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      <title>ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR_Atividade física e bem-estar_1 TRANS by KARINA GARCIA ALVES ZAGO</title>
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      <description>Criado com alegria</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-07 11:39:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-01-05 16:58:19 UTC</lastBuildDate>
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         <title>A influência da nutrição, da atividade física e do bem-estar em idosos </title>
         <author>hiramdeoliveira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp;A terceira idade é algo valioso demais, porém muita gente não se importa com esse fato.<br>&nbsp;A sociedade atual só pensa em padrão de beleza, ficam obcecado por isso porém,&nbsp; todos esquecem o mais importante "Como será que é viver a terceira idade?" Muitos idosos em geral relatam que não se sentem felizes com a terceira idade, a grande parte tem: Depressão, falta de motivação, pouco relacionamento social e Auto-imagem etc...<br>&nbsp;Algo que não é pra acontecer, porque envelhecer é algo natural e não algo pra ser considerado doentio e desmotivador...<br>&nbsp;"Tá, pra que eu quero saber sobre isso?"<br>&nbsp;Simples, eu e você temos a possibilidade de chegar a terceira idade e o objetivo geral que todos nós temos que fazer é verificar a relação de nutrição, fazer atividade física&nbsp; pra ter motivação ao bem-estar. Em todos os ciclos da vida a nutrição&nbsp; é&nbsp; uma grande contribuição&nbsp; para o corpo, A formação e o sustento do corpo humano. Já a atividade física&nbsp; em todas as idades, tem a importante relação com a saúde&nbsp; e prevenção de doenças, a atividade física tem vários benefícios para todas as idades!&nbsp;<br>&nbsp;Então reflitam, terceira idade é algo extraordinário para qualquer pessoa não importa a classe social, o gênero e a sexualidade, você pode ser o que for, não importa.&nbsp; Valorize, começe a se cuidar para quando chegar a sua terceira idade você não sofre por essas coisas citada aqui, se cuide mais.<br>Velhice não é doença, é uma honra para o ser humano.<br><br>Imagem: https://pin.it/2seXSXX<br>&nbsp;O texto foi baseado no artigo científico: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/81565&nbsp;<br><br>Turma: 1 Transações imobiliária&nbsp;<br>&nbsp;Grupo: Hiram, Rayssa, Isabelly e Karoliny<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-09 12:20:03 UTC</pubDate>
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         <title>Efeito da atividade física na qualidade do sono e na qualidade de vida</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karinagzago1/9bo11kd565o01kf6/wish/2259423138</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;O artigo escolhido tem o objetivo de reunir publicações que falem a respeito da influencia da atividade física na qualidade do sono. Os descritores utilizados na busca foram: exercício, qualidade de vida, sono e apneia obstrutiva do sono.&nbsp;<br>&nbsp;Uma equipe realizou&nbsp; um&nbsp; estudo&nbsp; de&nbsp; viabilidade com&nbsp; um&nbsp; grupo&nbsp; de&nbsp; 21&nbsp; pacientes&nbsp; obesos,&nbsp; adultos&nbsp; portadores&nbsp;</div><div>de SAOS índice de apneia hipopneia (IAH) de 10 a 50, com predominância&nbsp; &nbsp; do&nbsp; &nbsp; sexo&nbsp; &nbsp; feminino, sem&nbsp; &nbsp; comorbidades&nbsp;</div><div>significativas,&nbsp; e&nbsp; capazes&nbsp; de&nbsp; realizar&nbsp; exercício&nbsp; físico. Tiveram&nbsp; uma&nbsp; primeira&nbsp; entrevista&nbsp; com&nbsp; o&nbsp; nutricionista&nbsp; para discussão&nbsp; de&nbsp; sua&nbsp; atual&nbsp; dieta&nbsp; e&nbsp; um&nbsp; possível&nbsp; programa&nbsp; de dieta. Montaram um programa de exercícios de 16 semanas, que incluía: atividade aeróbica e treinamento de resistência. Sendo subdividido da seguinte maneira: da 1ª&nbsp; a&nbsp; 8ª &nbsp; semana foram realizados 3 sessões de exercício supervisionado e de 2 a 4 sessões em casa. Após &nbsp; a&nbsp; &nbsp;8ª &nbsp; semana, de &nbsp; 1&nbsp; &nbsp;a &nbsp; 3&nbsp; &nbsp;sessões &nbsp; foram supervisionadas e de 4 a 5 sessões em casa, e, a partir da 5 a sessão, foi&nbsp; incluído</div><div>o&nbsp; treinamento&nbsp; aeróbico.<br>&nbsp; &nbsp;O estudo visou avaliar distúrbios respiratórios do&nbsp; sono, o risco cardiovascular, e a função</div><div>neurocomportamental. Evidenciou-se melhorias significativas nos resultados neurocomportamentais, cardiometabólicos e o ronco &nbsp; melhorou &nbsp; na &nbsp; maioria &nbsp; dos&nbsp;</div><div>indivíduos. Os resultados deste estudo mostraram&nbsp;</div><div>significativa&nbsp; perda&nbsp; de&nbsp; peso&nbsp; e&nbsp; melhora&nbsp; clínica&nbsp; importante, mudança&nbsp; nos&nbsp; distúrbios&nbsp; respiratórios&nbsp; do&nbsp; sono&nbsp; e&nbsp; o&nbsp; IAH&nbsp; foi inferior.&nbsp; O&nbsp; estudo&nbsp; concluiu&nbsp; que&nbsp; um&nbsp; programa&nbsp; de&nbsp; dieta&nbsp; e exercício físico pode ser um benefício para pacientes obesos com apneia do sono leve a moderada.<br>&nbsp;Há&nbsp; &nbsp; evidências,&nbsp; &nbsp; embora&nbsp; &nbsp; ainda&nbsp; &nbsp; fracas, que a intervenção &nbsp; com &nbsp; atividade &nbsp; física &nbsp; melhore &nbsp; a&nbsp; &nbsp;percepção subjetiva&nbsp; e&nbsp; objetiva&nbsp; da&nbsp; qualidade&nbsp; do&nbsp; sono,&nbsp; podendo&nbsp; ser utilizada &nbsp; como &nbsp; tratamento terapêutico &nbsp; isolado &nbsp; ou &nbsp; como coadjuvante nos tratamentos dos distúrbios do sono. Faltam, porém, estudos delineados, randomizados e com a utilização de protocolos padronizados para fortalecer essas evidências.<br><br>Turma: 1° TRA<br>Grupo: Adler Sidney, Keyson da Silva, Evelyn Stein, Tiago Roseno, Julia Carvalho<br>Referência: https://archhealthinvestigation.emnuvens.com.br/ArcHI/article/view/2258/pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-11 23:42:50 UTC</pubDate>
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         <title>Música, atividade física e bem-estar psicológico em idosos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karinagzago1/9bo11kd565o01kf6/wish/2260722525</link>
         <description><![CDATA[<div>O objetivo desta pesquisa bibliográfica foi analisar a associação entre música e atividade física, no que diz respeito ao bem-estar psicológico em idosos. Afirma-se que os benefícios psicológicos da prática de atividade física são muitos e inegáveis. Os indivíduos idosos, assim como os de outras faixas etárias, experimentam alterações positivas nos estados de ânimo, na autoestima, na auto-eficácia, obtendo recursos pessoais para enfrentar as situações estressantes e desafiadoras do cotidiano.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>Qual a importância do exercício físico para os idosos?<br>&nbsp;<br>Fazer exercícios físicos tem o poder de ajudar a manter o cérebro do idoso alerta, pois assegura o pleno funcionamento das funções cognitivas. Isso pode prevenir a perda de memória, a demência e até desacelera a progressão da doença de Alzheimer.<br>&nbsp;<br>&nbsp;<br>10 fatores que destacam a importância da atividade física na vida do idoso<br>1 Envelhecer com saúde<br>2 Perigos do sedentarismo<br>3 Doenças cardiovasculares e pulmonares<br>4 Controle de hipertensão e diabetes<br>5 Melhora do fluxo sanguíneo<br>6 Melhora a densidade óssea e muscular<br>7 Melhoria no equilíbrio<br>8 Os reflexos e sentidos ficam mais apurados<br>9 Menos casos de depressão e ansiedade<br>10 Melhor humor e sono de melhor qualidade <br>A importância da atividade física na terceira idade&nbsp;<br>Um dos principais motivos para praticar a atividade física na terceira idade é a prevenção de doenças que possam surgir pelo corpo.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Isso porque, os exercícios físicos estão intimamente ligados à prevenção de uma série de doenças, todas elas afetando as pessoas na terceira idade.<br>&nbsp;<br>Por exemplo, as doenças cardiovasculares são a causa número 1 de mortes no Brasil e no mundo.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Agora, a prática de exercícios aeróbicos, que fortalecem a respiração e o sistema cardiovascular, está intimamente ligada à prevenção dessa doença.<br>&nbsp;<br>O mesmo vale para questões de peso, já que a prática de exercícios físicos ajuda no emagrecimento, o que previne outros problemas, alguns até mesmo ligados à situação cardiovascular.<br>&nbsp;<br>Além disso, não podemos esquecer de mencionar as doenças mentais e intelectuais, como o Mal de Alzheimer e a depressão.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Isso porque, a prática de exercícios físicos também ajuda a preveni-las ao soltar hormônios de prazer no corpo e ao estimular a percepção espacial, pensamento lógico e estratégico.<br><br><br>Não adianta correr 50 quilômetros, chegar em casa e se alimentar de maneira inadequada. A alimentação é um complemento para a atividade física e deve ser pensada também sob filtro da saúde.<br>Portanto, uma pessoa na terceira idade deve comer na quantidade adequada e com os nutrientes indicados para fortalecer seus músculos, garantir energia e os nutrientes básicos para um organismo mais saudável.&nbsp;<br>O Ômega 3 é particularmente recomendado para uma saúde mental mais afiada.<br><br>Trabalho Interdisciplinar<br>1° Transações imobiliárias<br>Grupo:Carlos Maique, Guilherme Gabriel, Ana Carolina, Ester Fernandes, Letícia Gomes </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-14 20:45:41 UTC</pubDate>
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         <title>ATIVIDADE FÍSICA E BEM-ESTAR NA VELHICE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karinagzago1/9bo11kd565o01kf6/wish/2260778134</link>
         <description><![CDATA[<div>Que a Atividade Física, em geral, é uma grande relevância para a saúde, nós já sabemos. Mas, com este artigo temos como objetivo a necessidade da atividade física na velhice, que traz uma variedade de benefícios aos idosos, pois além de diminuir a taxa de enfermidade, ela aumenta a capacidade de enfrentar o estresse diário e de dar mais longevidade.</div><div>Dentre as tendências de investigação estudados, utilizar dimensões bem estar subjetivo e equilíbrio entre aspirações, além de saúde objetivam o prazer de bem-estar nessa fase da vida, assim, investigando as representações sociais da atividade física na terceira idade.</div><div><br></div><div>MÉTODO</div><div><br></div><div>A pesquisa é de natureza quanti-qualitativa, de corte transversal.</div><div>O método para a coleta dos dados foi&nbsp; constituído por uma amostra de 62 sujeitos com idade igual ou superior a cinquenta anos, alunos (homens e mulheres) do projeto "Saúde e Cidadania na Terceira Idade". Nela os critérios de inclusão dos sujeitos na pesquisa foram: livre adesão e ser aluno regular do projeto por mais de um mês. Para a coleta dos dados se utilizou uma caracterização social da amostra e a técnica de Associação Livre de Palavras-TALP que é um dos testes projetivos utilizados em Psicologia Clínica e ajuda a localizar zonas de bloqueamento e de recalcamento de um indivíduo, permitindo que apareçam espontaneamente associações relativas às palavras exploradas. Após isso as palavras coletadas foram organizadas através de um processo de agrupamento por classificação e foi&nbsp; submetido à análise. Por fim,o resultado final é um gráfico com quatro quadrantes: o quadrante superior esquerdo contém palavras com frequência alta e baixa ordem de aparecimento.</div><div><br></div><div>RESULTADOS&nbsp;</div><div><br></div><div>A pesquisa social da amostra contou com 62 pessoas de ambos os sexos (93 porcento do sexo feminino) com idade média de 62 anos.</div><div>Esse são os números de idosos que praticam os respectivos esportes:</div><div>Dança - 25 idosos</div><div>Ginástica - 20 idosos&nbsp;</div><div>Hidroginástica - 22 idosos</div><div>Caminhada -14 idosos</div><div>Segundo essa pesquisa, esses idosos alegam que depois da prática de exercícios físicos, eles se sentem mais dispostos para atividades diárias e até mesmo outras atividades físicas, além de ter uma sensação de felicidade naquilo que está fazendo, o'que mostra que a atividades físicas para idosos extrapola o campo da informação do biofísico.</div><div><br>Turma: 1° Transações Imobiliárias &nbsp;<br><br>Alunos : Arthur Firmino, Manuela Costa, Emily Trames , Caio Almeida e Leonardo Primo.<br><br>Referência:&nbsp; https://www.scielosp.org/article/rsap/2009.v11n2/225-236/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 00:13:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nomes: sara, Renato miguel, lukas, Wesley e taylla</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 10:12:58 UTC</pubDate>
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         <title>Relação entre atividade física, saúde e qualidade de vida. </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karinagzago1/9bo11kd565o01kf6/wish/2261116570</link>
         <description><![CDATA[<div>Relação entre atividade física, saúde e qualidade de vida.&nbsp;<br><br></div><div><br></div><div>Qual o nosso objetivo na apresentação deste fato científico?<br><br></div><div>&nbsp;-Temos como objetivo mostrar que: sim, a atividade física como fator biologicamente comprovado, trás inúmeros benefícios à saúde. Mas esclarecer também, que quando falamos de "saúde" relacionada à "qualidade de vida", devemos focar não somente como um fato exclusivamente biológico, mas buscar entender que nem todos, por fatores sociais, culturais e econômicos, tem um acesso aberto à um estilo de vida que definimos como "saudável".&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Atividade Física &amp; Saúde&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; Os principais benefícios à saúde advindos da prática de atividade física referem-se aos aspectos antropométricos neuromusculares, metabólicos e psicológicos.<br><br></div><div>Os efeitos metabólicos apontados pelos autores, são:<br><br></div><div>o aumento do volume sistólico; o aumento da potência aeróbica; o aumento da ventilação pulmonar; a melhora do perfil lipídico; a diminuição da pressão arterial; a melhora da sensibilidade à insulina; a diminuição da frequência cardíaca em repouso e no trabalho submáximo.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Com relação aos efeitos antropométricos e neuromusculares ocorre, segundo os autores: a diminuição da gordura corporal,&nbsp;<br><br></div><div>o incremento da força e da massa muscular, da densidade óssea e da flexibilidade.<br><br></div><div>Estudos experimentais sugerem que a prática de atividades de intensidade moderada atua na redução de taxas de mortalidade e de risco desenvolvimento de doenças degenerativas como<br><br></div><div>as enfermidades cardiovasculares, hipertensão, osteoporose, diabetes, enfermidades respiratórias, dentre outras. São relatados, ainda, efeitos positivos da atividade física no processo de envelhecimento, no aumento da longevidade, no controle da obesidade e em alguns tipos de câncer.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Educação física e qualidade de vida<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>A preocupação com o conceito “qualidade de vida” concorre para que, no âmbito das Ciências Humanas e Biológicas se estabeleçam parâmetros mais amplos que a mera ausência de doenças, diminuição da mortalidade ou aumento da expectativa de vida na determinação de níveis de qualidade de vida.&nbsp;<br><br></div><div>Parâmetros subjetivos (bem-estar, felicidade, amor, prazer, inserção social, liberdade, solidariedade, espiritualidade, realização pessoal) e objetivos (satisfação das necessidades básicas e das necessidades criadas pelo grau econômico e social de determinada sociedade: alimentação, acesso à água potável, habitação, trabalho, educação, saúde e lazer) interagem dentro da cultura para constituir a noção contemporânea de qualidade de vida em determinada sociedade.<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>Educação Física e saúde<br><br></div><div>Faz pouco sentido centrar a ideia de saúde na dimensão estritamente orgânica, física ou biológica. “Saúde” não é um conceito universal, ao contrário, varia sob distintas condições sociais. Falar sobre a saúde significa perguntar sobre quem tem acesso a ela.&nbsp;<br><br></div><div>CONCLUSÃO&nbsp;<br><br></div><div>“Saúde” não pode ser tratada como uma variável exclusivamente biológica. Elementos sociais, políticos, culturais e econômicos estão envolvidos na discussão sobre este assunto e, obrigatoriamente, devem ser considerados se o objetivo for compreender a questão de maneira mais aprofundada.<br><br></div><div><br></div><div>Referência:https://extensao.cecierj.edu.br/material_didatico/sau2201/aula08_TC01.pdf<br><br></div><div>Alunos: Maria Eduarda Nunes, Jheny kelly, Pedro Henrique Aragão, Eduardo Pedroza, Lucas Galavotti.<br><br></div><div>Turma: 1° Transações Imobiliárias<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 10:42:56 UTC</pubDate>
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         <title>Saúde Mental dos Adolescentes </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/karinagzago1/9bo11kd565o01kf6/wish/2261471464</link>
         <description><![CDATA[<div>A adolescência (10 a 19 anos) é um momento único, que molda as pessoas para a vida adulta. Enquanto a maioria dos adolescentes tem uma boa saúde mental, múltiplas mudanças físicas, emocionais e sociais, incluindo a exposição à pobreza, abuso ou violência, podem tornar os adolescentes vulneráveis a condições de saúde mental. Promover o bem-estar psicológico e protegê-los de experiências adversas e fatores de risco que possam afetar seu potencial de prosperar não são apenas fundamentais para seu bem-estar, mas também para sua saúde física e mental na vida adulta.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>Principais Fatos:</strong></div><div>Uma em cada seis pessoas tem de 10 a 19 anos de idade;</div><div>As condições de saúde mental são responsáveis por 16% da carga global de doenças e lesões em pessoas com essa idade;</div><div>Metade de todas as condições de saúde mental começam aos 14 anos de idade, mas a maioria dos casos não é detectada nem tratada;</div><div>Em todo o mundo, a depressão é uma das principais causas de doença e incapacidade entre adolescentes;</div><div>O suicídio é a terceira principal causa da morte entre adolescentes de 15 a 19 anos;</div><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>Determinantes da Saúde Mental&nbsp;<br></strong><br></div><div>A adolescência é um período crucial para o desenvolvimento e manutenção de hábitos sociais e emocionais importantes para o bem-estar mental. Estes incluem: a adoção de padrões de sono saudável, exercícios regulares, desenvolvimento de enfrentamento, resolução de problemas e habilidades interpessoais, e aprender a administrar emoções. Ambientes de apoio na família, na escola e na comunidade em geral também são importantes.&nbsp;<br><br></div><div>Múltiplos fatores determinam a saúde mental de um adolescente. Quanto mais exposto aos fatores de risco, maior o potencial impacto na saúde mental de adolescentes. Entre os fatores que contribuem para o estresse durante esse momento da vida, estão o desejo de uma maior anatomia, pressão para se conformar com pares, exploração da identidade sexual e maior acesso e uso de tecnologias.&nbsp;<br><br></div><div>A influência da mídia e as normas de gênero podem exacerbar a disparidade entre a realidade vivida por um adolescente e suas percepções ou aspirações para o futuro. Outros determinantes importantes para a saúde mental dos adolescentes são a qualidade de vida em casa e suas relações com seus pares. Violência (incluindo pais severos e bullying) e problemas socioeconômicos são reconhecidos riscos à saúde mental. Crianças e adolescentes são especialmente vulneráveis à violência sexual, que tem uma associação clara com a saúde mental prejudicada.<br><br></div><div>Alguns adolescentes estão em maior risco de problemas de saúde mental devido às suas condições de vida, estigma, discriminação ou exclusão, além de falta de acesso a serviços e apoio de qualidade. Estes incluem adolescentes que vivem em ambientes frágeis e com crises humanitárias; adolescentes com doenças crônicas, transtorno do espectro autista, incapacidade intelectual ou outra condição neurológica; adolescentes grávidas, pais adolescentes ou aqueles em casamentos precoces e/ou forçados; órfãos; e adolescentes que fazem parte de minorias étnicas ou sexuais ou outros grupos discriminados.<br><br></div><div>Os adolescentes com condições de saúde mental são, por sua vez, particularmente vulneráveis à exclusão social, discriminação, estigma (afetando a prontidão para procurar ajuda), dificuldades no aprendizado, comportamentos de risco, problemas de saúde física e violações dos direitos humanos.&nbsp;<br><br></div><div><strong>Promoção e Prevenção<br></strong><br></div><div>Intervenções para promover a saúde mental dos adolescentes visam fortalecer os fatores de proteção e melhorar as alternativas aos comportamentos de risco. A promoção da saúde mental e do bem-estar ajuda esse grupo a construir resiliência para que possam lidar bem com situações difíceis ou adversidades. Programas de promoção da saúde mental para todos os adolescentes e programas de prevenção em riscos dessas condições exigem uma abordagem acima do nível com plataformas de distribuição variadas – por exemplo, mídias digitais, ambientes de saúde ou assistente social, escolas ou comunidade.&nbsp;<br><br></div><div>Exemplos de atividades de promoção e prevenção:<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Intervenções psicológicas individuais online, em grupo ou autoguiadas;&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Intervenções focadas na família, como tratamento de habilidades do cuidador, incluindo intervenções que abordam as necessidades dos cuidadores;</div><div>&nbsp;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Intervenções na escola como:&nbsp;<br><br></div><div>- Mudanças organizacionais para um ambiente psicológico seguro e positivo;<br><br></div><div>- Ensino sobre saúde mental e habilidades para a vida;<br><br></div><div>- Treinamento de pessoal para detecção e manejo básico do risco de suicídio; e&nbsp;<br><br></div><div>- Programas escolares de prevenção para adolescentes vulneráveis a condições de saúde mental&nbsp;<br><br></div><ul><li>Intervenções baseadas na comunidade, como liderança de pares ou programas de orientação;</li><li>Programas de prevenção dirigidos a adolescentes em situação de vulnerabilidade, como aqueles afetados por ambientes humanitários frágeis e grupos minoritários ou discriminados;</li><li>Programas para prevenir e administrar os efeitos da violência sexual em adolescentes;</li><li>Programas multissetoriais de prevenção ao suicídio;</li><li>Intervenções multiníveis para prevenir o abuso de álcool e substâncias;</li><li>Educação sexual integral para ajudar a prevenir comportamentos sexuais de risco; e</li><li>Programas de prevenção à saúde.</li></ul><div><strong>Detecção Precoce e Tratamento<br></strong><br></div><div>É crucial atender às necessidades de adolescentes com condições de saúde mental definidas. Evitar a institucionalização e a medicalização excessiva, priorizar abordagens não farmacológicas e respeitar os direitos das crianças, de acordo com a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança e outros instrumentos de direitos humanos, são fundamentais para os adolescentes.<br><br></div><div>Intervenções para adolescentes devem considerar:&nbsp;<br><br></div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A importância da detecção precoce e fornecimento de intervenções baseadas em evidências para transtornos mentais e uso de substâncias. O programa de saúde mental da OMS – Mental Health gap Action Programme (mhGAP) – fornece diretrizes baseadas em evidências para não especialistas, permitindo que identifiquem e apoiem melhor as condições de saúde mental prioritárias em ambientes com poucos recursos;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Intervenções diagnósticas – aquelas, por exemplo, que visam múltiplos problemas de saúde mental;</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Serviços prestados por equipe supervisionada e treinada para o manejo de necessidades específicas de adolescentes;&nbsp;<br><br></div><ul><li>Engajar e capacitar cuidadores, quando apropriado, e explorar as preferências dos adolescentes.</li><li>Métodos de autoajuda, incluindo intervenções eletrônicas de saúde mental. Devido ao estigma ou à viabilidade de acesso aos serviços, a auto-ajuda não guiada pode ser adequada para adolescentes.</li><li>A medicação psicotrópica deve ser usada com grande cautela e só deve ser oferecida a adolescentes com condições de saúde mental moderada a grave, quando as intervenções psicossociais se mostrarem ineficazes e quando clinicamente indicado e com consentimento informado. Os tratamentos devem ser realizados sob a supervisão de um especialista e com acompanhamento clínico rigoroso de potenciais efeitos adversos.</li></ul><div>&nbsp;<br><br></div><div><strong>IMPACTO DA PANDEMIA<br></strong><br></div><div>Crianças, adolescentes e jovens poderão sentir o impacto da covid-19 em sua saúde mental e bem-estar por muitos anos, a UNICEF alertou que o principal relatório da organização está focado em saúde mental de crianças, adolescentes e cuidadores do século 21. Segundo as estimativas disponíveis, calcula-se que, globalmente, mais de um a cada sete meninos e meninas com a idade entre 10 e 19 anos viva com algum transtorno mental diagnosticado. Quase 46 mil adolescentes morrem por suicídio a cada ano, uma das cinco principais causas de morte nessa faixa etária. Enquanto isso, persistem grandes lacunas entre as necessidades de saúde mental e financiamento de políticas voltadas a essa área. O relatório constata que apenas cerca de 2% dos orçamentos governamentais de saúde são alocados para gastos com saúde mental em todo o mundo.&nbsp;<br><br></div><div>Enquanto a covid-19 está perto de chegar ao seu terceiro ano, o impacto sobre a saúde mental e o bem-estar de crianças e jovens continua pesando muito. Segundo os últimos dados disponíveis da UNICEF, globalmente, pelo menos uma a cada sete crianças foi diretamente afetada por <em>lockdowns</em>, enquanto mais de 1,6 bilhões de crianças sofreram alguma perda relacionada a educação.<br><br></div><div>Transtornos mentais diagnosticados – incluindo transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ansiedade, autismo, transtorno bipolar, transtorno de conduta, depressão transtornos alimentares, deficiência intelectual e esquizofrenia – podem prejudicar significativamente a saúde, a educação, as conquistas e a capacidade financeira de crianças, adolescentes e jovens no futuro.&nbsp;<br><br></div><div>O relatório observa que uma mistura de fatores genéticos, de experiências e ambientais desde os primeiros dias, incluindo parentalidade, escolaridade e qualidade dos relacionamentos, exposição a violência ou abuso, discriminação, pobreza, crises humanitárias e emergências de saúde, como a covid-19, molda e afeta a saúde mental das crianças ao longo da vida.<br><br></div><div>O relatório Situação Mundial da Infância 2021 pede que governos e parceiros dos setores público e privado se comprometam, comuniquem e ajam para promover a saúde mental de todas as crianças, todos os adolescentes e cuidadores, proteger os que precisam de ajuda e cuidar dos mais vulneráveis.<br><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div><strong>No Brasil, o Pode Falar ajuda adolescentes e jovens&nbsp;<br></strong><br></div><div>O Brasil foi um dos 21 países que participou da pesquisa conduzida pelo UNICEF e o Gallup – que tem uma prévia apresentada neste relatório Situação Mundial da Infância 2021. Os dados mostram que 22% dos adolescentes e jovens de 15 a 24 anos brasileiros entrevistados disse que, muitas vezes, se sente deprimido ou tem pouco interesse em fazer coisas.&nbsp;<br><br></div><div>Para contribuir com a mudança de cenário, o UNICEF lançou, no Brasil, o Pode Falar. Trata-se de um canal de ajuda virtual em saúde mental e bem-estar para adolescentes e jovens de 13 a 24 anos. O Pode Falar foi criado em parceria com diversas organizações da sociedade civil e empresas com expertise na área, e funciona de forma anônima e gratuita por meio de um <em>chatbot</em> que pode ser acessado no site <a href="http://www.podefalar.org.br/">podefalar.org.br</a>.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-08-15 18:18:38 UTC</pubDate>
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