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      <title>Estrategias factiveis?  by Juliane De Souza Scherer</title>
      <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks</link>
      <description>Possibilidades...</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-27 21:24:55 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-02 16:48:48 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Segurança do Paciente</title>
         <author>julianescherer</author>
         <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/966378099</link>
         <description><![CDATA[<div>Pontos positivos e negativos</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 21:26:02 UTC</pubDate>
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         <title>Segurança do Paciente</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/990174192</link>
         <description><![CDATA[<div>Percebo a temática Segurança do Paciente com uma abordagem mais direcionada para o ambiente hospitalar, onde os cuidados são de maior complexidade e por isso as estratégias de prevenção do dano são inicialmente centradas neste serviço.</div><div>Mas o conceito de qualidade do cuidado vai muito além do nível de atenção, e na Atenção Primária os erros ou falhas podem estar relacionados ao tratamento medicamentosos, ao diagnóstico, à comunicação, à gestão ou organização do serviço.</div><div>A implantação da cultura de segurança pode ser realizada através de estratégias simples como a higiene das mãos e o manejo adequado dos resíduos biológicos, evitando assim as contaminações. Medidas simples, mas que mesmo assim nem sempre são cumpridas. Dentre as estratégias para segurança do paciente, na minha opinião as que são mais viáveis de serem incorporadas no serviço primário de atenção à saúde são: a correta identificação do paciente, a comunicação efetiva e a segurança na prescrição e administração de medicamentos.  <br>O que dificulta a atuação dos profissionais na execução destas estratégias muitas vezes é a demanda excessiva e a execução das funções de maneira automática e repetitiva, na qual etapas de checagem são descumpridas e as falhas podem não ser identificadas.</div><div>É preciso que o tema esteja mais presente na prática diária dos profissionais, independente do nível de atenção em que estejam inseridos, e que estes percebam a importância de suas ações e estejam comprometidos com a segurança e qualidade do cuidado.<br><br>Josiane da Silva</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 14:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>SEGURANÇA DO PACIENTE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/998768885</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação ao assunto abordado na disciplina, por vezes, percebia parecer fora do ângulo voltado à Atenção Primária, no entanto, a segurança do paciente também se faz presente neste ambiente, visto que ela envolve  a diminuição, a um menor risco de dano que seja cabível, agregado ao cuidado na saúde.  Na Atenção Primária podem-se encontrar erros/falhas relacionadas ao cuidados básicos do paciente, a erros de diagnóstico, falhas na comunicação com o indivíduo, assim como falhas em relação a  medicações. Acredito ser fundamental a discussão do assunto nos ambientes de saúde, não somente ao hospitalar, mas todos que envolvem o cuidado ao paciente. Essa seria uma estratégia básica e necessária para discussão do assunto afim de colocá-lo mais rapidamente nas rotinas dos profissionais. Utilizar formas diferentes para abordar o assunto poderia auxiliar em uma melhor adesão. É  urgente que sejam inseridas práticas de educação permanente junto as rotinas profissionais, a fim de qualificar o ensino e a prestação de serviço ofertada à população.<br><br>Caroline Uggeri Schuh </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 16:16:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Segurança do paciente </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/1000437809</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante a disciplina abordamos diversas formas de evitar alguns erros comuns que acontecem por desatenção ou por comodismo da equipe, muitas vezes por estarem acostumados a uma rotina que “só causava erro eventualmente”. Na emergência, por ser um ambiente onde muitas intercorrências são atendidas, essas situações podem se tornar muito mais frequentes, pois acontece tudo muito rápido, com pouca atenção muitas vezes e pela necessidade de pressa pode afetar a segurança do paciente. Vejo o residente com um papel muito importante nessas situações, pois tiramos da zona de conforto e levamos para o ambiente “chato” porém correto!<br>Como Fisio escuro muito “não precisa” quando tomo alguns cuidados, como se não fosse meu papel, mas como residente tento explicar e evitar que tais pensamentos aconteçam novamente. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 23:51:24 UTC</pubDate>
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         <title>Segurança do paciente</title>
         <author>thaisvabreu</author>
         <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/1000613528</link>
         <description><![CDATA[<div>A segurança do paciente se faz presente em nossas rotinas diárias de trabalho, mesmo que não a percebemos. Durante a disciplina vimos que erros e/ou eventos adversos ocorrem nos diferentes níveis de atenção à saúde, os quais podem ir de uma consequência leve ao óbito do paciente. Vimos de uma forma mais aprofundada as metas de segurança do paciente, logo percebemos que elas precisam ser diariamente reforçadas, pois infelizmente elas se perdem nas rotinas dos serviços, com o excesso de trabalho e a automatização do cuidado. Entendemos que todos devem se envolver na metas de segurança do paciente, desde a gestão aos profissionais da ponta, incluindo profissionais que direta e indiretamente lidam com o paciente, tais como, administradores e higienizadores. Todos tem um papel fundamental na implantação e implementação das metas de segurança do paciente, logo todos devem se envolver, compreendendo a importância das metas nas rotinas diárias de assistência ao paciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 01:20:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/1000613528</guid>
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         <title>Estratégias e Possibilidades relacionadas a Segurança do Paciente: O que é factível na realidade de uma UBS? Na disciplina foram abordadas 12 estratégias que podem ser aplicadas a fim de garantir maior segurança aos pacientes. Algumas se aplicam a qualquer realidade, outras são mais voltadas a  níveis de atenção de maior complexidade. Contudo,  todos os profissionais da saúde devem buscar atender estes critérios, independente de onde estejam inseridos e, considerando a sua realidade. Acredito que na prática, a boa higienização das mãos é a primeira estratégia a ser utilizada e pode ser aplicada em qualquer espaço, seja ele de saúde ou não. A ação de higienização de mãos pode evitar complicações desde a piora de um quadro clínico ou propagação de uma nova infecção. Com o COVID-19, a  lavagem de mãos deve ser aliada ao constante uso de álcool gel, entre o atendimento de um paciente e outro.Falhas no atendimento podem ocorrer em virtude de ausência  ou  duplicidade  de  informações,  ou  mesmo  de  imprecisões nos dados de cadastro do paciente.Na unidade onde atuo os pacientes são identificados através do cadastro no sistema G-MUS, sendo necessário apresentar cartão SUS e identidade para os atendimentos. Cada usuário, ao chegar na unidade, recebe uma ficha conforme o tipo de atendimento que vai receber e são direcionados para o atendimento, que pode ser de enfermagem, curativo, aplicação de injetáveis, consultas com médico clínico ou especializado, dentista, nutricionista. Os atendimentos são previamente agendados e alguns horários são deixados disponíveis para atendimento de urgência do dia. A correta identificação do paciente é uma estratégia fundamental para a segurança do paciente, principalmente em hospitais, UPA&#39;s, pois nestes locais, muitas vezes a condição de saúde do paciente não permite que ele responda de maneira consciente por si mesmo e pode ser necessário realizar exames, coletas de sangue, medicações injetáveis, entre outros procedimentos. A identificação correta é importante, através do uso de pulseiras, pode ser útil para informar riscos, como alergias a medicamentos ou risco de quedas. A  comunicação  permeia  todas  as  atividades  que  integram a assistência ao paciente. Para uma boa comunicação é necessário considerar as particularidades do agente que transmite a informação e de quem recebe, para que a informação do emissor chegue a seu receptor sem ruídos e de maneira efetiva é importante desenvolver a escuta ativa.Uma informação mal emitida ou mal recebida pode trazer danos ao paciente, se o erro de transmissão for entre a equipe de saúde, o medicamento pode ser administrado em dose ou forma errada, diluído ou reconstituído erroneamente, por exemplo. Na unidade onde atuo a comunicação se faz necessária em todos os processos, envolve as relações entre a equipe e equipe-paciente.O médico pode desconhecer os medicamentos que estão disponíveis na rede, prescrever outras opções, muitas vezes caras, colocando em risco o tratamento do paciente. Muitas vezes se o paciente não adquire gratuitamente os medicamentos, deixa de aderir a farmacoterapia, acarretando em riscos maiores no futuro, como comorbidades que poderiam ser evitadas na atenção primária. Além disso, a informação incompleta ou ilegível na prescrição médica pode levar a erros na dispensação de medicamentos, como entregar a medicação errada, seja em dosagem ou quantidade, além de muitas vezes ser um impeditivo para realizar a dispensação. Algumas vezes em função de uma prescrição ter informação incompleta ou incorreta, o paciente precisa se deslocar várias vezes para conseguir trocar a receita, ou até encontrar algum local que aceite o risco de tentar traduzir a receita e dispensar o medicamento com a receita duvidosa.Em relação as demais estratégias, quanto a prevenção de quedas, percebo que sempre que são realizadas limpezas das áreas/superfícies, é colocado aviso de piso molhado, para evitar queda dos pacientes. Já a respeito dos medicamentos que podem causar quedas, vejo que é um grande problema,  especialmente os benzodiazepínicos, pois são muito prescritos, mesmo sendo seu uso inapropriado para idosos. Sobre a prevenção de úlceras de pressão, no setor de curativos, são feitos atendimentos para troca de curativo e limpeza em pacientes com escaras, além disso, a enfermagem fornece orientações sobre a maneira correta de limpar e são fornecidos materiais  para a troca de curativo em casa. Quanto a administração de medicamentos, é realizado no ambulatório pela equipe de enfermagem, mediante apresentação da receita médica. Para os medicamentos dispensados na farmácia e que o paciente fará uso em domicílio, são fornecidas orientações sobre horário de uso, uso com ou sem alimentos, conservação, período e necessidade de renovar a receita. Sobre os dispositivos  utilizados em medicação injetável, são feitas algumas medicações no ambulatório sob responsabilidade da enfermagem, contudo o paciente faz a medicação e é liberado ou se caso grave, encaminhado a UPA. Sobre os equipamentos da unidade, existem POP&#39;s sobre o uso de  e ocorrem alguns treinamentos, os equipamentos são mantidos em local adequado e de acesso facilitado. Em relação a parceria entre pacientes e equipe de saúde, o autocuidado e autonomia é uma questão que trabalhamos diariamente com os pacientes, na tentativa de corresponsabiliza-los pelo sucesso do tratamento. No que concerne a formação profissional, na unidade onde atuo ocorrem poucas capacitações/formações, contudo, como residente desenvolvi uma série de atividades voltadas a educação permanente da equipe e que tiveram bons resultados. As estratégias procedimento cirúrgico seguro e administração segura de hemocomponentes não são aplicáveis na unidade que estou inserida, por se tratar de uma UBS e não realizar tais procedimentos.         Farm. Res. MSc                       Larissa Aline Carneiro Lobo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/1003066979</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-09 17:09:21 UTC</pubDate>
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         <title>Dificuldades na implantação das estratégias de Segurança do Paciente:</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/julianescherer/Bookmarks/wish/1009467725</link>
         <description><![CDATA[<div>- Resistência dos médicos em aderir práticas de cirurgia segura, como comentado nessa aula.<br>- Resistência dos médicos e enfermeiros à presença do Farmacêutico a beira-leito, como se esse fosse um "fiscal" do serviço alheio e não um colaborador com potencial de agregar à equipe multidisciplinar no que diz respeito ao uso racional de medicamentos, diminuindo o tempo de internação e aumentando a qualidade de vida do paciente.<br>- Cultura do "mínimo esforço" e de fazer o que dá menos trabalho e não o que seria mais benéfico para o paciente.<br>- Vícios adquiridos durante anos de profissão que não são corrigidos com educação permanente e auditorias.<br>- Uso exagerado de medicamentos hipnóticos, sedativos e opióides aliado a falta de atenção ao paciente, aumentando o risco de quedas.<br>- Sobrecarga de trabalho da equipe de enfermagem, com desvalorização (fazendo com que trabalhem em dois ou três lugares ao mesmo tempo, chegando à exaustão física e mental), aumentando a falta de atenção aos detalhes e os riscos para o paciente.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-11 12:16:40 UTC</pubDate>
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