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      <title>RELATÓRIO PRÁTICA DE BACTERIOLOGIA by Fabio Nascimento da Silva Junior</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-12-06 22:56:37 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Alunos: Fábio Nascimento da Silva Junior</p><p>Dario Barreto Reino de Almeida</p><p>Turma B</p><p><br/></p><p>Professores:</p><p>Primeiro dia - Prof. Joana - 18/11</p><p>Segundo dia - Prof. André - 25/11</p><p><br/></p><p>Nome do laboratório: Departamento de microbiologia e parasitologia do Instituto Biomédico</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:04:47 UTC</pubDate>
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         <title>Das bactérias no ar, apesar da inconstância de progressão de colonização, houve aumento da contaminação no final, quando comparado com o começo. Inclusive, foi possível observar outros crescimentos não-bacterianos (provavelmente fúngicos) em algumas placas.</title>
         <author>juniorfabio1</author>
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         <pubDate>2024-12-06 23:21:49 UTC</pubDate>
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         <author>juniorfabio1</author>
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         <pubDate>2024-12-06 23:23:04 UTC</pubDate>
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         <author>juniorfabio1</author>
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         <pubDate>2024-12-06 23:24:44 UTC</pubDate>
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         <author>juniorfabio1</author>
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         <pubDate>2024-12-06 23:25:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
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         <pubDate>2024-12-06 23:27:40 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Divisão da Placa</strong></p><p>A placa foi dividida em 4 áreas, com os seguintes itens colocados por cada membro da equipe:</p><p>&nbsp;</p><ul><li><p>Fábio: Ponta da caneta do iPad (2) e haste do óculos (4)</p></li><li><p>Dario: Aliança (1) e xuxinha de cabelo (3)</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>Resultados Observados</strong></p><ul><li><p><strong>Xuxinha de cabelo</strong>: Apresentou disparadamente a maior quantidade de colônias bacterianas.</p></li><li><p><strong>Aliança</strong>: Teve uma presença significativa de colônias bacterianas, além de algumas colônias fúngicas.</p></li><li><p><strong>Ponta da caneta do iPad</strong>: Apresentou uma baixa presença de bactérias.</p></li><li><p><strong>Haste do óculos</strong>: Não apresentou nenhuma colônia bacteriana.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>Análise e Suposições</strong></p></li></ul><p>Provavelmente, as bactérias encontradas na xuxinha de cabelo e na aliança são oriundas da microbiota da pele e ao acúmulo do suor.</p><p>Surpreendentemente, para nós, a xuxinha de cabelo apresentou a maior concentração de colônias bacterianas, superando até mesmo a aliança. </p><p>Já a haste do óculos, por ficar em contato com uma região mais abafada atrás da orelha, também esperávamos uma maior concentração de bactérias, mas não foi o observado.</p><p>Portanto, apesar de inicialmente supormos que os itens em contato direto com a pele, como a haste do óculos e a aliança, tenderiam a apresentar uma maior diversidade e quantidade de colônias bacterianas, devido à microbiota e ao acúmulo de suor. No entanto, a surpreendente concentração na xuxinha de cabelo merece uma investigação mais aprofundada.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:30:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
         <link>https://padlet.com/juniorfabio1/9ips7rx3ji1b0nf3/wish/3250280802</link>
         <description><![CDATA[<p>Fizemos o passo-a-passo ilustrado abaixo na contaminação do meu dedo, seguido da higienização para testarmos o efeito de cada tipo de assepssia.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>1.1 Testa (microbiota residente da pele):</strong>  A pele possui uma microbiota residente, composta por bactérias que naturalmente colonizam a superfície cutânea, além das secreções sudoríparas, então contaminamos meu dedo com essas bactérias.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>1.2. Cano com ferrugem:</strong> A ferrugem pode abrigar uma diversidade de microrganismos, incluindo bactérias anaeróbicas, esse foi o motivo de nossa contaminação com esse objeto (obs: verificamos se havia alguma superfície rugosa ou perfurocortante e se também havia alguma lesão ou abertura no meu dedo)</p><p>&nbsp;</p><p><strong>1.3. Chão:</strong> O chão é um ambiente com alta carga microbiana, proveniente de diversas fontes, como sujeira, poeira e resíduos orgânicos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>2. Lavagem com água e sabão:</strong> A redução considerável da quantidade de colônias bacterianas após a lavagem com água e sabão era o resultado esperado para esse quadrante, pois a ação do sabão e da água remove grande parte da sujeira e microrganismos presentes na superfície.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>3. Higienização com álcool 70%:</strong> A diminuição quase total da quantidade de colônias bacterianas após a higienização com álcool 70% também era o resultado esperado, pois o álcool possui ação antimicrobiana, sendo eficaz na inativação e eliminação de bactérias.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>4. Higienização com álcool iodado:</strong> A ausência total de colônias bacterianas após a higienização com álcool iodado era o resultado esperado, pois o álcool iodado é um desinfetante ainda mais eficaz que o álcool 70%, com ação antimicrobiana mais potente.</p><p>&nbsp;</p><p>Portanto, os resultados obtidos neste experimento estavam de acordo com o esperado, demonstrando a eficácia dos diferentes métodos de higienização na redução da carga microbiana presente em superfícies.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:38:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
         <link>https://padlet.com/juniorfabio1/9ips7rx3ji1b0nf3/wish/3250283682</link>
         <description><![CDATA[<p>Objetivo: Investigar a presença de <em>Staphylococcus aureus</em> nas narinas dos participantes.  Metodologia: Foram coletadas amostras de swab das narinas dos participantes, as quais foram semeadas em placas de Petri contendo meio de cultura apropriado. As placas foram então incubadas em condições adequadas para o crescimento bacteriano.  Resultados: As placas semeadas com as amostras de swab das narinas apresentaram uma presença significativa de colônias bacterianas. Essa observação está de acordo com o esperado, pois <em>Staphylococcus auerus</em> é uma bactéria comumente encontrada na microbiota nasal de indivíduos saudáveis.  Discussão: De acordo com a cultura feita em placa de ágar manitol salgado e o fato da colônia ter mudado da cor rosácea para amarelado, sugere-nos que de fato há a presença da <em>Staphylococcus aureus</em>.  Conclusão: A presença significativa de colônias bacterianas nas placas semeadas com as amostras de swab nasal sugere a possível colonização por <em>Staphylococcus aureus</em>, uma bactéria comum na microbiota nasal.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:47:13 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
         <link>https://padlet.com/juniorfabio1/9ips7rx3ji1b0nf3/wish/3250284074</link>
         <description><![CDATA[<p>A resistência ou sensibilidade ao Imipenem (IPM-10) para <em>Staphylococcus aureus</em> é definida pela da Cefoxitina. No quadro fornecido para a atividade, diz que um disco de 30 μg o corte de resistência para sensibilidade se dá em 22mm. Como a nossa medição deu 33mm, para um disco de 10 μg, é bastante sensível ao IPM-10.</p><p>A maioria dos <em>Staphylococcus aureus</em> são resistentes a penicilinas (Grupo que inclui a Ampicilina), segundo a tabela. Havia uma medição do gênero<em> Staphylococcus</em> que dava colo limite de 18mm em dose de 2 μg, o disco usado tinha 10 μg e deu somente 20mm. Então, concluimos que é resistente a AMP-10.</p><p>Para a avaliação da Cefotaxima (CTX-30), segundo a tabela, também se dá baseada na da Cefoxitina, visto acima. Assim, como o halo da CTX-30 foi de 32mm, há boa sensibilidade a esse antibiótico.</p><p>A avaliação da resistência e sensibilidade de Ciprofloxacino (CIP-5) se dá de maneira curiosa, pois com nossa medição de 35mm de halo, essa cepa apresenta sensibilidade</p><p>intermediária (17-49 mm). Para ser plenamente sensível, o halo deveria ter de 50mm para mais, e para definir como resistente teria que ser de 16mm para menos.</p><p>&nbsp;</p><p>Nossas medições:</p><p>* IPM-10: 33mm</p><p>* ⁠AMP-10: 20mm</p><p>* ⁠CTX-30: 32mm</p><p>* ⁠CIP-5: 35mm</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:48:29 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
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         <description><![CDATA[<p>A seguinte imagem exemplifica a lâmina de <em>Staphylococcus aureus</em> que fizemos por colo- ração de Gram. Salientando que é uma imagem de internet porque não possuimos registro fotográfico da nossa lâmina, mas que ficou praticamente da mesma forma que se vê nesta imagem. Observam-se numerosos cocos Gram positivos (roxos) com típicas aglomerações similares a cachos de uva, como habitualmente visto para S. aureus .</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:51:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>juniorfabio1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com relação à bacteria <em>Escherichia coli</em>, não conseguimos vê-la pelo microscópio, não conseguimos focalizá-la no microscópio, mas é apresentada pela imagem abaixo com bactérias gram - apresentando bastonetes vermelhos ou rosas.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-06 23:53:07 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo: Realizar a coloração de Gram em amostras bacterianas para diferenciar Staphylococcus aureus e Escherichia coli.</title>
         <author>juniorfabio1</author>
         <link>https://padlet.com/juniorfabio1/9ips7rx3ji1b0nf3/wish/3250290483</link>
         <description><![CDATA[<p>Metodologia: Foram coletadas amostras bacterianas e preparadas lâminas para a realização da coloração de Gram. O processo envolveu a fixação das amostras, a aplicação dos corantes (cristal violeta, lugol, álcool-acetona e safranina) e a observação das lâminas ao microscópio.</p><p><br></p><p>Resultados: Após a coloração de Gram, as células de <em>Staphylococcus aureus</em> apresentaram-se mais roxas, enquanto as células de Escherichia coli exibiram uma coloração mais rosada a vermelha.</p><p><br></p><p>Discussão: A diferença na coloração observada entre as bactérias Gram-positivas (<em>S. aureus</em>) e as Gram-negativas (<em>E. coli</em>) se deve à composição de suas paredes celulares.</p><p><br></p><p>As bactérias Gram-positivas, como o <em>S. aureus</em>, possuem uma parede celular composta principalmente por peptidoglicano, um polissacarídeo que apresenta maior afinidade pelos corantes violeta de cristal e lugol utilizados na coloração de Gram. Essa afinidade resulta em uma coloração mais intensa, com tons de roxo.</p><p><br></p><p>Por outro lado, as bactérias Gram-negativas, como a <em>E. coli</em>, possuem uma parede celular com uma camada mais fina de peptidoglicano, além de uma membrana externa composta por lipopolissacarídeos. Essa estrutura apresenta menor afinidade pelos corantes violeta de cristal e lugol, sendo mais facilmente descorada pelo álcool-acetona. Consequentemente, as células Gram-negativas adquirem uma coloração mais rosada a vermelha, devido à maior afinidade pela safranina, o corante de contraste utilizado.</p><p><br></p><p>Conclusão: A coloração de Gram permitiu diferenciar as bactérias Gram-positivas (<em>S. aureus</em>) e Gram-negativas (<em>E. coli</em>) com base na diferença de composição e afinidade de suas paredes celulares pelos corantes utilizados. Essa técnica é uma ferramenta importante para a identificação e classificação bacteriana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-12-07 00:08:42 UTC</pubDate>
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