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      <title>ARESTAS: Grupo de Estudos em Arte e Mediação by ARESTAS: Grupo de Estudos em Arte e Mediação</title>
      <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc</link>
      <description>Mural para trocar ideias, relatar experiências e registrar memórias que surgem nos encontros do grupo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-02-16 22:41:15 UTC</pubDate>
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         <title>SEJA BEM-VIND@!</title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <description><![CDATA[<div>ARESTAS é um <strong>projeto de extensão</strong> em formato de grupo de estudos, que tem como foco promover <strong>encontros regulares </strong>dedicados a trocas e reflexões sobre <strong>mediação cultural em arte</strong>, a partir de discussões de textos, do compartilhamento de pesquisas e relatos de experiências.</div><div><br></div><div>Coordenado pelas professoras <strong>Aline Nunes</strong> e <strong>Camila Schenkel</strong>, do Departamento de Artes Visuais da <strong>UFRGS</strong>, conta com colaboração de professores, pesquisadores e estudantes de diferentes cursos e instituições.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 23:04:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENCONTRO 1       29/10/2020</title>
         <author>ARESTAS</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1209041738</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"Mediação cultural, do meio às arestas"<br>Profª. Drª. Julia Rocha (UFES)</strong><br><br>Informação, explicação ou diálogo? Que relações são possíveis entre mediadores culturais e os públicos de museus e exposições no âmbito de exposições de arte em instituições culturais? O convite é para discutir diferentes sentidos para a mediação cultural, identificando acepções para o termo, situando correntes teóricas e problematizando o período de desmonte da cultura que estamos vivenciando.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 23:13:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENCONTRO 4       10/12/2020</title>
         <author>ARESTAS</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1209049561</link>
         <description><![CDATA[<div>"<strong>Arte contemporânea, educação e mediação cultural"<br>Profª. Drª. Luciana Loponte (UFRGS)<br></strong><br>A discussão aborda relações e tensões entre a prática educativa em escolas e instituições culturais, problematizando especialmente os modos pelos quais as produções contemporâneas podem instigar processos de formação menos lineares e mais abertos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 23:18:35 UTC</pubDate>
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         <title>NOSSA PLAYLIST SPOTIFY </title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <description><![CDATA[<div>Contribua! Adicione músicas e compartilhe com a gente!&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 23:28:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andressagerlach</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1250076001</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-02-28 14:14:57 UTC</pubDate>
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         <title>ENCONTRO 6 25/02/2021</title>
         <author>pjuliarocha</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1252621629</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sobre o ofício do curador pedagógico</strong>. O encontro, realizado no dia 25 de fevereiro, foi centrado na conversa com Andressa Gerlach, que apresentou sua pesquisa sobre curadoria educativa em museus de arte. No processo do curso de História da arte e em paralelo trabalhando como mediadora em diferentes exposições e instituições, Andressa teve interesse em ouvir a perspectiva dos mediadores, dar voz aos agentes da ação mediadora. Durante o processo de pesquisa interessava pensar as interferências e aproximações nos discursos dos curadores e mediadores. Essa escuta foi feita olhando para três exposições, tendo uma questão como ponto de partida: “Por que um educativo faz uma exposição?”. As exposições foram escolhidas visando ter uma mirada para três diferentes contextos: um local, um nacional e um internacional. Antes de nos apresentar essas experiências, Andressa demarcou um processo histórico que atravessa os campos da arte e da educação, cruzando marcos temporais do sistema da arte, das exposições e da prática artística com novas metodologias, conquistas e entraves da educação em museus e do ensino da arte escolar. Assim, a formalização do ensino da arte nas escolas foi analisada em paralelo com a experimentação e a crítica institucional nos museus de arte nos anos 1970; e o desenvolvimento e a propagação da abordagem triangular e o boom dos programas educativos nos museus foram lidos em paralelo com as grandes exposições impulsionadas pelas leis de incentivo fiscal e a virada educacional nos anos 1990. O percurso histórico deu ferramentas para pensar o conceito de curadoria educativa/pedagógica, analisando o espaço de encontro e fricção que educação e arte construíram no processo. Com a delimitação da ideia de curador educativo ou curador pedagógico que a pesquisa de Andressa chega ao olhar para as três exposições, escolhidas por serem exposições onde a curadoria foi proposta pelas equipes de mediadores das instituições ou pelo departamento de educação. Foram elas: “Infâncias: diferentes modos de ver e sentir”, no MARGS, “Educação como matéria-prima”, no MAM-SP e “Lección de arte”, no Museu Thyssen-Bornemisza. Como eram todas mostras ocorridas antes do desenvolvimento da pesquisa, a análise dessas exposições foi feita por meio de entrevista com as equipes de curadores/mediadores (nesses casos, coincidentes) e dos documentos e registros delas. Como considerações posteriores a análise das exposições, Andressa mencionou o interesse de valorizar e registrar a perspectiva do mediador; o trabalho colaborativo entre educativo e curadoria; a prática educativa como metodologia de trabalho; o público enquanto ponto de partida e chegada; e o museu como espaço de criação e experimentação. O debate coletivo possibilitou problematizar essa nomenclatura do curador educativo, percebendo como por vezes esse título serve como designação para velar um contínuo distanciamento que os setores educativos continuam vivenciando, fazendo parecer que a educação vem ao final dos processos de desenvolvimento das exposições, como tradução do que foi proposto por outros. A análise das exposições permitiu visualizar o que efetivamente teve consonância com o contexto ou o que serviu para velar um contínuo processo de retirada da mediação do meio, colocando-a como um fim que atende aos interesses da instituição, e não do público.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 11:57:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um registro em texto e imagem, molhado pela chuva da janela</title>
         <author>pjuliarocha</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1252634277</link>
         <description><![CDATA[<div>Relato visual e de conceitos-chave do encontro de 25/02/2021, devidamente danificado pela chuva que respingou no dia seguinte</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-01 12:02:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>NOSSO INSTA!</title>
         <author>andressagerlach</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1357593585</link>
         <description><![CDATA[<div>@arestasgrupo</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.instagram.com/arestasgrupo/" />
         <pubDate>2021-03-26 15:10:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Depoimento Elidayana</title>
         <author>ARESTAS</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1358042575</link>
         <description><![CDATA[<div>26/03/2021<br>Hoje pude participar de um encontro organizado pelo <a href="https://www.instagram.com/arestasgrupo/">@arestasgrupo</a> grupo de estudos em arte e mediação e ouvir o professor <a href="https://www.instagram.com/igormsimoes/">@igormsimoes</a> falando da experiência de fazer a curadoria educativa da 12 Bienal do Mercosul, a sua fala trouxe a seguinte reflexão "A insistência em estar junto: curadoria educativa e uma Bienal em tempos de peste".<br>Todo o afeto contido em seu relato me trouxe uma lembrança, me lembrei de algumas ações que realizei nesses 10 anos de experiência como educadora, me lembrei da minha insistência em trabalhar com arte mesmo diante de todas as adversidades.<br>Todos os dias acordo me perguntando se um dia eu voltarei a estar numa roda como essa da foto, se eu voltarei a ouvir as perguntas das crianças, as suas risadas e também as minhas.<br>Eu escolhi ser educadora, foi uma decisão de alma, um devir, estar longe de tudo que um dia eu sonhei e achei que seria impossível acontecer, mas aconteceu, é muito estranho...<br>Durante essa minha jornada como educadora eu ousei em todas as formas possíveis, eu enfrentei de tudo para sustentar o meu céu.<br>Trabalhar com crianças pequenas no museu nunca foi fácil, muitas vezes não entendiam porque cantávamos e fazíamos roda dentro das salas e hoje com meu coração aberto eu digo que essa ação era um ato político, um ato de amor e um ato poético.<br>O amor que eu sentia ao fazer da minha prática um enfrentamento as opressões era o que dava sentido a minha existência, me ver longe de toda essa "brincadeira" me coloca em ruínas.<br>Quando criança sofri todos os tipos de agressões e discriminação na escola, cresci e prometi a mim mesma que jamais iria praticar os mesmos atos violentos que foram praticados comigo, as crianças passaram a ser minhas parceiras nessa jornada, o museu passou a ser a minha casa e a cada dia novos sorrisos completavam o meu, de mãos dadas com alegria fazíamos da casa das musas lugar de brincar e aprender. A educação e a arte sempre me salvaram, sempre me acolheram.<br>Eu continuo sonhando com um mundo possível que abrace todas as pessoas na sua diversidade, apesar do luto eu ainda tenho a utopia de sonhar...</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 16:46:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andressagerlach</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 20:12:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>andressagerlach</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1358824101</link>
         <description><![CDATA[<div>- As vozes das arestas<br>vêm<br>das frestas -</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 20:16:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENCONTRO 7              25/03/2021</title>
         <author>ARESTAS</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1358848625</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>"A insistência em estar junto: curadoria educativa e uma Bienal em tempos de peste"<br>Prof. Dr. Igor Simões (UERGS)<br><br>(</strong>Nosso encontro teve 80 participantes!)<br><br>Igor falou sobre sua experiência enquanto curador educativo da 12ª Bienal do Mercosul,&nbsp; <em>Feminismo(s): Visualidades, Ações e </em><em><mark>Afetos</mark></em>, em 2020.<br>Contou sobre toda a preparação do educativo e as mudanças conforme o avanço da pandemia e o cancelamento da versão presencial da mostra.<br><br>Trago aqui <strong>12 apontamentos</strong> gerados a partir de sua fala:<br><br><strong>1</strong>. O que significa pensar em termos curatoriais um educativo?<br><strong>2.</strong> A via de entrada das histórias insubmissas da arte se dá pelo educativo = o educativo é <em>usina de pensamentos </em>e, por isso mesmo, <em>um espaço de desconfianças </em>(e negociações);<br><strong>3.</strong> Compreender o educativo não como o lugar de ilustração do pensamento curatorial e institucional, mas como uma dimensão <em>inseparável</em> do ato de erigir e pensar uma exposição;<br><strong>4.</strong> Escolha estratégica do termo <em>curador educativo</em> pela questão sistêmica = garantir o poder de ação efetivo e o respeito dos pare<em>s</em>;<br><strong>5</strong>. É uma falácia a crença da criação autoral do curador. É sempre uma criação coletiva e o educativo é o espaço de <em>estar junto</em> por excelência;&nbsp; <br><strong>6.</strong> Movimento de (re)conexão = parceria e anuência de outros educativos da região que, por sua vez, devem muito à "tradição" de formação de mediadores da Bienal;<br><strong>7</strong>. Dimensão conceitual da mostra foi o material de trabalho do educativo = estratégias de <em>ativação</em> da exposição e participação dos artistas e do público;<br><strong>8</strong>. Circulação de conhecimento e a preocupação em evitar a perspectiva "salvacionista" da arte na Bienal, através da construção coletiva;<br> <strong>9</strong>. A urgência da necessidade de manutenção da equipe durante a pandemia e a mediação como peça-chave para captar e colher públicos;<br><strong>10. </strong>O espaço expositivo é uma arena de dissensos e o educativo é a nova dimensão&nbsp; da crítica institucional contemporânea = criação e construção de conhecimento<br><strong>11. </strong>O <em><mark>afeto </mark></em>como estratégia de ação e de sobrevivência;<strong><br>12.</strong><strong><em> </em></strong><em>Não existe neutralidade</em> na arte. Nem nos setores educativos. Nem nas salas de aula.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 20:26:16 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>radical/radicular didi-huberman</title>
         <author>andressagerlach</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1376983373</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-01 23:36:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>8 encontros da formação de professores da FRESTRAS Trienal de Artes de Sorocaba</title>
         <author>andressagerlach</author>
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         <description><![CDATA[<div>Indicação de Renata Sampaio no 9º encontro do Arestas em 29/04/2021</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 21:52:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educativo da exposição &quot;O Rio é uma serpente&quot;</title>
         <author>andressagerlach</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1476125527</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-04-29 22:49:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENCONTRO 8           24/06/21     </title>
         <author>dharacorte</author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1624351520</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>"O dilema da representação nas políticas de diversidade"</strong></div><div><strong>Cayo Honorato, UnB<br></strong><br>O artigo intitulado "O dilema da representação nas políticas de diversidade" escrito pelo Cayo foi base para as discussões do encontro.<br><br><em>Observações iniciais:</em></div><ul><li>No texto, a questão não se endereça ao contexto brasileiro, mas no envolvimento com as questões de lá podemos nos perguntar como essas questões ou questões semelhantes poderiam estar se configurando aqui.</li><li>As várias dobras dos problemas da representação/representatividade colocadas no texto podem talvez sugerir que a discussão por lá esteja avançada, mas essa impressão deve ser recebida com cautela, são processos históricos e culturais distintos, talvez tenham havido ali uma ou várias situações que catalisaram a discussão desse problema</li></ul><div><br><em>Algumas questões pontuadas:</em></div><div>- O museu está sempre fazendo perguntas, mas o que se faz com as respostas?</div><div>- Como pensar essa discussão no contexto brasileiro? Qual o modo como as instituições estão trabalhando a questão da representação/representatividade?</div><div>- Como podemos nos desvencilhar do dilema da representação (de uma concepção de representação fixa)? Esse processo exige uma mudança mais cognitiva do que política e exige que não automatizemos nossa abordagem diante desse processo.</div><div>- A recusa dos estudantes da pesquisa em questão não foi por serem reconhecidos de qualquer modo, a questão foi COMO eles foram reconhecidos, muito diferente de como eles desejavam ser reconhecidos.</div><div>- Uma ação em favor da representatividade tem sido selecionar as equipes a partir de critérios de diversidade, MAS a estrutura em si não está interessada em pensar na violência que essas pessoas vão sofrer tanto dentro da instituição quanto com o público. O papo da diversidade parece ficar muito mais para os públicos externos do que internos. Essa abordagem paternalista vem para conter a demanda ao PARECER que atende a demanda.</div><div>- Falta reivindicar que os donos dos museus sejam negros, indigenas, mulheres, etc (ir além dos educadores e curadores).</div><div>- Podemos pensar nas dobras dessa discussão sobre representatividade. Quando curadores e diretores falam dos projetos educativos em vez dos próprios coordenadores do educativo, há aí uma questão de representatividade. A forma como fundamentamos nossas pesquisas com autores estrangeiros também diz sobre uma falta de representatividade.</div><div>- É um equívoco criar segmentos de eixos separados (ex: uma exposição sobre negritude, outra sobre mulheres…), essa forma é distante das experiências individuais que são muito mais entrecruzadas. Ideia de interseccionalidade é interessante não tanto no sentido de identidades super específicas mas como algo que favorece a conversa entre diferentes. (Obs: um cruzamento inusitado é quando a audiodescrição convoca a auto declaração).</div><div>- A questão da representatividade já está colocada, é&nbsp; hora de apresentarmos COMO elas estão sendo consideradas</div><div>- Sobre relações entre universidades e museus: no caso da Tate, a pesquisa em questão foi uma certa atitude de retratação em relação a academia (museologia crítica)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-24 23:25:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ENCONTRO 8 (PARTE 2 – OUTROS OLHOS)

“O problema da representação nas políticas de diversidade&quot; Cayo Honorato, UnB</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/arestas/9npnj8jwo3s3o5xc/wish/1630634721</link>
         <description><![CDATA[<div>O artigo intitulado “O problema da representação nas políticas de diversidade" escrito pelo Cayo foi base para as discussões do encontro. Neste encontro&nbsp; Cayo apresentou brevemente o artigo e na sequência abriu-se o momento de discussões.<br><br></div><div>Para que pudéssemos ter um ponto de partida, segue abaixo algumas das considerações sobre o artigo e o contexto em ele que foi escrito:&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; o texto disponibilizado pelo Cayo (e, na sequência, pelo Arestas) carece de uma tradução mais objetiva e avançada para o português brasileiro;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; o artigo é pensado a partir da publicação de relatórios que mostram que instituições de arte&nbsp; inglesas estavam/estão de certa forma “patinando” quando o assunto é a diversidade de seus trabalhadores e, que, se abre para a racialização quando um grupo de doze entrevistados se negam a preencher o campo que categoriza os corpos não-brancos em diferentes esferas a partir das siglas das políticas sociais de Londres; &nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; as siglas, de certa forma, identificam segmentos sociais os quais as instituições deveriam designar aproximação, atenção e um trabalho voltado para a eliminação do preconceito racial;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; apesar do relatório ter se realizado na primeira década deste século, o resultado das analises só foi publicado em 2019. Logo, é preciso que se considere a atualidade das pautas no momento de discussão da temática; ...<br><br></div><div>No encontro, buscamos compreender quais as inquietações erguidas pelo Cayo em seu texto, poderiam endereçar-se ao contexto brasileiro ou às estruturas das instituições culturais e de produção de arte brasileiras.</div><div>Talvez, tenhamos recorrido ao artigo do Cayo justamente porque suas inquietações em certa medida recaem sob o contexto brasileiro (?), uma vez que, a abertura que faz o artigo, evidencia uma demanda visualmente perceptível para as instituições brasileiras. Demandas que já vem sendo discutida politicamente no Brasil há aproximadamente quarenta anos, com Abdias do Nascimento, desde que os diálogos sobre as políticas de Ações Afirmativas e (ou) Compensatórias ganharam potência no território brasileiro ao questionar a presença e a representação de grupos étnicos (e outros) nos espaços – seja nos espaços de produção de conhecimento, de poder e de tomada de decisões. O encontro marca no grupo a formalização dessa discussão e não tenta esgotá-la.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Dentre os pontos debatidos, listamos abaixo :</strong></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; O que há de superficial nas questões sobre a diversidade?&nbsp;</div><div>Através dessa reflexão se dialogou sobre o modo como os agentes e instituições estão trabalhando a questão da diversidade e o como ela se tornou um token (um discurso superficial, para engajar capital) das instituições visando criar sob si a imagem de que estão conscientemente inserida nos movimentos de avanço social e, que, estão ativamente buscando erradicar preconceitos. Além disso, se discutiu sobre como esse tipo de comportamento não está restrito apenas na ordem política das instituições mas, também, na ordem cognitiva da sociedade. O que torna a discussão ainda mais delicada.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Deveríamos ter políticas formais de diversidade?</div><div>A exposição dessa questão permitiu a abertura de um novo caminho para o encontro pois, embora não se tenha uma resposta objetiva, ela nos possibilitou refletir sobre <em>como nos interessa fazer essas reivindicações</em> e, ainda, buscar formas de garantir a efetividade da representação dentro das instituições de arte.</div><div>No artigo do Cayo, os entrevistados pela pesquisa não se recusaram de todo modo serem reconhecidos na suas diversidades, mas tensionaram sobre o <em>COMO</em> estavam sendo reconhecidos. Logo, uma das possibilidades dessa pergunta foi prever possíveis mudanças que teríamos se tivéssemos um suporte formal para a garantia da diversidade, e, ainda, se a representação igualitária em números – enquanto uma possibilidade de caminho para uma política de diversidade formalizada – seria eficiente.</div><div>Uma via que chegamos foi que, é preciso ter cautela e pensar também em qual esfera a demanda está orientada para também pensar nas iniciativas.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; A representatividade é uma possibilidade de diversidade ou ela é uma outra categoria?</div><div>Uma das percepções em torno das questões da representatividade é o como ela corre sempre o risco de tornar-se hegemônica e, também, o como essa linha é tênue.</div><div>Em uma das explanações percebemos como a representação pode tornar-se&nbsp; hegemônica, visto que os ambientes que a utilizam como um token não se repensam em totalidade. Logo, de forma cognitiva, podem reiterar os sintomas de uma lógica colonial que se atualiza no tempo e espaço. Deste, chegamos a um ponto crucial de percepção e reconhecimento de que, a representação (seja ela em números ou não) pode também ser uma forma de controle sob a diversidade.</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando ao uso de referenciais teóricos. Falar sobre representatividade é também pensar sobre aquilo que utilizamos enquanto referência. Isso é ou pode ser um problema?</div><div>Sobre isso concluímos que, o uso de referencial teórico específico, nem sempre é um problema. Muitas vezes, ser ou não, por exemplo, decolonial, está num lugar de pensar qual a performance será adotada na produção do conhecimento e, neste caso, a abordagem, mesmo com o uso de referenciais consagrados ou de alguma forma ‘saturados', pode vir de forma a contribuir.</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; <strong>Outras questões que permearam o encontro:</strong></div><div>- A diversidade quando se refere a presença de um público infantil nos espaços de arte e produção de cultura;</div><div>- A representatividade e a diversidade ao que se refere a acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência nos espaços expositivos.</div><div>Dessas questões surgiu no encontro o termo da <em>Museologia pós-crítica</em>.</div><div>Os educativos, como foi mencionado, em muitos casos, é o caminho que as instituições de arte e cultura encontram para administrar as diversidades do público. Desse modo, se percebe o quanto o educador também é um instrumento e um benefício para as instituições. Entretanto, quando o educativo precisa se apresentar, o seu papel é colocado a margem pelas instituições; ou seja, o educativo não fala por si, ele é representado por alguém acima dele na hierarquia da instituição e (esse alguém) na maioria das vezes não está ciente das demandas enfrentadas pelo educativo. Seja por não ter um meio de comunicação eficiente com o educativo, seja porque o educativo é uma forma eficiente de garantir que o token da diversidade se mantenha funcionando.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-29 21:52:02 UTC</pubDate>
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         <title>Meta-mediação virtual com Educativo CCBB RJ</title>
         <author>andressagerlach</author>
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         <description><![CDATA[<div>No dia 05 de agosto de 2021, das 18h às 20h, o mediador Phellipe Rezende nos acompanhou virtualmente pela exposição "Nise da Silveira: A revolução pelo afeto", em cartaz no CCBB do Rio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-07 16:38:05 UTC</pubDate>
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         <title>A ideia de propositor, por Lygia Clark</title>
         <author>andressagerlach</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Nós somos os propositores:<br>nós somos o molde,<br>cabe a você soprar dentro dele<br>o sentido da nossa existência.<br>Nós somos os propositores:<br>nossa proposição é o diálogo.<br>Sós, não existimos.<br>Estamos à sua mercê.<br>Nós somos os propositores:<br>enterramos a obra de arte como tal<br>e chamamos você para que o pensamento viva<br>através de sua ação.<br>Nós somos os propositores:<br>não lhe propomos&nbsp;<br>nem passado,<br>nem futuro,<br>mas o agora"</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-08-20 14:08:22 UTC</pubDate>
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         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:34:06 UTC</pubDate>
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         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:34:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:34:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:35:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:35:53 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação para o XXII Salão de Extensão da UFRGS 2021</title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:42:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:50:33 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Instrumentos e estratégias de avaliação para mediação cultural&quot;, artigo publicado pela Profa. Dra. Julia Rocha </title>
         <author>ARESTAS</author>
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      <item>
         <title>(Arte-)Educação em exposição: análise de duas mostras de arte com curadoria de arte-educadores&quot;, artigo publicado por Andressa C. Gerlach Borba </title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:54:58 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Em quarentena: apontamentos sobre educação em museus em tempos de pandemia&quot;, artigo publicado pela Profa. Dra. Camila Schenkel </title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 14:57:01 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Mediação cultural como dispositivo de cura coletiva&quot;, artigo elaborado por Gabi Faryas </title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 15:01:49 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>ARESTAS</author>
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         <pubDate>2021-08-20 15:11:29 UTC</pubDate>
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         <title>Encontro com Luã, 02/09</title>
         <author>larissafauri</author>
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         <description><![CDATA[<div>Registros do encontro com Luã.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-09-09 18:25:01 UTC</pubDate>
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