<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Ensino colaborativo-Tarefa 4-Fórum Semana 05 by ERICK PROFERICK</title>
      <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr</link>
      <description>Ações do Ensino Colaborativo
Colégios de Aplicação (UERJ/UFRJ)</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-22 14:00:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-16 04:41:42 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>Ações do Ensino Colaborativo nos Colégios de Aplicação (UERJ/UFRJ)</title>
         <author>professorferick72</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2511875090</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;CAP-UERJ</div><div><strong>Colaboração e inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais especiais: elementos em diálogo para/com/sobre a produção curricular&nbsp;</strong></div><div>Resumo</div><div>Esta tese foi desenvolvida a partir do questionamento sobre como ocorrem os processos de colaboração na produção curricular para a inclusão de alunos com Necessidades Educacionais Especiais. A produção curricular foi assumida como um processo de colaboração entre todos os integrantes da comunidade escolar e os implica coletivamente nas decisões, realizações, acompanhamento, avaliação e revisão do trabalho, como um ciclo constante de aperfeiçoamento e adequação do projeto geral da escola. Foram construídos dois objetivos: a) Compreender e analisar a colaboração na produção curricular para inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais no Colégio de Aplicação da UERJ (CAp/UERJ), a partir de um banco de dados produzido na pesquisa Políticas e práticas de inclusão escolar no Colégio de Aplicação da UERJ: impactos sobre a cultura escolar (GLAT, 2016); b) Reconhecer as dinâmicas de colaboração no cotidiano das práticas curriculares para a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais. Trata-se de uma pesquisa de base qualitativa, tendo sua fundamentação teórica e metodológica constituída a partir das teorias do ciclo de políticas e da atuação das políticas de Stephen Ball. Esse arcabouço conceitual fundamenta o desenvolvimento de análises que destacam as políticas de inclusão escolar, curriculares e de avaliação articuladas nas interpretações e traduções realizadas pelos diversos atores no cotidiano da escola contexto da prática. Ao longo da investigação foi configurada a tese de que a inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais pressupõe alterações na cultura escolar e essas alterações requerem a colaboração entre professores especializados e de turmas comuns, uma colaboração entendida como ação política e intimamente relacionada a elaboração do currículo de cada escola. Os dados empíricos foram explorados, analisados e interpretados, possibilitando a elaboração de considerações e dentre essas, as principais apontam que o ensino colaborativo é uma prática inclusiva inserida na produção curricular. Como tal, essa prática se constitui de ferramentas institucionais, teóricas, metodológicas e de textos políticos, que fundamentam as interpretações e as ações dos docentes especializados e os do ensino comum.</div><div>Fonte:</div><div>&nbsp;<strong>Oliveira</strong>, Mércia Cabral de.<br> Colaboração e inclusão escolar de alunos com necessidades educacionais<br> especiais: elementos em diálogo para/com/sobre a produção curricular / Mércia<br> Cabral de Oliveira. – 2018.<br> 130 f.</div><div><a href="https://www.bdtd.uerj.br:8443/bitstream/1/10275/1/Tese_Mercia%20Cabral%20de%20Oliveira.pdf">https://www.bdtd.uerj.br:8443/bitstream/1/10275/1/Tese_Mercia Cabral de Oliveira.pdf</a></div><div><br></div><div>CAP-UFRJ</div><div><strong>Desafios e estratégias para a acessibilidade e inclusão no CAp UFRJ durante a pandemia COVID-19&nbsp;</strong></div><div><br><br></div><div><strong>Resumo</strong></div><div><br><br></div><div>&nbsp;A escolha da Educação Especial Inclusiva como tema central desta pesquisa possui forte relação com as experiências por mim vivenciadas. A presente pesquisa teve como objetivo investigar como a acessibilidade e a inclusão foram trabalhadas no Colégio Aplicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (CAp-UFRJ) durante o período de ensino remoto e híbrido em virtude da pandemia de Covid-19 (2020 e 2021). Para isso, o referencial teórico da pesquisa se escorou em autores que estudam a educação especial, bem como a inclusão escolar. Dentre os autores destacamos: Redig, Mascaro &amp; Glat (2020) e outros. A investigação, de caráter qualitativo, teve como procedimento de coleta de dados duas entrevistas à equipe do Núcleo de Educação Especial e Inclusiva (NEEI) do CAp-UFRJ. As entrevistas foram relacionadas ao período pandêmico, focando as vivências e experiências voltadas para a Educação Especial. Tais entrevistas ocorreram de forma remota, por meio de plataforma Zoom. Sob a ótica da pandemia, estudos apontam que alunos que apresentam alguma deficiência ficaram ainda mais à margem do ensino em determinadas situações, indicando a necessidade de se repensar as práticas pedagógicas existentes na Educação Especial no Brasil. É necessário pensar uma escola inclusiva com práticas educacionais humanizadoras, que contribuam efetivamente para a formação de um sujeito autônomo, independente de suas limitações e condições. A título de considerações finais, observou-se que o CAp-UFRJ tem oportunizado a experimentação de práticas pedagógicas por meio do Ensino Colaborativo, PEI – Plano Educacional Individualizado e o DUA – Desenho Universal para Aprendizagem, de forma bastante satisfatória. Considera-se que o conjunto de ações adotadas pelo colégio tem muito potencial para suprir as diversas necessidades dos sujeitos da Educação Especial.&nbsp;</div><div>&nbsp;Fonte:&nbsp;</div><div><strong>CAVALCANTE</strong>, Sheila da Cruz Ribeiro. Desafios e estratégias para a acessibilidade e inclusão no CAp UFRJ durante a pandemia COVID-19. <strong>Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Pedagogia)-Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro</strong>, 2022.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><a href="https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/17140/1/SCavalcante.pdf">https://pantheon.ufrj.br/bitstream/11422/17140/1/SCavalcante.pdf</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youbilingue.com.br/blog/wp-content/uploads/2021/02/aprendizagem_colaborativa_como_engajar_seus_alunos-1536x1024.jpg" />
         <pubDate>2023-03-10 13:59:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2511875090</guid>
      </item>
      <item>
         <title>“ Práticas docentes em colaboração: Relatos de experiências” - Ministração da aula: Profª Drª Carla Marçal (Professora do CAp/UERJ)  e Profª Ms Thais Motta (Professora e Coordenadora do núcleo de inclusão  do CAp/UFRJ).</title>
         <author>rosecleatome</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2513148168</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pontos Paralelos</strong> entre as duas práticas educativas nos colégios de aplicação citados:<br>* <strong><em>Ensino Colaborativo</em></strong>; "O sistema de ensino colaborativo consiste em uma parceria entre os professores de Educação Regular e os professores de Educação Especial, na qual um educador comum e um educador especial dividem a responsabilidade de planejar, instruir e avaliar os procedimentos de ensino a um grupo heterogêneo de estudantes. (FERREIRA, MENDES, ALMEIDA, DEL PRETTE, 2007, p. 01)&nbsp;</div><div><em>7854-Texto do artigo-27381-2-10-20161013 (2).pdf</em></div><div>* <strong><em>PEI - Planejamento Educacional Individualizado.<br>"</em></strong><em>O</em> Plano Educacional Individualizado (PEI) é um documento que parte de uma avaliação realizada sobre um aluno com necessidades educacionais específicas. Assim sendo, o professor exerce papel determinante nesse processo. Afinal, ele é responsável por elaborar o levantamento, juntamente com algum grupo voltado para essa abordagem, como o Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Educacionais Específicas (NAPNE) – comum em instituições de ensino superior. Porém, em escolas voltadas para o ensino fundamental e médio, a equipe docente pode contar com o respaldo de coordenadores pedagógicos; além dos familiares do aluno e de profissionais que conheçam as características cognitivas e sociais da criança."<br><em>https://blog.rhemaeducacao.com.br/o-que-e-o-plano-educacional-individualizado-pei/</em></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-03-12 12:51:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2513148168</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>rosecleatome</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2513148726</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Pontos&nbsp; Congruentes</strong> entre essas mesmas práticas: Os recursos utilizados.<br><br><strong><em>CAp/UERJ</em></strong>.<br><br>* <strong>Tecnologia Assistiva - "</strong> é o termo usado para identificar todo o arsenal de <strong>Recursos </strong>e <strong>Serviços</strong> que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover <strong>Vida Independente</strong> e <strong>Inclusão</strong>.</div><div>É também definida como <strong><em>"uma ampla gama de equipamentos, serviços, estratégias e práticas concebidas e aplicadas para minorar os problemas encontrados pelos indivíduos com deficiências"</em></strong> <em>(Cook e Hussey • Assistive Technologies: Principles and Practices • Mosby – Year Book, Inc., 1995).</em></div><div><em>https://www.assistiva.com.br/tassistiva.html</em></div><div><br>* <strong>Comunicação Alternativa - </strong>&nbsp; " a comunicação alternativa; segundo Franco (2014, p. 20), "a área da tecnologia assistiva que se dedica especialmente à ampliação de habilidades de comunicação é denominada comunicação aumentativa e alternativa (CAA)".<br><em>https://educacaopublica.cecierj.edu.br/artigos/21/16/as-tecnologias-assistivas-como-forma-de-comunicacao-alternativa-para-pessoas-com-transtorno-do-espectro-autista<br></em><br><strong><em>CAp/UFRJ.<br></em></strong><br>*<strong> DUA</strong> - "O Desenho Universal para Aprendizagem é um conjunto de possibilidades – materiais flexíveis, técnicas e estratégias – que busca ampliar a aprendizagem de alunos com ou sem deficiência. O objetivo é atingir um número maior possível de alunos, universalizando, portanto, a construção do conhecimento. Os alunos são diferentes na maneira como percebem e compreendem a informação que lhes é apresentada. Têm ainda diferenças socioculturais e econômicas, podem falar idiomas diversos, e alguns têm deficiências – intelectual, motora e sensorial. Levando em conta essa realidade, a diversidade deve estar contemplada na maneira como o conteúdo é apresentado e nas múltiplas formas de representá-lo, na ampliação de oportunidades de ação e expressão dos alunos e no desenvolvimento de estratégias que garantam o envolvimento dos atores da aprendizagem."<br><em>https://www.movimentodown.org.br/educacao/desenho-universal-para-aprendizagem/</em><br>* <strong>PAP</strong> - Plano de Ação Pedagógica -&nbsp; "Orientações para adoção das melhores estratégias para o estudante com transtornos de aprendizagem/desenvolvimento. Criado em 2022 pela Equipe NEEI"<br><em>file:///C:/Users/rosec/OneDrive/Área%20de%20Trabalho/Práticas%20docentes%20em%20colaboração%20relato%20de%20experiências2%20-%20Copi<br><br><br></em><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-03-12 12:52:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2513148726</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Integrantes do Grupo da Disciplina Ensino colaborativo, Planejamento Educacional Individualizado (PEI) e propostas intersetoriais:</title>
         <author>marciafitaroni</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2516579099</link>
         <description><![CDATA[<div>Erick Cavalcante Cândido,<br>Fabrine Paranhos Miranda,&nbsp;<br>Márcia de Oliveira Lima Fitaroni<br>Maria das Graças Estanislau de Mendonça Mello de Pinho<br>Roseclea Ferreira Tomé Almeida</div>]]></description>
         <enclosure url="https://images.unsplash.com/photo-1582213782179-e0d53f98f2ca?crop=entropy&amp;cs=tinysrgb&amp;fm=jpg&amp;ixid=Mnw3ODI2fDB8MXxzZWFyY2h8NXx8Z3J1cG98cHR8MXx8fHwxNjc4ODE4MjM3&amp;ixlib=rb-4.0.3&amp;q=80" />
         <pubDate>2023-03-14 18:25:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2516579099</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pontos paralelos e pontos congruentes entre os Colégios de Aplicação (UERJ/UFRJ), no  que diz respeito a implementação e as ações do Ensino Colaborativo</title>
         <author>marciafitaroni</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2519447564</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Ensino colaborativo é definido como uma parceria entre os professores do ensino regular e especial, desde que os dois professores se responsabilizem e compartilhem o planejamento, a execução e a avaliação de um grupo heterogêneo de estudantes dos quais alguns possuem necessidades educacionais especiais (MENDES; VILARONGA; ZERBATO, 2014, p. 45-46).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1737180179/6bcbc6802cefc131dbb1892479b39a08/Tabela_Ensino_Colaborativo__2_.png" />
         <pubDate>2023-03-16 13:56:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2519447564</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ensino colaborativo</title>
         <author>marciafitaroni</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2519739131</link>
         <description><![CDATA[<div>“A literatura estrangeira vem apontando que a colaboração entre professores da educação comum e especial tem possibilitado uma reflexão da prática pedagógica...” (CAPELLINI e MENDES, 2007).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1737180179/b497f627056c7c404481bcd4b24eb77c/Ensino_Colaborativo___CAp___UFRJ_.jpg" />
         <pubDate>2023-03-16 17:05:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2519739131</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ensino colaborativo</title>
         <author>marciafitaroni</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2519741414</link>
         <description><![CDATA[<div>O trabalho baseado no ensino colaborativo, também conhecido como coensino, entre professores de educação especial e da sala regular, faz parte da proposta de alguns países para a inclusão escolar de alunos com deficiência, sendo esta apontada como uma das mais relevantes. (MENDES; VILARONGA, 2014, P. 142).<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1737180179/5a2643ab96b825f104941460981da88b/Ensino_Colaborativo_CAp___UERJ.jpg" />
         <pubDate>2023-03-16 17:07:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2519741414</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ENSINO COLABORATIVO Por Maria das Graças E. M. M. de Pinho</title>
         <author>cmenatividade17</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521340185</link>
         <description><![CDATA[<div>Pontos congruentes e paralelos no que diz respeito a implementação e as ações do Ensino Colaborativo entre os Colégios de Aplicação (UERJ/UFRJ):<br><br></div><div>&nbsp;<strong>Congruentes:</strong> Tanto o AAE, quanto o PEI, são ações do Ensino Colaborativo utilizadas pelos dois colégios.<br><br></div><div>AAE - Atendimento Educacional Especializado</div><div>&nbsp;</div><div>O atendimento educacional especializado - AEE tem como função identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela (BRASIL, 2008).<br><br></div><div>É um serviço oferecido pela modalidade da Educação Especial. Tem o objetivo de complementar ou suplementar a escolarização de crianças/estudantes público-alvo da Educação Especial (MOTTA, 2023).<br><br></div><div>&nbsp;PEI - Plano de Ensino Individualizado</div><div>&nbsp;</div><div>“O PEI vem sendo apresentado no Brasil como uma importante estratégia para elaborar, implementar e avaliar adaptações curriculares que favoreçam a inserção de alunos com necessidades educacionais especiais em turmas regulares de ensino, norteando as ações pedagógicas dos professores (Vianna,2011)”)”.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Paralelos: </strong>São estratégias, recursos e produtos que favorecem a efetivação do Ensino Colaborativo, tais como Tecnologia Assistiva, Comunicação Alternativa, Planejamento compartilhado, Docência compartilhada, Avaliação compartilhada.</div><div>&nbsp;</div><div>Dois pontos que merecem destaque:</div><div>&nbsp;</div><div>DUA - Desenho Universal para a Aprendizagem /Acessibilidade Curricular</div><div>PAP - Plano de Ação Pedagógica/Mediação Pedagógica</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1734777853/3e4c2ac03920a77e99745e37cbeff8cf/b5a6275f_6026_49fe_bd5c_11242d597b1c.jfif" />
         <pubDate>2023-03-17 20:32:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521340185</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Pontos paralelos entre as duas práticas  educativas nos colégios de aplicação da UERJ e UFRJ</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521419148</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>ENSINO COLABORATIVO<br></strong>Ensino colaborativo, coensino ou parceria são nomes que designam uma atividade humana bastante antiga e notadamente eficaz: a colaboração para se alcançar um objetivo que não seria possível de maneira individual. <a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#redalyc_560659010009_ref2">Becker (2010)</a>, ao explorar o universo das artes, destaca que toda a atividade humana envolve, de alguma maneira, a cooperação. Ao longo dos tempos, esse procedimento garantiu não só a sobrevivência de grupos, como a sistematização de conhecimentos acumulados.</div><div>A prática da parceria resultou em eficácia nas diferentes áreas do conhecimento humano, como a educação, onde a importância da colaboração é evidenciada por<a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#redalyc_560659010009_ref38"> Vygotsky (1989, p. 98)</a> ao discutir a zona de desenvolvimento proximal<a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#fn1"><sup>[1]</sup></a>: “[...] aquilo que uma criança pode fazer com assistência hoje, ela será capaz de fazer sozinha amanhã.” Para Vygotsky, a colaboração é intrínseca à zona de desenvolvimento proximal, e este último conceito deve ser utilizado como ferramenta no âmbito educacional.</div><div>De acordo com <a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#redalyc_560659010009_ref33">Thurler (2001)</a>, isolamento e individualismo têm sido culturalmente dominantes na educação, corroborados pela fragmentação das áreas do conhecimento. Esta práxis da pós-modernidade, arraigada nos discursos docentes, legou a herança do isolamento do trabalho do professor em sala de aula, intensificando-se quando se trata da educação inclusiva, ainda que a orientação oficial para formação de professores seja no sentido da colaboração (<a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#redalyc_560659010009_ref4">BRASIL, 2002</a>), indicação extensiva aos profissionais da inclusão:</div><div><em>A educação especial direciona suas ações para o atendimento às especificidades desses estudantes no processo educacional e, no âmbito de uma atuação mais ampla na escola, orienta a organização de redes de apoio, a formação continuada, a identificação de recursos, serviços e o desenvolvimento de práticas colaborativas. (</em><a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#redalyc_560659010009_ref5"><em>BRASIL, 2008, p.11</em></a><em>)<br></em>De acordo com <a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#redalyc_560659010009_ref24">Mendes, Almeida &amp; Toyoda (2011, p. 85)</a> o ensino colaborativo ou coensino “é um modelo de prestação de serviço de educação especial no qual um educador comum e um educador especial dividem a responsabilidade de planejar, instruir e avaliar a instrução de um grupo heterogêneo de estudantes.”</div><div><a href="https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/#redalyc_560659010009_ref32">Sousa, Silva &amp; Fantacini (2016)</a> afirmam que o ensino colaborativo é um instrumento importante como estratégia de inclusão, pois possibilita o compartilhamento de saberes entre profissionais e contribui para os processos de aprendizagem das crianças público-alvo da educação especial. Ele carece de voluntarismo e profissionalização por parte dos educadores, mas apresenta-se como estratégia eficiente no tocante ao processo de escolarização.</div><div>https://www.redalyc.org/journal/5606/560659010009/html/</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Plano de Ensino Individualizado<br></strong>O Plano Educacional Individualizado, mais conhecido pela sigla PEI,&nbsp; é um documento elaborado pelo professor a partir de uma avaliação de um aluno com necessidade educacional específica.<br>No Brasil, embora a legislação não referencie o termo Plano Educacional Individualizado,são diversas asleis que preveemo direito ao atendimento educacional individualizado, como a Constituição Federal (1988), o Estatuto da Criança e do Adolescente (1990), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (1996), a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (2008) e a Lei Brasileira de Inclusão (2015) (OLIVEIRA,2017).<br>A Lei nº 9.394/96, em seu artigo 59, inciso I, prevê que os estudantes PAEE devem ter assegurados, pelos sistemas de ensino, os “currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos, para atender às suas necessidades” (BRASIL, 1996). Para que a escola ofereça um atendimento educacional individualizado que atenda às suas especificidades, é necessário um conjunto de ações no sentido de adequar a sua proposta pedagógica às possibilidades pedagógicas e cognitivas daqueles que apresentam alguma necessidade educacional especial. O PEI é uma ação viabilizadora dessa prática, visto que é um planejamento de ações específicas para um determinado estudante, considerado em seu “patamar atual de habilidades, conhecimentos e desenvolvimento, idade cronológica, nível de escolarização já alcançado e objetivos educacionais desejados em curto, médio e longo prazo” (GLAT, VIANNA; REDIG, 2012, p. 84). Por meio desse documento, é possível individualizar e personalizar os processos de ensino (MARIN et al, 2013), já que nele são registradas todas as ações necessárias para que o educando aprenda e se desenvolva. De acordo com Oliveira (2017), o PEI cumpre o papel de planejar, desenvolver e avaliar ações específicas para o estudante PAEE.<br>Elaborar e implementar um planejamento educacional individualizado efetivo envolve vários sujeitos no decorrer do processo, diferentes etapas de trabalho e tomadas de decisões colaborativas(DEPARTAMENT, 2005)<br>&nbsp;<strong>https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/570204/2/Produto%20Educacional.pdf<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-03-18 00:01:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521419148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tecnologia Assistiva</title>
         <author>fabrinemiranda71</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521422745</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=_iY9rdM8TYg&amp;t=80s" />
         <pubDate>2023-03-18 00:13:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521422745</guid>
      </item>
      <item>
         <title>TECNOLOGIA ASSISTIVA, COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA, DESENHO UNIVERSAL DE APRENDIZAGEM  E PAP </title>
         <author>fabrinemiranda71</author>
         <link>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521427764</link>
         <description><![CDATA[<div>Tecnologia Assistiva - é um termo utilizado para identificar recursos e serviços voltados às pessoas com deficiência visando proporcionar a elas, autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social.</div><div>Comunicação alternativa - é uma área de estudos e técnicas que permite criar métodos para que pessoas com deficiências possam se comunicar. Assim, comunicação alternativa destina-se às pessoas sem fala ou sem escrita funcional ou com defasagem entre suas habilidade de comunicação, fala e escrita.</div><div>Desenho universal de aprendizagem -&nbsp; DUA se trata de um modelo prático que visa ampliar as oportunidades de desenvolvimento de cada estudante por meio de <a href="https://diversa.org.br/educacao-inclusiva/como-transformar-escola-redes-ensino/estrategias-pedagogicas/#planejamento-pedagogico/o-que-significa-dizer-que-o-processo-de-planejamento-e-continuo/">planejamento pedagógico contínuo</a>, somado ao uso de mídias digitais. Seus autores apoiaram-se em extensivas pesquisas sobre o cérebro humano para estruturar o modelo.</div><div>Pap – Plano de Ação Pedagógica para auxiliar na estruturação do ensino aprendizagem do alunos com necessidades especiais.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><a href="https://diversa.org.br/artigos/o-que-e-desenho-universal-para-aprendizagem/">https://diversa.org.br/artigos/o-que-e-desenho-universal-para-aprendizagem/</a></div><div>https://blog.expressia.life/blog/como-iniciar-comunicacao-alternativa/#:~:text=A%20comunica%C3%A7%C3%A3o%2</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2023-03-18 00:29:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/professorferick72/9pib6ppym988g5jr/wish/2521427764</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
