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      <title>ESCOLA NORMAL E CURSO DE PEDAGOGIA by Leticia Souza</title>
      <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi</link>
      <description>UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE 
Faculdade de Educação - Curso de Pedagogia 
Disciplina: Magistério das Disciplinas Pedagógicas do Ensino Médio - P1
Docente: Rejany dos Santos Dominick
Discentes: Lucila Rego Barros Pereira, Luísa Baptista da Silva, Gleyce Helena Gomes Lucena, Letícia Chagas de Souza e Millena Reis Duarte.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-03 18:21:13 UTC</pubDate>
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         <title>A primeira Escola Normal do Brasil teve sua fundação na província do Rio de Janeiro, em uma localidade denominada Vila Real da Praia Grande e que hoje se chama  Niterói, no estado do Rio de Janeiro. Sua instalação, no ano de 1835, se deu devido a lei nº 10 de 4 de abril de 1835, elaborada por Joaquim José Rodrigues Torres, então presidente da província do Rio de Janeiro.</title>
         <author>lucila_barros</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2032064078</link>
         <description><![CDATA[<div>"A escola seria&nbsp; regida por um diretor que exerceria também o cargo de professor. O currículo, pouco diferia das escolas primárias, acrescentadas apenas noções de didática e leitura. A formação oferecida pela Escola Normal compreendia: ler e escrever pelo método Lancasteriano; realizar as quatro operações matemáticas e proporções; conhecimentos da língua nacional; elementos de Geografia e princípios de moral&nbsp; cristã" ( TANURI, 1969, p.16).<br>TANURI, Leonor M. Contribuição para o estudo da escola Normal no Brasil. São Paulo: CRPE, n. 13, 1970.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-07 01:45:03 UTC</pubDate>
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         <title>Grande parte das escolas normais foi criada para o público masculino, e depois foi tendo em turno diferente o público feminino até o século XIX, onde as mulheres era a maioria que freqüentava essas instituições para a preparação ao magistério. Nesta época algumas instituições era internato, mais a maioria era regime externato. Já as alterações curriculares, os livros didáticos usados nessas instituições ocorreram no final do século XIX e começo de XX.</title>
         <author>lucila_barros</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2032114041</link>
         <description><![CDATA[<div>REFERÊNCIA: SILVA, Laís Marta Alves; RODRIGUES, Fernanda Plaza. A escola normal e as reformas educacionais como símbolo republicano. São Paulo, 2018</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-07 02:25:20 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Ensinar exige pesquisa&quot;</title>
         <author>lelehsouza35</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2035871410</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Não há ensino sem pesquisa e pesquisa sem ensino. Fala-se hoje, com insistência, no professor pesquisador. No meu entender o que há de pesquisador no professor não é uma qualidade ou uma forma de ser ou atuar que se acrescente á de ensinar. Faz parte da natureza da prática docente a indagação, a busca, a pesquisa. O de que se precisa é que, em sua formação permanente, o professor se perceba e se assuma, porque professor, como pesquisador." (FREIRE, 1996, p. 15)<br><br>Referência Bibliográfica: FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia. Saberes Necessários à Prática Educativa. São Paulo:&nbsp;Paz e Terra, 1996.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 16:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito &quot;Professor-Pesquisador&quot; - Lawrence Stenhouse</title>
         <author>lelehsouza35</author>
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         <description><![CDATA[<div>A concepção de professor como pesquisador teve início na Inglaterra, surgindo na década de 1960, através de um movimento de professores no processo de reforma curricular das chamadas "Secondary modern schools".<br>O educador inglês, Lawrence Stenhouse, foi quem sistematizou e organizou nesse período o plano curricular surgido nos movimentos das secondary modern schools, trazendo acréscimos e o conceito de práxis- pelo filósofo Aristóteles - para defender o currículo, como um processo e meio pelo qual as ideias educativas são desenvolvidas e comprovadas. O currículo teria base na reflexão de ideias postas em ação e o professor seria fundamental na construção da teoria curricular. Nesse contexto, Stenhouse defendeu a ideia de professor como pesquisador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 16:39:01 UTC</pubDate>
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         <title>Conceito &quot;Professor Reflexivo&quot; - Donald Schön (1983, 1992)</title>
         <author>lelehsouza35</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2036364897</link>
         <description><![CDATA[<div>Baseado nos pressuposto do pensamentos do filósofo John Dewey, o pedagogo estadunidense Donald Schön, discorreu sobre o conceito do professor reflexivo, embasado na "reflexão na ação" que ocorre quando o professor reflete, trazendo para si questões do dia-a-dia como situações problemas, ao mesmo tempo em que as vivencia. Também na "reflexão sobre a ação" onde ocorre a reflexão após a ação, tendo um caráter retrospectivo. E por terceiro, a "reflexão sobre a reflexão na ação", onde em um processo mais elaborado, o professor buscaria compreender a ação, interpretando-a e possuindo condições de criar outras alternativas para aquela situação.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 19:38:18 UTC</pubDate>
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         <title>Professor reflexivo</title>
         <author>lelehsouza35</author>
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         <description><![CDATA[<div>"<em>(...)o que parece ter ocorrido no Brasil foi a apropriação desse conceito para servir de base a reformas educacionais cujo foco recaiu sobre a formação e prática dos professores. Dele tentou-se extrair qualquer indicativo de que um professor formado como profissional reflexivo teria condições de lidar com diferentes situações-problema no contexto de desenvolvimento do seu trabalho. Não se levou em conta que, para isso, seriam necessárias alterações substantivas nessas&nbsp; condições, além de considerados também os diferentes aspectos que envolvem a relação ensino e aprendizagem nas salas de aula e o processo educativo como um todo (Miranda, 2005) (...) Além da problemática que incide sobre o conceito de professor reflexivo, o seu guarda-chuva parece ter abarcado as possibilidades de se pensar e expandir o conceito de professor pesquisador tendo como base sua originalidade. É desse modo que, atualmente, falar em professor como pesquisador nos remete ao professor reflexivo, à pesquisa-ação, à pesquisa sobre a própria prática, entre outros." </em>T.B. FAGUNDES 2016. p.292.<br><br>Referência Bibliográfica: FAGUNDES, T. B. Os conceitos de professor pesquisador e professor reflexivo: perspectivas do trabalho docente. Revista Brasileira de Educação, v. 21, n. 65, abr.-jun. 2016.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 19:43:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lelehsouza35</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2036381856</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-08 19:46:10 UTC</pubDate>
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         <title>Decreto de Criação da Escola Normal no Brasil </title>
         <author>lelehsouza35</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2044134493</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-13 00:16:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lelehsouza35</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 14:59:28 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres na docência - Dados de 2020</title>
         <author>lelehsouza35</author>
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         <description><![CDATA[<div>De acordo com o Censo Escolar de 2020, no Brasil, 81% dos docentes de escolas técnicas, regulares e EJA, são mulheres. Ainda assim, os docentes do sexo masculino recebem cerca de 12% a mais que as mulheres. Uma das justificativas seria o fato das mulheres se concentrarem em níveis mais baixos de escolaridade e em regiões com salários menores.&nbsp;<br>A docência feminina diminui na medida em que se avança nas 9 etapas de ensino. Mulheres correspondem a 96% dos professores da educação infantil. No ensino fundamental I e II, respectivamente, 88% e 67% dos professores e no ensino médio, o percentual diminui para 58%.&nbsp;<br><br>Fonte: Censo Escolar 2020<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 20:54:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Guia Quando a nossa voz ganha o mundo – garotas pelo direito à educação no Brasil
</title>
         <author>lelehsouza35</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2047233407</link>
         <description><![CDATA[<div>"Quando foram criadas as primeiras escolas no Brasil pelos jesuítas durante o período colonial, elas eram somente para meninos e homens da elite. Após a independência do Brasil (1822), com uma lei de 1827, é reconhecido o direito das meninas na escola. Começaram a surgir escolas femininas que, além de serem separadas das masculinas, tinham características&nbsp; diferentes. Para as meninas, o foco era prepará-las para cuidar da casa e da família, e conteúdos, como a matemática, eram reduzidos.”<br><br>Ação Educativa, 2019</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 21:07:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>lelehsouza35</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2047298429</link>
         <description><![CDATA[<div>Na primeira Escola Normal, em Niterói, em 1835, não foi admitido matrícula para moças. A educação feminina no Rio de Janeiro contou com o apoio de vários grupos de religiosas. <br>Como exemplo disso, temos o Colégio Imaculada Conceição, posto a funcionar em 1854. O colégio era mantido pela Companhia das Filhas de Caridade de São Vicente de Paula e voltavasse para a educação das filhas da elite carioca. O colégio era comprometido com padrões morais da Igreja Católica Romana.<br>Então, escolas protestantes, especialmente metodistas e presbiterianas, que quebraram o monopólio religioso do catolicismo e, pela primeira vez no Brasil, foram fundadas, a partir de 1870. Essas novas escolas reuniram alunos de ambos os sexos numa mesma classe.<br>Surgiram também nessa época, escolas públicas mistas. Assim, professoras receberam autorização para lecionar para meninos, geralmente, entre 12 a 14 anos, o que abriu um novo campo ao magistério feminino.<br>Assim, as mulheres foram liberadas para ingressar nos cursos normais, e o trabalho feminino ganhou força no final do século XIX, tendo em vista a necessidade de um número maior de trabalhadores para suprir a crescente demanda. <br>Aliado a isso, foi construído o discurso da vocação natural da mulher ao magistério. Médicos, pais, clero e governantes acreditavam que elas eram dotadas de ternura e outras qualidades “naturais” para os professores exercerem sua profissão. (<strong>colocar a fonte</strong>)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-14 22:02:46 UTC</pubDate>
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         <title>Perspectiva histórica </title>
         <author>lelehsouza35</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Ferreira (1998) apontou as razões da supremacia feminina na docência infantil ao analisar a profissão docente a partir de uma perspectiva histórica. Em sua análise, até o final do século XIX, os professores eram quase exclusivamente do sexo masculino. Desde os tempos coloniais, as mulheres eram responsáveis pelas atividades "naturais" de seu gênero, como costurar, bordar, cuidar da casa, maridos e filhos, sem educação formal. Além disso, as condições de trabalho e os salários dos professores eram precários, principalmente devido à organização burocrática da metrópole e à situação financeira da cidade. Além disso, o magistério foi marcado como “sacerdócio” e sua ocupação devido à influência religiosa, e como forma de ganhar maior prestígio social. A universalização do ensino fundamental, juntamente com a educação das mulheres, tomou forma nos ideais da Revolução Francesa (SCHAFFRATH, 2000).<br><br>Como a educação primária é considerada uma extensão da formação moral e intelectual recebida em casa, acreditava-se que a educação das crianças era melhor deixar aos cuidados das professoras. Assim, a socialização do filho, mesmo por meio da "constituição natural" e como parte da função materna, dependia da mulher. Mesmo reconhecendo o papel das mulheres como formadoras dos cidadãos da nação, havia uma preocupação em manter a imagem de mulheres associadas aos papéis de mães e esposas. As mulheres também eram discriminadas em todos os aspectos da vida social, o que se refletia na falta de espaço para que as mulheres se envolvessem de fato no magistério.<br><br>Aponta-se, então, a industrialização como o principal fator para a entrada das mulheres na docência, uma vez que uma nova configuração social se transformou, e mulheres de classes mais baixas e buscavam a docência como forma de ascensão social, ainda que não fosse uma profissão muito rentável.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 04:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres que marcaram a educação brasileira </title>
         <author>lelehsouza35</author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2047748427</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 04:23:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2048583828</link>
         <description><![CDATA[<div>E<strong>sta disciplina começou trazendo vários questionamentos e dúvidas que faziam emergir questões pertinentes à formação docente.&nbsp;<br>Com base nas hipóteses levantadas por nós no início do período, passamos a pensar sobre as múltiplas vertentes que surgem quando se pensa em magistério das disciplinas do Ensino médio. Foi interessante constatar o que já sabíamos, e para além, poder descobrir coisas novas e relevantes para a nossa formação. Essa metalinguagem, discutir formação durante a própria formação, é parte fundamental da construção dos educadores e educadoras que queremos ser.</strong></div><div><strong><br>Muito interessante também foi a abordagem do uso das ferramentas tecnológicas tendo em vista o período pandêmico em que dependemos desses veículos para nossa comunicação e aprendizagem, foi legal a forma com que a professora nos estimulou a conhecer variadas possibilidades e formas de apresentação das atividades durante a disciplina.</strong></div><div><br></div><div><strong>Outro ponto foi aprender sobre as diferenças entre professor reflexivo e professor pesquisador, onde pudemos falar sobre a revisão da práxis docente como movimentos necessários no ato do magistério, propondo um maior diálogo entre os sujeitos que fazem parte do processo de aprendizagem.<br>A educadora ou o educador é alguém que, para além de saber, ou como nas palavras de FREIRE, "depositar" conteúdos, se propõe a ter um olhar sensível que se propõe a saber mais sobre como seus alunos aprendem.&nbsp;</strong></div><div><br></div><div><strong>Aprendemos também sobre as diferenças entre: o curso Normal e o Curso de Pedagogia; e a formação em licenciatura e a formação em bacharelado. Conhecemos mais sobre as tendências Pedagógicas, sobre como e em que contexto histórico surgiu a formação de professores e sobre algumas questões de gênero dentro da História do Magistério.&nbsp;</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 13:47:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/lelehsouza35/9pzlrsg2nvp8zxoi/wish/2048610509</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Durante as aulas falamos muito sobre a importância da relação professor-aluno se dar de forma dialógica onde a Pedagogia da pergunta e a liberdade de diálogo que propulsionam o aprendizado estejam presentes. Sendo assim, a docente ou o docente consciente de sua grande responsabilidade de ensinar, devem se propor à incessante busca do conhecimento reconhecendo seu valor e seus saberes, mas, antes de tudo, percebendo que os discentes também são sujeitos potentes, dotados de aprendizado e muito dispostos a nos ensinar.<br></strong><br></div><div><strong>Sendo assim, ainda queremos aprender mais sobre como relacionar a teoria com a prática no cotidiano da sala de aula, sabendo que uma depende da outra para que o ensino e aprendizagem possam estar sintonizados, porém, entendendo que esse aprendizado está em constante movimento e faz parte do processo inesgotável de busca por aprendizado e pesquisa na formação do magistério.&nbsp;<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 13:59:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luisabs1</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 14:47:40 UTC</pubDate>
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         <title>Audiolivro: Medo e Ousadia- O cotidiano do professor - Paulo Freire e Ira Shor</title>
         <author>lelehsouza35</author>
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         <description><![CDATA[<div>Resumo: O que é ensino libertador? Como o professor se transforma em educador libertador? Como é que os estudantes iniciam seu processo de transformação? Como se podem transmitir conteúdos através de um método de diálogo? Essas e outras importantes questões são aqui debatidas por Paulo Freire, educador brasileiro internacionalmente conhecido pela sua contribuição definitiva à prática pedagógica contemporânea, e Ira Shor, educador norte-americano, estudioso e crítico dos rumos da educação nos Estados Unidos. Rara oportunidade para um contato profundo com as diferenças e semelhanças entre a educação no Primeiro e Terceiro Mundos.<br><br>Referência Bibliográfica: FREIRE, Paulo; SHOR, Ira. Medo e ousadia: o cotidiano do professor. 10.ed. Rio de Janeiro: Editora Paz e Terra, 1986. 224 p.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-15 15:10:31 UTC</pubDate>
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