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      <title>Clonagem do padlet 8A_CAP101112 by Júlia Marinho Hokamura</title>
      <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt</link>
      <description>Júlia Marinho Hokamura</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-08-16 16:24:38 UTC</pubDate>
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         <title>1822 a 1831- Primeiro Reinado</title>
         <author>edilenempontes</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Primeiro Reinado foi o período da história do Brasil iniciado a partir da independência do país, em 1822. Essa fase estendeu-se até 1831, quando o imperador D. Pedro I abdicou o trono brasileiro em favor de seu filho, Pedro de Alcântara, futuro D. Pedro II.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 16:34:48 UTC</pubDate>
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         <title>1824-Reconhecimento dos EUA</title>
         <author>edilenempontes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Estados Unidos foram os primeiros a reconhecerem a independência brasileira, em 1824, apoiados na Doutrina Monroe, que defendia a soberania do continente americano frente á Europa. O lema era "América para os americanos"<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 16:47:14 UTC</pubDate>
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         <title>1825- Tratado de Paz e Aliança</title>
         <author>edilenempontes</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1825, por meio do Tratado de Paz e Aliança, Portugal oficializou o reconhecimento da soberania brasileira mediante pagamento de indenização. A Inglaterra fez um empréstimo para o Brasil para realizar o pagamento. Após o evento, várias nações também reconheceram a independência do Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 16:52:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1822 a 1823- Guerra das independências</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663675936</link>
         <description><![CDATA[<div>A luta para consolidar a Independência do Brasil correu dentro do território. Militares fiéis á Coroa Portuguesa e líderes políticos de algumas províncias que não reconheciam a autoridade do imperador lutaram contra as tropas recém organizadas pelo governo, gerando as Guerras de Independência que ocorreram entre 1822 e 1823.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 16:55:09 UTC</pubDate>
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         <title>1823- A assembleia Constituinte</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663692167</link>
         <description><![CDATA[<div>Partindo de um discurso liberal, D. Pedro I convocou uma Assembleia Constituinte, cuja função é discutir e aprovar uma Constituição. Entre maio e novembro de 1823, os deputados reuniram-se e avançaram no projeto do texto constitucional. Ficava cada vez mais evidente a adoção de um modelo que restringia os poderes dom monarca, semelhante ao que ocorria na Inglaterra.<br>Insatisfeito com a possibilidade de ver seu poder reduzido, dissolveu a Assembleia antes da aprovação da Constituição. Ele selecionou o Conselho de Estado, composto por homens de sua confiança (baba ovo), para elaborar as novas leis do país.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:15:53 UTC</pubDate>
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         <title>1824- Primeira Constituição do Brasil</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663694615</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>1ª - Constituição de 1824 (Brasil Império)</strong><br><br>Apoiado pelo Partido Português, constituído por ricos comerciantes portugueses e altos funcionários públicos, D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823 e impôs seu próprio projeto, que se tornou a primeira Constituição do Brasil. Apesar de aprovada por algumas Câmaras Municipais da confiança de D. Pedro I, essa Carta, datada de 25 de março de 1824 e contendo 179 artigos, é considerada pelos historiadores como uma imposição do imperador.<br><br>Entre as principais medidas dessa Constituição, destaca-se o fortalecimento do poder pessoal do imperador, com a criação do Poder Moderador, que estava acima dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. As províncias passam a ser governadas por presidentes nomeados pelo imperador e as eleições são indiretas e censitárias.<br><br>O direito ao voto era concedido somente aos homens livres e proprietários, de acordo com seu nível de renda, fixado na quantia líquida anual de cem mil réis por bens de raiz, indústria, comércio ou empregos. Para ser eleito, o cidadão também tinha que comprovar renda mínima proporcional ao cargo pretendido. Essa foi a Constituição com duração mais longa na história do país, num total de 65 anos.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:18:38 UTC</pubDate>
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         <title>1824- Confederação do Equador</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663699290</link>
         <description><![CDATA[<div>A Confederação do Equador foi um movimento revolucionário que se iniciou em Pernambuco e logo alcançou outras províncias vizinhas. Os revoltosos se levantaram contra o governo central por causa do autoritarismo de Dom Pedro I ao fechar a Assembleia Constituinte de 1823 e impor uma Constituição, no ano seguinte, que lhe assegurou poderes absolutistas. Além dessa oposição ao arbítrio do imperador, a confederação pretendia implantar o regime republicano. As tropas imperiais conseguiram abafar o movimento e matar seus líderes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:24:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1825 a 1828- Guerra da Cisplatina</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663701255</link>
         <description><![CDATA[<div>A Guerra da Cisplatina foi um conflito travado pelo Império do Brasil contra as Províncias Unidas do Rio da Prata (atual Argentina) pelo controle da Cisplatina, região que atualmente conhecemos como Uruguai. Essa foi a primeira guerra de que o Brasil participou como nação independente e estendeu-se de 1825 a 1828. O resultado do confronto foi desastroso para o Brasil, que, além de perder a Cisplatina, teve de amargar uma intensa crise econômica.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1826- Morte de D. João VI</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663707563</link>
         <description><![CDATA[<div>A oposição ao <a href="https://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/oposicao_dpedro.html">Governo de D. Pedro I</a>, localizada especialmente na <a href="https://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/imprensa.html">imprensa</a> e na Câmara dos Deputados, intensificou-se a partir da morte de D. João VI, ocorrida no dia 10 de março de 1826. O problema da sucessão ao trono português, entretanto, já existia, pois D. Pedro era o herdeiro legítimo e, assim, era o imperador do Brasil, situação que poderia gerar a união de duas Coroas sob o mesmo soberano. Isto não agradava Portugal, que via nessa possibilidade seu progressivo enfraquecimento. Para o <a href="https://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/index.html">Brasil</a>, poderia significar prejuízos à sua <a href="https://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo02/em_politica.html">emancipação política</a>.<br>A Inglaterra também via com preocupação esta possibilidade pois se a Coroa portuguesa, por desistência de D. Pedro, ficasse com seu irmão, D. Miguel, ocorreria uma aproximação de Portugal com a Santa Aliança, o que de modo algum agradaria ao Governo inglês. Sabia-se também que o príncipe D. Miguel tinha tendências absolutistas. O Governo brasileiro estava atento para evitar medidas que privassem D. Pedro dos seus direitos hereditários.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:35:46 UTC</pubDate>
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         <title>1831-  A noite das garrafadas</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663708941</link>
         <description><![CDATA[<div>"A Noite das Garrafadas foi uma revolta que aconteceu no Rio de Janeiro, em 1831, envolvendo portugueses partidários do imperador Dom Pedro I e brasileiros que lhe faziam oposição. Recebeu esse nome devido ao fato de que foram utilizadas garrafas pelos revoltosos. Essa revolta marcou a crise do Primeiro Reinado e o acirramento entre os dois grupos revoltosos.<br><br>Os brasileiros eram contrários ao autoritarismo do imperador enquanto os portugueses o defendiam. A consequência da Noite das Garrafadas foi a abdicação de Dom Pedro do trono brasileiro, em 7 de abril de 1831."</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:37:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1834- Morte de D. Pedro I</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663710954</link>
         <description><![CDATA[<div>Dom Pedro I morreu em terras portuguesas em decorrência de uma tuberculose no ano de 1834. Ele foi enterrado no Mosteiro de São Vicente de Fora, em Lisboa — local em que estão os restos mortais de todos os reis de Portugal da linhagem Bragança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:40:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1831 a 1840- Período Regencial</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663713492</link>
         <description><![CDATA[<div>O Período Regencial é como conhecemos o período intermediário que existiu entre o Primeiro e o Segundo Reinado. Estendeu-se de 1831 a 1840 e foi iniciado após o imperador D. Pedro I ter abdicado do trono em favor de seu filho no ano de 1831. Foi encerrado em 1840 com o que ficou conhecido como Golpe da Maioridade, que garantiu a coroação de D. Pedro II como imperador do Brasil.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:44:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1831 a 1835- A Regência Provisória </title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663715671</link>
         <description><![CDATA[<div>Primeiro governo que sucedeu a queda do imperador Dom Pedro I, o período regencial iniciou-se com a formação de dois governos trinos. O primeiro deles ficou conhecido como Regência Trina Provisória, onde o calor das transformações políticas deu margem para a formação improvisada de um novo governo.<br><br>Os moderados logo assumiram o poder com o intuito de frear as agitações políticas da época. Inicialmente, o governo de Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, José Joaquim Carneiro de Campos e Francisco de Lima e Silva reintegraram o chamado “ministério dos brasileiros” e anistiou os presos políticos. A Câmara dos Deputados tiveram seus poderes ampliados, tendo o direito de interferir nas ações do governo regencial.<br><br>Atuando por breves dois meses, a Regência Trina Provisória deu condições para que um novo governo fosse escolhido. Em 17 de junho de 1831, a assembléia promoveu um processo de escolha da chamada Regência Trina Permanente, que governou entre os anos de 1831 e 1835.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:47:09 UTC</pubDate>
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         <title>1835- A Regência Permanente e as Reformas Liberais</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663719830</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesse novo governo – agora formado por Francisco Lima e Silva, João Bráulio Muniz e José da Costa Carvalho – organizou-se um gabinete ministerial conservador. Essa medida visava conter os movimentos populares que pressionaram o governo de Dom Pedro I. O Ministério da Justiça foi delegado ao padre Diogo Antônio Feijó, que se incumbiu da tarefa de retaliar quaisquer revoltas que ameaçassem a ordem nacional ou não reconhecessem os poderes da nova administração.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:52:50 UTC</pubDate>
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         <title>1835 a 1840- As Revoltas Regenciais (Cabanagem)</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663721780</link>
         <description><![CDATA[<div>A Cabanagem foi uma revolta que aconteceu na província do Grão-Pará, entre os anos de 1835 e 1840, durante o Período Regencial. Logo após a abdicação de Dom Pedro I e enquanto se aguardava Dom Pedro II atingir a maioridade, o império brasileiro foi governado por regentes. Esse período foi marcado por revoltas provinciais, e no Grão-Pará aconteceu a Cabanagem, uma das mais violentas desse período. As causas da revolta foram a grave situação econômica e social da região e a disputa pelo poder na província. Os principais líderes eram indígenas, negros e pobres, mortos pelas tropas regenciais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:55:26 UTC</pubDate>
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         <title>1838 a 1841- As Revoltas Regenciais (Balaiada)</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663723566</link>
         <description><![CDATA[<div>A Balaiada foi uma revolta popular ocorrida na província do Maranhão, entre 1838 e 1841. Seu nome se referia aos balaios, cestos fabricados na região. As classes menos favorecidas estavam insatisfeitas com a situação precária vivida e não toleravam mais os desmandos dos líderes locais que governavam a província de forma autoritária. Os revoltosos entraram em combate contra as tropas do governo central e foram derrotados. O então coronel Luís Alves de Lima e Silva, futuro duque de Caxias, liderou as tropas que derrotaram definitivamente a revolta.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 17:57:51 UTC</pubDate>
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         <title>1837 a 1838- As Revoltas Regenciais (Sabinada)</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663725308</link>
         <description><![CDATA[<div>A Sabinada foi uma revolta provincial que ocorreu em Salvador, entre novembro de 1837 e março de 1838. Essa revolta foi conduzida pelas classes médias soteropolitanas insatisfeitas com o governo do Rio de Janeiro, sobretudo em virtude do enfraquecimento da pauta federalista. Não contou com o apoio popular e nem das classes altas e foi derrotada pela Guarda Nacional.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 18:00:01 UTC</pubDate>
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         <title>1835- Revolta do Malês</title>
         <author>edilenempontes</author>
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         <description><![CDATA[<div>A escravidão foi uma instituição que existiu no Brasil durante mais de 300 anos, e indígenas, africanos e seus descendentes foram escravizados ao longo desse período. A história da escravização é também a história das fugas, das lutas, isto é, da resistência em geral daqueles que foram escravizados.<br><br>O Brasil foi o país que recebeu o maior número de africanos escravizados: quase cinco milhões. Isso significa que, ao longo dos séculos, a resistência contra a escravidão manifestou-se de diversas maneiras, e locais como o Quilombo dos Palmares foram transformados em um dos grandes símbolos de luta.<br><br>As revoltas de escravos também foram uma das formas de resistência extremamente comuns e aconteceram em todo o país. Poderiam ser violentas e resultarem na morte de senhores de escravos e suas famílias, e muitas procuravam a subversão da ordem. Quanto mais escravos presentes em uma região, maiores as chances de que revoltas acontecessem, e a Bahia do começo do século XIX ficou marcada por isso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 18:04:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1835 a 1845- Farroupilha</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663734563</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi uma das revoltas provinciais que aconteceram no território brasileiro durante o Período Regencial. Ela ganhou notoriedade pelo maior tempo de duração (10 anos), e, além disso, foi uma das que apresentaram maior ameaça à integridade territorial brasileira.<br><br>Organizada como um movimento da elite gaúcha, a Guerra dos Farrapos encerrou-se após a negociação de paz dos estancieiros gaúchos com o governo. Os termos da rendição ficaram conhecidos como Tratado do Poncho Verde.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 18:12:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1838- A Regência Una e o regresso conservador</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663741903</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Após a morte de D. Pedro I, em 1834, os grupos po- líticos se organizaram em dois partidos: Liberal e Conservador. Os dois partidos eram formados por membros da elite, portanto, não questionavam a estrutura agroexportadora e escravocrata da sociedade brasileira. A diferença entre eles estava na defesa da autonomia das províncias pelos liberais e na centralização política pelos conservadores.<br><br>Seguindo a proposta do Ato Adicional, Diogo Feijó foi eleito para a Regência Una, assumindo em 1835. O governo manteve a tendência das Reformas Liberais, mas contou com uma forte oposição. As revoltas que tomavam conta do país, colocando em risco a unida- de territorial, e a falta de apoio político levaram à renúncia de Feijó em 1837. O último regente foi Araújo Lima, que compôs um governo conservador com a adoção de medidas centralizadoras, visando diminuir o poder das províncias, controlar as revoltas e manter o território nacional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 18:22:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1840- Golpe da Maioridade</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2663744700</link>
         <description><![CDATA[<div>O Golpe da Maioridade foi a antecipação da coroação de Dom Pedro II no trono brasileiro, quando ele tinha apenas 13 anos de idade. De acordo com a Constituição de 1824, um dos requisitos para a coroação imperial era a maioridade, isto é, que o herdeiro do trono tivesse completado 18 anos de idade. Porém, como muitas províncias estavam passando por várias rebeliões, a solução encontrada para pacificar o Império era a coroação do novo imperador, mesmo que antecipadamente, tendo em vista que o trono estava vago desde 1831, logo após a abdicação de Dom Pedro I.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-16 18:25:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1840- O Parlamento das Avessas</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2664927956</link>
         <description><![CDATA[<div>O Parlamentarismo às Avessas<br><br>As eleições na década de 1840 foram tensas, com acusações entre liberais e conservadores. Havia uma série de denúncias de fraudes eleitorais e até ameaças físicas aos eleitores. Diante desse cenário de instabilidade, o "parlamentarismo às avessas" foi adotado como tentativa de apaziguar a política nacional.<br><br>Quando uma monarquia é parlamentar, entende-se que existe um Legislativo (parla- mento) e um chefe do Executivo (primeiro-ministro) que não permitem a centralização do poder nas mãos do monarca, ou seja, o parlamentarismo restringe o papel do imperador, pois é o primeiro-ministro quem escolhe os ministros e governa a Nação.<br><br>No caso brasileiro, apesar da existência da divisão de poderes, existia o Poder Mode- rador, que dava ao imperador o controle sobre os demais. Em outras palavras, o parlamentarismo brasileiro era "às avessas" porque não descentralizava o poder. Para a manutenção da estabilidade nacional, foi preciso equilibrar os interesses das elites a partir da atuação do imperador, que passou a nomear o presidente do Conselho de Ministros, responsável pela escolha dos outros ministros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 16:02:09 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1853- Ministério da Conciliação </title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2664932452</link>
         <description><![CDATA[<div>Percebendo que era necessário estabelecer uma harmonia entre os partidos, D. Pedro II propôs, em um primeiro momento, um certo revezamento entre conservadores e liberais na presidência do Conselho de Ministros. A partir de 1853, esse equilíbrio se estruturou ainda mais, com a formação de um ministério que agruparia interesses e membros de ambos os partidos: o Ministério da Conciliação.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 16:06:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1848 a 1850- A Revolução Praieira</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2664937774</link>
         <description><![CDATA[<div>Pernambuco foi palco de uma nova insurreição contra o Governo Federal. Local tradi- cionalmente dominado por poucas famílias latifundiárias, os liberais conseguiram o poder por alguns anos. O estopim do movimento foi o fato de D. Pedro II ter nomeado o ex-regente conservador Araújo Lima para a presidência da província.<br><br>Iniciada por uma elite urbana liberal, a Revolução Praieira contou com a adesão de ca- madas populares, impactadas pela desigualdade social em função da má distribuição de terras. Com duração de 1848 a 1850, o processo revolucionário armado visava à liberdade de imprensa, à nacionalização do comércio (que ainda era controlado ali por vários por- tugueses), ao voto universal e a uma reforma na Constituição. Foi duramente reprimido e, uma vez finalizado, o Brasil passou vários anos sem a eclosão de Revoltas Separatistas.<br><br>Na Revolução Praieira, os jornais eram utilizados para divulgar os ideais e as reivin- dicações de cada grupo. Os conservadores criaram o Diário de Pernambuco para di- vulgar a versão deles. Os rebeldes usavam o jornal Diário Novo, que ficava na Rua da Praia (daí o nome do movimento), em Recife, para se manifestar.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 16:11:27 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1872- Economia Cafeeira</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2664945550</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Houve um aumento significativo do consumo do café nos Estados Unidos e na Eu- ropa, elevando a valorização desse produto no mercado. No Brasil, no século XIX, o cultivo de café se concentrou no Vale do Paraíba, na divisa entre Rio de Janeiro e São Paulo, e, posteriormente, em outras regiões da província de São Paulo. Em algumas décadas, o país se tornou o maior exportador de café do mundo.<br><br>Nas primeiras fazendas no Vale do Paraíba, as plantações seguiam o modelo clássico de produção herdado do Período Colonial: monocultura em grandes propriedades com uso de trabalho escravizado. À medida que os cafezais se espalhavam para o oeste paulista (região de Campinas e Ribeirão Preto), modelos mais modernos de produção eram implementados. O trabalho assalariado era adotado para absorver a mão de obra imigrante e a mecanização era possível por meio da importação de maquinário europeu para beneficiar o café, por exemplo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 16:19:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1889- A Imigração para o Brasil</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2664954991</link>
         <description><![CDATA[<div>Antes mesmo da independência, o Brasil sofria pressão externa, sobretudo da Inglaterra, para a abolição da escravidão. Além disso, movimentos internos contestatórios à prática ganhavam força. Em 1845, a lei inglesa Bill Aberdeen determinava a apreensão de navios negreiros que fossem encontrados no Atlântico pela Marinha britânica. Essa medida aumentou ainda mais a pressão sobre o Brasil, que, em 1850, acabou por aprovar a Lei Eusébio de Queiroz, que estabelecia a proibição da entrada de escravizados no país. O tráfico de novos escravizados foi proibido, o que não alterava o uso do trabalho daqueles que já viviam ou nasciam no Brasil. Isso fez com que o preço dos escravizados aumentasse.<br><br>Iniciou-se a busca por alternativas de mão de obra, principalmente para as fazendas cafeeiras, Italianos, portugueses e espanhóis estavam entre as principais nacionalidades que ingressaram no país, concentrando-se nas regiões Sul e Sudeste. Inicial- mente, os fazendeiros pagavam a passagem dos imigrantes europeus, sendo essa a primeira dívida deles.<br><br>Nas fazendas, não havia o pagamento de salários, apenas a participação nos lucros após a venda do café. Todas as compras realizadas em armazéns se tornavam novas dívidas. Os imigrantes acumulavam muitas e, no dia do pagamento, não recebiam ada. Isso gerou insatisfação e várias greves foram feitas pelos imigrantes. Para resolver a situação, o governo da província se disponibilizava a pagar a passagem dos imigrantes. Eles eram alojados em hospedarias, nas quais os fazendeiros os recrutavam, tornando-os trabalhadores assalariados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 16:30:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1844- Tarifa Alves Branco </title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2664957963</link>
         <description><![CDATA[<div>Na tentativa de incentivar a industrialização no Brasil e aumentar a arrecadação estatal, foi adotada uma medida protecionista, a Tarifa Alves Branco (1844). Os produtos estrangeiros similares àqueles produzidos no país passaram a ser taxados em até 60% sobre seu valor. Quando não havia um similar nacional, a taxação caía para 30%.<br><br>Irineu Evangelista de Sousa (1813-1889), conhecido como Barão de Mauá, foi um banqueiro que se destacou por investir capital na implantação de indústrias, compa- nhias de iluminação e estradas de ferro. Participou da política como liberal e sofreu, por vezes, sabotagens dos conservadores. Acabou perdendo boa parte do seu capital e vendeu as empresas para estrangeiros.<br><br>No século XIX, o Brasil tinha poucas indústrias. A maior parte estava localizada na região que concentrava a produção cafeeira, pois já havia uma infraestrutu- ra prévia, como bancos, cidades e ferrovias. O capital gerado pela exportação de café era investido, em parte, na industrialização do país. As indústrias de alimentos, tecido e chapéus se destacavam, empregando as mãos de obra na- cional e imigrante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 16:33:20 UTC</pubDate>
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         <title>1850- A Lei de Terras</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2664960259</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lei de Terras (1850) extinguia definitivamente a possibilidade de adquirir terras por meio de doações por ocupação (sesmarias), tornando a compra o único meio de obtenção de propriedade agrária. As terras não ocupadas tornavam-se oficialmente propriedades do Estado, podendo ser vendidas ou doadas, e as já ocupadas tornavam-se propriedades privadas. Dessa forma, imigrantes europeus tinham mais dificuldade de acesso à terra, garantindo os interesses da elite agrária brasileira.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 16:36:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1838- Formação da identidade nacional</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2665045430</link>
         <description><![CDATA[<div>Em meio à instabilidade do Período Regencial, foi fundado o Instituto Histórico e Geo- gráfico Brasileiro (IHGB) em 1838. Os membros, pertencentes à elite, tinham como missão elaborar uma História Nacional oficial, construindo uma identidade brasileira pautada nos moldes europeus. Ao mesmo tempo, os artistas da Academia Imperial de Belas Artes deveriam retratar nas pinturas históricas os eventos considerados fundadores do país, como a primeira missa, além de exaltar à Natureza.<br><br>Sob a influência do Romantismo europeu, houve uma produção histórica e artística sobre os indígenas, retratados de maneira idealizada. A diversidade étnica e cultural dos nativos era ignorada, resultando na construção de um indígena que se aproximava mais dos valores europeus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 18:16:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1845- A política Indigenista</title>
         <author>edilenempontes</author>
         <link>https://padlet.com/edilenempontes/9fgozd8mm7sisoyt/wish/2665049602</link>
         <description><![CDATA[<div>Chamamos de politica indigenista as iniciativas formuladas pelas dife- rentes esferas do Estado brasileiro a respeito das populações indígenas. A política indigenista é orientada pelo indigenismo, conjunto de princi- pios estabelecidos a partir do contato dos povos indígenas com a socie- dade nacional. [...] Política indigenista e indigenismo são categorias his- tóricas, noções empregadas essencialmente no século XX.<br>MUSEU DO ÍNDIO<br><br>Regulamento de Missões, do ano de 1845, decretou que os indígenas teriam acesso às terras nas aldeias, o que se limitou, posteriormente, com a Lei de Terras, de 1850, que decretou entraves ao acesso de terras por eles. A preocupação das autoridades imperiais com a questão indígena e, sobretudo, com a questão das terras, era algo condizente com a política colonizadora da Coroa portuguesa. O Governo Imperial investia em política de civilização, integração e aculturação indígena</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-08-17 18:21:07 UTC</pubDate>
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