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      <title>LINHA DO TEMPO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL by GABRIELA MONALIZA SOUSA DE OLIVEIRA</title>
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      <description>tarefa 2</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-30 11:25:25 UTC</pubDate>
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         <title>CONFERÊNCIA DE ESTOCOLMO (1972)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não é de hoje a preocupação mundial com o meio ambiente, visto que, o aumento da globalização e tecnologia afetou em diversos ambos as nossas áreas naturais.<br>Sobre isso, em junho em 1972 iniciava-se a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, também conhecida como Conferência de Estocolmo, que foi o primeiro evento da ONU para discutir preservação ambiental.<br>&nbsp;De acordo com o posicionamento de Philippe LE PRESTRE18, foram quatro os principais fatores que motivaram, à época, a decisão de realizar uma conferência mundial sobre a proteção do meio ambiente:&nbsp;<br>a) O aumento da cooperação científica nos anos 60, da qual decorreram inúmeras preocupações, como as mudanças climáticas e os problemas da quantidade e da qualidade das águas disponíveis;&nbsp;<br>b) O aumento da publicidade dos problemas ambientais, causado especialmente pela ocorrência de certas catástrofes, eis que seus efeitos foram visíveis;<br>c) O crescimento econômico acelerado, gerador de uma profunda transformação das sociedades e de seus modos de vida;<br>d) Inúmeros outros problemas, identificados no fim dos anos 1960 por cientistas e pelo governo sueco, considerados de maior importância, afinal, não podiam ser resolvidos de outra forma que não a cooperação internacional. São exemplos destes problemas as chuvas ácidas, a poluição do Mar Báltico, a acumulação de metais pesados e de pesticidas que impregnavam peixes e aves.&nbsp;<br>Procurando, portanto, uma solução eficaz para tais questões, a Conferência de Estocolmo originou uma nova dinâmica por meio do desenvolvimento de ‘atitudes novas’, ou seja, o reconhecimento pelos Estados da existência daqueles problemas e da necessidade de agir, sem contar que desempenhou um papel decisivo na sensibilização dos países em desenvolvimento para suas responsabilidades na questão.<br>( https://revistaeletronicardfd.unibrasil.com.br/index.php/rdfd/article/view/18 )<br>imagem: https://pt.wikipedia.org/wiki/Confer%C3%AAncia_de_Estocolmo</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 19:48:06 UTC</pubDate>
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         <title>RIO-92 (1992)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;A Conferência do Rio de Janeiro (Rio-92), segundo o seu próprio secretário-geral Maurice Strong, deveria produzir um novo compromisso político para empreender uma guerra global contra a pobreza como uma prioridade central da comunidade mundial no que restava da década de 90 e no começo do século XXI (Cf.: STRONG, 1994). E o caminho propugnado pelos documentos oficiais (produzidos até aquele momento) para consecução de tal prioridade –– com destaque para o Relatório Brundtland (1987) –– era a construção do desenvolvimento sustentável em escala planetária. A Rio-92 seria o começo do projeto de organizar a Terra de forma sustentável (ERIKSSON, 1997), um primeiro passo de um longo processo de entendimento para a construção de um futuro sustentável para todos (TRINDADE, 1997). Com mais 24 milhões de páginas de documentos prévios (COTRIM, 1993b), elaborados durante a realização dos quatro Comitês Preparatórios (PrepComs), a Rio-92 deveria significar um ponto de inflexão para uma nova visão mundial do desenvolvimento sustentável (GUIMARÃES, 2001, p. 05). A concepção de desenvolvimento sustentável buscava preencher, por um lado, a perspectiva de melhoria social propugnada pelos países periféricos na Conferência de Estocolmo, e pelo outro, a contenção dos anátemas ambientais cada vez mais proeminentes desde o final da primeira conferência.<br>&nbsp;A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, marcou uma importante etapa nas conferências internacionais, e deve ser vista com especial interesse por formar um processo de consequências futuras mais amplas (GABALDÓN, 1996) que representou uma inflexão na história da humanidade (CORDANI, 1992). Para José Pedro Soares Martins (2002), a Rio-92, somando a Cúpula da Terra e o Fórum Global, foi um momento “luminoso” para a história da humanidade, especialmente para o Brasil. Assim, o Rio de Janeiro foi um ponto de referência institucional e social (FONT, RUFÍ, 2006)202, que significou um ponto culminante da trajetória de construção do desenvolvimento sustentável, o fortalecimento da atuação de representantes da sociedade civil, com a efetiva participação das ONGs e dos movimentos sociais no Fórum Global.&nbsp;<br>(http://repositorio.unicamp.br/bitstream/REPOSIP/287540/1/Oliveira_LeandroDiasde_D.pdf)<br>imagem: https://conexaoplaneta.com.br/blog/eco-92-ha-25-anos-lideres-mundiais-se-reuniram-no-rio-para-debater-o-futuro-do-meio-ambiente/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 20:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>ACORDO DE PARIS (2015)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Acordo de Paris é um tratado mundial que possui um único objetivo: reduzir o aquecimento global. Ele foi discutido entre 195 países durante a COP21 (21° Conferência das Partes das Nações Unidas), em Paris. O compromisso internacional foi aprovado em 12 de dezembro de 2015 e entrou em vigor oficialmente no dia 4 de novembro de 2016. Os principais pontos do Acordo são:</div><div>Esforços para limitar o aumento de temperatura a 1,5ºC;</div><div>Recomendações quanto à adaptação dos países signatários às mudanças climáticas, em especial para os países menos desenvolvidos, de modo a reduzir a vulnerabilidade a eventos climáticos extremos;</div><div>Estimular o suporte financeiro e tecnológico por parte dos países desenvolvidos para ampliar as ações que levam ao cumprimento das metas para 2020 dos países menos desenvolvidos;</div><div>Promover o desenvolvimento tecnológico e transferência de tecnologia e capacitação para adaptação às mudanças climáticas;</div><div>Proporcionar a cooperação entre a sociedade civil, o setor privado, instituições financeiras, cidades, comunidades e povos indígenas para ampliar e fortalecer ações de mitigação do aquecimento global.</div><div>A emissão de certos gases tem provocado o agravamento do efeito estufa e do aquecimento global. Essas emissões ocorrem em razão da intensa queima de combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão mineral) para o uso industrial, transporte urbano e geração de energia elétrica, por atividades agrícolas e pelo desmatamento de florestas tropicais. Os países signatários do Acordo criaram suas Contribuições Nacionais Determinadas (NDC, na sigla em inglês), ou seja, compromissos para colaborar com a meta global de redução de emissões.</div><div>O Brasil, por exemplo, comprometeu-se a reduzir até 2025 suas emissões de gases de efeito estufa em até 37% (comparados aos níveis emitidos em 2005), estendendo essa meta para 43% até 2030.<br>(https://cebds.org/o-que-e-o-acordo-de-paris/)<br>imagem: https://images.app.goo.gl/MCSq9HcJMzL4Zi1x9</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 20:39:16 UTC</pubDate>
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         <title>RIO+20 (2012)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielaoliveira40455/9p6wwe4lq2ej9up7/wish/1376761984</link>
         <description><![CDATA[<div>A Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, foi realizada de 13 a 22 de junho de 2012, na cidade do Rio de Janeiro. A Rio+20 foi assim conhecida porque marcou os vinte anos de realização da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (Rio-92) e contribuiu para definir a agenda do desenvolvimento sustentável para as próximas décadas.</div><div>O objetivo da Conferência foi a renovação do compromisso político com o desenvolvimento sustentável, por meio da avaliação do progresso e das lacunas na implementação das decisões adotadas pelas principais cúpulas sobre o assunto e do tratamento de temas novos e emergentes.</div><div>A conferência teve como base dois principais temas:</div><div>A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza;</div><div>A estrutura institucional para o desenvolvimento sustentável.</div><div>A Rio+20 foi composta por três momentos. Nos primeiros dias, de 13 a 15 de junho, aconteceu a III Reunião do Comitê Preparatório, no qual se reuniram representantes governamentais para negociações dos documentos adotados na Conferência. Em seguida, entre 16 e 19 de junho, foram programados os Diálogos para o Desenvolvimento Sustentável. De 20 a 22 de junho, ocorreram o Segmento de Alto Nível da Conferência, para o qual foi confirmada a presença de diversos Chefes de Estado e de Governo dos países-membros das Nações Unidas.</div><div>A Rio+20 contou com a participação de chefes de Estado e de Governo de 188 nações (das quais, 185 dentre os 193 países-membro da ONU, além de representantes do Vaticano, da Palestina e da Comunidade Européia) que reiteraram seus compromissos com a sustentabilidade do desenvolvimento, sobretudo, no que concerne ao modo como estão sendo usados os recursos naturais do planeta.<br>(http://www.rio20.gov.br/sobre_a_rio_mais_20.html)<br>imagem: https://www.google.com/imgres?imgurl=http%3A%2F%2Fwww.rio20.gov.br%2Fsobre_a_rio_mais_20%2Flogo260x169_rgb1.jpg%2Fimage_galeria_preview&amp;imgrefurl=http%3A%2F%2Fwww.rio20.gov.br%2Fsobre_a_rio_mais_20%2Fparticipacoes.html&amp;tbnid=w3Ya4u-cj9-41M&amp;vet=12ahUKEwj0jeyh793vAhWWLbkGHQLNCDYQMygBegUIARC2AQ..i&amp;docid=zzSOCTX3EfFkOM&amp;w=260&amp;h=169&amp;q=rio%2B20&amp;ved=2ahUKEwj0jeyh793vAhWWLbkGHQLNCDYQMygBegUIARC2AQ</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 20:47:08 UTC</pubDate>
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         <title>AGENDA 21 (1992)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielaoliveira40455/9p6wwe4lq2ej9up7/wish/1377168453</link>
         <description><![CDATA[<div>Entre os acordos firmados na Rio-92, está a Agenda 21, que apresenta uma série de programas de ação elaborados a partir dos princípios do desenvolvimento sustentável, distribuídos em 40 áreas: política econômica, cooperação internacional, combate à pobreza, controle demográfico, proteção da atmosfera e outras.</div><div>A mudança de padrão de consumo também está entre os programas de ação da Agenda 21. O texto sugere o exame dos padrões não sustentáveis e a criação de estratégias para estimular hábitos de consumo que ajudem a preservar o meio ambiente. A questão do consumo é tratada também em áreas como as de energia, transporte e resíduos.</div><div>A Agenda 21 admite que, apesar do reconhecimento crescente da importância dos problemas relativos ao consumo, ainda não houve uma compreensão plena de suas implicações. “Alguns economistas vêm questionando os conceitos tradicionais de crescimento econômico e sublinhando a importância de que se persigam objetivos econômicos que levem plenamente em conta o valor dos recursos naturais. Para que haja condições de formular políticas internacionais e nacionais coerentes, é preciso aumentar o conhecimento acerca do papel do consumo relativamente ao crescimento econômico e à dinâmica demográfica”, analisa o documento.</div><div>O economista Sérgio Besserman também coloca a questão dos padrões de consumo no centro da discussão sobre desenvolvimento sustentável. “O modo de produzir e consumir, hoje, não se sustenta não pelo seu impacto direto, mas porque ele é impeditivo para o objetivo de generalização da qualidade de vida. Bilhões de habitantes do planeta não têm o direito de ambicionar o mesmo modo de consumir e de viver que têm americanos, europeus e japoneses ou pessoas ricas e de classe média dos países emergentes. Essa injustiça básica tem que ser modificada”, ressaltou.<br>(https://www.senado.gov.br/noticias/Jornal/emdiscussao/rio20/temas-em-discussao-na-rio20/agenda-21-meio-ambiente-desenvolvimento-sustentavel-e-padroes-de-consumo.aspx )<br>imagem: https://portalbrasillivre.com/o-que-e-a-agenda-21-da-onu-despovoar-95-do-mundo-ate-2030/</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 01:26:07 UTC</pubDate>
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         <title>OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO - ODM (2000)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielaoliveira40455/9p6wwe4lq2ej9up7/wish/1377980075</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) foram oito grandes objetivos globais assumidos pelos países-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), os quais, em seu conjunto, almejavam fazer com que o mundo progredisse rapidamente rumo à eliminação da extrema pobreza e da fome do planeta, fatores que afetavam especialmente as populações mais pobres, dos países menos desenvolvidos. O marco fundador dos ODM foi a Resolução nº 55/2 da Assembleia Geral da ONU, que entrou para a história com o nome de "Declaração do Milênio das Nações Unidas". Esta foi adotada de forma unânime por chefes de Estado e altos representantes de 191 países, durante a 55ª sessão da Assembleia Geral, a chamada "Cúpula do Milênio das Nações Unidas", realizada de 6 a 8 de setembro de 2000, na sede da ONU, em Nova Iorque, Estados Unidos. Segundo esse importante documento, o principal desafio a ser enfrentado àquela época era garantir que a globalização se tornasse uma força positiva para todos os povos do mundo, uma vez que, embora fosse reconhecido que esta oferecesse grandes oportunidades, seus benefícios eram compartilhados de maneira desigual pelas nações, com os países em desenvolvimento e economias em transição enfrentando grandes dificuldades para alcançá-los, ainda que sentissem os seus elevados custos. Os oito ODM abrangiam ações específicas de combate à fome e à pobreza, associadas à implementação de políticas de saúde, saneamento, educação, habitação, promoção da igualdade de gênero e meio ambiente, além de medidas para o estabelecimento de uma parceria global para o desenvolvimento sustentável. Para cada um dos oito objetivos foram estabelecidas metas globais, em um total de 21 metas, cujo acompanhamento de progresso deu-se por meio de um conjunto de 60 indicadores. A maioria das metas estabelecidas para os ODM tinha como horizonte temporal o intervalo de 1990 a 2015, isto é, avaliavam o progresso ocorrido nos indicadores em intervalos regulares até 2015, tendo por base dados iniciais obtidos em 1990. No Brasil, a governança dos ODM foi estabelecida por meio do Decreto Presidencial de 31 de outubro de 2003, o qual instituiu o "Grupo Técnico para Acompanhamento das Metas e Objetivos de Desenvolvimento do Milênio". Dentre as atribuições do GT, estava a de adaptar os ODM, as metas e o conjunto de indicadores a elas associados à realidade brasileira. Dessa forma, em alguns casos, as metas e indicadores nacionais eram diferentes, mais ambiciosos do que aqueles adotados em nível global. Essa "nacionalização", incentivada pela ONU a todos os países, fez também com que o número de metas e indicadores brasileiros fosse maior que os números globais. Os resultados obtidos ao longo da implementação dos ODM em nível nacional foram sumarizados em cinco Relatórios Nacionais de Acompanhamento elaborados em parceria por diversas instituições do governo federal e agências integrantes do Sistema ONU no Brasil. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) foram responsáveis pela seleção e análise dos indicadores utilizados, articulação dos grupos temáticos instituídos e por consolidar os textos finais dos relatórios nacionais. A seguir são apresentados, de modo sumário, os oito ODM e alguns dos resultados obtidos em decorrência de sua implementação, em nível global e no Brasil.<br>(http://www.odmbrasil.gov.br/os-objetivos-de-desenvolvimento-do-milenio)<br>imagem: https://pt.org.br/wp-content/uploads/2014/11/milenio-objetivos-1.jpg</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 12:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - ODS (2015)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielaoliveira40455/9p6wwe4lq2ej9up7/wish/1377991106</link>
         <description><![CDATA[<div>Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são parte de um projeto mais amplo, a Agenda 2030, adotada em 2015, durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável. Eles correspondem a um conjunto mundial de objetivos que seguem e expandem os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), acordados pelos Estados membros da ONU em 2000. São 17 objetivos – 16 temáticos e 1 sobre meios de implementação – desdobrados em 169 metas e 231 indicadores. Juntos, eles traçam um plano universal para alcançar um futuro melhor – sem deixar ninguém para trás. Podemos dizer que os ODS representam o acordo mais ambicioso para o desenvolvimento sustentável que os líderes mundiais já fizeram. Isso porque ele integra todos os três principais aspectos do desenvolvimento sustentável: social, econômico e ambiental. Além disso, os ODS exigem o compromisso e a colaboração tanto da sociedade civil quanto dos setores público e privado para um mundo mais igualitário e habitável. os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável servem como um guia para os países que se comprometam com o desenvolvimento global até 2030. Dessa forma, as ações previstas estabelecem um caminho nos próximos anos para acabar com a pobreza extrema, combater a desigualdade e a injustiça e proteger nosso planeta. Eles são importantes não apenas porque indicam onde devemos estar em 2030, mas também descrevem novos mercados e oportunidades para empresas em todo o mundo. Porém, o sucesso da agenda depende de fatores como políticas e programas de desenvolvimento de cada um dos países signatários.<br>(https://fia.com.br/blog/ods/)<br>imagem: https://odsbrasil.gov.br/Content/ods/8f7432a2-bdc9-40b0-93c6-2ad0cd63ef5b-0.png</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 12:57:32 UTC</pubDate>
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         <title>RELATÓRIO BRUNDTLAND (1987)</title>
         <author>gabrielaoliveira40455</author>
         <link>https://padlet.com/gabrielaoliveira40455/9p6wwe4lq2ej9up7/wish/1377999561</link>
         <description><![CDATA[<div>Relatório Brundtland é o documento intitulado Nosso Futuro Comum (Our Common Future), publicado em 1987. Coordenado pela então primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento originou um documento no qual houve a disseminação da ideia de desenvolvimento sustentável, conceito o qual vinha sendo concebido desde a década de 1970. O relatório Brundtland indicou que a pobreza dos países do terceiro mundo e o consumismo elevado dos países do primeiro mundo eram causas fundamentais que impediam um desenvolvimento igualitário no mundo e, consequentemente, produziam graves crises ambientais.Também trazia ainda dados sobre o aquecimento global, as chuvas ácidas e a destruição da camada de ozônio, temáticas que também eram bastante novas para o momento de seu lançamento, inclusive sugerindo à Assembleia Geral da Nações Unidas a necessidade da realização de uma nova conferência internacional para avaliar esses e outros grandes impactos sofridos pelo meio ambiente nos anos anteriores, como perda da biodiversidade e ocorrências de desastres ecológicos de responsabilidades industriais. E ainda foi a primeira tentativa de estabelecer uma série de metas a serem seguidas por nações de todo o mundo para evitar o avanço das destruições ambientais e o desequilíbrio climático, embora até a atualidade as nações ainda não conseguiram criar um consenso sobre como agir em conjunto em prol do desenvolvimento sustentável. A postura relativamente neutra do documento fez com que ele fosse bem aceito tanto pelos países desenvolvidos como pelos países em desenvolvimento, já que, diferentemente de trabalhos anteriores, não atribuía culpa ao crescimento e à industrialização pela destruição da natureza, mas sugeria o estabelecimento de limites para controle da degradação ambiental e estimulava a superação da pobreza através de desenvolvimento. Segundo o Relatório da Comissão Brundtland, uma série de medidas devem ser tomadas pelos países para promover o desenvolvimento sustentável. Entre elas:</div><div>limitação do crescimento populacional;</div><div>garantia de recursos básicos (água, alimentos, energia) a longo prazo;</div><div>preservação da biodiversidade e dos ecossistemas;</div><div>diminuição do consumo de energia e desenvolvimento de tecnologias com uso de fontes energéticas renováveis;</div><div>aumento da produção industrial nos países não-industrializados com base em tecnologias ecologicamente adaptadas;</div><div>controle da urbanização desordenada e integração entre campo e cidades menores;</div><div>atendimento das necessidades básicas (saúde, escola, moradia).</div><div>Em âmbito internacional, as metas propostas são:</div><div>adoção da estratégia de desenvolvimento sustentável pelas organizações de desenvolvimento (órgãos e instituições internacionais de financiamento);</div><div>proteção dos ecossistemas supra-nacionais como a Antárctica, oceanos, etc, pela comunidade internacional;</div><div>banimento das guerras;</div><div>implantação de um programa de desenvolvimento sustentável pela Organização das Nações Unidas (ONU).<br>(<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Relat%C3%B3rio_Brundtland">https://pt.wikipedia.org/wiki/Relat%C3%B3rio_Brundtland</a>)<br>imagem:&nbsp;<a href="https://www.thinkingheads.com/wp-content/uploads/2019/10/gro-harlem-speaker-politics-president-norway-climate-change-thinking-heads.jpg">https://www.thinkingheads.com/wp-content/uploads/2019/10/gro-harlem-speaker-politics-president-norway-climate-change-thinking-heads.jpg</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-02 13:03:41 UTC</pubDate>
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         <title>CONVENÇÃO DO CLIMA (1992)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A <strong>Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas</strong> (em inglês, <em>United Nations Framework Convention on Climate Change</em> ou UNFCCC) é um tratado ambiental internacional que visa estabilizar as concentrações de <a href="https://www.oeco.org.br/dicionario-ambiental/28809-o-que-e-a-convencao-do-clima/dicionario-ambiental/28261-gases-do-efeito-estufa-dioxido-de-carbono-co2-e-metano-ch4">gases de efeito estufa</a> na atmosfera resultantes das ações humanas, afim de impedir que interfiram de forma prejudicial e permanente no sistema climático do planeta.</div><div>O tratado foi aprovado em junho de 1992, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ocorrida no Rio de Janeiro (informalmente conhecido como “Cúpula da Terra” ou “Rio 92”). Dois anos mais tarde, em 21 de março de 1994, entrou em vigor e, hoje, conta com a participação de 196 países signatários.</div><div><br>&nbsp;<br><br><br></div><div>A Convenção estabelece compromissos e obrigações para todos os países signatários (chamados de Partes da Convenção) no combate às alterações climáticas com base no princípio da “responsabilidade comum, mas diferenciada”. Embora todas as Partes devam agir para proteger o meio ambiente e o sistema climático nos níveis nacional, regional e global, pela Convenção é necessário considerar as diferentes circunstâncias de cada país: como cada Parte contribuiu (e contribui) para o problema e também sua capacidade para prevenir, reduzir e controlar a ameaça.<br><br></div><div>Inicialmente, o tratado não fixou limites para as emissões dos gases de efeito estufa (GEE) ou continha disposições obrigatórias para os membros. Em vez disso, ele incluiu provisões para atualizações (chamadas de “Protocolos”), estas sim capazes de definir os limites obrigatórios de emissões. As atualizações ocorrem periodicamente nas reuniões dos países signatários, as Conferências das Partes – COP.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-03 14:14:15 UTC</pubDate>
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         <title>PROTOCOLO DE KYOTO (1997)</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Protocolo de Kyoto é um acordo internacional entre os países integrantes da Organização das Nações Unidas (ONU), firmado com o objetivo de se reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa e o consequente aquecimento global.</div><div>Redigido e assinado em Kyoto (Japão), em 1997, o Protocolo criou diretrizes para amenizar o impacto dos problemas ambientais causados pelos modelos de desenvolvimento industrial e de consumo vigentes no planeta.</div><div>De acordo com o Protocolo, as nações se comprometem a reduzir a emissão de gases causadores do efeito estufa em 5,2%, comparando-se com os níveis de 1990. O principal alvo é o dióxido de carbono (CO2), pois especialistas acreditam que a emissão de gases causadores do efeito estufa em 5,2%, comparando-se com os níveis de 1990.</div><div>O principal alvo é o dióxido de carbono (CO2), pois especialistas acreditam que a emissão desenfreada desse e de outros gases está ligada ao aquecimento global, fenômeno que pode ter efeitos catastróficos para a humanidade durante as próximas décadas. A intensidade do corte nas emissões de gases poluentes varia, contudo, de país para país, e só foram obrigadas a seguir o compromisso acima as nações consideradas desenvolvidas.</div><div>O Protocolo entrou em vigor a partir de 2004 e prevê que suas metas sejam atingidas entre 2008 e 2012, quando ele expirará, dando lugar a outro acordo. Esse novo protocolo deve ser negociado, redigido e aprovado até a realização da conferência da ONU prevista para ocorrer no final de 2009, em Copenhague, na Dinamarca.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-03 14:35:25 UTC</pubDate>
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