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      <title>REDES SOCIAIS, SÍMBOLOS DE CONSUMO, FELICIDADE E SUAS RELAÇÕES by Iara Morais</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-10 16:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao compartilhar algo, o indivíduo pode escolher o que tornar público e o que contar apenas para um amigo mais próximo, compartilhar informações é uma das formas de construção de laços pessoais e de identidade e essas informações não são constituídas apenas de relatos e opiniões.&nbsp; A maneira como nos apresentamos, nossa imagem, também transmite ideias sobre a nossa identidade. Vestir roupas sociais ou esportivas são exemplo de que todo dia fazemos escolhas que influenciam no que os outros vão pensar, estamos diante da aprovação ou reprovação do outro, que poderá se identificar conosco e querer estabelecer vínculos afetivos ou profissionais. (ZAGUETTO, 2014). As redes sociais permitem ao indivíduo a construção de uma identidade, a partir de conteúdos que são selecionados por ele para curtir ou compartilhar, das interações com outros perfis, classificando-os como amigos, melhores amigos ou conhecidos. A quantidade e/ou a qualidade dos seus contatos pode gerar um capital social. A noção de capital social é entendida como sendo a rede de relações sociais que de um indivíduo, no sentido da possibilidade das pessoas que podem dispor de recursos – tempo, habilidades, conhecimentos – a seu favor ou de quem for por ele indicado (MARTINO, 2014).</p><p>O conceito de felicidade ainda não é um consenso, visto que ele pode ser analisado sob diferentes aspectos. A partir da Sociologia das Emoções, sabemos que felicidade é uma emoção primária (a par da raiva, tristeza e do medo), sendo que a sintaxe das emoções primárias é universal, permitindo-nos perceber a sua expressão mesmo perante diferenças culturais (ROQUE, 2010).&nbsp; É inimaginável, na sociedade ocidental contemporânea, que uma organização busque associar sua marca ou imagem a aspectos cotidianos não ligados à felicidade, ao otimismo e ao bem-estar (MAIO, 2013). E se formos analisar sob um sentido simbólico da sociedade atual, a felicidade é encarada como um capital social, onde consumir é sinônimo de estra feliz. Ter a roupa da última moda, o modelo mais novo do carro, o cartão de crédito ilimitado, fazer a viagem ao destino mais procurado, ir à festa mais esperada, adquirir o celular e o computador pessoal mais avançados representa muito mais do que prestígio, riqueza e poder. Significam objetos através dos quais se podem alcançar os modelos de felicidade( FILHO, 2005).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 18:52:32 UTC</pubDate>
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         <title>Metodologia</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3407879387</link>
         <description><![CDATA[<p>Selecionamos 20 (vinte) perfis&nbsp; da rede social Facebook, de indivíduos diferentes escolhidos pelos autores do projeto. Essas fotos continham elementos de representação da felicidade nas redes sociais ( lugares famosos, produtos caros, por exemplo). O motivo pelo qual escolhemos a foto do perfil e não uma postagem na<em> timeline</em> é a garantia de visibilidade; enquanto postagem na <em>timline</em> tende a ficar “atrasada” e diminui a possibilidade de visualização para usuários que não estavam <em>online</em> no momento da postagem, a atualização da foto do perfil garante que os usuários vejam a foto cada vez que o usuário postar algum conteúdo na rede, mesmo que não seja a foto o item a ser compartilhado. Após isso foi utilizado o cálculo da Razão Amigos/Curtidas, para analisarmos a quantidade de amigos curtiam as fotos. E por último foram analisados os comentários em categorias: Elogios, Zuera (brincadeira) e Paisagem.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 18:54:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Explicação</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3407898177</link>
         <description><![CDATA[<p>A partir dos resultados obtidos, podemos dizer que a quantidade de amigos não é um fator significante para o número de curtidas, uma vez que, segundo nossos dados, indivíduos com poucos amigos apresentaram uma razão maior de curtidas, em contrapartida a indivíduos como com muitos amigos, mas que não obtiveram tantas curtidas (por exemplo, o indivíduo H que apresentou uma das mais baixas porcentagens de curtidas em relação à quantidade de amigos).</p><p>Os elogios nas redes sociais são um mecanismo de retroalimentação, e plena felicidade (CAVALCANTE, 2015). Dentre os elogios mais observados no experimento, palavras como “Linda”, “Lindooo” e “Lindona” lideram o percentual, somando 65% do valor total. Se os elogios têm a capacidade de aumentar a autoestima, e o aumento da autoestima pode interferir positivamente na felicidade do indivíduo, logo, um indivíduo que recebe elogios desta categoria em suas postagens é um indivíduo potencialmente feliz, em relação aos indivíduos que não apresentam o mesmo resultado.</p><p>	As fotos analisadas possuíam uma característica em comum: o capital social. Como foi dito, o número de amigos presentes em cada perfil não tem relação direta com a quantidade de curtidas que a foto recebe, então podemos supor que o conteúdo da foto seja um fator importante no sucesso da foto, em relação ao número de curtidas.</p><p>	Assim como dentro da sociedade (no mundo off-line), as redes sociais podem utilizar mecanismos semelhantes para a aceitação e o reconhecimento, por exemplo: o Capital Social. Sugere-se que o Capital Social influenciou no número de curtidas. Outros fatores como “trocar likes” e número amostral grande, não foram constatados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 19:31:06 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3407898668</link>
         <description><![CDATA[CARRERA, F. O imperativo da felicidade em sites de redes sociais: materialidade como subsídio para o gerenciamento de impressões (quase) sempre positivas. Revista Eptic Online. Vol.16 n.1, jan.-abr. 2014. 
ROSA, G. A. M.; SANTOS, Benedito Rodrigues. Repercussões das Redes Sociais na Subjetividade: Narcisismo, Felicidade e Elaboração Psíquica. Psicologia em Estudo, Maringá, Vol. 20, n. 2,  abr./jun. 2015. 
 MAIO, A M. D.; SILVA, M. Comunicador e trabalho: o pseudomundo da felicidade na sociedade de consumo. Revista interamericana de comunicação midiática. V.12 n.24. 2013.
FILHO, I. C. C. Propaganda, felicidade e consumo. Revista Lectura. 2005.
ZAGUETTO, A.P. Compartilhar e curtir: a publicidade de si mesmo no Facebook. ComCiência, n. 161, p. 0-0, 2014.
CASTRO, G. G. S. Para repensar a felicidade nos dias atuais. Ser feliz hoje: reflexões sobre o imperativo da felicidade. Rio de Janeiro: Ed. FGV, 2010.
DANTAS, A. R. Modelos sociais de felicidade. VIII Congresso Português de Sociologia. ____
MARTINO, L. M. S. Teoria das mídias digitais: linguagens, ambientes, redes. Petrópolis, RJ: vozes, 2014.
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         <pubDate>2025-04-13 19:32:06 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Felicidade e redes sociais</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3407902588</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 19:40:14 UTC</pubDate>
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         <title>A felicidade falsa nas redes sociais</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 19:41:49 UTC</pubDate>
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         <title>O Instagram e o fim da felicidade possível</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3407908097</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 19:51:13 UTC</pubDate>
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         <title>Cuidado com a falsa felicidade e perfeição exposta nas redes sociais</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3407912261</link>
         <description><![CDATA[<p>A busca incessante pela vida perfeita nas redes sociais é uma tendência cada vez mais evidente. As mídias digitais que eram usadas apenas para facilitar a comunicação e encurtar a distância entre as pessoas, se tornou uma fuga da realidade. Com isso, muitas pessoas, sem terem consciência, são afetadas mentalmente e acabam apresentando alguns desconfortos que podem se transformar em problemas emocionais sérios.</p><p>A professora do curso de Psicologia da Universidade Veiga de Almeida (UVA), Barbara Carissimi, aponta que viver a realidade dos outros ou daquilo que é postado em rede social, pode desencadear problemas gravíssimos. “Depressão, dismorfia corporal, ansiedade e até suicídio”, citou Barbara. Esse tipo de comportamento, conhecido como positividade tóxica, cria uma imagem distorcida da realidade: “É um conceito que tem o ideal de felicidade a qualquer custo, mas viver não é sobre ser feliz o tempo todo, é fundamental mergulhar nas tristezas, perdas, dores e raiva”.</p><p>A tentativa de alcançar o impossível como o sentimento de plenitude de si, aumenta ainda mais a angústia. “É importante atravessar a dor de existir, de não sermos completos, de aprendermos a lidarmos com nossas imperfeições e nos amarmos ainda assim”, destaca. Por isso, é fundamental que as pessoas não acreditem em tudo que é postado, muitos criam uma ilusão de perfeição e ausência de problemas na vida do outro.</p><p>As redes sociais podem oferecer gatilhos e colocar em risco nossa saúde mental. “As pessoas se identificam com os ideais que a contemporaneidade promove, como felicidade suprema, corpo perfeito, completude. Por isso, todos deveriam fazer psicoterapia, análise, para fazer valer o seu desejo e cessarem esse ideal de uma vida feliz e sem problemas, e compreenderem que a vida pode ser muito interessante e em movimento”, ressalta.</p><p>(<strong>Por Thais Monteiro Magalhaes, em 28/03/2024. Disponível em: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.uva.br/lista-de-noticias/cuidado-com-a-falsa-felicidade-e-perfeicao-exposta-nas-redes-sociais/"><strong>https://www.uva.br/lista-de-noticias/cuidado-com-a-falsa-felicidade-e-perfeicao-exposta-nas-redes-sociais)</strong></a></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-13 20:00:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A ilusão das redes sociais</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3414063293</link>
         <description><![CDATA[<p>São indiscutíveis os recentes avanços na comunicação, dentre eles, as redes sociais, que além de promover entretenimento para os mais diversos públicos e ofertar informações, proporcionam a conexão entre pessoas nos mais diversos sentidos, desde reatar laços de amizade até investir no meio profissional, por exemplo.</p><p>No entanto, é preciso chamar atenção para alguns aspectos importantes para se pensar sobre o uso que fazemos dessas redes. Apesar das redes sociais se caracterizarem como uma forma de fazer relação intersubjetiva e social, é fundamental destacar que elas também são uma simulação da realidade.</p><p>Muitos usuários estão cercados por postagens e publicações de celebridades, influenciadores e outras pessoas que compartilham recortes de seus cotidianos. Trata-se quase sempre de fotos e vídeos de momentos felizes, acompanhados de um belo filtro, mostrando uma vida maravilhosa, viagens com cenários incríveis, comidas deliciosas, <em>looks</em> perfeitos, ótimas relações. Um universo de aparências, transmitindo a imagem de falsa perfeição.</p><p>Falsa porque a perfeição é inatingível.</p><p>Mas tudo isso tem consequências, inclusive para a saúde mental, podendo gerar ou intensificar transtornos como os de ansiedade e depressão, por exemplo, principalmente em pessoas que fazem uso das redes sociais de maneira excessiva, que estão frequentemente se comparando e comparando suas vidas com a vida editada de outras pessoas.</p><p>É fundamental lembrar-se: a vida editada não corresponde à vida real.</p><p>A comparação é feita de maneira inconsciente e inevitavelmente pesa mais para o lado negativo. Parece que a vida do outro é sempre melhor que a nossa própria vida. O que acontece é que, por meio das postagens, não é possível ter uma visão mais ampla ou profunda da situação, ficamos limitados a um único ponto de vista, um só ângulo, e esquecemos de que por trás de um perfil com belas fotografias, existe um ser humano como qualquer outro, e que provavelmente não está bem e feliz o tempo todo como deseja mostrar-se.</p><p>É relevante pontuar que a necessidade de aprovação e aceitação são características antigas do ser humano, ou seja, antecedem as redes sociais. Porém, com as redes, isso se tornou ainda mais evidente.</p><p>Temos cada vez mais uma sociedade insegura e com a falsa ilusão de que o olhar do outro é necessário para garantir sua existência. É equivocado, porém cada vez mais comum, por exemplo, as pessoas avaliarem a qualidade de suas relações ou o nível de sua autoestima através da quantidade de seguidores ou do número de curtidas em suas publicações.</p><p>Diante do exposto, é importante destacar também que vivemos tempos difíceis, a realidade é que a maioria das pessoas não estão tão bem quanto gostariam. A angústia, o sofrimento, a sensação de solidão, de não pertencimento, são apenas algumas das características que nos permeiam. Nessa super exposição através das redes sociais, observa-se que há uma exigência de felicidade, as pessoas buscam mostrar apenas o melhor de si. Uma maneira, talvez, de fugir ou mascarar os seus vazios.</p><p>Portanto, faz-se necessário pensar sobre essas e outras questões, desenvolvendo um olhar mais lúcido e cuidadoso sobre como utilizamos as redes sociais e como elas afetam a nossa vida, a nossa saúde e a nossa relação tanto com as outras pessoas, como com nós mesmos.</p><p>Que o uso dessas redes seja feito de maneira equilibrada e a nosso favor, sem gerar mais sofrimento ou dependência, lembrando sempre que a vida real é o que acontece por trás das telas, que essa falsa ideia de perfeição propagada é ilusória e que a felicidade e o bem estar não devem ser uma obrigação, um peso ou uma cobrança, mas sim uma busca subjetiva.</p><p>(<strong>Por Bruna Barreto, em 18/07/2022. Disponível em: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blog.amarelosaudemental.com.br/a-ilus%C3%A3o-das-redes-sociais"><strong>https://blog.amarelosaudemental.com.br/a-ilus%C3%A3o-das-redes-sociais</strong></a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 14:38:39 UTC</pubDate>
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         <title>Mais de 80% dos brasileiros acreditam que redes sociais influenciam muito a opinião das pessoas</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3414080938</link>
         <description><![CDATA[<p>A percepção de que as redes sociais têm muita influência sobre a opinião das pessoas é compartilhada, em média, por 83% dos brasileiros. Mas o percentual varia conforme a escolaridade: é de 76% entre cidadãos que têm ensino fundamental e chega a 90% entre os que tem escolaridade superior. Os dados são da pesquisa nacional Redes Sociais, Notícias Falsas e Privacidade na Internet, realizada pelo DataSenado em parceria com as ouvidorias da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. Quanto à frequência com que meios de comunicação e redes sociais são usados como fonte de informação, 79% dos entrevistados responderam que sempre utilizam o Whatsapp, enquanto 50% indicaram que sempre recorrem à televisão e 49%, sempre se informam pelo Youtube. Em relação a essas três categorias – televisão, YouTube e Instagram – observa-se que, quanto mais alta a faixa de idade, maior o percentual de entrevistados que respondem utilizar sempre televisão como fonte de informação. Por outro lado, para o Instagram e Youtube, o padrão é inverso: quanto mais baixa a faixa de idade, maior o percentual de entrevistados que respondem utilizar sempre essas redes sociais como fonte de informação. O percentual de brasileiros que afirmam já ter identificado alguma notícia falsa nas redes sociais chega a 83%, mas também varia com características de perfil. É menor, por exemplo, entre os que têm 60 anos de idade ou mais (70%), os que têm até o ensino fundamental incompleto (67%) e os que possuem renda familiar até 2 salários mínimos (77%). Entre a média dos que afirmaram já ter identificado uma notícia falsa, 58% relatam que isso prejudicou a confiança deles nas redes sociais. Quanto à confiança nas redes sociais, 62% dos brasileiros discordam da afirmação de que “Informações publicadas em redes sociais são mais confiáveis do que as publicadas na mídia tradicional”. Já em relação a notícias falsas, 96% dos brasileiros acreditam que quem as compartilha em redes sociais deve ser punido. A maioria também acredita que a punição deve ser estendida a quem desenvolve o conteúdo falso (69%) e à rede social em que este foi divulgado (68%). <em>Foram entrevistados 2.400 cidadãos que têm acesso à internet, em todas as unidades da federação, por meio de ligações para telefones fixos e móveis, no período de 17 a 31 de outubro. A amostra é estratificada, totalmente probabilística, com alocação proporcional à população segundo o IBGE. A margem de erro é de dois pontos percentuais com nível de confiança de 95%. Algumas questões foram respondidas por grupos específicos da amostra. Para estas questões a margem de erro é superior a dois pontos percentuais.</em></p><p><em>(</em>Por Senado Federal, em 10/12/2019. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/materias/pesquisas/mais-de-80-dos-brasileiros-acreditam-que-redes-sociais-influenciam-muito-a-opiniao-das-pessoas">https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/materias/pesquisas/mais-de-80-dos-brasileiros-acreditam-que-redes-sociais-influenciam-muito-a-opiniao-das-pessoas</a>)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 14:57:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>imoraisbiologia</author>
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         <pubDate>2025-04-17 16:08:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>imoraisbiologia</author>
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         <title>Imagem de felicidade nas redes sociais: do potencial sensível ao capitalista</title>
         <author>imoraisbiologia</author>
         <link>https://padlet.com/imoraisbiologia/9olwk44z7iembryi/wish/3414148704</link>
         <description><![CDATA[<p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/14277">https://www.seer.ufal.br/index.php/revistaleitura/article/view/14277</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-04-17 16:15:02 UTC</pubDate>
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