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      <title>ECS ADM by PRISCILA MAYUMI TANAKA</title>
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      <description>UI Hematologia e Transplante de medula óssea</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-04-23 22:00:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-06-06 03:17:16 UTC</lastBuildDate>
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         <title>1ª semana</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Meu primeiro contato com a unidade foi incrivel! Logo no dia do reconhecimento a enfermeira responsável pelo setor me apresentou a estrutura física da unidade de Hematologia e Transplante de medula óssea. Nos primeiros dias, pude entender o fluxo de atividades e a rotina da unidade (que é muito bem estabelecida), além de conhecer toda a equipe. Fui muito bem recebida pelos profissionais, que me auxiliaram nos procedimentos específicos de ambas as unidades e me proporcionaram muitas experiências novas, como o puncionamento do dispositivo Porth-a-cath, instalação de quimioterapias e acompanhamento de transplante de medula óssea, além de sempre realizar a parte administrativa direcionada a equipe de Enfermagem. Estou muito realizada em poder estagiar em uma unidade tão rica, que apesar de necessitar de conhecimentos bem mais específicos, tem me proporcionado boas experiências e muito aprendizado. Passamos apenas 4 dias de ECS-ADM, mas tenho certeza que será um período de muito desenvolvimento pessoal e profissional! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-02 17:22:23 UTC</pubDate>
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         <title>Conhecendo minha unidade (Item 1)</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3436905979</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p>Trata-se de uma unidade de internação de alta complexidade, classificada como nível quaternário.</p></li><li><p>A unidade é composta por duas áreas: a hematologia, com 10 leitos, e a subunidade exclusiva para Transplante de Medula Óssea (TMO), com 8 leitos — totalizando 18 leitos.</p></li><li><p>A subunidade destinada ao TMO é obrigatória, especialmente para pacientes submetidos a transplantes alogênicos. Essa área possui acesso restrito, fluxo separado, além de áreas específicas para paramentação e desinfecção antes do ingresso nos quartos.</p></li><li><p>Os quartos para pacientes transplantados alogênicos contam com sistema de filtragem absoluta do ar, assegurando um ambiente controlado e seguro para imunossuprimidos. Essa exigência está de acordo com a RDC e a Portaria MS/GAB nº 1316 de 30/11/2000, que estabelece a necessidade de uma subunidade exclusiva com no mínimo três quartos individuais com filtragem absoluta do ar.</p></li><li><p>Atualmente, a unidade possui poucos pontos de higienização das mãos. Essa limitação foi discutida em reuniões com a CCIH e a equipe de engenharia, estando em andamento a instalação de uma pia para escovação pré-procedimento.</p></li><li><p>Dois banheiros apresentam contaminação fúngica nos encanamentos — situação já notificada — o que obriga os pacientes a utilizarem banheiros de outros quartos para o banho.</p></li><li><p>Há apenas um carrinho de parada disponível, utilizado tanto na unidade de hematologia quanto na subunidade de TMO e fica alocado na UI da hematologia.</p><p><br></p><p><br></p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 18:51:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Perfil dos Pacientes e Motivos de Internação (Itens 2 e 3)</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3436916393</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>A unidade atende pacientes com cânceres hematológicos, incluindo leucemias, linfomas de Hodgkin e não Hodgkin, e mielomas. A faixa etária e as características clínicas desses pacientes seguem o perfil epidemiológico típico dessas doenças.</p><p><br></p><p>Os principais motivos de internação incluem:</p><ul><li><p>Administração de quimioterapia (QT);</p></li><li><p>Descompensações relacionadas à doença, como pancitopenia, neutropenia febril e progressão do quadro clínico;</p></li><li><p>Etapas de indução e consolidação do tratamento;</p></li><li><p>Condicionamento prévio ao Transplante de Medula Óssea (TMO).</p></li></ul><p>A maioria dos pacientes nas unidades é classificada como sendo de cuidados mínimos a intermediários.</p><p><br></p><p><strong>Admissão de Doadores</strong></p><p>Os doadores de medula óssea geralmente vêm de casa, encontram-se em bom estado geral e podem estar em uso de medicações. Eles são internados para a realização da coleta da medula. Sempre que possível, são acomodados em quartos próximos ao receptor.</p><p><br></p><p><strong>Pacientes Oncológicos</strong></p><p>Grande parte dos pacientes oncológicos é internada após passagem pelo pronto-socorro (PS) ou alta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Outros vêm do ambulatório para receber quimioterapia — principalmente aqueles que ainda não possuem cateter venoso central (PAC). Há ainda casos de internação domiciliar para investigação diagnóstica ou início de novos ciclos de tratamento.</p><p><br></p><p>Durante a admissão dos pacientes, é de extrema importância coletar seu histórico de saúde, incluindo medicações de uso contínuo, doenças e procedimentos prévios, alergias  e quedas recentes. Realizamos o processo de enfermagem do dia de internação e aplicamos e registramos escala de coma de Glasgow e Braden. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-05 18:58:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conhecendo a equipe das unidades (ITEM 5,6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13)</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3449345459</link>
         <description><![CDATA[<p>     O enfermeiro da unidade exerce, predominantemente, funções assistenciais e gerenciais, como a realização do processo de enfermagem, execução de procedimentos privativos, organização das escalas diárias, classificação dos pacientes, liberação de medicamentos e participação em conferências. Além dessas atribuições, desempenha um papel educacional relevante, considerando que o setor recebe residentes de enfermagem oncológica e de transplante, além de residentes das áreas médica, fisioterapêutica e farmacêutica.</p><p>     No turno da manhã, duas enfermeiras são responsáveis pelas unidades de Hematologia e Transplante de Medula Óssea (TMO), sendo cada uma alocada em um setor. Entretanto, durante as duas primeiras semanas de estágio, uma das enfermeiras encontrava-se de férias, o que levou a enfermeira da Hematologia a supervisionar ambas as unidades. Esse cenário evidenciou a sobrecarga de trabalho enfrentada, especialmente em uma unidade de terapia intensiva com 18 leitos e demandas complexas e contínuas de cuidado.</p><p>     Entre os procedimentos privativos do enfermeiro, destacam-se: liberação de quimioterápicos na farmácia especializada, administração de quimioterapia e hemoderivados, agulhamento de port-a-cath, infusão de medula óssea, retirada de cateteres centrais e o desenvolvimento do processo de enfermagem.</p><p>O planejamento da equipe de enfermagem é realizado após contato da supervisão, que orienta a montagem da escala diária. A rotina habitual da unidade conta com duas técnicas de enfermagem, uma em cada setor (Hematologia e TMO). Quando há uma terceira profissional, a divisão é feita de forma equitativa, conforme a distribuição dos leitos.</p><p>     </p><p>     A relação entre a supervisão e a equipe de enfermagem é próxima, com visitas e contato diários. A escala mensal também é elaborada pela supervisão. No entanto, apesar dessa proximidade, existem conflitos, motivados principalmente pela carência de profissionais e pelas frequentes realocações, o que fragiliza a comunicação. A relação com a coordenação é ainda mais difícil, devido à ausência de respostas às demandas levantadas pela equipe de enfermagem.</p><p>As funções dos profissionais da equipe de enfermagem são bem definidas:</p><ul><li><p><strong>Técnicos de enfermagem</strong>: realizam cuidados diretos aos pacientes, como banho, administração de medicamentos, limpeza concorrente, organização dos armários e montagem das caixas de descarte (descarpack).</p></li><li><p><strong>Enfermeiras</strong>: executam procedimentos privativos, conduzem o processo de enfermagem, organizam a escala diária, fazem checagens com a farmácia e realizam solicitações de medicamentos.</p></li><li><p><strong>Residentes de enfermagem</strong>: os residentes de primeiro ano (R1) atuam mais diretamente na assistência, enquanto os de segundo ano (R2) assumem gradualmente as funções de um enfermeiro oncologista.</p></li><li><p><strong>Residentes médicos</strong>: atuam residentes das áreas de clínica médica, hematologia, infectologia e TMO, totalizando cinco residentes. São responsáveis por avaliações clínicas, diagnósticos, prescrições e definições de condutas.</p></li></ul><p><br></p><p>     A equipe multiprofissional tem atuação ativa e integrada. As fisioterapeutas residentes estão constantemente presentes, e a nutricionista realiza avaliações diárias. A dentista acompanha casos específicos, como pacientes com mucosite, e a equipe de psiquiatria é acionada quando necessário.</p><p><br></p><p><strong>*Organograma institucional</strong>: Ieda → Celi → Fabiana → Claudineia.</p><p><br></p><p><strong>Equipe de apoio</strong>:</p><ul><li><p><strong>Escriturária</strong>: exerce um papel fundamental, realizando solicitações de manutenção, organizando os estoques e estando disponível para acolher as demandas da equipe.</p></li><li><p><strong>Farmácia</strong>: especialmente a de quimioterapia, mantém contato constante com a equipe de enfermagem, dada a alta demanda por medicamentos de alta vigilância, o que fortalece a parceria.</p></li><li><p><strong>Laboratório</strong>: há relação diária, com coletas de exames frequentes. Devido à complexidade da unidade, o laboratório frequentemente entra em contato para comunicar resultados críticos.</p></li><li><p><strong>Agência transfusional</strong>: mantém diálogo constante com a unidade, uma vez que muitos pacientes necessitam de transfusões em razão das patologias predominantes.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-14 00:21:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2ª semana</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3463730055</link>
         <description><![CDATA[<p>Na segunda semana, pude perceber um avanço em minha autonomia e realização das tarefas diárias, além de uma maior integração com a equipe. Consegui realizar procedimentos específicos, como por exemplo: liberação e&nbsp; instalação de quimioterápicos e o puncionamento de porth-a-cath com maior segurança. Mantive participação nas rotinas de enfermagem: conferências, Fugulin, censo, evolução de pacientes, processos de enfermagem, liberação de quimioterapias, auxílio nas coletas laboratoriais e na assistência. Me senti ainda mais confiante e motivada com o apoio recebido, o que contribui cada vez mais para o meu aprendizado e desenvolvimento na unidade!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 21:14:09 UTC</pubDate>
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         <title>3ª semana</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3463744098</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta fase do estágio, pude consolidar ainda mais minha prática profissional, adquirindo maior autonomia e confiança na execução das atividades. Passei tamém a atuar de forma mais proativa no planejamento e na implementação dos cuidados diários, assumindo responsabilidades com mais segurança. Além disso, intensifiquei o acompanhamento dos sinais clínicos dos pacientes, desenvolvendo uma visão mais crítica e sensível às possíveis alterações no estado de saúde, o que me permitiu intervir de forma mais precisa e assertiva nas demandas da unidade. </p><p><br/></p><p>Durante a semana, vivenciamos uma intercorrência relevante: o extravasamento de quimioterápico em um paciente logo após a passagem de plantão. Diante da situação, foi utilizado o Kit de Extravasamento de Quimioterápicos disponível na unidade. As medidas imediatas incluíram a aplicação de compressas térmicas — frias ou quentes, conforme as especificidades do agente quimioterápico envolvido — e a notificação do evento adverso, conforme protocolo institucional.</p><p>Recebi orientações detalhadas sobre as condutas adequadas nesses casos, como a aspiração do máximo possível do medicamento extravasado, o manejo cuidadoso da área afetada com as compressas adequadas, além da monitorização da área ao redor do cateter e os cuidados com materiais contaminados. Foi realizada também a notificação do ocorrido no plantão da tarde. Acredito que essa experiência foi fundamental para ampliar meu conhecimento sobre os protocolos de segurança no manejo de medicamentos de alta toxicidade, além de reforçar a importância da vigilância contínua e da atuação rápida e precisa frente às intercorrências.</p><p><br/></p><p><strong>Artigo utilizado para estudo e referências: </strong></p><p>Melo JMA, Oliveira PP, Souza RS, Fonseca DF, Gontijo TF, Rodrigues AB. Prevention and conduct before the Extravasation of antineoplastic chemotherapy: scoping review. Rev Bras Enferm. 2020;73(4):e20190008. doi: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2019-0008">http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2019-0008</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://doi.org/10.1590/0034-7167-2019-0008" />
         <pubDate>2025-05-22 21:40:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>4ª semana</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3463757536</link>
         <description><![CDATA[<p>Na quarta semana, aprofundei ainda mais meu entendimento sobre os cuidados específicos voltados à hematologia e ao transplante de medula óssea. Tive a oportunidade de discutir os casos das unidades com a enfermeira e a residente da oncologia, o que contribuiu significativamente para meu aprendizado prático e teórico. Além disso, o contato com os pacientes se intensificou, e isso me permitiu perceber com mais clareza a importância da escuta qualificada e do acolhimento emocional frente às demandas psicológicas — muitas vezes silenciosas — que surgem durante os longos períodos de internação e que acabam passando despercebidas em meio à rotina acelerada dos plantões.</p><p><br></p><p>Algo que me chamou bastante atenção foi justamente esse aumento das demandas emocionais na unidade. Muitos pacientes não contam com acompanhamento psicológico ou psiquiátrico, o que torna o cuidado emocional ainda mais essencial por parte da equipe de enfermagem. </p><p><br></p><p>Paralelamente, é visível o cansaço e o desgaste mental entre os profissionais, reflexo direto da escassez de recursos humanos. Em diversos momentos, há apenas um enfermeiro responsável por duas unidades, o que resulta em uma sobrecarga significativa diante da complexidade dos cuidados exigidos. Nós, alunos e residentes, temos contribuído bastante nesse cenário, mas mesmo assim, torna-se evidente o quanto o ambiente pode ser desgastante e desafiador. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-22 22:05:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PROJETO DE INTERVENÇÃO - CICLO PDCA</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3469987950</link>
         <description><![CDATA[<p>Melhoria e Padronização do Espelho de Quimioterapia da Unidade de Hematologia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-28 01:14:41 UTC</pubDate>
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         <title>5ª semana </title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3477983257</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta quinta semana de estágio, senti ainda mais o meu amadurecimento na forma como compreendo e exerço o cuidado de enfermagem, especialmente diante das complexidades que envolvem os pacientes das unidades. Mantive participação ativa nas rotinas da unidade, com protagonismo na realização de procedimentos, organização da assistência, registros e escalas.</p><p><br></p><p>Acompanhei de perto o cuidado a um paciente em cuidados paliativos, o que me proporcionou reflexões profundas sobre a importância da escuta sensível, do alívio do sofrimento e da importância da enfermagem nesse processo. </p><p><br></p><p>Pude notar também um fortalecimento ainda maior em meu vínculo com a equipe multiprofissional, por meio de trocas cotidianas, alinhamento das condutas e construção conjunta do plano de cuidados, o que contribuiu para uma assistência mais integral e centrada nas necessidades de cada paciente.</p><p><br></p><p>A sobrecarga da equipe de enfermagem segue evidente, o que reforça minha percepção sobre os desafios estruturais e humanos que impactam diretamente no cuidado. Mesmo diante das adversidades, pude observar e participar de ações que demonstram a potência do trabalho colaborativo, da empatia e do compromisso ético com o bem-estar da equipe e dos pacientes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 00:39:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>6ª semana</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3478011993</link>
         <description><![CDATA[<p>A sexta semana de estágio foi, sem dúvida, uma das mais intensas e marcantes da minha formação até agora. Devido à paralisação dos técnicos de enfermagem e ao aumento da demanda assistencial, a enfermeira responsável pela unidade de hematologia assumiu os cuidados dos pacientes como técnica de enfermagem e, com isso, solicitou que eu assumisse, sob sua supervisão, a unidade como enfermeira. Essa vivência prática foi extremamente enriquecedora, pois me permitiu experimentar de forma mais aprofundada o papel e responsabilidades da enfermagem. Assumi responsabilidades que exigiram tomada de decisões rápidas, organização, pensamento crítico e colaboração constante com a equipe multiprofissional, o que contribuiu significativamente para meu crescimento profissional e pessoal.</p><p><br></p><p>Entre os diversos acontecimentos marcantes da semana, destaco o acompanhamento de um caso clínico complexo: paciente de apenas 21 anos que há cerca de 5 meses atrás realizava mais uma internação na UI hematologia para seguimento de seu protocolo quimioterápico. Em janeiro sofreu sua primeira parada cardiorrespiratória (teve três paradas cardiorrespiratórias desde o início de sua internação), e atualmente encontra-se em cuidados paliativos. O paciente apresenta atualmente um quadro neurológico grave, com múltiplas sequelas, incluindo traqueostomia, gastrostomia, atrofia muscular generalizada de membros superiores e inferiores e ausência de respostas verbais ou oculares a estímulos. O contato com esse caso despertou em mim uma profunda reflexão sobre a importância da responsabilidade ética, da segurança do paciente e das decisões que tomamos diariamente na prática profissional.</p><p><br></p><p>Tive, ainda, a oportunidade de participar ativamente do cuidado a esse paciente, realizando, em parceria com a equipe de fisioterapia, o procedimento de aspiração de traqueostomia e de vias aéreas. Esse momento foi essencial para o aprimoramento da minha técnica, além de fortalecer minha compreensão sobre a importância do trabalho interdisciplinar no cuidado de pacientes em estado crítico e com necessidades complexas.</p><p><br></p><p>Outro momento de grande impacto foi o meu primeiro contato direto com a experiência de um óbito, ocorrido durante a passagem de plantão. O ambiente se tornou caótico e emocionalmente desafiador, exigindo serenidade, empatia e profissionalismo. Pude colaborar com a preparação do corpo e presenciar o cuidado com a dignidade do paciente mesmo após a morte, o que reforçou, em mim, a importância da humanização em todas as etapas do cuidado.</p><p><br></p><p>Além dessas vivências, acompanhei a evolução clínica de pacientes em diferentes fases do transplante de medula óssea, o que me permitiu aprofundar meu entendimento sobre complicações comuns, medidas preventivas, intervenções paliativas e a importância do olhar integral ao paciente. </p><p><br></p><p>Essa foi uma semana de aprendizado intenso, técnico e emocional, que contribuiu significativamente para minha formação profissional e para a construção de uma visão mais crítica, ética e sensível sobre o cuidado e exercício da enfermagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-04 00:57:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>ITENS 14,15,16,17,18,19,20 e 21 </title>
         <author>priscilatanaka1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Comunicação e Organização da Assistência</strong></p><p>Tenho desenvolvido uma comunicação cada vez mais efetiva com a equipe multiprofissional, especialmente com fisioterapia, odontologia e nutrição, com quem estabelecemos trocas constantes e colaborativas. Com a equipe médica, a interação inicialmente se dava principalmente diante de intercorrências — como ausência/erros no espelho para quimioterapia ou inconsistências na prescrição médica — mas, com o passar dos dias, essa relação tem amadurecido, caminhando para uma comunicação mais clínica e objetiva. Também venho sendo reconhecida dentro da equipe de enfermagem como uma referência para esclarecimento de dúvidas, conferência de medicações e apoio na resolução de problemas, o que tem fortalecido minha postura profissional e a capacidade de liderança nas unidades.</p><p><br/></p><p><strong>Visita de Enfermagem e Rondas Intencionais</strong></p><p>Todos os dias realizo a visita de enfermagem antes mesmo da classificação dos pacientes. Essa prática me permite conhecer o estado geral dos internados, verificar dispositivos, pulseiras e placas de identificação, e ouvir suas demandas. Esse momento tem se mostrado ainda mais essencial em turnos com escassez de profissionais, pois possibilita a identificação precoce das prioridades e a definição da ordem de cuidados. Já as rondas intencionais são feitas conforme as demandas específicas de cada paciente, com maior frequência nos pacientes do TMO, que demandam cuidados mais intensivos.</p><p><br/></p><p><strong>Passagem de Plantão e Escala Diária</strong></p><p>A passagem de plantão é feita com base em um instrumento padronizado em ambas as unidades que inclui dados como número do leito, nome do paciente, diagnóstico, protocolo de quimioterapia, dispositivos em uso e exames laboratoriais críticos. No entanto, o momento da troca de turnos — especialmente no período da tarde — é frequentemente tumultuado, marcado por interrupções da equipe médica, acompanhantes ou pendências não resolvidas.</p><p><br/></p><p>Assumir a responsabilidade pela elaboração da escala diária também tem sido um desafio constante durante todo o período de estágio. Devido à limitação de pessoal, muitas vezes é feita uma divisão mais genérica entre os setores (Hemato e TMO), sem considerar integralmente as demandas específicas de cada paciente. </p><p><br/></p><p><strong>Coordenação e Integração com a Equipe</strong></p><p>Durante o plantão, apesar da ausência de reuniões formais, ocorrem interações espontâneas e pontuais entre os profissionais das diferentes áreas, que muitas vezes são marcadas por divergências nas condutas, mas ainda assim representam espaços importantes para alinhamento das ações. Venho me posicionando ativamente nessas situações, propondo soluções, organizando tarefas e colaborando com a equipe. Assim, acredito que postura proativa tem favorecido a integração com os demais profissionais e consolidado meu papel como um elo de apoio no cotidiano da unidade.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 02:52:41 UTC</pubDate>
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         <title>Itens: 29, 30, 31, 32, 33, 38, 42</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3481010745</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Atuação nas Atividades de Enfermagem</strong></p><p><br></p><p>Na rotina da unidade, venho desempenhando integralmente o processo de enfermagem, com foco especial na realização do exame físico, evolução clínica, elaboração dos diagnósticos e prescrição de cuidados. Um dos momentos mais frequentes do turno da manhã é o processo de admissão, que exige uma abordagem abrangente do quadro clínico do paciente — identificando alergias, uso contínuo de medicamentos, motivo da internação e diagnóstico médico. Como muitos pacientes são internados para início, consolidação ou fase de condicionamento da quimioterapia, considero essencial conhecer o protocolo específico e o ciclo em que o paciente se encontra, garantindo uma assistência mais direcionada.</p><p><br></p><p>Grande parte desses pacientes utiliza cateter totalmente implantado (Port-a-Cath), sendo necessário realizar a punção no momento da admissão, o que demanda técnica e atenção redobrada. Já as altas hospitalares (menos comuns no início do dia) exigem orientações detalhadas sobre cuidados domiciliares — incluindo sinais de alerta que justificam retorno imediato ao hospital, instruções sobre administração de medicamentos como o filgrastim (Granulokine), além de cuidados com alimentação e manipulação segura de fármacos.</p><p><br></p><p>Na unidade de Transplante de Medula Óssea (TMO), há uma articulação constante com a Casa Hope, instituição de apoio a pacientes oncológicos localizada próxima ao hospital. Como os pacientes em processo de condicionamento e transplante precisam estar a menos de uma hora da unidade hospitalar devido ao alto risco de neutropenia febril e possível sepse, o encaminhamento para essa casa de apoio se torna fundamental. Participar dessa organização, em parceria com o setor de serviço social, foi uma experiência enriquecedora, que me permitiu compreender melhor o fluxo de atendimento e a importância do suporte externo ao hospital.</p><p><br></p><p>Tenho assumido diariamente responsabilidades como conferência de medicações, preenchimento do censo e do sistema Fugulin, condução dos processos de enfermagem dos pacientes admitidos no turno da manhã, além de atuar ativamente nas liberações de quimioterápicos, visitas de enfermagem, articulação com outros profissionais da equipe para avaliações clínicas e solicitações de materiais e medicamentos.</p><p><br></p><p>Também venho executando procedimentos privativos do enfermeiro, como instalação de quimioterapia, coleta e retirada de cateter venoso central (CVC), punção de Port-a-Cath (PAC), infusão de hemocomponentes e participação nos cuidados relacionados ao transplante de medula óssea. Essa experiência tem sido fundamental para desenvolver não só habilidades técnicas, mas também a capacidade de tomada de decisão e organização do cuidado de forma segura e individualizada nas unidades, além de aprender e me desenvolver muito a cada dia que passa! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 02:57:19 UTC</pubDate>
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         <title>Itens: 22, 23, 24, 34,35</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3481012989</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Indicadores Assistenciais e Riscos na Unidade</strong></p><p><br></p><p>Nos últimos anos, a unidade tem monitorado de forma sistemática indicadores críticos relacionados à segurança do paciente, com destaque para infecções de corrente sanguínea — tanto associadas a cateter venoso central quanto decorrentes de injúrias da barreira mucosa — além de pneumonia hospitalar. Esses dados refletem diretamente a complexidade do cuidado com pacientes imunossuprimidos, sobretudo aqueles em tratamento oncológico e em regime de transplante.</p><p><br></p><p>Dados atualizados até fevereiro de 2025 revelam um cenário preocupante: a taxa de adesão à higienização das mãos encontra-se em apenas 25%, enquanto a taxa de infecções na unidade de hematologia alcançou 68%, reforçando a necessidade de ações urgentes para melhoria das práticas de biossegurança.</p><p><br></p><p>Entre os principais indicadores acompanhados de forma contínua estão: infecção relacionada ao uso de cateter central, corrente sanguínea, risco de queda, lesão por pressão, perda de acessos venosos periféricos e adesão à lavagem das mãos. Todos esses são considerados indicadores sensíveis à prática de enfermagem, pois se relacionam diretamente com a qualidade da assistência prestada.</p><p><br></p><p>O censo institucional, preenchido diariamente, também se configura como um instrumento importante de monitoramento. Nele, são registrados dados como número de cateteres (periféricos e centrais), sondas, traqueostomias, além do risco de lesão por pressão e de quedas. Essas informações subsidiam decisões clínicas e administrativas relacionadas à gestão de riscos assistenciais.</p><p><br></p><p>No que diz respeito aos riscos ocupacionais, destacam-se a exposição constante a agentes químicos, como os quimioterápicos, e os riscos biológicos, especialmente durante a manipulação de hemocomponentes e assistência direta a pacientes com neutropenia. Há também o risco de extravasamento de quimioterapia, que representa não apenas um perigo para o paciente, mas também um potencial de contaminação ambiental da unidade.</p><p><br></p><p>Foram atribuídos índices de RPN (Número de Prioridade de Risco) para avaliação dos riscos mais relevantes:</p><p>	•	<strong>Infecção associada ao cateter venoso central (risco assistencial):</strong> RPN = 3 (frequência ocasional) + 3 (gravidade alta) + 2 (controle parcial) = 8</p><p>	•	<strong>Exposição ocupacional a agentes quimioterápicos (risco profissional):</strong> RPN = 2 (frequência incomum) + 3 (gravidade alta) + 1 (abordagem satisfatória) = 6</p><p><br></p><p>Dessa forma, a análise desses indicadores tem contribuído para ampliar a visão crítica sobre os desafios da unidade e subsidiado ações educativas, assistenciais e preventivas voltadas tanto à segurança do paciente quanto à proteção da equipe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 02:59:27 UTC</pubDate>
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         <title>Itens: 25, 26, 27, 28</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3481018694</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Processo Administrativo: Desafios na Classificação de Pacientes e Dimensionamento de Pessoal</strong></p><p><br/></p><p>Na unidade em que estou inserida, utiliza-se o sistema <strong>Fugulin</strong> para a classificação de pacientes, porém, ele tem se mostrado inadequado para refletir com precisão o grau de complexidade assistencial envolvido, especialmente nas unidades de Hematologia e Transplante de Medula Óssea (TMO). Apesar da maioria dos pacientes ser classificada como de <strong>cuidados mínimos</strong>, a realidade prática demonstra o contrário. São pacientes com condições clínicas instáveis, risco elevado de choque séptico, sangramentos graves e que demandam frequentemente procedimentos privativos do enfermeiro. No entanto, muitas dessas exigências assistenciais não estão contempladas nas variáveis analisadas pelo instrumento, como alimentação, mobilidade e eliminação — o que compromete diretamente o dimensionamento de pessoal com base nesses dados.</p><p><br/></p><p>Durante o plantão, há inatividades que demandam uma maior atenção e tempo da equipe de enfermagem, mas principalmente do enfermeiro, como por exemplo: administração de MADIT, transfusão de hemoconcentrados, banhos no leito, transplante de medula óssea, instalação e administração de quimioterapia e admissões/altas. Tais procedimentos evidenciam uma carga de trabalho subdimensionada pelos instrumentos atuais, impactando diretamente na distribuição da equipe e na qualidade do cuidado prestado. Por exemplo, a variável <strong>mobilidade</strong> raramente é afetada nesses pacientes — o que reduz a pontuação no Fugulin — mas muitos apresentam <strong>plaquetopenia grave</strong>, exigindo supervisão rigorosa durante a deambulação ou o banho, visto o risco de sangramentos severos em caso de quedas.</p><p><br/></p><p>Assim, essas reflexões reforçam a necessidade urgente de <strong>instrumentos mais específicos para unidades hematológicas</strong>, além de uma revisão crítica dos métodos de classificação de pacientes atualmente utilizados, para garantir uma assistência segura e adequada, tanto para os pacientes quanto para os profissionais envolvidos no cuidado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 03:05:57 UTC</pubDate>
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         <title>Itens: 39, 40, 41, 43, 44</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Gerenciamento de Leitos e Recursos Informacionais</strong></p><p><br/></p><p>O gerenciamento de leitos na unidade segue uma lógica mista: parte dos leitos é programada com antecedência, especialmente para os pacientes que estão em acompanhamento ambulatorial e têm internações agendadas para o início de protocolos de quimioterapia, consolidação ou transplante. Por outro lado, também há internações intermediadas pelo Núcleo Interno de Regulação (NIR), principalmente quando os pacientes são encaminhados a partir do Pronto-Socorro ou transferidos de outras unidades do hospital. Essa dinâmica exige organização e comunicação eficaz entre os setores envolvidos, especialmente considerando a alta rotatividade e complexidade dos casos.</p><p><br/></p><p>Os <strong>prontuários eletrônicos</strong> utilizados na unidade são robustos e bem estruturados. Os principais componentes registrados incluem:</p><p>	•	<strong>Orientações específicas</strong>, como medidas de prevenção de quedas;</p><p>	•	<strong>Evoluções e anotações da enfermagem</strong> detalhadas, com histórico clínico, dispositivos utilizados, protocolos em curso e tempo de internação;</p><p>	•	<strong>Registros multiprofissionais</strong>, como evoluções médicas, fisioterápicas e nutricionais;</p><p>	•	<strong>Resultados de exames laboratoriais</strong>, transfusões de hemocomponentes e dados relativos aos protocolos quimioterápicos vigentes.</p><p><br/></p><p>É comum que as evoluções da enfermagem tragam informações completas sobre o paciente, incluindo data da internação, diagnóstico principal, motivo da internação, dispositivos em uso, protocolo de quimioterapia adotado e o estágio do tratamento. Essas anotações facilitam o cuidado em equipe e favorecem uma continuidade segura da assistência.</p><p><br/></p><p>No que se refere aos sistemas informatizados, são utilizados diversos <strong>recursos informacionais</strong>, como:</p><p>	•	<strong>Tasy</strong>, sistema principal para registros clínicos e administrativos;</p><p>	•	<strong>FLUIG</strong>, plataforma para documentos e protocolos institucionais;</p><p>	•	<strong>Portal do Trabalho</strong>, utilizado para acesso a normas, procedimentos operacionais e outros conteúdos técnicos relevantes ao exercício profissional.</p><p><br/></p><p>A articulação entre essas ferramentas e a organização adequada do prontuário contribuem diretamente para a qualidade da assistência, a rastreabilidade das condutas e a segurança do paciente durante todo o período de internação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 03:07:45 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Itens: 45, 46, 47, 48, 49</title>
         <author>priscilatanaka1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Eventos Adversos</strong></p><p><br></p><p>Durante o estágio, pude observar e participar do processo de notificação de eventos adversos, que pode ser realizado tanto por meio do sistema Tasy quanto pelo Portal do Trabalho. Em algumas situações específicas, como a passagem de cateter venoso central (CVC) e a entrada de alimentos externos para os pacientes, foram feitas notificações formais. No entanto, percebi que determinados incidentes relevantes, como a perda de cateter e o extravasamento de quimioterápico, nem sempre foram registrados oficialmente — o que evidencia lacunas na cultura de segurança e na adesão ao protocolo de notificação.</p><p><br></p><p>Para prevenir e mitigar eventos adversos, a unidade adota algumas estratégias importantes. Um exemplo é a utilização de <strong>checklists específicos durante a inserção de CVC</strong>, garantindo maior controle e rastreabilidade do procedimento. Outro cuidado implementado é a <strong>obrigatoriedade de datar os cateteres</strong>, medida que facilita o monitoramento e troca no tempo adequado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 03:09:53 UTC</pubDate>
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         <title>Planilha - Espelho quimioterapias </title>
         <author>priscilatanaka1</author>
         <link>https://padlet.com/priscilatanaka1/9l71388bo8gsqekr/wish/3481023809</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 03:11:36 UTC</pubDate>
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         <title>7ª semana - Última semana </title>
         <author>priscilatanaka1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ao longo desta última semana de estágio, finalizei um ciclo de vivências intensas, marcadas por desafios, aprendizados técnicos e crescimento pessoal. Estive mais segura nas atividades assistenciais, consolidando minha atuação em procedimentos complexos como punção de cateter totalmente implantado (porth-a-cath), administração de quimioterápicos, realização de transplante de medula óssea e acompanhamento de pacientes em situações clínicas delicadas, como febre neutropênica e sangramentos.</p><p><br></p><p>Partiicipei ativamente da rotina da unidade, assumindo funções importantes para o andamento do setor, como o preenchimento do censo diário, classificação de pacientes pelo sistema Fugulin, conferência e liberação de quimioterapias, evolução de enfermagem e articulação com a equipe multiprofissional. </p><p><br></p><p>Acompanhei de perto a realidade da hematologia e do transplante de medula óssea, e compreendi o quanto o cuidado vai além da técnica. Escutar o paciente, acolher suas angústias e oferecer uma presença sensível e humanizada foram aspectos que me transformaram como futura enfermeira. Pude perceber, inclusive, o quanto a equipe de enfermagem carrega uma carga emocional elevada em decorrência do contato constante com situações de dor, perdas e limitações institucionais.</p><p><br></p><p>Ao encerrar esse estágio, levo comigo não apenas conhecimentos práticos e teóricos, mas uma nova perspectiva sobre o papel da enfermagem em contextos de alta complexidade. Aprendi que o cuidado precisa ser individualizado, atento às particularidades clínicas, emocionais e sociais de cada pessoa. Aprendi, também, que a comunicação eficaz e o trabalho em equipe são pilares fundamentais para garantir segurança e qualidade na assistência.</p><p><br></p><p>Ao refletir sobre esse percurso, compreendo que ser enfermeira é estar em constante adaptação, estudo e sensibilidade. É saber reconhecer os próprios limites, buscar apoio quando necessário e valorizar as pequenas conquistas cotidianas. Sigo mais preparada, mais madura e com ainda mais certeza da profissão que escolhi.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-06 03:16:10 UTC</pubDate>
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