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      <title>Joana&#39;s Padlet by Joana Fernandes</title>
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      <description>Made with good vibes</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-11 07:28:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Identificação das rochas</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/297093694</link>
         <description><![CDATA[<div>No processo de identificação das rochas tivemos ajuda da chave dicotómica e determinamos que não há rochas com características iguais, todas têm particularidades diferentes.<br>Algumas rochas fazem efervescência com os ácidos como por exemplo: o calcário, o mármore...<br><mark><br>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=AzN2DR3cIW0">https://www.youtube.com/watch?v=AzN2DR3cIW0</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 17:43:23 UTC</pubDate>
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         <title>Ciclo das Rochas</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/297116934</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Ciclo das Rochas</mark><br><br>Sabemos que existem <strong>três tipos derochas</strong>: <strong>ígneas</strong>, <strong>metamórficas</strong> e <strong>sedimentares</strong>. Estão constantemente a alterar as suas características, mudando de um tipo para outro, num processo cíclico denominado de <strong>ciclo das rochas. <br></strong><br></div><div><strong>1ª transformação: rochas Ígneas em sedimentares</strong></div><div>Por se tratar de um ciclo fechado, não é possível dizer onde está o seu início e onde está o seu fim. </div><div>Com os movimentos da terra, muitas rochas ígneas que se formam muitos quilómetros abaixo da superfície acabam emergindo, ao longo de milhões de anos. Essas rochas acabam por sofrer a ação dos agentes externos, como a água, os ventos, a exposição ao sol e às chuvas, entre outros.  Com isso, a rocha vai mudando as suas características.<br><br></div><div>Esse processo de transformação do solo por agentes externos é denominado <strong>intemperismo</strong> e o seu resultado são as <strong>rochas sedimentares</strong>. Formam-se quando os sedimentos gerados pelo intemperismo são depositados em fundos de rios, lagos e se aglutinam.</div><div><strong>2ª transformação: rochas sedimentares em metamórficas</strong></div><div>Com o tempo, as camadas da terra vão se sobrepondo e as rochas sedimentares vão-se acumulando em profundidades cada vez maiores. Com isso, passam a sofrer com a pressão da terra e do seu extremo calor interno, tornando-se mais duras, passando a serem chamadas de <strong>rochasmetamórficas</strong>. O processo de aquecimento e endurecimento das rochas é chamado de <strong>metamorfismo</strong>.</div><div><strong>3ª transformação: rochas metamórficas em ígneas</strong></div><div>Na continuação deste processo, as rochas metamórficas podem sofrer ainda mais com o calor e pressão da terra, de tal forma que elas podem começar a derreter, formando as lavas. Com o endurecimento dessas lavas, temos novamente a formação das rochas ígneas. O processo de derretimento das rochas é chamado de <strong>fusão</strong>.</div><div><strong>4ª transformações diretas</strong></div><div>É possível, também, que uma rocha ígnea volte a sofrer com o metamorfismo e se torne novamente metamórfica. Assim como também é possível que as rochas metamórficas, ao invés de se aquecerem ainda mais, apareçam na superfície, sofrendo as ações do intemperismo e se transformem em rochas sedimentares.<br><br></div><div>Só não é possível que as rochas sedimentares se transformem diretamente em ígneas, pois mesmo que elas aqueçam muito, primeiro elas tornam-se metamórficas para depois se transformarem em ígneas.<br><br><mark>Webgrafia:</mark><br><a href="https://brasilescola.uol.com.br/geografia/ciclo-das-rochas.htm">https://brasilescola.uol.com.br/geografia/ciclo-das-rochas.htm</a><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=1AHse5A_oAI">https://www.youtube.com/watch?v=1AHse5A_oAI</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-25 18:20:29 UTC</pubDate>
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         <title>História Geológica do Granito</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/297322171</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Como se formou?</mark><br><br>O granito resulta da solidificação do magma a grandes profundidades (rocha magmática plutónica). As rochas que o envolvem, impedindo a libertação do calor, não permitem um rápido arrefecimento do magma, retardando a sua solidificação. Desta forma, os minerais que o constituem têm o tempo necessário para se desenvolver, apresentando-se assim, esta rocha, com uma textura granular em que os minerais constituintes são bem visíveis e identificáveis: o quartzo, os feldspatos e as micas.<br>Seja por ação da erosão, do clima ou dos movimentos tectónicos, as massas graníticas acabam por atingir a superfície. Durante este processo, porém, a rocha sofreu já uma série de pressões que a fragilizaram, apresentando inúmeras fraturas. Estas falhas, por sua vez, permitem a infiltração de água, solo ou resíduos orgânicos no seio da rocha, acelerando a sua meteorização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 10:57:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Evidências de causas e consequências do aquecimento global, em Portugal e no mundo.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/297323679</link>
         <description><![CDATA[<div>Grande parte da comunidade científica acredita que o aumento da concentração de poluentes de origem humana na atmosfera é uma das causas (antropogénica) do efeito estufa. A Terra recebe radiação emitida pelo Sol e devolve grande parte dela para o espaço. Os poluentes atmosféricos retêm uma parte dessa radiação que seria refletida para o espaço, em condições normais. Essa parte retida causa um importante aumento do aquecimento global do planeta.<br><br></div><div>Se o aumento da temperatura média se deve a causas naturais ou se é da responsabilidade do homem, é um assunto que se encontra ainda em debate, na comunidade científica, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a acção humana tem realmente influenciado a evolução deste fenómeno. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988, no seu relatório mais recente, diz que grande parte do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento do efeito estufa, causado principalmente pelo aumento nas concentrações de gases de estufa (produzidos pelo homem), mas também devido a outras alterações como, por exemplo, uma maior utilização das águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial, um maior consumo energético e a poluição.<br><br><mark>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=BXz09fBKVHY">https://www.youtube.com/watch?v=BXz09fBKVHY</a><br><br><mark>Webgrafia:</mark><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global">https://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:03:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências de interações entre os subsistemas, relacionadas com o aquecimento global.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/297323826</link>
         <description><![CDATA[<div>Como o a Terra é um sistema fechado e os subsistemas são sistemas abertos, quando há, por exemplo, um vulcão, os gases afetam também a atmosfera.<br>Exemplos de algumas interações entre os subsistemas todos são: </div><ul><li>Furacões;</li><li>Alterações climáticas;</li><li>Libertação de gases com  efeito de estufa;</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:03:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Evidências de possíveis soluções para travar o aquecimento global.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/297323901</link>
         <description><![CDATA[<div>A emissão de gases poluentes tem provocado, nas últimas décadas, o fenómeno climático conhecido como efeito de estufa. Este tem gerado o aquecimento global do planeta. Se este aquecimento continuar nas próximas décadas, poderemos ter mudanças climáticas extremamente prejudiciais para o meio ambiente e para a vida no<a href="https://www.suapesquisa.com/geografia/planeta_terra.htm"> </a>planeta Terra.<br>Para diminuir o aquecimento global podemos diminuir o uso de combustíveis fosseis  (usar a bicicleta em vez do carro; obter energia através de fontes renováveis), usar técnicas limpas e avançadas na agricultura para evitar a emissão de dióxido de carbono, colaborar para o sistema de colheita seletiva de lixo e de reciclagem.<br><br><mark>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=qhcGCXuri0M">https://www.youtube.com/watch?v=qhcGCXuri0M</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-26 11:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento global</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/299163369</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>O que é?<br></mark><br>O aquecimento global é, geralmente, definido como um processo de aumento das temperaturas médias nos oceanos e atmosfera. A principal causa está relacionada o acelerado desenvolvimento tecnológico da sociedade, que tem como  consequência o aumento dos índices de poluição como a indústria, a queima de combustíveis fosseis para obtenção de energia, além de outras atividades humanas que também resultam na emissão de gases efeito de estufa .<br><br><mark>Notícias</mark><br><a href="https://www.jn.pt/nacional/interior/cientistas-alertam-para-perigosa-aproximacao-de-desastre-climatico-4667085.html">https://www.jn.pt/nacional/interior/cientistas-alertam-para-perigosa-aproximacao-de-desastre-climatico-4667085.html</a><br><br><mark>Webgrafia</mark><br><a href="https://www.apambiente.pt/index.php?ref=16&amp;subref=81&amp;sub2ref=119&amp;sub3ref=500">https://www.apambiente.pt/index.php?ref=16&amp;subref=81&amp;sub2ref=119&amp;sub3ref=500</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-31 19:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Tectónica de Placas</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307293163</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>O que é?</mark><br><br>A Terra é divida em camadas até  ao seu interior. A camada mais externa, chamada de litosfera, rígida e resistente, é fragmentada em placas que deslizam, colidem, convergem ou se separam à medida que se movem sobre a astenosfera, camada dúctil do manto que ocorre depois da litosfera. Novas placas são criadas onde elas se separam, e recicladas onde convergem, num processo contínuo de criação e destruição. Os continentes, que estão encravados na litosfera, migram junto com as placas que estão em movimento. Essa é a teoria da<em> </em><strong><em>Tectónica de Placas</em></strong>, que descreve e examina o movimento das <strong><em>placas tectónicas</em></strong> e as forças que atuam entre elas, através da sua relação com o sistema de conveção do manto.<br><br><mark>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=ODRAnF5nbFA&amp;feature=youtu.be">https://www.youtube.com/watch?v=ODRAnF5nbFA&amp;feature=youtu.be</a><br><br><mark>Notícia/Vídeo National Geographic:</mark></div><div><a href="https://vimeo.com/155684365">https://vimeo.com/155684365</a><br><br></div><div><mark>Fontes:</mark><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tectónica_de_placas</a><br><a href="https://www.google.com/search?q=tectonica+de+placas&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiHzKn87OreAhXlD8AKHc5tBgIQ_AUIDigB&amp;biw=1280&amp;bih=658#imgrc=13UJA1SegzYI3M:">https://www.google.com/search?q=tectonica+de+placas&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwiHzKn87OreAhXlD8AKHc5tBgIQ_AUIDigB&amp;biw=1280&amp;bih=658#imgrc=13UJA1SegzYI3M:</a><br><br>Placas tectónicas espalhadas pelo mundo:</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 15:43:00 UTC</pubDate>
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         <title>Limites Divergentes</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307298295</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste tipo de limite, há a separação entre placas. No espaço criado entre os dois grandes blocos ocorre a formação de uma nova crosta através da solidificação do magma. Pode ocorrer em continentes ou em oceanos.<br>A mais famosa delas é a dorsal mesoatlântica (imagem), que ocorre no limite entre as placas norte-americana e euroasiática e estende-se através das placas sul-americana e africana.<br><mark><br>Notícia:</mark><br><a href="https://www.dn.pt/dossiers/cidades/sismos/noticias/interior/porque-acontecem-os-sismos-1449771.html">https://www.dn.pt/dossiers/cidades/sismos/noticias/interior/porque-acontecem-os-sismos-1449771.html</a><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=tvaQJUKzq9I">https://www.youtube.com/watch?v=tvaQJUKzq9I</a><br><br><mark>Fonte</mark>:<br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Tect%C3%B3nica_de_placas">https://pt.wikipedia.org/wiki/Tectónica_de_placas</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 16:12:04 UTC</pubDate>
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         <title>Limites Convergentes</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307312745</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Neste caso, há um choque e uma constante aproximação entre duas placas tectónicas, onde uma delas acaba sendo “engolida” pela outra.<br> Neste tipo de limite, podemos ter as três situações seguintes:<br><br></div><ul><li> Choque da placa oceânica com placa oceânica</li></ul><div>Forma-se uma zona de subducção originando uma fossa. As rochas vão sendo fundidas à medida que se deslocam para o interior da Terra e pode formar-se um arco de ilhas vulcânicas. A fossa das Marianas, o local mais profundo do planeta, resulta da colisão de duas placas oceânicas. <br><br></div><ul><li> Choque de placa oceânica com placa continental</li></ul><div>Forma-se uma fossa, na zona onde a placa oceânica mergulha debaixo da continental. A placa continental enruga formando-se uma zona montanhosa que pode ter vulcões devido ao magma que sobe até à superfície. É o caso da cordilheira dos Andes, que se forma na zona onde a placa de Nazca (oceânica) mergulha sob a placa sul-americana (continental). <br><br></div><ul><li> Choque de placa continental com placa continental</li></ul><div>Quando duas placas continentais convergem e se chocam, o resultado é a formação de grandes cadeias de montanhas. Por possuírem densidade semelhante, a subdução de uma placa em relação à outra é dificultada. <br><br><mark>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=s4Gg5GbpKrs">https://www.youtube.com/watch?v=s4Gg5GbpKrs</a><br><br><mark>Fonte:</mark><br>https://www.google.pt/amp/s/www.infoescola.com/geografia/placas-tectonicas/amp/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 18:01:27 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Choque de placa oceânica com placa oceânica</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307315927</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 18:25:40 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Choque de placa oceânica com placa continental</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307316009</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 18:26:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Choque de placa continental com placa continental</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307316080</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 18:26:42 UTC</pubDate>
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         <title>Limites transformantes</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307316349</link>
         <description><![CDATA[<div>Nos limites transformantes, há um movimento horizontal entre duas placas vizinhas, não havendo, portanto, colisão direta entre elas. Porém, é típico nesta situação a ocorrência de sismos.<br><br><mark>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=OjMhUGsF_Nw">https://www.youtube.com/watch?v=OjMhUGsF_Nw</a><br><br><mark>Notícia:</mark><br><a href="https://observador.pt/2015/04/30/os-desastres-mundo-esta-espera/">https://observador.pt/2015/04/30/os-desastres-mundo-esta-espera/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-23 18:28:17 UTC</pubDate>
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         <title>Notícias alusivos a eventos de natureza tectónica.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307369875</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><ol><li><blockquote>«<strong><em>A Terra está a tremer nos Açores e não se sabe quando vai parar.»</em></strong></blockquote></li></ol><div><strong>A ilha de São Miguel vive agora uma crise sísmica, o que pode durar dias, semanas ou meses. E é preciso apurar se ela tem origem “só” na actividade tectónica ou nos dois sistemas vulcânicos activos na ilha.<br></strong>Para muitos açorianos, não lhes é estranho sentir a Terra tremer. Esta segunda-feira sentiram-na, pelo menos, por 20 vezes. Mais já vão nas centenas o número de sismos que sacudiram a ilha de São Miguel desde cerca da meia-noite de segunda-feira. O fenómeno, que os entendidos chamam crise sísmica, caracteriza-se por “um agrupamento de eventos sísmicos”, numa região limitada da Terra e muito perto uns dos outros, por um período que pode ir de dias, semanas, até meses. </div><div><br></div><div>Foi o que aconteceu em 2005, quando a terra tremeu em São Miguel, durante quatro meses seguidos, em Vila Franca do Campo, a mesma região onde agora já se registaram mais de 300 sismos, incluindo os 20 sentidos. <br><br>Como podemos concluir, as interações entre as placas tectónicas provocam atividade sísmica que causa danos e vítimas.<br><br></div><div><mark>Fonte:</mark><br><a href="https://www.publico.pt/2018/02/13/ciencia/noticia/a-terra-esta-a-tremer-nos-acores-porque-1802945#&amp;gid=1&amp;pid=2">https://www.publico.pt/2018/02/13/ciencia/noticia/a-terra-esta-a-tremer-nos-acores-porque-1802945#&amp;gid=1&amp;pid=2</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 08:16:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Conclusão</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/307371080</link>
         <description><![CDATA[<div>Para concluir, esta atividade prática permitiu identificar os diferentes processos tectónicos, nomeadamente a existência de limites divergentes, convergentes ou transformantes, nas diferentes paisagens da Terra.<br><br><mark>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=8DhoQYy_2To">https://www.youtube.com/watch?v=8DhoQYy_2To</a><br><br><mark>Fonte:</mark><br><a href="https://www.google.pt/search?q=processos+tectonicos+google+earth&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjXyaf2z-zeAhUMExoKHWkeAcgQ_AUIDigB&amp;biw=1536&amp;bih=754#imgrc=9Jn5jBCh6bL1BM:">https://www.google.pt/search?q=processos+tectonicos+google+earth&amp;source=lnms&amp;tbm=isch&amp;sa=X&amp;ved=0ahUKEwjXyaf2z-zeAhUMExoKHWkeAcgQ_AUIDigB&amp;biw=1536&amp;bih=754#imgrc=9Jn5jBCh6bL1BM:</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-24 08:35:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanologia</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/311720327</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>O que é?</mark><br><br>O Vulcanismo é uma das manifestações da atividade interna da Terra. Vulcões são aberturas na superfície terrestre, através das quais, a lava (magma fundido e parcialmente desgaseificado) e outros materiais são expelidos do interior da Terra. O vulcanismo pode ser:                                                                    .<strong>Vulcanismo Central</strong> - O magma ascende, através de uma chaminé, albergada num cone vulcânico.</div><div>   <br>.<strong> Vulcanismo Fissural</strong> - O magma, ascende à superfície                  através de fendas profundas da crusta.</div><div><br><mark>Tipos de Vulcanismo</mark><br><strong><br>Vulcanismo Primário - </strong>Caracteriza-se pela ocorrência de erupções vulcânicas.<br><br><strong>Vulcaniscmo Secundário ou Residual - </strong>A atividade vulcânica de uma região manifesta-se de um modo menos espectacular e violento, tal como a libertação de gases e/ou água a temperaturas elevadas.<br>Como por exemplo nascentes termais, fumarolas e géiseres.</div><div><br><strong><mark>Classificação do magma</mark></strong><br><br>O magma é considerado Básico quando tem uma percentagem menor a 52% de sílica. O magma intermédio tem uma percentagem de 52% a 72% de sílica. E por fim, o magma Ácido tem uma percentagem maior a 72%.<br><br><strong><mark>Tipos de Erupções Vulcânicas<br></mark></strong><strong><br>Erupções Efusivas - </strong>Dá-se a extrusão de escoadas lávicas abundantes e fluida, que por vezes cobrem grandes superfícies formando rios de lava. (fig.1, 1ºvulcão)<br> <br><strong>Erupções Mistas - </strong>Erupções de aspecto intermédio entre a explosiva e a efusiva, com predomío de uma delas.<br>(fig.1,3ºvulcão)<br><br><strong>Erupções Explosivas</strong> - Ocorrem violentas explosões, emitindo essencialmente produtos sólidos e gases. Lavas viscosas que fluem com dificuldade, originando por vezes domas, agulhas vulcânicas e nuvens ardentes. (fig.1, 2ºvulcão)<br><br><strong>Erupções Submarinas</strong> - São erupções que ocorrem no fundo dos oceano e mares das quais resulta da libertação de magma.  <br><br><mark>Webgrafia </mark><br><br></div><ul><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vulc%C3%A3o">https://pt.wikipedia.org/wiki/Vulc%C3%A3o</a></li></ul><div><br><mark>Vídeos</mark><br><br></div><ul><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=VJbhkIYO3DQ">https://www.youtube.com/watch?v=VJbhkIYO3DQ</a></li></ul><div><br><br>(figura 1)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-06 09:28:06 UTC</pubDate>
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         <title>Atividade Prática</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/312299089</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Registo da Atividade Prática</mark><br><br>Como disse em cima, podemos estudar 3 tipos de magmas: básico,ácido e intermédio, e as suas caracteristicas através de 3 diferentes misturas a diferentes temperaturas.<br> Quanto maior a temperatura dos materiais, menor é a viscosidade e como tal a escoada de lava demorou menos tempo a percorrer os 20cm. Ou seja, lavas fluidas têm maior escorrência em menos tempo e vice-versa.<br> Em relação à retenção de gases, quanto mais elevada for a temperatura do magma, menor é a capacidade de retenção de gases e mais facilidade há em libertá-los originando erupções efusivas. Quanto mais baixa for a temperatura, maior é a retenção ocorrendo uma erupção explosiva aquando da sua libertação.<br>1-Mistura a baixas temperaturas; 2-Velocidade de escorrência; <br>3- Retenção de gases.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 16:28:29 UTC</pubDate>
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         <title>Registos</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/312306597</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Vídeos</mark><br><br></div><ul><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=exDMkFAUOgQ">https://www.youtube.com/watch?v=exDMkFAUOgQ</a></li></ul><div><br><mark>Notícias</mark><br><br></div><ul><li><a href="https://conhecimentocientifico.r7.com/pompeia-a-cidade-petrificada-por-vulcao/">https://conhecimentocientifico.r7.com/pompeia-a-cidade-petrificada-por-vulcao/</a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2018-03-19-Trovao-vulcanico-captado-pela-primeira-vez">http://visao.sapo.pt/actualidade/mundo/2018-03-19-Trovao-vulcanico-captado-pela-primeira-vez</a></li></ul><div><br></div><ul><li><a href="https://www.jn.pt/mundo/interior/alerta-vermelho-para-grande-erupcao-vulcanica-iminente-no-havai-9345574.html">https://www.jn.pt/mundo/interior/alerta-vermelho-para-grande-erupcao-vulcanica-iminente-no-havai-9345574.html</a></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-07 16:41:31 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1. Registos da Atividade Prática </title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/312613572</link>
         <description><![CDATA[<div>(vídeo feito na aula)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 10:55:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2. Registos da Atividade Prática</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/312613740</link>
         <description><![CDATA[<div>(vídeo feito na aula)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 10:56:36 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>3. Registos da Atividade Prática</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/312615095</link>
         <description><![CDATA[<div><br><mark>Magma Ácido<br></mark>(foto tirada na aula)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:09:01 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>3. Registos da Atividade Prática</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/312615782</link>
         <description><![CDATA[<div><br><mark>Magma Intermédio <br></mark>(foto tirada na aula)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:14:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>3. Registos da Atividade Prática</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/312615875</link>
         <description><![CDATA[<div><br><mark>Magma Básico </mark><br>(foto tirada na aula)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-09 11:15:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lince-Ibérico</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332037645</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte e Notícia:</mark><br><a href="https://ionline.sapo.pt/611172">https://ionline.sapo.pt/611172</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 20:32:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lince-Ibérico</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332038084</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O lince-ibérico ( nome científico: Lynx Pardinus ) é uma espécie de mamífero da família Felidae e género Lynx. Descende do lince issiodorencis, porém por uma escolha de habitats e pressões seletivas diferentes originou-se a espécie Lynx Pardinus.</li></ul><div><br><mark>Fonte:</mark><br><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico</a><br><a href="http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt">http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt</a><br><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae">https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 20:36:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Lince-Ibérico</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332039527</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O lince-ibérico foi uma espécie em perigo crítico até 2015, quando ( graças aos esforços da população para conservar esta espécie e o facto desta viver em zonas/áreas protegidas ) aumentaram o número de indivíduos, passando a ser desde então considerada uma espécie em perigo.</li></ul><div><br><mark>Fonte:</mark><br><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico</a><br><a href="http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt">http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt</a><br><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae">https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-16 20:54:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características do Lince-Ibérico</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332087177</link>
         <description><![CDATA[<div>O Lince apresenta características como orelhas peludas, pernas longas, cauda curta e um colar de pelo que se assemelha a uma barba. A sua pelagem é castanha-amarelada com manchas negras, o que lhe permite uma excelente camuflagem por entre a vegetação da paisagem mediterrânea. Outras características próprias deste lince, que permite distinguir-se das outras espécies, são os pelos rígidos e negros em forma de pincel nas extremidades das orelhas e a cauda bastante curta com certa de 14 cm e com a extremidade negra. Para além disso, o Lince-Ibérico possui ainda longos pelos brancos e pretos no focinho que assemelham a barbas e que crescem com o avançar da idade, sendo que têm uma longevidade máxima de (em média) 13 anos na Natureza, mas de 20 anos em cativeiro.<br><br><mark>Fonte:  </mark><br><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico</a><br><a href="http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt">http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt</a><br><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae">https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 09:47:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bilhete de Identidade do LinceIbérico</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332088487</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:  </mark><br><a href="https://pt.slideshare.net/LeonardoMoreira4/ap-5ganimaisemviasdeextino20092010100622062504phpapp02">https://pt.slideshare.net/LeonardoMoreira4/ap-5ganimaisemviasdeextino20092010100622062504phpapp02</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 10:04:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Hierarquia Biológica </title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332088898</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>O que é?<br><br></mark>Organização das estruturas biológicas, hierarquicamente, desde o nível de organização mais baixo ( átomo ) até ao mais elevado ( biosfera ).<br><br></div><ul><li>Na hierarquia biológica, em termos de posicionamento, o Lince-Ibérico é um ser pluricelular - constituído/formado por tecidos, que por sua vez formam órgãos. Os conjuntos de órgãos e as suas funções formam sistemas de órgãos que interagem e cooperam entre si, formando assim o organismo - o Lince.</li></ul><div><br></div><ul><li>Já um conjunto de indivíduos da mesma espécie que habitam numa determinada região, neste caso um conjunto de Linces-Ibéricos, e num determinado período de tempo, constituem uma população lado, uma população de Linces-Ibéricos que coexistem numa determinada região com outras populações e que interatuam entre si constituem uma comunidade biótica ou biocenose. A biocenose e o meio abiótico em interação formam os ecossistemas, que no seu conjunto formam a biosfera.</li></ul><div><br><mark>Fonte:<br><br></mark><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico</a><br><a href="http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt">http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt</a><br><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae">https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321863056/8122e91a3f6b647631e126efae996793/ote.jpg" />
         <pubDate>2019-02-17 10:09:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ecossistema ocupado pelo Lince-Ibérico e localização</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332090482</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince-ibérico é endémico na Península Ibérica, preferindo ambientes heterogéneos com arbustos densos como o medronheiro e árvores como a azinheira, evitando populações de pinheiros e eucaliptos, isto é, prefere ecossistemas tipo bosque ou mediterrâneo, mas agora este encontra-se em áreas protegidas. O Parque Natural do Vale do Guadiana, em Portugal e Parque Nacional da Dohana, em Espanha são alguns exemplos dos seus principais refúgios. <br><br><mark>Fonte:<br><br></mark><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico</a><br><a href="http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt">http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt</a><br><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae">https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae</a><br><br><mark>Notícia: </mark><br><br>"Depois de uma década de esforços, como está o lince-ibérico?"<br><a href="https://www.publico.pt/2018/02/05/ciencia/noticia/depois-de-uma-decada-de-esforcos-como-esta-o-linceiberico-1801864#gs.QwXOlrPz">https://www.publico.pt/2018/02/05/ciencia/noticia/depois-de-uma-decada-de-esforcos-como-esta-o-linceiberico-1801864#gs.QwXOlrPz</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 10:30:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura do ecossistema</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332110908</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>O ecossistema é o conjunto das relações entre os fatores bióticos (fauna e flora) e abióticos. O lince-ibérico está englobado nos fatores bióticos, nomeadamente a fauna. Em termos de interação no ecossistema existem os produtores, os microconsumidores e os macroconsumidores, sendo o lince um macroconsumidor, apresentando um papel muito importante, pois embora este estabeleça relações interespecíficas de predação, aparentemente prejudiciais, com a população de coelhos-bravos, ambas estas populações acabam por beneficiar. Isto deve-se ao facto dos linces caçarem preferencialmente coelhos doentes, feridos ou mais velhos, mantendo assim a população ativa e livre de doenças. Por outro lado, o lince-ibérico também estabelece uma relação de competição com a raposa, competindo ambos pelo mesmo alimento: o coelho-bravo.</li></ul><div><br></div><ul><li>Visto que as relações que o lince pratica no ecossistema são maioritariamente interespecíficas e em busca de alimento (relações tróficas), apresento, de seguida, um exemplo de teia alimentar que descreve a sua "atividade" enquanto macroconsumidor e, em termos de nutrição, um heterotrófico por ingestão.</li></ul><div><br><mark>Fonte: </mark><br><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico">https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico</a><br><a href="http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt">http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt</a><br><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae">https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321863056/97525131d87a961d526a583cf89ac018/rty.jpg" />
         <pubDate>2019-02-17 14:27:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Análise da Teia Alimentar e Conclusão</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332113439</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao analisar as relações estabelecidas pelo lince-ibérico, é previsível o modo como o desaparecimento desta espécie afetará um dado ecossistema, uma vez que esta tem grande impacto nas cadeias e redes tróficas.<br>Com a extinção do lince-ibérico, a população de coelhos-bravos aumentará muito e, consequentemente, o alimento destes irá diminuir, provocando assim um desequílibrio no ecossistema onde ambos habitam e em todos os outros, uma vez que os ecossitemas estão inter-relacionados, sendo dependentes uns dos outros e qualquer alteração num deles reflete-se e afeta todos os outros, direta ou indiretamente.<br><br><mark>Fonte:</mark> <br><br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Lince-ib%C3%A9rico<br>http://habitatlinceabutre.lpn.pt/homepage/lince-iberico/content.aspx?tabid=2326&amp;code=pt<br>https://en.wikipedia.org/wiki/Felidae<br><a href="https://www.ambientemagazine.com/depois-de-mistral-opala-femea-de-lince-iberico-encontrada-morta-no-vale-do-guadiana/">https://www.ambientemagazine.com/depois-de-mistral-opala-femea-de-lince-iberico-encontrada-morta-no-vale-do-guadiana/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 14:49:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Notícias e vídeos sobre o lince-ibérico</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/332122343</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><a href="https://tvi24.iol.pt/videos/internacional/lince-iberico-encontrado-morto-com-mais-de-300-chumbos-no-corpo/5c2925e30cf2adafd002ad0e">https://tvi24.iol.pt/videos/internacional/lince-iberico-encontrado-morto-com-mais-de-300-chumbos-no-corpo/5c2925e30cf2adafd002ad0e</a></li><li><a href="http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/">http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/</a></li><li><a href="https://www.natureza-portugal.org/o_nosso_planeta/especies/top_5_das_especies_de_portugal___as_cinco_especies_mais_ameacadas_e_emblematicas_de_portugal/lince_iberico___o_felino_mais_ameacado_do_mundo/">https://www.natureza-portugal.org/o_nosso_planeta/especies/top_5_das_especies_de_portugal___as_cinco_especies_mais_ameacadas_e_emblematicas_de_portugal/lince_iberico___o_felino_mais_ameacado_do_mundo/</a></li><li><a href="https://www.youtube.com/watch?v=z6wYGimGEpc">https://www.youtube.com/watch?v=z6wYGimGEpc</a></li><li><a href="https://24.sapo.pt/tag/lince-iberico">https://24.sapo.pt/tag/lince-iberico</a></li><li><a href="https://www.sulinformacao.pt/2018/12/primeiros-resultados-do-programa-de-reproducao-do-lince-iberico-apresentados-em-silves/">https://www.sulinformacao.pt/2018/12/primeiros-resultados-do-programa-de-reproducao-do-lince-iberico-apresentados-em-silves/</a></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 15:40:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A Célula</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334469406</link>
         <description><![CDATA[<div>A célula é a unidade básica da vida, como diz a Teoria Celular, vida esta que pode ser extremamente simples como por exemplo nos seres unicelulares procariontes e pode ser muito complexa como nos seres pluricelulares eucariontes.</div><div>Entre as células eucariontes, podemos destacar dois tipos principais: <strong>a célula animal e a célula vegetal.</strong> Esses dois tipos celulares apresentam várias características que permitem sua diferenciação. <br>Analisando as células animal e vegetal, podemos perceber que ambas apresentam membrana plasmática constituída por lípidos e proteínas. Apesar desta semelhança, as células animais e vegetais apresentam diferenças quanto à estrutura, formato e componentes celulares.<br><br><mark>Vídeo:</mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=thufkt23AEc">https://www.youtube.com/watch?v=thufkt23AEc</a><br><br><mark>Fonte:<br></mark><a href="https://pt.depositphotos.com/126136656/stock-illustration-animal-cell-and-plant-cell.html">https://pt.depositphotos.com/126136656/stock-illustration-animal-cell-and-plant-cell.html</a><br><a href="https://www.biologianet.com/biologia-celular/diferencas-entre-as-celulas-animais-vegetais.htm">https://www.biologianet.com/biologia-celular/diferencas-entre-as-celulas-animais-vegetais.htm</a><br><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula">https://pt.wikipedia.org/wiki/C%C3%A9lula</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321863056/289a9fabb7a3c0d98492050a9b598f83/depositphotos_126136656_stock_illustration_animal_cell_and_plant_cell.jpg" />
         <pubDate>2019-02-23 18:28:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências das características das células eucarióticas animais e vegetais</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334541635</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo da atividade prática, utilizaram-se corantes diferenciados, uma vez que, dependendo do que queremos observar, utiliza-se um determinado corante.<br> O azul metileno permite visualizar o núcleo, a água iodada a parede celular e o vermelho neutro o vacúolo.<br>Ao colocar também a epiderme do caule da tradescância numa lâmina, observamos um estoma.<br>E, por fim também colocamos numa lâmina células animais do epitelio lingual, para observar céululas animais.<br><br><mark>Vídeo:</mark><br><strong>https://www.youtube.com/watch?v=rCsJMGqkAI8</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:04:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante vermelho neutro, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334543741</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada na aula</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:24:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante vermelho neutro, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334543933</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Esquema das células da epiderme da cebola com o corante vermelho-neutro.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:27:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação da epiderme da cebola ao MOC, com corante azul-metileno, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334544584</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:34:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com corante azul-metileno, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334544811</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Esquema das células da epiderme da cebola com o corante azul-metileno.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:37:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com água iodada, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334544974</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:39:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme da cebola ao MOC, com água iodada, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334545190</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Esquema das células da epiderme da cebola com água iodada.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:41:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme do caule da tradescância, ao MOC, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334545327</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte: </mark><br>Foto tirada na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:43:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células da epiderme do caule da tradescância, ao MOC, com ampliação total de 400x.</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334545579</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Esquema das células da epiderme do caule da tradescância.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:46:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células do epitelio bucal, ao MOC, com corante azul-metileno, com ampliação de 400x. </title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334545831</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada na aula.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:48:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334545831</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observação das células do epitelio bucal, ao MOC, com corante azul-metileno, com ampliação de 400x. </title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/334546107</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Esquema das células do epitelio bucal.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-24 09:51:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Evidências das características que distinguem células animais de vegetais</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/335401030</link>
         <description><![CDATA[<ol><li>Em ambas as células existe membrana celular, núcleo e citoplasma.</li><li>Nas células vegetais, o vacúolo é maior.</li><li>As células vegetais têm parede celular, cloroplastos e vacúolos.</li></ol><div>Características que distinguem os dois tipos de células que não foram observadas. </div><ol><li>As células animais têm lisossomas e as células vegetais não.</li><li>Ambas têm ribosomas, retículo endoplasmatico ,mitocôndrias, complexo de Golgi e citoesqueleto.</li></ol><div><mark>Fonte:<br></mark>https://www.diferenca.com/celula-animal-e-celula-vegetal/<br><br><mark>Vídeo:</mark><br>https://www.youtube.com/watch?v=WZ0K7lBsln8</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-26 15:11:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/338997999</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando temos dois meios de concentrações diferentes separados por uma membrana semipermeável, o solvente do meio mais diluído passa pela membrana e vai para o meio mais concentrado. Esse é o fenômeno é chamado de <strong>osmose.</strong><br>Para impedir que isso ocorra, deve-se aplicar uma pressão sobre o lado mais concentrado, que é a <strong>pressão osmótica</strong>. Cada fluido ou solução possui uma pressão osmótica diferente e isso interfere na passagem de solvente de um meio para o outro.<br><br><mark>Notícia:</mark><br>https://www.terra.com.br/noticias/dino/muito-utilizada-osmose-reversa-e-solucao-para-purificacao-da-agua,8765341b21dbbe3976965b997e5dae3746egot9s.html<br><br><mark>Fonte:</mark><br>http://www.colegiovascodagama.pt/ciencias3c/decimo/unidade11.html<br>https://pt.slideshare.net/ritarainho/biogeo10transportes-membranares</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 17:52:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tipos de meios existentes</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339006607</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Meio</strong> <strong>hipotónico</strong> - meio onde a concentração do soluto é menor em relação a outro meio.</li><li> <strong>Meio</strong> <strong>hipertónico</strong> - meio onde a concentração do soluto é superior em relação a outro meio.</li><li> Quando a concentração do soluto é igual nos dois meios,eles dizem-se <strong>isotónicos</strong>.</li></ul><div><br><mark>Vídeo:</mark><br>https://www.youtube.com/watch?v=LdKP_OmvlNA</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 18:07:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células animais em contacto com diferentes soluções </title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339027972</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Célula animal – </strong>Quando a célula animal encontra-se em uma <strong>solução isotônica</strong>(solução que apresenta mesma concentração do que o interior da célula), a água flui entre a <strong>membrana plasmática</strong> na mesma proporção para dentro e para fora da célula. Em <strong>solução hipotônica </strong>(solução que apresenta concentração menor do que o interior da célula), ocorrerá uma entrada de grande quantidade de água por osmose na célula, o que vai levá-la a uma<strong> lise </strong>(rompimento da membrana). Já quando a célula animal é colocada em uma<strong> solução hipertônica</strong> (solução que apresenta concentração maior do que o interior da célula), ela irá perder água por osmose para o ambiente.<br><br><mark>Fonte:</mark><br>https://alunosonline.uol.com.br/quimica/isotonicos.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-07 18:44:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Células vegetais em contacto com diferentes soluções </title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339541628</link>
         <description><![CDATA[<div>Quando as células vegetais entram em contacto com uma solução isotónica o fluxo de água é igual nos dois sentidos. Em contacto com uma solução hipotónica, os vacuolos enchem-se com água desenvolvendo uma <strong>pressão de turgescência </strong>( pressão que o conteúdo celular exerce sobre a parede da célula que por sua vez oferece resistência a essa pressão ) comprimindo o citoplasma e o núcleo contra a parede ficando a célula túrgida - Turgescência. Em contacto com uma solução hipertonica os vacuolos perdem água para o exterior da célula o que faz com que diminua de volume - plasmolise. <br><br><mark>Fonte:</mark><br>https://alunosonline.uol.com.br/quimica/isotonicos.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-09 10:04:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Porquê o uso de camélias nesta atividade prática?</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339541848</link>
         <description><![CDATA[<div>A camélia é uma flor cuja cor dos pigmentos se consegue ver ao MOC sem a utilização de corantes, assim sendo, podemos identificar as alterações provocadas pela osmose.</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2019-03-09 10:07:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solução A</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339542062</link>
         <description><![CDATA[<div>Na solução A ou lâminha A colocamos uma fragmentos da epiderme da pétala de uma camélia, em água destilada (meio extracelular hipotónico. <br>Ocorreu a entrada de água na célula que, aumenta o seu volume e comprime o citoplasma e o núcleo contra a parede celular. <br>Isto provoca o aumento do tamanho do vacúolo, tornando-o menos concentrado e de cor mais clara. Assim, a célula fica <strong>túrgida</strong>.<br><br><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada na aula - observação das células da epiderme das pétalas de camélia em água destilada com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-09 10:10:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solução A</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339542427</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema da células da epiderme das pétalas da camélia em água destilada com ampliação 400x .</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-09 10:15:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solução B</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339542798</link>
         <description><![CDATA[<div>Esquema das células da epiderme das pétalas da camélia em NaCl 12%  com ampliação 400x.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-09 10:20:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Solução B</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339542820</link>
         <description><![CDATA[<div> Na soluçaõ B ou lâmina B colocamos fragmentos da epiderme das pétalas de camélias com uma gota de solução aquosa de cloreto de sódio a 12 %. <br>Na lâmina B a solução é hipertónica ( NaCl 12%), por isso, os vacúolos perdem água para o exterior da célula o que faz com que diminua de volume.<br>Por o volume do vacuólo diminuir faz com que a célula fica plasmolisada. O pigmento é mais concentrado.<br><br><mark>Fonte:<br></mark>Foto tirada na aula - observação das células da epiderme das pétalas da camélia em NaCl 12%  com ampliação 400x </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-09 10:21:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/339543295</link>
         <description><![CDATA[<div>Na solução A ou lâmina A, com meio exterior hipotónico, a entrada de água nas células fez com que a dimensão do vacúolo aumentasse e a concentração de pigmento diminuísse.<br>Na solução B ou lâmina B, a cor mais escura e concentrada dos pigmentos nos vacúolos deve-se à saída de água dos vacúolos para o meio extracelular, por este ser hipertónico. Assim, a célula fica plasmolisada. Estas alterações aconteceram devido ao facto da membrana apresentar permeabilidade seletiva, assim, tem maior permeabilidade para umas substâncias do que para outras. Loapresentará maior permeabilidade para a água do que para o NaCl.<br>Não devemos generalizar os resultados destas observações , mas sim realizar novas experiências, até que seja possível a generalização.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-09 10:28:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346869192</link>
         <description><![CDATA[<div>Dia 8 de Março de 2019 tivemos a oportunidade de ir ver vários locais de Peniche como: Praia da Consolação, Cabo Carvoeiro e Remédios, Ponta do Trovão e Praia do Abalo, Papôa, e Baleal. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 09:47:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346869431</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 09:52:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Cabo Carvoeiro e Remédios</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346870535</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/321863056/c0e32df8c6725b7923de1af133b72b8e/DSC_0689.jpg" />
         <pubDate>2019-03-31 10:10:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ponta do Trovão e Praia do Abalo</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346870561</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 10:11:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Papôa</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346870572</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 10:11:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Baleal</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346870584</link>
         <description><![CDATA[<div><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 10:11:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346870690</link>
         <description><![CDATA[<div>Decidi falar da Praia da Consolação pois despertou-me o interesse por causa da paisagem fora do vulgar e da possibilidade de observação dos fósseis.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 10:12:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia Da Consolação</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346871595</link>
         <description><![CDATA[<div>Situa-se no litoral a sul de Peniche. Nas arribas estão bem explícitos sedimentos do Jurássico superior, com mais de 150 M.a, sendo uma das principais áreas de estudo deste período geológico em Portugal.<br>A Praia da Consolação é dotada de excelentes condições terapêuticas - numa aberta enseada, o iodo acumulado aliado a outras condições naturais, e pela exposição ao Sol, proporciona o bem estar de numerosas pessoas que nela procuram, com satisfação, a cura dos seus problemas de saúde de origem reumática e óssea.<br>Dada a importância geológica e paisagística desta zona fez com que criassem A Grande Rota Caminho do Atlântico, que inclui a Praia Da Consolação.<br><a href="http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2014/downloads/CONSOLACAO_V9(1).pdf">http://www.cienciaviva.pt/veraocv/2014/downloads/CONSOLACAO_V9(1).pdf</a><br><br><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A<br><a href="https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/praia-da-consola%C3%A7%C3%A3o">https://www.visitportugal.com/pt-pt/content/praia-da-consola%C3%A7%C3%A3o</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 10:24:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Descrição da Paisagem Geológica</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346875438</link>
         <description><![CDATA[<div>Na paisagem observam-se rochas com fósseis, mar e estratos altos na falésia. Podemos observar rochas sedimentares, como o grés, margas, calcários, dolomitos, e rochas metamórficas, como o mármore. Segundo o Princípio da Sobreposição de estratos é possível ver que os estratos de arenito, característicos de meios terrestres, são mais recentes do que o calcário que está por baixo, rocha característica de meios submersos, o que demonstra que houve uma regressão marinha.<br><br><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 11:10:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fósseis da Praia de Consolação</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346876580</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste local podem-se encontrar registos de fósseis de coral (colonial) (1), coral (polipeiro) (2), bivalve (3), coral (colonial) (4), rudista (5), coral (colonial) (6), ostreídeo (7).<br><br><mark>Fonte:</mark><br>Foto tirada pela turma 10A</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 11:27:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão sobre a Visita de Estudo</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/346920621</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu gostei desta Visita de Estudo porque conseguimos observar paisagens diferentes das que conhecemos mais a norte. Pelo facto de ser uma visita no âmbito de uma disciplina fez-me ver aquilo que eu não me aperceberia se fosse em família. Conseguimos trazer para casa alguns fósseis que íamos encontrando e que estavam soltos.<br>Todos iremos recordar este dia, não só pela experiência de ver o que aprendemos, mas também por todos os bons momentos e todas as fotos para recordação. O que se aprende fora da sala de aula!</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-31 17:40:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Controlo da transpiração nas plantas</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366722142</link>
         <description><![CDATA[<div>As plantas perdem grandes quantidades de água através da transpiração, libertando essa água através de estomas que, são estruturas predominantemente localizadas na epiderme das folhas. <br><br></div><div>Um estoma, é constituído por duas células-guarda., que limitam uma abertura chamada de ostíolo, que está em contato com uma câmara estomática, estando o conjunto rodeado pelas células-companhia.<br><br>Os estomas, abrindo ou fechando, podem controlar a quantidade de água perdida diariamente. O fecho e abertura dos estomas está relacionado com o estado de turgescência ou de plasmólise das células-guarda. Se as células-guarda estão túrgidas o estoma abre, se as células-guarda estão plasmolisada, o estoma fecha.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:00:24 UTC</pubDate>
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         <title>Número de estomas</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366723219</link>
         <description><![CDATA[<div>Um menor nº de estomas nas páginas superiores implica uma menor exposição aos fatores climatéricos, como o calor, o vento ou a chuva, facilitando o controlo da transpiração e das trocas gasosas pelos estomas.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:05:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fatores que influenciam a abertura dos estomas</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366724233</link>
         <description><![CDATA[<div>A abertura dos estomas varia consoante vários fatores, como por exemplo, a temperatura do ar, a quantidade de água existente no solo, a humidade do ar, o vento e a luz. <br>Uma maior taxa de fotossintese implica consumo de dióxido de Carbono, menos acidez e, assim, maior concentração de glicose nas células-guarda, que ficam hipertónicas e túrgidas. Com isto, os estomas abrem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:09:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A abertura dos estomas com a influência da luz</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366725986</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 1 -  Observação de estomas da página inferior da folha de Trandescância à luz, com ampliação de 400x.<br>Na presença de luz, normalmente, os estomas apresentam-se abertos<br>( fotografia tirada na aula )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:15:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com a influência da luz</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366727898</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 1.1 - Esquema dos estomas da página inferior da folha de Trandescância à luz, com ampliação de 400x.<br>Na presença de luz, normalmente, os estomas apresentam-se abertos<br>( esquema feito por mim )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:23:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com a influência da luz</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366732222</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 2 - Observação de estomas no caule da Trandescância, na obscuridade com a ampliação de 400x.<br>Na ausência de luz os estomas mostram-se fechados.<br>( fotografia tirada na aula )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:43:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com a influência da luz</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366733244</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 2.1 - Esquema dos estomas do caule da Trandescância, na obscuridade com ampliação de 400x.<br>Na ausência de luz os estomas mostram-se fechados.<br>( esquema feito por mim )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 15:47:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Número de estomas nas diferentes partes das folhas</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366739006</link>
         <description><![CDATA[<div>Na parte superior de uma folha, a presença de estomas é significativamente inferior à presença de estomas na página inferior.<br>Na superior analisamos 3 partes distintas e o número de estomas foi, 0, 0 e 0, respetivamente.<br>Na inferior, foram, 1, 3 e 4, respetivamente.<br><br>Como eu já disse em cima, isto dá-se devido a um mecanismo de defesa adotado pelas plantas. Visto que o local onde ocorre maioritariamente as trocas entre o meio e a plantas é nas folhas e estas são a parte da planta mais exposta aos agentes atmosféricos, possuem os seus estomas na parte menos exposta, ou seja, a parte inferior da folha, para evitar a perda de água excessiva.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:13:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366741139</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 3 - Esquemas dos estomas da página superior da folha da Trandescância à luz com ampliação de 400x.<br>( não se observam estomas )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:23:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com a influência do sal</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366742414</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto maior a salinidade nas células de companhia, gerar-se-á grande presão osmótica nas células guarda, levando à saída da água das células guarda, o que provoca o fecho do ostíolo.<br>E, quanto menor a salinidade nas células de companhia, gerar-se-á grande presão osmótica nas células de companhia, levando à entrada da água nas células guarda, o que provoca a abertura do ostíolo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:30:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com influência do sal</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366743482</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 5 - Observações dos estomas no caule da Trandescância em água destilada, com ampliação de 400x. <br>( Pouca salinidade )<br>( fotografia tirada na aula )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:35:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com a influência do sal</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366743487</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 4 - Observação do caule de Trandescância numa solução de NaCl, com ampliação de 400x.<br>( Muita salinidade )<br>( fotografia tirada na aula )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:35:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com influência do sal</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366744360</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 4.1 - Esquema das observações do caule de Trandescância numa solução de NaCl, com ampliação de 400x.<br>( Muita Salinidade ) <br>( esquema feito por mim )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:38:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abertura dos estomas com influência do sal</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366747141</link>
         <description><![CDATA[<div>Figura 5.1 - Esquema dos estomas no caule de Trandescância em água destilada, com ampliação de 400x. <br>( Pouca Salinidade )<br>( esquema feito por mim )</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:50:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>joana_fernandes</author>
         <link>https://padlet.com/joana_fernandes/9r86e82h7alw/wish/366749260</link>
         <description><![CDATA[<div>Concluindo,  a presença de luz favorece a abertura dos estomas, enquanto que na obscuridade os estomas fecham.<br> Por outro lado, num meio salino (hipertónico), as células-guarda perdem água por osmose, ficando plasmolisadas e por isso o estoma fecha. Num meio hipotónico, as células guarda ( hipertónicas), ganham água ficando túrgidas e o estoma abre.  <br><br><mark>Vídeo: </mark><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=Tc5omvzsWJE">https://www.youtube.com/watch?v=Tc5omvzsWJE</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-10 16:59:58 UTC</pubDate>
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