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      <title>Trabalho Ectoparasitas ADMV II - T1 by Fê Gomes</title>
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      <description>Integrantes: Fernanda Gomes, Thaise Pinheiro, Luiza Lemos, Victória Nardin, Laryssa Soares</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-09-04 18:43:48 UTC</pubDate>
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         <title>Recados da Profe! &lt;3</title>
         <author>caetanoteixeira</author>
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         <description><![CDATA[<div>Meninas ficou muito bom!! Completo e ilustrativo! </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-04 18:55:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>fefegomes83</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-04 18:56:44 UTC</pubDate>
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         <title>Carrapatos </title>
         <author>fefegomes83</author>
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         <description><![CDATA[<div>By Luiza de Cachoeira para a prof Mariana 🤩<br>ADOREI!!!! &lt;3<br><br></div>]]></description>
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         <title>Carrapatos </title>
         <author>fefegomes83</author>
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         <description><![CDATA[<div>Família completa 🥰</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-08 01:50:10 UTC</pubDate>
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         <title>Conceitos:</title>
         <author>fefegomes83</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em><br>ECTOPARASITOS</em></strong></div><div>Vivem na superfície ou em cavidades do hospedeiro. São aqueles que têm contato com a pele dos hospedeiros. Por exemplo, artrópodes (ácaros e insetos), como bernes, carrapatos, pulgas.</div><div><br><strong><em>PARASITISMO</em></strong><br>É uma relação em que um dos seres se beneficia e o outro é prejudicado. O organismo que se beneficia é chamado de parasita e o prejudicado é o hospedeiro. As pulgas e os carrapatos são exemplos de parasitas, pois se grudam à pele de cães, gatos e outros animais e alimentam-se do sangue deles. Isso causa coceira e dor, além de muitas vezes provocar doenças no hospedeiro.<br><br></div><div><strong><em>PARASITO ERRÁTICO</em></strong><br>É o que vive fora do seu hábitat normal.<br><br><strong>PARASITO ACIDENTAL:</strong><br>É o que exerce o papel de parasito, porém habitualmente possui vida não-parasitária.<br> Ex.: larvas de moscas que vivem em frutos ou vegetais em decomposição e acidentalmente atingem humanos.<br> <br> <strong>PARASITO FACULTATIVO:<br></strong><br></div><div>É o que pode viver parasitando, ou não, um hospedeiro. Ex: larvas de moscas <em>Sarcophagidae</em>, que podem desenvolver-se em feridas necrosadas ou em matéria orgânica (esterco) em decomposição.<br><br></div><div><br><strong><em>ESPECIFICIDADE DOS PARASITOS<br><br></em></strong> <strong><em>Estenoxenos</em></strong> (Esteno = estreito) Quando são muito específicos, só aceitam aquele hospedeiro. Por exemplo, Babesia bovis em bovinos.<br><br></div><div> <strong><em>Eurixenos</em></strong> (Eury = amplo) Quando são pouco específicos, tendo uma variedade de hospedeiros. Por exemplo, Toxoplasma gondii ou Fasciola hepatica, que podem parasitar várias espécies animais. <br><br></div><div><strong><em>Oligoxeno</em></strong> (Oligo = pequeno) Os hospedeiros têm que ter parentesco; normalmente estão na mesma família. A especificidade é limitada. Por exemplo, Echinococcus granulosus pode ser encontrado no cão e no lobo, ambos mamíferos agrupados na família Canidae.<br><br><strong><em>Problemas associados às parasitíases<br></em></strong> – Dermatites <br>– Gastrenterites<br> – Parasitemias <br>– Linfopatias<br> – Cardio e miopatias <br>– Neuropatias<br> – Doenças crônicas (portadores)<br><br><br><strong>Ação do parasito sobre o hospedeiro <br></strong><br></div><div><strong>Ação mecânica <br></strong>Obstrução: como a de Toxocara. Esse parasito forma bolos de vermes no intestino e o obstrui .<br>Compressão: como a do Coenurus cerebralis, que, conforme cresce, comprime o cérebro, causando perturbações neurológicas e funcionais. <br><br></div><div><strong>Ação espoliadora </strong></div><div>Sequestram nutrientes e fluidos do hospedeiro, tornando-o abatido, apático, magro e alvo fácil de outras doenças. Por exemplo, Haemonchus ao sugar sangue no abomaso de ovelhas. <br><br></div><div><strong>Ação inflamatória/irritante</strong></div><div>Ocorre pela penetração ativa de larvas na pele. Por exemplo, Strongyloides papillosus. <br><br></div><div><strong>Ação de transmissão Hospedeiros</strong> transmitem agentes patogênicos. Por exemplo, carrapato transmitindo Babesia.<br><br></div><div><br><strong><em>RESERVATÓRIO<br></em></strong>É o ser vivo responsável pela sobrevivência do parasito. O parasito dificilmente causa doença nesse hospedeiro. Por exemplo, a capivara é um reservatório do <em>T. evansi.</em></div><div><br><br> <strong>Bibliografias:</strong><br>Monteiro, Silvia Gonzalez<br>Parasitologia na medicina veterinária / Silvia Gonzalez Monteiro. – 2. ed. – Rio de Janeiro: Roca, 2017.<br><br><br><a href="http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v7n4/06.pdf">http://www.scielo.br/pdf/rsbmt/v7n4/06.pdf</a><br><br><a href="https://www.todamateria.com.br/parasitismo/">https://www.todamateria.com.br/parasitismo/</a><br><br><a href="http://www.parasitologia.org.br/estudos_glossario_P.php">http://www.parasitologia.org.br/estudos_glossario_P.php</a></div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.ufrgs.br/parasito/Aulas%20Parasito/Medicina/intropar01.pdf" />
         <pubDate>2019-09-23 01:01:13 UTC</pubDate>
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         <title>Conceitos:</title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/387904061</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>HOSPEDEIRO:</em></strong></div><div> É um organismo que abriga outro em seu interior ou o carrega sobre si, seja este um parasita, um comensal ou um mutualista. A palavra deriva do latím <em>hospitator</em>, significando visita, hóspede.<br><br><strong><em>Mutualismo:</em></strong><br>É um relacionamento em que ambos os seres se beneficiam. Por exemplo, as bactérias que vivem no sistema digestório do gado ajudam as vacas e os bois a digerir o capim que eles ingerem. Em troca, as bactérias recebem abrigo e alimento.<br><br></div><div><strong><em>Comensalismo:</em></strong><br> É um relacionamento no qual um dos organismos se beneficia, mas o outro não obtém vantagens nem prejuízos. <br>Exemplo: Peixes como a rêmora e o tubarão têm uma relação comensalista. As rêmoras prendem-se à pele do tubarão e alimentam-se com os restos do que ele come, sem o afetar.<br><br></div><div><em><br></em><strong><em>Permanência</em></strong><strong> </strong><strong><em>no</em></strong><strong> </strong><strong><em>hospedeiro</em></strong><em><br></em><br></div><div><strong>Temporário</strong></div><div>Uma ou mais formas evolutivas do parasito procuram o hospedeiro somente para se alimentar. Por exemplo, pulgas e mosquitos.</div><div><strong><br>Permanente</strong></div><div>Em todas as suas fases de vida, alimentam-se e reproduzem-se no hospedeiro. Dependem do hospedeiro para sobreviver. Por exemplo, sarnas e piolhos</div><div><strong><br>Periódico<br></strong>Apenas em uma fase de sua vida alimentam-se no hospedeiro. Por exemplo, carrapato, larva de <em>Dermatobia hominis</em>, larva de <em>Cochliomyia hominivorax</em>.<br><br><em><br></em><strong><em>Tipo de hospedeiro</em></strong><em><br></em><br></div><div><strong>Definitivo (HD)<br></strong>É aquele em que o parasito é encontrado na sua forma adulta, em que ele alcança sua maturidade sexual. No caso de protozoários, eles se encontram na fase sexuada. Por exemplo, no ciclo da <em>Taenia saginata</em>, o ser humano é o HD, pois tem o parasito adulto no seu intestino delgado. Para isso acontecer, o indivíduo ingeriu a forma larval da <em>Taenia</em> que estava na carne de bovino malcozida, ou seja, o ruminante é o hospedeiro intermediário (HI). No ciclo de vida do <em>Toxoplasma</em>, um protozoário que apresenta mais de um hospedeiro, o HD é o felino, pois é nele que ocorre a reprodução sexuada; já os animais domésticos e o ser humano vão ser os HI, pois, nestes, só ocorre a reprodução assexuada.</div><div><strong><br>Intermediário (HI)<br></strong>É aquele no qual se encontra a forma imatura do parasito. No caso dos protozoários, é no HI que se dá a fase assexuada. O parasito não consegue alcançar sua maturidade sexual nesse hospedeiro. Por exemplo, no ser humano (HI) ocorre apenas a reprodução assexuada do protozoário <em>Plasmodium</em>; porém, quando o mosquito <em>Anopheles</em> suga sangue infectado que contém hemácias parasitadas por formas femininas e masculinas do flagelado, ocorre a gametogonia (reprodução sexuada) no inseto (HD).</div><div><strong><br>Paratênico ou de transporte<br></strong>É o ser vivo que serve de refúgio temporário para o parasito e atua como hospedeiro de transporte. É aquele que alberga o parasito. Entra no ciclo por acidente. Por exemplo, os ratos no ciclo de <em>Toxocara canis</em> ingerem ovos no ambiente e albergam as larvas do verme nos seus tecidos. Se o rato for ingerido por um cão (HD do <em>T. canis</em>), o parasito se desenvolve até a forma adulta no intestino delgado do canino.</div><div>Não são essenciais para a continuação do ciclo, mas facilitam a transmissão do parasito para seus hospedeiros.</div><div> <br><em><br></em><strong><em>Quantidade de hospedeiros</em></strong><em><br></em><br></div><div><strong>Monoxeno ou direto</strong></div><div>Necessita somente de um hospedeiro. Infesta ou infecta diretamente seu HD, sem necessitar de HI. Por exemplo, <em>Haemonchus</em><strong><em>.</em></strong></div><div><strong><br>Heteroxeno ou indireto</strong></div><div>Quando existem dois ou mais hospedeiros. Por exemplo, ciclo de <em>Fasciola</em> (o parasito passa uma parte do ciclo no interior de um molusco e a outra em um vertebrado). </div><div>Podem ser classificados, conforme o número de hospedeiros, em <strong>dioxeno</strong> (ciclo com dois hospedeiros),<strong> trioxeno</strong> (o ciclo é concluído com três hospedeiros), e assim por diante. Não necessariamente os hospedeiros são dois ou três diferentes.</div><div> Por exemplo: um ciclo de parasito dioxeno pode ocorrer todo em apenas um hospedeiro, ou seja, em cada fase de vida do parasito ele se alimenta no mesmo hospedeiro – deixa-o para fazer uma troca de pele no ambiente e depois retorna para se alimentar no hospedeiro do qual tinha se alimentado ou em outro animal presente no local.</div><div><br><br><strong>Bibliografia:</strong><br><br>Taylor, M.A.; Coop, R.L. &amp; Wall, R.L. (2010). Parasitologia veterinária.Tradução da 3ª edição (2007). Editora Guanabara Koogan.<br><br><br></div><div><a href="http://www.tecsa.com.br/assets/pdfs/Ectoparasitas%20em%20Pequenos%20Animais%20Controle%20e%20Diagnostico.pdf">http://www.tecsa.com.br/assets/pdfs/Ectoparasitas%20em%20Pequenos%20Animais%20Controle%20e%20Diagnostico.pdf<br></a><br></div><div><a href="https://pt.wikiversity.org/wiki/Ecologia/Parasitismo,_simbiose_e_mutualismo">https://pt.wikiversity.org/wiki/Ecologia/Parasitismo,_simbiose_e_mutualismo</a><br><br></div><div> file:///D:/ARQUIVOS/Downloads/22399-97679-3-PB.pdf<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://escola.britannica.com.br/artigo/simbiose/482620" />
         <pubDate>2019-09-23 01:28:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Regras de Toxonomia</title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/389699878</link>
         <description><![CDATA[<div>Sistemática ou Taxonomia: <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-25 19:14:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Regras de Nomenclatura</title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/389705888</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Os nomes devem ser escritos em latim de origem ou então latinizados.</li><li>Todo nome científico deve estar <strong>destacado </strong>no texto. Pode ser escrito em <em>itálico, </em>se for impresso, ou sublinhado, se for em trabalhos manuscritos.</li><li>Cada organismo deve ser reconhecido por uma designação binomial, sendo o primeiro termo para designar o seu <strong>gênero </strong>e o segundo, a sua <strong>espécie. </strong>Considera-se um erro grave usar o nome da espécie isoladamente, sem ser antecedido pelo gênero. </li></ul><div><br></div><ul><li>O nome relativo ao gênero deve ser o substantivo simples ou composto, escrito com inicial maiúsculo. </li></ul><div><br></div><ul><li>O nome relativo à espécie deve ser um adjetivo escrito com inicial minúscula, salvo raríssima exceções: Nos casos de denominação específica em homenagem a pessoa célebre. </li></ul><div><br></div><ul><li>Em trabalho científico, após o nome do organismo é colocado o nome do autor que primeiro descreveu e denominou sem qualquer pontuação intermediária seguindo-se depois uma vírgula e data da primeira publicação. Ex: Cachorro: <em>Canis familiaris </em>lineu ou L.,1758.</li></ul><div><br></div><ul><li>A designação para espécies é binomial, mas para subespécies é trinomial. Ex. <em>Mycobacterium tuberculosis bovis.</em></li></ul><div><br></div><ul><li>A família é denominada pela adição do sufixo <em>idae </em>ao radical correspondente ao nome do gênero-tipo (gênero mais característico da família). Para subfamília o radical adotado é <em>inae. Ex. gato - </em>gênero: <em>Felis; </em>família: Felidae; subfamília: Felinae.</li></ul><div><br></div><ul><li>Lei da prioridade: se diversos autores denominar-me um mesmo organismo diferentemente, prevalece sempre aquela mais antiga, ou seja, a primeira denominação. </li></ul><div><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-25 19:25:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Artrópode  (Carrapato)</title>
         <author>thaise_thata</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/389798985</link>
         <description><![CDATA[<div>17/11/2019<br><br>Reino: Animalia<br>Filo: Arthropoda<br>Classe: Arachnida<br>Subclasse: Acarina<br>Ordem: Ixodida<br>Família: Ixodidae<br><br>Carrapato é o nome popular do artrópode da subclasse Acarina (ácaros), pertecem a duas famílias principais : <strong>Ixodidae </strong>e <strong>Argasidae. </strong>A mais importante é a Ixodidae, conhecidos como carrapatos duros.<br><br>Principais características:&nbsp;</div><ul><li>Corpo segmentado em 2 partes, são elas: cefalotórax e abdômen.&nbsp;</li><li>Possuem 8 patas, não possuem antenas ou asas. Os 4 pares de apêndices locomotores estão localizados no cefalotórax.&nbsp;</li><li>São relativamente grandes entre 2 e 20 mm de comprimento, e tem corpo achatado dorsoventralmente.</li><li>As coxas dos palpos são grandes e fusionadas, sendo conhecidas como <strong>base do capítulo,</strong> formato varia entre gêneros.&nbsp;</li><li>Sua parede ventromedial se estende anteriormente para formar o <strong>hipóstoma</strong>, armado com fileiras de dentículos direcionados para trás, e é usado para ancorar o aparelho bucal quando o carrapato se alimenta.&nbsp;</li><li>A estrutura do hipóstoma e as queliceras permitem o fluxo de saliva para fora e o fluxo de sangue do hospedeiro para dentro.&nbsp;</li><li>&nbsp;Os machos possuem um escudo dorsal quitinoso, enquanto nas fêmeas esse escudo cobre apenas a região anterior do corpo, permitindo a dilatação do abdômen após a alimentação, devido a esta diferença fica evidente a dimorfia sexual.&nbsp;</li><li>Carrapatos adultos e ninfas apresentam um par de aberturas respiratórias, os <strong>estigmas, </strong>que levam as traqueias. Os estigmas são grandes e posicionados posteriormente as coxas do quarto par de pernas.</li><li>Nos adultos, a abertura genital, o <strong>genótipo, </strong>está situado centralmente, atrás do gnatossoma, circundado pelo <strong>avental genital.</strong></li><li>São ectoparasitas temporários, a maioria passa períodos relativamente curtos no hospedeiro, hematófagos acometem vertebrados, em especial mamíferos e aves.</li><li>Há apenas um estágio de larva hexápode, um único estágio de ninfa octópode que leva ao estágio adulto reprodutor com 8 pernas.&nbsp;</li><li>São relativamente grandes e vivem por bastante tempo, alimentando-se periodicamente de grandes repastos sanguíneos, com frequência e intervalos longos entre refeições. Cada fêmea pode produzir vários milhares de ovos.&nbsp;</li><li>A picada de carrapatos pode causar lesão direta nos animais em decorrência da irritação, inflamação e hipersensibilidade, e, quando presentes em grande número, podem também ocasionar anemia e diminuição na produção.&nbsp;</li></ul><div><br></div><div><br></div><div><strong>Bibliografia</strong>:<br>Taylor, M.A.; Coop, R.L. &amp; Wall, R.L. (2010). Parasitologia veterinária.Tradução da 3ª edição (2007). Editora Guanabara Koogan.<br><br></div><div>Na foto, carrapato fêmea e macho.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-26 00:51:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Musca Doméstica (Mosca)</title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/400074498</link>
         <description><![CDATA[<div>20/10/2019<br><br>Reino: Animalia<br>Filo: Arthropoda<br>Classe: Insecta<br>Ordem: Díptera <br>Família: Muscidae <br>Gênero: Musca <br>Espécie: <em>M.doméstica <br></em>Local de Predileção: Pele<br><br>Popularmente conhecida como Mosca Doméstica ou Mosca de casa.<br><br></div><ul><li>É um dos insetos mais comuns é habitual.</li><li>Pode pousar em comidas, contaminando com bactérias responsáveis por numerosas doenças.</li><li>Apresenta coloração cinzenta no tórax com 4 linhas longitudinais no dorso. Parte inferior do abdômen amarelada, corpo coberto por pêlos relativamente longos, olhos de cor avermelhada.</li><li>Fêmeas são um pouco maiores do que os machos e apresentam espaçamento maior entre os olhos. </li><li>Apresentam 2 asas funcionais com outro par convertido em balanceiros (ou halteres) que estabilizam o vôo. </li><li>Cada fêmea pode por cerca de 8.000 ovos brancos, com cerca de 1,2mm de comprimento. 24 horas após postura, ocorre eclosão das larvas, que se alimentam de restos orgânicos ricos em nutrientes. Apresentam coloração pálida, 3 a 9 mm de comprimento, fusiformes, com boca terminal e sem patas. Quando alimentação suficiente, transformam-se em Pupas com cerca de 8mm comprimento e coloração vermelha a castanho. Ao concluir a metamorfose, adulto rompe um dos extremos da pupa, emerge e voa em busca de acasalamento para concluir seu ciclo vital. </li><li>Adultos podem viver em média 15 dias em estado selvagem.</li><li>Via de contaminação: por contato das patas ou por aparelho bucal, através dos fluidos gástricos e restos de alimentos anteriormente ingeridos que regurgitam antes de se alimentarem.</li><li>Algumas doenças susceptíveis de transporte vectorial por <em>M. doméstica: </em>febres tifóides, cólera, salmoneloses, disenteria por bacilos, tuberculose, carbúnculo e vermes parasitas. Excepcionalmente miíase.</li></ul><div><strong>Bibliografia</strong>: pt.wikipedia.org/wiki/Musca_domestica<br>www.fiocruz.br&gt;biossegurança&gt;moscas<br> </div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-21 00:36:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Haematobia irritans (Mosca dos Chifres) </title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/401799318</link>
         <description><![CDATA[<div>23/10/2019<br><br>Reino: Animalia<br>Filo: Arthropoda<br>Classe: Insecta<br>Ordem: Díptera <br>Subordem: Brachycera<br>Família: Muscidae<br>Gênero: Haematobia<em> </em><br>Espécie: <em>H. irritans</em><br>Local de Predileção: Base dos chifres, dorso, espáduas e abdome.<br><br>Também conhecida como Mosca-dos-chifres.<br><br></div><ul><li>As moscas adultas medem 3 a 4 mm de comprimento e são as menores espécies de muscídeas hematófagas.</li><li>Em geral, são acinzentadas e, com frequência, possuem listras escuras no tórax. A probóscida se mantém para a frente e os palpos são robustos e tão longos quanto a probóscida.</li><li>Os ovos medem 1 a 1,5 mm de comprimento.</li><li>As larvas, cilíndricas, são amarelo-claras e em geral medem 7 mm de comprimento e possuem 2 longos espirálucos posteriores em formato de D. </li><li>A pupária é vermelho-amarronzada opaca, com 3 a 4 mm de comprimento.</li></ul><div><br><strong>Hospedeiros</strong>: Principalmente bovinos. Também, ocasionalmente atacam equinos, ovinos e cães.<br><br><strong>Patogênese:</strong> As moscas adultas se alimentam se sangue do hospedeiro; provocam lesão e irritação devido as constantes perfurações da pele.<br>A perda de sangue ocasionada por moscas do chifre pode ser considerável. Além disso, durante a alimentação estas moscas retiram e reintroduzem suas peças bucais muitas vezes, ocasionando irritação considerável ao hospedeiro.<br><br><strong>Epidemiologia: </strong>Tempo úmido e quente, com temperatura de 23°C a 27°C e umidade relativa a 65 a 90%, é ideal para a atividade da mosca do chifre. As moscas podem ser mais abundantes em bovinos de pelagem escura,  em bicolores as moscas em maior numero nas partes escuras.<br><br><br><strong>Bibliografia</strong>:</div><div>Taylor, M.A.; Coop, R.L. &amp; Wall, R.L. (2010). Parasitologia veterinária.Tradução da 3ª edição (2007). Editora Guanabara Koogan.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-24 01:17:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hematobia irritans</title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/401814994</link>
         <description><![CDATA[<div>Mosca dos chifres </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-24 02:16:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tabanidae  (Mutuca)</title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/409531701</link>
         <description><![CDATA[<div>17/11/2019<br><br>Popularmente, as moscas desta família são conhecidas pelos nomes de mosca-de-cavalos, mosca dos cervos ou mutuca. <br><br><strong>Reino: </strong>Animalia <br><strong>Filo: </strong>Arthropoda<br><strong>Classe: </strong>Insecta <br><strong>Ordem: </strong>Díptera<br><strong>Subordem: </strong>Brachycera<br><strong>Família: </strong>Tabanidae<br><br><strong>Características: </strong>Essas moscas são grandes e possuem antenas grossas que, em geral, consistem em apenas três segmentos, sendo que o último, com frequência, apresenta anéis. Os palpos maxilares, em geral, são posicionados rostralmente e as asas apresentam veias cruzadas. As fêmeas usam seu aparelho bucal picador-sugador para perfurarem a pele do hospedeiro e se alimentam do <em>pool </em>de sangue que se acumula na região, apenas fêmeas são hematófagas.<br>Os ovos são postos na vegetação sobre lama ou água rasa, e eclodem em grandes larvas carnívoras com cabeça pouco definida, porém retrátil. Larvas e pupas são móveis e aquáticas e, com frequência, são encontradas na lama. <br>Machos não possuem mandíbulas, se nutrem de seiva, néctar e fezes. <br><br></div><ul><li><strong>Moscas quando adultas</strong>: possuem tamanho médio a grande, até 25 mm de comprimento e envergadura de até 65 mm. <br>A cabeça é grande e a probóscide, proeminente. Em geral, coloração escura, mas podem apresentar listras ou manchas coloridas no abdome ou tórax e, mesmo os grandes olhos, que são dicópticos nas fêmeas e holópticos nos machos, podem ser coloridos. <br>A coloração das asas e antenas curtas, robustas e com três segmentos e que não possuem arista, são úteis na diferenciação dos 3 principais gêneros dos Tabanidae. <br>O aparelho bucal, que é adaptado para picar/sugar, é curto e forte e sempre aponta para baixo. <br>Lábio robusto mais proeminente, e é encaixado dorsalmente para incorporar as demais partes do aparelho bucal = fascículo picador. </li></ul><div><br></div><ul><li> A dor infligida por sua picada ocasiona alimentação interrompida e, como consequência, as moscas podem se alimentar de uma sucessão de hospedeiros e, dessa forma, atuarem como importantes vetores mecânicos de patógenos como os tripanossomas. </li></ul><div><br></div><div><strong>Bibliografia:</strong><br>Taylor, M.A.; Coop, R.L. &amp; Wall, R.L. (2010). Parasitologia veterinária.Tradução da 3ª edição (2007). Editora Guanabara Koogan.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-11 16:07:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Dermatobia Hominis (Berne)</title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/412380147</link>
         <description><![CDATA[<div>17/11/2019<br><br>Ordem: Díptera <br>Classe: Insecta<br>Família: Cutebridae <br>Gênero: <em>Dermatobia </em><br>Espécie: <em>Dermatobia Hominis<br><br></em><strong>A larva desta espécie é chamada Berne. <br><br>Características Morfológicas:  </strong></div><ul><li>Adulto com comprimento de 12 mm </li><li>Adultos com cabeça e tórax castanhos e abdome azul metálico </li><li>A larva tem espinhos e ganchos somente na parte mais larga do corpo e estigmas respiratórios na parte mais estreita</li><li>Pupas com espiráculos respiratórios proeminentes em forma de dois tufos amarelados.</li><li>Arista pectinada superiormente </li><li>Pernas amarelas<br><br><strong>Hospedeiros: </strong>Mamíferos, dentre os quais os mais importantes são os bovinos e os cães.<br><br><strong>Observação: </strong>Animais de pelo escuro são mais afetados que os de pelo claro, mas a preferência é do vetor, e não da <em>Dermatobia, </em> por causa da reflexão da onda luminosa (o preto atrai mais os insetos). <br><br><strong>Ciclo Biológico: </strong><br>Moscas adultas vivem ambiente Silvestre (florestas, matas, fazendas ou beira de rio), são 2 a 3 vezes maiores que a mosca doméstica, tem reprodução constante, tem poucos dias de vida, apresentam aparelho bucal funcional. <br>Não vão aos animais, mas depositam uma massa de ovos no abdome de vetores foréticos (mosquitos e moscas), estes levam os ovos operculados até os animais. <br>A fêmea pode fazer pústulas parceladas, em um total de 800 ovos.<br>Quando ovo entra em contato com a pele do hospedeiro, o opérculo se abre e a larva projeta uma parte de seu corpo de dentro do ovo. Se não consegue alcançar o hospedeiro, volta para dentro do ovo e o opérculo se fecha. Em torno de 7 dias, as larvas eclodem e penetram na pele íntegra. <br>As larvas tem espinhos somente em metade do corpo, para fixação na pele, e ficam posicionadas quase horizontalmente no tecido subcutâneo, com seus estigmas respiratórios localizados em um orifício de comunicação com o exterior. <br>Sua maior atividade é noturna. Em média, após 40 dias, as larvas caem no chão, transformam-se em pupas, que não se alimentam, e após, 34 a 78 dias, viram adultos.<br>As moscas alcançam maturidade sexual cerca de 1,5 a 4 h após a emergência.<br>Se a fêmea for fertilizada logo após a emergência, começa a oviposição dentro de 1 semana, se for fertilizada pela primeira vez após 15• dia de vida, a oviposição ocorrerá após 48h.</li></ul><div><strong>Bibliografia:<br></strong>Monteiro, Silvia Gonzalez. Parasitologia na medicina veterinária. - 2• edição - Rio de Janeiro: Roca, 2017. <br><br>Foto da larva = Berne <em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-17 16:52:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Siphonaptera (Pulgas) </title>
         <author>fefegomes83</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/412390532</link>
         <description><![CDATA[<div>17/11/19<br><br>Filo: Arthropoda <br>Ordem: Siphonaptera <br>Reino: Animalia<br>Subfilo: Hexapoda <br>Classe: Insecta <br><br>Nome popular: Pulga <br><br><strong>Principais características: </strong></div><ul><li>Não tem asas </li><li>Achatadas lateralmente, o que facilita o andar pelos animais </li><li>Corpo revestido de espessa quitina escorregadia e cerdas voltadas para trás, que auxiliam a pulga a deslizar entre as penas e pelos dos hospedeiros e a impossibilitam de andar para trás </li><li>Pernas longas, principalmente as posteriores, adaptadas para o salto </li><li>Antena com 3 segmentos (escapo, pedicelo e clava) e sulco antenal que divide a cabeça em fonte (parte anterior) e occipício (atrás do antenal)</li><li>O aparelho bucal das larvas é mastigador e, nos adultos, é picador-sugador (hematófago) </li><li>Abdome formado por dez segmentos (urômeros) imbricados. Os segmentos 2 a 7 apresentam estigma de cada lado.</li><li>O nono metâmero apresenta, em ambos sexos, uma placa sensorial sensilium, que auxilia na cópula e é um órgão sensorial que funciona detectando vibrações e mudanças de temperatura para encontrar o hospedeiro.</li><li>Tem três segmentos torácicos (pronoto, mesonoto e metanoto). </li><li>Podem apresentar ctenidios (dentes quitinosos), que são cerdas espiniformes, dispostas como dentes de um pente, cuja localização, número, tamanho, forma e disposição são importantes na taxonomia.</li><li>Os machos são menores q tem a parte posterior do abdome elevada, enquanto fêmeas, tem a parte posterior do abdome arredondada. Na cópula, a fêmea sobe no macho e o ato pode durar várias horas.</li><li>São holometábolos (metamorfose completa), com as seguintes fases: ovo - larva (2 a 3 instares) - pupa - adulto.</li><li>São ectoparasitos obrigatórios periódicos. Somente os adultos permanecem transitoriamente no corpo do hospedeiro para a sucção do sangue, deixando-o após o repasto.</li></ul><div><br></div><div><strong>Bibliografia:<br></strong>Monteiro, Silvia Gonzalez. Parasitologia na medicina veterinária. - 2• edição - Rio de Janeiro: Roca, 2017. <em><br></em><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-17 17:43:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Phthiraptera (Piolhos)        </title>
         <author>thaise_thata</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/413796300</link>
         <description><![CDATA[<div> 20/11/2019<br><br>Filo: Arthropoda<br>Ordem: Phthiraptera<br>Classe: Insecta<br><br><strong>Características: </strong>São parasitos de aves e mamíferos.<br><br><strong>Classificam-se em:</strong>  <br>Piolhos mastigadores (também chamados de malófagos) ou sugadores(hematófagos).<br>A maneira mais fácil de diferenciá-los é observar o tamanho da cabeça em relação ao tórax. Os piolhos mastigadores têm a cabeça mais larga do que o tórax e os sugadores, a cabeça mais estreita do que o tórax.<br>Seus ovos são chamados de lêndeas e são  presos por uma substância  cimentante aos pelos, aos cabelos ou às  penas.<br><br><strong>Piolhos mastigadores (malófagos)</strong> <br><br><strong>Principais características: <br></strong>• Apresentam muitas cerdas pelo corpo<br>• Ausência de asas <br>• Passam toda a vida no hospedeiro, agarrados aos pelos ou às penas <br>• Metamorfose incompleta (hemimetábolos) <br>• Maior infestação de piolhos no inverno pela aglomeração de indivíduos (por causa da temperatura) <br>• A fêmea produz uma substância cimentante nas suas glândulas coletéricas que possibilita que os ovos fiquem colados aos pelos ou penas <br>• Ciclo biológico: ovo – ninfa 1 – ninfa 2 – ninfa 3 – adulto.  <br> <br><strong>Ciclo biológico geral: </strong><br>Após 1 semana da postura, os ovos dão origem às ninfas, que são parecidas com os adultos, porém menores, pouco quitinizadas, com segmentos abdominais e torácicos não tão visíveis e sem edeago (órgão copulador) ou gonopódios. O desenvolvimento de todo o ciclo se dá em torno de 20 dias. Os piolhos mastigadores se alimentam de bárbulas de penas e de células de descamação da pele. Algumas espécies ingerem sangue que aflora à superfície da pele. A disseminação é feita por meio de contato direto; fora do hospedeiro morrem em 3 a 7 dias. Sobre o hospedeiro podem viver de 20 a 40 dias. Especificidade São muito específicos; um mesmo hospedeiro pode ser parasitado por várias espécies de malófagos, mas dificilmente uma espécie adapta-se a outro hospedeiro que não o seu. <br>Menacanthus stramineus (piolho de aves) irrita a pele, provocando descamação epitelial e afloramento de sangue, do qual se alimenta. Criações de aves em galpões cobertos e sombreados diminuem as infestações por piolhos mastigadores, já que os ovos dependem de luz solar para a eclosão das ninfas. Os piolhos mastigadores de animais não causam lesões em humanos.  <br><br>Gênero Struthiolipeurus (pronúncia: Istrutiolipeurus) <br>Espécies • Struthiolipeurus rheae <br>• S. struthionis <br>• S. nandu. <em>Lipeurus caponis</em>, piolho cinza alongado de galinhas. <br>Características morfológicas: <br>• Tamanho dos adultos de 0,3 a 0,4 cm <br>• Cabeça grande com corpo estreito e alongado.<br>Macho com dimorfismo sexual nas antenas.   <br><br><strong>Bibliografia:<br></strong>Monteiro, Silvia Gonzalez. Parasitologia na medicina veterinária. - 2• edição - Rio de Janeiro: Roca, 2017. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-20 03:19:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Culex (mosquito)</title>
         <author>vivi_nardin99</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/414417370</link>
         <description><![CDATA[<div>24/11/2019<br><br>Fêmea<br><br>Reino: animalia<br>Filo: arthropoda<br>Classe: Insecta<br>Ordem: diptera<br>Subordem: nematocera<br>Família: culicidae<br>Gênero: culex<br><br><strong>Principais características</strong>:<br>•Mosquitos de coloração marrom<br>•Fêmeas com palpos curtos e antenas com poucas cerdas<br>•Machos com palpos longos e antenas com muitas cerdas <br>•Doméstico de hábito noturno<br>•As fêmeas depositam seus ovos em água estagnada pura ou impura nas imediações dos domicílios<br>•Os ovos, postos verticalmente, são aglutinados, formando uma jangada<br>•As fêmeas são antropofílicas<br>•É encontrado principalmente nos dormitórios, sobre o teto, móveis e roupas<br>•Após a desova, a fêmea morre ou sobrevive por poucos dias<br>•As larvas apresentam sifão respiratório com vários tufos de cerdas . Quando em repouso, costumam assumir posição oblíqua em relação à superfície da água, distinguindo-se, assim, facilmente das larvas de A. aegypti, as quais são encontradas, muitas vezes, nos mesmos criadouros<br>•O ciclo dura, em média, 10 a 11 dias.<br><br>Esses pernilongos apresentam comprimento variável, de 2 a 10 mm; têm corpo delgado, olhos proeminentes e pernas longas. As longas asas estreitas são mantidas cruzadas horizontalmente sobre o abdome, quando em repouso, e contêm escamas que se projetam como uma franja, na borda posterior. As peças bucais consistem em uma probóscida longa evidente que se projeta para a frente, adaptada para perfuração e sucção. Elementos individuais compreendem um longo lábio carnudo em forma de U contendo um par de maxilas, mandíbula e hipofaringe, que possui um ducto salivar que libera anticoagulante nos tecidos do hospedeiro. O labro constitui o teto da probóscida. Todos os elementos, com exceção do lábio, penetram a pele durante a alimentação da fêmea, formando um tubo através do qual o sangue é sugado. Nos machos, não parasitas, as maxilas e as mandíbulas são pequenas ou ausentes. O comprimento e a morfologia dos palpos maxilares das diferentes espécies são variáveis. Ambos os sexos apresentam longas antenas segmentadas filamentosas, pilosas nas fêmeas e plumosas nos machos.<br><br><br><strong>Bibliografia</strong> <br>Taylor, M.A.; Coop, R.L. &amp; Wall, R.L. (2010). Parasitologia veterinária.Tradução da 3ª edição (2007). Editora Guanabara Koogan.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-21 01:37:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>laryreeeis</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/416432842</link>
         <description><![CDATA[<div>Dermanyssus Gallinae (ácaro)<br>              25/11/2019<br><br> <strong>Reino: </strong>animalia<br><strong>Filo: </strong>arthropoda<br><strong>Classe: </strong>arachinida<br><strong>Subclasse: </strong>sacarina<br><strong>Ordem: </strong>mesostigmata<br><strong>Família: </strong>Dermonyssidae<br><strong>Gênero: </strong>Dermanyssus<br><br><strong>°características gerais: </strong><br>Possuem escudo dorsal redondo.<br>Possuem um par de estigmas respiratórios ao nível da coxa 2 e 3, abrindo-se em peritremas alongados.<br>Podem provocar anemias nos hospedeiros pois são hematofagos.<br>Queliceras que terminam em quelas (bifurcação).<br>Todas as patas possuem carunculas.<br>Escudos truncados posteriormente.<br>São vulgarmente chamados de piolho de galinha ou ácaro vermelho das aves.<br>Passam a maior parte do tempo fora do hospedeiro. Quando neste preferem a região próxima a cloaca.<br>Possuem baixa especificidade, podendo parasitas galinhas ou outras aves, até mesmo humanos. Seu ciclo é rápido com cerca de 45 dias. <br> <strong>°Ciclo geral: </strong>A fêmea desta espécie inicia a postura de 12 a 24 horas após se alimentar de sangue no hospedeiro. Os ovos são depositados em fendas no galinheiro, acúmulo de sujeira como fezes, penas, poeira e até mesmo em ninhos das galinhas. As fêmeas são capazes de realizar várias posturas sucessivas, sendo cada uma precedida de uma alimentação de sangue.<br>Após as primeiras 48 a 72 horas ocorre a eclosão das larvas que não se alimentam e em cerca de 24 a 48 horas passam a protoninfas, decorrido mais 24 a 48 horas passam a deutoninfas, estas já buscando alimento, Em mais um período de 24 a 48 horas chegam a fase adulta. O ciclo completo pode ocorrer em 7 dias.<br> <br>° durante o dia são encontrados nos ninhos e frestas dos galinheiros e durante a noite no hospedeiro já que o hábito de alimentação é noturno.<br>° A fêmea adulta pode medir de 0,4 a 0,7 mm e quando ingurgitada pode atingir 1 mm ou mais de comprimento.<br>°Adultos podem sobreviver de 4 a 5 meses no ambiente sem alimentação.<br><br><br><br><br>Bibliografia: Parasitologia Veterinária -UFMS<br>   Monteito, Sílvia Gonzalez. Livro didático <br>2° edição-2017<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-25 23:29:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>EXCELENTE TRABALHO!!!</title>
         <author>caetanoteixeira</author>
         <link>https://padlet.com/fefegomes83/9rsy5hw9enof/wish/421584711</link>
         <description><![CDATA[<div>Parabéns meninas!!! <br>nota 3/3</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-09 13:55:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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