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      <title>Registros - Oficina de Jogos e Brincadeiras  by Isabela Ferraz</title>
      <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs</link>
      <description>Ana Tatit - 6MPED</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-08-12 13:25:34 UTC</pubDate>
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         <title>Aline Seelig</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Objetos fora de contexto</div><div><br><br></div><div>Participantes: O grupo todo</div><div>Idade: vivência com alunos do quinto ano (10/11 anos)</div><div><br></div><div>Como jogar:</div><div><br></div><div>Num cenário pré-determinado (como uma estante de livros, ou um local com outros objetos já existentes, um atelier, escritório, ou até um banheiro, lavanderia se for no contexto virtual) um participante acrescenta (ou esconde naquele espaço) um objeto que não pertence àquele ambiente. (como esconder/acrescentar um cabide numa estante de livros, ou uma escova num espaço que é um atelier de pintura).</div><div>O grupo deverá adivinhar o que foi acrescentado/escondido.</div><div>Após a descoberta, outro participante pega a vez (ou aquele que acertou).</div><div><br><br></div><div>Mudando o cenário</div><div><br></div><div>Participantes: O grupo todo</div><div>Idade: vivência com alunos do quinto ano (10/11 anos)</div><div><br></div><div>Como jogar:</div><div><br></div><div>Num cenário pré-determinado (como uma estante de livros, ou um local com outros objetos já existentes) um participante mostra o ambiente para o grupo, dando um tempo para todos poderem observar o que pertence àquele espaço. Na sequência, o participante retira ou modifica algo naquele lugar. O grupo deve adivinhar o que foi modificado.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-12 14:45:49 UTC</pubDate>
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         <title>Eglaê Dal Ré e Talita Barcellos</title>
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         <description><![CDATA[<div>- Instagram Ana Tatit: @anatatit</div><div>- Livro Ana Tatit e Patricia Penido: "Brincadeiras para tirar o bumbum da carteira" – Editora Melhoramentos</div><div>- Lives Rede Pedagógica – “A BNCC das Brincadeiras” – Ana Tatit</div><div>&nbsp;</div><div><strong>“El chucho (graveto) escondido” (Cuba)</strong></div><div>Uma criança esconde o graveto (objeto) e os outros procuram. Quando as crianças estão longe do objeto escondido, quem escondeu fala frio e quando estiverem perto fala “caliente”. Quem encontrar o graveto esconde na próxima vez.</div><div>&nbsp;</div><div><strong>“Quem sou eu?”</strong></div><div>Cola na testa uma etiqueta com o nome ou desenho (em caso de crianças menores) de uma pessoa conhecida por todos, personagem, animal, objeto, etc. Essa pessoa faz perguntas tentando adivinhar quem/o que é. Quem responde só pode falar sim ou não.</div><div>Combinar quantas chances a pessoa terá para adivinhar para não ficar chutando toda hora.</div><div>Outra opção é todo mundo ter uma etiqueta colada para brincar com a sala toda e todos respondem.</div><div>&nbsp;</div><div>Brincadeira não pode ser monótona, capacidade da criança armazenar informações.</div><div>&nbsp;</div><div>Trabalho/Avaliação: Pesquisar brincadeiras de outros países (trabalho a ser realizado em trio). Exemplos de brincadeiras: Corre Cotia, Vampiro Vampirão.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-13 13:29:49 UTC</pubDate>
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         <title>Lara Sabbatini e Isabela Ferraz</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Variações do El chucho:</div><div><br></div><div><strong>Objeto à vista</strong></div><div>Enquanto você esconde um objeto (não tão escondido, deixe ele à vista), as crianças ficam de costas ou sem olhar o que você está fazendo. Depois, conte para as crianças o que você escondeu. As crianças saem para procurar e quando acham, elas não devem gritar, mas sim, sentar no chão ou na cadeira.</div><div>A crianças que ficarem por último, você pode dar dicas, ou falar se está quente ou frio. </div><div><br></div><div><strong>O mistério do objeto </strong></div><div>Escolha objetos diversificados, o número vai variar de acordo com a quantidade de crianças (para 12 crianças foram usados 8 objetos), e peça para que elas os observem. Após a observação, as crianças devem fechar os olhos ou virar de costas, neste momento você  retira um objeto. Ao retornarem para a roda ou abrir os olhos, elas devem identificar o objeto que está faltando. Tire um por rodada, e mude os objetos de lugar. </div><div>(Brincadeira feita com crianças de 5 anos.)<br><br></div><div><em>Outra opção é:</em></div><div>Faça uma roda com as crianças, e peça para que elas se observem, duas crianças devem trocar de lugar e as outras precisam contar qual mudança ocorreu.</div><div><br></div><div><em>OUTRAS BRINCADEIRAS:</em></div><div><br></div><div><strong>Eu vejo com os meus olhinhos</strong></div><div>Escolha um objeto que todas as crianças possam ver, e comece a descrevê-lo. “Eu olho/vejo com os meus olhinhos um objeto vermelho”. E assim, as crianças vão ter de localizá-lo, tentando adivinhar qual foi o escolhido. </div><div><br></div><div>Para as crianças que já estão alfabetizadas, você pode usar as letras a fim de que encontrem os objetos a partir do nome deles. Por exemplo: “Eu olhos com meus olhinho um objeto que começa com a letra A”</div><div><br><br><br></div><div><strong>De costas para a imagem</strong></div><div>Duas crianças, uma de costas para a outra. Uma delas escolhe uma figura/objeto que deverá descrever rigorosamente os detalhes, enquanto a descrição acontece, a outra criança da dupla vai desenhar o que ela está ouvindo. </div><div><br><br></div><div><strong>Boca de forno</strong><em> (tem vídeo no instagram @anatatit)</em></div><div>Primeiro escolhe-se o mestre, que é quem vai dar “tarefas”, pedindo um objeto, e as outras pessoas devem correr para realizar essas tarefas e achar os objetos pedidos.</div><div>O mestre diz: “Boca de forno”</div><div>E as outras respondem: “Forno”</div><div>O mestre diz: “Faz tudo o que seu mestre mandar?”</div><div>As outras crianças dizem:”Faremos!”</div><div>O mestre pergunta: “E se não fizer?”</div><div>As crianças respondem: “Ganharemos um bolo bem recheado.”</div><div>E o mestre pede para os outros participantes acharem um objeto.</div><div>Quem não achar o objeto pedido, leva um bolo na mão, pode ter intensidade fraca, médio ou forte, e o primeiro a achar o objeto pode escolher quantos bolos a pessoa que não achou ou chegou por último, vai levar. O bolo pode ser dado de brincadeira.</div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-14 12:13:59 UTC</pubDate>
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         <title>Fabíola (Bidu) </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>O vídeo da Adriana Klysis é muito refrescante, por falar desse imaginar, brincar, de como nos seres humanos criamos e imaginamos nossas invenções antes na forma do brincar, a criatividade está no nosso âmbito do brincar, somos seres invetivos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-19 13:10:48 UTC</pubDate>
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         <title>Barbara da Mata e Lucia Razera    </title>
         <author>isabelacarvalho_ferraz</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/699727938</link>
         <description><![CDATA[<div> <br>vídeo  - Adriana Klisys      <br> - Por que paramos de brincar?        A importância de brinquedos de largo alcance/não estruturados: brinquedos/materiais que dão liberdade para as crianças criarem e transformarem (ex. lego)            Trazer pessoas de fora da escola (ex.fotógrafos, palhaços, cineastas…); pessoas REAIS, sem formação acadêmica, porém com outros conhecimentos. A partir dos anos iniciais do fundamental as crianças já começam a ser privadas da brincadeira e do lúdico, e logo são preparadas para o mercado de trabalho.   <br>Negócio = negação do ócio“Não há cientista que não seja lúdico".        “Prefiro o impreciso que me embala ao certo que me basta. <br>“Navegar é preciso, viver não é preciso”. <br>Frases de Fernando Pessoa.            O que é o impreciso? <br>Autoria, originalidade da criança, brincadeiras muitas vezes planejadas que são mudadas no caminho por conta da dinamicidade dos materiais.<br> A arte nos leva ao desconhecido por um campo magnético que nos convida aos diferentes caminhos.“   "O adulto é sim um ser brincante. Podemos trazer o lúdico para tarefas diárias. podemos viajar pra planetas e se comunicar com outros seres. também temos a potência de imaginação. <br>primeiro imaginamos e depois  comunicamos com o outro.<br>”Giulia Spina                            <br>    O ambiente precisa de adaptabilidade dos materiais para se tornar mais rico, mais acessível. “A criança é um ser inaugural.<br> O olhar da criança é inaugural.       “Qual é o repertório que temos dentro de nós para trazermos a tona o lúdico, o ser criante? <br>Temos que encontrar dentro de nós mesmos. ”BRINCADEIRA cara a cara- alguém escolhe uma pessoa e as outras pessoas fazem perguntas para tentar adivinhar quem a pessoa escolheu a partir de características físicas. <br>Por exemplo: “essa pessoa usa óculos?”, se a resposta for sim, todas as pessoas que não usam óculos apagam a tela. “Essa pessoa tem cabelo escuro?” se a resposta for não, todas as pessoas de cabelo escuro saem do jogo. As perguntas são feitas até adivinharem quem é a pessoa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-26 13:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>Carolina Nanni e Jamile</title>
         <author>cmgnanni</author>
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         <description><![CDATA[<div>Iniciamos a aula cantando/brincando "Os cavalos a trotar":<br><br>Quando se quer o frio espantar, põe-se os cavalos todos a trotar.<br>Uma mão, a outra<br>Um pé, o outro (repete-se e amplia-se os movimentos)<br><br>Em seguida lemos um trecho do livro "As cem linguagens da criança", de Loris Malaguzzi e discutimos sobre o mesmo.<br><br>Trecho destacado:<br>"A criança é feita de múltiplos pensamentos e maneiras de brincar, falar e escutar, mas a escola e a cultura lhe separam a cabeça do corpo e roubam quase toda essa variedade"<br><br>O pensamento das crianças e as linguagens utilizadas por elas são valorizadas em Reggio Emilia, portanto os espaços são pensados em decorrência desta variedade. Todos são educadores, não só os professores e estão envolvidos na educação dos pequenos. A família, os funcionários das escolas e a comunidade se envolvem no projeto.<br><br>Ao final da aula discutimos que o modelo de Reggio Emilia deveria servir como inspiração, mesmo sabendo que vivemos em uma sociedade diferente de lá.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-26 13:51:38 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo brincadeira &quot;Os Cavalos a Trotar&quot;</title>
         <author>JamilleMascarenhas</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/700058407</link>
         <description><![CDATA[<div>https://drive.google.com/file/d/17ZAItUUmrXKRvaW-bmeVzNoIMm5AEvT6/view?usp=sharing</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-08-26 14:55:25 UTC</pubDate>
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         <title>5MPED</title>
         <author>karlaborg</author>
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         <description><![CDATA[<div>Debora K. Strum e Karla Borges</div><h1>- <strong>Texto</strong>:</h1><h1>· Adrianna Friedmann, educadora da Infância e antropóloga: “As camadas mais profundas do brincar”</h1><div><strong>Vídeo</strong>:</div><h1>· Adriana Klisys, psicóloga e brincante: “Por que paramos de brincar?” disponível em: <a href="https://blog.brinquebook.com.br/papo-brinque-book/smb-2018-as-camadas-mais-profundas-do-brincar-por-adriana-friedmann/">https://blog.brinquebook.com.br/papo-brinque-book/smb-2018-as-camadas-mais-profundas-do-brincar-por-adriana-friedmann/</a></h1><h1>- <strong>Indicação de livro</strong>: <br>· “Chuva de manga” – autor James Rumford, Editora Brinque-Book<br>· “Escola de chuva” – autor James Rumford, Editora Brinque-Book</h1><h1><strong>Conversas</strong>:</h1><div>· Tudo pode ser lúdico, até escrever uma tese, por exemplo;</div><div>· Versatilidade dos brinquedos;</div><div>· O principal da brincadeira está na criança e não no brinquedo;</div><div>· Movimento é coragem;</div><div>· Olhar inaugural da criança;</div><div>· Brincar por brincar; </div><div>· Brincar com as ideias;</div><div>· “Por que não?” – na brincadeira tudo pode, várias possibilidades, a gente se limita quando cresce, as coisas podem ser prazerosas;</div><div>· As brincadeiras e os materiais da infancia podem influenciar na vida adulta, na escolha da profissão – exemplo: os materiais utilizados nos projetos arquitetônicos geralmente tem ligação com os materiais que, quando criança, eles brincavam;</div><div>· Qualquer trabalho pode e deve ser lúdico ;</div><div>· Criar outras coisas é mais prazeroso do que ficar repetindo;</div><div>· Geralmente se acredita que só as pessoas ligadas a artes é criativo, mas não é assim só precisa acreditar na criatividade de cada um, o cientista é altamente criativo. A foto de Einstein mais famosa é a dele com a língua para fora;</div><div>· Brincar com o próprio fazer;</div><div>· Nas empresas não basta apenas ter um espaço lúdico, é necessário que as relações interpessoais também sejam. As pessoas que brincam são mais versáteis;</div><div>· Leontiev (russo): sucatas são brinquedos de largo alcance, possibilidades de mobilizar as mais variadas ações, diversos significados;</div><div>· Escolas presas aos currículos  – grade curricular;</div><div>· Movimento – coragem para ir onde queremos ir, sonho;</div><div>·A Dani lembrou na infância dela, quando transformava uma garrafa pet em uma boneca, com vestido e tudo mais, também falou sobre como era a brincadeira de cabeleleiro onde a palha do milho era o cabelo, quando os irmãos construiam carrinhos com lata de óleo;</div><div>· Indicação do filme “Território do brincar” da Renata Mereilles;</div><div>· Embalar – o outro nos convida, desde cedo, a brincar;</div><div>· A Selma lembrou do pai fazendo brinquedos com lata de sardinha, ele tinha o cuidado de fazer os brinquedos para os filhos;</div><div>· A passagem da Educação Infantil para a Educação Fundamental é muito radical, de um ano para o outro a criança não brinca mais, tem que sentar na carteira – a transição deve ser mais suave;</div><div>· Proposta: interromper as aulas para brincar, não tem que estar vinculado a um objeto de conhecimento especifico a não ser brincar por brincar;</div><div>· A grade curricular – é o professor que pode mudar isso, trabalhar essa transição para a criança;</div><div>· Olhar com muito carinho;</div><div>· O adolescente também gosta de brincar, brincadeiras de desafios, de perigo;</div><div>· Não é negar as coisas ruins da vida mas ser uma pessoa lúdica.<br><strong>Brincadeira no Zoom</strong>: <strong>Cara a Cara</strong></div><div>· Com as pessoas da aula: – Todos começam com as câmeras ligadas. Uma pessoa da sala escolhe secretamente alguém que está na aula e outra pessoa terá que adivinhar quem é. Quem for adivinhar vai fazendo perguntas sobre as características das pessoas da sala. Quem escolheu só pode responder ‘sim’ ou ‘não’. Para cada resposta, quem estiver tentando adivinhar vai dizendo quem deve fechar sua câmera, até sobrar apenas uma, que deve ser a que foi selecionada.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 11:35:20 UTC</pubDate>
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         <title>Laura Pedroso e Talita Santos</title>
         <author>laurapedroso</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/731352079</link>
         <description><![CDATA[<div>Brincadeiras fora da sala, uso dos espaços da escola durante as atividades</div><div><br></div><div>Aula África</div><div>- Palavras que Cristal coloca que devem ser evitadas por serem racistas.</div><div>“Criado mudo”, trocar por “mesa de cabeceira”.</div><div>“Claro”, como se o escuro fosse algo ruim.</div><div><br></div><div>Respeitar a história, conscientizar as pessoas e mudar o vocabulário, desconstruir.</div><div><br></div><div>A naturalização do uso dessas palavras é por consequência de uma repetição, passada pelas gerações. </div><div>Desconstrução de culturas a partir dos europeus, até hoje quando a história é contada  a partir de uma única visão. Descolonizar totalmente é impossível porque a cultura permanece ao longo dos anos, mas há uma mudança significativa. É necessário pensar esse decolonizar, para um resgate de culturas.</div><div><br></div><div>Frase Emicida  “No fim do túnel quando bate a luz todo mundo é escuro.”</div><div><br></div><div>Indicações <br>Marcos, A utilidade do inútil: Um manifesto, de Nuccio Ordine.<br>Tatit, A Escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir (Rubem Alves)</div><div><br><br></div><div>Conversa sobre planejamento do semestre, que será postado no Moodle.</div><div><br></div><div>Texto Rubem Alves A Caixa de Ferramentas <a href="https://revistaensinosuperior.com.br/a-caixa-de-ferramentas/">link</a> e A Caixa de Brinquedos <a href="https://www1.folha.uol.com.br/folha/sinapse/ult1063u877.shtml">Link<br><br></a><br></div><div>Rubem Alves - leitura de trechos do texto. </div><div><br></div><div>Educação para o cotidiano, para a vida prática. Estamos na época da utilidade, tudo precisa ter uma entrega, um produto final. Ao invés de apenas deixar a criatividade emergir, como uma subjetividade. A criatividade é permanente, sem a necessidade de uma entrega concreta. </div><div>O importante mesmo são as experiências, elas que ficam. </div><div>O vazio ele não tem espaço, é uma contraprodutividade, o estudante precisa estar sempre fazendo algo, mas na verdade é necessário cultivar o vazio, pois é dele que surge a criatividade.</div><div>A brincadeira, assim como a arte, nós mergulhamos no “inútil”. Não tem uma utilidade </div><div>Quando não estamos bem resolvidos com nossa criança interior, nó não passamos esse controle para as crianças de respeitar o efêmero. As chances de estarmos prendendo ao invés de libertando são bem grandes.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-09 14:45:10 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo em PDF do que foi feito na aula</title>
         <author>fernanda_feijo</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/750970244</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 09:30:55 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara Matos e Marina</title>
         <author>bcristinamatos</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/751881873</link>
         <description><![CDATA[<div>- Apresentação do plano de aula<br><br>- Leitura da entrevista com a psicóloga educadora Adriana Klisys para o site “Brincadequê”. <br>Trecho destacado:<br><em>"Quando uma criança convida seus pais a brincar está oferecendo sua vitalidade no sentido mais amplo da palavra. Por isso, eu completaria a pergunta, indagando: – Qual é o papel dos filhos no desenvolvimento das práticas lúdicas dos pais e familiares? <br>E arrisco a dizer que é um privilégio permitir-se entusiasmar-se com as descobertas das crianças para reaprender a brincar, atualizar a própria cultura lúdica e revigorar sua própria vida. [...] Por isso, o convite muito sábio da criança de brincar de ver o mundo com olhar inaugural!"</em><br><br>- Navegar pelo site: http://www.brincadique.com.br/<br><br>- Acervo de brincadeira feito pela Adriana Klisys para o projeto Caleidosópio: <br>https://www.caleido.com.br/uploads/2/2/8/0/2280950/13_jogos_de_tabuleiro_do_mundo.pdf<br><br>https://www.caleido.com.br/uploads/2/2/8/0/2280950/jogos_cooperativos_de_tabuleiro.pdf<br><br>- Indicação de livro feita pela Dodó: São Chiquinho ou o rio quando menino, João Bosco Bezerra Bonfim (editora Biruta)<br><br>- Indicação da Tatit : Território do Brincar | Renata Meirelles | TEDxSaoPaulo - https://www.youtube.com/watch?v=nWbcLVzmj7E<br><br>- Brindadeira: De quem é essa história?<br>A sala foi dividida em grupos de 5 pessoas. Nos grupos foi discutidas histórias infantis marcantes de cada um. O grupo escolheu uma história que foi contada no grupo grande pelos 5 integrantes e a sala precisou descobrir de quem era a história.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-16 14:58:31 UTC</pubDate>
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         <title>AULA 06 - 16/09</title>
         <author>moniquevaiano</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/762454910</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Gabriela Duarte e Monique Vaiano</strong><br><br>- Plano de ensino <br><br>- Indicação Tatit: http://www.brincadique.com.br<br><br>Primeira parte: Leitura e comentário de um trecho da entrevista com a Educadora Adriana Klisys<br><br>Pergunta destacada pela professora Ana Tatit: Qual é o papel dos FILHOS no desenvolvimento das práticas lúdicas dos pais e familiares? <br><br>Palavra NEGÓCIO - ÓCIO<br>Negação do ócio <br><br><em>"O “negócio” está cada vez mais ocupando o lugar do ócio. O negócio como negação do ócio é algo preocupante numa sociedade fortemente voltada ao consumo e menos às questões centrais para a brincadeira: o tempo livre, o espaço para criação, imaginação e interação sem a exigência do que se vai produzir, fruto da convivência em grupo."<br></em><br>Segunda parte: Brincadeiras - Como se brincam?<br><br><strong>Brincadeira em aula</strong>: de quem é esta história?<br><br>Cada grupo compartilhava uma história marcando da infância e depois com a sala inteira o grupo contava como se todos tivessem vivenciado a história e assim a sala deveria adivinhar de quem pertencia realmente a marcante história. <br><br><strong>Para próxima aula dia 23/09: </strong>Leitura Adriana Klisys e BNCC </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-20 22:20:22 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeiras Africanas</title>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Registro: Marcos Bezerra Silva Lopes e Isadora Kalil Godoi</strong><br><br></div><div>“O brincar em qualquer tempo não é trivial, é altamente sério e de profunda significação.” - Friederich Fröebel<br><br></div><div> <br><br></div><div>Fröebel é o idealizador do conceito de Jardim de Infância. É pioneiro em pensar a criança como um ser de grande potencial e que precisa de cuidado para que todo seu potencial se desenvolva. Usa como metáfora a criança como uma semente. Seu pensamento serviu à fundamentação de práticas e teorias pedagógicas como Vygotsky, Piaget, Reggio Emilia, Montessori, Escola da Ponte...<br><br></div><div> <br><br></div><div>Lemos trechos da introdução do livro “Brincadeiras para tirar o bumbum da carteira”. Fala-se em “Brincadeiras brincadas no Brasil” em vez de “brincadeiras do Brasil”, pois sabe-se que as brincadeiras têm origens desconhecidas e são brincadas em várias partes do mundo.<br><br></div><div>Brincar as brincadeiras que outras crianças, de outros cantos do mundo, brincam possibilita o exercício da alteridade (alter=outro), além de cultivar interesse e apreço por outros povos e culturas. <br><br></div><div>A brincadeira por si só basta, no sentido que vários conteúdos já são trabalhados nela. Nas brincadeiras de hoje, brincadeiras africanas, podemos mostrar o mapa do continente para as crianças, se elas forem mais velhas.<br><br></div><div>Vimos o exemplo das crianças sírias e brasileiras que trocaram brincadeiras apesar de falarem línguas diferentes. A criança aprende brincando, aprende pelo corpo e aprende pela experiência. A brincadeira é uma forma de se comunicar.<br><br></div><div><strong>Brincadeiras:<br></strong><br></div><div><strong>Meu querido bebê (Nigéria)<br></strong><br></div><div>Fazemos uma roda com um papel grande no meio. Escolhemos duas pessoas: uma irá sair d sala (ou ficar no canto de olhos fechados) e a outra deitará no papel e terá seu contorno desenhado por alguém da turma. Após isso, a pessoa que estava fora deve adivinhar, tendo como referência a silhueta, quem foi a criança desenhada. Caso fique difícil demais, as outras crianças podem, aos poucos, acrescentar detalhes e acessórios no desenho para dar dicas.<br><br></div><div>Fizemos essa brincadeira pelo Zoom. Primeiro, escolhemos uma pessoa para observar e desenhar apenas seu contorno. Depois, alguém se candidatou para sair temporariamente enquanto escolhíamos algum desenho da turma para que essa pessoa adivinhasse quem era o modelo. <br><br></div><div>Possíveis desdobramentos da brincadeira:<br><br></div><div>- usar os desenhos para fazer chamada, como identificação;<br><br></div><div>- trabalhar habilidades de identificação e categorização (cores, comprimentos, formatos, etc.);<br><br></div><div>- fazer projetos de artes visuais;<br><br></div><div>- a criança personalizar a própria figura;<br><br></div><div>- desenhar órgãos internos e discutir sobre o corpo.<br><br></div><div><strong> <br></strong><br></div><div><strong>Brincadeira 2: Fogo na Montanha (Tanzânia)<br></strong><br></div><div>As crianças se organizam em uma fileira, uma ao lado da outra, todas de costas para uma outra criança que será quem dará os comandos. Quando essa criança escolhida diz “fogo na montanha”, todas as crianças dizem FOGO e dão um pulo. Quando ela diz fogo em outra coisa, as crianças dizem apenas fogo, mas sem pular. Um terceiro comando diz respeito a uma palavra previamente combinada. Quando a criança que dá os comandos fala “fogo em _____” (sendo esse espaço a palavra combinada), todos falam fogo! e pulam virando-se de frente para a criança que fala os comandos e logo depois retornando a ficar de costas.<br><br></div><div>Observações: <br><br></div><div>- explique a brincadeira e faça-a logo, acredite que aprenderemos melhor brincando.<br><br></div><div>- não é necessário enquanto se aprende a brincadeira brincar para valer logo, podemos ficar brincando sem tirar ninguém da brincadeira (especialmente se as crianças forem pequenas)<br><br></div><div>- caso o grupo opte por começar a brincar tirando quem erra, quem saiu deve ter funções para continuar participando. Pode ficar ajudando a ver quem errou, tomando o lugar de comando, etc.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Brincadeira 3: Papa, Popó, Baryshnikov<br><br></div><div>Uma pessoa dará os comandos ao grupo. Quando ela falar papa, popó ou baryshnikov, deve-se fazer os gestos que representam cada um: o papa: junta-se as mãos como se orasse; popó, lutador de MMA: faz-se o gesto de luta e Baryshnikov, bailarino russo: faz-se o gesto de um bailarino em ação. Quem dá os comandos pode falar as palavras e fazer gestos correspondentes a outras palavras para confundir os jogadores. Por exemplo, falar papa fazendo o gesto de popó.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Chama-se a atenção a respeito da ausência da lógica que nós adultos somos apegados, isso não pertence às crianças. Elas brincam e pronto. <br><br></div><div>Texto: FRIEDRICH FROEBEL, O FORMADOR DAS CRIANÇAS PEQUENAS<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 15:49:13 UTC</pubDate>
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         <title>Joana Cytrynowicz e Sara  Abrahão e Paula Fukasawa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Nessa aula começamos lendo um texto do Rubens Alves “A Arte de Ver”, em seguida discutimos um pouco sobre o que o texto nos passava.<br><br></div><div>A discussão foi em relação ao nosso olhar de adulto que muitas vezes se perde do olhar infantil, para o novo, a curiosidade.<br><br></div><div>Depois lemos um texto de Manoel de Barros “Os Delírios verbais me terapeutam”, também conversamos um pouco sobre este texto.</div><div>Em seguida começamos a brincar com algumas brincadeiras que foram:</div><div>-       1,2,3 em duplas</div><div>-       O que mudou </div><div>-       Isso me lembra<br><br></div><div>A cada brincadeira, a professora foi nos explicando as regras e depois brincamos, de fato, para perceber e verificar as variações, e ver para qual faixa etária é mais adequada, (para aplicar nos alunos). Quando íamos finalizando cada uma, comentávamos o que achamos e o que foi mais interessante na ação do brincar. <br><br>EXEMPLO:<br>-<strong> 1, 2 e 3 em grupo </strong><br>Variação: fazer em roda com toda a turma (contando até 20). Essa brincadeira é interessante para crianças mais velhas  (4º ano pra frente).<br>Cada uma conta um número em sequência. Quem cair com o #20, pode escolher trocar um dos #s por uma palavra, ao invés de um gesto (exemplo: Troco o #1 por "morango"). Uma troca interessante é trocar o número por outro (por exemplo, troco o #3 por "dois"). A sequência passa a ter que ser contada assim <br>Criança 1: "Morango" <br>Criança 2: Dois <br>Criança 3: "Dois" <br>Criança 4: Quatro ....<br>Criança 5: Cinco...<br>Sempre a criança que cair com o #20, pode escolher uma troca e o seguinte recomeça a contagem. Então vai ficando cada vez mais complexo. (Quem for errando vai saindo mas o grupo vai somando as trocas até o final).<br><br></div><div>Outro ponto importante que analisamos também, foi relacionar os tipos de brincadeiras em algumas áreas como: Educação Física, Matemática, Português com a BNCC, podendo trazer variedades nas opções das mesmas.<br><br></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-09-30 16:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>Brincadeira e percepção auditiva</title>
         <author>dayuni_andrade</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Registra: Dayuni Andrade</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-07 16:17:42 UTC</pubDate>
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         <title>Letícia Q. e Fabíola Haro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- vídeo Chico dos Bonecos<br> https://www.youtube.com/watch?v=TG1xxzdCwJQ<br>- Mapa do brincar https://mapadobrincar.folha.com.br/<br>- Variações de brincadeiras :<br>Gato mia, com crianças maiores; Gato mia no tecido com crianças menores;<br> Apple pie versão EUA;<br>Marco polo para brincar na água - https://youtu.be/l2wRh9tWPxk.<br><br>IMPORTANTE: sempre combinar com antecedência as regras das brincadeiras, estabelecendo os combinados.<br>- Brincadeiras pelo zoom: escolher uma profissão então trazer um objeto que represente essa profissão.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-13 21:41:52 UTC</pubDate>
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         <title>Oficina de brincadeiras</title>
         <author>rohsing2018</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Registro: Natalie Adler e Rosana Teixeira de Oliveira</strong><br><br>Brincadeiras que conversam com a matemática<br>Criança a partir do Fund I que já sabem somar<br><br>Lino Macedo de Oliveira traz que as brincadeiras são fundamentais como forma de desenvolvimento do ser.<br>- Para este autor, o trabalho com jogos facilita o aprendizado da matemática<br><br>Em uma leitura do trecho do texto “PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO, o autor cita:<br>"os jogos, como o propomos, possibilitam observações e intervenções favoráveis ao desenvolvimento e à aprendizagem das crianças e adolescentes bem como de reflexão e aprofundamento do trabalho educacional de profissionais (...)"<br><br>Com jogos, os alunos criam situações diversas para resolver problemas, estimulando a imaginação e a resolução criativa (com o auxilio do educador). Nesse processo, passam a ser protagonistas do seu próprio processo de aprendizado e desenvolvimento.<br><br>Lino de Macedo é pedagogo e docente do<br> Departamento de Psicologia da Aprendizagem, do Desenvolvimento e da Personalidade. Suas linhas de pesquisas são: Jogos na aprendizagem e ensino da matemática; Psicologia escolar e Educacional; Desenvolvimento Humano e Aprendizagem.<br><br><strong>Brincadeiras<br><br>Mora (Morra) - Brincadeira da Itália<br></strong>Esse jogo é realizado em duplas, porém outros jogadores podem ficar de prontidão para ocupar o lugar daquele que perder. É necessário ter também um ou dois juízes. Consiste em bater continuamente a mão na mesa mostrando um número qualquer com os dedos, junto com o adversário. Cada um dos jogadores diz alto, em italiano, ao mesmo tempo, um número de zero a dez, com o objetivo de acertar o resultado final da soma das mãos dos dois jogadores. Quem acertar a soma diz “Alla mora”! (Morra!) ou simplesmente “Mora!”, e o juiz vai contando os pontos. Se empatar, não haverá marcação. A dificuldade é a rapidez que o jogo demanda para ser desenvolvido. Quem atingir 21 pontos primeiro é o vencedor e deve jogar com o vencedor de outra dupla, podendo-se criar um campeonato.<br><strong>Link: </strong> <a href="https://www.youtube.com/watch?v=HWQDqUYvOOY">https://www.youtube.com/watch?v=HWQDqUYvOOY<br></a><br><strong>Culturinha 1</strong> <br><br>Esse jogo é uma tradição da região do Vêneto, na Itália, e foi trazido para o Brasil pelos imigrantes. Com jogadores profissionais, cada jogada é feita em menos de um segundo e exige raciocínio rápido, para ver a soma dos dedos e pensar a jogada seguinte. Essa brincadeira tem diversas variantes, inclusive os pontos para ser campeão podem variar de 12 a 21. O desafio “par ou ímpar” é uma derivação do “Mora!”. <br><br><strong>Palitinho</strong><br>O jogo do palitinho é uma ótima brincadeira de raciocínio lógico já que para brincar, os participantes precisam fazer alguns cálculos mentais, por isso mesmo, não é somente um jogo de sorte e de azar. Suponhamos que três crianças estejam brincando juntas; de posse de três palitinhos cada uma, saberemos que nove palitos estarão em jogo. As crianças colocam suas duas mãos para trás do corpo. Elas escolhem, de zero a três, quantos palitos colocam e uma das mãos. Uma das mãos se mantem atrás do corpo e a outra mão, fechada, é mostrada para os colegas. As crianças escolhem quem será a primeira a iniciar o jogo. Ela tenta adivinhar quantos palitos estão em jogo, somando as três mãos expostas. De zero a nove ela “chuta” um número. Um outro colega chuta um outro número, assim como o terceiro parceiro faz o mesmo. Todos abrem ao mesmo tempo as mãos e fazem a contagem dos palitos. Caso alguém tenha acertado o número total, ele tira um dos seus palitos do jogo. A brincadeira recomeça, agora não mais com nove palitos, e sim oito. Um outro jogador inicia o jogo; a cada rodada é um que começa. Quem terminar primeiro os seus palitos ganha o jogo. <br><br>O relacionamento das brincadeiras com 2 referências da BNCC foram:<br>- Os campos da experiência (p.40) Espaços, tempo, quantidade, relações e transformações (p. 42)<br>- A transição da educação infantil para o ensino fundamental (p.53) <br>Síntese das aprendizagens (p.54)<br>Espaços, tempos, quantidades, relações e transformações (p.55)<br><br>DISPONÍVEL EM: <a href="http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf">http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_site.pdf<br></a><br><br></div><div> <br><br></div><div><br><br></div><div><br> <br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-15 22:49:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>ccc</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 11:03:39 UTC</pubDate>
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         <title>Daniela </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 11:05:04 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[ 613219]]></description>
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         <pubDate>2020-10-28 11:05:29 UTC</pubDate>
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         <title>Aula Berenice de Almeida</title>
         <author>mcdsecches2</author>
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         <description><![CDATA[<div>Registro: Maria Carolina Delboni Secches  <br><br>Ela começa com uma música chamada "PO HAMEK, de boas-vindas pra quando alguém chega na aldeia. Fala do cantar bonito. Música de acolhida. Berenice se apresenta e depois nos mostra o vídeo das crianças indígenas cantando a música e dançando na aldeia. Percepção de palavras: saudação, fonética, ritmado, palmas como acompanhamento, movimento. <br><br>Ela apresenta o povo Krenak que falam a língua borum e usavam bastante o botoques nos lábios. Eram muito guerreiros e por anos o assassinato deles era autorizado pelo império brasileiro. <br><br>Música como temática rica para traçar junto aos alunos e propor novas atividades e variáveis dentro da sala e provocar, no bom sentido, a participação das crianças na música e na dança. <br><br>Movimento de dar voz aos indígenas é um momento de retomada da história deles e que história é essa. <br><br>Berenice propõe uma atividade em que todos falem (tentem falar) uma das línguas da tribo. Uma forma sonora da gente se aproximar da língua deles e da cultura também. É uma brincadeira que pode ser feita depois em pequenos grupos. Ela também propõe criar uma musica com a sonoridade da língua. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-04 13:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>Continuação vídeo de Berenice</title>
         <author>fabiolaplemos1</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/912935697</link>
         <description><![CDATA[<div>Registro: Marina Yohara e Fabíola Haro.<br><br>Sensibilização sonora<br>Música 1 - <br>Flauta, instrumento de sopro<br>2 - bater dos pés na terra, chocalho, rabeca, instrumento de corda, instrumento estilo chocalho, parece irlandês<br>3 - berrante, didjeridu, instrumento de sopro, buzina, tocando boiada<br>4 - guerreiros, vozes masculinas, batendo pé e dançando<br>5 - conversa, canto e barulho de roupas, dialogo entre homens, reza<br>6 - corda, berimbau, violão, capoeira<br><br>Técnica musical alternada. Cada um canta uma nota na mesma melodia. Alternância, um completa o outro. <br><br>PIB - POVOS INDIGENAS DO BRASIL <br>PIB MIRIM - Voltado para as atividades infantis.<br><br>ISA - INSTITUTO SÓCIO AMBIENTAL<br><br>https://mirim.org/nb/node/14293<br>https://www.youtube.com/watch?v=uuzTSTmIaUc<br>https://www.youtube.com/watch?v=cT7ZXxAMetY<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-11 14:35:54 UTC</pubDate>
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         <title>Sara Abrahão                        Hoje foi passado a continuação da vídeoaula que deu início no dia 04/11    “vídeoaula sobre indígenas” com a professora Berenice               Ela nos apresentou :                               -aspectos sobre os indígenas como: cultura, costumes, regiões, diversidades                 -apresentou imagens, dados, musicalidade, vídeos                 -apresentou algumas atividades.                        Quando terminou o vídeo, em classe foi comentado sobre  a vídeoaula e as atividades de músicas realizadas, o que elas nos trouxe de significado, e como sentimos.Também foi feita uma articulação com a música que foi mostrado a nós e  com a música em geral, relacionando com alguns cantores.                                     A professora Ana Tatit comentou sobre o site Pib Isa, compartilhando na tela com a classe e mostrando o material que contém.Outro site também apresentado pela Tatit, foi o Pib mirim, também contendo um material rico, e voltado para atividades infantis.                          Falamos sobre a riqueza de tudo o que os indígenas, podem nos ensinar e de algumas brincadeiras e suas importâncias.Também foi comentado a relação de nossa história com a história dos indígenas.             Conversamos o que os alunos acharam sobre a aula de hoje.           </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/914716081</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-12 00:53:51 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista Gisela Wajskop</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Registro: Felipe Sister<br> Assistimos a parte de  um vídeo com a entrevista da Gisela Wajskop sobre o Brincar ao longo da História.<br>Após assistir ao vídeo comentamos sobre aspectos que nos marcaram  e que foram impactantes durante a fala da entevistada. <br><br><strong>Pontos importantes anotados da fala da entrevistada</strong><br>-a brincadeira como um exercício preparatório do mundo adulto<br>-brincadeira como forma da criança enxergar o mundo adulto<br>-a importância de enxergar a criança como ser linguístico que constantemente substitui um significado por outro ao longo da brincadeira<br>-deve-se explorar os 5 sentidos da criança de modo que haja uma relação com a vida real e com os sistemas de representação da criança<br>-a brincadeira como constituída na relação com o não-brincar<br>-a brincadeira está diretamente relacionada aos aspectos culturais que norteiam a criança<br>-a importância das crianças brincarem para que consigam entender o mundo dos adultos e que as cerca<br>-que a brincadeira é uma excelente forma de ampliar repertório cultural e de experiências das crianças<br>-a importância do "faz de conta" para que a criança atue como um ser pensante,falante e imaginativo<br><br><strong>Outros pontos que foram debatidos em sala de aula:</strong><br><br>-refletimos em sala sobre a importância da vivência ser espontânea<br>-pensamos sobre a importância das vivências das crianças como experiências ao longo do brincar<br>-refletimos sobre o direcionamento das brincadeiras e da importância de promover espaço,tempo e recursos distintos ao brincar<br>-falamos da importância da criança se desenvolver o tempo todo por meio da brincadeira livre e sobre qual o papel do adulto durante a brincadeira<br><br><strong>Link do vídeo da entrevista:</strong><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=FvqOlmefVfo"><strong>https://www.youtube.com/watch?v=FvqOlmefVfo</strong></a><strong><br><br></strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-18 18:23:21 UTC</pubDate>
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         <title>Entrevista Gisela Wajskop</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/978494371</link>
         <description><![CDATA[<div>Registro: Ana Clara<br><br>Assistimos a entrevista da fundadora do Singularidades, na qual ela dá uma entrevista sobre sua área de pesquisa o brincar. Alguns pontos que vale ressaltar:<br>Dar espaço a criança para a espontaneidade da imaginação e do brincar.<br>A forma que a criança vê  o mundo se manifesta por meio da brincadeira, seus sentimentos e seus temperamentos também.<br>É importante valorizar a  criação desse mundo imaginativo criado pela criança dando espaço para que ela o exerça e vendo a brincadeira como um treinamento muitas vezes para o mundo adulto,.<br>A brincadeira é muitas coisas , amplia o repertório cultural, a criança se construiu como ser ativo, as brincadeiras costumam ter relação com a vida e o mundo da criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 03:34:51 UTC</pubDate>
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         <title>Apresentação do trabalho sobre brincadeiras indígenas e outras brincadeiras</title>
         <author>damatab7</author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/979708146</link>
         <description><![CDATA[<div>Registro: Barbara da Mata<br><br><strong>Trazer para o dia 15: </strong>palito de churrasco, jornal, cola branca, fita crepe e canetinha colorida.</div><div><br></div><div>Apresentação dos trabalhos de Jamille e Dodó;  <br><br><strong>Trabalho Dodó: </strong>https://docs.google.com/document/d/1mDsr8b4U3cOuJXYHvCmB41xa8UiiO3ByeZafzuI0suE/edit?usp=sharing<br><br><strong>Trabalho Jamille: </strong>em anexo no final<strong><br><br>Vídeo ensinando a fazer peteca;</strong><br><a href="https://www.youtube.com/watch?v=DIwylF8oGaw">https://www.youtube.com/watch?v=DIwylF8oGaw</a><br><br><strong>Vídeo: Brincadeira Vampiro Vampirão; </strong><br><strong>Como brincar?</strong> - Uma pessoa será o vampiro e ficará de costas para as outras crianças, que gritam “Vampiro, vampirão, que horas são?<br>A pessoa que está de costas para o resto responde e as crianças dão passos em sua direção.<br>Quando os jogadores chegam perto da criança que está de costas e perguntam as horas, ela tem que responder “É meia-noite”. Todos saem correndo e ela corre para tentar pegar alguém. Quem for pego vai ser o próximo vampirão.<br><br><em>Variação: Vampiro Vampirão de marcha ré;<br><br></em><strong>Brincadeira:</strong> "Atenção, vai haver revolução se vc não me disser o nome de um.......(país, carro, animal.... etc) <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-02 13:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>Daniela e Selma</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/isabelacarvalho_ferraz/9bncfrjev399qzs/wish/1023586104</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-16 11:44:29 UTC</pubDate>
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