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      <title>Padlet Literatura, conto: Pé de Cachimbo by Padlet aacer</title>
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      <description>2° ano D, Akil Diop, Alice Malvar, Elisio Moitinho, Rafaela Vazquez e Catarina  Marques.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-05-05 21:13:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>padaacer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Resenha Crítica:<br>O poema “Pé de cachimbo”, de Karina Rabinovitz, publicado na obra “Mulheres Poetas e Baianas”, faz uma descrição dos domingos na medida em que revela hábitos comuns a várias pessoas que se deixam levar, de forma desproposital, aos acontecimentos da semana. Nesse sentido, o eu lírico evidencia a passagem do vento, o futebol televisivo o encontro entre  pombas e palomas, o comportamento de uma idosa, produtos expostos em uma vitrine e atitudes inerentes àquela passagem do tempo. Nessa perspectiva, como forma de construir as suas ideias, o eu lírico utiliza-se de figuras de linguagem para validar atitudes individuais dos sujeitos que aprenderam a enxergar o domingo como um dia também próspero. Entretanto, ao selecionar imagens a serem construídas pelos leitores, ele não facilita o entendimento das ideias do texto, a começar pelo título “Pé de cachimbo” que não é compreendido facilmente quando se analisa a obra em estudo. Todavia, após muitas leituras atentas, pode-se inferir que o título do poema faz alusão ao dia de descanso, reservado por muitas pessoas para também fumarem cachimbo.<br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 21:19:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>padaacer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Relação Intertextual 2.1:<br>Uma relação intertextual entre o poema “Pé de cachimbo”, de Karina Rabinovitz e a cantiga popular “Pé de cachimbo”, além da semelhança sonora, é o fato de ambos os textos fazerem referência ao domingo como um dia em que se pode viver aventuras, inclusive descansar. Assim ambas as obras destacam peculiaridades de indivíduos, a citar a energia para brincar de roda usando a música “Pé de cachimbo” e também a percepção lenta do domingo, como bem descreve o eu lírico.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 21:21:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>padaacer</author>
         <link>https://padlet.com/padaacer/9fiypx9vw83b/wish/356986257</link>
         <description><![CDATA[<div>Relação Intertextual 2.2:<br>Notiícia<br>Uma relação intertextual entre o poema “Pé de cachimbo”, de Karina Rabinovitz e a notícia “Idosa de 104 anos atribui vida longa ao cachimbo que fuma todos os dias”, veiculada no site g1.globo.com, em  26/06/2016, é o fato de ambos os textos mencionarem uma idosa que vive e, portanto, aproveita os domingo como forma de relaxar, acreditando que o cachimbo pode suscitar comportamentos positivos, como a longevidade, haja vista que ela chegou à fase idosa da vida.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 21:22:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>padaacer</author>
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         <description><![CDATA[<div>Releitura Artística:<br>Arte Visual:<br>Em 1929, o artista surrealista belga René Magritte fez uma obra fundamental que nos faz pensar sobre o objeto em si e sua representação. É sobre representação e não sobre o objeto do pensamento em si que incide a charge. A charge é como o quadro de Magritte, uma representação. "Ceci n’est pas une pipe" (Isto não é um cachimbo) foi uma imagem revolucionária e continua sendo.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-05-05 21:29:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <pubDate>2019-05-06 10:56:47 UTC</pubDate>
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