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      <title>12ºH - Coletânea de textos de opinião produzidos pelos alunos na disciplina de Português by Pedro Polido</title>
      <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H</link>
      <description>Temas abordados na Nova Coletânea - Argumentário, do Blogue de escrita da Escola: Liberdade de expressão: até que ponto? - O que vale mais: ver ou filmar? - Tatuagens e experiências em animais - Pena de morte: sim ou não?</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-18 17:37:19 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-04-24 10:22:42 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>Maria Viegas</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031452480</link>
         <description><![CDATA[<p>Pena de morte: sim ou não?</p><p><br/></p><p>A pena de morte é um assunto que deixa muitas pessoas divididas e onde há muita diversidade de opiniões, contudo, a minha é bem clara: a pena de morte nunca é aceitável.</p><p><br/></p><p>Tirar a vida a outras pessoas, por mais mal que esta tenha feito, não deveria acontecer, porque, apesar de tudo, todos temos direito à vida. Outra das razões para eu não concordar com a pena de morte é porque esta vai levar à morte de muitas pessoas inocentes, pois, como todos sabemos, em lado nenhum do mundo, o sistema judicial é 100% justo ou infalível.</p><p><br/></p><p>Se tomarmos os Estados Unidos da América como exemplo, sítio onde certos estados ainda praticam a pena de morte, não é preciso muita pesquisa para encontrarmos dezenas de casos em que as pessoas foram injustamente condenadas à pena de morte, umas vezes por motivos racistas, xenófobos, por subordinação de juízes, ou simples falhas na investigação.</p><p><br/></p><p>A pena de morte não é, de todo, uma boa sentença para aplicar a nenhum crime. Deveríamos, sim, pensar na pena perpétua por acumulação. Por exemplo, se alguém comete dois crimes, cada um condenável com 25 anos, a pessoa deveria ficar presa os 50 anos, mesmo que isso implique passar o resto da sua vida.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 19:51:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Maria Inês Carrapeta</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031453409</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;</p><p>Pena de morte</p><p><br/></p><p>A pena de morte é um assunto que levanta inúmeras questões e, consequentemente, diversos pontos de vista. Portugal foi um país pioneiro na abolição deste castigo.</p><p><br/></p><p>Eu não sou a favor da pena de morte, pois há inúmeros casos de pessoas que foram acusadas injustamente apenas por estarem no local errado, à hora errada. Várias pessoas inocentes morreram sem terem cometido qualquer crime. Nos Estados Unidos da América, mais de 182 pessoas foram submetidas a este castigo, embora estivessem inocentes.</p><p><br/></p><p>Matar é errado? Suponho que toda a gente responda que sim, como tal, não percebo como é que alguém pode achar a pena de morte uma punição aceitável. Claro que um indivíduo, ao matar outro, está a violar o direito à vida, mas, por outro lado, ao declararem pena de morte, não estão a ter uma atitude mais correta do que a do assassino. Como é possível acharem aceitável condenar alguém à morte, praticando o mesmo ato que o criminoso?</p><p><br/></p><p>Em suma, sou completamente contra a pena de morte por considerar este castigo um ato moralmente incorreto, desumano e irracional.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 19:53:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marco Magalhães</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031453986</link>
         <description><![CDATA[<p>A pena de morte é um assunto muito polémico no mundo, pois acaba com o maior direito do ser humano: o direito à vida.</p><p><br/></p><p>É um assunto muito polémico, pois tem as opiniões muito divididas no mundo. Muitos países têm a pena de morte como sentença para vários crimes, ao contrário de muitos outros que aboliram essa sentença, pois defendem os direitos humanos. Sou contra a pena de morte, pois, apesar dos crimes horríveis que o ser humano pode cometer e tem de pagar por isso, não estamos a dar o exemplo enquanto humanos, visto que tirar a vida a alguém é o maior pecado que se pode cometer. </p><p><br/></p><p>Não podemos decidir acabar com a vida de ninguém, apesar do mal que essa pessoa tenha feito. Não podemos combater o mal com o mal e, sim, temos de dar o exemplo do bem, pois, só assim, conseguimos manter a paz no mundo.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 19:54:45 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Moço</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031454443</link>
         <description><![CDATA[<p>A pena de morte é um tema muito discutido na atualidade e tem sempre vários pontos de vista.</p><p><br/></p><p>Em Portugal, não existe a pena de morte, apenas a prisão perpétua, mas, em alguns estados dos Estados Unidos da América, a pena de morte é aceite.</p><p><br/></p><p>Na minha opinião, a pena de morte não devia ser aceite, pois, em alguns casos, os criminosos torturam as pessoas, matam, violam, fazendo, muitas vezes, sofrer mais do que a morte. Penso que as pessoas que cometem esses crimes considerados “macabros” deveriam sofrer e serem torturadas mais ainda do que as suas vítimas, para verem o que é sofrer como os inocentes sofreram.</p><p><br/></p><p>Contudo, existem pessoas que pensam que a pena de morte é a melhor solução, uma vez que o “assunto fica arrumado”, o que também é uma opinião aceitável, visto que, muitas vezes, a família fica a sofrer e, com o criminoso morto, fica mais aliviada.</p><p>Por outro lado, há pessoas que são completamente contra o sofrimento ou a morte de alguém, mesmo que tenha cometido crimes inexplicáveis.</p><p><br/></p><p>Com isto, penso que este tema vai ser sempre bastante discutido e ter opiniões diversas. Pena de morte: sim ou não? A minha resposta é não, pois, infelizmente, devido a algumas falhas de investigação, já foram mortas pessoas inocentes com a pena de morte.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 19:55:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031454443</guid>
      </item>
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         <title>João Calheiros</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031455399</link>
         <description><![CDATA[<p>Pena de morte: sim ou não?</p><p><br/></p><p>A pena de morte é um dos assuntos mais polémicos do mundo. De facto, todas as pessoas têm o direito humano da vida, apesar de ter tirado a vida a alguém ou ter cometido algum crime grave. Alguns países à volta do mundo ainda têm a pena de morte como consequência de algum crime, como, por exemplo, a Arábia Saudita e os Estados Unidos da América. Geralmente, a pena de morte é feita pela cadeira elétrica, por comprimidos, ou, em alguns casos mais bárbaros, o enforcamento. Todos os países da Europa têm a pena de morte abolida devido aos direitos humanos universais.</p><p><br/></p><p>Eu concordo com a sentença da pena de morte em alguns casos bastante bárbaros, sem qualquer prescrição médica. Se a pessoa estava ciente do crime que fez, deveria ser condenada. Por outro lado, existe a probabilidade de alguém ser condenado à pena de morte injustamente e, consequentemente, perder a sua vida. </p><p><br/></p><p>É um assunto bastante delicado que irá ser estudado para sempre.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 19:57:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Joana Diogo</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031455974</link>
         <description><![CDATA[<p>Pena de morte: sim ou não?</p><p><br/></p><p>Todos nós temos direito à vida e ninguém tem o direito de acabar com a vida de ninguém.</p><p><br/></p><p>A pena de morte é um tema abordado ainda nos dias atuais, infelizmente, continua a seu um tabu para muitas pessoas, mas é importante falar sobre este assunto. Em alguns países, é legal a pena de morte, mas, em Portugal, não. No máximo, existe a pena de 25 anos de prisão, que é muito raro ser cumprida até ao fim.</p><p><br/></p><p>Este assunto tem os seus prós e contras, dependendo da situação. A pena de morte pode ser uma solução, mas também um problema. A morte de alguém é um assunto muito sério e a decisão não pode ser tomada de forma leviana, pois teria que ser analisado o acontecimento, o crime cometido, o motivo, as provas e as testemunhas. Teria que ser tudo analisado ao pormenor.</p><p><br/></p><p>De facto, a pena de morte seria a solução para um assassino em série, salvaguardando as pessoas inocentes. Por exemplo, está uma pessoa a andar no passeio, tranquilamente, e, de forma repentina, segundos depois, é brutalmente esfaqueada sem motivos aparentes. Seguidamente, mais um grupo de pessoas é golpeado pela mesma pessoa sem qualquer razão. Olhando para esta situação, já teríamos um assassino em massa e pessoas inocentes tinham morrido. A pena de morte, nesta situação, poderia ser ponderada.</p><p><br/></p><p>Todavia, o culpado foi preso e arrependeu-se, tornando-se, assim, uma pessoa do bem. Se a pena de morte tivesse sido usada, já não haveria chances para uma nova pessoa, ou, por exemplo, não se ponderaria a pena de morte a um roubo de uma carteira. Não foi uma morte e não é algo tão grave.</p><p><br/></p><p>Em suma, concordo e não concordo com a pena de morte, pois existem muitos pontos de vista para analisar.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 19:59:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joana Cordeiro</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031457163</link>
         <description><![CDATA[<p>Pena de morte: sim ou não?</p><p><br/></p><p>A pena de morte é um tema complexo e com diversas opiniões distintas sobre o mesmo. Por um lado, há quem defenda a aplicação dessa pena em casos extremos, como, por exemplo, crimes hediondos. Os que apoiam a sua aplicação argumentam, muitas das vezes, que essa serve como forma de justiça retributiva, aplicando um “castigo” proporcional ao crime cometido.</p><p><br/></p><p>Por outro lado, há quem discorde com a aplicação da pena de morte, apresentando derivados argumentos. Um deles é, por exemplo, a violação dos direitos humanos, a possibilidade de existir outras maneiras de punir quem comete um crime, ou, até mesmo, a probabilidade de haver pessoas inocentes submetidas a essa pena. Mas, como tudo, até a justiça, muitas vezes, comete erros (neste caso, este erro acaba com a vida de uma pessoa inocente). Ainda existem pessoas que contra-argumentam com a despesa que essa pena exige nos recursos necessários. Assim, manter a pessoa presa não obriga tanto desgaste económico.</p><p><br/></p><p>Olhando para os dois lados, ou seja, quem concorda e quem discorda, devemos ponderar os riscos e preocupações associados à sua utilização, tentando procurar alternativas que promovam a justiça e, sobretudo, a segurança pública e os direitos humanos, que tão importantes são para este assunto e que, muitas vezes, são violados nos países em que estas são possíveis de ser aplicadas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:01:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031457163</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inês Ferreira</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031457685</link>
         <description><![CDATA[<p>A pena de morte é um tema muito sensível e polémico, existindo, assim, diversas opiniões relativamente ao mesmo. Não é possível negar que a vida é um direito dos&nbsp; Homens, estando presente no Artigo 3º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.</p><p><br/></p><p>No meu ponto de vista, há certos casos em que a pena de morte poderia ser aplicada. Por exemplo, imaginemos um cenário hipotético em que um homem tinha assassinado dez pessoas. Em Portugal, a pena máxima é de 25 anos, mas quem recebe essa sentença, geralmente, acaba por sair da prisão antes de a completar totalmente, ou por bom comportamento, ou por qualquer outra razão, e nada nos diz que, quando esse assassino sair da prisão, não volta a fazer a mesma coisa e assassinar mais alguém. Por isso, neste caso, a pena de morte deveria ser aplicável.</p><p><br/></p><p>No entanto, como mencionei anteriormente, o Artigo 3º da Declaração Universal dos Direitos Humanos diz-nos que todos temos o direito à vida e até há quem diga que nós não podemos fazer o trabalho de Deus e tirar a vida de alguém, até porque isso seria uma violação aos direitos da outra pessoa. Todavia, eu acredito que, continuando com o exemplo anterior, o Homem que matou as dez pessoas não se preocupou com os direitos dos outros, logo, depois de ter cometido aquelas atrocidades, também não se deveria preocupar com os seus.</p><p><br/></p><p>É claro que há casos e casos e eu defendo que a pena de morte não deveria ser aplicada a todos eles. Por exemplo, se um indivíduo com problemas mentais assassinar alguém devido aos seus problemas, ou mesmo alguém que tivesse matado outra pessoa num momento de cabeça quente devido a algum desentendimento, ou mesmo alguém que tivesse tirado a vida de outro por defesa pessoal, não deveriam ser sentenciados à pena de morte.</p><p><br/></p><p>Para concluir o meu raciocínio, penso que a pena de morte deveria ser legalizada e aplicada em apenas alguns casos específicos, como assassinatos em massa e, para alguém sentenciado à pena de morte, tem de ter o seu caso estudado e analisado por peritos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:02:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elisabete Soares</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031458716</link>
         <description><![CDATA[<p>Pena de morte: sim ou não?</p><p><br/></p><p>Gostaria de responder a esta pergunta com outras perguntas. Se eu tenho o direito de condenar alguém à morte? Não. Mesmo que essa pessoa tenha cometido atrocidades? Ainda assim, não. E se tiver acontecido a um familiar meu? Aí não vou mentir, acho que vontade não me faltaria, mas a resposta ainda seria não.</p><p><br/></p><p>Nós, como seres humanos, não temos o direito de retirar a vida uns dos outros, tal como é referido em múltiplos artigos da Constituição dos Direitos Humanos. Este documento defende o direito à vida, igualdade, liberdade e, mais importante, nesta situação, o direito a um julgamento justo e a um advogado.</p><p><br/></p><p>Todavia, em casos de crimes extremos cometidos, concordo que deva haver uma punição igualmente extrema. Por exemplo, a prisão perpétua, sem qualquer hipótese de liberdade, quer seja por bom comportamento ou por dinheiro. Poderia justificar-me com a religião, mas sei que, para muitos, não é uma razão plausível ou suficiente. Então, apenas refiro que: “se todos nós pudermos fazer justiça pelas nossas próprias mãos, estaríamos num mundo de caos”. Ao mesmo tempo, se não for pelas nossas mãos, mas condenarmos alguém a isso, iremos acabar na mesma situação, em que pecados se pagam com a morte, e o perdão não existe. Iremos transformar-nos em seres irracionais e regredir tudo o que evoluímos até aos dias de hoje, em termos de mentalidade.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:04:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031458716</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diogo Carvalho</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031459512</link>
         <description><![CDATA[<p>Pena de morte: sim ou não?</p><p><br/></p><p>São diversos os países que adotaram a pena de morte como solução para o fim da prática criminal de um determinado indivíduo, em que o mesmo paga pelos crimes que cometeu com a sua vida e, assim, torna-se garantido que nunca os fará novamente. </p><p><br/></p><p>Imagine o seguinte cenário: um homem é acusado injustamente de ter realizado crimes cometidos por outra pessoa, será julgado e, dada a gravidade dos mesmos, o réu é sentenciado à pena de morte.</p><p>A minha opinião referente ao tema abordado mostra-se dividida. Por um lado, é crucial entendermos que determinadas pessoas acusadas de crimes que, realmente, cometeram não estão dispostas a procurar uma melhoria e, até mesmo, uma correção perante os seus crimes anteriormente praticados, pelo que será possível antever futuros crimes realizados pelos mesmos, crimes esses que podem ser responsáveis pela morte de outras pessoas ou por traumatizar, para sempre, a vítima, podendo, até, gerar incapacidades e danos irreversíveis, como, por exemplo, em casos de violação e, principalmente, de pedofilia. </p><p><br/></p><p>Por outro lado, são vários os casos de morte derivados da pena de morte, por parte de indivíduos que foram acusados de crimes pelos quais não foram responsáveis. Isto deve-se, principalmente, a um mau julgamento e falta de profissionalismo por parte do tribunal, ou, até mesmo, em muitos casos, devido a profissionais corruptos e subornados. Seria necessário encontrar um equilíbrio, em que fossem elaborados julgamentos corretos, que sejam capazes de condizer com a realidade, julgamentos esses que usassem a pena de morte somente se necessário, como última opção.</p><p><br/></p><p>Concluindo, a pena de morte não deveria ser uma sentença regular utilizada sem um bom julgamento. É necessário que seja usada de forma certa e apenas em casos específicos. Um bom julgamento será responsável por garantir a segurança não só das vítimas, como também do réu acusado de forma injusta.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:06:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bárbara Antunes</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031460136</link>
         <description><![CDATA[<p>Pena de morte: sim ou não?</p><p><br/></p><p>O tema sobre a pena de morte é bastante controverso no nosso quotidiano, e cada vez desperta mais discórdia entre as pessoas. Muitos acham aceitável e outros inaceitável, nos dias de hoje.</p><p><br/></p><p>Em Portugal, a pena de morte não existe e, por um lado, estou totalmente de acordo, mas, por outro lado, concordo em certa parte. A pena de morte é aplicada, normalmente, quando um indivíduo comete um crime severo, merecendo, assim, ser morto. Isto ainda acontece nos nossos dias. Um perfeito exemplo disso é os Estados Unidos da América, em que diversos estados aplicam esta pena. Diversos estados limitam-se a condenar os criminosos à pena de morte por crimes que merecem apenas a pena máxima ou prisão perpétua. Acho, em parte, injusto tirarem uma vida de uma forma tão violenta, através de injeções ou da cadeira elétrica, e acho, também, antiquado, uma vez que já evoluímos tanto como sociedade que parece que estamos a dar um passo atrás e a cometer os erros do passado.</p><p><br/></p><p>Por outro lado, há crimes extremamente severos que, por vezes, não têm a pena que merecem. Muitas famílias veem-se revoltadas, pois alguém que lhes é querido morreu e sentem-se injustiçados porque a pessoa não teve a pena correta, por assim dizer.</p><p><br/></p><p>Este é um tópico que dá que pensar e, se pensarmos muito sobre o mesmo, já não sabemos muito bem qual é, verdadeiramente, a nossa opinião.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:07:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031460136</guid>
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      <item>
         <title>Maria Santos</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031463405</link>
         <description><![CDATA[<p>Tatuagens e experiências com animais</p><p><br/></p><p>Tatuagens é um assunto que divide muitas opiniões, pois há quem seja a favor e há quem seja contra.</p><p><br/></p><p>A partir do momento que alguém decide tatuar o corpo, essa decisão compete somente ao indivíduo que a faz, ter liberdade e poder decidir por ele mesmo.</p><p><br/></p><p>Porém, há riscos, como reações alérgicas, inflamações, ou, até mesmo, não ficar como desejado. Por isso, convém, sempre, pensar duas vezes antes de fazer e procurar um profissional.</p><p><br/></p><p>Quanto às experiências em animais, é um assunto que, a meu ver, não tem pontos positivos, visto que são atos contra a vontade do animal, atos de covardia, algo que é desumano.</p><p><br/></p><p>Hoje em dia, existem diversas marcas de cosméticos que não utilizam exploração animal, que são vegan e que ajudam o meio ambiente.</p><p><br/></p><p>Se todos optássemos por essas marcas, estaríamos a evitar o sofrimento animal, especialmente, os coelhos, os gatos, os cães e ratos, já que são os animais mais utilizados por essas experiências.</p><p><br/></p><p>As tatuagens também se encaixam nas experiências em animais, visto que há pessoas que acham uma boa ideia identificar um animal com um número tatuado, ou, até mesmo, como cobaia para quem é tatuador iniciante. São atos cruéis e estes pobres seres não deveriam estar sujeitos a estas práticas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:15:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leonor Guerreiro</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031463898</link>
         <description><![CDATA[<p>Tatuagens e experiências em animais</p><p><br/></p><p>Apesar de as tatuagens e experiências em animais serem temas com muitas diferenças, os dois podem interligar-se.</p><p><br/></p><p>Atualmente, é cada vez mais comum vermos pessoas de várias idades com tatuagens. Esta forma, como muitos dizem, de arte, pode ter bastantes significados tão importantes que são necessárias eternizá-las na pele, noutros casos, são apenas imagens bonitas que são como acessórios permanentes.</p><p><br/></p><p>No entanto, é necessário ter a certeza do que se quer tatuar, pois tatuagens não são como maquilhagem, não podemos tirar e voltar a fazer quando queremos. O estúdio que escolhemos para realizar é um fator imprescindível, por motivos de saúde pessoal e estética.</p><p><br/></p><p>No que diz respeito a experiências em animais, de um modo geral, deviam ser impensáveis nos dias de hoje. Há formas de testar produtos, tais como medicamentos, vacinas, sem colocar a saúde de nenhum animal nem seres humanos em risco. Milhares de marcas de cosméticos já optam por um método sem crueldade animal.</p><p><br/></p><p>Uma experiência, apesar de não tão normalizado, são tatuagens em animais. Em algumas quintas, é comum tatuar os animais em vez de utilizar o ferro quente para prevenir a dor causada ao animal. Contudo, as tatuagens em animais também acontecem em tatuadores com pouca experiência como forma de treinamento, o que pode, facilmente, ser substituído por peles artificiais.</p><p><br/></p><p>Deixem as tatuagens para quem tem a capacidade de escolher o que quer tatuar!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:16:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Joana Rodrigues</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031464163</link>
         <description><![CDATA[<p>Tatuagens e experiências com animais</p><p><br/></p><p>Tanto as tatuagens como as experiências em animais são assuntos bastante polémicos nos dias de hoje. Trata-se de comportamentos perigosos para os animais, que colocam em risco a sua saúde e, até mesmo, a sua vida.</p><p><br/></p><p>Em relação às experiências em animais, acho-as desnecessárias e abusivas, uma vez que, nos dias de hoje, com toda a tecnologia e avanços científicos que temos, de certeza que poderiam ser encontradas outras formas de testar a segurança e a qualidade dos produtos, sem causar tanto sofrimento a um determinado ser vivo. Atualmente, já existem marcas que o fazem, sobretudo, na área da cosmética, e, por isso, acho que as restantes indústrias e marcas que realizam experiências com animais deviam seguir o seu exemplo.</p><p><br/></p><p>No caso das tatuagens, acho que, apesar de ser uma coisa cada vez mais comum nos dias de hoje, ainda é algo “pouco normalizado”, isto é, muitas vezes, pessoas com um maior número de tatuagens acabam por sofrer algum preconceito, perder ou reprovar em entrevistas de emprego, obrigadas a cobrir as tatuagens no local de trabalho, ou até mesmo, acabam por ser, muitas vezes, “rotuladas” com traços de personalidade, como “perigosos” ou “agressivos”.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:17:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Madalena Branco</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031464682</link>
         <description><![CDATA[<p>O que vale mais: ver ou filmar?</p><p><br/></p><p>Nos dias de hoje, tanto os jovens como os adultos preferem filmar do que aproveitar o momento presente.</p><p><br/></p><p>Nos festivais e espetáculos, vê-se cada vez mais os espetadores agarrados aos dispositivos eletrónicos…</p><p>Filmar, gravar e tirar fotografias de cada momento tem a grande vantagem de, mais tarde, termos a oportunidade de recordar essa memória. Vejo o exemplo dos meus pais, que me mostram imensas fotografias de quando se conheceram, do seu casamento. Essas recordações colocam-lhes, sempre, um sorriso na cara!</p><p><br/></p><p>Por outro lado, acredito que se deva viver ao máximo o momento presente.</p><p><br/></p><p>Estamos numa idade de viver esses momentos, nunca se sabe o dia de amanhã. Porque não aproveitar e viver o melhor possível o momento da nossa vida?</p><p><br/></p><p>As tecnologias evoluíram muito nos últimos tempos. Têm as suas vantagens, mas também têm as suas desvantagens. No passado, não havia tanta maldade, as pessoas eram mais simples, aproveitavam tudo ao máximo e, provavelmente, um dos motivos é de que nem todos tinham acesso a uma câmara ou a um dispositivo eletrónico.</p><p><br/></p><p>Já nos dias de hoje, o acesso a uma câmara, a um telemóvel é algo muito fácil, o que traz um maior isolamento, uma menor convivência, e cada vez mais se começa a notar esses pequenos detalhes na vida dos adolescentes.</p><p><br/></p><p>Vivam ao máximo, aproveitem cada segundo da vossa vida e não deixem para amanhã o que pode ser feito hoje!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:18:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lourenço Fontes</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031465114</link>
         <description><![CDATA[<p>O que vale mais: ver ou filmar?</p><p><br/></p><p>Ver ou filmar são questões bastante diversas e complexas, mas, ao mesmo tempo, assuntos que se conjugam. Na minha opinião, depende da perspetiva do momento que estamos a passar.</p><p><br/></p><p>O ver permite-nos absorver o momento de forma direta e realista, pois só nós sabemos o que vimos e as sensações sentidas ao presenciar aquele momento.</p><p><br/></p><p>Penso que filmar ajuda-nos a captar memórias felizes de uma forma mais fácil, já que, assim, vai ser possível reviver o momento e, também, compartilhá-lo posteriormente com alguém que não o tenha presenciado.</p><p><br/></p><p>Em suma, ambas têm o seu valor, mas a decisão final pode ser influenciada pela importância ao momento em si, como a capacidade de revivê-lo ou, também, a necessidade de filmá-lo para recordação futura, o que me leva a pensar que é mais proveitoso ver e viver o momento, pois, ao vê-lo, não vamos estar preocupados a filmar, permitindo-nos, assim, vivê-lo ao máximo.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 20:19:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Leonor Malengue</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031465475</link>
         <description><![CDATA[<p>O que vale mais: ver ou filmar?</p><p><br/></p><p>Há opiniões bastante divididas, ainda mais com o avanço das tecnologias nos dias de hoje.</p><p>Antes de mais, há sempre aquele argumento de “os melhores momentos não são filmados”. Concordo plenamente, mas, e se acontece algum acidente ou doença que provoque a perda de memória, levando à perda de certos momentos importantes? Por exemplo, um acidente que provoque um traumatismo e os médicos pedirem aos familiares que tragam fotografias e vídeos para reavivar as memórias do paciente. Isso não será possível.</p><p><br/></p><p>Ao filmar, temos sempre uma maior segurança de ter uma lembrança para sempre e, até, poder revivê-la e passá-la para gerações futuras. Poder voltar a ver os primeiros passos do filho, a caminhada até ao altar e, até, os últimos momentos com o seu ente querido.</p><p><br/></p><p>Todavia, os aparelhos eletrónicos são frágeis e, com falta de cuidados, também podem perder as memórias. Algo que conta bastante é o facto de estes aparelhos conseguirem captar de vários ângulos, a fim de transmitir o sentimento, mas, infelizmente, nunca seremos capazes de captar a essência dos momentos.</p><p><br/></p><p>Contudo, há que saber escolher viver e filmar o momento certo.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 20:20:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diana Janela</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031465829</link>
         <description><![CDATA[<p>O que vale mais: ver ou filmar?</p><p><br/></p><p>Muitas vezes, deparamo-nos com situações em que sentimos vontade de registar os momentos que vivemos para que essas memórias prevaleçam connosco durante o máximo de tempo possível. No entanto, será que, quando filmamos, aproveitamos o momento ao máximo?</p><p><br/></p><p>A meu ver, não. Filmar o momento pode acabar por suprimir de nós a verdadeira essência do mesmo. Há, até, quem diga que “os melhores momentos não são filmados”.</p><p><br/></p><p>Deste modo, ver torna-se uma forma de aproveitar o momento no seu todo, sem qualquer interferência de elementos que acabam por nos distrair das nossas próprias emoções. Outra problemática associada à filmagem é o facto de os dispositivos utilizados para armazenar e filmar as memórias poderem sofrer danos ou algum tipo de acidente que, consequentemente, faz com que percamos as memórias que filmámos. Ver ainda é fundamental para a recolha de pontos de vista e de ideias. Se pararmos para refletir, quando um grupo de pessoas experiencia, em conjunto, um determinado momento, se alguém se esqueceu do mesmo ou, até mesmo, de detalhes, ao partilharem ideias, pontos de vista e sentimentos, os mesmos vão acabar por ser complementares.</p><p><br/></p><p>Ainda assim, ver pode não ser o suficiente para relembrar, pois a nossa memória acaba por se deteriorar com o passar dos anos, principalmente, para os que sofrem de patologias associadas à memória e à falta dela. Filmar é, ainda, uma forma de materializar o que foi visto, mas não o sentimento no seu todo, dando-nos uma ideia de proximidade às memórias, o que, no entanto, pode não representar nada, pois o que para nós é irrelevante permanecerá na mesma.</p><p><br/></p><p>Contudo, ambas as opções são decisões próprias de todos nós e cada uma delas dependerá da forma como pretendemos manter as nossas memórias e momentos connosco e ao longo da nossa vida.</p><p><br/></p><p>Para concluir, ver será sempre a minha primeira escolha porque, só assim, saberei o que estou a sentir e a aproveitar o momento na sua totalidade.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-06-18 20:21:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031465829</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Laura Cardoso</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031466409</link>
         <description><![CDATA[<p>A liberdade de expressão é algo que nós, jovens, estamos muito habituados a ouvir, porém, nem todos sabemos o que é. A liberdade de expressão é um direito fundamental, pois está na Constituição da República Portuguesa como garantia básica da dignidade humana. Contudo, o que não está na Constituição é o seguinte: até que ponto temos liberdade de expressão?</p><p><br/></p><p>Primeiramente, convém mencionar que a influência que alguns têm ao falar não é a mesma que outros têm. Um homem branco e heterossexual abrange muito mais pessoas sem requerer um quarto do esforço de um homem ou um mulher negra, por exemplo. Para abrangerem uma maior quantidade de pessoas, foi necessário o “Black Lives Matter”, uma manifestação pacífica. Para uma mulher ou uma pessoa da comunidade LGBT, é necessária uma luta diária para serem ouvidas e a população tem uma tolerância muito mais baixa à opinião de alguém “inferior” socialmente. A atriz Rachel Zegler admitiu, numa entrevista, ter aceite um papel, pois necessitava de trabalho, o que gerou um alvoroço, em que imensa gente referiu que a atriz era preguiçosa, inútil, ridícula, entre outros adjetivos. Já quando foi um ator, cujo nome não me recordo, as pessoas acharam-no incrível e engraçado.</p><p><br/></p><p>Atualmente, há também uma enorme confusão sobre os limites do que dizemos. Há quem diga “Liberdade de expressão existe, não é? Então, eu digo o que eu quiser!”. Realmente, existe liberdade de expressão para nos expressarmos, contudo, há um limite: eu não devo expressar a minha opinião se a mesma for apenas discurso de ódio, incentivos a ações perigosas ou apenas algo ofensivo.</p><p><br/></p><p>De facto, há muitas opiniões diferentes acerca da liberdade de expressão, no entanto, um ser humano decente deve priorizar o bem-estar do outro a algo que a pessoa pode, e deve, guardar para si. É um ato de humanidade que deve estar na cabeça de todos, pois nem todos temos a mesma resistência a más influências ou a opiniões infelizes.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:23:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Guilherme Furtado</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031466837</link>
         <description><![CDATA[<p>A liberdade de expressão é um direito fundamental, porque está previsto na constituição como uma garantia básica para a dignidade humana individual e para o funcionamento da estrutura democrática do Estado. No entanto, até que ponto temos liberdade de expressão?</p><p><br/></p><p>Esta existe, realmente, porém, tem limites. Não devemos ofender ninguém, não devemos prejudicar ninguém ou dizer algo perigoso que leve os jovens a ter ações menos corretas, sendo que todos, homens e mulheres, devem ter liberdade de expressão.</p><p><br/></p><p>Primeiramente, acho importante ressalvar que a liberdade de expressão existe na maior parte do mundo, no entanto, um homem branco, heterossexual, terá maior liberdade de expressão do que uma mulher, um negro, um homossexual, etc.</p><p><br/></p><p>Outro tópico que acho importante abordar é a influência que as pessoas mais famosas, como, por exemplo, políticos, «influencers», atores, entre outros, têm na vida dos outros.</p><p><br/></p><p>Essas pessoas com grande influência têm de ter mais cuidado com o que dizem, porque, hoje em dia, as pessoas são muito mais influenciáveis e o público dos indivíduos com alguma forma de poder é muito vasto. Existem inúmeros casos de jovens que ouvem algo nas redes sociais, interpretam mal o que ouviram e desencadeia-se, assim, uma tragédia e, por isso, essas pessoas muito influentes têm uma liberdade de expressão bastante reduzida e controlada.</p><p><br/></p><p>Em suma, da mesma maneira que estou a exercer a minha liberdade de expressão de forma correta, apelo a quem está a ler este texto que faça o mesmo!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:24:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031466837</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Constança Fialho</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031467655</link>
         <description><![CDATA[<p>Liberdade de expressão: até que ponto? É um tema bastante debatido nos dias de hoje. Podemos ou não dizer aquilo que queremos? Podemos ou não vestir aquela roupa?</p><p><br/></p><p>Eu sempre pratiquei a regra dos 5 segundos: se eu disser algo a alguém, a pessoa tem de conseguir mudar em cinco segundos, caso contrário, vai ser algo desnecessário e posso magoar a pessoa. Por exemplo, se eu disser “o teu batom está borrado”, a pessoa a que me refiro pode mudar em cinco segundos, mas se eu disser “o teu corte de cabelo novo não combina contigo, gostava mais de como estava antes”, a pessoa não pode mudar em cinco segundos. A minha liberdade termina quando incomoda a do outro.</p><p><br/></p><p>Infelizmente, nem todos têm os mesmos direitos e nem sempre somos ouvidos da mesma forma. Um homem branco, presidente, com imensa influência, vai ser ouvido e aplaudido, mas, se for uma mulher com filhos e divorciada, vai ser, pelo contrário, ignorada. Existem tantas loucuras cometidas na internet, de pessoas que acabam por tirar a sua vida por comentários maldosos e, muitas vezes, sem o menor fundamento. Por isso, às vezes, pergunto-me até onde a liberdade de expressão pode ir.</p><p><br/></p><p>No entanto, considero que as pessoas perderam a noção do peso das palavras e da força que as mesmas têm. Nas escolas, já existem crianças que gozam com os amiguinhos, chamando-os de gordos, magros, “caixa de óculos” e, ainda com a classe social. Em parte disso, a culpa é dos pais, da sociedade, de todos nós. Temos todos um papel fundamental na sociedade e no mundo, e só temos uma oportunidade de o vivenciar, em vez de gastar o nosso tempo a falar mal dos outros, a desrespeitar, a ser inconveniente, entre muitas outras coisas.</p><p><br/></p><p>Contudo, sou a favor de que todos nós devemos ter uma voz e dar a nossa opinião, mas de maneira construtiva, utilizando a regra dos cinco segundos. Se a pessoa não conseguir mudar, não faz sentido dizermos apenas para magoar. Por isso, sim, temos liberdade até certo ponto.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:25:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031467655</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Rita Santa Bárbara</title>
         <author>polidopedro01</author>
         <link>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031468228</link>
         <description><![CDATA[<p>&nbsp;A liberdade de expressão é um direito fundamental que deve ser protegida e valorizada em qualquer sociedade democrática.</p><p><br/></p><p>Primeiramente, é essencial compreender que a liberdade de expressão não deve ser usada em pretexto de discurso de ódio, pois pode resultar em conflitos entre indivíduos ou, até, em violência. Todos têm o direito de a exercer, expressar as suas ideias e opiniões, porém, esse direito não deve servir para diminuir a dignidade de outras pessoas.</p><p>Além disso, é importante considerar o impacto das palavras e ações, que podem afetar, drasticamente, a vida de alguém.</p><p><br/></p><p>A liberdade de expressão não significa que podemos dizer ou fazer o que quisermos sem consequências. Devemos estar cientes das nossas palavras, pois influencia o pensamento e o comportamento dos outros. Por outro lado, é extremamente importante defendê-lo, apesar de ser desconfortável em algumas situações.</p><p><br/></p><p>Assim, é necessário proteger a liberdade de expressão, mas deve ser um direito exercido com responsabilidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-18 20:26:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/polidopedro01/coletania_textos_de_opiniao_12H/wish/3031468228</guid>
      </item>
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