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      <title>Cenários distópicos by Vanusia Lopes de Almeida</title>
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      <description>Este espaço foi criado para que alunas e alunos das primeiras séries do Ensino Médio do Matão pudessem compartilhar exercícios de criação de cenários distópicos.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-22 11:37:38 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>“Um edifício feio cinzento e acachapado, de trinta e quatro andares apenas. Acima da entrada principal, as palavras <em>Centro de Incubação e Condicionamento de Londres Central</em> e, num escudo, o lema do <em>Estado Mundial: Comunidade, Identidade, Estabilidade</em>.</div><div>	 A enorme sala do andar térreo dava para o norte. Apesar do verão que reinava</div><div>para além das vidraças, apesar do calor tropical da própria sala, era fria e crua a luz tênue que entrava pelas janelas, procurando faminta, algum manequim coberto de roupagem, algum vulto acadêmico pálido e arrepiado, mas só encontrando o.vidro, o níquel e a porcelana de brilho glacial de um laboratório. À algidez hibernal respondia a algidez hibernal. As blusas dos trabalhadores eram brancas, suas mãos estavam revestidas de luvas de borracha pálida, de tonalidade cadavérica. A luz era gelada, morta, espectral. Somente dos cilindros amarelos dos microscópios lhe vinha um pouco de substância rica e viva, que se esparramava como manteiga ao longo dos tubos reluzentes.</div><div>	— E isto — disse o Diretor, abrindo a porta — é a Sala de Fecundação.”</div><div>HUXLEY, Aldous. <strong>Admirável Mundo Novo</strong>, Editora Globo, sem data, p. 8 (1ª Edição 1932)</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-22 20:12:47 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-06-22 20:20:54 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><br>03/09/2023 - Abri meus olhos, e como sempre faço, fui checar meu celular, de repente, todos estavam em desespero, dizendo que o Sol havia sumido, mas como isso seria possível? Quando fui abrir minha janela, me deparei com uma imensa escuridão e barulhos tenebrosos de algo sobrevoando minha casa, me forçando a fechar a janela, quase que instintivamente, o que eu mais estranhava era que não havia nenhuma pessoa passando ou então conversando na rua. Liguei minha televisão, porém só transmitia um ruído branco e um símbolo, aquele estúpido simbolo da Carpe Imperium, tenho certeza que tudo isso é culpa daqueles desalmados. Desliguei a 'tv', montei uma mochila de sobrevivência - com lanternas, pilhas, medicamentos, comidas prontas, água e armas (nunca se sabe o que me aguarda lá fora) - e comecei a explorar o lado de fora, quando vi que a casa de um de meus vizinhos estava com as luzes acessas, algo que puxou minha atenção, já que era a única no quarteirão com luzes ligadas. Entrando na casa perguntei se havia alguém lá e nada, até que eu encontrei um caderno, uma espécie de diário e guia, foi aí que eu percebi o problema que estaria por vir, e decidi começar a escrever aqui. Para quem sabe um futuro que tudo isso tenha acabado (se é que isso será possível)<br><br>- Laryssa Daniela 1° A&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 20:12:48 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Uma Cidade bem pequena, toda destruida, toda cinza, com ruas antigas e sem asfalto, as pessoas que passam na rua estão usando máscara, as casas são simples, com as paredes rachadas quase caindo, os cômodos da casa não tem muitos objetos de decoração, na casa só tem o básico para sobreviver mais um dia, os carros e motos são os mais antigos possivel e mais destruídos, o que é mais visto na cidade é bicicletas e patinetes velhos, as pessoas não saem muito de suas casas, pois, a um vírus rodando-a e os deixando com medo, sem o que fazer.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 20:49:22 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vejo um arranha-céu no setor proibido de número 115, entro nele, aparentemente<br>não tem nada demais, mas colocando a sequência certa no painel do elevador 2, você chega<br>na base principal do Chaos of Freedom, só tem um porém, a sequência numérica muda a cada<br>hora, e a localização da base se altera entre estes setores, que são na verdade ruinas da antiga<br>civilização, prédios com uma variação grande de tamanhos e cores, diferente da atual<br>civilização onde tudo é muito morto e controlado por maquinas, com Harmony instalado.<br>Quando chego a base secreta vejo muitos monitores com códigos passando paredes pretas<br>com luzes colocadas em linhas, la vejo todos planejando e programando um jeito de parar a<br>Harmony, parece que estamos descobrindo uma falha no sistema, já achamos outra mas com<br>muito pouco espaço de tempo para corrompela, mas sera que dessa vez vai ser diferente das<br>outras vezes?<br><br>-Luan Hiro Novaes Kimura nº 28 - 1º A</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-27 22:17:16 UTC</pubDate>
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         <title>3000</title>
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         <description><![CDATA[<div>O ano é 3000 e o mundo não é mais como antes...<br>As pessoas agora viviam em ruínas, e a seca dominou a terra, cidades tornaram-se desertos, e a areia tomou conta de cada canto do mundo. Com o agravamento do aquecimento global gerada pelas pessoas, aconteceu o aumento da poluição do ar e dos oceanos, e tudo virou escasso.&nbsp;<br><br>&nbsp;Antes de tudo acontecer em 2090 ja havia o desenvolvimento de tecnologias avançadas que apoderou-se dos humanos e passou a dominar por completo o cotidiano das vidas humanas, andávamos de transportes voadores, a haviam cidades que ficavam acima do solo terrestre, como cidades voadoras, e até a medicina avançou, e robôs começaram a aparecer e tomaram empregos que eram dos humanos, também podíamos viajar até a lua, e até passar as férias lá, e obviamente, as pessoas que construíam os aparelhos técnologicos os desenvolvedores, são os que ficavam no poder e responsáveis pela administração e governo da terra, e portavam e controlavam tudo, os robôs, o funcionamento das cidades, controlavam energia, água, os transportes que transitavam, eles eram líderes mundiais.&nbsp;<br><br>Foi em 2095, que saiu uma notícia que&nbsp;<br>os desenvolvedores, criaram um chip que era implantado na nossa cabeça que podia aliviar dores de cabeça ou fazer as pessoas controlarem seus aparelhos eletrônicos com a mente, o que as pessoas não esperavam é que na verdade teve suas memórias capturadas e modificadas para serem controladas pelos desenvolvedores e acredito que isso serviu como um jeito de promover suas ideias mais rápido com o suporte das pessoas controladas por eles. Por causa do chip ser uma novidade no mercado, era algo que so pessoas com finanças muito altas podiam adquirir, por isso a maioria com o chip implantado são pessoas que provavelmente tinham recursos para implantar. Essas pessoas não vivem mais em liberdade são totalmente dos desenvolvedores, porém, aconteceu que os desenvolvedores anunciaram que todos deviam agora implantar o chip, e fez com que os usuários do chip saísse e fosse atrás a procura de quem não adquiria o chip, e como os desenvolvedores monitoravam tudo, a energia foi cortada, nem os transportes eram mais usuais, para que os seus usuários ficassem em vantagem contra nós.&nbsp;<br><br>Giulia Lorena Viana de Jesus Ventura.&nbsp;<br>Nº 22&nbsp;<br>1º C </div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-28 02:49:17 UTC</pubDate>
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         <title>nuvens roxas</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Rasgando o céu negro e profundo, salpicado de várias estrelinhas, grandes e pequenas, algumas em grupinhos e outras separadas e solitárias, como se um pote cheio de glitter fosse atirado sem pensar ao cosmo, uma estrela cadente se destaca, trazendo em sua cabeça gélida a desordem na ordem do céu noturno, e cuspindo pelas costas o que muitos podem chamar de a 8° ou a 9° maravilha, uma calda de fogo celestial, que começava azulada, esmaecia em laranja e terminava em vermelho, tal reação ocasionada porque simplemente entrou em contato com a atmosfera, como se ela fosse a mãe dos fogos de artifício, se desfez no céu em vários pedacinhos, quentinhos e miúdos, que se distribuíram por um curto espaço na superfície da terra, por todo aquele reino distraído onde as nuvens roxas reinavam, pelas festas, luzes psicodélicas, flashes de lâmpadas que falhavam em becos, bebidas misturadas, músicas altas e muito mais para distrair todos os seres que ali coexistiam, de espécies e formas variadas, e nas condições mais injustas e irreais possíveis, nas favelas iluminadas pelo arco irís proveniente de uma mistura de discoteca e raves, ela (A favela), que já não tinha mais terrenos para invadir, nem espaços quaisquer abandonados crescia para cima, e se tornava maior devido a necessidade de abrigar as pessoas e criaturas que cediam à extinção da classe média, e com o tempo, ganhou a forma de uma montanha de madeira, em algumas partes era cimento, tijolos e laje, principalmente na base, e em outras eram panos, trapos e pranchas de madeira de diversos tipos, totalmente irregulares, em algumas partes ali no meio era possível ver de longe torres, predios e casarõs independentes e bem construídos; todo esse aglomerado desorganizado e desproporcional fazia uma fronteira quase direta com a região da elite e nobreza que se localizava no centro do país, como se toda a favela fosse a cordilheira que cerca de forma circular o núcleo rico com a presença somente de humanos, que era organizado de forma uniforme com os tetos das mansões e palacetes normalmente pontudos e exuberantes com estátuas ou bordaduras complexas em paredes e pedras brancas, o branco era a cor predominante mas as vezes tons pastéis se misturavam com detalhes mínimos na cor de ouro, bairros e áreas comerciais não se misturavam, e tudo isso cercava o foco e fonte principal de toda aquela distoação entre classes, o castelo do rei, que era tão unícamente e somente o maior e mais exuberante edifício de todo aquele território, tudo girava em torno dele e de quem tivesse sua proteção.          Melissa Coelho 1°D</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-07-09 02:06:16 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na imensidão de um gramado verde brilhando como pequenas pedras de esmeraldas, havia um grupo, um grupo de crianças, elas corriam pelas árvores imensas em forma de zigue zague, a última criança da fila tinha que contar cinco segundos para começar a correr atrás das outras (como uma espécie de pega-pega) e assim era a sua brincadeira. Quando um sinal toca, mulheres adultas começam a se aproximar do parque, estavam lá para buscar as crianças. Como se fossem do mesmo modelo, elas usam um coque baixo e vestidos simples sem estampa na mesma cor, ao reparar nas crianças, elas também estavam usando os mesmos trajes. O sol inicia a se esconder atrás das montanhas, desenhando um belo horizonte. Agora não mais no parque, a vizinhança estava pacata, a mãe chega com o seu filho em casa e logo atrás vinha o seu marido que acabava de voltar do trabalho. As grandes janelas da casa davam a visão de sua rotina, o pai subia para o banheiro tomar banho e a mãe para a cozinha, surpreendentemente ela não cozinha mas serve três pílulas na mesa, cada uma possui uma cor, sendo vermelha, verde e azul. Nesse momento a família já estava reunida na mesa, é impossível ouvir a conversa – não que isso seja relevante – e eles tomam as pílulas. Após o que poderia ser um jantar, auto falantes sobressaem dos postes de luz e um recado toca: "Amanhã será um dia importante, vista a roupa correta e não se atrase".&nbsp;<br>Prontos para dormir o menino pede para a mãe lhe contar uma história, ela se aproxima da cama e diz:<br>"Sei uma história que posso lhe contar, só prometa-me que não irá se assustar! Muito tempo atrás existia uma menina, tão bonita e sagaz que não parecia pequenina. Um dia sua mãe falou para tomar cuidado, ou então ninguém estaria ao seu lado. A menina assim decidiu fugir, prestando atenção ao ouvir. Ouviu um som na floresta, uma cabana achou e olhou pela fresta. Um homem de lá saiu, muito sábio ele então sorriu. Infelizmente pessoas chegaram, a menina não se safou e eles a pegaram."&nbsp;<br>A mulher contou numa forma de rima, o menino não entendeu mas ela acrescentou que no futuro compreenderia.<br>No dia seguinte, assim que amanheceu, vans brancas estavam na frente das casas prontas para carregar a família. A família entrou no carro e todas elas saíram ao mesmo tempo em direção ao norte. Todas as ruas estavam preenchidas com os mesmos carros indo para a mesma direção.<br>Chegando lá as pessoas saíram e foram direcionadas à entrada, uma câmera fotografava e as fotos apareciam no telão. Parecia um auditório, o local era gigantesco e suficiente para caber uma cidade média. No meio tinha um palco com um furo no chão, o espaço do meio estava sendo preenchido e uma pessoa apareceu, ela disse: "O evento da escolha irá começar."<br><br>Maria Eduarda Bernardes 1°D</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-05 12:27:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <link>https://padlet.com/vanusialopes1/9j1m4kxl6aorffjw/wish/2734274949</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 2012, pude ver o mundo que eu conhecia e amava desmoronar diante dos meus olhos. Os maias previram o fim dos tempos e, de alguma forma, eles estavam certos sobre isso. O oceano engoliu cidades inteiras, enquanto terremotos e vulcões destruíram paisagens familiares e se transformaram em destroços. A atmosfera ficou contaminada, o ar ficou tão pesado que temos que fazer esforço até para respirar. As pessoas se dividem em grupos, tentando encontrar a melhor forma de sobreviver e de encontrar recursos. Por mais que houvesse tecnologia, ela se transformava em obsoleta, diante da situação. Criaturas mutantes caçam e perseguem, os sobreviventes que ainda restam. A esperança que um dia tudo volte ao normal, foi se esvaindo à medida que os anos se arrastaram, nos deixando presos nesse pesadelo eterno, vivendo nas sombras e nos subterrâneos, a lembrança de um passado anterior às catástrofes aparenta ser, mais uma utopia, que uma memória real.<br><br><br>Laryssa Daniela da Silva n°23 1°A</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-05 16:42:36 UTC</pubDate>
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         <title>Distopia </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No ano de 2763, a sociedade vive no auge de sua evolução tecnológica, caracterizada por luzes neon e painéis LED clareand as noites, a poluição visual é sem igual, iluminando a decadência e podridão de parte das construções públicas.<br>Muitos continentes foram invadidos pelo mar, extinguindo muitas espécies de animais, e forçando parte da população à migrarem para as grandes cidades, ocasionando assim, em múltiplas megalopoles e na marginalização de parte dos habitantes.<br><br>- Paulo Henrique Sampaio Costa&nbsp;<br>- 1° D<br>- N°: 38</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-06 02:59:27 UTC</pubDate>
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         <title>Cenário Distópico - Nicolas Oliveira 1°B   N°: 34</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/vanusialopes1/9j1m4kxl6aorffjw/wish/2750609692</link>
         <description><![CDATA[<div>A&nbsp;cidade, antes, era vibrante e cheia de vida, estava agora mergulhada em uma escuridão amedrontadora. As ruas estavam vazias e silenciosas, submergidas em uma atmosfera de medo e desespero. Os prédios eram apenas esqueletos, tomados pelo tempo e pela e pela resposta catastrófica de um passado que não poderia ser esquecido. O céu acinzentado era pontilhado por nuvens de fumaça tóxica, resultado de anos de negligência e exploração sem freio. Os poucos sobreviventes vagavam pelas sombras, em busca de alimentos escassos e abrigo seguro. As autoridades, em sua busca por controle total, colocaram um regime autoritário, onde a privacidade era um "luxo" longe de existir e a liberdade era apenas uma ilusão. Nesse cenário sombrio, levantava-se um pequeno grupo de resistência, convicto e determinado a lutar contra a opressão e trazer justiça à cidade tomada pelos poderosos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-17 11:35:21 UTC</pubDate>
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