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      <title>Mulheres Portuguesas Inspiradoras  by Anabela da Silva Mota</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-05-16 22:54:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sophia de Mello Breyner </title>
         <author>inesmoreira14483</author>
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         <description><![CDATA[<p>Sophia Melo Breyner Andresen foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Nasceu no dia 6 de novembro de 1919 e faleceu em 2 de julho de 2004 aos 84 anos. Foi a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa, o Prémio Camões, em 1999. O seu corpo está no Panteão Nacional desde 2014 e tem uma biblioteca com o seu nome em Loulé.&nbsp;</p><p><br></p><p>Há mulheres que trazem o mar nos olhos: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=aItitJ9JcLc">https://www.youtube.com/watch?v=aItitJ9JcLc</a> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:46:07 UTC</pubDate>
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         <title>Virginia Moura</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Virgínia de Faria Moura nasceu em S. Martinho do Conde, Guimarães, a 19 de julho de 1915 e morreu no Porto em 19 de abril de 1998, com 82 anos de idade. Era filha de mãe solteira, uma professora primária que enfrentou situações de injustiça, incluindo da família, pelo facto de ter sido mãe sem ser casada. A solidariedade da população e em especial das mulheres para com sua mãe e as dificuldades económicas por que passou, terão contribuído para modelar grandemente a sua personalidade.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/M-3_QYX8Z-g?si=qyGItlLsTftEUQiT">https://youtu.be/M-3_QYX8Z-g?si=qyGItlLsTftEUQiT</a></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:46:14 UTC</pubDate>
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         <title>Rainha Santa Isabel </title>
         <author>leticiarocha15097</author>
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         <description><![CDATA[<p>Foi Rainha de Portugal pelo seu casamento com D. Dinis, tendo ficado conhecida por Rainha Santa Isabel.</p><p>Desde nova mostrou tendência para a meditação e solidão, rezas e jejuns. Entre os seus pretendentes contavam-se Eduardo l de Inglaterra, Roberto de Anjou e D. Dinis de Portugal. Ficou conhecida como rainha da paz, devido a um “milagre” que a mesma realizou. Dedicava se a ajudar os pobres, tal como referido no vídeo abaixo.</p><p><br/></p><p>Vídeo mais detalhado sobre a Rainha:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/dSKxVkCReUU?si=VtdhW7r2_-4CJz2p">https://youtu.be/dSKxVkCReUU?si=VtdhW7r2_-4CJz2p</a></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:46:23 UTC</pubDate>
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         <title>Catarina Eufémia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Catarina Efigénia Sabino Eufémia nasceu a 13/02/1928 em Baleizão Beja, e faleceu a 19/05/1954. Foi uma trabalhadora agrícola portuguesa que, na sequência de uma greve de assalariadas rurais, foi assassinada com três tiros quase à queima-roupa, pelas costas, pelo tenente João Tomaz Carrajola da Guarda Nacional Republicana.</p><p><br></p><p>Por alturas do começo das ceifas do trigo, os trabalhadores da zona do Baleizão entram em luta por melhores jornas. Em maio de 1954 fazem greve, exigindo 52$, para os homens, e 32$, para as mulheres, de jorna. A necessidade de mão-de-obra, nomeadamente em casos de greves como as verificadas no Baleizão, tornava frequente o recurso, pelos proprietários, a assalariados vindos de outros pontos do Alentejo, das Beiras ou do Algarve que aceitavam fazer o mesmo trabalho por uma jorna mais baixa.</p><p><br></p><p>É assim que no dia 19 de maio de 1954, os trabalhadores de Baleizão procuram convencer os trabalhadores rurais vindos de outras paragens a recusar o trabalho e aderir também à greve.</p><p><br></p><p>Num clima de grande tensão e intimidação, um grupo de cerca de quinze mulheres dirige-se aos trabalhadores vindos de fora, mas é intercetado pelo tenente Carrajola da GNR, que depois de disparar uma rajada para o ar, aborda e agride Catarina Eufémia, que caiu ao chão com o filho que trazia ao colo. De seguida, o referido tenente disparou a sua arma atingindo mortalmente Catarina Eufémia com três tiros. Tinha 26 anos e deixava três filhos.</p><p><br></p><p>No local onde se deu o incidente, foi colocado um monumento em forma de foice, que pretendeu homenagear não só Catarina Eufémia, mas também os comunistas alentejanos que lutaram contra o regime.</p><p><br></p><p>A <strong>música</strong> 'Cantar Alentejano', interpretada por Zeca Afonso, é uma <strong>homenagem</strong> pungente à memória de <strong>Catarina Eufémia</strong>,</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/5GiyMlhMP9w?si=crdxSBqTv6KdCFGq">https://youtu.be/5GiyMlhMP9w?si=crdxSBqTv6KdCFGq</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:46:35 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Helena Vieira da Silva</title>
         <author>rafaelapinto14849</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) foi uma pintora portuguesa conhecida pelo seu trabalho abstrato. Nascida em Lisboa, mudou-se para Paris em 1928, onde se casou com o pintor Árpád Szenes. A sua arte é marcada por complexas teias de linhas e formas geométricas, explorando temas como cidades e mapas. Durante a Segunda Guerra Mundial, viveu no Brasil. Após a guerra, alcançou fama internacional e recebeu várias distinções, incluindo o Grande Prémio Nacional de Arte em França. Vieira da Silva é uma figura central no abstracionismo do século XX.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/55dTVqYC3v8?si=vOnlhi_vFyVo5j5H">https://youtu.be/55dTVqYC3v8?si=vOnlhi_vFyVo5j5H</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:46:51 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Beatriz Ângelo </title>
         <author>julianamoreira14417</author>
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         <description><![CDATA[<p>Carolina Beatriz Ângelo nasceu na Guarda em 16 de abril de 1878 numa cidade localizada na região central de Portugal e faleceu no dia 3 de outubro de 1911. A sua trajetória de vida tornou-se significativa tanto para a história da medicina quanto para o movimento feminista português.</p><p>Carolina Beatriz Ângelo foi uma médica e ativista portuguesa, notável pelo seu papel na luta pelos direitos das mulheres em Portugal. Ela é especialmente conhecida por ser a primeira mulher a votar numa eleição no país, em 1911. </p><p>Além da sua carreira médica, Carolina foi uma ativa defensora dos direitos das mulheres, envolvida em diversas associações feministas. Seu ato de votar em 1911 foi um marco significativo, conseguido ao utilizar uma falha na lei eleitoral que não especificava o género dos eleitores, mas apenas que fossem "chefes de família".</p><p>Carolina, sendo viúva e chefe de família, usou essa ambiguidade para exercer seu direito ao voto.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/f6NniZottDM?feature=shared">https://youtu.be/f6NniZottDM?feature=shared</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:46:56 UTC</pubDate>
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         <title>María Barroso </title>
         <author>edgarjuarez17343</author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria Barroso foi uma mulher de causas e uma cidadã ativa política, cultural e socialmente. Figura maior da cultura portuguesa, atriz marcante no teatro e no cinema, foi uma amante da poesia, que a dizia de uma forma única.<a rel="noopener noreferrer nofollow" class="qQh2ac Q7PwXb a-no-hover-decoration" href="https://es.wikipedia.org/wiki/Maria_Barroso"><br></a>Maria de Jesus Simões Barroso Soares nasceu a 2 de maio de 1925, em Olhão. Na sua longa vida ativa destacam-se a sua prestação enquanto atriz (participou nos filmes <em>Mudar de Vida</em>, de Paulo Rocha, 1966; <em>Benilde ou a Virgem Mãe</em>, de 1975 e <em>Amor de Perdição</em>, de 1979, ambos de Manuel de Oliveira), ativista política e social (foi a única mulher a participar na fundação do Partido Socialista, em 1973, na Alemanha, sendo a sua militante nº. 6) e professora. Foi primeira-dama de Portugal de 1986 a 1996, esposa do presidente Mário Soares. Dos últimos cargos públicos desempenhados, salientam-se a presidência da Cruz Vermelha Portuguesa e a direção da Pró-Dignitate, que ajudou a fundar.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=EP4VRYobUqw">https://www.youtube.com/watch?v=EP4VRYobUqw</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:48:18 UTC</pubDate>
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         <title>Natália Correia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Natália correia foi uma escritora e poetisa portuguesa, nascida nos Açores.</p><p>Nascimento: 13 de setembro de 1923;</p><p>Morte: 16 de março de 1993;</p><p><br></p><p>Foi deputada à Assembleia da República, interveio politicamente ao nível cultural e do património, na defesa dos direitos humanos e nos direitos das mulheres.</p><p><br></p><p>Juntamente com José Saramago, Arlindo Magalhães, Manuel da Fonseca e Urbano Tavares Rodrigues foi, em 1992, uma das fundadoras da <strong>Frente Nacional para a Defesa Cultural.</strong></p><p><br></p><p>A obra de Natália Correia estende-se por géneros variados, desde a poesia ao romance, teatro e ensaio.</p><p><br></p><p>Foi jornalista no Rádio Clube Português e colaborou no jornal Sol. Assumiu publicamente divergências com o Estado Novo e foi condenada a prisão com pena suspensa em 1966, pela «Antologia da Poesia Portuguesa Erótica e Satírica».</p><p><br></p><p>Organizou várias antologias de poesia portuguesa como “Cantares dos Trovadores Galego-Portugueses” ou “Antologia da Poesia do Período Barroco”.</p><p><br></p><p>https://youtu.be/HYbDp1iILHw?si=Qj6_YGbZYqrKZMZd</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:50:03 UTC</pubDate>
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         <title>Marquesa de Alorna</title>
         <author>sergiomartins17165</author>
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         <description><![CDATA[<p>A marquesa de Alorna é uma das raríssimas escritoras anteriores a 1900 que é regularmente mencionada pelos historiadores da Literatura Portuguesa. Chamava-se D. Leonor de Almeida Portugal Lorena e Lencastre, nasceu em Lisboa, em 31 de outubro de 1750, e foi a primogénita dos três filhos de D. João de Almeida Portugal (1726-1802) e D. Leonor de Lorena e Távora, 2.os marqueses de Alorna. Apesar de o conhecimento sobre a sua biografia ter avançado significativamente nas últimas décadas, a verdade é que há períodos da sua vida que continuam a ser mal conhecidos.</p><p>https://arquivos.rtp.pt/conteudos/biografia-vida-e-obra-da-marquesa-de-alorna/</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:53:58 UTC</pubDate>
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         <title>Florbela Espanca</title>
         <author>ricardooliveira15641</author>
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         <description><![CDATA[<p>Florbela Espanca (1894-1930) foi uma importante poetisa portuguesa, reconhecida pela sua contribuição à literatura lusófona com a  sua poesia marcada por temas de amor, sofrimento, solidão e desejo. A sua obra é caracterizada por uma profunda intensidade emocional e lirismo, refletindo as suas experiências pessoais e sentimentos.</p><p><br></p><p><strong>    Obras Publicadas:</strong></p><p><strong>  "Livro de Mágoas" (1919)</strong>: Seu primeiro livro de poesia, onde já se percebe a tônica melancólica e apaixonada que caracteriza sua obra.</p><p><strong>"Livro de Sóror Saudade" (1923)</strong>: Continuou explorando temas de saudade, dor e amor.</p><p><strong>"Charneca em Flor" (1931)</strong>: Publicado postumamente, é uma das suas obras mais conhecidas, mostrando uma maturidade poética.</p><p><strong>"Juvenília" (1930)</strong>: Reúne textos escritos na juventude, incluindo poesia e prosa.</p><p><br></p><p>Florbela Espanca deixou um legado duradouro na literatura portuguesa. O seu trabalho continua a ser estudado e apreciado pela sua profundidade emocional e beleza lírica. Ela é frequentemente considerada uma das maiores poetisas de Portugal, e a sua obra influencia escritores e poetas até hoje.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=IV1kC5ucSFg">Conheça a história da poetisa Florbela Espanca.</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:54:38 UTC</pubDate>
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         <title>Amália Rodrigues </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Amália da Piedade Rodrigues foi uma cantora, actriz e fadista portuguesa, geralmente aclamada como a voz de Portugal e uma das mais brilhantes cantoras do século XX. Nasceu a 23 de Julho de 1920 em Pena Lisboa, Portugal e veio a falecer a 6 de Outubro de 1999. É a artista portuguesa mais bem sucedida de todos os tempos e está sepultada no Panteão Nacional, entre outras ilustres figuras portuguesas.</p><p>Tornou-se conhecida mundialmente como a Rainha do Fado e, por consequência, devido ao simbolismo que este género musical tem na cultura portuguesa , foi considerada por muitos como uma das suas melhores embaixadoras no mundo. Aparecia em vários programas de televisão pelo mundo fora, onde não só cantava fados e outras músicas de tradição popular portuguesa, como ainda canções contemporâneas (iniciando o chamado fado-canção).</p><p>Marcante foi a sua contribuição para a história do Fado, foi a novidade que introduziu de cantar poemas de grandes autores portugueses consagrados, depois de musicados, de que é exemplo a lírica de Luís de Camões ou as cantigas e trovas de D. Dinis.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtube.com/channel/UC8CgXY0aUdnfMyBFnCUyUtQ?si=N0TLOoKbhXHZPZRl">https://youtube.com/channel/UC8CgXY0aUdnfMyBFnCUyUtQ?si=N0TLOoKbhXHZPZRl</a> </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 07:54:43 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Lamas</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Maria da Conceição Vassalo e Silva nasceu a 6 de Outubro de 1893 na freguesia de São Pedro, em Torres Novas, distrito de Santarém, e foi batizada nessa freguesia a 22 de outubro de 1893, como filha de Maria da Encarnação Vassalo e Silva, natural de Alcanena, e de Manuel Caetano da Silva, lojista, natural de Mação.Frequentou a escola primária do Conde Ferreira e completou os seus estudos no Colégio das Teresianas de Jesus Maria José, em Torres Novas, a pedido de sua mãe, em regime de internato,Poucos anos depois, a 10 de Março de 1911, ainda com 17 anos, celebrou o primeiro casamento civil na localidade, ao casar-se com Teófilo José Pignolet Ribeiro da Fonseca.</p><p>Alguns meses depois, nasceu a sua primeira filha, de nome Maria Emília.</p><p>Pouco tempo depois, a relação rapidamente se tornou bastante atribulada e, em 1913, apesar de se encontrar novamente grávida, decidiu deixar o seu marido e regressar a Portugal.</p><p>A 27 de fevereiro de 1920, foi finalmente decretado o divórcio, por mútuo consentimento, de Teófilo José Ribeiro da Fonseca tal permitiu-lhe, casar em segundas núpcias, a 25 de abril de 1921, em Lisboa, com o jornalista, que havia conhecido ao trabalhar no jornal <em>A Época</em>, e apoiante monárquico Alfredo da Cunha Lamas, então com 42 anos e também já divorciado de Albertina Pereira da Silva, natural de Lisboa desse casamento, nasceu uma filha, Maria Cândida, contudo, devido às diferenças ideológicas e temperamentos incompatíveis do casal, separam-se pouco depois do nascimento da sua filha, sem nunca se divorciarem, o que explica que Maria Lamas tenha ficado para sempre com o apelido Lamas.</p><p>Maria Lamas faleceu a 6 de Dezembro de 1983, com 90 anos de idade, vítima de acidente vascular cerebral, na freguesia de Alcântara, em Lisboa deixando preparada uma nota para a família: «<em>Com o coração cheio de amor eu queria apenas dizer que vos amo muito e agradecer-vos tudo quanto vos devo</em>»  Encontra-se sepultada no Cemitério de Benfica, em Lisboa.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://m.youtube.com/watch?v=FZnzgZL7eoU">https://m.youtube.com/watch?v=FZnzgZL7eoU</a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 08:09:34 UTC</pubDate>
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         <title>Maria de Lourdes Pintasilgo </title>
         <author>danielesilva17324</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Maria de Lourdes Pintasilgo</strong>&nbsp;(Abrantes, 1930 – Lisboa, 2004) é licenciada em Engenharia Químico-industrial pelo Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, em 1953. Trabalha vários anos na CUF, desempenhando funções de direcção. </p><p><br/></p><p>Nos anos 50, é Presidente da Juventude Universitária Católica Feminina (1952-1956) e Dirigente da Pax Romana – Movimento Internacional de Estudantes Católicos (1956-1958).</p><p>Procuradora à Câmara Corporativa (1969-1974), desempenha vários cargos governamentais depois do 25 de Abril (Secretária de Estado da Segurança Social do I Governo Provisório, em 1974, e Ministra dos Assuntos Sociais dos II e III Governos Provisórios, em 1974-1975).</p><p><br/></p><p>Exerce funções como Delegada Permanente de Portugal na UNESCO (1975-1981), com assento no Conselho Executivo a partir de 1976.</p><p><br/></p><p>A missão de Maria de Lourdes Pintasilgo na UNESCO é interrompida para chefiar o V Governo Constitucional (1 de Agosto de 1979 – 3 de Janeiro de 1980). A partir de 1983, é membro do Conselho da Universidade das Nações Unidas.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Em 1986, é candidata independente às eleições presidenciais, tendo obtido 7,4% de votos. Entre 1987 e 1989, é deputada independente, integrada no Grupo Socialista, no Parlamento Europeu.</p><p><br/></p><p>Maria de Lourdes Pintasilgo é uma das personalidades mais marcantes da nossa vida social, cultural e política da segunda metade do século XX. A partir de uma visão católica e humanista, bateu-se sempre pela concretização dos direitos humanos e cívicos em todo o mundo.</p><p><br/></p><p>" Não se acomodem ao mundo como é, à sociedade como a encontram, à vida como vo-la mostram. Mas restituam ao mundo da beleza das origens, à sociedade a justiça que a torna possível, à vida o ideal que a transforma e enriquece."</p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://youtu.be/4q-wayWerAo">https://youtu.be/4q-wayWerAo</a> </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-05-28 08:15:05 UTC</pubDate>
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