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      <title>Aprender Sempre by Sofia Duarte</title>
      <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6</link>
      <description>Autonomia e flexibilidade curricular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-01-23 11:39:02 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-04-06 13:22:05 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Carta de Apresentação</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/223730546</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Bom dia,<br><br>chamo-me Cândida Sofia Duarte e sou professora dos grupos 300 e 320 no Externato de Penafirme (Torres Vedras) há 18 anos. Ao longo deste tempo já lecionei a diversos níveis de ensino: 2º ciclo, 3º ciclo, secundário e cursos profissionais. Por&nbsp; outro lado, já desempenhei diversas funções como a dinamização de grupo disciplinar, coordenação de departamento disciplinar e direção de turma. Fui ainda responsável pela implementação do Projeto PISA na nossa escola durante um ano letivo.<br>Este ano, encontro-me a lecionar Português ao 9º ano.<br>Ao longo da minha vida profissional tenho tido preocupações a que o "Perfil do Aluno" vem dar resposta. E esta é a minha grande motivação para este curso: como levar os alunos a atingir este perfil, quais as ferramentas de que nós, professores e escolas,&nbsp; dispomos para os ajudar a lá chegar. Conto com reflexão e partilha de experiências; conto também com muitas dúvidas e algumas respostas.<br><br>A todos desejo um bom trabalho</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-01-23 12:17:28 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global&quot;.</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/226952765</link>
         <description><![CDATA[<div> Dentro da sala de aula, deve ser dada primazia ao trabalho do aluno e não do professor. Assim, o professor deve ser visto como um orientador do trabalho, alguém que lança desafios e dá pistas de como os resolver. No entanto, o professor não pode esperar que todos os alunos respondam ao desafio da mesma forma; a criatividade dos alunos também deve ser valorizada. Do mesmo modo, existem diferentes formas de organização, pelo que os alunos não utilizam todos o mesmo método de trabalho.</div><div><br><br></div><div> As tarefas da sala de aula deverão ter várias etapas (passando pelas fases pensamento crítico, colaboração, apresentação):</div><ul><li> apresentação de um desafio<ul><li> objetivos</li><li> tarefas que deverão ser concretizadas</li><li> conhecimentos que deverão ser aprendidos / mobilizados</li><li> prazos a cumprir</li><li> materiais disponíveis</li></ul></li><li> realização das tarefas em sala de aula e em casa</li><li> apresentação dos resultados</li></ul><div><br></div><div>Sempre que possível, o desafio deve englobar uma vertente intraescolar e uma extraescolar, pois só desta forma os alunos conseguirão começar a interagir globalmente, a criar pontes entre o espaço da sala de aula e o mundo exterior. A relação entre os conteúdos curriculares e a vida que existe para lá da sala de aula, da turma, do professor e do portão da escola torna-se, cada vez mais, urgente. Esta relação pode passar, por exemplo, pelo incentivo aos alunos para tentarem intervir ativamente numa determinada área da comunidade educativa, tentando realmente resolver um problema. Não será, certamente, difícil articular conteúdos programáticos com a vida fora da escola.</div><div>Importa colocar ao aluno desafios que o dotem de ferramentas promotoras de sucesso, não só escolar, mas também de sucesso enquanto ser humano. </div><div>Tudo isto conduz-nos a uma questão: qual o papel do professor neste contexto?</div><div><br></div><div> O professor deve assumir-se como alguém que ajuda os alunos a encontrar o caminho certo, tendo em atenção que o caminho pode não ser igual para todos (pensando, sobretudo, nos alunos NEECP).</div><div> Do mesmo modo, a avaliação deve ser pensada de forma diferenciada, ainda que existam momentos de avaliação comuns e iguais para todos.</div><div>Os momentos de avaliação não podem resumir-se a um valor numérico inserido numa grelha de Excel. Os alunos deverão encarar o resultado de um momento de avaliação como uma oportunidade de se conhecerem melhor, compreendendo quais as áreas a aperfeiçoar, estabelecendo novos objetivos e redefinindo prioridades no seu processo de aprendizagem e organização do seu estudo/trabalho.</div><div>É fundamental que a avaliação despolete no aluno a vontade de questionar o resultado obtido, analisando-o de forma responsável e autónoma, em permanente diálogo com o docente e com os colegas. Assim, o resultado de uma avaliação não seria assumido com o final de uma etapa, mas sim como o início de um novo desafio. <br><br>Com a colega Susana Maçãs</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 09:56:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>&quot;Como pode/deve a escola organizar-se para garantir que todos os alunos atinjam o Perfil?&quot;</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/226953958</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div> A escola não pode partir do princípio que todos alunos têm o mesmo ponto de partida. Com efeito, cada um deles chega à escola com as suas vivências, as suas experiências, as suas expectativas. Por isso, não podemos partir do princípio que o percurso será igual para todos. </div><div><br><br></div><div> A escola tem de proporcionar momentos diversificados de aprendizagem que vão ao encontro das necessidades dos diversos alunos. Essas experiências poderão e deverão ser proporcionadas pelos professores, nas aulas, mas também pela participação em projetos. </div><div><br><br></div><div> A participação em projetos não deveria ser de caráter obrigatório por turma ou ano, mas deveria ser fomentada a participação dos alunos consoante as suas características / interesses.</div><div><br><br></div><div> Para ser possível acompanhar o desenvolvimento / progresso de cada aluno é necessário que as turmas tenham menos alunos; como é possível conhecer e acompanhar o progresso, humano, social, académico…., dos alunos quando se tem 10 ou mais turmas com 30 alunos cada? Queremos que os nossos alunos cresçam enquanto indivíduos, capazes de pensar por si próprios e tomar decisões; para isso, à sua frente, não podemos ter professores reduzidos a máquinas!</div><div><br><br></div><div> Também é preciso que os professores tenham um tempo / espaço na escola, previsto no seu horário, para acompanhar os alunos, para se encontrarem com eles, em pequenos encontros de esclarecimento de dúvidas, mais personalizados… É mais uma forma de fomentar a responsabilização dos alunos pelo seu seu próprio processo de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-01 09:59:45 UTC</pubDate>
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         <title>Aprendizagens Essenciais (forum - tarefa 2.4)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/228490112</link>
         <description><![CDATA[<div>Sim, a mudança deve ocorrer em toda a comunidade escolar. Os professores não podem ser vistos como únicos detentores de todo o saber nem como os únicos que têm obrigação de ensinar. Pelo contrário: o nosso objetivo deve ser sempre a aprendizagem dos alunos e devemos criar as condições favoráveis para que esse processo aconteça; e isso não passa, necessariamente, por ensinar. Poderá passar por criação / organização de projetos que levem os alunos à procura do saber e ao desenvolvimento de capacidades e competências.</div><div><br>As famílias também têm de perceber este paradigma: tanto alunos como pais terão de perceber a escola e a sala de aula como um espaço de atividade, de construção do conhecimento, e não como um espaço passivo, de simples transmissão de conhecimentos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 09:32:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Que tal começar por uma melhor gestão do currículo ao longo dos anos?  (forum - tarefa 1.4)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/228492521</link>
         <description><![CDATA[<div>Também sou de Português e acho que não há articulação entre o Currículo e as Provas Finais. Afinal, passamos quase dois terços do ano letivo, no nono ano, a trabalhar dois textos extensos (<em>Auto da Barca do Inferno</em> e <em>Os Lusíadas</em>) porque na Prova sai uma pergunta a valer cerca de 10%. Faz sentido? Não fará mais sentido trabalhar a compreensão leitora, o espírito crítico, a relação que os textos com o mundo em que vivemos?</div><div><br>Podem dizer-me que podemos trabalhar, e trabalhamos, tudo isto com estes textos. No entanto, acho que esta desproporcionalidade é flagrante e sem sentido. E, com este tipo de constrangimentos, não há flexibilidade que resista....</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 09:40:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;De que forma o Perfil do Aluno poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot; (tricider 1)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/228609952</link>
         <description><![CDATA[<div>A aprendizagem deve ser ativa e não passiva. O professor deve criar condições para que o aluno construa o seu conhecimento, para que aprenda fazendo. O papel do professor passa, sobretudo, por organizar atividades em que os alunos possam construir o seu conhecimento, possam desenvolver a sua comunicação, colaboração, espírito crítico e criatividade.<br>Já todos percebemos que os alunos nos dizem que as aulas passam mais depressa quando estão envolvidos nas  atividades que estão a realizar; e também sabemos que apreendem (e aprendem) melhor quando se envolvem nessas tarefas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 14:28:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>&quot;De que forma o Perfil do Aluno poderá contribuir para o desenvolvimento das competências evidenciadas no filme e no cartaz?&quot; (tricider 1)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/228621401</link>
         <description><![CDATA[<div>O caminho faz-se caminhando. É pela experiência, com orientação do professor, que os alunos aprendem.<br>Não podemos esquecer-nos de que a maioria dos nossos alunos se encontra no estádio das operações concretas (Piaget) e que, consequentemente, têm dificuldade na abstração. Assim, não é pela teoria, por "despejar matéria", ainda que muito bem explicadinha, que eles vão aprender. Os nossos alunos têm de passar por experiências de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-06 14:45:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mapa de ideias</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/230109552</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-09 17:04:11 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas&quot; (Tricider 2)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/233288907</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A nenhum de nós foi explicado, enquanto crianças, como sentar ou como andar, que músculo utilizar, que posições assumir... No entanto, pela experiência, pela tentativa e erro, todos nós aprendemos a andar, uns mais cedo, outros mais tarde.<br><br>Julgo que é desta forma que deve ser vista a aprendizagem, seja do que for... é pela experimentação, é pela tentativa e erro que se aprende. Só assim teremos verdadeira aprendizagem e, consequentemente, significativa.<br>De outra forma, se é um mero memorizar de conceitos, que acabam por se tornar descartáveis, é uma aprendizagem que não é significativa.<br><br>Qual o papel do professor?<br>O professor tem de deixar de ser visto como o único detentor do conhecimento. O professor tem de ser olhado como aquele que cria, num determinado espaço/tempo (a aula), condições para os alunos aprenderem. E há tantas maneiras de aprender...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 14:48:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>&quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas&quot; (Tricider 2)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/233294581</link>
         <description><![CDATA[<div>É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas pois essas são as únicas que prevalecem. Se um aluno não compreende o significado, a importância e a utilidade do que aprende rapidamente esquece. A aprendizagem se for significativa o aluno consegue aplicá-la em várias situações e utilizá-la para resolver problemas ao longo da vida. É importante que se estabeleçam ligações entre conceitos que são multidisciplinares ao invés de os abordar de forma isolada. </div><div>by Teresa Rodrigues<br><br>Estou inteiramente de acordo: é preciso que o aluno perceba qual a utilidade daquilo que está a fazer, dos conceitos que está a utilizar... No entanto, por vezes, poderá não vislumbrar essa utilidade, pelo menos no curto prazo. Cabe ao professor criar estratégias, projetos, que levem a que aqueles conceitos sejam úteis e necessários naquele momento, para que o aluno os aprendam.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 14:56:25 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;É importante que os alunos realizem aprendizagens significativas&quot; (Tricider 2)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/233303105</link>
         <description><![CDATA[<div>Cada um de nós, professores, tem de começar a transformar a sua sala de aula num espaço de verdadeira aprendizagem. Não é algo que se faça por decreto ou por despacho; este, na verdade, está a dar-nos a liberdade para que o façamos. Temos de dar espaço aos alunos para aprenderem uns com os outros, temos de pensar que a sala de aula não é sempre um espaço silencioso, temos de deixar de controlar tudo o que se passa lá dentro.   Quando cada professor alterar a sua prática e a sua forma de viver a aula com os seus alunos, então, nessa altura, será possível mudar a escola. Não vale a pena criar novas disciplinas se o método e a maneira de as encarar permanece... como se dizia na minha infância "vira o disco e toca o mesmo".</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-20 15:07:36 UTC</pubDate>
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         <title>Criação de novas disciplinas</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/233737365</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><strong>Nome</strong>: Ciência em Movimento</li><li><strong>Áreas disciplinares envolvidas</strong>: <ul><li> Ciências Naturais</li><li> Físico-Química</li><li> Economia</li><li> Geografia</li><li> Português</li><li> Matemática</li><li> História</li></ul></li><li><strong>Anos de Escolaridade</strong>: <ul><li> 7º</li><li> 8º</li><li> 9º</li></ul></li><li><strong>Motivação para a criação da nova disciplina:</strong><ul><li> Criar um espaço de aprendizagem/uma disciplina onde os alunos trabalhem diversos temas e conteúdos, em equipa, numa metodologia de trabalho projeto;</li><li> Relacionar o espaço da sala de aula com a comunidade educativa, procurando desempenhar um papel ativo na resolução de problemas concretos;</li><li> Construir projetos cuja aplicabilidade seja uma forma de intervir na sociedade;</li><li> Desenvolver as competências previstas no Perfil do Aluno;</li><li> Promover uma comunicação/ interação frequentes entre professores de diferentes disciplinas e alunos de diversos anos de escolaridade;</li><li> Sensibilizar os alunos para a potencialidade do trabalho interdisciplinar;</li></ul></li><li><strong>Principais estratégias para a sua implementação</strong>: <ul><li> Troca de ideias com os alunos, selecionando um projeto abrangente para cada período letivo;</li><li> A partir do tema do projeto, identificar subtemas e trabalhos a desenvolver;</li><li> Estabelecer parcerias com entidades locais e regionais cuja atividade se relacione com os temas a trabalhar;</li><li> Planificar as diferentes etapas do trabalho-projeto e ir reformulando as opções tomadas à medida que os desafios vão surgindo;</li><li> Os trabalhos deverão englobar tarefas relacionadas com diversas áreas curriculares, bem como apresentarem sempre uma componente prática e experimental;</li><li> Divulgação dos trabalhos à comunidade educativa;</li><li> Aplicação dos resultados dos trabalhos na comunidade educativa.</li></ul></li><li><strong>Critérios de avaliação</strong>: <ul><li> Participação nas atividades planificadas;</li><li> Grelhas de observação a preencher pelos alunos e pelos docentes;</li><li> Relatórios sobre a progressão do projeto;</li><li> Aplicação dos conceitos das áreas curriculares envolvidas;</li><li> Apresentação do resultado do projeto à comunidade educativa;</li><li> Nível de aplicabilidade do trabalho desenvolvido para a resolução de problemas da comunidade.</li></ul></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-21 14:11:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>No Caminho d’Os Lusíadas (Português - 9º ano)                                           Sequência de Diferenciação Pedagógica (tarefa 4.3)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/235896760</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Aprendizagens</strong></div><ul><li><strong>Interpretação de texto (L9)</strong><ul><li>Tema, ideias principais; pontos de vista e universos de referência</li><li>Estrutura do texto: partes e subpartes e sentido global; relacionação entre ambos</li></ul></li><li><strong>Organização e tratamento de Informação (L9)</strong><ul><li>Ideias-chave; tópicos textuais</li></ul></li><li><strong>Produção Escrita (E9)</strong><ul><li>Plano, resumo e síntese de textos de características expositivas e de características argumentativas; comentário subordinado a tópicos</li><li>expressão de conhecimentos: resposta a questões, a instruções de trabalho</li></ul></li><li><strong>Educação Literária (EL9)</strong><ul><li>Géneros literários: a epopeia</li><li>Tema, ideias principais, pontos de vista e universos de referência</li><li>Estruturação do texto: partes, subpartes e respetivos títulos</li><li>Recursos expressivos</li></ul></li></ul><div><br><br></div><div><strong>Procedimentos</strong></div><ul><li>O professor fornece uma lista de tarefas a cumprir em grupo de trabalho:<ul><li>Tarefas obrigatórias<ul><li>resposta a um questionário por cada episódio de <em>Os Lusíadas</em> em estudo</li><li>elaboração de um esquema com as principais ideias de cada episódio</li></ul></li><li>Tarefas optativas<ul><li>Tarefas criativas (artes plásticas, música,...) (o grupo deve escolher uma de uma lista apresentada)</li><li>Tarefas de escrita (o grupo deve escolher uma de uma lista apresentada)</li></ul></li></ul></li><li>Em grupo, na sala de aula, os alunos cumprem as tarefas da lista, fazendo a gestão do tempo de acordo com as necessidades ou facilidades dos vários elementos do grupo.</li><li>À medida que vão terminando os questionários, procedem à autocorreção a partir do ficheiro presente na sala de aula.</li><li>Quando terminam cada esquema, entregam-no à professora que procede à sua correção. A partir desta correção, há uma conversa entre a professora e os alunos no sentido de se verificar quais os aspetos a melhorar. </li></ul><div><br><br></div><div><strong>Diferenciação</strong></div><ul><li><strong>produto</strong><ul><li>a abordagem de cada grupo é diferente no que se refere ao tipo de esquema a apresentar</li><li>as tarefas criativas e de escrita são diferentes </li></ul></li><li><strong>processo</strong><ul><li>de acordo com as necessidades de cada grupo, o tempo investido em cada tarefa varia de grupo para grupo</li></ul></li></ul><div><br><br></div><div><strong>Eficácia</strong></div><div>Na realização do teste, verificou-se uma melhoria dos resultados dos alunos envolvidos face aos resultados obtidos a partir da aula expositiva.</div><div><br><br></div><div><strong>A melhorar</strong></div><ul><li>A sequência torna-se um pouco monótona pela repetição de tarefas (10 questionários para resolver e 10 esquemas para fazer)</li><li>Acrescentar mais tarefas criativas</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 14:46:28 UTC</pubDate>
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         <title>DAC - Aromas na escola</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/238033908</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-05 12:25:10 UTC</pubDate>
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         <title>5.4. Avaliação em Domínios de Autonomia Curricular</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/241871447</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;1- <strong>Cenário 2</strong> “ Os alunos querem contribuir para melhorar vários aspetos da sua escola, identificando pontos fracos e apresentando propostas de melhoria”</div><div><br><br></div><div>&nbsp;2- <strong>Disciplina</strong> – Português</div><div><br><br></div><div>&nbsp;3- <strong>Aprendizagens Essenciais</strong></div><div>&nbsp;- Compreender textos orais com base na identificação do tema e da intenção comunicativa (expor, informar, narrar, descrever, expressar sentimentos, persuadir), página 4</div><div>&nbsp;- participar, oportuna e construtivamente, em situações de interação oral, página 4</div><div>&nbsp;- identificar tema(s), ideias principais, pontos de vista, causas e efeitos, factos, opiniões, página 5</div><div>&nbsp;- utilizar procedimentos de registo e tratamento da informação, página 5</div><div>&nbsp;- interpretar os textos em função do género literário, página 6</div><div>&nbsp;- planificar, redigir e rever os textos, construídos de acordo com o destinatário, a finalidade e o género, com recurso às tecnologias de informação e à internet, página 7</div><div>&nbsp;- escrever com propriedade vocabular e com respeito pelas regras de ortografia e de pontuação, página 7</div><div><br><br></div><div><strong>4. Refira os descritores relativos a capacidades e atitudes a promover nos alunos (Perfil do Aluno)</strong></div><div>&nbsp;- Linguagens e textos</div><div>&nbsp;- Informação e comunicação</div><div>&nbsp;- Raciocínio e resolução de problemas</div><div>&nbsp;- Pensamento crítico e pensamento criativo</div><div>&nbsp;- Desenvolvimento pessoal e autonomia</div><div><br><br></div><div><strong>5. Evidências que poderiam constituir-se como elementos de avaliação para a disciplina de Português</strong></div><div>&nbsp;- debate de ideias</div><div>&nbsp;- capacidade de argumentação</div><div>&nbsp;- organização de um documento com as propostas de melhoria devidamente justificadas</div><div>&nbsp;- apresentação de um plano de ação para promover a melhoria dos aspetos selecionados</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 13:44:58 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>5.3. Relação entre o que se pretende avaliar e as tarefas de avaliação </title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/241872076</link>
         <description><![CDATA[<div>As tarefas realizadas pelos alunos poderão ter vários níveis de complexidade, consoante as capacidades e conhecimentos convocados para a sua realização. Assim, enquanto, que determinadas tarefas de avaliação verificam se o aluno alcança um determinado objetivo, outras tarefas permitem a verificação de diversas metas.<br><br></div><div>1- Apresentar um contra-argumento – b, c, a<br>2- Formular uma hipótese a partir de um conjunto de dados – g, h<br>3- Utilizar linguagem científica – a, f, g,<br>4- Ouvir os argumentos dos outros – c, e,<br>5- Identificar as palavras-chave num artigo científico – a, d, h<br>6- Convencer os colegas a ler um determinado livro – b,i, j<br>7- Respeitar os procedimentos de segurança no laboratório – f, g<br>8- Delinear uma experiência para validar uma hipótese- f, l<br>9- Utilizar com destreza o material de laboratório – f, j, l<br>10- Conjugar o verbo “to be” – a, b, d, h,<br>11- Trabalhar em equipa – b, c, e, j, l<br>12- Justificar opiniões – b, c, h, i, j<br><br>legenda<br>a- teste;&nbsp;<br>b- exposição oral;&nbsp;<br>c- registo de vídeo de um debate;&nbsp;<br>d- questionário escrito;&nbsp;<br>e- registo de vídeo de uma entrevista;&nbsp;<br>f- relatório de uma atividade experimental;&nbsp;<br>g-registo de uma observação;<br>h- questionário oral;&nbsp;<br>i-comentário crítico;&nbsp;<br>j- organização de uma exposição coletiva de trabalhos;&nbsp;<br>k- exposição oral;&nbsp;<br>l- relatórios</div><div><br></div><div>A realização de um debate leva os alunos a trabalharem ao nível dos conhecimentos e do domínio da Oralidade, em diversas vertentes. Logo, o registo desta atividade em vídeo <strong>(C)</strong>, permitirá verificar se os alunos dominam o tema em debate, se ouvem os argumentos dos outros <strong>(4)</strong>, se contra-argumentam <strong>(1)</strong> e se justificam opiniões apresentadas <strong>(12)</strong>.&nbsp;</div><div>Por outro lado, a realização de um questionário, oral ou escrito <strong>(H)</strong>, mobiliza sobretudo conhecimentos e permitirá aferir, por exemplo, se o aluno sabe conjugar o verbo <em>to be</em> <strong>(10).</strong></div><div>Ao selecionar as tarefas de aprendizagem e as tarefas de avaliação, o professor deverá ter em atenção se estas se articulam com aquelas e se, de facto, verificam as capacidades e os conhecimentos previamente trabalhados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 13:45:58 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre critérios de avaliação (tarefa 5.2)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/241874550</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>&nbsp;Avaliar e classificar são procedimentos diferentes; no entanto, em ambiente escolar, estão intrinsecamente ligados, (con)fundindo-se, por (muitas) vezes. É certo que é possível avaliar sem classificar como também podemos classificar sem proceder a uma avaliação. A nós, professores, é-nos pedido que façamos avaliação e classificação.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><strong>Qual o peso de cada domínio?</strong></div><div>&nbsp;Ao fazer a transição da avaliação para a classificação, qual o peso de cada um dos domínios? Terão todos o mesmo grau de importância? Certamente que não. Assim, como definir o peso de cada um deles?&nbsp;</div><div>&nbsp;Por um lado, podemos atribuir pesos aos domínios consoante o grau de importância que têm nas atividades de aprendizagem desenvolvidas com os alunos. Mas poderá acontecer exatamente o contrário, ou seja, o peso dos domínios pode ser previamente definido e as atividades de aprendizagem desenvolvem-se de maneira a envolver os vários domínios na mesma proporção.</div><div><br><br></div><div>&nbsp;Na sequência desta pergunta, surge outra: <strong>como articular o peso que cada escola atribui a cada domínio com os pesos que estes mesmos domínios têm (ou não) nas Provas Finais de Ciclo / Provas de Aferição?</strong></div><div><br><br></div><div><strong>As capacidades transversais / atitudes são contempladas nos critérios de avaliação da disciplina?</strong></div><div>&nbsp;Sabemos que existe uma série de capacidades transversais que podem ser mobilizadas nos trabalhos de disciplinas diversas. Assim, é importante saber se estes conhecimentos também são objeto de avaliação.</div><div>&nbsp;Será que estão presentes na expressão “Outros conhecimentos, capacidades e atitudes selecionados” que surge no final de cada domínio? Se sim, quais são os indicadores?&nbsp;</div><div>&nbsp;Pensando que estas capacidades são importantes e que devem ser trabalhadas e avaliadas, no processo de transformação da avaliação em classificação, <strong>que peso têm?</strong></div><div><br><br></div><div><strong>Como são definidos os níveis (Muito Bom, Suficiente, Insuficiente)?</strong></div><div>&nbsp;Cada aluno traz consigo os seus conhecimentos, as suas capacidades, as suas dificuldades. Assim, se pensarmos no ponto de partida de cada aluno, o desempenho que para o aluno A é muito bom, para o aluno B poderá ser apenas Suficiente. Assim, como articular este progresso dos alunos com os desempenhos pedidos pelas Provas Finais de Ciclo / Provas de Aferição?</div><div>&nbsp;Talvez estes níveis possam ser definidos tendo por referência uma listagem do objetivos a atingir. No entanto, o aluno enquanto pessoa, o seu progresso, as suas conquistas… tudo isto fica de lado...</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-03-14 13:49:33 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre a implementação da Cidadania e Desenvolvimento na Escola (tarefa 6.3)</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/246486938</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-03-27 13:39:00 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 6.6</title>
         <author>SofiaBADuarte</author>
         <link>https://padlet.com/sofiabaduarte/9g4yuilq38p6/wish/250156280</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-04-10 08:21:29 UTC</pubDate>
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