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      <title>A cara do Brasil: Abandono Paterno by </title>
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      <description>Ana Beatriz Assis - Ana Clara - Ana Mara - Andressa - Nayane - MEA3 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-05 17:56:53 UTC</pubDate>
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         <title>Dados sobre o abandono paterno no Brasil</title>
         <author>sousanaclara</author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>Aproximadamente 5,5 milhões de brasileiros não possuem registro paterno na certidão de nascimento e quase 12 milhões de famílias são formadas por mães solo. <br>FONTE:<strong> </strong>Conselho Nacional de Justiça – CNJ</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>Filme: &#39;&#39;Todos nós cinco milhões&#39;&#39;</title>
         <author>sousanaclara</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Filme disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=s7sUDHjNRtQ">https://www.youtube.com/watch?v=s7sUDHjNRtQ</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:09:01 UTC</pubDate>
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         <title>Música</title>
         <author>sousanaclara</author>
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         <description><![CDATA[<div>A música "Quando pai se vai" do cantor rapper <strong>Genival Oliveira Gonçalves </strong>aborda um tema infelizmente muito comum no Brasil, o abandono Paterno. A musica é dividida em duas partes representando duas situações comuns, a primeira fala sobre um filho que teve de arcar com as consequências da ausência precoce de um pai em casa, mostrando as dificuldades passadas e a falta que o filho sente perante as situações. A segunda parte contraria a primeira fala sobre um pai que após a morte da esposa continua cuidando da casa e dos filhos, trabalhando como pode e demonstrando amor em tudo.<br>A canção reflete uma realidade dura para milhares de jovens no Brasil que padecem de assistência familiar e governamental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:09:06 UTC</pubDate>
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         <title>Quando o Pai se vai - GOG</title>
         <author>sousanaclara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como vou deixar você...<br><br></div><div>Ele partiu e no seu lugar ficou o vazio<br>Me lembro bem o dia, nem se despediu,<br>Brigou, falou, sem pensar e saiu,<br>Foi melhor, nunca o vi tão hostil<br>Meu sobrinho me disse que ouviu<br>Ele perguntar(lá no bar) - o supletivo, pra que serviu?<br>5 anos desempregado, vivendo de bico<br>É mais triste que o penalti perdido do Zico (vix)<br>Vou deixar essas idéias de lado<br>Vida é vida não é campeonato<br>Mas na real, vou te confessar<br>Pensei que ia voltar, cansei de esperar<br>E em desespero eu andava em círculo<br>E o natural veio de capítulo em capítulo<br>Num cubículo minha mãe, meus irmãos e eu<br>Sem água, comida, energia, no breu<br>Num sofrimento sem par,<br>Hoje almocei, mas não sei se eu vou jantar,<br>Por mim, consigo agüentar<br>Mas minha mãe não consegue mais amamentar<br>E me vem na mente meu pai em coma alcoólica<br>Desperto da viagem com o nenê sentindo cólica<br>E agora, o que faço eu?<br>Promessa pra São Judas Tadeu? Eu?<br>Eu vou na casa daquela dona da parabólica<br>Tirei a pipa da antena ela ficou eufórica<br>Quem sabe me ajuda ou conhece alguém<br>Pra dar um remédio pra crise do neném<br>Acho que ela não está<br>E agora como é que eu vou fazer pra voltar,<br>Um rápido sorriso me vem no rosto,<br>Rindo de mim mesmo de dar gosto<br>Vim resolver um e arrumei outro problema<br>Pior duas horas a pé, que cena!<br>O lado bom é que vai dar pra refletir um pouco<br>Ralei atrás de trampo esses dias feito louco<br>Fui até em lugar que não era necessário<br>Fui humilhado pelo empresário<br>E do bolso gastei meu último troco<br>Pra ouvir ele gritar até ficar rouco<br>Sem qualificação, não tem produtividade,<br>Primeiro grau é diploma de imbecilidade<br>Segundo grau perdeu a validade<br>Tem que ter faculdade<br>Esses cara falando, quase me arrasa,<br>Mas do jeito que dá sustento minha casa<br>Não sei porque não respondi na mesma tonalidade<br>Ninguém se qualifica sem primeira oportunidade<br>Que o requisito principal é honestidade<br>Que chegaria a qualidade, que tenho necessidade<br>Esses cara, financiado pelo pai<br>Chama a segurança e grita: sai!<br>Foi melhor eu ter me controlado<br>Já pensou eu sair de lá algemado<br>Mato minha mãe de desgosto<br>Não quero ver minha velha tomando soro no posto<br>É umas fita que a gente passa e que nunca imagina<br>Só sei que, necessidade não é sina<br>Vou falar igual o zé, emprego eu escolho<br>Chegando em casa vou botar os pés de molho<br>Mas que nada, amanhã tudo vai se resolver<br>De novo o choro agudo do bebê<br>E de novo a deprê bate a ficha cai<br>Quando o pai se vai...<br><br></div><div>(refrão)<br>Como vou deixar você<br>Se eu te amo<br>Como vou deixar...<br><br></div><div>Do outro lado, no outro extremo da cidade,<br>Estória inversa é realidade<br>A de um pai que honrou sua paternidade<br>E que criou seus filhos mesmo com adversidades<br>Tempestades não faltaram, na sua vida<br>Quatro crianças pequenas, perdeu a patroa querida<br>Colesterol elevado, pressão muito alta<br>E na farmácia do SUS, o remédio sempre em falta<br>Juntou-se a fome com a vontade de comer<br>Assistiu o filme que eu não queria ver<br>Heroicamente, não se entregou à bebida<br>Mantendo a cabeça sempre erguida<br>Enfrentou a saudade, o desemprego,<br>Por seus quatro moleques tem um apego!<br>Evitando o trágico, disse não ao tráfico<br>E no tráfego, trafegou, testando seu ego<br>Calça suja, camisa furada e chinelo<br>Trabalhava do vermelho ao amarelo<br>Chocolates, frutas, água mineral<br>A senhora apavorada avançou o sinal<br>Sobe a bolsa de valores vários pontos<br>Some a bolsa com valores da madame, ela ao prantos<br>Todo dia uma batalha sei o fato gerador<br>Não se encerra essa guerra, oprimido e opressor<br>Sai de casas antes do sol raiar<br>"ninguém vê sair, ninguém escuta chegar!"<br>Final de semana pra ele era sagrado<br>Não ia pro farol não lavava um carro<br>Era dedicado à casa e aos filhos<br>Dever de casa, manter os moleques nos trilhos<br>Cada um tinha uma obrigação,<br>Levantar, dobrar cobertas, nada de lixo no chão<br>Ele se irritava profundamente,<br>Com pai que faz filho e nega lá na frente<br>Com pai, que não paga p.a.,<br>Com o argumento que a mãe irá gastar<br>Com batom, com salão<br>Fazendo compras sem precisão.<br>Altas desculpas, pra não manter o compromisso<br>Pra ele, os filhos não tem nada haver com isso<br>Pensou em casar, mas não arrumou ninguém<br>Que tratasse seus filhos bem<br>Da forma que ele realmente queria<br>E fez um voto que viúvo continuaria<br>Acredita que a educação é necessária<br>Apresentou pra eles a biblioteca comunitária<br>Que ficava bem perto da sua moradia<br>Um lugar que sozinha a criançada ia<br>Não deixava ouvir rap, mas observador<br>Passou a prestar atenção nas letras e liberou<br>Dizia sempre que a leitura<br>Faz a pessoa mais inteligente e com cultura<br>Foi vendo a criação dessas crianças<br>Que passei novamente a ter esperanças<br>Numa geração em que poucos acreditam<br>E que muitos impiedosamente criticam<br>Isso me faz crer, que o hip hop precisa dizer<br>Que muito pai faz por merecer<br>Que o filho contrai muita doença<br>Com a sua ausência, sem sua presença<br>Quero transmitir em primeira mão a noticia<br>Que mais que repressão e polícia<br>Toda geração precisa de incentivo senão cai,<br>É triste ver, quando o pai se vai...<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:09:23 UTC</pubDate>
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         <title>Notícias sobre o abandono paterno</title>
         <author>anabeatrizassis2016</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804324918</link>
         <description><![CDATA[<div><br>"Todo mundo conhece ou já ouviu falar de alguma mulher que cria seu filho sozinha. De acordo com dados do IBGE, em 2018, o Brasil tinha aproximadamente 11,5 milhões de mulheres que não podem contar com a presença e responsabilidade dos pais para cuidar e educar seus filhos: são as chamadas “mães solo”. </div><div>De acordo com Instituto Locomotiva de Pesquisa e Estratégia, 57% de mães que criam os filhos sem a presença dos pais vivem abaixo da linha de pobreza. Com a pandemia causada pelo novo coronavírus, em 31% dos lares sustentados por essas mulheres já faltaram produtos de higiene e, em 35%, faltaram alimentos."<br>Notícia completa em:</div><div>http://plone.ufpb.br/comu/contents/noticias/o-abandono-paterno-e-a-culpabilizacao-da-mulher<br><br>https://averdade.org.br/2017/06/cultura-abandono-paterno/<br><br> <br><br></div><div>"Vivemos uma epidemia social de abandono paterno", diz promotor<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:28:58 UTC</pubDate>
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         <title>POEMA DE Stephanie Ribeiro </title>
         <author>anamarag17</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804331312</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.geledes.org.br/stephanie-ribeiro-em-poema-colunista-relembra-o-abandono-do-pai/"><br></a><strong>Trecho:<br></strong>Poema completo: <a href="https://www.geledes.org.br/stephanie-ribeiro-em-poema-colunista-relembra-o-abandono-do-pai/">https://www.geledes.org.br/stephanie-ribeiro-em-poema-colunista-relembra-o-abandono-do-pai/</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:30:33 UTC</pubDate>
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         <title>Informações</title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804332072</link>
         <description><![CDATA[<div>De acordo com <a href="http://www.ip.usp.br/site/belinda-piltcher-haber-mandelbaum/">Belinda Mandelbaum</a>, professora de Psicologia Social no Instituto de Psicologia da USP e coordenadora do <a href="http://www.ip.usp.br/site/laboratorio-de-estudos-da-familia-relacao-de-genero-e-sexualidade-lefam-3/">Laboratório de Estudos da Família (LEFAM)</a>, “a ausência paterna decorre de um vínculo com a criança que, de alguma maneira, não tem força o suficiente para se sobrepor a outros interesses ou necessidades desse pai.” <br><br>FONTE<strong>: </strong>Instituto de psicologia da USP </div><div>LINK:<a href="http://www.ip.usp.br/site/"><strong>http://www.ip.usp.br/site/</strong></a></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:30:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>LIVRO: “Cadê você? As pessoas por trás do abandono paterno”</title>
         <author>anamarag17</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804342375</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div>Disponível para compra em: <a href="https://www.estudioaspas.com.br/">https://www.estudioaspas.com.br/<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Dados sobre o abandono paterno no Brasil</title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804353356</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>Em dez anos, o número de mães solo no Brasil saltou de 10,5 milhões para 11,6 milhões, de 2005 a 2015. Os dados são do Censo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2017,esse número já atingiu 20 milhões de mulheres, segundo Data Popular. Das famílias comandadas por mulheres, 56,9% vivem abaixo da linha da pobreza.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:36:01 UTC</pubDate>
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         <title>Depoimentos</title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804371997</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Renata Nascimento</strong></div><blockquote>"Eu tenho dois filhos: um menino de 10 anos e uma menina de 3. Eles são filhos de pais diferentes, só que o pai do primeiro continuou participando após a separação. Mas o pai da caçula nunca quis saber dela desde que contei que estava grávida. Eu tentei aproximação, mas foi inútil. Ela o conhece, vê umas 5 vezes no ano, mas por insistência minha. Por ele, ela nem tinha nascido."</blockquote><div>FONTE: Revista Veja</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:40:51 UTC</pubDate>
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         <title>Filme &#39;&#39;O Paizão&#39;&#39;</title>
         <author>anamarag17</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804376363</link>
         <description><![CDATA[<div>Filme disponível em: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=wN6JGs-iHdM">https://www.youtube.com/watch?v=wN6JGs-iHdM<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:41:59 UTC</pubDate>
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         <title>Depoimentos</title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804378110</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Deborah Ferreira Serra </strong></div><blockquote>"É muito triste quando os pequenos perguntam pelo pai e damos várias explicações. Minha filha tem 3 anos e quando vê alguma coleguinha chamando o pai, ela também quer chamar o seu. Hoje a pequena chegou toda feliz da escola com o convite da festinha de Dia dos Pais e pergunta direto: ‘mãe, cadê o meu papai?’. Quando namorávamos éramos muito felizes – tudo até a descoberta da gravidez. Essa foi a última vez que tive contato com ele. Pensei que seria a melhor notícia do mundo, mas foi o fim para o meu ex-namorado quando disse que estava grávida. No dia seguinte, ele me ligou apenas para dizer que estava com o dinheiro do aborto. Desliguei o telefone e esse foi o último momento em que nos falamos. Hoje minha filha é minha grande felicidade."<br>FONTE: Revista VEJA</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:42:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804393699</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:46:44 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sousanaclara</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804401336</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:48:52 UTC</pubDate>
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         <title>Depoimentos</title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804418027</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ayrla Marcia</strong></div><blockquote>"No meu caso, na época eram três crianças de 3, 5 e 6 anos. Casei muito nova e não fui feliz em meu relacionamento. Ter decidido pela separação não significaria o fim da paternidade, mas ser pai requer coragem e sabedoria – e ele foi covarde. Houve muitas perdas, sim, e quem perdeu mais foi ele, pois deixou de conviver com crianças espertas, alegres e amáveis. Eu fiz meu papel de ‘pãe’, amando-as e me doando sempre de coração."</blockquote><div>FONTE: Revista VEJA<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 18:53:34 UTC</pubDate>
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         <title>Música</title>
         <author>sousanaclara</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804448368</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:02:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804461552</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804481968</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:12:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nayanealves791</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804497733</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:17:24 UTC</pubDate>
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         <title>Mulheres e a o abandono da figura Paterna</title>
         <author>sousanaclara</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804512880</link>
         <description><![CDATA[<div>Considerações teórico-clínicas a partir da psicologia analítica<br>Este trabalho busca demonstrar, a partir de vinhetas clínicas, as consequências negativas trazidas na vida de mulheres pela experiência de terem sido abandonadas pela figura paterna. [...] conseguiram estabelecer maior equilíbrio interno entre as polaridades masculina e feminina. Esse equilíbrio trouxe impactos positivos para elas, como melhora da autoestima e maior sentimento de autoconfiança, além de capacitá-las para o estabelecimento de relações afetivas mais saudáveis e menos calcadas em submissão e dependência.<br><br> LIMA,Antonio. Mulheres e o abandono da figura paterna: Considerações teórico-clinicas a partir da psicologia analítica. Estudos de Psicologia. Vol.29(Supl) Out-Dez 2012,821-830</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:22:24 UTC</pubDate>
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         <title>O abandono de crianças ou a negação do óbvio.</title>
         <author>sousanaclara</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804522626</link>
         <description><![CDATA[<div><br>O artigo apresenta a trajetória do abandono de crianças desde o século XVIII até o surgimento de menores abandonados enquanto "problema social"<br>TRINDADE, Barboza; JUDITE, Maria. O abandono de crianças ou a negação do óbvio Revista Brasileira de História, vol. 19, núm. 37, setembro, 1999, p. 0<br>Associação Nacional de História, São Paulo, Brasil.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:25:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A INCIDÊNCIA DO ART. 186 DO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO NO ABANDONO AFETIVO DOS PAIS. É POSSÍVEL?</title>
         <author>sousanaclara</author>
         <link>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804532196</link>
         <description><![CDATA[<div>"O presente trabalho visa uma reflexão e suas consequências acerca da falta de assistência, no mundo contemporâneo, dos pais em relação aos filhos, o que vem acarretando graves transtornos no âmbito familiar, social e psicológico do infante."<br>JUNIOR, Antônio. A INCIDÊNCIA DO ART. 186 DO CÓDIGO CIVIL BRASILEIRO NO ABANDONO AFETIVO DOS PAIS. É POSSÍVEL? https://www.ibdfam.org.br/artigos/769/A+incid%C3%AAncia+do+Art.+186+do+C%C3%B3digo+Civil+brasileiro+no+abandono+afetivo+dos+pais.+%C3%89+poss%C3%ADvel%3F. 05/10/2011</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-05 19:28:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/sousanaclara/9aixoqtojv9ax4u9/wish/804532196</guid>
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