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      <title>Class blog by </title>
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      <description>Post your blog!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-21 16:58:08 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-12-19 13:43:38 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Entrevista a dois alunos (Aula 1 parte 2)</title>
         <author>up202309063_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A seguinte entrevista foi realizada a dois alunos cujo os quais dou explicações, tentei com as perguntas tentar deslumbrar os vários tipos de sistema que interagem, porém o que me foi logo realçado é a inconsciência das crianças destes processos, tendo por vezes dificuldades a falar sobre o assunto, como também contradizer-se. O que ficou notório é a grande influência da Familia e Amigos nesta faixa etária, como também o carater influenciador dos vários youtubers.</p><p><br/></p><p>O que vocês são? (Identificação)</p><p>Aluno A: Sou estudante do ensino secundário. Eu participo em aulas de dança, escuteiros, sou português minhota, vivo em Guimarães.</p><p>Aluno B: Sou estudante também do ensino secundário. Sou também escuteiro, português minhoto e vivo em Guimarães</p><p><br></p><p>Quais são as pessoas com as quais vocês passam mais tempo? (Microsistemas)</p><p>Aluno A: Amigos e Família, Colegas de turma, professores</p><p>Aluno B: Amigos e Família, Colegas de turma, professores</p><p><br></p><p>Em que espaços vocês costumam estar com essas pessoas?</p><p>Aluno A: Casa e Escola, Rua, Lojas, Internet&nbsp;&nbsp;</p><p>Aluno B: Casa e Escola, Internet</p><p><br></p><p>Como os vários espaços interagem? (Mesossistemas)</p><p>Aluno A: Agora com os manuais digitais somos obrigados a usar a internet.</p><p>Aluno B: Usar a internet em casa e na Escola, os meus pais controlam o tempo que tenho acesso à internet. Alguns professores não gostam porque os manuais digitais facilitam a vida acadêmica aos alunos.</p><p>Aluna A: Os meus pais costumam acompanhar-me quando vou comprar roupa em Lojas, estão sempre preocupados em não gastar dinheiro; eles impõem-te um limite naquilo que posso gastar.</p><p><br></p><p>Quem costumas ouvir? Que cultura costumam consumir? Como descreverias a situação da tua família? (Exossistemas)</p><p>Aluno A: Costumo ouvir a opinião de pais e amigos.</p><p>Aluno B: Além disso, costumo ouvir a opinião de professores.</p><p>Aluno A: Costumo ver videos do Filipe Neto, ele conta histórias de mitos, de terror ou engraçados.</p><p>Aluno B: Costumo ver vários youtubers, escolho o vídeo consoante o conteúdo, costuma estar relacionado a vídeo jogos e futebol.&nbsp;</p><p><br></p><p>Vocês concordam que são influência pelo consumo destes vários produtos culturais?</p><p>Aluno A: Sim, se não ouvisse os meus pais e amigos, não estudaria; quando estou a agir mal, os meus amigos chamam-me à atenção. Acho que algumas opiniões que tenho seriam diferentes se não consumisse videos do Filipe Neto, às vezes ele fala sobre acontecimento políticos do Brasil e influencia bastante a minha opinião relativa a estes.</p><p>Aluno B: Também influência, sem estas referências seria diferente. Acho que a obrigação a proceder nos estudos é a mais gritante, eu descobri vários jogos a partir do youtubers, além de me motivarem a continuar a jogar certos videojogos.<br></p><p>Qual é a função que deveria ter os espaços? Porque diferem do agora? (Macrossistema)<br></p><p>Aluno B: A escola deveria ser um sítio para estudar, a casa seria um sítio para conviver com a família, a rua seria um sítio para conviver com os amigos e para transporte.</p><p>Aluno B: Na casa costumamos estar na internet, estudar e comer.</p><p>Aluno A: A escola serve agora para estarmos com os amigos. As lojas idealmente deveriam servir para comprar produtos, esta seria o único espaço em que nada muda.</p><p>Aluno A: O facto da escola servir agora para estarmos com os amigos tem efeitos positivos e negativos, pelo lado positivo é muito mais divertido, pelo lado negativo distraímo-nos mais facilmente.</p><p>Aluno B: Em casa podemos nos divertir, podemos estudar para ajudar o nosso percurso na escola.</p><p><br></p><p>Quem mais te influenciou para teres essa perspetiva? Consegues dar um exemplo pessoal?</p><p>Aluno A: A minha experiência própria na escola, levou a ter a minha perspetiva sobre a escola, com os pais.</p><p>Aluno B: Além disso, costumo discutir com os amigos. Mesmo falando com os amigos, a nossa opinião é a mesma.</p><p>Aluno A: As pessoas em que confio, amigos e os meus pais, se me disserem que fiz/disse algo de mau, costumo questionar-me se fiz, pois confio no julgamento deles.</p><p><br></p><p>O que achas que mudaria se vocês tivessem nascido 20 anos mais cedo? E mais tarde? e 100 anos mais cedo? e mais tarde? (Chronossistema)</p><p>Aluno B: Se tivéssemos nascido 20 ano antes, teríamos diferentes costumes, as crianças nascem com várias tecnologias como a internet e que isso influencia o tipo de pessoa que seriam, sendo assim seria uma pessoa diferente.</p><p>Aluno A: Se tivéssemos nascido 20 anos mais tarde, teria nascido numa sociedade mais evoluído, teríamos mais tecnologias e invenções, mais robôs e internet.</p><p>Aluno B: Se tivesse nascido 100 anos antes, teríamos sentido o começo da ditadura, provavelmente teria que ir para o exército e depois teríamos combater nas várias guerras.</p><p>Aluno A: Iria ter uma mentalidade diferente, agora somos uma sociedade que aceita mais ou menos a comunidade LGBT, à 100 anos atrás seria muito mais diferentes, provavelmente não iria estar consciente da comunidade LGBT pois esta estava menos exposta à sociedade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-22 08:44:23 UTC</pubDate>
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         <title>Conquistas do meu desenvolvimento pessoal à vista da teoria de Life-span de Baltes</title>
         <author>up202309063_</author>
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         <description><![CDATA[<p>A seguinte lista foi a resposta dos meus pais após o meu questionamento sobre "as conquistas do meu desenvolvimento pessoal", ela compreende vários eventos da minha vida que estes sentiram necessidade de realçar:</p><p>0 - 2 anos</p><p>Fui amamentado até um ano.</p><p>Comecei a andar com um ano.</p><p>Tive numa ama até aos 2 anos</p><p>2 - 4 anos</p><p>Mostrava interesse com a natureza e os animais.</p><p>Tinha licença de pesca e o meu avô levava-me a pescar.</p><p>Fui para a creche com 3 anos.</p><p>Estive bastante vezes doente com crises da garganta.</p><p>Com 4 anos fui operado, tirando as amígdalas.</p><p>4 - 8 anos</p><p>Odiava pintar os trabalhos de casa, pedindo à minha mãe para me ajudar.</p><p>Tinha problemas de autoestima devido ao meu peso.</p><p>Pratiquei natação, Futebol, Escuteiros e Ping Pong.</p><p>Com 6 anos o meu pai foi trabalhar para Espanha, ficando muito triste.</p><p>Chorei quando deixei a primária.</p><p>Não queria dormir na minha avó, pois a minha mãe ia trabalhar às 6 da manhã, dizia que tinha saudades de casa .</p><p>Tinha dificuldade em ter amigos com quem me identificava.</p><p>Tinha interesses muito diferentes dos meus colegas de escola.</p><p>8 - 14 anos</p><p>Com 8 anos a minha avó materna morreu, fiquei muito triste.</p><p>Mostrava competências para o jogo do 24.</p><p>Com 11 anos entrei numa escola de música para aprender guitarra.</p><p>Fui internado com 11 anos e fiquei muito triste por faltar à escola.</p><p>Fazia vídeos criativos para a minha família, um "telejornal 8 pras 9", queria ser técnico de som.</p><p>Todos os natais eu e a minha irmã fizemos uma peça de teatro para a minha família.</p><p>Gostava dos gatos fedorentos, caçadores de mitos e dragonball.</p><p>Quando a minha irmã era pequena dormia com ela para não ter medo.</p><p>14 - 20 anos</p><p>Meu pais me obrigaram a ir para o ginásio por causa do peso e me identifiquei com o jiujitso, praticando-o até os meus 18 anos.</p><p>Com 16 anos comecei uma banda de música.</p><p>Esta coletânea de eventos, podem ser analisadas usando a teoria do Life-Span de Baltes. Estes vários eventos apresentam-se como influências que vão moldando o meu desenvolvimento. Tais influências podem ser categorizadas em três categorias, normativas relacionadas à idade, normativas relacionadas à história e não normativas. Podemos ver as três presentes no meu percursos, por exemplo a passagem do primeiro ciclo para o segundo, que marcou a minha mãe devido à minha reação adversa, é uma influência normativa relacionada à idade, visto que é normal àquela idade a transição do 1º ciclo para o 2º ciclo. Ao mesmo tempo, vemos a influência normativas relacionadas à história, como por exemplo a crise de 2008 (2011/2013 em Portugal) que me afetou profundamente como pessoa, a primeira com a emigração do meu Pai, além desta outra que me vem à memória foi o confinamento forçado durante a pandemia. Lembro-me nos inícios do COVID, um pensamento assombrou a minha cabeça ao ver a mobilização dos países todos para conter a pandemia e produzir uma vacina "se existe vontade política, existe ação concreta", alterando para sempre a maneira que penso. Por último temos as influências não-normativas, que podem ser observadas nos meus períodos de doença e internamento, como também a minha incapacidade de encontrar amigos com os mesmos interesses do que eu.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-06 09:27:11 UTC</pubDate>
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         <title>Análise do &quot;Community Projetcs&quot; apartir do Modelo &quot;Pirâmide TYPE&quot;</title>
         <author>up202309063_</author>
         <link>https://padlet.com/up202309063_/9crymzj9wjgz42le/wish/2823685359</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=VkQSH1-r010">(71) Community Projects: Hands-On Learning With a Purpose - YouTube</a></p><p><br></p><p>Neste blog irei analisar o vídeo expositivo do 'Community Projects', em específico alguns relatos sobre o projeto 'Hands-On Learning With a Purpose'. Os projetos baseiam-se em oportunidades dos alunos desenvolverem projetos para a resolução de problemas sociais, impulsionando o processo de aprendizagem direcionado para uma intervenção social. Tal tipo de projeto educativo se afasta bastante daquilo que são os modelos mais tradicionais de ensino, predominantes nas 'Adult-oriented Schools'.</p><p><br></p><p>De forma geral, vemos uma participação tanto dos estudantes como também dos adultos nas atividades, sendo que o processo de decisão está bastante alternado e cooperativo. Desta forma podemos identificar que esta atividade se situa, em termos tipologias de participação, entre Simbólica (Os jovens têm voz, mas os adultos têm mais controlo), Pluralista (O controlo é partilhado entre os jovens,) ou Independente (Os jovens têm voz e participação ativa e os adultos dão mais controle para os jovens), porém a falta de informação sobre o funcionamento da escola, suas dinâmicas e prioridades podem criar dúvida sobre o caráter desta.</p><p>Para nos dar um pouco mais de luz, irei abordar um pouco mais fundo as implicações de cada uma destas e percebendo se estas também coexistem na realidade que nos foi exposta no vídeo. Para isso, irei trabalhar a partir do modelo 'Piramide TYPE', desenvolvido no artigo "A Typology of Youth Participation and Empowerment for Child and Adolescent Health Promotion" escrito por Naima T. Wong, Marc A. Zimmerman e Edith A. Parker, em 2010.</p><p><br></p><p>Caraterística duma Tipologia de Participação Simbólica:</p><p><br></p><p>A atividade 'Hands-On Learning With a Purpose' tem um conceito bastante interessante de trabalho didático para as crianças, permitindo a participação ativa destas para a solução de um problema da comunidade em que está inserida.</p><p><br></p><p>No artigo temos a seguinte caracterização,</p><p>"the influence of adult-driven institutions and discourse (e.g., media) were evident in almost all the stories. Youth, as a result, expressed being influenced by adult-driven institutional forces, but lacked the daily interaction they may have needed from positive adult role models to guide them towards healthy development."</p><p><br></p><p>Acredito que devido à participação desigual entre adultos e jovens nos testemunhos, privilegiando os primeiros, possa indicar uma relação simbólica entre os dois. Tal faz sentido especialmente se analisarmos o propósito do projeto e o contexto em que este se insere.</p><p><br></p><p>Além disso, a participação das crianças, dá-se num contexto bastante formal, mesmo que os estudantes tenham voz de decisão desta, a tomada de decisão final parece ser centralizada na figura dos adultos.</p><p><br></p><p>Caraterística duma Tipologia de Participação Pluralista:</p><p><br></p><p>A grande diferença entre tipologias de participação Simbólica e Pluralista, é o caráter transicional destas relações,</p><p>"Shared control occurs as a transactional process between adults and youth, and is a key component in youth empowerment conceptual models (Chinman and Linney 1998; Jennings et al. 2006; Kim et al. 1998; Wallerstein et al. 2002)."</p><p>Sendo assim, dependendo do contexto escolar e se a atividade tenha sido escolhida para o empoderamento dos alunos da escola, podemos nos encontrar numa relação Adulto-Criança Pluralista.</p><p>Também podemos ver evidenciado no vídeo o sentimento de inclusão partilhado pelos relatos dos estudantes, algo muito característico deste tipo de relação.</p><p>"Mitra (2004) observed that high school students who were included in school-wide policy setting built stronger relationships with faculty and expressed an increased sense of school belonging compared to students who participated in peer-to-peer programming."</p><p><br></p><p>Caraterística duma Tipologia de Participação Independente:</p><p><br></p><p>Atendendo à centralidade que o aluno no processo de brainstorming no projeto como também no processo de problem solving, podemos começar a pensar a tipologia de participação neste projeto como Independente,</p><p><br></p><p>"This type of participation can by initiated by young people or adults, but it is youth who serve as the major decision makers. By making major decisions, youth can experience ownership over the agenda, become invested in outcomes and have opportunities to draw upon leadership skills (Larson et al. 2005). A common rationale for adults who initiate youth-driven participation is that youth are valuable resources capable of meaningful contributions (Camino 2000, 2005; Larson et al. 2005)."</p><p><br></p><p>Concluindo, podemos centrar este projeto e as relações da escola como uma tipologia de participação Pluralista, tendo características dos seus adjacentes, Simbólico e Independente. Para poder conseguir ter uma categorização mais rigorosa seria necessário um contexto maior sobre a realidade escolar, como também perceber os propósitos do projeto em termos de empoderamento dos estudantes.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=VkQSH1-r010" />
         <pubDate>2023-12-13 10:01:42 UTC</pubDate>
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         <title>Autismo e a adaptação da sala de aula.</title>
         <author>up202309063_</author>
         <link>https://padlet.com/up202309063_/9crymzj9wjgz42le/wish/2826344908</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste blog irei abordar um pouco sobre as necessidades adaptativas no ensino, em especial da matemática, para a garantia do princípio da inclusão. Este trabalho foi realizado através de interações com um aluno do 9º ano, desta forma será esse ano que nos iremos focar, como também através do estudo "Autismo no contexto escolar" escrito por Portolese, K. R.; 1 Ferreora, R.; 1 Sakai, F. Y.; 1 Costa, E.; 1 Torres, C. A.; 1 Paris, B. F.; 2 Carvalho, E. L. L..</p><p>O autismo é uma condição neuro comportamental complexa, que torna mais desafiador o trabalho do professor, especialmente pois o autismo afeta as capacidades de comunicação verbal.</p><p>Primeiro o desafio de garantir o direito duma criança autista ao ensino deve ser encarado não só pelo professor, mas sim por uma rede de apoio multidisciplinar que agrega a família, não só nos 'inputs' mas também que esteja disponível a reestruturar-se em prol do projeto educativo para aquela criança.</p><p>Este projeto educativo deve-se centrar no perfil individual do aluno autista, atendendo às suas competências, permitindo o desenvolvimento de auto-estima e confiança, como também na comunicação não verbal, imitação, processamento sensorial, jogo com pares e família (Lampreia (2007))</p><p>O ensino em si, deverá se adequar à forma de aprendizagem dum aluno autista, que na generalidade é lento e gradativo, como também focar em formas de transmissão de informação não verbais, especialmente visuais.</p><p>Isto é algo contrário ao que acontece dentro das salas de aulas, relatando, que a docência acaba por continuar os velhos hábitos de "dar as coisas a correr" e evitar "explicar coisas que já foram dadas", deixando o princípio da inclusão simplesmente com um facilitarismo nas tarefas e exames.</p><p>Em especial na matemática, é essencial usar um método longe do tradicional, não se focar nas palavras e nos conceitos abstratos, mas em objetos concretos, por exemplo, pode-se usar os sólidos e figuras planas e permitindo um estímulo do tato e da visão, pode-se usar ritmo e música para abordar frações e proporções, pode-se usar pedras e madeira para abordar aritmética... Também é necessário permitir o trabalho em grupos de maneira supervisionada, estimulado com uma diversidade de tarefas.</p><p>Tais alterações só serão possíveis se existir uma ponte de comunicação entre o professor e aluno. Esta ponte é extremamente necessária, especialmente num aluno autista devido às suas necessidades específicas, como por exemplo uma sala de aula sem barulho para poder se concentrar, um número reduzido de alunos na turma... Este deve ser desenvolvido através de um acompanhamento próximo, que deixe à vontade do aluno autista falar o que pensa e sente. Esta ponte de interação é também necessária para mediar de alguma forma nas relações sociais permitindo o desenvolvimento da competência social de forma acompanhada.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-12-15 12:13:34 UTC</pubDate>
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