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      <title>Diabetes Mellitus by Juliano Lavezzo</title>
      <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2</link>
      <description>Informações sobre DM.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-05-04 02:27:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-05-05 16:46:02 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Definição</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577584194</link>
         <description><![CDATA[<div>Distúrbio metabólico caracterizado por hiperglicemia persistente.&nbsp;<br>Esse distúrbio é causado pela deficiência na produção de insulina ou na sua ação, ocasionando complicações sistêmicas a longo prazo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:32:05 UTC</pubDate>
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         <title>Epidemiologia</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577586077</link>
         <description><![CDATA[<div>1) Federação Internacional de Diabetes: 8,8% da população mundial, com idade entre 20-79 anos tem o diagnóstico de diabetes. O Brasil é o quarto país no mundo com maior número de DM nesta faixa etária.</div><div>2) OMS: DM é o terceiro fator da causa de mortalidade prematura, sendo superada apenas por hipertensão arterial e o tabagismo. Estima-se que 46% dos adultos com DM não possui diagnóstico precoce e 83,8% dos casos estão nos países em desenvolvimento.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:33:38 UTC</pubDate>
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         <title>Fisiopatologia DM</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577586579</link>
         <description><![CDATA[<div>Dois mecanismos principais e classificação: <br>a) <strong>deficiência na produção - Tipo 1; <br></strong>b) <strong>ação da insulina - Tipo 2.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:34:06 UTC</pubDate>
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         <title>Manifestações clínicas</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577587082</link>
         <description><![CDATA[<div>O <strong>DM tipo 1 possui clínica clássica</strong> e o diagnóstico mais precoce devido às suas manifestações agudas.</div><div>Este grupo é composto por <strong>crianças e adolescentes</strong>, sendo incomum do aparecimento em adultos, que é denominada de Latent Autoimmune Diabetes of Adults (LADA).</div><div>Os sintomas que esses pacientes apresentam são:</div><ul><li><strong>Poliúria</strong></li><li><strong>Polidipsia</strong></li><li><strong>Polifagia</strong></li><li><strong>Emagrecimento</strong></li><li>Enurese noturna e candidíase vaginal podem aparecer em crianças pequenas.</li></ul><div>Uma manifestação que já pode diagnosticar DM tipo 1, é a <a href="https://acesso.sanarflix.com.br/courses/take/endocrinologia/lessons/3742223-aula-diabetes-mellitus-parte-iv-cad-e-ehh?__hstc=261696338.599a80a5075a9e0ad0386b75ab63fb74.1664213635818.1683135092291.1683165842929.8&amp;__hssc=261696338.1.1683165842929&amp;__hsfp=717261095"><strong>cetoacidose diabética</strong></a>, devido à ausência de insulina.</div><div>Os pacientes com <strong>DM tipo 2</strong>, em sua maioria, <strong>são obesos, sedentários e com outros fatores de risco para doenças cardiovasculares</strong>.</div><div>Alguns pacientes com DM tipo 2 podem apresentar sintomas típicos de diabetes, mas a maioria passa <strong>meses a anos assintomáticos</strong>, só apresentando sintomas quando já possuem lesão em órgão-alvo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:34:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fisiopatologia do DM tipo 1</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577589955</link>
         <description><![CDATA[<div>Deficiência na produção da insulina possui dois mecanismos já estabelecidos:</div><ul><li><strong>Autoimune (1A): </strong>Possui <strong>autoanticorpos</strong> (Anti-Ilhota, anti-GAD, anti-IA-2) identificados como marcadores da doença autoimune, que muitas vezes aparecem nos exames antes mesmo das manifestações clínicas.</li><li><strong>Idiopática (1B): </strong>Não possui marcadores de doença autoimune, não sendo identificada a sua causa.</li></ul><div>Ambos levam a <strong>destruição gradual das células β pancreáticas</strong>.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:36:56 UTC</pubDate>
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         <title>Fisiopatologia do DM tipo 2</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577590363</link>
         <description><![CDATA[<div>Há<strong> resistência à insulina</strong> nas células, que gera um aumento da demanda de síntese da insulina na tentativa de compensar o déficit em sua ação. Inicialmente, por conta disso, há um hiperinsulinismo, sendo representada clinicamente pela acantose.</div><div>A manutenção deste quadro, causa uma exaustão das células β pancreáticas, explicando parcialmente o <strong>déficit na secreção da insulina </strong>nestes pacientes, quando a doença já está avançada<strong>.</strong></div><div>O <strong>hipoinsulinismo relativo</strong>, devido a produção insuficiente para a alta demanda sistêmica, não consegue manter os níveis glicêmicos normais e, portanto, há uma hiperglicemia persistente.</div><div>Outras causas de hipoinsulinismo são descritas, sendo elas a <strong>hipossensibilidade das células β pancreáticas à glicose</strong>, devido há baixa expressão do GLUT2 e <strong>deficiência de incretinas</strong>, sendo a causa de ambas ainda desconhecida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:37:17 UTC</pubDate>
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         <title>Critérios diagnósticos DM</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577591375</link>
         <description><![CDATA[<div>O que estabelece o diagnóstico de DM é a presença de sintomas de hiperglicemia clássicos e exames laboratoriais que confirmem.</div><div>Na ausência dos sintomas inequívocos de hiperglicemia, os exames precisam ser repetidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:38:07 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento DM</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
         <link>https://padlet.com/lavezzojuliano/9ixa7ufxrgyv6vx2/wish/2577593018</link>
         <description><![CDATA[<div>O tratamento possui metas glicêmicas como objetivo e varia de acordo com a resposta de cada paciente individualmente.</div><ul><li><strong>Crianças e adolescentes</strong><ul><li>pré-prandial: 70 – 145 mg/dl</li><li>pós-prandial: 90 – 180 mg/dl</li><li>Glicemia antes de dormir: 120 – 180 mg/dl</li><li>Glicemia da madrugada: 80 – 162 mg/dl</li><li>HbA1c: &lt; 7,5%</li></ul></li><li><strong>Adultos</strong><ul><li>Glicemia capilar pré-prandial: 80-100 mg/dl</li><li>Glicemia capilar pós-prandial: &lt; 160 mg/dl</li><li>HbA1c: &lt; 7,0%</li></ul></li></ul><div>É importante ressaltar que o controle glicêmico diário desses pacientes é <strong>fundamental para acompanhar a resposta ao tratamento</strong>.</div><div>Além disso, devemos ficar atentos que é preciso individualizar cada paciente, sobretudo pacientes idosos devem ser particularizados, pois as metas glicêmicas não devem ser muito rigorosas.</div><div><strong>Mudanças no estilo de vida</strong></div><ul><li><strong>Acompanhamento nutricional</strong>: adequação da dieta é fundamental para o controle glicêmico, sendo individualizada para cada paciente. Varia de acordo com a idade, gestação, lactação e gasto enérgico.</li><li><strong>Atividade física:</strong> ajuda no controle da obesidade e aumenta a sensibilidade à insulina em pacientes com DM tipo 2.</li><li><strong>Álcool:</strong> Aumenta o risco de hipoglicemia para os pacientes que fazem insulinoterapia e aumenta o risco de hiperglicemia devido ao alto teor de glicose em certas bebidas.</li></ul><div><strong>Farmacológico</strong></div><div><strong>DM tipo 1 – Insulinoterapia</strong></div><div>A dose diária de <strong>insulina varia de acordo com a duração e a fase do diabetes</strong>, sendo preconizada para a doença já estabelecida valores entre <strong>0,5 a 1 U/kg/dia.</strong> As medidas diárias podem não ser fixas, sendo alterada pela<strong> demanda de cada paciente</strong> e o período da vida em que ele se encontra.</div><div>Os tipos de insulina são classificados de acordo com <strong>o tempo de ação de cada</strong>, sendo agrupadas:</div><ul><li><strong>Ultrarrápida</strong>: início 5-15 min, pico 30 min a 1h 30min e age por 4-6h<ul><li>Lispro, Aspart</li></ul></li><li><strong>Rápida</strong>: início 30-60 min, pico 2-3h e age por 5-8h<ul><li>Regular</li></ul></li><li><strong>Intermediária</strong>: início 2-4 h, pico 4-8h e age até 16h<ul><li>NPH</li></ul></li><li><strong>Prolongada</strong>: Período de ação entre &gt; 18h<ul><li>Ultralenta, Glargina</li></ul></li><li><strong>Combinada</strong>:<ul><li>70% NPH – 30% Regular</li><li>50% NPH – 50% Regular</li></ul></li></ul><div>A reposição é feita preferencialmente com <strong>uma insulina basal</strong>, que pode ser de ação <strong>intermediária</strong> <strong>ou</strong> <strong>prolongada</strong>. Para evitar a lipólise e a liberação hepática da glicose entre as refeições:</div><ul><li><strong>Uuma insulina de ação rápida ou ultrarrápida durante as refeições </strong>(<em>bolus</em> de refeição</li><li><strong>Doses adicionais</strong> de insulina necessárias para <strong>correção de hiperglicemias </strong>(<em>bolus </em>de correção).</li></ul><div><strong>DM tipo 2 – Antidiabéticos orais</strong></div><div><br></div><div>Há um consenso mundial que recomenda como medidas iniciais para os pacientes com diagnóstico recente de DM tipo 2, modificações do estilo de vida associada ao uso de metformina.</div><ul><li><strong>Pacientes com manifestações leves: </strong>Glicemia &lt; 200mg/dl, com sintomas leves ou ausentes, sem complicações associadas, deve-se <strong>evitar medicamentos que aumentes a secreção de insulina.</strong></li><li><strong>Pacientes com manifestações moderadas: </strong>Glicemia de jejum 200-300 mg/dl, na ausência de complicações, deve-<strong>se associar a metformina com outro hipoglicemiante oral.</strong><ul><li>Inibidor da DDP-4 ou SGLT-2, acarbose, análogos GLP-1, glitazona</li></ul></li><li><strong>Pacientes com manifestações graves: </strong>Glicemia de jejum &gt; 300 mg/dl com perda significativa de peso, cetonúrias e complicações, deve-se <strong>iniciar a insulinoterapia.</strong></li></ul><div>Pacientes com DM possuem uma gama de complicações agudas e crônicas associadas, que devem ser rastreadas rotineiramente:</div><ul><li><strong>Agudas: </strong>Cetoacidose diabética, estado hiperglicêmico hiperosmolar não-cetótico e hipoglicemia.<ul><li><strong>Tríade de Wipple: </strong>Sinais e sintomas de hipoglicemia, glicemia capilar ≤ 70 e melhora clínica evidente após administração de glicose</li></ul></li><li><strong>Crônicas: </strong>Retinopatia diabética, DAC e cerebrovasculares, doença arterial obstrutiva periférica, nefropatia, neuropatia periférica.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-04 02:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>Disciplina: Telessaúde                                         Curso: Medicina</title>
         <author>lavezzojuliano</author>
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         <description><![CDATA[<div>Time Padlet: Arthur; Glamar; João Paulo; Juliano; Manoela; Pedro.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-05-05 13:50:19 UTC</pubDate>
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