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      <title>O meu padlet by Ariana Carvalho</title>
      <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss</link>
      <description>Neste moral irei falar sobre vários assunto lesionados nas aulas de geologia e biologia </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-12-10 10:01:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Aquecimento Global (no que consiste e causas)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/289585615</link>
         <description><![CDATA[<div>O aquecimento global é um fenómeno climático que consiste num aumento das temperaturas do planeta, que é causado pelo acumulo em grande quantidade de gases poluentes na atmosfera, queimadas de matas e florestas, desenvolvimento urbano , etc....<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-05 13:00:41 UTC</pubDate>
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         <title>Aquecimento Global (consequências)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/289591157</link>
         <description><![CDATA[<div>Este tipo de fenómenos traz consequências para o nosso planeta, tais como:<br> • Crescimento e surgimento de desertos;<br> • Aumento de furacões, tufões e ciclones;<br> • Ondas de calor;<br> • Aumento do nível dos oceanos;<br> • Desflorestação;<br> • Extinções de espécies;<br> • Entre muitas outras...<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-05 13:11:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aquecimento Global (soluções)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/289599726</link>
         <description><![CDATA[<div>Algumas possíveis soluções para travar/parar o aquecimento global, são:<br> • Diminuir o uso de combustíveis fósseis;<br> • Aumentar o uso de biocombustíveis, como por exemplo o biodiessel;<br> • O uso de técnicas limpas e avançadas na agricultura para evitar a emissão de carbono para a atmosfera;<br> • Usar transportes públicos;<br> • Aumento da instalação de sistemas de controlo de emissão de gases poluentes nas indústrias;<br> • O uso de energia eólica;<br> • Entre muitas outras...<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-05 13:25:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ciclo das rochas (no que consiste e evidências)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/300092854</link>
         <description><![CDATA[<div>O ciclo das rochas é um processo de transformação das rochas, que altera a sua composição minerológica e proposionam a existência de 3 principais tipos: <br>•Rochas magmáticas;<br>•Rochas metamórficas;<br>•Rochas sedimentares.<br><br>Caso o ciclo das rochas não existisse, a litosfera (parte sólida da terra) seria composta por rochas magmáticas, pois elas são provenientes da solidificação do magma. Por esse motivo, podemos compreender que os outros tipos de rochas só podem existir a partir da transformação de tipos rochosos.<br><br>Imagem do ciclo das rochas<a href="https://geowalkers.wordpress.com/2011/05/18/rochas-sedimentares/"><br>https://geowalkers.wordpress.com/2011/05/18/rochas-sedimentares/<br><br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 18:02:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade prática </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/300099341</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Atividade prática:<br>Deitar cuidadosamente duas gotas de ácido nas amostras A (calcário quimiógenico) e D (mármore) e dizer a conclusão obtida com o procedimento realizado.<br><br>Conclusão:<br>Neste procedimento podemos observar que ambas as rochas sofreram efervescência.<br><br>Vídeo da atividade prática:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 19:01:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>História geológica do calcário quimiógenico e do mármore </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/300100027</link>
         <description><![CDATA[<div>Calcário quimiógenico:<br>Precipitação da água com substâncias (entre elas carbonato de cálcio) que, mais tarde, depois de intensa deposição e de diagénese dá origem ao calcário.<br><br>Mármore:<br>Um calcário esteve exposto a uma intrusão magmáticas sendo exposto a elevadas temperaturas e por ação de metamorfismo de contacto formou uma rocha sedimentar, o mármore. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-11-03 19:07:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os morais dos meus colegas</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/312844841</link>
         <description><![CDATA[<div>Irei compartilhar os links dos morais dos meus colegas labotoriais.<br><br>Bia Correia:<br>https://padlet.com/biacorreia1904/8y2a11dv7qlr<br><br>Rosa Pereira:<br>http://padlet.com/Rosa_Oliveira<br><br>Dinis Gonçalves:<br>https://padlet.com/dinismg12/degelo24cidades<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 10:41:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tectónica de placas ( teoria de tectónica de placas)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/312848898</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta teoria defende que a litosfera se encontra fragmentada em diferentes porções ou placas </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-12-10 10:53:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tectónica de placas (Tipos de movimentos das placas litosfericas)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/312853155</link>
         <description><![CDATA[<div>As placas litósféricas sofrem de movimento devida as correntes de convecção (os movimentos das placas são alimentados pelo calor interno da Terra, capaz de gerar fluxos de materiais de elevada plasticidade sobre os quais as placas litosfericas assentam) , é possível então definir diferentes limites para as placas tectónicas ou litósféricas, em resultado do seu comportamento.<br><br>Limite divergente:<br>Quando as placas se afastam uma da outra devido à ascensão e arrefecimento de magma nas zonas fronteiriças, locais de formação de novos materiais rochosos.<br><br>Limite transformante ou conservativo:<br>As placas deslizam lateralmente uma em relação à outra sem perdas nem acréscimos de materiais.<br><br>Limites convergentes: <br>Os movimentos relativos entre duas placas resultam numa colisão de ambas.<br>A colisão pode ser entre: 2 placas continentais, 2 placas oceânicas ou 1 placa continental com 1 placa oceânica.<br><br>Fonte: manual geologia 10<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 11:08:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Tectónica de placas (Google earth)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/312855993</link>
         <description><![CDATA[<div>Na seguinte captura de ecrã, conseguimos observar uma estrutura tectónica, um limite de placas entre a placa Sul-americana e a placa Africana. O limite representado na imagem é um limitem divergente (há formação de nova litosfera.<br><br>Fonte da imagem: Google earth</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 11:18:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tectónica de placas (evidências)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313103949</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma evidência visual dos processos tectónicas nas paisagens da terra, é por exemplo, a falha de San Andreas. <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 18:48:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vulcanismo (evidências visuais)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313106248</link>
         <description><![CDATA[<div>Um evidência visual dos fluxos de lava na natureza, é por exemplo o vulcão kilauea.<br>O kilauea é um vulcão localizado no Parque Nacional de Vulcões do Havaí. Este vulcanismo é de tipo primária central, pois a erupção ocorre num vulcão. <br><br>Link de um vídeo do vulcão kilauea em erupção:<br>https://youtu.be/9vJx3Rj2_2o<br><br>Curiosidades:<br>O Kilauea tem uma grande caldeira cúpula, medindo 4x3,2 km com paredes de até 120 m de altura, e duas zonas ativas, uma com 125 km extensão a leste e outra 35 km a oeste.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 18:52:15 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vulcanismo (notícia)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313127588</link>
         <description><![CDATA[<div>Link da notícia:<br>https://www.dn.pt/mundo/interior/amp/autoridades-no-havai-contabilizam-117-habitacoes-destruidas-por-erupcao-do-kilauea-9409654.html<br><br>Esta seguinte notícia falar sobre uma erupção do vulcão kilauea que já originou estragos em habitações.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:26:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313145209</link>
         <description><![CDATA[<div>O vulcanismo pode se manifestar em dois tipos:<br>Manifestação primária:<br>As principais manifestações vulcânicas classificam se em vulcanismo de tipo central (as erupções ocorrem em vulcões) e do tipo fissural (as erupções ocorrem ao longo de fraturas da superfície terrestre).<br><br>Manifestações secundárias ou residuais:<br>Caracterizam se pela emissão de vapor de águas e/ou gases a temperaturas elevadas (futuras, mofetas, nascentes termais.....)</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 19:56:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Estrutura de um vulcão </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313148841</link>
         <description><![CDATA[<div>Um vulcanismo de tipo central, o aparelho designa se por vulcão, e é constituído por:<br>Cone vulcânico;<br>Chaminé vulcânica;<br>Cratera;<br>Câmara magmática;<br>....<br> <br>Fonte: manual geologia 10<br><br>Na imagem seguida em baixo poderás ver melhor a estrutura de um vulcão. <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:02:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo  (tipos de lavas)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313152659</link>
         <description><![CDATA[<div>As lavas podem ser classificadas em função da percentagem de selíca em lavas ácidas, intermédias e básicas.<br><br>Lava básica:<br>Baixo teor de selíca (&gt; ou = a 50%);<br>Temperaturas altas (1100 °c a 1200 °c);<br>Baixa viscosidade, fluindo com facilidade.<br><br>Lava ácida:<br>Alto teor de selíca  (&lt;70%);<br>Temperaturas "baixas" (800 °c a 1000 °c);<br>Elevada viscosidade.<br><br>Lava intermédia:<br>Intermédias entre as básicas e as ácidas com o teor de selíca entre os 50% a 70%.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:10:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismos (tipos de erupções)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313156147</link>
         <description><![CDATA[<div>Há três tipos de erupções, erupção efusiva, erupção explosiva e erupção mista.<br><br>Erupção efusiva:<br>Lavas muito fluidas, surgindo as correntes de lavas, fácil libertação de gases, nao ha emissão de piroclastros e é uma erupção calma.<br>O cone vulcânico é largo e baixo.<br><br>Erupção explosiva: <br>Lavas muito viscosa, não há libertação de gases, há libertação de piroclastros, há formação de nuvem ardente e é uma erupção violenta.<br>O cone vulcânico é alto.<br><br>Erupção mista:<br>Emissão alternada de lavas básicas e ácidas.<br>O cone vulcânico é alto com vertentes inclinadas.<br>Períodos de erupções explosivas alternam com períodos efusivos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:17:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vulcanismo (experiência labotorial)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/313156518</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Na actividade prática solicitada pelo professor, cada grupo ficou um um solução (um tipo de "lava"), havia a "lava" 100% mel, a 50% mel e 50% água e 30% mel e 70% água (a do meu grupo). Depois de desenvolver/fazer a sua "lava", cada grupo dividiu a sua respetiva solução em 3 diferentes tubos de ensaio. Após isto cada grupo pós um dos seus tubos em água fria, outro em água quente e o outro em água em temperatura ambiente/amena. Seguidamente fizemos uma rampa para comparamos a velocidade e a viscosidade de cada "lava". <br>Com esta experiência concluímos que, em relação às porçagens de mel, a solução de 100% mel era a mais viscosa (representando a lava ácida), a solução de 50% mel e 50% água era intermédia (representando a lava intermédia) e a solução 30% mel e 70% água era a mais fluida (representando a lavá básica).<br>Em relação às temperaturas, também concluímos que as "lavas" também eram imfluenciadas pela temperatura, pois mais fria era a solução, mais viscosa ficava e mais quente era a solução mais fluida ela ficava. Sendo assim a "lava" mais viscosa e lenta foi a 100% mel fria e a mais fluida e mais rápida foi a "lava" 30% mel e 70% água quente.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-12-10 20:18:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apresentacão do nosso tema:</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338516636</link>
         <description><![CDATA[<div>O nosso tema foi o 1 onde tinhamos de recolher informação sobre:<br>• A caracterização do lince ibérico;<br>• O seu posicionamento na hierarquia biológica;<br>• O seu posicionamento na estrutura do ecossistema.<br> Para além destes elementos base, eu e os meus colegas de grupo (Ana Beatriz, Eunice, Dinis e Gonçalo) decidimos também abordar a sua evolução e a sua reprodução.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 17:50:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caracterização do lince ibérico </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338519052</link>
         <description><![CDATA[<div>    O lince-ibérico possui um pelo castanho-avermelhada coberta de manchas pretas que podem ser desde pequenos pontos ou riscas, uma cauda pequena, pincéis nas pontas das orelhas e barbas. O peso médio de um macho adulto é de cerca de 12 Kg enquanto as fêmeas pesam em média cerca de 9 Kg.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 17:54:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O seu posicionamento na estrutura do ecossistema </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338522277</link>
         <description><![CDATA[<div>O lince ibérico é uma espécie predominantemente florestal e, portanto, evita espaços abertos e sem cobertura. O lince é capaz de usar qualquer tipo de vegetação que se encontre à superfície, nomeadamente arvoredos, bosques e pastagens. No entanto, a espécie é muito seletiva quando se trata em fixar-se numa determinada área e dominar um território. Para isso, o lince ibérico, seleciona preferencialmente áreas de floresta mediterrânea com refúgio abundante e um mínimo de um coelho por hectare. Este felino prefere um ambiente com arbustos densos como o medronheiro, a aroeira e zimbros, e árvores como a azinheira e o sobreiro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 18:00:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O seu posicionamento na hierarquia biológica </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338523799</link>
         <description><![CDATA[<div> O Lince Ibérico come essencialmente coelhos europeus, embora ás vezes coma também veados jovens, aves, peixes, raposas, cobras e repteis. Sabe-se que às vezes mata os seus predadores só por prazer. O lince-ibérico é especialista na caça de coelhos, os quais representam a maioria da sua alimentação. Este aparece abundantemente por toda a região, e basta a captura de um coelho por dia para satisfazer as necessidades energéticas do lince. Apesar de ser uma presa fácil e vantajosa em termos energéticos, ao alimentar-se quase exclusivamente de coelhos-bravos, o lince-ibérico, enquanto espécie, tornou-se muito dependente do número de coelhos. De facto, o desaparecimento dos coelhos, devido à caça e a doenças, é uma das principais causas do desaparecimento dos linces-ibéricos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 18:03:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Teia alimentar</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338528150</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu e os meus colegas decidimos criar um exemplo de uma teia alimentar a onde o lince ibérico estivesse  incorporado.<br>Na teia alimentar que se segue podemos observar que a principal alimentação do lince ibérico é o coelho bravo (apontado como uma seta vermelha), mas estes também se podem alimentar de patos, cobras, répteis, viados, peixes e até mesmo raposas (principais rivais dos linces).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 18:10:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Evolução do lince ibérico </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338531663</link>
         <description><![CDATA[<div> O lince ibérico (Lynx pardinus, Temmick, 1827) tem origem na linha evolutiva dos grandes carnívoros (tigres, leões, jaguares e leopardos) dos quais se separou há cerca de três ou quatro milhões de anos. Pela sua aparência física, de uma forma intuitiva frequentemente associa-se a qualquer das outras linhas de felinos existentes, o lince ibério está mais próximo de um tigre do que de um gato na sua escala de evolução.<br>A linhagem dos linces divergiu da dos outros felídeos há cerca de 7,2 milhões de anos. O género Lynx começou a diversificar-se há cerca de 3,24 milhões de anos, e o lince-ibérico separou-se do lince-euroasiático há cerca de 1,18 milhão de anos.<br>Actualmente, a distribuição do lince pode estar restrita a duas áreas na Península Ibérica onde existem populações reprodutoras – Doñana e Andújar-Cardeña. Poderá também existir presença residual de indivíduos nas regiões dos Montes Toledo Oriental, Sistema central Ocide Estima-se que houve uma regressão de cerca de 80% na área de distribuição entre 1960 e 1990, tendência que se manteve até à actualidade.ntal e algumas áreas da Serra Morena.<br><br>Imagem de um gráfico que nos indica o n° de linces ibéricos entre o ano 1960 e o ano 2015.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 18:17:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Reprodução do lince ibérico </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338536807</link>
         <description><![CDATA[<div>  A época de acasalamento ocorre entre Janeiro e Fevereiro, e é na época do cio que os machos demonstram entre si uma atitude territorial mais intensa. Atraídos pelos sons e pelo odor das marcações, os dois indivíduos, macho e fêmea, formam um casal e permanecem juntos durante alguns dias, inclusive nas actividades de caça.<br>  No período que se segue ao acasalamento, o macho abandona a fêmea, e não toma parte no desenvolvimento das crias. Após um período de gestação que varia entre 2 meses e meio nascem entre 1 e 4 crias (sobrevivendo apenas 1/2 crias) no mês de Março.         <br>  As crias seguindo e observando a mãe, aprendem a caçar e a defender-se, adquirindo muitos dos conhecimentos que utilizarão ao longo da sua vida.<br>  Este pequeno aumento populacional por cada ninhada de crias é um dos factores responsáveis pelo baixíssimo número de linces existentes actualmente.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 18:26:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Microscópio óptico </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338556159</link>
         <description><![CDATA[<div> Para este experimento laboratorial foi necessário utilizar o microscópio óptico.<br> O microscópio é um instrumento utilizado para ampliar e observar estruturas pequenas dificilmente visíveis ou invisíveis a olho nú. O microscópio óptico utiliza luz visível e um sistema de lentes de vidro que ampliam a imagem das amostras.<br>  Os microscópios ópticos são constituídos por uma componente mecânica de suporte e de controlo da componente óptica que amplia as imagens. Os microscópios actuais que usam luz transmitida partilham os mesmo componentes básicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 18:57:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Microscópio óptico  (continuação)</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338559437</link>
         <description><![CDATA[<div>Legenda:<br><strong>1.</strong> Lentes oculares; <br><strong>2.</strong> Revólver;<br> <strong>3.</strong> Lentes objectivas;<br><strong>4.</strong>Parafuso macrométrico;<br><strong>5.</strong> Parafuso micrométrico;<br><strong>6.</strong>Platina;<br><strong>7.</strong> Foco luminoso (Lâmpada ou espelho);<br><strong>8.</strong>Condensador e diafragma;<br><strong>9.</strong> Braço.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:02:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Observação de células eucarióticas - azul de metileno</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338571789</link>
         <description><![CDATA[<div><br>  <strong>Material utilizado:</strong><br>● microscópio óptico;<br>● lamelas;<br>● lâminas;<br>● pinça;<br>● bisturi;<br>● azul de metileno;<br>● 1 cebola.<br><br> <strong>Procedimento:</strong><br>● Colocar sobre uma lâmina uma gota de azul de metileno.<br>● Com o auxílio da pinça, destaque um fragmento de epiderme da fase côncava de uma túnica de cebola.<br>● Com o bisturi, dívida o fragmento em pequenas porções, colocando uma delas distendida sobre o corante, que se encontra na lâmina. <br>● Cubra a preparação com a lamela e observe-a ao microscópio.<br><br><strong>Discussão:</strong><br>● Nesta experiência usou se o azul de metileno, pois esta cor evidência os núcleos das células.<br><br>A baixo segue se uma imagem da experiencia ampliada 100× (ocular 10× e objectiva 10×)<br><br> <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:24:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células eucarióticas - vermelho neutro</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338575102</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material utilizado:</strong><br>● microscópio óptico;<br>● lamelas;<br>● lâminas;<br>● pinça;<br>● bisturi;<br>● vermelho neutro;<br>● 1 cebola.<br><br> <strong>Procedimento:</strong><br>● Colocar sobre uma lâmina uma gota de vermelho neutro.<br>● Com o auxílio da pinça, destaque um fragmento de epiderme da fase côncava de uma túnica de cebola.<br>● Com o bisturi, dívida o fragmento em pequenas porções, colocando uma delas distendida sobre o corante, que se encontra na lâmina. <br>● Cubra a preparação com a lamela e observe-a ao microscópio.<br><br><strong>Discussão:</strong><br>● Nesta experiência usou se o vermelho neutro, pois esta cor evidência os vacúolos das células.<br><br>A baixo segue se uma imagem da experiencia ampliada 40× (ocular 10× e objectiva 4×).<br><br><br> <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação das células eucarióticas - Água iodada</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338576955</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material utilizado:</strong><br>● microscópio óptico;<br>● lamelas;<br>● lâminas;<br>● pinça;<br>● bisturi;<br>● água iodada;<br>● 1 cebola.<br><br> <strong>Procedimento:</strong><br>● Colocar sobre uma lâmina uma gota de água iodada.<br>● Com o auxílio da pinça, destaque um fragmento de epiderme da fase côncava de uma túnica de cebola.<br>● Com o bisturi, dívida o fragmento em pequenas porções, colocando uma delas distendida sobre o corante, que se encontra na lâmina. <br>● Cubra a preparação com a lamela e observe-a ao microscópio.<br><br><strong>Discussão:</strong><br>● Nesta experiência usou se a água iodada, pois esta cor evidência as paredes celulares, membrana celular e os núcleos das células.<br><br>A baixo segue se uma imagem da experiencia ampliada 100× (ocular 10× e objetiva 10×). <br><br> <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:33:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de células eucaríoticas- epitélio bocal</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338580713</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material utilizado:</strong><br>● microscópio óptico;<br>● lamelas;<br>● lâminas;<br>● palito;<br>● epitélio lingual;<br>● azul de mitileno.<br><br> <strong>Procedimento:</strong><br>● Colocar sobre uma lâmina uma gota de azul de metileno;<br>● Com um palito, raspe levemente a superfície dorsal da língua, colocando o produto obtido sobre a gota de corante;<br>● Cubra a preparação com a lamela e observe-a ao microscópio.<br><br><strong>Discussão:</strong><br>● Nesta experiência usou se o azul de metileno pois esta cor evidência os núcleos das células.<br><br>A baixo segue se uma imagem da experiencia ampliada 100× (ocular 10× e objetiva 10×). <br><br> <br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:41:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de células eucaríotica- cabelo humano</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338581009</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material utilizado:</strong><br>● microscópio óptico;<br>● lamelas;<br>● lâminas;<br>● tesoura;<br>● pinça;<br>● garrafa de água de esguicho;<br>● cabelo castanho;<br>● cabelo loiro.<br><br> <strong>Procedimento:<br>● </strong>Com o auxílio de uma tesoura cortar dois fios de cabelo (de cores diferentes se preferir);<br><strong>● </strong>Coloque<strong> </strong>sobre uma lâmina uma gota de água;<strong><br></strong>● Com a ajuda da pinça, colocar sobre a gota de água os dois fios de cabelo cruzados;<br>● Cubra com a lamela e observe ao microscópio.<br><br>Observações:<br>Nesta experiência podemos observar que quando não dava para focar os dois fios de cabelo ao mesmo tempo, quando se focava o fio de baixo o de cima ficava desfocado, e assim vice-versa.<br><br>Segue-se agora em baixo uma imagem da experiência aumentada 40× (ocular 10× e objetiva 4×).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 19:41:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observação de uma letra de jornal</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/338581379</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material utilizado:</strong><br>● microscópio óptico;<br>● lamelas;<br>● lâminas;<br>● tesoura;<br>● pinça;<br>● garrafa de água de esguicho; <br>● letra de jornal (letra F).<br><br> <strong>Procedimento:<br></strong>● Com a ajuda de uma tesoura, recrutar a letra F no jornal;<br>● Colocar sobre a lâmina, uma gota de água;<br>● Com o auxílio de um pinça, colocar a letra F sobre a gota de água, que se encontra na lâmina;<br>● De seguida, cobrir a preparação com uma lamela e observa-a ao microscópio.<br><br><strong>Observaçoes</strong>:<br>Nesta experiência podemos observar que a <br>Imagem apresentada pelo microscópio óptico é simétrica e invertida. Como a imagem é invertida, para movimentar a preparação para um lado que nós queiramos temos que deslocá-la para o lado oposto.<br><br>A baixo segue uma imagem da experiência ampliada 40× (ocular 10× e objectiva 4×).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/314717665/6786f14eb6c5e18348c5f780fafdb963/received_420169648738993.jpeg" />
         <pubDate>2019-03-06 19:42:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Locais visitados</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/346681125</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta visita de estudo visitamos 6 locais, são eles:<br>● Praia da Consolação;<br>● Cabo Carvoeiro;<br>● Remédios;<br>● Ponta do Trovão e Praia do Abalo;<br>● Papôa;<br>● Baleal.<br><br>Imagem da Praia da Consolação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:04:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Praia da Consolação </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/346687099</link>
         <description><![CDATA[<div>Eu escolhi para abordar o primeiro local visitado, a praia da Consolação, pois chamou me muita atenção devido à sua paisagem.<br>No momento da visita, as <strong>condições</strong> <strong>ambientais</strong> na praia eram as seguintes:<br>● pluviosidade ausente;<br>● pouca nebulosidade;<br>● vento fraco;<br>● maré a subir.<br><br><strong>Descrição da paisagem geológica:<br></strong>- Arribas expostas à erosão marinha;<br>- Arribas sedimentares formadas, na base, por estratos argilosos, de cor cinzenta ou amarelada, sem fósseis, alternando com estratos margosos, ricos em fósseis, <br>mais calcários (fácies marinha) na parte inferior e mais arenosos na parte superior (fácies continentais).<br><br><strong>Principais litologias da Praia da Consolação</strong>:<br>Nesta praia conseguiu se observar várias rochas sedimentares, tal como:<br>● Grés ou arenito;<br>● Argilito;<br>● Marga;<br>● Calcário.<br><br>Neste local, também existe <strong>registo fóssil </strong>de construções do tipo recifal, dispostas <br>horizontalmente, resultantes da acumulação de esqueletos de corais e outros organismos, como bivalves, gastrópodes e outros invertebrados.<br><br>Os fósseis observados foram:<br>● Fósseis de coral (colonial); <br>● Coral (polipeiro); <br>● Bivalve; <br>● Coral (colonial); <br>● Ostreídeo;<br> ● Rudista. <br> <br>Imagem de fósseis. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:28:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Osmose em células de Camélia </title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/346694283</link>
         <description><![CDATA[<div> <strong>Material utilizado:<br></strong>● microscópio ótico;<br>● lâminas;<br>● lamelas;<br>● pinça ;<br>● conta-gotas;<br>● papel de filtro;<br>● água destilada;<br>● soluçao de cloreto de sódio a 12%;<br>● agulha de dissecçao;<br>● pétalas vermelhas de camélia.<br><br><strong>Procedimento: </strong><br>- Com o auxílio dà pinça, destaque dois fragmentos da epiderme superior das pétalas;<br>- Numa das lâminas, coloque um dos fragmentos de epiderme numa gota de água destilada, cobrindo-o com uma lamela.<br>- Na outra lâmina, coloque o outro fragmento de epiderme numa gota de solução aquosa de cloreto de sódio a 12%, cobrindo-o com uma lamela.<br>- Observe as duas preparações ao microscópio e esquematize as suas observações.<br><br><strong>Conclusão: <br></strong>Nesta experiência consiguimos comprovar o gradiente de concentração  (passagem de substâncias do meio menos concentrado para o mais concentrado) , fazendo que o meio intracelular e extracelular fiquem iguais (isotonicos).</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-29 19:59:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esboço da actividade laboratorial</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/346809136</link>
         <description><![CDATA[<div>NaCl<br>Objetiva 40×<br>Ocular 10×<br>400×</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:55:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esboço da actividade laboratorial</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/346809270</link>
         <description><![CDATA[<div>H2O <br>Objetiva 40×<br>Ocular 10× <br>400× <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-30 18:57:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Observações de estomas - Observações e conclusões</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/366189714</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Observações:</strong><br>● A partir desta experiência conseguimos observar que quando a célula estava no meio com água destilada (meio hipotónico) ela entra num estado de plasmólise (os váculos se enchem de água). No entanto, quando a célula no meio com água salgada (meio hipertónico) ela entra num estado de turgescência (os váculos diminuem de tamanho pois a água se dirigiu para fora da célula).</div><div>● Na parte superior da epiderme da folha não continha estomas.</div><div>● Na parte inferior da epiderme da folha tinha estomas. Os que a folha tinha estado sem incidência de luz durantes 30 min, eles estavam chegados, mas nas que tiveram sempre incidência de luz estavam abertos;<br><br><strong>Conclusões:</strong><br>Com isto conseguimos concluir que:<br>● Na incidência de luz os estomas ficam abertos;</div><div>● Sem a incidência de luz os estomas ficam fechados;</div><div>● Em água destilada (um meio hipotónico) a célula fica plasmolisada, fazendo com que os estomas fiquem abertos;</div><div>● Em água salgada (um meio hipertónico) a célula fica turgida, fazendo com que os estomas fiquem fechados;</div><div>● A parte inferior da folha contem estomas;</div><div>● A parte superior da folha não continha estomas.<br><br></div><div> </div><div>Imagem da parte inferior da folha observada ao microscópio ótico 100x mais (10x da ocular e 10x da objetiva).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 18:00:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/366189714</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Observação de estomas - procedimento</title>
         <author>arianacarvalho0911</author>
         <link>https://padlet.com/arianacarvalho0911/9gicwlesphss/wish/366189720</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Material utilizado:</strong><br>• Bata laboratorial;</div><div>• Pinça;</div><div>• Pipeta;</div><div>• Tesoura;</div><div>• Bisturi;</div><div>• Vidro de relógio;</div><div>• Lâminas;</div><div>• Lamelas;</div><div>• Microscópio ótico;</div><div>• Folhas de tradescância;</div><div>• Agua salgada (Solução de cloreto de sódio a 12%);</div><div>• Agua destilada;<br>Solução de Ringer.<br><br><strong>Procedimento:</strong><br>● Coloque 3 folhas de Tradescantia na incidência de luz;</div><div>● Coloque outras 3 folhas de Tradescantia sem incidência de luz (no escuro) durante mais ou menos 30 min.;</div><div>● Com o auxílio de um bisturi e de uma pinça, retirar uma pelicula da epiderme inferior de uma folha que teve incidência de luz;</div><div>● Coloque a película retirada numa lâmina com juntamente duas gotas de solução de Ringer, cobri-la com uma lamela e observa la a microscópio ótico;</div><div>● Repetir este procedimento com uma pelicula da epiderme superior da folha e com uma folha que não teve na incidência de luz;</div><div>● Também repetir os mesmos procedimentos, mas em vez de colocar duas gota de solução de Ringer, na pelicula retirada da folha, colocando duas gotas de agua destilada e colocando duas gotas de agua salgada.<br><br></div><div> </div><div>Imagem da parte superior da folha observada ao microscópio ótico 100x mais (10x da ocular e 10x da objetiva).</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-06 18:00:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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