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      <title>Resumo by Pedro Henrique Oliveira Cuco</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-04 18:05:20 UTC</pubDate>
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         <title>Salários, lucros, acumulação e riqueza: breves considerações atuais sobre asideias de Smith, Ricardo e Marx</title>
         <author>pedrocuco</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 18:13:28 UTC</pubDate>
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         <title>2.1</title>
         <author>pedrocuco</author>
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         <description><![CDATA[<div>Parece haver consenso na atualidade sobre os determinantes dos salários e dos lucros e as relações que guardam com a acumulação e a riqueza (e porque não, seu oposto, a pobreza). No pensamento dos economistas clássicos, com exceção de Malthus, a ordem natural que permeavam o pressuposto das ideias de Smith e Ricardo levava à crença ingênua de que a economia e a sociedade, ao mesmo modo da natureza, tendiam ao equilíbrio e à harmonia, cada qual à maneira como construíram seu edifício teórico.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 18:14:05 UTC</pubDate>
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         <title>2.2</title>
         <author>pedrocuco</author>
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         <description><![CDATA[<div>A divisão do trabalho e o aprimoramento das forças produtivas, do lado de Smith, e a forma na qual se dava a distribuição do produto social em favor da acumulação de capital, em Ricardo, favoreceriam o crescimento econômico e a expansão da riqueza de maneira a envolver positivamente as duas principais classes da sociedade: trabalhadores e capitalistas. Malthus e Marx, cada um a sua maneira, não enxergavam as coisas bem assim. Malthus era exclusivamente pessimista com relação à conduta moral de parcela significativa da população, enquanto Marx, embora visse com bons olhos a expansão do capitalismo, enxergava um profundo conflito social no núcleo do sistema.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 18:14:39 UTC</pubDate>
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         <title>2.3</title>
         <author>pedrocuco</author>
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         <description><![CDATA[<div>As ideias nascentes sobre salários e lucros – e seus&nbsp; desdobramentos – causaram uma efervescência sobre o pensamento econômico e sobre o mundo econômico e social devido às suas conseqüências para a evolução da humanidade. Hoje, parece não haver nenhum sentido explorar essas ideias, pois já há uma evolução desses conceitos e ideias e um estado das artes consolidado através da economia moderna e contemporânea. Porém, para os marxistas esses conceitos não estão satisfatoriamente definidos e consolidados, fato que a realidade põe na parede a teoria. Algumas questões se colocam: diante do arcabouço teórico existente desde os<br>clássicos, como primeiros formuladores do pensamento econômico e da economia, porque o salário continua sendo tal qual aquele formulado teoricamente por eles, que hoje chamamos salário-mínimo? Que relação guarda o salário-mínimo com os determinantes dos salários à época desses autores? A acumulação de capital que seria a redenção da sociedade, melhorando a situação de todas as classes, cumpriu seu papel? Como conceber a riqueza na atualidade face à concepção clássica, diante da persistência da exploração e da pobreza?&nbsp;<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 18:17:47 UTC</pubDate>
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