<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Diário de Bordo - Yasminn Abreu by Yasminn Abreu</title>
      <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-20 00:57:03 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-09-20 22:41:49 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/8.0/svg/1f49a.svg</url>
      </image>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553010428</link>
         <description><![CDATA[<p>Esse texto traz uma explicação clara e acessível, abordando desde a chegada dos jesuítas ao Brasil até a publicação do Ratio Studiorum em 1599, com destaque para a sua proposta pedagógica e aplicação prática nos colégios jesuíticos brasileiros</p>]]></description>
         <enclosure url="https://cfvila.com.br/blog/2019/08/23/um-pouco-de-historia-da-docencia-no-brasil-ratio-studiorum/" />
         <pubDate>2025-08-25 00:15:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553010428</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553020915</link>
         <description><![CDATA[<p>O foco da semana foi o estudo sobre a <strong><mark>Educação Jesuítica</mark></strong> e o método de ensino <em>Ratio Studiorum</em>. Aprendemos que os jesuítas chegaram ao Brasil em 1549 e foram os primeiros a organizar a educação escolar, mas com caráter <strong>religioso e elitista</strong>, voltado principalmente aos filhos da elite colonizadora.</p><p><br/></p><p>Também estudamos o <strong><mark>Período Pombalino</mark></strong> e a expulsão dos jesuítas em 1759, quando o Marquês de Pombal tentou tornar a educação mais laica e pública. Apesar de alguns avanços, como o incentivo ao estudo da língua portuguesa e das ciências, as reformas ainda ficaram presas a limitações históricas e sociais.</p><p>Esse conteúdo me fez refletir sobre como a educação brasileira sempre esteve ligada a disputas de poder e interesses políticos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-25 00:25:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553020915</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553038093</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa disciplina, refletimos sobre a <strong><mark>importância da educação ambiental e seu histórico</mark>.</strong></p><p>Vimos como, ao longo do tempo, a preocupação com o meio ambiente passou de algo restrito a debates acadêmicos e movimentos sociais para se tornar um tema central dentro da solução.</p><p><br/></p><p>Fiquei pensando em como a professor pode ser um <strong><em>agente de transformação social</em></strong>, promovendo a consciência ecológica desde a infância. Mais do que ensinar conteúdos, trata-se de <strong><em>formar cidadãos críticos e responsáveis</em></strong> diante da crise ambiental.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/13c73ac0432bc62cc199d0be4499f09b/Educac_a_o_Ambiental.jpeg" />
         <pubDate>2025-08-25 00:37:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553038093</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553050743</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Conceito: </strong>Oferece uma base teórica sobre o papel transformador da educação ambiental, útil para explicar por que esse conteúdo é fundamental no currículo.</p><p><br/></p><p><strong>Aplicações Práticas: </strong>Destaca exemplos concretos de ações pedagógicas que incentivam atitudes responsáveis e ativas em relação ao meio ambiente.</p><p><br/></p><p><strong>Reflexão: </strong>Traz questionamentos que podem ser incorporados como gatilhos para sua própria reflexão, como: <em>"como tornar a escola um espaço de formação ambiental?"</em> ou <em>"quais ações podemos desenvolver com os nossos alunos?"</em>.</p><p><br/></p><p>** Pude assistir esse vídeo, que destaca <strong><em>como a educação nas escolas torna-se decisiva na formação de cidadãos ambientalmente conscientes</em></strong>. Ele reforça a ideia de que o professor não apenas transmite conteúdos, mas estimula atitudes transformadoras, como o desenvolvimento de projetos sustentáveis, campanhas de conscientização e práticas de cuidado com o entorno.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=u_DEKxbL1gI" />
         <pubDate>2025-08-25 00:45:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553050743</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553074634</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta semana, estudamos <strong><mark>as teorias sobre desenvolvimento e maturação</mark></strong>. Discutimos diferentes perspectivas:</p><p><br/></p><blockquote><p>A<strong> teoria Inatista</strong>, que entende o desenvolvimento como algo quase totalmente biológico;</p><p>A <strong>teoria Empirista/Ambientalista</strong>, que valoriza a influência do meio;</p><p>A <strong>teoria Histórico-Cultural de Vygotsky</strong>, que considera a aprendizagem como promotora do desenvolvimento.</p></blockquote><p><br/></p><p>O que mais me marcou foi compreender que <strong>a escola não deve esperar a criança "amadurecer" para ensinar</strong>, mas sim, <strong><em>criar condições</em></strong> para que esse amadurecimento aconteça. Essa visão me fez refletir sobre a responsabilidade do professor como um mediador da aprendizagem e sobre como o ambiente cultural molda o desenvolvimento humano.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/f6fb63d8111ad789f0de61183b6c7515/Psicologia.jpeg" />
         <pubDate>2025-08-25 01:07:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553074634</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553097628</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>QUE VÍDEO EXTRAORDINÁRIO!!!</mark></strong></p><p><br/></p><p>Ele apresenta, de maneira didática e visual, <mark>as principais correntes teóricas: o </mark><strong><em><mark>Behaviorismo</mark></em></strong><mark>, o </mark><strong><em><mark>Cognitivismo</mark></em></strong><mark>, o </mark><strong><em><mark>Construtivismo</mark></em></strong><mark>, entre outras</mark>. A clareza do vídeo, mesmo que em outro idioma, reforçou meu entendimento sobre como as diferentes teorias explicam o aprendizado:</p><p><br/></p><blockquote><p>O <strong>Behaviorismo</strong> destaca o papel do reforço e repetição;</p><p><br/></p><p>O <strong>Cognitivismo</strong> enfatiza os processos mentais como memória e atenção;</p><p><br/></p><p>O <strong>Construtivismo</strong>, por sua vez, valoriza o conhecimento construído ativamente pelo aluno, com base em suas experiências prévias.</p></blockquote><p><br/></p><p>Essa visão integrada faz muitos professores, talvez, repensarem as suas práticas docentes: <em>será que eles estão privilegiando apenas a memorização e repetição ou promovendo ambientes para que os estudantes construam sentido e significado de conteúdo?</em></p><p><br/></p><p>Aí vem a questão da necessidade de ir além do ensino tradicional, integrando estratégias que promovam uma construção ativa do conhecimento, atenção consciente e reforço significativo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=SH15sqpqy_Q" />
         <pubDate>2025-08-25 01:22:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3553097628</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554396357</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo da semana abordou <strong><mark>as teorias pedagógicas e suas aplicações em sala de aula</mark></strong>. Discutimos correntes como a <em>Pedagogia Tradicional</em>, a <em>Escola Nova</em>, o <em>Tecnicismo</em>, o <em>Construtivismo</em> e o <em>Sociointeracionismo</em>, além das <em>Teorias Críticas</em> de Paulo Freire.</p><p>O que mais chamou a minha atenção foi <strong>o papel do professor como mediador e intelectual transformador</strong>, que não apenas transmite conteúdos, mas reflete, adapta e transforma a sua prática pedagógica. Esse ponto me fez pensar no quanto <strong>a teoria e a prática caminham juntas</strong>, e como é necessário ter embasamento teórico para sustentar a prática em sala de aula.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/d3d7793ab447aa559743fea34f06cb74/Didaticas_Teorias_e_Praticas_compressed.pdf" />
         <pubDate>2025-08-25 21:19:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554396357</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554402238</link>
         <description><![CDATA[<p>Este texto discute a importância das metodologias de ensino fundamentadas em teorias pedagógicas e traz uma reflexão de Paulo Freire:</p><p><br/></p><p><em><mark>"O educador é o que educa o educando... o educador opta e prescreve a sua opção, os educando... se acomodam a ele."</mark></em></p><p><br/></p><p>Essa citação me fez refletir sobre <strong>a postura do professor em sala de aula</strong>: se ele atua de forma impositiva, acaba limitando a autonomia dos alunos; mas se promove metodologias participativas e dialógicas, ele permite que os educandos sejam protagonistas do processo de aprendizagem.</p><p><br/></p><p>Percebi que as metodologias de ensino <strong><em>não podem ser neutras</em></strong>, pois sempre carregam uma intencionalidade pedagógica. Ao compreender isso, consigo relacionar melhor a teoria e a prática, percebendo que <strong>a Didática é um espaço de escolhas conscientes</strong>, e não apenas técnicas.</p><p><br/></p><p>Essa leitura fortaleceu em mim a ideia de que <strong>o professor precisa equilibrar a transmissão de conteúdos com a criação de espaços de diálogo e construção coletiva</strong>, valorizando os saberes prévios dos alunos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/metodologia-de-ensino-teorias-pedagogicas-e-didaticas-para-o-ensino-aprendizagem.htm" />
         <pubDate>2025-08-25 21:30:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554402238</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554406188</link>
         <description><![CDATA[<p><mark>Essa matéria foi demais!!!!</mark></p><p><br/></p><p>Vivenciamos <strong><mark>atividades rítmicas e a prática da atividade Yapo</mark></strong>, que combina canto e jogo de mãos. Foi uma experiência lúdica, divertida e, ao mesmo tempo, desafiadora, pois exige atenção, coordenação e ritmo.</p><p><br/></p><p>Percebi como as práticas artísticas, como a atividade Yapo por exemplo, <strong>podem estimular o desenvolvimento cognitivo, motor e social das crianças</strong>, além de promover integração entre os participantes da sala. Para mim, foi um momento de leveza, me diverti bastante e foi um grande aprendizado também, mostrando o quanto a arte é essencial para a formação integral.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/015dfae5a275d88772890c3de2e229e1/Yapo_Texto.pdf" />
         <pubDate>2025-08-25 21:38:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554406188</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554412708</link>
         <description><![CDATA[<p>Para complementar os meus estudos e a compreensão sobre as possibilidades pedagógicas das práticas rítmicas, assisti esse vídeo acima chamado <em><mark>Emozionando</mark></em>, que a professora Elizete postou, que exemplifica <strong>como uma brincadeira rítmica pode ser altamente envolvente e significativa.</strong></p><p>A dança-jogo mostra movimentos coreografados com música, promovendo a capacitação da coordenação motora, atenção ao ritmo e integração social.</p><p><br/></p><p>Fiquei inspirada em observar como <strong>as práticas artísticas simples </strong>- como cantos, jogos de mão e movimentos em grupo - <strong>favorecem o desenvolvimento integral: </strong><em>corporal, cognitivo e emocional. </em>Pensar nisso me fez refletir sobre a importância de incluir danças e jogos rítmicos na rotina escolar para fortalecer o vínculo com o conhecimento por meio do corpo e da emoção.</p><p><br/></p><p>Foi muito legal!!!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=stWK5CBM9to" />
         <pubDate>2025-08-25 21:52:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554412708</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554667266</link>
         <description><![CDATA[<p>O estudo da semana teve como foco o tema <strong><mark>"Apresentar-se e Iniciar uma Conversa"</mark></strong>, explorando formas simples e práticas de interação em inglês, como cumprimentar, dizer o nome, perguntar <em>"how are you?"</em> e responder de maneira adequada.</p><p><br/></p><p>O que mais chamou a minha atenção foi perceber <strong>como essas situações comunicativas representam a prática viva da língua inglesa</strong>: não se trata apenas de decorar frases prontas, mas também de compreender o contexto e usá-las de maneira significativa. Essa percepção me fez refletir que, assim como nas teorias pedagógicas discutidas na disciplina de <em>Didática: Teorias E Práticas</em>, <strong>a teoria e a prática precisam caminhar juntas.</strong></p><p><br/></p><p>Aprender expressões básicas é a parte teórica, mas <em>poder ter a oportunidade de colocar em prática, mesmo que em diálogos simples, é o que realmente promove a aprendizagem</em>. O professor, nesse sentido, atua como <strong>mediador do processo</strong>, criando situações reais e motivadoras para que os alunos se sintam confiantes em se expressar.</p><p><br/></p><p>Essa experiência me mostrou que a língua estrangeira é construída a partir da interação, e que cada tentativa de comunicação é uma oportunidade de desenvolvimento.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/2ceaed9a81a49bdefb09303cf731cb71/Inglesa.jpeg" />
         <pubDate>2025-08-26 01:51:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554667266</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554682613</link>
         <description><![CDATA[<p>Aproveitei o tema e fui explorar na internet jogos educativos online com esse assunto e acabei achando esse jogo chamado <strong><mark>Questions - Games To Learn English,</mark></strong> para praticar a formação de perguntas em inglês (<em>What, Where, When, Who, How...</em>).</p><p><br/></p><p>O recurso é dividido em 3 etapas: <strong>completar frases, relacionar perguntas a imagens e associar respostas corretas.</strong></p><p><br/></p><p>Achei a atividade dinâmica e interativa, pois <strong>une imagem, texto e ação, tornando o aprendizado mais significativo</strong>. O cronômetro e os níveis de dificuldade aumentam o engajamento. Essa prática mostrou como jogos digitais podem tornar a aprendizagem mais atrativa, ao mesmo tempo em que reforçam a importância de unir teoria e prática no ensino da língua inglesa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gamestolearnenglish.com/questions/" />
         <pubDate>2025-08-26 02:00:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3554682613</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571691270</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula refletimos sobre a relação entre <strong>aprendizagem e desenvolvimento no primeiro ano de vida</strong>, destacando que o bebê não se desenvolve sozinho, mas em interação com o meio e com os adultos.</p><ul><li><p>O desenvolvimento é tanto biológico quanto social e cultural.</p></li><li><p>O trabalho educativo com bebês deve <strong>provocar e promover</strong> o desenvolvimento.</p></li><li><p>Cada etapa (0 a 12 meses) tem reações e conquistas específicas que precisam ser observadas e apoiadas.</p></li><li><p>O afeto, a rotina e os recursos pedagógicos são fundamentais para o desenvolvimento integral.</p><p><br/></p><p>Foi marcante perceber que o bebê não “espera amadurecer”, mas <strong>precisa de interação e estímulos significativos</strong> para aprender. O papel do educador é de <strong>mediador</strong>, criando condições para que cada conquista seja alcançada.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4323584603/ded6505983d67fa4f5118ad625fa2215/Aula_3_Psi__Aprendizagem_e_Desenvolvimento.pdf" />
         <pubDate>2025-09-06 14:32:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571691270</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571692219</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula estudei o <strong>desenvolvimento infantil nos três primeiros anos de vida</strong>, compreendendo que cada nova etapa não é apenas quantitativa, mas <strong>uma transformação qualitativa</strong> na relação da criança com o mundo.</p><ul><li><p>O bebê conquista autonomia progressiva e desenvolve funções psíquicas como percepção, atenção, memória e linguagem.</p></li><li><p>O <strong>uso dos objetos</strong> evolui: primeiro de forma exploratória (bater, chacoalhar), depois com <strong>função social</strong>, aprendida na interação com os adultos.</p></li><li><p>A <strong>linguagem</strong> se desenvolve em fases: pré-linguística (balbucios), linguagem autônoma (pseudopalavras) e linguagem autêntica (signos estáveis e socialmente compartilhados).</p></li><li><p>O pensamento infantil é inicialmente ligado à ação, evoluindo para generalizações e para a construção da consciência semântica.</p></li></ul><p><br>Percebi a importância da <strong>mediação do adulto</strong> no desenvolvimento infantil: não basta que a criança tenha contato com objetos ou palavras, é preciso que alguém atribua sentido, nomeie, ensine usos e estimule a comunicação. Isso mostra como o <strong>social e o cultural</strong> estruturam o crescimento nos primeiros anos de vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4323584603/6afe156d6be478e16a5327d2f6afe8ac/Aula_4_Psi__Aprendizagem_e_Desenvolvimento.pdf" />
         <pubDate>2025-09-06 14:34:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571692219</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571695326</link>
         <description><![CDATA[<p>O filme A Missão mostra a atuação dos jesuítas na América do Sul durante o período colonial. A trama acompanha o jesuíta Padre Gabriel e o ex-mercador de escravos Rodrigo Mendoza (Robert De Niro), que buscam proteger os povos indígenas guaranis da escravidão e da exploração portuguesa e espanhola.</p><p><br/></p><ul><li><p>O filme permite compreender melhor o papel dos <strong>Jesuítas na educação e catequese</strong> dos povos indígenas.</p></li><li><p>Mostra como a <strong>educação missionária</strong> ia além do ensino religioso, incluindo aspectos culturais, musicais e comunitários.</p></li><li><p>Destaca as tensões entre o projeto evangelizador e o <strong>interesse econômico dos colonos portugueses e espanhóis</strong>, que viam os indígenas como mão de obra.</p></li><li><p>Esse contexto é essencial para entender como a <strong>educação no Brasil colonial</strong> foi marcada por disputas entre a <strong>formação humana e espiritual</strong> e os <strong>interesses de dominação</strong>.</p></li></ul><p><br>O filme me fez pensar sobre como a educação, desde o início da história do Brasil, esteve ligada tanto a projetos de emancipação quanto de controle. Os jesuítas trouxeram cultura e organização social, mas também participaram de um processo de imposição cultural e religiosa.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=HU14R9hbUFc" />
         <pubDate>2025-09-06 14:39:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571695326</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571697606</link>
         <description><![CDATA[<p>A chegada da <strong>Família Real ao Brasil (1808)</strong> trouxe grandes transformações sociais, políticas e econômicas. Foram criadas instituições como o <strong>Banco do Brasil, a Biblioteca Real e o Jardim Botânico</strong>. Na educação, iniciou-se uma ruptura com o modelo jesuítico, surgindo as <strong>Aulas Régias</strong> e os <strong>primeiros cursos superiores</strong> no Brasil.</p><p><br/></p><p>No <strong>Período Imperial</strong>, a Constituição de 1824 garantiu instrução primária gratuita, mas a educação ainda era elitista e excludente. O <strong>método lancasteriano</strong> foi implantado como forma de ampliar o ensino, mas também funcionava como instrumento de controle social. Apesar de avanços, em 1872 o índice de analfabetismo ainda era altíssimo (66,4%).</p><p><br>Esse período mostra como a educação no Brasil nasceu com a marca da <strong>exclusão social</strong>, atendendo mais às necessidades da elite e do Estado do que à população em geral. É interessante perceber que, mesmo com instituições importantes criadas, a base do ensino continuou frágil e desigual.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=Rl9eFFTJrlw" />
         <pubDate>2025-09-06 14:43:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571697606</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571728046</link>
         <description><![CDATA[<p>Nesta aula realizamos atividades variadas para explorar o som e aprender sobre notas musicais de forma criativa:</p><ul><li><p><strong>Atividade 1:</strong> <em>Movimentos Sonoros com a flauta de êmbolo</em> → experimentamos sons diferentes, percebendo altura, intensidade e duração.</p></li><li><p><strong>Atividade 2:</strong> <em>Sopa de letrinhas</em> (artigo) → refletimos sobre como, assim como no aprendizado da língua escrita, na música também precisamos organizar símbolos (notas) para formar significados.</p></li><li><p><strong>Atividade 3:</strong> <em>Prédio das notas musicais</em> (história) → conhecemos uma narrativa lúdica que ajuda a memorizar as notas e sua ordem.</p></li><li><p><strong>Atividade 4:</strong> <em>Construção do prédio das notas</em> → atividade prática para fixar a sequência das notas musicais de forma visual e concreta.</p></li><li><p><strong>Atividade 5:</strong> <em>Escadinhas das notas musicais</em> → reforço da ideia de que as notas têm uma sequência ascendente e descendente, como degraus de uma escada.</p></li></ul><p><br>Achei interessante como as atividades mostraram que aprender música é como aprender uma nova língua: primeiro brincamos com os sons, depois começamos a reconhecer símbolos e, por fim, organizamos esses símbolos em estruturas que fazem sentido. A metáfora da <strong>sopa de letrinhas</strong> foi muito clara: assim como juntamos letras para formar palavras, juntamos notas para formar melodias.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4323584603/baa2f3596d8516755212a4a40c990f40/MEB2_artigo1.pdf" />
         <pubDate>2025-09-06 15:32:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571728046</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571730826</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudamos o histórico e a importância da <strong>questão ambiental</strong>. Vimos como a relação do ser humano com a natureza passou de um uso limitado de recursos para um impacto cada vez maior, principalmente após a Revolução Industrial.</p><p>Entre os <strong>marcos da Educação Ambiental</strong>, destacam-se:</p><ul><li><p><strong>Década de 50</strong>: poluição em Londres (smog) levou à criação da Lei do Ar Puro.</p></li><li><p><strong>1962</strong>: publicação do livro <em>Primavera Silenciosa</em> (Rachel Carson), denunciando os efeitos dos pesticidas.</p></li><li><p><strong>1972</strong>: Conferência de Estocolmo, primeira tentativa global de harmonizar a relação homem-natureza.</p></li><li><p><strong>1977</strong>: Conferência de Tbilisi (UNESCO/ONU), que definiu objetivos da Educação Ambiental.</p></li><li><p><strong>1981</strong>: criação da Política Nacional do Meio Ambiente e do CONAMA no Brasil.</p></li><li><p><strong>1992 (Rio-92)</strong>: Agenda 21 e Carta da Terra, fortalecendo políticas globais de sustentabilidade.</p></li><li><p><strong>1999</strong>: Política Nacional de Educação Ambiental no Brasil.</p></li></ul><p><br>Percebi que a Educação Ambiental não nasceu de uma só vez, mas foi sendo construída em resposta a crises ambientais e sociais. Isso mostra a necessidade de um olhar crítico sobre nossas ações e de um compromisso coletivo com a sustentabilidade.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4323584603/abd511c7dbea1f7e239c573f5bb18a36/Aula_Marcos_Ambientais.pdf" />
         <pubDate>2025-09-06 15:37:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571730826</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571736539</link>
         <description><![CDATA[<p>Ontem apresentei, junto com minhas colegas de trabalho, um projeto da disciplina <strong>Didática: Teorias e Práticas</strong>. Nosso objetivo foi relacionar as principais <strong>correntes pedagógicas</strong> (Tradicional, Escola Nova, Tecnicista, Críticas, Construtivismo, Sociointeracionismo e abordagens contemporâneas) com a prática docente, mostrando como cada teoria orienta diferentes formas de planejar, ensinar e avaliar.</p><p><br>A apresentação me ajudou a perceber que <strong>não existe prática sem teoria</strong>, como dizia Paulo Freire. Cada decisão que o professor toma (objetivos, conteúdos, metodologias, recursos, avaliação) revela uma concepção pedagógica. Gostei de entender melhor como as teorias não são opostas, mas podem se <strong>complementar</strong> dependendo do contexto e da necessidade dos alunos.</p><p><br>Discutimos também o papel do professor como <strong>intelectual transformador</strong> (Henry Giroux), que não apenas aplica técnicas, mas reflete criticamente, cria e transforma sua prática para promover uma educação mais significativa e emancipadora.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/ff488ec1d399ce484009d0aa765472e2/Contac_a_o_de_Histo_ria___Dida_tica.pdf" />
         <pubDate>2025-09-06 15:47:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3571736539</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594097444</link>
         <description><![CDATA[<p>O professor iniciou a aula destacando a diversidade de povos indígenas que já habitavam o território brasileiro antes da chegada dos europeus, ressaltando a pluralidade cultural, social e linguística existente entre eles.</p><p><br/></p><p>Em seguida, apresentou um olhar crítico sobre o tema, chamando a atenção para os estereótipos que costumam ser associados aos indígenas e mostrando a importância de desconstruí-los para compreender melhor a realidade desses povos.</p><p><br/></p><p>Achei interessante como ele não apenas explicou o conteúdo, mas também incentivou a reflexão sobre como essas representações ainda influenciam a sociedade atual.</p><p><br/></p><p>Para finalizar, como costuma fazer, abriu espaço para que nós, alunos, pudéssemos expressar nossas opiniões, fazer comentários e complementar a discussão, tornando a aula mais participativa e significativa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/6985af6b176ca2aacd348ff7324ded11/IMG_6578.jpg" />
         <pubDate>2025-09-19 14:40:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594097444</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594102224</link>
         <description><![CDATA[<p>Além da aula, assisti ao vídeo <strong><mark>“Povos Indígenas no Brasil: Cultura e Organização Social”, da professora Anelize</mark></strong>, que ajudou a ampliar minha compreensão sobre a diversidade dos povos indígenas. O vídeo destacou aspectos culturais, sociais e a forma de organização desses povos, mostrando que eles possuem tradições, línguas e modos de vida distintos entre si.</p><p><br/></p><p>Achei importante perceber como muitas vezes a sociedade tende a generalizar os indígenas como se fossem todos iguais, quando na realidade existe uma enorme pluralidade. Essa ideia se conecta diretamente com o que foi discutido em sala, quando o professor chamou a atenção para os estereótipos ainda existentes e a necessidade de desconstruí-los.</p><p><br/></p><p>O vídeo, portanto, reforça a importância de enxergar os povos indígenas para além de visões simplificadas, reconhecendo sua riqueza cultural e sua relevância histórica e atual.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=76-V6ZJKvFw&amp;utm_source=chatgpt.com" />
         <pubDate>2025-09-19 14:43:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594102224</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594109997</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula que retrata sobre <strong><mark>Povos Indígenas na História do Brasil</mark></strong>, foi destacada a forma como os indígenas foram representados na historiografia. Percebi que, durante muito tempo, a narrativa tradicional invisibilizou esses povos, dando foco apenas a conquistadores e colonos, e colocando os indígenas como obstáculos ou meros coadjuvantes da história. Em contrapartida, as revisões historiográficas mais recentes passaram a valorizar as fontes indígenas e orais, além de dialogar com áreas como a antropologia e a arqueologia, reconhecendo a agência histórica desses povos.</p><p><br/></p><p>Outro ponto que me chamou atenção foi o papel dos indígenas como protagonistas, pois participaram ativamente da colonização, seja por meio de alianças, conflitos ou estratégias de sobrevivência. Além disso, seus saberes influenciaram a agricultura, a medicina e a própria cultura brasileira, reforçando a importância da oralidade como fonte de conhecimento.</p><p><br/></p><p>Por fim, o material mostrou como a resistência indígena se manifesta até hoje, na afirmação cultural, na arte, na educação e nos movimentos sociais. Isso reforça a ideia de que incluir os indígenas como parte central da história do Brasil é um ato não só acadêmico, mas também ético e pedagógico.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/2c420125009a62095e851aa7a30d063a/TERCEIRA_AULA__POVOS_INDI_GENAS_NA_HISTO_RIA_DO_BRASIL_a8db5da6aecdcefca4e208e6cf29ef7d.pptx" />
         <pubDate>2025-09-19 14:47:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594109997</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594505763</link>
         <description><![CDATA[<p>A aula abordou a importância do <strong><mark>desenvolvimento infantil na segunda infância</mark></strong>, com ênfase no papel da <strong><mark>brincadeira</mark></strong> nesse processo. Aprendi que a brincadeira não é apenas diversão, mas sim uma <strong><mark>atividade histórica e cultural</mark></strong>, que possibilita à criança recriar situações sociais e satisfazer desejos que, muitas vezes, ainda não podem ser realizados na vida real.</p><p><br/></p><p>Segundo <strong>Vygotski</strong>, <mark>a brincadeira é fundamental porque, ao criar situações imaginárias, a criança passa a agir de acordo com </mark><strong><mark>regras implícitas</mark></strong><mark> que surgem nesse faz de conta</mark>. Isso significa que brincar já envolve um exercício de autocontrole, imaginação e compreensão das relações sociais. Achei muito interessante a ideia de que, ao brincar de mãe, de professora ou de médica, a criança experimenta papéis adultos e começa a refletir sobre o mundo que a cerca, construindo assim sua identidade.</p><p><br/></p><p>Outro ponto importante foi <mark>compreender o </mark><strong><mark>caminho para o jogo de papéis</mark></strong>, em que a criança evolui do simples uso de objetos (dar comida à boneca) até o protagonismo em papéis sociais (ser a mamãe que cuida da filha). Esse processo mostra como o brincar está diretamente ligado ao <strong>desenvolvimento do pensamento abstrato</strong> e à chamada <strong>zona de desenvolvimento iminente</strong>, ou seja, aquilo que a criança ainda não domina sozinha, mas pode alcançar com mediação.</p><p><br/></p><p>Também discutimos o <strong>papel do adulto</strong> nesse processo. Percebi que o professor não deve transformar a brincadeira em uma atividade didática engessada, pois isso descaracteriza sua essência. O lugar do adulto é o de <strong>mediador</strong>, que amplia os temas, sugere materiais e apoia a criança, sem roubar sua iniciativa.</p><p><br/></p><p>Como reflexão pessoal, percebo que muitas vezes, na prática escolar, a brincadeira ainda é vista como momento de lazer separado da aprendizagem. Contudo, a aula deixou claro que <strong>aprender e brincar podem estar profundamente articulados</strong>. Isso me fez pensar em como, no planejamento pedagógico, é possível valorizar o brincar como caminho de desenvolvimento integral — cognitivo, social e emocional.</p><p><br/></p><p>Concluo que a brincadeira é muito mais do que passatempo: é um espaço de criação, reflexão e elaboração de desejos que ajuda a criança a compreender o mundo e a si mesma.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/fcc178ec3c6a005b5934e392ec11062b/Aula_6_Psi__Aprendizagem_e_Desenvolvimento.pdf" />
         <pubDate>2025-09-19 21:58:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594505763</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594506826</link>
         <description><![CDATA[<p>Além do material teórico, a professora apresentou o vídeo da <strong>professora Bellinha</strong>, que ajudou a compreender de forma prática a importância da brincadeira no desenvolvimento infantil.</p><p>O vídeo reforçou que <mark>o brincar não é apenas um momento de lazer, mas sim uma atividade que possibilita à criança </mark><strong><mark>aprender, socializar e construir significados sobre o mundo</mark></strong>. Gostei especialmente da forma como a professora mostrou que, ao assumir papéis sociais durante a brincadeira, a criança experimenta situações da vida adulta e elabora sentimentos e responsabilidades.</p><p>Isso dialoga diretamente com o que vimos em Vygotski: a ideia de que a brincadeira cria uma <strong>situação imaginária com regras próprias</strong>, sendo essencial para o desenvolvimento da imaginação, da consciência e do pensamento abstrato.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=8kUYZ-rb7uU" />
         <pubDate>2025-09-19 22:01:14 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594506826</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594509763</link>
         <description><![CDATA[<p>Refletimos sobre o <strong><mark>Método Lancasteriano</mark></strong>, também chamado de <strong><mark>método mútuo de ensino</mark></strong>, que foi introduzido no Brasil no início do século XIX como forma de ampliar o acesso à escolarização. Esse método consistia em reunir centenas de alunos em uma mesma sala, organizados em classes, sendo os mais adiantados responsáveis por ensinar os colegas menos avançados, sob supervisão do professor. Essa prática permitia educar um grande número de estudantes ao mesmo tempo, de forma rápida e barata, o que atendia ao projeto de construção de uma nação “civilizada” e ordeira.</p><p><br/></p><p>Um aspecto que chamou atenção foi <mark>a relação entre </mark><strong><mark>disciplina e castigos</mark></strong>. Até então, a escola brasileira se baseava em práticas punitivas <strong>físicas</strong>, como o uso da palmatória, muito retratadas em obras literárias como <em>O Ateneu</em> e <em>Contos de Escola</em>. Porém, com a Lei de 1827, inspirada no método lancasteriano, os castigos corporais foram oficialmente substituídos pelos chamados <strong>castigos morais</strong>, que visavam provocar vergonha e humilhação em vez de dor física. Entre os exemplos, estavam: carregar etiquetas com palavras como “preguiçoso” ou “falador”, usar roupas de ridicularização, desfilar pela sala em situações constrangedoras, ou ser suspenso em cestas para que todos vissem a punição.</p><p><br/></p><p>Percebi que, mesmo com o discurso de modernidade, <mark>o objetivo continuava sendo o </mark><strong><mark>controle dos corpos e das mentes</mark></strong>, agora através da disciplina rígida, da emulação (premiações aos melhores) e da vergonha. Foucault ajuda a compreender isso ao afirmar que a disciplina fabrica indivíduos dóceis e obedientes, moldando comportamentos segundo as necessidades da sociedade.</p><p><br/></p><p>O que me marcou foi pensar que, apesar da mudança de enfoque — do <strong>castigo físico para o moral</strong> — a lógica punitiva permanecia. <mark>O método Lancasteriano revela como a escola foi (e ainda é, em certa medida) um espaço de disputa entre ensinar, disciplinar e formar cidadãos de acordo com projetos políticos e sociais</mark>. Isso me faz refletir sobre como ainda hoje carregamos heranças desses métodos em práticas escolares que privilegiam mais a obediência e o controle do que a autonomia do estudante.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/be4f0ae1296f337b0ac4d1402e277fbe/images.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-19 22:08:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594509763</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594512625</link>
         <description><![CDATA[<p>Na sequência dos estudos sobre a Educação no Brasil durante o Período Imperial, além do material da aula, também tive acesso a <mark>um texto do </mark><strong><mark>Portal Educação</mark></strong><mark>, que ajudou a reforçar e ampliar minha compreensão do tema</mark>.</p><p><br/></p><p>O texto destacou como, apesar da previsão legal de ensino primário gratuito na Constituição de 1824, a prática era bem diferente: a educação ainda era privilégio das elites, restrita a homens livres, enquanto grande parte da população permanecia excluída. A matéria também ressaltou a criação de instituições importantes, como o <strong>Colégio Pedro II (1838)</strong> e as <strong>Escolas Normais</strong> para formação de professores, mas evidenciou que o alcance dessas iniciativas foi limitado diante da desigualdade social e da falta de investimento.</p><p><br/></p><p>Achei interessante como o texto mostra a contradição entre o discurso oficial e a realidade prática: havia leis que falavam em educação universal, mas, na prática, o ensino não chegava à maioria da população. Essa contradição continua atual, pois ainda convivemos com um hiato entre o que está na legislação educacional e o que se concretiza nas salas de aula.</p><p><br/></p><p>Assim, percebi que <mark>estudar o </mark><strong><mark>Período Imperial</mark></strong><mark> nos ajuda a compreender a </mark><strong><mark>raiz histórica das desigualdades educacionais no Brasil</mark></strong>. Muitos dos problemas que enfrentamos hoje — como exclusão social, desvalorização dos professores e falta de estrutura — têm suas origens nesse período em que a educação não foi prioridade do Estado.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://blog.portaleducacao.com.br/periodo-imperial-historico-da-educacao-no-brasil/" />
         <pubDate>2025-09-19 22:16:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594512625</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594513459</link>
         <description><![CDATA[<p>Além dos textos estudados sobre a <strong>Educação no Período Imperial</strong>, também <mark>assisti ao vídeo “</mark><a rel="noopener" class="decorated-link" href="https://www.youtube.com/watch?v=w2G_nkouqtk"><mark>História da Educação no Brasil</mark></a><mark>”</mark>, que ajudou a visualizar de forma mais clara a evolução do ensino no país. O vídeo reforçou como, desde a chegada da Família Real em 1808, a educação esteve vinculada a interesses políticos e sociais, passando por reformas legais (como a Constituição de 1824 e a Lei de 1827) que, embora falassem em instrução gratuita e universal, não se concretizavam plenamente na prática.</p><p><br/></p><p>O que mais chamou atenção foi <mark>perceber como o vídeo evidencia a </mark><strong><mark>desigualdade de acesso à educação</mark></strong><mark> ao longo da história</mark>: no Império, a escola era privilégio das elites, enquanto a maioria da população permanecia analfabeta e sem oportunidades. Essa abordagem dialoga diretamente com os textos estudados, que mostram a distância entre o discurso oficial de universalização e a realidade excludente.</p><p><br/></p><p>Com isso, percebo que tanto os textos quanto o vídeo ajudam a entender a educação como um <strong>processo histórico</strong>, cheio de avanços e retrocessos, e que muitos desafios atuais (como a falta de investimento e a desigualdade educacional) são reflexos de problemas já presentes no século XIX.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=w2G_nkouqtk" />
         <pubDate>2025-09-19 22:19:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594513459</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594516247</link>
         <description><![CDATA[<p>Também trabalhamos sobre a <strong><mark>Política Nacional de Educação Ambiental</mark></strong><mark> e seus antecedentes históricos</mark>. A imagem utilizada em aula representou muito bem a linha do tempo dos principais marcos ambientais que ajudaram a consolidar a preocupação mundial e nacional com o meio ambiente.</p><p><br/></p><p>A partir dessa linha histórica, percebi que <mark>a </mark><strong><mark>educação ambiental</mark></strong><mark> não surgiu de forma repentina, mas foi resultado de um longo processo de crises, debates internacionais e mobilização social</mark>. Hoje, ela se coloca como fundamental não apenas para transmitir conhecimento, mas para formar cidadãos críticos, conscientes e comprometidos com a sustentabilidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/fa31c9686d8b6e973c8305f71d4e9ee9/Poli_tica_Nacional_de_Educac_a_o_Ambiental__Yasminn_.png" />
         <pubDate>2025-09-19 22:27:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594516247</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594519595</link>
         <description><![CDATA[<p>O tema discutido foi <strong><mark>a relação entre o homem e os recursos naturais</mark></strong>. Desde os primórdios, a espécie humana modificou o meio para garantir sua sobrevivência, mas com o crescimento populacional e o avanço da tecnologia, essa intervenção se intensificou, tornando-se a principal causa da <strong><mark>degradação ambiental</mark></strong>.</p><p><br/></p><p>Aprendi que os recursos naturais são fundamentais para manter a vida e sustentar as atividades humanas, e podem ser classificados em <strong><mark>renováveis</mark></strong><mark> e </mark><strong><mark>não renováveis</mark></strong>.</p><ul><li><p>Entre os <strong>renováveis</strong>, estão aqueles que se recompõem naturalmente ou com ajuda humana, como a <strong>água</strong>, e os considerados inesgotáveis, como a <strong>energia solar</strong> e a <strong>eólica</strong>.</p></li><li><p>Já os <strong>não renováveis</strong>, como os <strong>recursos minerais e energéticos</strong>, não têm capacidade de se regenerar, o que exige maior cautela no seu uso.</p></li></ul><p><br/></p><p>No caso do Brasil, destacam-se os <strong><mark>recursos minerais, energéticos e biológicos</mark></strong>, que são amplamente explorados para atender às demandas econômicas. Essa exploração, no entanto, reforça a urgência de adotar práticas de <strong>sustentabilidade</strong>, de forma a preservar os recursos não renováveis e aproveitar os renováveis com consciência.</p><p><br/></p><p>Refletindo sobre o assunto, percebo que a degradação ambiental não é fruto apenas da existência humana, mas do <strong>modo como escolhemos viver</strong>. Por isso, pensar em alternativas sustentáveis e em uma mudança de mentalidade é essencial para garantir a sobrevivência das próximas gerações.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/c1996ad414ee39bb860808a5431980b0/recursos_naturais.jpg" />
         <pubDate>2025-09-19 22:35:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594519595</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594521405</link>
         <description><![CDATA[<p>Além do texto estudado sobre a relação entre o homem e os recursos naturais, <mark>assisti ao vídeo </mark><strong><mark>“Impactos Ambientais Causados pelo Homem”</mark></strong>, que achei no YouTube para complementar o tema. Esse material audiovisual foi importante porque complementa o texto, mostrando de forma visual e prática os efeitos das ações humanas sobre o meio ambiente, como poluição, desmatamento e uso intensivo de recursos não renováveis.</p><p><br/></p><p>Enquanto o texto destacou que o crescimento populacional e o uso excessivo da natureza tornam o homem o maior poluidor entre os seres vivos, o vídeo trouxe exemplos concretos que ajudaram a visualizar esses impactos e reforçaram a necessidade de repensar nossas atitudes.</p><p><br/></p><p>Percebi que tanto o texto quanto o vídeo convergem na mesma ideia: <strong><mark>a importância da sustentabilidade e do consumo consciente</mark></strong>, garantindo que os recursos naturais continuem disponíveis para as próximas gerações.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=zkQu0QNcWjA" />
         <pubDate>2025-09-19 22:41:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594521405</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594524200</link>
         <description><![CDATA[<p>Assisti à entrevista com <strong><mark>Txai Suruí</mark></strong>, líder indígena e ativista ambiental, na qual ela compartilha suas experiências e reflexões sobre a realidade dos povos indígenas no Brasil.</p><p>Txai destacou os desafios que sua comunidade enfrenta, como o desmatamento, as invasões de terras e a constante luta pelo respeito aos direitos indígenas. A fala dela foi intensa e trouxe à tona a importância da preservação da cultura e da identidade indígena.</p><p><br/></p><p>Durante a entrevista, <strong><mark>percebi como a luta dos povos indígenas é contínua</mark></strong>. Txai enfatizou que os jovens indígenas têm um papel central na defesa do meio ambiente e na política, mostrando que a resistência indígena não é apenas histórica, mas também muito atual. Ao ouvir suas palavras, fiquei impressionado com a força e a determinação de quem luta por seus direitos e pela proteção de seus territórios ancestrais.</p><p><br/></p><p>Ao relacionar os pontos abordados com a história do Brasil, fica claro que <strong><mark>muitos dos problemas enfrentados hoje têm raízes profundas na colonização</mark></strong>. Desde a invasão de territórios, passando pela tentativa de apagamento cultural e pelas políticas de assimilação forçada, os povos indígenas sempre resistiram. A fala de Txai me fez perceber que a história do Brasil não pode ser compreendida sem reconhecer a contribuição e a luta contínua desses povos.</p><p><br/></p><p>Pessoalmente, a entrevista me impactou profundamente. Chama atenção como os jovens indígenas combinam tradição e modernidade na luta pelos seus direitos. Também me fez refletir sobre a responsabilidade de cada cidadão em conhecer e respeitar a história e a cultura dos povos originários.</p><p><br/></p><p>Em conclusão, a entrevista com Txai Suruí reforçou que a história dos povos indígenas é viva e atual. Compreender essa realidade é essencial para valorizar sua cultura, apoiar suas reivindicações e reconhecer que a luta indígena é parte fundamental da história e do presente do Brasil.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=wUJdoa-Dafc" />
         <pubDate>2025-09-19 22:49:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594524200</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594528690</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, baseado em um dos trabalhos apresentados na aula de Didática, assisti a um vídeo de uma defesa de que <strong><mark>Capitu não traiu Bentinho</mark></strong>. O grupo trouxe como proposta de plano de aula <mark>um julgamento final feito por alunos do Ensino Médio para discutir se Capitu traiu Bentinho ou não, baseado na obra </mark><em><mark>Dom Casmurro</mark></em><mark>, de </mark><strong><mark>Machado de Assis</mark></strong>. Isso também me fez lembrar da minha época de escola, em que teve um ano (em que eu estava no antigo 8º ano - hoje, 9º ano do Ensino Fundamental) em que <strong><mark>eu tive que apresentar um trabalho de Português que foi idêntico à proposta apresentada pelo grupo!</mark></strong> Até cheguei a comentar isso na aula e os integrantes do grupo gostaram muito de saber que a atividade que eles propuseram pro plano de aula foi "baseado em fatos reais", digamos assim!</p><p><br/></p><p>O vídeo trouxe três argumentos principais: a confiança de Bentinho em Capitu em momentos importantes da narrativa, a falta de provas concretas da suposta traição e o fato de que muitas suspeitas podem ser fruto da imaginação ciumenta do próprio narrador, Bentinho.</p><p><br/></p><p>Ao relacionar isso ao trabalho do grupo de Didática, percebi como essa abordagem pode estimular os alunos a refletirem sobre interpretação, ponto de vista do narrador e subjetividade na literatura. A proposta de julgamento final do plano de aula se torna uma excelente oportunidade para os estudantes debaterem, argumentarem e confrontarem diferentes leituras da obra.</p><p><br/></p><p>Esse vídeo me fez perceber que, assim como na vida real, muitas conclusões na literatura dependem de percepção e interpretação. Não há uma verdade absoluta, e a discussão sobre Capitu ser ou não traidora ajuda os alunos a desenvolverem senso crítico e argumentativo. A experiência mostra que analisar argumentos contrários é tão importante quanto defender uma posição, permitindo uma reflexão mais profunda sobre a narrativa e os personagens.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=7c6_Ghl8qKg" />
         <pubDate>2025-09-19 23:03:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594528690</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594529605</link>
         <description><![CDATA[<p>Em outro vídeo, assisti a outro em que defendia a tese de que <strong><mark>Capitu traiu Bentinho</mark></strong>. O vídeo apresentou argumentos baseados em detalhes do texto, como a suposta semelhança física entre Ezequiel, filho de Bentinho, e Escobar, amigo de Bentinho, e algumas interpretações das atitudes de Capitu ao longo da narrativa.</p><p><br/></p><p>Refletindo sobre isso no contexto do trabalho do grupo de Didática, achei interessante como essa abordagem poderia envolver os alunos do Ensino Médio em um julgamento final, instigando o pensamento crítico. Discutir se Capitu traiu ou não Bentinho estimula a análise de evidências textuais, interpretação de personagens e percepção de narrador não confiável, habilidades essenciais para a compreensão literária.</p><p><br/></p><p>Embora o vídeo apresente argumentos que indicam traição, percebi que muito depende da leitura e interpretação pessoal do texto. Isso mostra <strong><mark>como o plano de aula proposto pelo grupo permite diferentes leituras e incentiva a reflexão dos alunos</mark></strong>, permitindo que eles construam suas próprias conclusões a partir das provas e das análises que encontram na obra.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=hN7Hiwt6mlM" />
         <pubDate>2025-09-19 23:05:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594529605</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594532514</link>
         <description><![CDATA[<p>Acompanhei a apresentação do plano de aula do grupo da minha colega de sala (Gabriella Soares) sobre <strong><mark>Educação Ambiental voltado para crianças do Berçário e do Maternal I e II</mark></strong>. Achei interessante como o grupo propôs atividades que conseguem ensinar conceitos de cuidado com o meio ambiente de maneira lúdica, adequada para a faixa etária.</p><p><br/></p><p>As atividades planejadas incluem jogos sensoriais com materiais naturais, como folhas, sementes e água; contação de histórias sobre animais e plantas; e pequenas oficinas de plantio, em que as crianças podem tocar, sentir e observar o crescimento das plantas. Tudo isso é feito de forma divertida, para que a conscientização ambiental aconteça de forma natural e envolvente.</p><p><br/></p><p>Refletindo sobre o plano, percebi <strong><mark>que para essa faixa etária, é essencial transformar conceitos abstratos em experiências concretas</mark></strong>. Por exemplo, em vez de explicar apenas que devemos cuidar das plantas, as crianças podem regar uma sementinha e acompanhar seu crescimento, percebendo na prática a importância da natureza. Outra ideia divertida seria criar uma “caça ao tesouro ecológica”, em que elas identificam cores, formas e texturas da natureza, incentivando a observação e o respeito pelo ambiente ao redor.</p><p><br/></p><p>Esse plano de aula me fez perceber que Educação Ambiental não precisa ser apenas teórica ou de advertência, mas pode ser um espaço de descobertas, curiosidade e encantamento. A diversão se torna um meio poderoso de aprendizado, ajudando as crianças a desenvolverem consciência ambiental desde os primeiros anos de vida.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/995726705b5ee9e308229e0655e038ec/WhatsApp_Image_2025_09_19_at_19_53_14.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-19 23:14:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594532514</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594535230</link>
         <description><![CDATA[<p>Nessa aula, tivemos <strong><mark>a oportunidade de conhecer mais detalhadamente a ementa e os objetivos do curso</mark></strong>. Foi interessante perceber como cada conteúdo e atividade está planejado para desenvolver competências específicas ao longo do semestre, e como isso se conecta com nossa prática pedagógica futura.</p><p><br/></p><p>Além disso, a professora explicou de maneira clara como seremos avaliados durante o semestre. Esse momento me fez refletir sobre a importância de acompanhar o próprio aprendizado, registrar experiências e participar ativamente das atividades, pois o diário de bordo não é apenas um registro das aulas, mas também uma ferramenta de avaliação processual que permite observar meu crescimento e evolução.</p><p><br/></p><p>Achei valioso compreender desde o início os critérios de avaliação, pois isso ajuda a organizar meu estudo e minha participação, garantindo que eu possa aproveitar melhor cada momento de aprendizagem. Essa clareza também me motiva a refletir continuamente sobre minhas experiências e a relacioná-las com os objetivos do curso, fortalecendo minha compreensão e desenvolvimento como futuro(a) educador(a).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/93fda4b5bfb9834911dedc0183be6b6e/3_5_scaled.png" />
         <pubDate>2025-09-19 23:21:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594535230</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594539147</link>
         <description><![CDATA[<p>Na aula seguinte, tivemos a oportunidade de ler um trecho do livro <strong><em><mark>Ensinando Pensamento Crítico: Sabedoria Prática</mark></em><mark>, da autora Bell Hooks</mark></strong>, que traz reflexões sobre como estimular o olhar curioso e crítico das crianças. O trecho nos convidou a pensar sobre a importância de questionar, observar e buscar compreender o mundo de forma ativa, sempre incentivando a curiosidade natural dos pequenos.</p><p><br></p><p>Para aprofundar a leitura, a professora nos propôs um exercício: escolher uma palavra presente no capítulo e pesquisar mais a fundo seu significado. Na aula seguinte, cada um compartilhou suas descobertas, e a professora complementou com novas informações, abrindo espaço para comentários e discussões entre os colegas. Achei muito interessante como cada palavra se conectava com diversos temas, permitindo múltiplas interpretações e reflexões.</p><p><br></p><p>O vídeo-resenha que assisti sobre o livro reforçou ainda mais essas ideias, destacando como Bell Hooks valoriza a prática do pensamento crítico desde a infância e a importância de criar ambientes que incentivem a curiosidade, o questionamento e a autonomia das crianças. Isso me fez perceber que pequenas palavras ou conceitos podem abrir grandes portas para o aprendizado e para a construção de um olhar crítico desde cedo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://youtube.com/watch?v=_MqABlf10yY" />
         <pubDate>2025-09-19 23:32:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594539147</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594542019</link>
         <description><![CDATA[<p>Já nesta aula, os alunos que ainda não haviam compartilhado suas pesquisas sobre as palavras apresentaram o que entenderam e descobriram. A professora, então, complementou com informações adicionais, promovendo uma discussão rica e colaborativa.</p><p><br/></p><p>Achei a aula muito interessante, pois percebi <strong><mark>como cada palavra, ao ser explorada, abriu portas para reflexões maiores sobre o texto e sobre os conceitos abordados</mark></strong>. Foi possível observar como ideias que pareciam isoladas começaram a se conectar, mostrando a importância do pensamento crítico e da curiosidade no processo de aprendizagem. A atividade reforçou que questionar, pesquisar e compartilhar interpretações não só aprofunda a compreensão do conteúdo, mas também permite que todos construam conhecimento de forma coletiva e significativa.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-19 23:38:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3594542019</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595341570</link>
         <description><![CDATA[<p>A leitura do texto da <strong><mark>Rojo</mark></strong> me fez perceber que a linguagem não é apenas um recurso para comunicar ideias, mas também <strong><mark>um espaço em que se manifestam valores e responsabilidades</mark></strong>. Ao falar em ética e estética da linguagem, ela me convidou a pensar que cada escolha de palavra, cada forma de se expressar, carrega tanto uma dimensão de beleza e criatividade quanto de respeito e cuidado com o outro.</p><p><br/></p><p>Isso me provocou bastante, porque muitas vezes eu penso na escrita e na fala apenas como “corretas” ou “incorretas”. A autora me mostrou que existe algo mais: uma dimensão ética, que envolve a relação com o interlocutor, e uma estética, que dá sentido, emoção e até prazer ao uso da língua.</p><p><br/></p><p>Lembrei de situações em sala de aula e também nas redes sociais em que a linguagem foi usada de modo excludente, e como isso pode ferir. Ao mesmo tempo, recordo momentos em que a palavra criativa, acolhedora, abriu espaço para diálogo. Parece simples, mas Rojo me fez enxergar que a linguagem é sempre escolha — e toda escolha tem implicações.</p><p><br/></p><p>O que levo comigo é a necessidade de cultivar esse olhar atento: quando ensino, escrevo ou falo, não é só sobre passar informações, mas também sobre criar um espaço ético (que respeite e acolha) e estético (que inspire e envolva).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/f07adba6042ad989a846e936c881b3a4/E_tica_e_este_tica_linguagem_Rojo.pdf" />
         <pubDate>2025-09-20 21:15:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595341570</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595344047</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje refletimos sobre o conceito de <strong><mark>transmídia</mark></strong>, que entendi como a possibilidade de uma mesma história se desdobrar em diferentes meios (filme, quadrinho, rede social, jogo etc.), cada um contribuindo com uma parte da narrativa. Gostei dessa ideia porque mostra que a linguagem não é fixa, mas se amplia de acordo com o suporte e com a criatividade de quem conta.</p><p><br/></p><p>A professora nos propôs um trabalho em que teremos que colocar a transmídia em prática. Estou animada, porque percebo que não se trata apenas de repetir a mesma coisa em plataformas diferentes, mas de pensar como cada mídia pode acrescentar algo novo à história.</p><p><br/></p><p>Meu grupo já começou a trocar ideias, e elas estão sendo bem diferentes e criativas. Essa diversidade me deixa com boas expectativas, porque sinto que teremos a chance de experimentar e criar algo inovador. Também penso que esse exercício dialoga com a discussão sobre ética e estética da linguagem que vimos com Rojo: a transmídia exige escolhas responsáveis e criativas, que respeitem o público, mas também tragam beleza e envolvimento.</p><p><br/></p><p>Levo comigo a percepção de que a linguagem, quando atravessa diferentes mídias, pode ser ainda mais potente e significativa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/b1280a748864014b86b7998e01dd84d5/images.png" />
         <pubDate>2025-09-20 21:22:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595344047</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595349091</link>
         <description><![CDATA[<p>O professor Walter nos convidou a pensar de forma crítica e analítica sobre questões muito relevantes: <strong><mark>a demarcação de terras indígenas, o papel dos movimentos sociais, a ganância que leva à destruição da floresta e, ao mesmo tempo, a valorização da diversidade cultural do Brasil</mark></strong>. Esses temas me fizeram refletir sobre como ainda convivemos com contradições profundas no nosso país: de um lado, a luta por direitos e preservação; do outro, forças que insistem na exploração predatória.</p><p><br/></p><p>Achei importante como ele não trouxe esses assuntos apenas como conteúdos, mas como oportunidades de cultivar solidariedade e empatia. Fiquei com a sensação de que não basta apenas “entender” os fatos — é preciso se posicionar e enxergar os impactos humanos e ambientais dessas realidades.</p><p><br/></p><p>Além disso, o professor ampliou nossas referências ao citar filmes e documentários, como <strong><em><mark>Minha Terra Estrangeira</mark></em><mark>, </mark><em><mark>A Última Floresta</mark></em><mark> e </mark><em><mark>O Senhor da Guerra</mark></em></strong>. Percebi que essas obras podem abrir ainda mais nosso olhar, porque a arte consegue dar vida a essas questões de uma maneira sensível e impactante.</p><p><br/></p><p>Saio dessa aula com a vontade de explorar mais essas narrativas e com a consciência de que pensar criticamente também é um exercício de ética e empatia.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/ac5644c392583dab37598099ffe2401f/Post_PovosIndigenas.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-20 21:35:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595349091</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595352671</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora aprofundou nossa compreensão sobre <strong><mark>os diferentes tipos de palcos e o contexto em que cada um estava inserido</mark></strong>. Foi interessante perceber como a forma do espaço cênico influencia diretamente na maneira de contar uma história e na relação com o público.</p><p>Depois, tivemos uma atividade prática muito criativa. Primeiro, nos dividimos em grupos mesclados, reunindo pessoas de diferentes cursos.</p><p><br/></p><p>Cada grupo recebeu um modelo de palco e teve que criar um cenário inspirado no <em><mark>Brasil Colônia</mark></em>, desenhando objetos e compondo o ambiente. Em seguida, outro grupo pegou nosso desenho e fez uma interpretação a partir dele, atuando conforme o que entenderam.</p><p><br/></p><p>A experiência foi muito divertida e, ao mesmo tempo, desafiadora. Gostei especialmente da troca entre áreas diferentes, porque cada pessoa trouxe um olhar único para a criação. Além disso, ver como outra equipe interpretou nosso cenário me fez refletir sobre como a arte é aberta a múltiplas leituras: aquilo que imaginamos nunca é recebido exatamente da mesma forma, e isso não é um problema — é justamente a riqueza do processo artístico.</p><p><br/></p><p>Saio da aula com a sensação de que aprendemos não só sobre palcos, mas também sobre colaboração, interpretação e a potência criativa do coletivo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/f0ff5d20756953aeb4cabe77aa9653de/images.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-20 21:45:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595352671</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595353491</link>
         <description><![CDATA[<p>Exploramos também <strong><mark>a expressividade dos sons curtos e longos</mark></strong>, percebendo como a combinação entre eles, somada aos silêncios e pausas, constrói significados na música. Foi interessante notar que não é apenas o som em si que importa, mas também os intervalos de silêncio, que funcionam como parte essencial da composição.</p><p><br/></p><p>O professor nos apresentou uma partitura diferente, representada por desenhos, e explicou como deveríamos interpretá-la. Essa proposta me fez pensar em novas formas de leitura musical, mais abertas e criativas, que vão além da notação tradicional.</p><p><br/></p><p>O exemplo que mais me marcou foi o da <strong><em><mark>New York Skyline Melody Visualisation</mark></em></strong>, pois mostrou como é possível transformar elementos visuais em sons e, assim, experimentar a música de outra maneira. Essa atividade me ajudou a compreender que a arte, em suas diferentes linguagens, dialoga constantemente: o visual pode se tornar sonoro, o sonoro pode gerar movimento, e assim sucessivamente.</p><p><br/></p><p>Foi muito legal e tive a sensação de que a música não se limita à técnica ou à partitura clássica; ela é também invenção, imaginação e a possibilidade de ver (e ouvir) o mundo sob novas perspectivas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/875156900547250860774959f02f4432/WhatsApp_Video_2025_09_17_at_23_18_32.mp4" />
         <pubDate>2025-09-20 21:47:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595353491</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595354857</link>
         <description><![CDATA[<p>A professora nos propôs <strong><mark>uma experiência de escuta bastante diferente</mark></strong>. Fomos divididos em pequenos grupos e ela pediu que nos acomodássemos da forma mais confortável possível. Com os olhos fechados, começamos ouvindo apenas os sons que ela mesma produzia, mas, aos poucos, fomos percebendo ruídos mais distantes: conversas que vinham do andar de baixo, buzinas e motores de carros no estacionamento, pequenos ecos e silêncios entre cada som.</p><p><br/></p><p>A atividade me fez refletir sobre como muitas vezes não prestamos atenção ao que está ao nosso redor. O simples ato de fechar os olhos e escutar com intenção ampliou minha percepção do ambiente. Foi quase como se cada som tivesse ganhado uma presença própria, revelando camadas escondidas do cotidiano.</p><p><br/></p><p>Curiosamente, a experiência trouxe também uma sensação um pouco diferente, no sentido de que, quando nos desligamos da correria visual e prestamos atenção apenas nos sons, surgem lembranças, emoções e até uma consciência maior da passagem do tempo.</p><p><br/></p><p>Com isso, percebo que e<strong><mark>scutar é também um exercício de presença e sensibilidade</mark></strong>. Mais do que identificar ruídos, trata-se de abrir espaço para sentir o ambiente, a si mesmo e até os outros de um jeito mais profundo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/400e3e3f00a6b77b6884d0274b746470/depositphotos_98334598_stock_illustration_boy_hearing_a_sound.jpg" />
         <pubDate>2025-09-20 21:51:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595354857</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595357367</link>
         <description><![CDATA[<p>O professor trouxe uma proposta bem criativa: <strong><mark>ele desenhou na lousa imagens que representavam o que deveríamos fazer em cada momento, como se fosse uma partitura analógica</mark></strong>. Mas, ao contrário das vezes anteriores, em que usamos apenas percussão corporal, agora tivemos a chance de experimentar com diferentes instrumentos musicais e também com a voz.</p><p><br/></p><p>A atividade foi incrível porque, além de ampliar nossa compreensão sobre ritmo e expressividade, me deu a oportunidade de tocar vários instrumentos e acompanhar o processo de criação coletiva. O que deixou tudo ainda mais empolgante foi que, em determinado momento, o professor abriu espaço para que algum aluno assumisse o papel que até então era dele — <strong><mark>e eu não pensei duas vezes: me joguei!</mark></strong> A experiência de conduzir a turma foi muito divertida e desafiadora, e me fez perceber a importância do olhar atento e da escuta para manter todos em sintonia.</p><p><br/></p><p><strong>PS: Gente, preparem os holofotes porque nasceu uma estrela! 🌟 Depois de hoje, aceito convites apenas para turnês internacionais!!!! Professor Adriano, foi um prazer trabalhar com você… mas acho que a sua aposentadoria chegou antes do previsto! 😂🎶</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4242100762/0d2a3301dd31e6d054c0775de16774e6/WhatsApp_Video_2025_09_17_at_23_28_13.mp4" />
         <pubDate>2025-09-20 22:00:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595357367</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595359852</link>
         <description><![CDATA[<p>Estudei o <strong><mark>Simple Present em inglês</mark></strong>, que corresponde ao presente do indicativo em português. Aprendi que ele é usado principalmente para falar de <strong><mark>ações habituais, eventos frequentes e preferências pessoais, mas também serve para expressar opiniões, sentimentos e fatos atuais.</mark></strong></p><p><br/></p><p>Achei interessante perceber algumas diferenças em relação ao português, principalmente nas <strong>frases negativas e interrogativas</strong>, que exigem o uso dos verbos auxiliares <em>do</em> ou <em>does</em>. Além disso, notei que na terceira pessoa do singular (<em>he, she, it</em>), o verbo muda um pouco, geralmente com o acréscimo de <em>-s</em>, algo que não acontece no nosso idioma.</p><p><br/></p><p>O que mais me chamou a atenção foi <strong><mark>pensar em como pequenas mudanças na forma do verbo podem mudar totalmente a estrutura da frase.</mark></strong> Isso me fez refletir sobre a importância de prestar atenção não só no significado das palavras, mas também na forma como elas se combinam para transmitir corretamente uma ideia.</p><p><br/></p><p>O <strong>Simple Present</strong> é essencial, porque ele permite falar do dia a dia de maneira clara e precisa — e também me deixou curiosa para ver como essas regras vão aparecer em contextos mais complexos, como textos e diálogos autênticos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?pdlt=1&amp;v=bg_zwkDOcNc" />
         <pubDate>2025-09-20 22:07:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595359852</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595361044</link>
         <description><![CDATA[<p>Aprendi sobre <strong><mark>o uso de advérbios de frequência em inglês, como </mark><em><mark>never, always, sometimes</mark></em><mark> e </mark><em><mark>usually</mark></em></strong>. Descobri que eles têm uma posição específica nas frases, geralmente entre o sujeito e o verbo principal. Também vimos <strong><mark>marcadores temporais, como </mark><em><mark>once, twice</mark></em><mark> ou </mark><em><mark>four times a week</mark></em></strong>, que normalmente aparecem no início ou no final da oração. Esses recursos ajudam a descrever <strong>com que frequência algo acontece</strong>, algo que é muito útil para falar sobre hábitos e rotinas.</p><p><br/></p><p>Nesta unidade, o foco foi relacionar os advérbios de frequência a <strong>atividades físicas e esportivas</strong>, como futebol, tênis e outras práticas. Achei interessante perceber que não se trata apenas de regras gramaticais: é uma forma de expressar <strong>como cuidamos do nosso bem-estar</strong> no dia a dia, descrevendo nossos hábitos de forma clara.</p><p><br/></p><p>Com isso, tive a sensação de que essas estruturas vão me ajudar não só a escrever frases corretas em inglês, mas também a refletir sobre meus próprios hábitos, percebendo o que faço sempre, às vezes ou nunca, e como posso planejar minhas rotinas de forma mais consciente.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.elllo.org/video/0976/index.htm" />
         <pubDate>2025-09-20 22:11:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595361044</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>yaa_abreu</author>
         <link>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595362767</link>
         <description><![CDATA[<p>Hoje, aprendi sobre <strong><mark>o Simple Present Continuous</mark></strong>, que corresponde ao presente contínuo em português e é usado para <mark>falar de ações que estão acontecendo </mark><strong><mark>no momento em que falamos</mark></strong>. Descobri que, em inglês, os verbos principais recebem o sufixo <em>-ing</em> e sempre vêm acompanhados do verbo <em>to be</em> no presente. Também vimos que há algumas regras importantes de grafia: quando o verbo termina em <em>e</em>, essa letra desaparece antes de acrescentar <em>-ing</em>; quando o verbo tem a última sílaba tônica na sequência consoante-vogal-consoante, é preciso dobrar a última consoante; e que o verbo <em>to be</em> é usado como auxiliar em frases negativas e interrogativas.</p><p><br/></p><p>O que o conteúdo mostrou foi que, mais do que memorizar regras, é essencial <strong><mark>internalizar o uso do presente contínuo de forma intuitiva</mark></strong>, percebendo o contexto e as ações acontecendo ao redor. Para isso, foi usado <strong><mark>a música </mark><em><mark>“Leave The Door Open”</mark></em><mark>, do Bruno Mars</mark></strong>, como exemplo. Foi divertido observar como na letra podemos identificar várias ações acontecendo ao mesmo tempo: pessoas conversando, cantando, tocando instrumentos, ou simplesmente esperando alguém entrar na sala. Esse exercício me ajudou a perceber o tempo verbal de forma prática, conectando a gramática com situações reais e concretas.</p><p><br/></p><p>Tive a sensação de que o <strong>Simple Present Continuous</strong> é uma ferramenta poderosa para descrever o que está acontecendo agora, e que a música é uma forma excelente de visualizar e praticar essas estruturas de maneira natural e prazerosa.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=thATQKJDOCU&amp;t=4s" />
         <pubDate>2025-09-20 22:17:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/yaa_abreu/9ezzlcscxb1r7wk3/wish/3595362767</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
