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      <title>MURAL LITERÁRIO: A representação feminina nas literaturas africana e afro-brasileira. by Milena Costa</title>
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      <description>Publique sua resposta ao tópico de discussão clicando no botão de adição abaixo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-11-13 23:02:12 UTC</pubDate>
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         <title>O QUE É MURAL LITERÁRIO?</title>
         <author>milenacfranca22</author>
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         <description><![CDATA[<p>● Exposição visual que combina elementos da literatura com arte visual. </p><p><br/></p><p>● Representação interativa de obras literárias. </p><p><br/></p><p>● Geralmente montado em uma parede ou espaço designado.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>Apresentação de: </p><p><br/></p><p>● trechos de livros; </p><p><br/></p><p>● poemas; </p><p><br/></p><p>● citações de autores famosos; </p><p><br/></p><p>● resumos de histórias; </p><p><br/></p><p>● elementos visuais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 00:11:33 UTC</pubDate>
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         <title>Vamos planejar nosso mural literário?</title>
         <author>milenacfranca22</author>
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         <description><![CDATA[<p>● Em grupos selecionem uma escritora africana ou afro-brasileira (sem repeti-las); </p><p><br/></p><p>● Pesquisem a biografia e as obras escritas por ela; </p><p><br/></p><p>● Façam sínteses dos textos pesquisados; </p><p><br/></p><p>● Selecionem mídias – fotos, imagens, ilustrações, linhas do tempo etc.</p><p><br/></p><p>●  Cada grupo deve adicionar uma coluna para adicionar as informações de suas autoras selecionadas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p>DATA DE AVALIAÇÃO: 27/11/2024.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 00:12:10 UTC</pubDate>
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         <title>.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 00:29:25 UTC</pubDate>
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         <title>.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Biografia de Maria Firmina dos Reis-</p><p>Maria Firmina dos Reis nasceu na Ilha de São Luís (MA), em 11 de outubro de 1825. Filha de pai negro e mãe branca, recebeu um registro paterno fraudulento e passou boa parte de sua vida na casa da tia materna, que tinha melhores condições materiais. Foi também na casa dessa tia que Firmina tomou contato com as referências culturais que a encaminharam para o trabalho com as letras e com a educação.</p><p>Em 1847, foi a primeira mulher a ser aprovada em um concurso público no Maranhão. Tornou-se professora, ocasião em que se recusou a desfilar em um palanque nas costas de escravizados pelas ruas de São Luís. A postura antiescravista foi uma tônica que atravessou sua vida e obra, embora, à época, fosse difícil para uma mulher manifestar sua opinião a respeito da escravatura – para uma mulher negra, isso era praticamente impensável. </p><p>Nascida no Maranhão, Maria Firmina dos Reis pode ser considerada uma pioneira em vários campos.</p><p>Foi a primeira mulher a passar para o concurso público como professora, a fundar uma escola mista e a escrever um romance "Úrsula" . Este livro anteciparia o gênero de literatura abolicionista que seria moda com "Escrava Isaura", de Bernado Guimarães (1825-1884 Publicaria em 1871 um conto com a mesma temática "A Escrava" e reuniria seus poemas na coletânea "Cantos à beira-mar".</p><p>Maria Firmina foi completamente esquecida e silenciada da História do Brasil, mas pesquisas recentes tem trazido luz sobre sua obra e vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-14 23:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>MURAL LITERÁRIO.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote><p><sup>Djamila Ribeiro é uma filósofa, escritora e militante brasileira nascida em Santos no dia 1º de agosto de 1980. Conhecida pelo seu ativismo no campo do feminismo negro e pelos temas relacionados à negritude, Djamila é uma figura de destaque na sociedade brasileira. Graduada em Filosofia pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), com mestrado em Filosofia Política, Djamila tem se tornado uma voz influente nas questões de gênero e raça, com uma presença marcante nas redes sociais e em meios de comunicação.</sup></p><p><br/></p><p><sup>Com uma trajetória marcada pela superação de desafios pessoais e profissionais, Djamila se destaca pelo seu trabalho literário e acadêmico. Seu livro Pequeno Manual Antirracista foi um dos mais vendidos no Brasil em 2020, e ela também recebeu reconhecimento internacional por seu trabalho, como o prêmio Global Good no BET Awards em 2021. Ela também foi incluída na lista da BBC das 100 mulheres mais influentes e inspiradoras do mundo.</sup></p><p><br/></p><p><sup>Djamila tem se dedicado à promoção da filosofia e do feminismo, com foco no empoderamento das mulheres negras e na luta contra o racismo estrutural. Além de ser autora de obras significativas como O que é Lugar de Fala? e Quem tem medo do feminismo negro?, ela coordena a coleção Feminismos Plurais, que visa trazer discussões sobre temas complexos de forma acessível ao público.</sup></p><p><br/></p><p><sup>Seu envolvimento com a política também é notável, tendo sido nomeada secretária-adjunta de Direitos Humanos e Cidadania da cidade de São Paulo em 2016 e envolvida com diversas causas sociais e de combate à opressão racial.</sup></p><p><br/></p></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-21 01:21:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carolina Maria de Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Carolina Maria de Jesus foi uma escritora, poetisa e compositora brasileira, conhecida principalmente por seu livro <em>Quarto de Despejo: Diário de uma favelada</em>, publicado em 1960. Nascida em 1914, em Sacramento, Minas Gerais, Carolina passou a maior parte de sua vida em São Paulo, onde viveu na favela do Canindé. A obra, que reúne suas anotações diárias, traz um retrato vívido e brutal das dificuldades que enfrentava como mulher, negra e pobre no Brasil da época.</strong></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 03:04:38 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Carolina Maria de Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Ela se destacou pela sua escrita visceral e honesta, abordando questões de pobreza, racismo, desigualdade social e a luta pela sobrevivência. Sua visão crítica sobre a sociedade e sua coragem para expor as duras realidades de sua vida atraíram atenção, mas também geraram controvérsias. O livro foi um sucesso, sendo traduzido em vários idiomas, mas Carolina enfrentou dificuldades financeiras e pessoais ao longo de sua vida. Além de <em>Quarto de Despejo</em>, ela também publicou outros livros e teve seu trabalho reconhecido como uma importante voz literária de resistência.</strong></p><p><br></p><p><strong>Carolina Maria de Jesus morreu em 1977, deixando um legado significativo na literatura brasileira, especialmente em relação às questões sociais e à visibilidade das vozes marginalizadas.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 03:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Maria de Jesus </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Obras de Carolina Maria de Jesus</strong></p><p><br></p><p><strong>Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada (1960)</strong></p><p><strong>Casa de Alvenaria: Diário de uma Ex-Favelada (1961)</strong></p><p><strong>Pedaços da Fome (1963)</strong></p><p><strong>Provérbios (1963)</strong></p><p><strong>Diário de Bitita (póstumo, 1986)</strong></p><p><strong>Meu Estranho Diário (póstumo, 1996)</strong></p><p><strong>Onde Estaes Felicidade? (póstumo, 2014)</strong></p><p><br></p><p><strong>Quarto de Despejo</strong></p><p><strong><em>Quarto de Despejo</em> é o diário de Carolina Maria de Jesus, que relata sua vida na favela do Canindé, em São Paulo. Ela descreve a luta diária contra a fome, a pobreza e a exclusão social, enquanto cria seus filhos e trabalha como catadora de recicláveis. A obra denuncia as desigualdades e as dificuldades das populações marginalizadas, destacando a resistência de Carolina em meio às adversidades.</strong></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-26 03:10:34 UTC</pubDate>
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         <title>Paulina Chiziane</title>
         <author>ca129122</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Paulina Chiziane</strong> é uma das mais importantes escritoras moçambicanas contemporâneas, reconhecida internacionalmente por sua prosa rica e engajada, que aborda temas como a condição feminina, a cultura africana e as consequências da guerra civil em Moçambique.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-28 00:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>Paulina Chiziane</title>
         <author>ca129122</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascida em 1959, em Manica, Moçambique, Paulina Chiziane cresceu em uma família humilde e vivenciou de perto as dificuldades da vida em um país em reconstrução após a guerra colonial. Sua obra literária é marcada por uma profunda conexão com a cultura moçambicana e por uma linguagem poética e vibrante.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-28 00:10:37 UTC</pubDate>
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         <title>Paulina Chiziane </title>
         <author>ca129122</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Obras mais conhecidas:</strong></p><ul><li><p><strong>"Nha Terra"</strong> (1994): Considerada sua obra-prima, "Nha Terra" narra a história de uma mulher que luta para preservar sua identidade e autonomia em um mundo dominado por homens.</p></li><li><p><strong>"Ventos do Sul"</strong> (1999): Neste romance, Chiziane aborda a história de uma família moçambicana e as transformações sociais ocorridas após a independência.</p></li><li><p><strong>"A Odisséia de Noémia"</strong> (2002): A obra narra a saga de uma mulher que busca reconstruir sua vida após a guerra civil.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-28 00:13:49 UTC</pubDate>
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         <title>Paulina Chiziane</title>
         <author>ca129122</author>
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         <description><![CDATA[<p>Temas recorrentes em sua obra:</p><p><br></p><p>Condição da mulher: Chiziane dedica grande parte de sua obra a explorar a condição da mulher moçambicana, abordando temas como casamento, maternidade, violência doméstica e a busca por autonomia.</p><p><br></p><p>Cultura moçambicana: A escritora utiliza elementos da cultura moçambicana, como mitos, lendas e tradições, para enriquecer suas narrativas e criar uma identidade literária única.</p><p><br></p><p>Consequências da guerra civil: A guerra civil em Moçambique deixou marcas profundas na sociedade moçambicana, e Chiziane explora as consequências desse conflito em suas obras, abordando temas como trauma, perda e reconstrução.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-28 00:17:03 UTC</pubDate>
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