &nbsp;<strong>10 Palavras Poderosas: </strong>No decorrer da leitura, os alunos devem procurar por 10 palavras poderosas. Por fim, cada aluno deveria expor as palavras que anotou.&nbsp;</div><div>o&nbsp; &nbsp;<strong>Carrossel de personagens</strong></div><div>o&nbsp; &nbsp;<strong>Mapas de sentimentos / emoções</strong></div><div>o&nbsp; &nbsp;<strong>Mapas Literários: </strong>por exemplo, em que se pede aos alunos que façam um mapa literário sobre os diferentes espaços da obra. Divide-se a turma em grupos e podemos atribuir um espaço a cada grupo, para que recolha o máximo de informação possível, na obra, sobre esse espaço, e que no fim o represente num desenho.</div><div><em><br></em>As atividades pós-leitura ajudam os alunos na reflexão textual, na discussão de pontos de vista e na partilha das suas interpretações.&nbsp;<br>Os seus objetivos:&nbsp;</div><div>1)&nbsp; &nbsp; &nbsp; Encorajar respostas pessoais ao texto;</div><div>2)&nbsp; &nbsp; &nbsp;Envolver o aluno no mundo da Literatura;</div><div>3)&nbsp; &nbsp; &nbsp;Expandir conhecimento.</div><div><br>Podem incluir debates em grupo, projetos de escrita criativa, dramatizações ou atividades de pesquisa relacionadas ao tema da obra. <br>Essas atividades incentivam a expressão pessoal dos alunos, promovendo a reflexão e a consolidação do que foi aprendido durante a leitura. <br><strong>Alguns exemplos de atividades pós-leitura são: </strong><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; . Excertos poderosos;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; . Álbuns de memórias;&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; . Trabalhos de pesquisa.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 08:46:03 UTC</pubDate>
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         <title>Brochura Amar a Natureza</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2611583247</link>
         <description><![CDATA[<div>Brochura a ser entregue à turma no dia 30/05/2023 sobre o projeto a realizar com tema: Amar a Natureza.&nbsp;<br>Nele, de forma sucinta, é possível observar as atividades pré-leitura, durante a leitura, após a leitura escolhidas e ainda, atividades de articulação com a família.&nbsp;<br><br>Todas as atividades são referentes ao livro de leitura orientada: "O menino do dedo verde" de Maurice Druon.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 08:46:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão final da unidade curricular</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2611583805</link>
         <description><![CDATA[<div>Após, dois semestres de aulas sobre Literatura Infanto-juvenil, posso afirmar que ampliei consideravelmente o meu conhecimento nesta área, desde já, fascinante.&nbsp;<br>No início do primeiro semestre, possuía apenas uma noção superficial sobre o tema, mas logo percebi que havia muito mais a ser explorado e compreendido.&nbsp;<br>Uma das primeiras questões que me desafiaram foi a diferença entre literatura infantil e livros objeto/brinquedo, um ponto de partida revelador para o primeiro semestre de aprendizagem.&nbsp;<br><br></div><div>Ao longo destes 2 semestres, tive a oportunidade de descobrir e explorar uma variedade de elementos e características que compõem a literatura infanto-juvenil.&nbsp;&nbsp;<br>Adquiri conhecimentos sobre a importância da narrativa e da presença de temas relevantes para o público jovem.<br><br></div><div>Também descobri que a literatura infanto-juvenil desempenha um papel vital no desenvolvimento das crianças e adolescentes, estimulando a sua imaginação, a sua empatia e a compreensão do mundo ao seu redor. Os livros dessa área podem abordar questões complexas de forma sensível e proporcionar um ambiente seguro para a exploração de sentimentos, valores e desafios comuns à juventude.<br><br></div><div>A experiência com a literatura infanto-juvenil fez-me despertar um novo olhar para os livros destinados a esse público. Agora, consigo perceber que eles, não oferecem apenas entretenimento e lazer, mas também são ferramentas poderosas para a construção de conhecimento, promoção da diversidade, estímulo à criatividade e o fomento do prazer pela leitura.</div><div><br>Estou enormemente agradecida por esta oportunidade enriquecedora de imergir no mundo da literatura infanto-juvenil e anseio poder continuar a explorar novos livros, histórias e perspectivas que possam enriquecer a minha compreensão e o meu apreço por esta forma de expressão literária (única!).</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 08:47:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Livro digital: &quot;Carpe Librorum: Uma viagem literária e visual com André Letria&quot;</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2611589307</link>
         <description><![CDATA[<div>À semelhança do 1º semestre, neste segundo foi-nos proposto fazer um novo livro digital mas de caráter informativo sobre um autor de literatura infanto-juvenil.&nbsp;<br>Depois de pesquisarmos um grande leque de autores, decidimos debruçarmo-nos sobre André Letria, dada a sua forte vertente literária e ilustrativa.<br>Decidimos dar o nome a este e-book de "Uma viagem literária com André Letria" e nele podem integrar uma autêntica viagem na sua vida profissional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-01 08:53:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estações do ano na LIJ</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2618191821</link>
         <description><![CDATA[<div>A Docente iniciou a aula com duas questões de reflexão: <br>"É fácil cuidar de algo que não amamos?" <br>"Gostamos de algo que não conhecemos?"<br><br>Momento de reflexão: <br>A questão: <mark>"É fácil cuidar de algo que não amamos?"</mark> leva-nos a refletir sobre a relação entre o cuidado e o amor. Normalmente, é mais fácil e natural cuidar daquilo que amamos, pois o amor traz consigo a motivação e o desejo de proteger e preservar. No entanto, isso não significa que seja impossível cuidar de algo que não amamos. Às vezes, é necessário cuidar de algo ou alguém mesmo sem sentir um amor profundo inicialmente. Nesses casos, o cuidado pode ser uma escolha consciente baseada na responsabilidade, no dever ou no reconhecimento do valor intrínseco daquilo que está a ser cuidado. Embora possa ser desafiador, o cuidado dedicado a algo que não amamos pode-nos ensinar sobre compaixão, empatia e a importância de cuidar do que está ao nosso redor, mesmo que não tenhamos um amor imediato por ele.<br><br></div><div>Já a questão <mark>"Gostamos de algo que não conhecemos?"</mark> remete-nos à importância do conhecimento e da experiência na formação dos gostos e preferências. É difícil gostar verdadeiramente de algo que não conhecemos, pois o gostar muitas vezes é influenciado pela familiaridade e pelo entendimento do objeto em questão.&nbsp;<br>Para gostar de algo, precisamos de nos envolver, explorar e compreender as suas características, qualidades e peculiaridades. Nesse sentido, é importante a busca do conhecimento e entendimento das coisas antes de formar opiniões ou de desenvolver preferências. A curiosidade e a disposição para descobrir e aprender são fundamentais para ampliar os nossos horizontes e permitir que desenvolvamos gostos e amores por coisas novas.<br><br></div><div><mark>Referindo-se às obras literárias mencionadas na sala de aula: </mark>"<em>A PEQUENA SEMENTE</em>" de Eric Carle<br>"<em>CEM SEMENTES QUE VOARAM</em>" de Isabel Munhoz Martins e Yara Kono.<br><br>Os dois livros trazem ensinamentos relacionados com o crescimento, paciência e a importância de esperar. <br><br>"<em>A PEQUENA SEMENTE</em>" de Eric Carle é uma grande lição de humildade em que segundo o autor "tudo passa". Demonstra-nos como algo pequeno e aparentemente insignificante pode ser transformado em algo grandioso, mas é necessário tempo, cuidado e paciência para que isso aconteça. A obra lembra-nos que nem tudo é visível ou instantâneo, e que devemos esperar com humildade pelo amadurecimento e pelos resultados. <br><br>Já "<em>CEM SEMENTES QUE VOARAM</em>" de Isabel Munhoz Martins e Yara Kono demonstra-nos que, muitas vezes, para alcançar bons resultados, basta ter paciência e esperar.&nbsp;<br><br>Ambas as obras ressaltam a importância da espera, tal como uma semente no seu processo de crescimento, transmitindo lições de humildade e perseverança.<br><br></div><div>Esses conceitos podem ser aplicados não apenas às estações do ano, mas também a diferentes aspectos da vida, como relacionamentos, projetos, aprendizagens e autodesenvolvimento.&nbsp;<br>Cuidar, amar e conhecer são elementos fundamentais para vivermos em harmonia com o mundo à nossa volta e na procura do nosso próprio crescimento pessoal.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 11:00:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ECOliteracia</title>
         <author>acarlasilva1</author>
         <link>https://padlet.com/gratefulseasonstudios/9sdy7gco13vfd1zs/wish/2618231078</link>
         <description><![CDATA[<div>“(...) um indivíduo possuidor de ecoliteracia é capaz de se relacionar com o ecossistema de <strong>forma harmoniosa </strong>ou, se quisermos usar um termo do discurso ecológico, <strong>“sustentável”: </strong>respeitador das outras existências para além da sua, numa perspetiva de longo prazo, procurando compreender de forma tão abrangente quanto possível (ou de forma tão <em>ecológica</em> quanto possível) os elementos do mundo com os quais interage, <strong>assumindo plena responsabilidade de suas atitudes e ações</strong>.”</div><div>(Ramos &amp; Ramos, 2013: 17)<br><br>A literatura infanto-juvenil desempenha um papel importante na representação e conscientização sobre questões ambientais em crianças e jovens. Nela podem ser abordados uma variedade de temas relacionados com o meio ambiente, sustentabilidade, conservação, biodiversidade, mudanças climáticas, poluição e relação entre seres humanos e natureza.</div><div><br>As representações do ambiente na literatura infanto-juvenil podem ter diferentes abordagens. Algumas histórias destacam a beleza e a importância da natureza, incentivando o amor e o respeito pelo meio ambiente. Explorando ecossistemas diversos, animais, plantas e paisagens e ainda podem despertar a curiosidade e a conexão emocional das crianças com a natureza.<br>Temos como exemplo o livro "Depois da chuva" de Miguel Cerro da editora kalandraka. Trata-se de uma fábula moderna sobre a superação das adversidades, a adaptação ao meio envolvente e a colaboração de uns e de outros para a sobrevivência do coletivo, pois, uma chuva diluvial inunda o bosque e os seus habitantes são obrigados a abrigarem-se num refúgio improvisado.&nbsp;<br>---&gt; É assim um livro que nos ajuda na busca do equilíbrio, tanto ao nível do conhecimento das origens e da vida animal em diferentes ecossistemas.&nbsp;</div><div>- - - - - <br>Outras obras podem abordar desafios ambientais, como a degradação do meio ambiente, a escassez de recursos naturais ou os impactos das atividades humanas no ecossistema. Essas histórias podem ajudar as crianças a entenderem os problemas ambientais e a importância de agir de forma sustentável para proteger o planeta.<br>Um exemplo fenomenal, é o caso do livro: "O Rapaz que gostava de Aves (e de muitas outras coisas)" de Isabel Minhós Martins e Bernardo P. Carvalho. Neste livro, a personagem principal Ricardo, desde cedo que foi informado de que o planeta está ameaçado. Disseram-lhe os pais: <strong>“Ai Ricardo, Ricardo… olha que o caso está malparado.” </strong>Depois, os avós<strong>: “Ai Ricardo, Ricardo… olha que temos o caldo entornado</strong>!” A seguir, a professora:<strong> “Ai Ricardo, Ricardo… isto está muito complicado!”</strong></div><div>Ricardo cresceu cheio de preocupações ambientais: poupava água, andava a pé e de bicicleta, apagava as luzes. Até que um dia se fartou. Se os outros não se preocupavam, “<strong>queria lá saber das florestas ameaçadas ou das espécies em vias de extinção</strong>…” e até passou a tomar banhos de imersão. Mas só até ao dia em que vislumbrou um guarda-rios. “<strong>E ficou a olhá-lo com todo o espanto que é possível alguém juntar</strong>.” Quis conhecê-lo melhor, estudou-o e ficou a perceber que “neste planeta estamos todos ligados: pessoas, aves, lagartixas, florestas, rios, a chuva ou o sol”.</div><div>Neste livro temos implícita a mensagem do homem responsável pelo desiquilíbrio, que denota preocupações ecológicas e que conquista o público para a fruição e proteção da natureza.&nbsp;<br>- - - - -&nbsp;</div><div>A literatura infanto-juvenil também pode transmitir mensagens de encorajamento e ação, encorajando as crianças a se tornarem agentes de mudança. E, para isso, pode mostrar personagens que se envolvem em atividades de conservação, reciclagem, redução do consumo, reflorestamento ou outras ações positivas em prol do meio ambiente. Dessa forma, os jovens leitores são inspirados a adotar atitudes e comportamentos mais sustentáveis nas suas próprias vidas através de "modelos/exemplos".&nbsp;<br>Um exemplo de um livro, é "A Árvore Generosa" de Shel Silverstein. O livro retrata a história de uma árvore generosa que dá tudo o que tem para um menino: a sua sombra, as suas folhas e até o seu tronco.<br>Temos assim a história que aborda a importância de cuidarmos da natureza e ainda o valor da gratidão e da reciprocidade.</div><div><br></div><div>- - - - -&nbsp;<br>Além disso, a literatura infanto-juvenil pode ajudar a desenvolver uma consciência ecológica, estimulando a empatia e a compreensão dos impactos das ações humanas na natureza. Ao explorar temas ambientais de maneira acessível e adequada para a faixa etária, os livros podem despertar o interesse das crianças e jovens pelo meio ambiente, promovendo uma mentalidade de cuidado e responsabilidade.<br>Um exemplo, é o livro "Protesto" de Eduarda Lima que é um apelo de união contra a poluição e o desperdício, e semearmos o que mais tarde outros poderão colher.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 11:57:34 UTC</pubDate>
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         <title>Literacia e Agenda 2030 (exemplo obras)</title>
         <author>acarlasilva1</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><em>A obra "</em><em><mark>A girafa que comia estrelas</mark></em><em>" da autoria de José Eduardo Agualusa é um excelente ponto de partida para explicar questões acerca das alterações climáticas e a importância da responsabilidade e consciencialização ambiental. Retrata-nos a realidade das secas através da Savana.</em></blockquote><div><br><strong>Sinopse:</strong> Baseada na obra de José Eduardo Agualusa, A Girafa que comia estrelas conta a história da girafa Olímpia e da galinha do mato Margarida, duas amigas inseparáveis.</div><div>A girafa de pescoço comprido passa o dia a furar as nuvens para tentar ver os anjos e a noite a comer as estrelas do céu, que às vezes fazem azia. A galinha do mato faz das nuvens a sua casa e coleciona objetos brilhantes. Um dia, a savana onde viviam fica sem nuvens e o sol começa a secá-la. As duas amigas vivem verdadeiras aventuras em prol do futuro da savana (link: http://epeespanha.blogspot.com/2020/11/a-girafa-que-comia-estrelas.html).&nbsp;</div><div><br></div><div><br></div><blockquote>"<mark>Na Floresta da preguiça</mark>" de Shopie Strady é uma obra intrínseca à desflorestação.&nbsp;<br><br><var><strong>"TUDO É VERDE, TUDO É VIDA"</strong></var></blockquote><div><br><strong>Sinopse:</strong> Depois de uma brilhante estreia com Popville, Anouk Boisrobert e Louis Rigaud confirmam neste segundo livro o talento que lhes foi unanimemente reconhecido pela crítica internacional. Desta feita, com a participação de Sophie Strady, autora do poético texto que encontramos neste livro, e que começa desta forma: Tudo é verde, tudo é vida na floresta da preguiça. Gorjeiam os pássaros, enroscam-se os gatos à sombra das palmeiras, os papa-formigas aspiram insectos como que através de uma palhinha… e a preguiça – estás a vê-la? (…) Estás a vê-la?, a pergunta repetida em quase todas as páginas, a pergunta que ecoa e nos convida a entrar num jogo de descoberta de um verdadeiro mundo de detalhes da fauna e flora amazónica. Transformados em exploradores, procuramos uma preguiça, um animal indefeso e alheio à eminente destruição levada a cabo pelas ruidosas máquinas dos madeireiros.<br>(Editora Bruaá: https://www.bruaa.pt/loja/na-floresta-da-preguica/)<br><br><br></div><blockquote>"<mark>Os figos são para quem passa</mark>" fala-nos da importância da partilha e relembra-nos que sempre que escolhemos um caminho temos de abdicar de outro.</blockquote><div><br><strong>Sinopse:</strong> No princípio do mundo, no tempo em que todos caminhavam sem levar nada consigo, um urso detém-se junto a uma figueira decidido a comer o seu fruto preferido.<br>O urso observa os ramos, mas apercebe-se de que na figueira, escondido entre a folhagem, há apenas um figo ainda um pouco verde.<br>“Quanto tempo levará este figo a ficar doce?” pergunta-se o urso.<br>“Talvez um dia?”<br>E, muito confiante, senta-se, esperando pelo seu figo maduro.<br>Mas à volta da figueira esperam-no muitas peripécias…<br>Porque, para quem serão os figos afinal? Para quem passa?<br>Para quem os guarda? Para os mais fortes? Para os mais rápidos?<br>Ou para quem tem mais fome?<br><br></div><div>Uma história com suspense e humor q.b. que vai agarrar os leitores (mesmo aqueles que não gostam de figos…).<br>(Editora Planeta Tangerina: https://www.planetatangerina.com/pt-pt/loja/os-figos-sao-para-quem-passa/)&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-08 12:05:44 UTC</pubDate>
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